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fevereiro 02, 2006

12ª Medida Anti-burocracia

O Governo continua imparável. A 12ª medida de simplificação burocrática e administrativa já está na calha. Vai ser uma medida em que a administração fiscal irá preencher a declaração do IRS, no que respeita à lista de compras que os contribuintes fizeram durante o ano em matéria de imóveis, motos, carros, etc., "qualquer que seja o seu montante", bem como a "data de aquisição", visto que se trata de dados do conhecimento da administração pública. … Ou não serão? Aquela frase malévola "qualquer que seja o seu montante" deixa-me intrigada. Será que a administração pública terá mesmo os dados? Aquela frase tão abrangente "qualquer que seja o seu montante" faz-me recear que não. E os carros que os miúdos, espojados no chão, accionam ao som de BrrruuummBrrruuumm? … terão que ser declarados? Se o forem estou feita, a menos que haja linhas suficientes no formulário da declaração … umas cinquenta devem chegar.

Terei que passar pelas lojas dos chineses a pedir facturas dos carrinhos que comprei em 2005, onde conste o montante e a data. Mas tenho tempo … até Abril.

O Governo tem ainda outro problema. É que aquela obrigação não está prevista na lei. A Lei Geral Tributária refere-se a imóveis, motos, carros, etc., acima de certos montantes. A nova obrigação, "qualquer que seja o seu montante", é apenas uma "instrução superior". Isso pode complicar o impacto mediático da 12ª Medida Anti-burocracia. Combater uma burocracia instituída por uma lei exerce um fascínio público e tem um estatuto mediático, que de forma alguma são alcançados por um mero combate a uma burocracia instituída por uma "instrução superior". Até por que uma "instrução superior", que contraria a lei, transmitida a funcionários, sem se saber exactamente quem a difundiu, que obriga que milhares de contribuintes em IRS, que já haviam preenchido a declaração, tenham que fazer uma declaração de substituição, é algo mais típico de uma República das Bananas do que de um país que chegou a ter aspirações em se aproximar do pelotão da frente da Europa.

Sócrates terá todo o interesse em que esta "instrução superior" não saia do âmbito restrito das Repartições de Finanças. Que ninguém mais saiba! Depois das parcerias com a Microsoft, e do seu discurso onde fez o elogio à Microsoft, salientando que "quer o Estado quer a Microsoft têm a mesma visão de futuro", um futuro das sociedades baseadas "naquilo que é crítico para o desenvolvimento económico conhecimento, tecnologia e inovação", Bill Gates, se souber daquela "instrução superior", ficaria certamente angustiado por ter ouvido Sócrates dizer que "quer o Estado [português] quer a Microsoft têm a mesma visão de futuro", e se acreditar nele (e ele é muito convincente) pode chegar a Seattle e proceder à reestruturação imediata da empresa, nomeadamente no que toca à “visão do futuro”.

Como o Primeiro-ministro disse no Government Leaders Forum, ele acredita que "o Plano Tecnológico está a fazer o seu caminho".

Publicado por Joana às fevereiro 2, 2006 10:57 PM

Comentários

É bom que comecem a andar preocupados com as continhas a pagar ao Estado, que até aqui têm sido objecto de declarações impressas com conteudos romanceados

Publicado por: xatoo às fevereiro 2, 2006 11:22 PM

"One pill makes you larger,
and one pill makes you small,
And the ones that Mother gives you
don't do anything at all..."

White Rabbit dos Jefferson Airplane:

Publicado por: Ocorre-me isto... às fevereiro 2, 2006 11:42 PM

Não percebo como os desgraçados dos dependentes, que têm que apresentar novas declarações são os que "É bom que comecem a andar preocupados com as continhas a pagar ao Estado, que até aqui têm sido objecto de declarações impressas com conteudos romanceados"
Esse gajo deve estar vesgo

Publicado por: lopes às fevereiro 3, 2006 12:46 AM

Já me perdi. Deixei de ver o filme e suspeito mesmo que adquiri uma síndrome bipolar de contacto.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 3, 2006 01:43 AM

armadilha da utopia 3..

Ó (M) não me digas que não viste a pergunta que te deixei neste com ?? são só dois abaixo... tenho que fazer novo remake ? please..gostava mesmo muito de ouvir a tua opinião....e a dos outros tb claro.. só que o (M) tem um special flavour ... um je ne sais quoi ..

Amanhã vamos viajar durante 8 dias .. meio passeio meio trabalho...chapada diamantina .. dizem que é maravilhoso..

Publicado por: Cush às fevereiro 3, 2006 02:41 AM

Ah.. tava-me quase a esquecer ....rsss
Esta não podia passar...

Quem viu o discurso da União ontem.. onde Cush ... ups... Bush ..fala a uma certa altura " América is Adicted to Oil ..." ??
Quem acham que escreveu o discurso ??? O (M)arcelo rs ...tem a mania de dizer que os discursos de Bush são muito bem feitos( por outros) ... mas ... que redactor teria coragem para dizer tal frase ? senão o próprio ?? afinal ele não é assim tão burro ?? ...calma .. calma ...ordem....ordem...

Publicado por: Cush às fevereiro 3, 2006 03:19 AM

cuidado.. galera ...saiu há minutos ...

Fake F-Secure E-Mail Contains Malware

Nasty Trojan horse can disable antivirus and other security software.

Linda Rosencrance, Computerworld
Thursday, February 02, 2006
A Trojan horse has been sent to e-mail addresses disguised as a message from Helsinki, Finland, antivirus software vendor F-Secure, the company said in a statement.

http://www.pcworld.com/news/article/0,aid,124604,00.asp

Publicado por: cush às fevereiro 3, 2006 03:40 AM

Publicado por: Cush às fevereiro 3, 2006 02:41 AM

As respostas já lá estão, que não vale a pena massacrar os inocentes visitantes deste post.
Mas foi uma vez sem exemplo, porque estou a fazer horas extraordinárias sem receber um tusto e eu não trabalho de borla.

Sobre o G.W., um destes dias, se estiver para aí virado, repito algumas histórias divertidas que ouvi há dias na Florida. Contadas por antiamericanos, claro.
Eles não estão lá muito satisfeitos é com o regime pidesco que o Bush instaurou no país pela calada. Vá lá saber-se porquê...

Publicado por: (M) às fevereiro 3, 2006 06:22 AM

Apesar de ter pouco simpatia pelos nossos socialistas, não consegui ver neste post da Joana argumentos suficientes para contradizer a medida.

Li mal?

Publicado por: Mário às fevereiro 3, 2006 10:27 AM

Medida? Que medida?

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 3, 2006 10:42 AM

A Joana, passado os atos eleitorais todos, e atingida a estabilidade política, que ameaça prolongar-se por três desesperantes anos, está com falta de assunto para polemizar. Por isso, entra no disparate.

Se isto continua assim, mudo de leituras.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 3, 2006 10:43 AM

Os comentadores deste blog tornaram-se exigentes.

Publicado por: fbmatos às fevereiro 3, 2006 11:07 AM

"Se isto continua assim, mudo de leituras."

Uma frase um bocadinho disparatada, não?

Publicado por: Mário às fevereiro 3, 2006 11:31 AM

Pois, então o Lavoura que nunca lê nada até ao fim.

Publicado por: Sa Chico às fevereiro 3, 2006 11:51 AM

Desculpem lá, mas não estão aqui 2 assuntos misturados?

Um deles é a medida que refere que a DGCI irá começar a preencher as declarações de IRS dos contribuintes, necessitando estes depois de as validar.

Outra situação, que não tem nada a ver, é o facto de ser necessário declarar a compra de bens que possam ser considerados "sinais exteriores de riqueza".

A questão que se pode colocar é se quando a primeira situação estiver totalmente implementada, será que a segunda ainda se verificará? Da maneira como todos os anos se mexe no código do IRS (ora agora declarem isto, ora agora já não declarem, ora agora isto é benefício fiscal, ora agora já não é) às tantas quando a DGCI preencher as nossas declarações já não temos que andar a discriminar as nossas compras...

Publicado por: x às fevereiro 3, 2006 01:37 PM

óh Luís Lavoura às fevereiro 3, 2006 10:43 AM

gosto muito de o ver lá no "Aspirina B",,, mas o-que-agora-tá-a-dar é o Espectro da Constança Rasca e Pruridos Valentes: aquilo parece o Expresso com tanto nome,postos hierárquicos, ambições e frustações da corja politico-partidária do regime. Quando é que valerá em euros ser citado num sitio daqueles?

Publicado por: xatoo às fevereiro 3, 2006 03:11 PM

óh luminária lopes às fevereiro 3, 2006 12:46 AM
estarás tu consciente pá, da importância em termos de percentagem do IRS dos contribuintes que trabalham por conta própria no nosso país?

Publicado por: xatoo às fevereiro 3, 2006 03:15 PM

x às fevereiro 3, 2006 01:37 PM:
A tal instrução superior não se refere apenas aos sinais exteriores de riqueza contemplados na LGT mas a todos os carros, imóveis, etc, qualquer que seja o montante.
Qualquer que seja o montante, percebeu? Mesmo um SMART!

Publicado por: Rui Sá às fevereiro 3, 2006 04:36 PM

Na minha opinião aquela instrução superior é ilegal, visto que viola a LGT. Mas como as Finanças só passaram a aceitar declarações preenchidas com aquelas informções, pouco há a fazer, excepto que dê tamanho escândalo público que seja esquecida.

Publicado por: Rui Sá às fevereiro 3, 2006 04:39 PM

Penso que as Finanças podem, de qualquer forma, saber tudo isso através de simples cruzamento de dados. Se um indivíduo compra um carro, a compra é registada pelo Estado. Se um indivíduo compra um imóvel (terreno, casa, etc), a compra é registada pelo Estado. E assim por diante. Logo, em princípio o Estado já dispõe de toda a informação que pretende sobre as compras efetuadas por qualquer um de nós. Não é?

Pelo que, a longo prazo, podemos esperar que na nossa declaração de IRS por internet esses campos também já venham preenchidos.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 3, 2006 05:30 PM

Rui Sá às fevereiro 3, 2006 04:36 PM

Se Você comprar um SMART, paga imposto automóvel e regista a compra desse SMART nas finanças. Logo, as finanças já têm conhecimento de que Você adquiriu esse SMART. Da mesma forma, se comprar um imóvel, paga IMT, e regista a compra nas finanças, mesmo que o valor do imóvel seja pequeno. Logo, mais uma vez, as finanças já têm conhecimento de que Você adquiriu esse imóvel.

Ou seja, o Estado apenas está a pedir informação de que, em rigor, já dispõe.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 3, 2006 05:33 PM

Então porque é que as Finanças querem saber se comprou um SMART? Se já o sabem ...
E porquê obrigar aqueles que já tinham entregue as declarações a fazerem declarações de substituição com os novos impressos?

Publicado por: Nunes às fevereiro 3, 2006 07:01 PM

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 3, 2006 05:30 PM

Caro LL: a medida em causa só comprova exactamente a ausência de cruzamento de dados dentro do Estado, e mais um frete para o desgraçado do contribuinte.

Além dos impostos directos que oneram a transacção dos bens em causa,como os referidos por si às 5,33, não se esqueça que se trata de bens sujeitos a registo nas Conservatórias (do Estado).

Caso o Estado queira saber o que é que se comprou e quem, numa determinada área (ou em todas) num determinado período, só tem que pedir às respectivas Conservatórias as listagens.

Ainda não entendi qual o verdadeiro fim desta declaração, tanto mais integrada num conceito de desburocratização.

Penso, por isso, que a medida é meramente ameaçadora, para criar um espírito de desconfinaça...e para que alguns mais medrosos se encolham.

Já agora: será que os bens em causa, mas em 2ª mão, tb têm de ser declarados?

Publicado por: Saloio às fevereiro 3, 2006 08:40 PM

Resumo da matéria supra:
Ninguém conhece a "dita-cuja" medida, mas todos opinam.

Publicado por: Vítor às fevereiro 3, 2006 10:11 PM

Medida? Que medida?

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 3, 2006 10:30 PM

Vem a ser a material desburocratização dialéctica com "suspensão dinâmica" ainda na fase da antítese.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 3, 2006 10:38 PM

Vítor às fevereiro 3, 2006 10:11 PM: Se ninguém conhece a medida, não sei como os desgraçados dos trabalhadores dependentes, que têm que entregar a declaração agora, as vão preencher.
E como é que os que as já entregaram, vão preencher as declarações de substituição, segundo os novos modelos.
Há várias maneiras de opinar, uma delas é lançar nuvens de fumo para branquear os disparates.

Publicado por: soromenho às fevereiro 3, 2006 11:12 PM

Querem lá ver que o soromenho conhece a medida...

Publicado por: Vítor às fevereiro 3, 2006 11:21 PM

Ou estará apenas a lançar disparates para branquear as nuvens de fumo?

Publicado por: Vítor às fevereiro 3, 2006 11:23 PM

A DGCI comporta-se como um bando de salteadores, pelo que todas as desconfianças são legítimas. Por exemplo: fui sócio (sem qualquer actividade real ou remunerada) de uma empresa de meu pai, já falecido há 29 anos. A DGCI descobriu que havia contribuições autárquicas em falta e caiu-me em cima - como único ex-sócio vivo - para pagar. Contestei mas, entretanto, foi-me penhorado parte do meu vencimento e foi cativado o reembolso de IRS a que tinha direito. O curioso é que esse reembolso diz respeito a rendimentos tanto meus como da minha mulher, com quem estou casado com separação de bens, a qual nada tem a haver com esta questão. Reclamei e levei sopa. Ou seja, a minha mulher está a ser roubada pela DGCI. Face a situações deste tipo, acho que qualquer cidadão tem o direito e o dever de subtrair os seus rendimentos à imposição de um Estado malfeitor. Se querem que cumpramos a lei terá o Estado de começar por se comportar como pessoa de bem.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 4, 2006 01:42 PM

Joana, acho que está na altura de voltar a escrver um post sobre figuras da Roma antiga.

Publicado por: Mário às fevereiro 4, 2006 01:48 PM

De facto a política portuguesa caiu na modorra.

Publicado por: Valente às fevereiro 5, 2006 01:06 AM

então a Joana tornou-se na porta-voz do psd?
o presidente/mmendes do psd também está indignado com o provincianismo no ps!

Publicado por: zippiz às fevereiro 5, 2006 07:17 PM

Na minha humilde opinião, entendo que enquanto não houver a alteração ao artº 89-A da Lei Geral Tributária, não existe qualquer obrigação de declarar ao fisco as aquisições dos bens, a menos que os valores das aquisição sejam os estipulados no referido diploma, que são os seguintes:

- Imóveis = ou > 250.000 €
- Automóveis/Motas = ou > 50.000 €/ 10.000 €
- Barcos de recreio = ou > 25.000 €
- Aviões de turismo (qualquer valor)

Ou será que já não estamos num estado de Direito e qualquer funcionário da Administração ou do Governo impôe o que lhe vai na mona.

Oba: Não estou contra a medida, só lamento que vá cair precisamente nos mesmos, ou seja nos trabalhadores por conta de outrém.

Publicado por: Observador às fevereiro 5, 2006 08:28 PM

Mário às fevereiro 4, 2006 01:48 PM

A propósito, está no palco d'"A Barraca" uma peça de teatro "O mistério da camioneta fantasma" que parece ser sobre um episódio da Primeira República sobre o qual a Joana já escreveu. Penso que vale a pena referir.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 6, 2006 10:53 AM

Albatroz às fevereiro 4, 2006 01:42 PM

Este comentário nem parece seu.

Se a ex-empresa deixou impostos por pagar, penso ser razoável (não sei se é legal) exigir que os pague.

Penso ser adequado que a DGCI cative reembolsos do IRS a contribuintes que a DGCI pensa estarem em falta para com ela. O Estado não pode andar a fazer-se de néscio, e a pagar a contribuintes que o enganam. Se o Estado acredita (bem ou mal) que está a ser enganado por um contribuinte, não deve portar-se para com esse contribuinte como um bom pagador.

O Estado não pode beneficiar um contribuinte lá porque ele está casado em separação de bens com outra pessoa.

Só podemos exigir ao Estado que se porte como pessoa de bem quando nós próprios cumprimos a lei. A ultima frase do seu comentário pode ser psotanto ser invertida.

Nota: não pretendo de forma nenhuma dizer ou sugerir que Você não tenha razão em relação ao caso específico da contribuição autárquica de que fala.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 6, 2006 11:04 AM

Caros amigos,

A Joana partiu para não mais vai voltar.

Eu era uma das três únicas pessoas que conhecia a sua identidade. Na hora da partida não sei qual a sua vontade em relação ao magnifico blog que mantinha com grande paixão.

Sinto-me orgulhoso por ter sido seu amigo durante os últimos 15 anos. Onde quer que estejas, não te esquecerei.

Publicado por: Um conhecido da Joana às fevereiro 6, 2006 11:40 AM

Um conhecido da Joana às fevereiro 6, 2006 11:40 AM

É... Se calhar estampou-se no jipe. Acontece aos melhores.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 6, 2006 11:48 AM

Rapaiz.... Joana ... acorda ... por favor volta ...eu prometo que me porto bem .. e vou tentar m*jar fora do penico menos vezes... vou afinar a pontaria ..

Estamos em Lençois ( centro(?) da chapada Diamantina ).. parece Portugal antigo .. lindo ..

Realmente .. cada dia que passa me sinto mais orgulhoso de ser Português.
Cadê a nossa fibra ? Como conseguimos naquele tempo segurar as pontas de tão vastos territórios ??Cadê a fibra ?.. o meu sentido de responsabilidade cresce a cada dia ...

Abraços...e ei Joana ... o cyber espaço não é o mesmo sem vc ...bora logo ao trabalho .. senão a galera ainda pensa que vieste conosco para a Chapada ...

Publicado por: Cush às fevereiro 6, 2006 05:15 PM

Eu tenho horror a burocracia. Aliás, devo ser a mais genial anti burocrata do país. Doida, mas genial. Um beijo

Publicado por: Eva Luna às fevereiro 6, 2006 11:57 PM

Joana está ocupada com a OPA da Sonae s/ a PT!

Publicado por: zippiz às fevereiro 7, 2006 12:14 AM

A todos,

A mensagem deixada por um conhecido de Joana infelizmente não foi uma brincadeira.

Joana faleceu subitamente este Domingo deixando aqueles que a conheciam em estado de choque.

É uma grande perda para todos nós e sentiremos muito a sua falta.

Publicado por: Outro conhecido de Joana às fevereiro 7, 2006 09:57 AM

Outro conhecido de Joana às fevereiro 7, 2006 09:57 AM

Pois... os acidentes de fim-de-semana nas auto-estradas deixam sempre muito boa gente em estado de choque.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 7, 2006 10:18 AM

Em estado de choque estou eu, na perspectiva de vir a ser sócio do Belmiro.

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 7, 2006 01:36 PM

Caro LL. é verdade o que referiu sobre a Joana?

Publicado por: Saloio às fevereiro 7, 2006 02:50 PM

Saloio às fevereiro 7, 2006 02:50 PM

Nada sei sobre a Joana: nem quem é, nem onde está, nem se (ainda) existe. Nem os meus comentários dão a entender outra coisa.

Uma vez dei uma entrevista telefónica a um jornalista (Guilherme Arroz, do PÚBLICO). No fim-de-semana seguinte esse jornalista morreu, mais uma amiga, ao estampar o seu carro contra uma árvore, no Alentejo. Naturalmente fiquei deveras impressionado com a notícia. As estradas de fim-de-semana estão cheias de citadinos que morrem assim. Se a Joana (seja lá quem ela fôr) tiver de facto falecido, não me admiraria que tivesse sido desta forma.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 7, 2006 03:25 PM

Caro LL: Também o meu paizinho morreu em acidente de viação em Espanha,no dia 01/12/1989. E ia de Volvo...só o meu pai é que morreu com um Volvo.

Publicado por: Saloio às fevereiro 7, 2006 04:08 PM

Se nos próximos dias não existirem notícias, é bem provável que seja mesmo verdade.

Publicado por: Mário às fevereiro 7, 2006 05:03 PM

Cambada de idiotas

Publicado por: O desconhecido do Norte Expresso às fevereiro 7, 2006 05:14 PM

Luís Lavoura às fevereiro 6, 2006 11:04 AM

Em abstracto não contesto o direito da DGCI de cativar reembolsos de IRS/IRC para pagar impostos devidos. Contesto o direito da DGCI cativar reembolsos de uma pessoa que nada tam a haver com o caso em litígio, apenas porque é minha mulher. Isso é que é, na minha opinião, um roubo descarado.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 7, 2006 07:08 PM

Se realmente aconteceu algo à Joana... vou ter muitas saudades dos seus posts e da sua cultura.

Publicado por: diogenes às fevereiro 7, 2006 07:29 PM

Acho idiota e de muito mau gosto estar a lançar boatos sobre um possivel acidente da Joana. Se houvesse qualquer verdade nisso havia a obrigação de dar provas disso.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 7, 2006 09:52 PM

Vocês não me apoquentem.
Ainda foi ontem ela estava com o filhinho com varicela.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 7, 2006 10:31 PM

...e pelo que pude perceber o Estado parece que não está muito a modos de querer largar a "Golden Share" na PT.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 7, 2006 10:57 PM

Albatroz às fevereiro 7, 2006 07:08 PM

Se fosse como Você diz, qualquer ladrão fiscal poderia evitar represálias do Estado, simplesmente apesentando a sua declaração de IRS em conjunto com outra pessoa.

É para mim claro que, quando Você e a sua mulher decidem apresentar juntos a declaração de IRS, se co-responsabilizam por eventuais cativações. Não é ao Estado que pode ser imputado o dever de deixar de cativar devoluções, lá porque a sua mulher decidiu apresentar a sua declaração conjuntamnte consigo.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 8, 2006 09:32 AM

Luís Lavoura às fevereiro 8, 2006 09:32 AM

Tendo a minha mulher uma actividade própria, os modelos 3 e respectivos anexos permitem fazer a separação entre os meus rendimentos e os dela, e calcular os respectivos reembolsos. A DGCI só não fez essa separação porque tem mentalidade de salteadora de estradas. Se se tratasse de penhora de bens, ninguém acharia normal que o fisco penhorasse bens pessoais da minha mulher para pagar uma dívida minha, se estivéssemos casados no regime de separação de bens. Então porque agir de forma diferente no que diz respeito a reembolsos do IRS?

Publicado por: Albatroz às fevereiro 8, 2006 09:45 AM

Ehehe.. A Joana é genial...como diz o Py .. a melhor altura de sair de cena é .. no topo ..é a forma mais inteligente ..só que ela deixou uma pista ténue.. ( se calhar de propósito )..

Nada melhor que fechar um ciclo .. de forma gloriosa.. o melhor blog de direita em 2005 .. depois de 3 anos a debitar cultura em alta rotação...

Agora ... nós .. os simples mortais comentadores desta "sala de estar " podiamos manter este espaço "vivo" ... para já podemos vir aqui trocar ideias .. e mais tarde quem sabe fazer um "Joana" ... o nosso grande problema .. é a falta de tempo e de ideias (glup)...mas ... tudo vale a pena .. qd a alma não é pequena ..

Publicado por: Cush às fevereiro 8, 2006 04:12 PM

Joana, mesmo se fosse verdade, eu mandava um beijoka que a ressuscitava, se mais não fosse, à Maldacena. Mas foi só ontem à noita que me passou a tristeza depois de phroneticar mais um bocadinho. Durante a tarde o Cush tinha-me dito que se calhar tinha partido mesmo e andei triste toda a tarde, até choveu cá! (reconheço a imodéstia de pretender que o meu estado de espírito comporta manifestações meteorológicas, mas a correlação é significativa...)

Portanto passando a coisas práticas, obrigado por tanta coisa, estou aqui a brincar de cachorro (falante) com o Cushinho/Cushão na chapada diamantina graças a um encontro à porrada aberta pelo Semiramis (isto entre homens depois de uma boa peleja leal fica-se muito amigo) A minha vida mudou, nem sei ainda dizer quanto, mas não me admirava que fosse tudo, incluindo o topos do futuro.

Entretanto, a sua saída é linda..., digan de todas as Joanas! Esperta Juanita ;)), mesmo que a triste notícia fosse verdade, dificilmente poderia sair mais por cima, deixando-nos a tod@s com saudades...

muitas beijokas politicamente incorrectas até sempre

Publicado por: py às fevereiro 8, 2006 05:31 PM

Ah, klaro e dis 2 de Fev foi o dia de Yemanjá, senhora dos mares..., cor de malva...

Publicado por: py às fevereiro 8, 2006 05:33 PM

Este pessoal passou-se completamente

Publicado por: Conan, o Bárbaro às fevereiro 8, 2006 06:04 PM

Lamentavelmente, este blogue parece ter acabado.
Algo de grave se terá passado. É pena.

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 8, 2006 07:39 PM

É muito bonito ver, ler as palavras que escreveram. Muito obrigado. Deus vos abençoe.

Não sei que possa dizer neste momento...
Para além deste blog, fica a saudade da sua presença e as memórias de momentos passados. Memórias bem bonitas.

Parece que vou ter muitas horas de leitura com tantos artigos por ela escritos :)

Alguém sabe se este seu blog é pago ou gratuito? Será que vai permanecer online por muito tempo? Não tenho por hábito navegar na internet e não sei como funcionam os blogs. Agradecia que me informassem acerca do que julguem necessário.
Será melhor começar a guardar todos os artigos escritos, uma vez que o blog pode ficar offline por falta de pagamento ou por inactividade?

Obrigado.

Que a sua alma descanse em paz, é o que nós pedimos.

Publicado por: Amigo de longa data da Joana às fevereiro 8, 2006 07:56 PM

Falem a sério que para brincadeira não tem gosto.

Publicado por: Afonso às fevereiro 8, 2006 08:07 PM

Acha mesmo que escreveria tal coisa para brincar?
Foi no Domingo que faleceu.

Que a sua alma descanse em paz.

Publicado por: Amigo de longa data da Joana às fevereiro 8, 2006 08:19 PM

Só hoje descobri este blog, mas conhecia a pessoa que escrevia sob o pseudónimo de “Joana” pois tenho a honra de ser filho dessa pessoa. A "Joana" nunca me falou nele.
Quem conhecia a Joana sabe que se opôs ao fascismo e que sofreu por isso, sabe também que discordava da hipocrisia do modelo social em que vivemos e que sofria por ver a decadência a que o pais chegou, se existe titulo que não lhe assenta é o de reaccionária pois lutou sempre contra o "establishment" e sempre se questionou sobre tudo. Era também assim na sua vida pessoal. Mas não era do contra só por ser, era do contra naquilo em que sentia razão para o ser...
Alem do seu brilhantismo intelectual, da sua cultura,da sua boa disposição, da sua franqueza, do seu sentido de justiça inato, da sua visão lúcida e objectiva, da sua vontade de ultrapassar sempre os limites (o que a tornava muitas vezes numa espécie de “daredevil”), a Joana foi desenvolvendo ao longo da vida uma grande sensibilidade, intuição e um humanismo bem contrário ao humanismo hipócrita que criticava, será por estas ultimas qualidades apesar da grandeza de todas os outros atributos que sempre a recordarei.
Hoje acredito que a Joana está junto a Deus pois como Jesus dizia, “Bem aventurados os que tem sede de justiça pois serão saciados.”.

Publicado por: Hood às fevereiro 8, 2006 08:29 PM

Afinal, o que é que aconteceu?

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 8, 2006 09:29 PM

?????????

Publicado por: J às fevereiro 8, 2006 10:04 PM

Rapaiz... para mim a Joana fechou em beleza .. tout court..

Qt ao "filho" Hood .. rsss como é possivel ser filho da mãe e não saber o que a mamã anda a fazer ???E logo uma coisa destas ..
É que se fosse realmente verdade nada impediria a divulgação do seu nome como foi feito com Spinoza.. ... e num texto tão importante... um verdadeiro Filho confundiria pais com país ??

Desculpa lá Joana .. mas m*jar fora do penico está-me nos genes... é que não acerto uma ...
Mas olha .. sais em Glória ...no doubt .. e galerinha .. toca a pôr os olhinhos nela ...e mais .. que tal pôr alguns textos nos programas de ensino ????

Ah .. e tu (M) cadê vc ??? não te esqueças que para a semana vou ter mais um pouco de tempo para tirar uma duvidas contigo ...não deixes de passar pela "nossa" ( já que a dona se "pirou") sala de estar .. viu ?? olha que eu preciso mesmo que me tires umas duvidas .. e tu Lucky .. relax a litle bit ... não esquentes por tão pouco ..e olha lá que eu tb preciso dos teus c onselhos ..viu ?? ah e do Xattoo tb é massa .. e o Senequarib e o Albatroz e o Mario e o Diogenes e o Asdrubal,e o Zippiz ,e o Saloio e o Vitor e o FBMatos , o Sá Chico .....galera ... vcs são seres pensantes .. e o Dragão precisa de todos .. viu ??? pronto pronto .. e o sizudo Lavourinha ...o Py não é citado .. já que está implicito...e finalmente o
Publicado por: Um conhecido da Joana às fevereiro 6, 2006 11:40 AM

Bora continuar por esta "sala de estar" ou será que funciona pedir um "encore"? Bora começar a bater com os pés no chão ......e uns assovios ( como diz o Ubaldo) Joana ..Joana... Joana..

Publicado por: Cush às fevereiro 8, 2006 10:09 PM

E já que a kpk está longe ...que tal um meia nove ?? Elas dizem que é meio Homem ... rsss

Publicado por: Cush às fevereiro 8, 2006 10:12 PM

Recado para os que acreditaram no filho da mãe.

1 - Joana não é pseudónimo. É mesmo o nome próprio da autora.

2 - Os filhos de Joana estão na idade da varicela e seguramente mais virados para as consolas de jogos do que para os blogues.

Publicado por: (M) às fevereiro 9, 2006 03:10 AM


Tenho lido alguns textos da Joana mas nunca escrevi nenhum comentário. Se é verdade o sucedido tenho muita pena e fico triste de nunca ter redigido um comentário de apreço! Apresento as minhas condolências a todos os que a conheciam.
Quanto ao filho se é alguma brincadeira de mau gosto merece realmente o título de “filho da mãe”. “Hood” quer dizer “capuz “ e se calhar está nos a enfiar o barrete!
Certamente não herdou o rigor da mãe que nunca dava um erro ortográfico. (não posso falar pois também dou muitos).
E concordo com o cush.
Tenho curiosidade em relação à pergunta do amigo de longa data sobre se o blog está em risco de expirar ou não pois se está o melhor é começar a coligir alguns textos bonitos que a Joana escreveu.
Como homenagem gostava de citar esta citação bonita que a Joana escolheu para comemorar os dois anos de blog e que muito me comoveu:

“Termino com uma citação de Raul Proença:
Amar os nossos inimigos - o pensamento dos nossos inimigos e a crítica dos nossos inimigos - é o verdadeiro sinal do espírito combativo. Que importa que eles me guardem ressentimento e rancor? Eu preciso deles como do ar que respiro; eu agradeço-lhes o contribuírem para a clarificação das minhas ideias e para a fortificação dos meus motivos de viver; eu afirmo-lhes, para além de todas as minhas disputas, a minha fraternidade e a minha lealdade de inimigo .
Dedico este parágrafo àqueles que discordam frontalmente do que escrevo (os inimigos), quer o escrevam aqui, quer apenas o pensem. E aqueles que apenas o pensem, que não se acanhem – escrevam-no.”
Gostaria também de citar estas palavras bonitas de um grande Republicano que nós bem conhecemos e que penso que não destoam:
“You and I have a rendezvous with destiny. We can preserve for our children this, the last best hope of man on earth, or we can sentence them to take the first step into a thousand years of darkness. If we fail, at least let our children and our children's children say of us we justified our brief moment here. We did all that could be done.” -Ronald Reagan in "A TIME FOR CHOOSING"

Até sempre Joana.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 9, 2006 07:40 AM

Acho que a Joana não iria deixar espalhar estes boatos, se pudesse evitar. O que faz concluir o pior.

Publicado por: Mário às fevereiro 9, 2006 10:14 AM

A minha opinião é que a "Joana" entrou em algum tipo de conflito de interesse com a actividade do blogue e por isso resolveu sair de mansinho. A história da morte parece demasiado esdrúxula e mal orquestrada.

Provavelmente, a "Joana" foi contratada por alguma entidade pública ou privada de grande exposição ou então está prestes a assumir algum cargo de grande visibilidade e por isso resolveu sair de mansinho... Como é óbvio, ela é uma pessoa com uma visão muito clara senão mesmo brilhante e uma mente dessas não passa despercebida.

Provavelmente, a "Joana" nunca imaginou o impacto que algum dia este blog viria a ter. Se calhar, se anunciasse a saída, levantavam-se ainda mais ondas. Assim, interrompeu esta sua actividade tout cour e deixou tudo em aberto. Este movimento vai certamente acabar por esmorecer e fica o assunto encerrado...

Parabéns Joana e Felicidades para o Futuro!

Publicado por: Pedro Costa às fevereiro 9, 2006 10:40 AM

Pedro Costa às fevereiro 9, 2006 10:40 AM

O seu "guess" parece-me o mais verosímil.

A Joana disse uma vez que havia um único comentador do blogue (L.R.) que a conhecia pessoalmente, e esse comentador confirmou esse conhecimento. Estranho ainda não ter visto nada escrito por esse comentador. Estranho que, pelo contrário, "conhecidos" da Joana, que nunca antes apareceram, venham aqui das notícias dela. ("Conhecidos" que subscrevem de forma anónima, isto é, que não dão a conhecer o seu verdadeiro nome. Aliás, também a Joana teve sempre cuidado em preservar o seu anonimato, e as razões que afirmava ter para o fazer não são necessariamente as verdadeiras. Tudo o que é anónimo levanta fundadas suspeitas quanto à sua veracidade.)

Com a perspetiva de três anos de estabilidade política, manter o blogue afigurava-se também problemático em termos de temática. Pode ter sido mais uma razão para estimular a Joana a pirar-se.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 9, 2006 10:49 AM

Publicado por: Pedro Costa às fevereiro 9, 2006 10:40 AM

O seu palpite é pura masturbação intelectual.

Publicado por: Mário às fevereiro 9, 2006 10:56 AM

Se fosse verdade a notícia da morte, a verdadeira identidade da Joana seria revelada. É o que acontece quando se utiliza pseudónimos. O anonimato serve para "proteger" a pessoa, mas depois da morte para que serve o anonimato?

Contudo, tenho pena que este seja o fim do blog. Eu era leitor assíduo apesar de nunca ter comentado um post.

Publicado por: pf às fevereiro 9, 2006 11:03 AM

Para sabermos, de forma credível, o que aconteceu à Joana, seria preciso antes de mais saber quem é a Joana.

Ora, a Joana sempre teve muito cuidado em esconder a sua identidade, eu diria mesmo, em lançar pistas falsas sobre essa identidade. Não seria agora que, subitamente, alguém nos iria revelar toda a verdade.

Portanto, temos que nos resignar à nossa ignorância. O blogue acabou, não sabemos porquê, e prontos.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 9, 2006 11:05 AM

Vamos lá ver. A Joana, seja ela quem for e mesmo Joana, não escreve desde de dia 2. Não parece muito rebuscado que ela não tenha tido tempo de escrever durante uma semana. Acontece. Já aconteceu a muitos de nós.
Vamos esperar uns dias para ver. Ainda estou convencido que isto não passa de uma lamentável brincadeira.

Publicado por: Afonso às fevereiro 9, 2006 11:12 AM

Algo se passa.

Os tais "amigos" da Joana saberão de alguma coisa. Já não é a primeira vez que ela não escreve durante 4 dias e não apareceu ninguém a anunciar a sua morte.

O que parece certo é que o blog morreu. Infelismente! Era o único que consultava, mesmo qdo não concordava com o que era escrito.

Se a Joana "humana" tivesse realmente falecido (espero sinceramente que não!), estou convencido que a esta hora já saberíamos a sua identidade através dos tais "amigos"... a Joana "virtual" no entanto parece mesmo que nos deixou... é pena)

Publicado por: Trident às fevereiro 9, 2006 01:59 PM

Luís Lavoura às fevereiro 9, 2006 10:49 AM

Esse comentador não disse nada e espero que não venha a fazê-lo.
Eu não conheço pessoalmente a Joana, mas descobri acidentalmente a sua identidade e troquei com ela um par de e-mails. E fiquei por aqui. Eliminei, inclusivamente, o seu e-mail da minha lista de contactos.
O direito à privacidade é um valor que respeito.
Há um milhão de razões para a não actualização do blogue e não vale a pena começar a inventar explicações.
As coisas neste mundo virtual devem aceitar-se «as is», para usar uma linguagem informática.

Publicado por: (M) às fevereiro 9, 2006 02:22 PM

Ei Joana ... viu ?? tá toda a galera batendo com o pé no chão .. e assoviando( lá no Porto trocamos os bs pelos vs) fartamente ....

Queremos um encore ... bora lá !!!! pelo menos mais tres canções .. ou traduzido ..mais três anos ...
Não pode haver melhor oportunidade .. são mais três anos de oposição ...que prazer...malhar...

Agora o (M) deixou claro que não houve nenhuma fatalidade ... e esta garota bem safadinha que deve ser bem gira ... deve estar a rir a bom rir...
Se calhar .. safadinha .. ficaste com raivinha e vieste tb pá chapadinha curtir.. fizeste bem... muito bem..

Mas olha c'a gente precisa mesmo de ti .. (apesar de seres um bocado altiva )... acho que é até um desejo sexual...rsss escupa lá...

Por fim ( por hoje) digo-te que estou a engendrar um esquema que te vai pôr as voltas na campa virtual.. rsss e vai ter altíssima probabilidade de te ressuscitar..eheh .. espera para veres ... mas ainda vai demorar uns dias para passar à prática .. já que andamos no garimpo dos diamantes aqui na chapada .. à lá Ran tan plan ( tão a imaginar o Ran .. a garimpar ?? é demais )...é de partir o côco...

Publicado por: Cush às fevereiro 9, 2006 04:09 PM

Eu por mim acho (esta cena do achismo é porreira)que JOANA está demasiada ocupada com a OPA da Sonae sobre a PT, ou demasiada preocupada com a contra-OPA!

Publicado por: zippiz às fevereiro 9, 2006 06:38 PM

Não basta a dor provocada pela sua partida, ainda somos obrigados a ler alguns posts que nunca deveriam ter sido escritos. Já imaginaram o que irão sentir os seus familiares e amigos assim que os lerem?
Lamentável... Tanta desconfiança...
Não sei que provas quererão. Será assim tão difícil acreditar nas pessoas hoje em dia?
Precisarão de ver que não vai aparecer mais nenhum artigo no blog, para finalmente crerem no que já várias pessoas aqui afirmaram?
Infelizmente a Joana (será que devo dizer o seu verdadeiro nome? Pelo que li, uns pensam que sim, outros não) faleceu no Domingo, 5 de Fevereiro. Soube do sucedido nesse mesmo dia, e no dia 6 estive com alguns familiares.
Não falámos sobre o blog (já agora posso afirmar que poucos familiares sabiam da sua existência) mas calculo que nenhum deles saiba a password de acesso ao mesmo, nem se o blog seria ou não pago. Portanto, em resposta à ideia expressa por AtomSmith, se quiserem guardar alguns dos seus textos, sejam rápidos, pois não se sabe quando será bloqueado o acesso ao blog. Eu vou fazê-lo, pois há muitos textos que recordo e gostaria de os ter comigo.
Aproveito para agradecer o respeito por muitos de vós mostrado.

Publicado por: Eduardo às fevereiro 9, 2006 09:07 PM

Caro Eduardo,
eu sou céptico e as informações aqui deixadas valem o que valem; além disso, para muitos, Joana é um "personagem" que todos respeitamos; se 99,9% das pessoas que por aqui passam não conhecem Joana, como é que podem acreditar num conjunto de "amigos e conhecidos" também ANÓNIMOS!
Não acha razoável a desconfiança de muitos comentadores?
.

Publicado por: zippiz às fevereiro 9, 2006 10:02 PM

Publicado por: Eduardo às fevereiro 9, 2006 09:07 PM

Tens que te esforçar mais.

Que idade tinha?
Morreu de quê?
Foi enterrada quando e onde?

Publicado por: Céptico às fevereiro 9, 2006 10:02 PM

Caro Eduardo agradeço a resposta e agradeço que os amigos da Joana entrassem em contacto comigo pois gostaria de esclarecer algumas coisas se fosse possível. Podem fazê-lo para texmyou@hotmail.com . Agradeço o tempo dispensado e tambem que nenhum amigo se apresse a revelar a identidade da Joana.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 9, 2006 10:59 PM

Também sou céptico. Se fosse verdade o que aqui se escreveu seria normal que se revelasse a verdadeira identidade da Joana e as circunstâncias do infausto acontecimento. Seria uma forma de homenagear e permitir a homenagem a alguém que todos admiramos, mesmo quando dela discordamos. Assim, tudo isto parece brincadeira de muito mau gosto, aproveitando talvez uma ausência perfeitamente explicável da Joana. Pode ser que haja quem se queira divertir à nossa custa. Infelizmente há gente capaz de tudo...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 9, 2006 11:37 PM

Bem sou obrigado a confessar que não sou filho da Joana. Nem sei se a Joana tem filhos pensei que só tinha filhas. Quanto ao acento no pais peço desculpa ao brazuca mas sou pró acordo ortografico e nada me da mais prazer do que escrever um montao de palavras sem acentos....Mas oque disse sobre a Joana é verdade... Beijos e abraços a todos here I go to Sherwood... Abraço AtomSmith, remenber me?

Publicado por: Hood às fevereiro 9, 2006 11:45 PM

Sobre a Joana, já escrevi no meu blog, Arcadia, o que tinha a dizer. Os meus sentimentos à família e o meu agradecimento, através dela, por todo o conhecimento e cultura me deu a conhecer. Obrigado. E oxalá publiquem em livro os melhores posts dela, ou seja, todos (sem exagero). Porque todos demonstram o que acima disse.
NCR

Publicado por: Nuno Cunha Rolo às fevereiro 10, 2006 12:10 AM

Nuno,

Pelos vistos o pior parece confirmar-se.

Incrível... sigo este blog à cerca de 3 anos e esta morte acaba por ser bastante chocante!

Essa ideia do livro não parece descabida de todo... ou será? E já agora quem era realmente a Joana?

Que descance em paz onde quer que esteja.

Publicado por: Trident às fevereiro 10, 2006 01:07 AM

Obrigado pelas suas palavras, Nuno.
Julgo que o seu post atribui uma maior força ao que já foi expresso, e espero que todos passem a acreditar no que a família e amigos da Joana têm afirmado neste blog.

Publicado por: Eduardo às fevereiro 10, 2006 05:32 AM

Então acham que uma pessoa ligada á melhor sociedade, cujo pai tem uma biblioteca de cem mil livros, que conhece todos os quadros do PCP, que contactou com as melhores figuras do antigo e do novo regimem, tenha morrido de acidente de viação e os jornais estivesem caladinhos e mudos?

Talvez perguntando ao Paulo Querido, mas o problema é que ele acaba de vender o seu servidor...

Publicado por: São Tomé de férias em Portugal às fevereiro 10, 2006 08:57 AM

A pouco e pouco, e com grande tristeza, vou começando a acreditar na veracidade da notícia da morte da Joana. Tendo deixado de fazer sentido a manutenção do anonimato sugiro - a menos que a Joana tivesse deixado instruções em contrário - que seja dado a conhecer a sua verdadeira identidade. Seria pena que não pudéssemos dar um rosto à memória que todos vamos guardar de alguém que nos soube estimular intelectualmente, através da sua inteligência e cultura. Com efeito, a Joana era uma pessoa, não uma máscara, e ainda que apenas após a sua morte, bem gostaria de conhecer um pouco mais dessa pessoa. Espero que aqueles que conheciam a sua verdadeira identidade aceitem partilhar connosco essa visão da pessoa real por trás do pseudónimo.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 10, 2006 09:21 AM

Nuno Cunha Rolo

Finalmente vejo uma pessoa que dá as notícias assinando o nome por baixo. Assim já é minimamente de acreditar.

Já agora, gostaria de saber minimamente sobre a Joana. Quem era, que idade tinha, de onde vinha.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 10, 2006 10:33 AM

Os meus profundos e chocados sentimentos à família e aos verdadeiros/reais amigos. Pelo que aqui foi sendo escrito ao longo destes anos Joana Gomes era uma mulher de grande gabarito. Inteligência, cultura e firmeza aqui abundaram. Como, decerto, na sua vida.

Publicado por: jpt às fevereiro 10, 2006 11:05 AM

Boa sorte para ti Joana onde quer que estejas e que tenhas sempre alguém com quem discutir.
Condolências á Familia e Amigos.

Espero que se salve os textos da Joana. Embora não a conhecendo penso que é um grande bocadinho dela que está aqui.

Publicado por: lucklucky às fevereiro 10, 2006 11:16 AM

Que pena :(((

A Joana parecia tão jovial na forma de escrever.

Escrevia muito bem, com clareza, piada, perspicácia e originalidade.

Muitas vezes discordava dela, mas a verdade é que este blogue estava entre os meus 5 favoritos.

Publicado por: lafredo às fevereiro 10, 2006 11:36 AM

...

Publicado por: Mário às fevereiro 10, 2006 11:57 AM

Morreu a Joana, salvem-se os textos.

Não querendo ser ou parecer infame, esta morte - pelo menos virtual - da Joana, parece-me ter algo de comercial por detrás...

Veremos (ou não) daqui a algum tempo na FNAC...

De qualquer forma, os meus sentimentos (quer reais quer virtuais) à família (real e/ou virtual) da Joana, consoante a sua morte seja real ou virtual.

Publicado por: Xiko às fevereiro 10, 2006 12:10 PM

A Joana nunca procurou o protagonismo durante toda a sua vida, é pois natural que revelar a sua verdadeira identidade exija alguma ponderação.

Publicado por: alguem às fevereiro 10, 2006 12:18 PM

Não precisei de conhecer a verdadeira Joana até hoje, os seus textos bastaram. Valem por si só, não precisam de outra confirmação de qualidade ou justificação de origem. Quem leu e ler o Semiramis conhece a Joana.

Confirmadas as notícias do seu falecimento resta-me dizer que as minhas orações estão com ela e a sua família.

Publicado por: Afonso às fevereiro 10, 2006 12:27 PM

alguem às fevereiro 10, 2006 12:18 PM

O que a Joana aqui disse por mais de uma vez é que escondia a sua identidade por motivos profissionais. Porque na sua profissão lidava com autarcas e outra gente que poderia ficar desagradada (e retaliar) se soubesse que a pessoa com quem estavam a trabalhar tinha certas ideias políticas.

Estes motivos já não são (ou em breve deixarão de ser) válidos, pelo que penso que a identidade da Joana deve ser revelada.

O que está em causa não é, naturalmente, o nome completo da Joana, que é de somenos importância, mas sim e sobretudo a sua trajetória política e profissional, que lhe permitiu adquirir tantos conhecimentos, que connosco partilhava, e formar opiniões tão interessantes.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 10, 2006 12:28 PM

Já agora, os meus pensamentos e sentimentos vão sobretudo para os filhos da Joana, em especial se forem pequenos e não puderem ainda ler este blogue. Será a eles que, provavelmente, mais falta ela fará. É eles que mais lamento.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 10, 2006 12:30 PM

Nunca escrevi nada neste blogue e até estou arrependido. A Joana merecia os meus agradecimentos por´me ter esclarecido em alguns assuntos com a sua vasta cultura e inteligência. Obrigado Joana eras a melhor blogger da blogosfera portuguesa. Um abraço para o Céu.
Já agora no blasfémias cita-se uma página de uma blogger identificada que afirma que a Joana Gomes faleceu com uma embolia pulmonar se nao estou em erro e foi no domingo 5 de Fevereiro de 2006. Os meus sentimentos à família e amigos.

Publicado por: Compositor23 às fevereiro 10, 2006 12:44 PM

Subscrevo as palavras do Albatroz. Como muitos dos frequentadores deste blogue, senão todos, admirava a inteligência, vivacidade, a humanidade, a tolerância e independência de espîrito da Joana, que faziam do Semiramis de longe o melhor blogue individual da nossa blogosfera. Sim, deve ser publicada uma selecção dos seus melhores textos, se possível com uma biografia, ainda que resumida. De facto, todas as razões que poderiam existir em vida para manter o anonimato, caducam com o facto brutal da sua morte. Tanto mais que na blogosfera só deixou admiradores. Gostaria de conhecer a sua identidade, bem como o lugar onde descansa em paz, para aí poder depositar uma flor da próxima vez que passar por Lisboa. Os meus sentidos pêsames à família, que imagino devastada. Não a conhecendo pessoalmente, e só agora tendo tomado conhecimento do seu desaparecimento, é como me sinto... Até sempre, Joana.

Publicado por: EUROLIBERAL às fevereiro 10, 2006 12:52 PM

Já tinha dado pela Semiramis por causa de um blog meu em que semiramis e pasifae significavam pornografia. Numa pesquisa pela net descobri o blog, hoje li num outro, a triste notícia e mais triste fiquei com alguns comentários que aqui li... Mais porque tem família e filhos pequenos. De economia não pecebo nada, de finanças menos... Mas acho-me em posição de dizer que percebo de relações e sentimentos humanos.
Joana, Semiramis, guardo uma lágrima para ti e para os teus... Melhor que ser lido é ser amado e tu eras-o!Um abraço para todos que, como eu, te chorem, sem te conhecer...

Publicado por: Pedro Corrêa às fevereiro 10, 2006 01:25 PM

http://www.flowers-flowers.com/images/roses_traditional.jpg

Obrigada, Joana.

Publicado por: anti-comuna às fevereiro 10, 2006 01:35 PM

Admirava a Joana pela moderação, pelo equilibrio e pelo rigor. Nunca embarcava no mais obvio, ela lia como ninguem as entrelinhas da realidade.

Um exemplo para todos os bloggers e comentadores, pois a maior parte das vezes não somos assim.

Publicado por: Anónimo às fevereiro 10, 2006 01:54 PM

Que a Joana fique sempre Joana do Semiramis. Não concordo com essa obsessão de saber a identidade dela. Quem lê este blogue há alguns anos sabe quem é a Joana e o que pensa. Para mim prefiro que fique assim, a minha homenagem é para ficar também aqui, junto a este blogue e em mais nenhum outro lugar.

Espero que este blogue fique online durante muitos e muitos anos. Seria a mais linda homenagem à Joana.

Publicado por: Luis às fevereiro 10, 2006 02:02 PM

Subscrevo o Albatroz, o Alfredo, o Afonso, o Euroliberal, o Pedro Corrêa, e todos os que estão a manifestar o seu pesar por esta perda, para a Joana, para a sua família, amigos, e também para todos nós leitores e comentadores. Todos ficámos muito mais pobres...

De todos os blogs, e com todo o respeito, este era o MEU blog; e graças à contribuição de todos, mas sobretudo do espírito e engenho da Joana, cuja cultura e propriedade na escrita eu invejava, e com quem mantive (em geral) uma mesma maneira de ver a nossa sociedade, aprendi a conviver e a poder comentar/expressar o que sentia.

Estou disponível para qq manifestação de apreço e de reconhecimento que entendam fazer em sua memória. Também um pouco de nós todos se foi...e sinto uma profunda tristeza.

Publicado por: Saloio às fevereiro 10, 2006 02:13 PM

Obrigado Joana. Por tudo o que representas.
Bem hajas onde estiveres.

Publicado por: Paulo Tomás às fevereiro 10, 2006 02:37 PM

Tambem eu sinto uma profunda tristeza.


Seguia este blog há ja alguns anos apesar de nunca ter participado.
Lía tambem com muito interesse todos os vossos comentários.

As minhas sinceras condolências à sua família e filhos.

Publicado por: Miguel às fevereiro 10, 2006 02:37 PM

Estou chocado.

Queria manifestar a minha profunda tristeza e dar as minhas sinceras condolências à família e amigos.

Penitencio-me por nunca ter comentado um post, apesar de ter sido leitor assíduo e incondicional deste fantástico blog.

Publicado por: pf às fevereiro 10, 2006 02:47 PM

Não sei que diga. Ficou o link n'A Baixa do Porto.

Publicado por: Tiago Azevedo Fernandes às fevereiro 10, 2006 03:09 PM

A blogosfera perdeu uma das suas mais ilustres blogueiras. Até sempre Joana e obrigado

Publicado por: amarelito às fevereiro 10, 2006 04:01 PM

Descobri o Semiramis há já não sei quanto tempo algo por acaso e depressa formei a opinião que, no seu campo, era o melhor blog Português.

Com o passar do tempo o apreço foi-se reforçando e a minha curiosidade acerca de quem realmente seria a Joana foi crescendo.
Haveria de ser alguém muito interessante, uma daquelas pessoas que vale realmente a pena conhecer, alguém com quem deveria dar muito prazer conversar. Como deveria ser fantástico fazer tertúlias com a Joana! Aposto que seriam daquelas tertúlias tão estimulantes que até do tempo se perda a noção.

Através da leitura dos seus textos formei da Joana uma imagem de alguém muito interessante, inteligente, perspicaz, lúcida, sagaz... Com uma escrita clara, escorreita, correctíssima e muito rica. Senhora de uma vastíssima cultura.

Há dois dias recebi uma notícia que me deixou muito triste: um amigo havia perdido uma pessoa que lhe era muito especial. Fiquei triste ao ver a partida cruel que o destino lhe tinha pregado. Ontem fui dar-lhe um abraço. Fomos conversando... e eis qual não foi o meu choque e espanto quando soube que, afinal, Joana era o pseudónimo virtual dessa pessoa tão especial para o meu amigo. Sempre é verdade que uma má notícia nunca vem só: o meu amigo perdeu de forma inesperada e prematura alguém que lhe era tão especial, eu perdi uma das minhas leituras preferidas e Portugal perdeu um dos seus espíritos mais brilhantes.

Agora sei o seu verdadeiro nome, mas não sei quem realmente foi. Gostaria do o saber, em parte porque gosto de conhecer aqueles que admiro e em parte porque intuo que tenho muito a aprender com a sua vida, da qual apenas conheço alguns (muito poucos) factos esparsos.

Creio que seria de toda a justiça que se prestasse uma homenagem a Joana, coligindo alguns dos seus textos mais significativos e atemporais e publicando-os conjuntamente com uma nota biográfica.

A ti, amigo a quem o destino tem sido pouco generoso, quero reiterar a minha amizade, solidariedade e admiração. Acredito que a morte não é o fim, mas tão só uma passagem para aldo melhor, por isso quando alguém que me é querido falece fico triste porque o meu mundo fica mais pequeno e mais pobre, mas fico também com a consolação de que para quem parte o futuro será melhor.

Bem haja Joana!
Obrigado pelo conhecimento que transmitiu e pelas ideias que partilhou!

PS1: Creio que todos os apreciam Joana deveriam colaborar na homenagem sugerida, para o efeito poderiam corresponder ao pedido de atomsmith (texmyou@hotmail.com)
Quem tiver contactos no mundo editorial poderia ajudar na tal publicação e aqueles que tiverem conhecimentos informáticos poderiam dar resposta às questões levantadas a propósito do blog.

PS2: espero não cometer uma inconfidência indevida, mas creio que devo esclarecer que o acontecimento fatídico não foi um acidente de viação. Aliás, nem creio que interesse saber a causa. Foi súbito e isso torna o seu desaparecimento trágico. A perda é irreparável.

Publicado por: sgs às fevereiro 10, 2006 04:59 PM

O blog da Joana era, sem dúvida, o melhor da blogosfera: ponderação, rigor técnico, sentido crítico, conhecimentos técnicos, cultura geral.

Após dezenas de tentativas de escrever algo mais, desisto, dizendo-lhe: MUITO OBRIGADO por ter partilhado connosco as suas opiniões e saber.


Amândio Silva

Publicado por: Amândio Silva às fevereiro 10, 2006 05:10 PM

Sgs, e qual foi o seu verdadeiro nome?

Publicado por: Trident às fevereiro 10, 2006 05:22 PM

O post de 29 de Dezembro de 2004 é muito interessante, e vale a pena ser relido.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 10, 2006 06:35 PM

Obrigado pelas bonitas palavras que escreveram.

Para além do facto da autora ter mostrado o desejo de não ser revelada a sua verdadeira identidade (e só este motivo deveria ser o bastante para que não seja), julgamos não haver, como tem sido expresso por muitos, qualquer interesse nessa revelação pois, maior verdade e intimidade põem a descoberto os textos que ela escreveu. Mais do que o verdadeiro nome, o seu percurso profissional ou o seu rosto, são os seus textos que mostram o seu verdadeiro ser. Na verdade, os leitores assíduos deste blog conhecem-na muito bem.
Agradeço que evitem mais pedidos de revelação de identidade, pois a família não tenciona opôr-se à vontade da autora.
Obrigado pela compreensão.

Publicado por: Eduardo às fevereiro 10, 2006 07:05 PM

É pena. Por muito bom que seja um cérebro, uma pessoa é muito mais do que o seu cérebro. É pena. Mas respeita-se.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 10, 2006 07:11 PM

Concordo consigo caro Albatroz mas não percebo a que se refere....

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 10, 2006 07:34 PM

Conheci a Joana nos tempos em que ela ainda escrevia no Expresso Online, contribuindo para a elevação de um espaço internauta que, tantas vezes, tendia para a mediocridade e para o amesquinhamento.

A Joana era, então, uma portentosa luz no meio de tanta imbecilidade: fazia-nos rir (e, às vezes, chorar a rir) com os seus textos mais sarcasticamente acutilantes, estimulava-nos intelectualmente e dava-nos a sensação de estarmos na presença de um ser superior.

Lamentavelmente, a Joana foi obrigada a sair do Expresso Online, tantas foram as mentes mesquinhas e persecutórias que se levantaram contra ela.

Deixou de comentar no Expresso Online para criar aquele que era, seguramente, um dos melhores (senão mesmo o melhor) dos blogues.

Não comentava assíduamente os seus textos, mas lia-os com regularidade e mantenho que muito dificilmente será possível encontrar alguém que se ja capaz de produzir uma quantidade tão grande de textos, sobre os mais variados assuntos, mantendo um nível de exigência, rigor, elevação, independência e liberdade de pensamento, argumentação e opinião tão elevados quantos os praticados pela Joana.

Em tempos cheguei a trocar algumas mensagens pessoais com ela. Fiquei com ideia que ela era mãe de duas crianças com menos de 10 anos de idade. Se assim é, não posso deixar de lamentar a perda que as mesmas acabam de sofrer.

Recordo-me de lhe ter dito, uma vez, que os filhos dela eram uns verdadeiros privilegiados, por terem uma mãe com uma inteligência e uma cultura tão vastas.

Se ela nos deixou efectivamente, é com muita mágoa que lamento esta perda. Mas, também não posso deixar de dizer manifestar o meu agradecimento à Joana por tudo quanto ela partilhou connosco.

Hoje, posso dizer, com orgulho, que, em certa medida, também me sinto um «filho» da Joana. Foi um privilégio (um raro privilégio) conhecê-la através dos seus textos e aprender tanto com ela.

Sim, Joana, os teus filhos foram uns privilegiados, por te terem tido como mãe. E todos nós fomos sumamente privilegiados por te termos tido aqui.

Obrigado!

Publicado por: Paulo Pedroso às fevereiro 10, 2006 07:55 PM

Uma notícia muito triste e que me chocou a do falecimento da Joana, autora deste excelente blogue. Os meus sentimentos aos familiares e amigos.

Publicado por: Charlotte às fevereiro 10, 2006 08:06 PM


Na mitologia grega Semíramis era a rainha da Babilónia, construtora dos jardins suspensos,uma das sete maravilhas do mundo antigo.A "jardinagem" da Joana fazia-se no mundo moderno do ciberespaço adubando e regando os nossos espiritos com graça, ilustração e saber, sempre atenta a cortar rente nas ervas daninhas cá do burgo. O nosso bem-haja e que a sua recordação perdure entre todos nós.

Publicado por: Ciberleitão às fevereiro 10, 2006 08:30 PM

"Para além do facto da autora ter mostrado o desejo de não ser revelada a sua verdadeira identidade"

Parece-me algo estranho que uma pessoa se preocupasse com esse pormenor se foi algo súbito.

Se for verdade, os meus pêsames, para mim a Joana era uma das mentes mais brilhantes deste país. Falta não uma, mas milhares de Joanas.

Publicado por: Incognitus às fevereiro 10, 2006 09:45 PM

.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 10, 2006 10:22 PM

Adeus Joana. Até sempre...

Publicado por: Vítor às fevereiro 10, 2006 10:28 PM

A Joana escreveu no Expresso on-line e foi expulsa? Seria possivel o nosso amigo Pedroso aprofundar essa história.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 10, 2006 10:49 PM

Convenhamos, o blogue era uma merda. Mas lamento, claro, a morte, a ser verdade, da Joana.

Publicado por: JC às fevereiro 11, 2006 12:26 AM

Que a teia que ajudaste a construir te seja sempre leve, Amiga de Armas!

Publicado por: Fafe às fevereiro 11, 2006 05:29 AM

Em resposta ao Incognitus, deixo claro que tal nunca constituiu uma preocupação.
A revelação da identidade foi um tema de conversa que poucas vezes surgiu. Quando falávamos dos textos que escrevia, algumas vezes referi que seria interessante mostrar quem se esconde por trás do nome Joana. Porém, ela sempre deixou claro que não gostaria de ver a sua identidade revelada. É essa vontade que vamos respeitar.

Publicado por: Eduardo às fevereiro 11, 2006 07:05 AM

Não AtomSmith, não foi expulsa. Pelo menos da forma que está a pensar. O Expresso Online foi um incubador de alguns dos melhores blogues, nomeadamente O Semiramis e O Jumento. No entanto havia uma certa "ala" mais radical que se encarregava de vilipendiar os postes da Joana. Durante muito tempo a Joana resistiu a estes ataques, não nos podemos esquecer que fundamentalistas existem em toda a parte do mundo, e o Expresso Online não era excepção. Mas estoicamente muitos continuaram a colocar os seus pontos de vista. A Joana foi um desses casos. Mas tudo tem um limite, e um dia ela deixou de comentar com a regularidade que lhe era habitual, tal como tantos outros.
A verdadeira identidade da Joana está aqui, nos seus escritos, na sua argúcia, na sua vastíssima cultura geral. Concordo com alguns comentaristas anteriores, deveria haver uma editora que perpetua-se esta obra da Joana, mais que não seja para enriquecer aqueles que não tiveram a oportunidade de conhecer o Semiramis e com isso possam perceber que existem pessoas excepcionais. Para nós ela sempre existirá aqui no seu cantinho do mundo.

Publicado por: Paulo Tomás às fevereiro 11, 2006 09:29 AM

Lamento muito a morte da Joana qualquer que seja o seu nome, raça, credo, nacionalidade e ocupação profissional.
Embora de forma mitigada pela distância e pelo escasso conhecimento, participo da dor da sua Família e Amigos.

O que conheço da Joana, foi o que aqui aprendi e me diverti. A Joana oferecia um Serviço Público autêntico, nos moldes daquele que foi definido para a RTP: Formar, Informar e Divertir. Com a vantagem - que decerto ela apreciaria - que não pesava no Orçamento do Estado, logo no bolso dos cidadãos.

Beneficiámos de cerca de 900 posts desde Outubro de 2003, ou seja, uma média superior a um post por dia. Na minha opinião, a qualidade e o relevo são bastante variáveis mas isso é inevitável: manter, sozinha, um blog com posts quotidianos é duro, ser genial todos os dias é sobre-humano.

Embora fosse um leitor assíduo, fui um comentador muito esporádico, porque raramente tive contributos úteis para o debate. Aliás, a Joana surpreendia-me pela qualidade média dos posts, que devem ter representado uma grande esforço que ela executava alegremente ("quem corre por gosto não cansa", cf. 14 Abril 2005), correndo até o risco de causar habituação nos seus leitores (cf. 15 Maio 2005), embora reconhecesse a relação difícil entre o criador e a criatura (cf. 13 Outubro 2004).

Nem sempre os lia na íntegra - ao fim de dois anos, os posts que zurzem os nossos políticos acabam por ter um valor marginal decrescente, senão ínfimo - mas voltava cá fielmente porque, por norma, valia a pena.

Achava muita graça à indiferença com que ela encarava as criancices dos comentadores, lembrava-me alguns professores universitários que quando dão aulas ao primeiro ano ignoram as brincadeiras dos caloiros para se fixarem naquela dúzia de alunos que justificam o seu esforço. Os outros, é como se não existissem.

Quanto aos plágios, admito que a Joana não fosse perfeita na citação das fontes mas ao ter de escolher entre ter posts quotidianos com referências incompletas ou ter um post mensal digno de uma conferência científica com revisão pelos pares, creio que os seus leitores preferem a primeira hipótese. Dificilmente se pode argumentar que alguém que trabalha pro bono com o seu nome protegido pelo anonimato procura tirar benefício do trabalho alheio que eventualmente cite nos seus textos.

...

Comecei este texto na quarta-feira, dia 8, pedindo a Deus que estivesse enganado, mas afinal, parece que é verdade... a Joana deixou a nossa companhia.
Por isso, aqui registo a modesta homenagem de alguém que leva três dias a escrever estas banalidades para a Joana que todos os dias oferecia o seu tempo e o seu talento para nos Formar, Informar e Divertir.
Por isso, creio que nunca terei um blog e ainda por isso copiei todo o Semiramis para memória (e aprendizagem) futura. Se a Família ou os Amigos tiverem interesse nesse arquivo, cedo-o com todo o gosto.

Publicado por: João GM às fevereiro 11, 2006 09:56 AM

Joana,

Não podia deixar de colocar neste teu último post umas palavras de apreço a uma pessoa que meteu um cunho muito especial na nossa blogosfera portuguesa.

Farás concerteza parte da história deste pequeno e livre mundo de ideias, debate e opinião.

Onde quer que estejas...fica bem.

Publicado por: rodrigo às fevereiro 11, 2006 12:25 PM

Eu acho do maior mau gosto estas referências à «morte» de Joana.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 11, 2006 12:38 PM

Bem, eu também sou algo céptico e existem coisas nesta história que não parecem fazer sentido. Além de ser evidente o "aquecimento" da posição da Joana em relação à necessidade do Estado intervir nos últimos tempos. Ou seja, esta desaparição poderia não ser uma morte, e sim uma passagem para uma posição nesse mesmo Estado.

Mas isso sou apenas eu a especular. Se tal fosse verdade, estaríamos melhor servidos com a Joana numa tal posição.

Publicado por: Incognitus às fevereiro 11, 2006 12:50 PM

Saiu uma pequena noticia no jornal "Diário de Noticias" a confirmar o pior dos receios.

PS: Não indica qual é a fonte...

Publicado por: rvb às fevereiro 11, 2006 01:19 PM

Agradeço a Paulo Tomás o esclarecimento que me prestou.

Caro João GM o seu comentário é sem dúvida muito bonito e a sua humildade ainda mais mas não se menospreze pois Deus dá a cada um diferentes talentos e todos somos iguais aos seus olhos.
Não conhecia pessoalmente a Joana mas o seu talento é sem dúvida inegável porem tudo se consegue com esforço, motivação e tambem persistencia ao longo de anos. Não deixemos de reconhecer o talento da Joana mas tambem não ignoremos o nosso próprio potencial. De resto como Confucio dizia e cito de cor, " Se uns aprendem pelo esforço de um eu aprendo nem que seja pelo esforço de cem mas o conhecimento uma vez adquirido tem o mesmo valor...". Sem dúvida o seu esforço proporcionou a todos uma das mais bonitas homenagens á Joana. Alem do mais não sabemos quantos dias a Joana demorava a preparar os seus posts ou os anos de esforço e dedicação que a levaram a adquirir tanto conhecimento. Nem se todo esse esforço se tornou ligeiro graças á motivação que sentia, tal como alguem referiu aqui.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 11, 2006 01:23 PM

... bem, cá para mim, no tal espaço n-dimensional de que este blog foi uma projecção multivariada, a Joana não morreu, nem morrerá, tem lá um cantinho no meu coração, que se estende em sinapses até ao lobo frontal. Cushão acho que temos de chamar Joana a uma daquelas variedades de flores (name of species is secret) que vamos produzir por cá, não? ... ( e dar uns beijokas a propósito :)))

Boas para tod@s, pessoal, a Joana continua entre nós.

PS no meu dicionário de Mitologia, Semiramis depois de morrer seguia feita pomba para o céu

Publicado por: py às fevereiro 11, 2006 01:28 PM

"Saiu uma pequena noticia no jornal "Diário de Noticias" a confirmar o pior dos receios.

PS: Não indica qual é a fonte..."

Podes reproduzir a notícia aqui?

Ou, se tiveres um scanner, aqui?

www.thinkfn.com/forum/viewtopic.php?t=3908


Publicado por: Incognitus às fevereiro 11, 2006 01:29 PM

...e uma kpk pá Joana!

Publicado por: py às fevereiro 11, 2006 01:29 PM

(já que me lixaram a kpk agora vai um primo pá Juana de Habsburgo)

Publicado por: py às fevereiro 11, 2006 01:45 PM

Não pode haver "Semiramis" sem a Joana. Mas talvez se pudesse criar um blog em sua homenagem em que aqueles que, ao longo destes três anos, se habituaram a comentar os seus escritos, pudessem manter um contacto e uma troca de ideias sobre os temas aqui tratados. Não sei se repararam, mas pessoas de ideias bem diferentes aprenderam, nesta convivência em casa da Joana, a respeitar melhor as ideias dos outros, gerando-se um debate normalmente civilizado que a todos beneficiou. A Joana seria de direita, mas os comentadores eram das mais variadas tendências ideológicas e doutrinárias, e foi isso que contribuiu para que a "Semiramis" fosse diferente. Um blog em que os "habitués" do "Semiramis" pudessem introduzir os seus próprios textos e comentar os dos outros, talvez valesse a pena. E partilhando-se o esforço entre uma dúzia ou mais de pessoas, talvez não fosse dificil manter um tal blog activo. Que pensais?

Publicado por: Albatroz às fevereiro 11, 2006 01:58 PM

Albatroz, se quiserem disponibilizo um Fórum especificamente para isso dentro do thinkfn.com.

Ou, com um pouco mais de trabalho, uma homepage inteira com o seu fórum próprio (mas isto demoraria mais a implementar).

Publicado por: Incognitus às fevereiro 11, 2006 02:03 PM

Incognitus, isso seria óptimo. Que tal chamar-lhe "A Casa da Joana"?

Publicado por: Albatroz às fevereiro 11, 2006 02:10 PM

Penso que é uma possibilidade. Crio para já o Fórum e começamos planos para um site?

Publicado por: Incognitus às fevereiro 11, 2006 02:26 PM

Seria bom ouvir a opinião de mais pessoas.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 11, 2006 02:32 PM

A notícia deixou-me completamente aparvalhado e doído. Vejam bem as coincidências: preparava-me eu para colar um dos seus post's no Café Expresso Tadechuva da semana e levo com esta brutalidade pela frente.
Estou profundamente triste, pronto!
Joana; A excelência dos teus textos, a tua frontalidade, a tua luta pelos ideais que consideravas mais nobres, nunca se apagarão da memória dos teus admiradores. Que o Senhor te receba um dia na Sua infinita glória e bondade; Lá nos encontraremos minha boa amiga, estou plenamente certo disso, se Ele me der também o previlégio da vida eterna.
Como última e singela homenagem que te quero prestar, vou deixar o teu rótulo bloguístico em destaque enquanto o meu "viver". Ficarás lá para que nunca morras jamais na nossa memória.
Descansa em paz.

Publicado por: zecatelhado às fevereiro 11, 2006 02:45 PM

Embora seja recente a minha participação neste Blogue adoraria participar no Forum proposto.É uma grande ideia e já estou farto do Jornal de Negócios on-line.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 11, 2006 03:08 PM

Bem, há algo estranho. Este blog tinha um pop-up quando se entrava nos comentários. Agora não tem. Alguém verifica isto? Uma mudança consciente de alguma característica do site é uma espécie de pista para algo planeado ...

Publicado por: Incognitus às fevereiro 11, 2006 03:14 PM

incognitus, tinha e tem!

Publicado por: Golfinho às fevereiro 11, 2006 04:24 PM

A ideia do fórum (fórum, site, blogue, o que seja) é muito boa. As minhas sentidas condolências à família da Joana.

Publicado por: PedroRomano às fevereiro 11, 2006 04:44 PM

Coloquei uma cópia integral do Semiramis aqui:
http://semiramis.etc.pt/
Assim pelo menos de certeza já não se perde. :-)

Publicado por: Tiago Azevedo Ferna às fevereiro 11, 2006 05:00 PM

Aqui no weblog.com.pt o Semiramis também não desaparecerá.


António Coutinho - aeiou.pt

Publicado por: Antonio Coutinho às fevereiro 11, 2006 06:08 PM

Tiago, mas se este desaparecer, o outro deixa de linkar, certo? ou é mesmo uma cópia independente do original?

Publicado por: mph às fevereiro 11, 2006 06:08 PM

mph: é uma cópia completamente independente. Serve como backup, uma vez que no weblog.com.pt pelos vistos também vai permanecer.

Publicado por: Tiago Azevedo Fernandes às fevereiro 11, 2006 06:39 PM

Isto da blogosfera está diferente...já não tem piada, nem interesse, nem...

Os outros blogs são assim-assim...

Talvés volte a ler jornais, não sei...

Tenho saudades da Joana,...dos seus posts e dos comentários do (M), do LL, do Albatroz, do Zecatelhado, do py, do Afonso, do Vitor, do Zippiz, do Cush, do Senaquerib, Euroliberal, anti-comuna, Alfredo...sei lá de mais quem...

Isto já não é o mesmo.

Estou triste e vou-me já deitar, para matar o dia mais depressa.

Publicado por: Saloio às fevereiro 11, 2006 07:22 PM

Isto da blogosfera está diferente...já não tem piada, nem interesse, nem...

Os outros blogs são assim-assim...

Talvés volte a ler jornais, não sei...

Tenho saudades da Joana,...dos seus posts e dos comentários do (M), do LL, do Albatroz, do Zecatelhado, do py, do Afonso, do Vitor, do Zippiz, do Cush, do Senaquerib, Euroliberal, anti-comuna, Alfredo...sei lá de mais quem...

Isto já não é o mesmo.

Estou triste e vou-me já deitar, para matar o dia mais depressa.

Publicado por: Saloio às fevereiro 11, 2006 07:23 PM

Ok, estando os conteúdos salvaguardados em princípio criando-se um site ele só linkará para os conteúdos.

Publicado por: Incognitus às fevereiro 11, 2006 08:54 PM

Oi galera ... nada de tristezas ...a Janica por um lado fica sensibilizada pela saudade que provoca .. mas por outro deve ser tb um alívio...um descanso..

Eu como seu Capitão ou Corsário , vou acreditar que ela está a tirar umas belas férias ...nothing else..

Anyway .. a vida continua .. e para já para já .. recomendo um programa que começa salvo erro amanhã .. na BBC .. que é Fuelling the Future..

entretanto vou ler o que a galera andou a escrever aqui para cima ..

Publicado por: Cush às fevereiro 12, 2006 12:02 AM

Vixe .. fiz uma kpk sem ter reparado ... legau...
estas são as que sabem melhor...

O Py falou que vamos dar o nome Joana a uma flor que iremos produzir... para mim o nome Joana está gravado na minha vida a ferro e fogo..
Fui (no fundo acho que ainda sou)casado com uma Joana 23 anos e tenho uma filha chamada Joana...agora .. estou longe delas ... e sofro...
Por isso emigrar se torna tão dificil às vezes...mas o que tem que ser tem muita força ...por isso as coisas têem que continuar...

Mas foi giro ele ter falado nos nossos planos mais recentes de produzir flores (helicónias ..lindas ..maravilhosas ).. que será uma actividade que vamos levar a cabo , paralelamente ao Sequestro de Carbono...
Gostava muito de contar aqui como funciona esse sequestro , mas ainda é cedo...um pouco mais de tempo e será um prazer ( e alívio) explicar isso.
Mas se alguém tiver curiosidade de saber um pouco mais .. e quiçá colaborar .. escrevam para capiroba@gmail.com

Qt a fazer um blog chamado a "casa da Joana" contem comigo.. qt mais não seja para m*jar fora do penico como comentador...
Não há duvida que assuntos não faltam ...e com certeza esta galera que aqui se junta tem criatividade e respira saúde intelectual...

Ó Incognitus ...Albatroz.. e quem mais quiser..força aí ... têem todo o meu apoio...
...é o melhor tributo que se poderá dar à obra desta Princesa Joana...

O Semiramis não morrerá..

Publicado por: Cush às fevereiro 12, 2006 03:06 AM

“Como primeira medida proponho que se editem milhares de exemplares do medieval Corão, em formato de papel higiénico, para que lhe possamos limpar o cu à medida que vamos cagando.” – Quitéria Barbuda in “5 medidas para castigarmos os ranhosos”, Revista “Espírito”, nº 26, 2006.
QUAES CUNQUE FINDIT

Publicado por: Brigada Bigornas às fevereiro 12, 2006 01:46 PM

O blog Semiramis continuará acessível no seu endereço de sempre. É muito triste ver que parte dos leitores fazem o frete a alguns espicaçadores da "opinião pública" que colocam em causa os arquivos do weblog.com.pt.

Aproveito para dizer que a existência de várias cópias dos textos publicados pela Joana terá consequências nefastas para a preservação da memória e da identidade deste blog. Pelo que me demarco dessa actividade.

Publicado por: Paulo Querido às fevereiro 12, 2006 04:46 PM

Sábias palavras Paulo. Aprovo incondicionalmente essa posição. Em memória da Joana, de quem fui (sou) admirador, fiz uma singela homenagem PERPÉTUA no Tadechuva. Fica lá a lembrança até que o Tadechuva "morra", só isso.
Atenção malta, não façam isso p.f.!

Um bração do
Zecatelhado

Publicado por: zecatelhado às fevereiro 12, 2006 05:23 PM

Gostava de perceber por que razão é que esta zona de comentários deixou de aceitar textos meus... Será que este entra?

Publicado por: Tiago Azevedo Fernandes às fevereiro 12, 2006 05:35 PM

Bom, parece que o meu comentário entrou desta vez. :-)
Não percebo as objecções do Paulo Querido. Eu fui um dos que tentou preservar este património criando uma cópia noutro local antes de se saber se o blog ia continuar aqui no weblog.com.pt. Agora já se sabe que sim. Óptimo. Fiz algo de errado?
Também não vejo qual é o problema de alguns de nós querermos ficar com uma cópia pessoal do que a Joana escreveu. Por isso também coloquei um ficheiro ZIP com tudo isso gravado em http://www.savefile.com/files/6720682.
Vai ficar neste endereço por uns dias para quem quiser descarregar. São 33Mbytes...

Publicado por: Tiago Azevedo Fernandes às fevereiro 12, 2006 05:41 PM

Aparentemente alguém colocou um filtro aqui que impede o aparecimento de comentários que contenham o endereço onde eu coloquei a cópia deste blog e que agora deixa de ter utilidade, pois ficou-se entretanto a saber que o http://semiramis.weblog.com.pt se vai manter.
Fica registado o facto.

Publicado por: Tiago Azevedo Fernandes às fevereiro 12, 2006 05:47 PM

Será possível ensinar como guardar esta página a fim de actualizar esta página do ficheiro que colocou na internet? Obrigado, Tiago.

Publicado por: Freddy às fevereiro 12, 2006 06:56 PM

Bom, duma coisa não há qualquer dúvida: aquela Joana que aqui conhecemos morreu. Não interessa muito se aquela pessoa que assinava por Joana também terá morrido. Não sei nem quero saber.
É altura de lamentar o fim de um blogue, por morte da Joana. É altura de lamentar que um espírito vivo, capaz de resistir às modas que a imprensa vai fabricando, deixe de nos contar aqui uma outra história, contra a corrente, mas muito lúcida

Publicado por: Teófilo Zacarias às fevereiro 12, 2006 09:27 PM

Onde anda o filho da puta do Luís Rainha e os seus comparsas do BDE e Afixe?

Publicado por: A às fevereiro 12, 2006 10:30 PM

Como é que eles controlam algo que eu compre com dinheiro vivo (sem se com cartão multibanco)?.
Se eu levantar as notas e comprar algo em dinheiro, o governo saberia?
Mas nas finanças perguntei sobre isso e eles disseram que dessa medida ainda não se sabe nada..

Mas eles podem fazer cruzamento de dados, assim só saberão o que as pessoas compram electronicamente (sem dinheiro vivo) não é?
Eles sabem muito bem quais as empresas que devem milhares ao fisco, e não lhes cobram dinheiro porque?
Preferem cobrar ao zé-povinho.

A autora do blog faleceu ? já tinha idade avançada, foi morte natural ou acidente?
Têm que averiguar isso ,para ver se foi natural ou se foi alguma vingança devido ao que ela escrevia..

Publicado por: silvio às fevereiro 13, 2006 01:18 AM

Que raiva ... qd me preparava para lampeiro assistir ao "Fuelling The Future" na BBC , descobri que por artes do diabo que adora brincar comigo , sacana , não tinha o canal a dar ....rapaiz .. na moral... que seja raro ver tv .. tudo bem ... mas pelo menos de vez em quando não faz mal nenhum... antes pelo contrário...era o caso...
Estou habituado a lidar com decepções ...mais uma menos uma ...tb não ia adiantar nada ...que se lasque .. pode ser que veja os próximos programas ..

De resto .. rapaziada ... as mulheres aqui .. salve-se ao menos isso ... parece que cada dia estão cada vez mais bonitas e gostosas ...acabei de chegar de beber uma cervejas ...e moço .. já tou comó Spinoza ... que se f*da tudo ... é preciso é felicidade ...
Qd estavamos lá na chapada ...rsss conhecemos um caboclo genuíno muita curtido ( do sol e não só).. se chamava Zé Fernando ..mais uma punctuated evidence ..couldn't be more obvious...
Parávamos nos interbalos do garimpo e íamos pa um espaço ( um antigo mercado lá em Lençois ) kom um café fino...o rio do lado ..( aliás um fio de água) o clima magnífico ...uma espécie diferente de cycas jurássicas a ornar a beirada defronte ... e o caboclo que era guia ..aparecia por lá amiúde ...
Boa .. excelente surpresa era a música ...J.J. Cale ... que bom ... parecia que o dono era fissurado em JJ Cale e então era o tempo todo ..a uma certa altura ..aparece o Zé Fernando ( cof..) com uns headphones a abanar o capacete .. e senta-se na mesa... lenço na cabeça à pirata .. óculos Dior de aro branco .. enormes ..tronco nu ...musculadíssimo... uns calções minúsculos abertos até meio da braguilha , uns sapatos de escalada altamente...e um ganda sorriso na cara...
Empresta-me um phone e ouço reggae aos berros ...
Pergunta-lhe o Py ... olha lá .. não gostas da musica que se ouve aqui ??
Responde ele... não... faz-me pensar na vida...

Afinal quem tem razão ? Maldacena ? Spinoza ou o Caboclo Zé Fernando ? ou será que o Maldacena confirma o Caboclo ?

Como nota de rodapé ... o Paulo Querido parece estar com raiva de alguém ... mas não vi nenhum ataque ...
O Tiago Azevedo Fernandes está apenas a salvaguardar um documento que é publico ... e a gente já conhece a cartilha ... mais vale prevenir que remediar... é não ?? Paulinho Queridinho.

Obrigado Tiago...

Publicado por: Cush às fevereiro 13, 2006 05:14 AM

tb gostava de saber onde anda o Luis Rainha ....pelos vistos .. ele sabe coisas que os outros não sabem ... cadê vc ?

Publicado por: Cush às fevereiro 13, 2006 05:19 AM

Ontem tive a mesma ideia que Você.

Proponho que tal blogue se chame "Os amigos da Joana".

Se a ideia fôr por diante, informem-me sff.

balio@cftp.ist.utl.pt

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 13, 2006 09:41 AM

Peço desculpa por me estar em intrometer em assunto tão discutido. Mas alguem já leu a sério o Artigo 89 A da Lei Geral Tributária? Pelos comentário, que agora já não tem efeito porque o estado já volou com o bico ao prego e volta tudo a ser como era em matéria de manifestações de fortuna, parece que ninguem leu o artigo com olhos de ver. O Artigo 89 A da LGT apenas estabelece quais os rendimentos padrão para a aquisição de bens que se enquadrem no definição de manifestações de fortuna...não fala em obrigatoriedades declarativas e afins. São apenas estipulados valores... por exemplo refere que para um individuo comprar uma casa de valor igual ou superior a 250000 euros tem de ter um rendimento padrão de 20% deste valor abaixo do qual a DGCI tem poder para estabelecer por métodos indirectos a rendimento real. É só isto, os resto são instruções de preenchimento dos impressos relatadas em circulares. Mas tb porque que é o espanto... acham bem um individuo ter uma mota de 9999 euros, um carro de 49999 euros e uma casa de 249999 euros declarando o Ordenado Mínimo Nacional mas não sendo obrigado a declarar manifestações de fortuna porque não atinge o limite, e outro que têm um carro de 50000 euros e mais nada e ter de declarar. O problema é que até temos um Administração Fiscal muito "soft" e esta medida só "bateu na barra" porque talvez fosse contra alguns "interesses instalados".Se todos os portugueses declarassem e pagassem aquilo que devem pagar na realidade talvez não houvesse necessidade deste tipo de medidas. Eu não estou a defender o estado, como funcionário público só tenho é tido dissabores, mas quando vou entregar a minha declaração pela net já lá tenho os valores e não posso fugir ao contrário de muitos que aí andam. Os trabalhadores independentes, as firmas que declaram prejuizos durante anos a fio, mas cujos seus administradores andam sempre bem montados e com brutas casas construidas com subsídios de UE. Este estado pode querer ser tudo menos moralista...não se pode dar ao luxo de exigir quando também não cumpre.

Publicado por: Pedro Ferreira às fevereiro 13, 2006 01:16 PM

Vê-se que você não é leitor habitual deste blog. Aqui a maior parte do pessoal não se preocupa em ler com cuidado ou em conhecer a realidade tal qual é. Mandam uns bitaites e já está.
Quanto a esse tal Paulo Querido (que, pelo ego desmedido, devia mudar para Paulo Umbigo), quem é que ele pensa que é? O dono da bola?

Publicado por: Shadow às fevereiro 13, 2006 02:36 PM

Semiramis... Joana...
Joana!...
Tão pouco que sabemos dela própria... e tanto, tanto que ela nos deu... nos enriqueceu...
Agora abandonou-nos... deixou-nos... para sempre...
Que súbito vazio!... que profunda tristeza!... que infinita saudade!...
Morreu algo de mim próprio... não sei bem o que foi... mas sinto que me faz muita falta...
Imensa falta!... Já não sou o mesmo...
Adeus, Joana, para todo o sempre...

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 13, 2006 04:11 PM

“Os exércitos modernos são constituidos por soldados com déficite de formação. Num exército com militares a sério, respondia-se aos tiros dados pelos manifestantes com rajadas de metrelhadoras, que acabavam de vez com os distúrbios. Mas não ! Agarram nos putos, levam-nos para trás de uma parede e dão-lhes umas palmadas. E por estranho que pareça há sempre alguém a filmar.” – Quitéria Barbuda in “Deus, Pátria e Autoridade”, Revista “Espírito”, nº 26, 2006.

QUAES CUNQUE FINDIT

ALLAH É RABO !

Publicado por: Brigada Bigornas às fevereiro 13, 2006 05:20 PM

Percebe-se que este gajo cuida que tem piada e percebe-se, também, que ele não percebe que a única coisa que consegue provar é que é um imbecil encartado

Publicado por: ... às fevereiro 13, 2006 07:22 PM

Acabo de chegar de uma viagem ao Extremo Oriente, por razões profissionais, e estou siderada com o que leio.
A blogosfera preparou-me para todos os dislates e, por isso, não me surpreende que uma cabeça oca tenha decidido matar-me. Imperdoável é que tenham aparecido comentários assinados por «amigos» meus e que alguns tenham, inclusive, envolvido a minha família.
Vou pensar seriamente se vale a pena manter este blog.

Publicado por: Joana às fevereiro 13, 2006 07:34 PM

Agora conte-nos como se esqueceu da password ou então como desgostou tanto dos comentários que vai criar outro blogue. Vá estamos todos à espera...

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 13, 2006 07:44 PM

Tiago Azevedo Fernandes é o maior!!!Será que ninguem agradece todo trabalho filantrópico que ele tem tido??? A mim deu um jeitão, obrigado!

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 13, 2006 07:50 PM

"Acabo de chegar de uma viagem ao Extremo Oriente, por razões profissionais, e estou siderada com o que leio.
A blogosfera preparou-me para todos os dislates e, por isso, não me surpreende que uma cabeça oca tenha decidido matar-me. Imperdoável é que tenham aparecido comentários assinados por «amigos» meus e que alguns tenham, inclusive, envolvido a minha família.
Vou pensar seriamente se vale a pena manter este blog."

Joana , por favor não faça isso , quem gosta de ler o que escreve , não merece isso . este é sem duvida o melhor blog portugues e não é pela qualidade dos comentadores , mas sim pela qualidade da escrita , cultura , critica e visão da sociedade da autora , eu quase nem leio os comentarios , mas todos os dias venho ler o que escreveu .

Publicado por: jojo às fevereiro 13, 2006 08:43 PM

Que brincadeira de MUITO MAU gosto.
Agradeço que a engraçadinha ou engraçadinho pare de escrever com o nome de Joana, como se da própria "Joana" se tratasse.
Obrigado.

Publicado por: Ana Mendes às fevereiro 13, 2006 08:48 PM

Agora eu é que estou cidrado!

de repente vieram-me uns calores pela espinha a cima até à nuca.... e estou a falar a sério!

Estou com gripe e acho que o raio da bactéria (ou virus?) acabou por não resistir.

Eu nem digo nada.... Xissa... cheguei a choramingar.

A ser verdade hoje é dos meus melhores dias...

mas já nem sei o que pensar...

Joana, a seres tu, Claro que vale a pena continuar! Muito mais agora!

Publicado por: Karl Marx às fevereiro 13, 2006 08:52 PM

Afinal é possível escrever o que quer que seja assinando o nome "Joana".

Publicado por: Karl Marx às fevereiro 13, 2006 09:44 PM

Oh! Oh!
Parece que houve aqui um volte alface

Publicado por: ... às fevereiro 13, 2006 10:57 PM

Como a Joana me dizia, não revelava a sua identidade porque "na net existe muita gente com nível, infelizmente também existem alguns loucos obcecados".
Só nos faltava um idiota qualquer a assinar como Joana...

Publicado por: Um conhecido da Joana às fevereiro 13, 2006 11:39 PM

A Joana morreu envenenada porque mordeu a língua.

Publicado por: Um conhecedor da Joana às fevereiro 14, 2006 01:21 AM

Os meus sinceros sentimentos a família e amigos da Joana.
É com profundo pesar e grande choque que acolho esta triste noticia; tendo comentado algums dos seus post foi-me impossível não inscrever aqui uma ultima e singela homenagem à autora daquele que foi certamente um dos melhores Blog’s portugueses; mantendo, é certo, uma ultima réstia de esperança na inverdade de todo este negro sucesso que só o devir do tempo tragara.

Publicado por: Francisco L. A. às fevereiro 14, 2006 02:32 AM

Ehehe ... eu não disse ?? que era só umas férias ??? A princesa diz que é trabalho por causa do olho grande ...

Por isso o LR nunca apareceu...

Agora dá-me vontade de contar um episódio que deixa por um lado perplexidade e por outro ..vergonha ...
Estava eu e o Py no garimpo lá na chapada ..qd a certa altura e para não variar bateu a fomi...

Então decidimos ir jantar à cozinha aberta .. ou slow food ou lá que era... foi o que ficou à portinha do carro qd ele parou...

Cliente nenhum ..tudo muita requintado...Elis.. Vivaldi..fiquei até confuso....bem ..vai daí ...a moça que atendia ..sempre solicita ...quis até meter conversa ..e aí é que foi o entalamento...
Primeiro foi entalada por nós ( calma ..nada disso que estão a pensar ) perguntamos-lhe de onde éramos... vaidosos do nosso sotaque... não soube responder e ficou encabulada...

A seguir veio o nosso entalamento ..

...ela com muita vontade de se redimir pergunta tímida .. então ..em que é que Portugal é forte ??? puts.... eu respondi logo muito rápido ... em dívidas....o Py ..intervém e diz ..calma aí ...temos muitos diamantes ( que andamos a garimpar a tarde toda ..) e prontos ... temos têxteis...e ..e .. cortiça...e ah.. sapatos...
Senti-me a ruborizar ...afinal ...aquilo em que um País é forte .. é no fruto de empreendedores ...
Então pq se diz tanto mal dos patrões ???
Sem eles ...os empregados ficam tontos... sem saber o que fazer ... no north..no west .. no east or south...

Mas o que leva a pensar ... é ... que os têxteis são industria de 3º mundo..a cortiça é do Amorim...e os sapatos calçam pés de barro...
Por só haver isto .. e as grandes mercearias do tio Belmiro... que ruborizei....
Pq só há isto (estou-me a esquecer dos esquentadores Vulcano...rss) ??? Porque as valências do ambiente económico não estão em equilibrio...antes pelo contrário...estão em profundo desiquilibrio... por isso Portugal em termos desenvolvimentistas é práticamente semi-árido...umas euphorbias aqui e ali...umas obesas..outras horridas ...outras virosas ...e pouco mais ...

Qt a ti Janica safada ... vê se te deixas tb de pregar sustos à malta tua admiradora ...e à parte te terem enterrado viva ...não digas que não ficaste emocionada com tanta tristeza generalizada....até eu .. meu estuporzinho... fui ao site anunciado pelo Tiago para guardar os teus textos ...( pelo sim pelo não ) ..já que o "sacana" ..gosta de tecê-las..
E pronto ..galera .. toquem as trompetas e preparem-se para festa .. que a Patroa está de volta .. e vai dar pa todo o mundo....rsss

Publicado por: Cush às fevereiro 14, 2006 04:39 AM

Karl Marx às fevereiro 13, 2006 08:52 PM

Já não basta a Joana ter ressuscitado, agora também ressuscitou o Karl Marx.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 14, 2006 09:49 AM

Joana às fevereiro 13, 2006 07:34 PM

Não apareceram comentários "assinados" por (quase) ninguém, exceto os meus. Eu devo ser (quase) o único neste blogue que assina com o seu nome e diz a toda a gente quem é. Todos os outros escondem-se atrás de nicks. Não se trata de assinaturas.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 14, 2006 09:54 AM

Joana!

Coloque qualquer coisa (post novo) sobre o Médio Oriente para termos a certeza de que está viva...pois já estou cansado de brincadeiras (a culpa não é sua...).

Publicado por: amsf às fevereiro 14, 2006 10:32 AM

Luís Lavoura às fevereiro 14, 2006 09:54 AM

Eu uso um nick poderoso porque o meu nome verdadeiro não vale nada.

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 14, 2006 11:17 AM

amsf às fevereiro 14, 2006 10:32 AM

A Joana (?) disse que foi ao Extremo Oriente e não ao Médio Oriente.

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 14, 2006 11:20 AM

Caros duvidandos,

Para quê lamentar a morte de alguém que nunca existiu? A Joana era virtual, a Joana era nome de homem que mantinha assim o anonimato. E mesmo que "Joana" fosse o seu nome verdadeiro e ela fosse mulher, continuava a ser virtual na mesma.

Se ela/ele sempre quis o anonimato e a distância, aceitemos isso agora que ela/ele está mais longe. Seja esse "mais longe" aquilo que for.

É histórico cá por este rectângulo darem-se "voltefaces" motivados pelo cheiro do dinheiro ou da promoção pessoal.

Antigos sindicalistas trabalham agora para departamentos estatais, antigos ecologistas trabalham para empresas poluidoras (para deturparem estudos de impacto ambiental, por exemplo), antigos contestatários do sistema são agora os motores do mesmo sistema, um antigo hippy é agora primeiro-ministro, e por aí fora...

Os futuristas italianos eram os indivíduos mais "prafrentex" e arrojados que existiam na altura, depois tornaram-se amigos de Mussolini e da sua ideologia. O mesmo aconteceu por aqui com alguns futuristas em relação a Salazar.

A natureza humana tem destas coisas!

A "Joana" lançou-se noutros voos. Sejam eles quais forem e em que espaço estiverem a contecer: real, virtual ou espiritual...

Em qualquer deles, julgo que se deve estar a rir disto tudo.

Publicado por: Virtual às fevereiro 14, 2006 11:51 AM

Caros duvidandos,

Para quê lamentar a morte de alguém que nunca existiu? A Joana era virtual, a Joana era nome de homem que mantinha assim o anonimato. E mesmo que "Joana" fosse o seu nome verdadeiro e ela fosse mulher, continuava a ser virtual na mesma.

Se ela/ele sempre quis o anonimato e a distância, aceitemos isso agora que ela/ele está mais longe. Seja esse "mais longe" aquilo que for.

É histórico cá por este rectângulo darem-se "voltefaces" motivados pelo cheiro do dinheiro ou da promoção pessoal.

Antigos sindicalistas trabalham agora para departamentos estatais, antigos ecologistas trabalham para empresas poluidoras (para deturparem estudos de impacto ambiental, por exemplo), antigos contestatários do sistema são agora os motores do mesmo sistema, um antigo hippy é agora primeiro-ministro, e por aí fora...

Os futuristas italianos eram os indivíduos mais "prafrentex" e arrojados que existiam na altura, depois tornaram-se amigos de Mussolini e da sua ideologia. O mesmo aconteceu por aqui com alguns futuristas em relação a Salazar.

A natureza humana tem destas coisas!

A "Joana" lançou-se noutros voos. Sejam eles quais forem e em que espaço estiverem a contecer: real, virtual ou espiritual...

Em qualquer deles, julgo que se deve estar a rir disto tudo.

Publicado por: Virtual às fevereiro 14, 2006 11:51 AM

Caros duvidandos,

Para quê lamentar a morte de alguém que nunca existiu? A Joana era virtual, a Joana era nome de homem que mantinha assim o anonimato. E mesmo que "Joana" fosse o seu nome verdadeiro e ela fosse mulher, continuava a ser virtual na mesma.

Se ela/ele sempre quis o anonimato e a distância, aceitemos isso agora que ela/ele está mais longe. Seja esse "mais longe" aquilo que for.

É histórico cá por este rectângulo darem-se "voltefaces" motivados pelo cheiro do dinheiro ou da promoção pessoal.

Antigos sindicalistas trabalham agora para departamentos estatais, antigos ecologistas trabalham para empresas poluidoras (para deturparem estudos de impacto ambiental, por exemplo), antigos contestatários do sistema são agora os motores do mesmo sistema, um antigo hippy é agora primeiro-ministro, e por aí fora...

Os futuristas italianos eram os indivíduos mais "prafrentex" e arrojados que existiam na altura, depois tornaram-se amigos de Mussolini e da sua ideologia. O mesmo aconteceu por aqui com alguns futuristas em relação a Salazar.

A natureza humana tem destas coisas!

A "Joana" lançou-se noutros voos. Sejam eles quais forem e em que espaço estiverem a contecer: real, virtual ou espiritual...

Em qualquer deles, julgo que se deve estar a rir disto tudo.

Publicado por: Virtual às fevereiro 14, 2006 11:51 AM

Tendo vindo a público que o desaparecimento deste blogue, do grupo de trabalho que lhe estava associado e a inevitável "morte" da autora, estariam relacionados com uma primeira etapa que trabalhou activamente para a colocação em Belém de um novo mediador que leve o Regime a extremar posições em direcção à extrema-direita pró-americana, venho informar que me demarco em absoluto desta posição, reiterando que o próximo partido em gestação que me porá novamente na ribalta, é, como não poderia deixar de ser, de Centro!

Publicado por: Paulo Portas às fevereiro 14, 2006 12:28 PM

Esqueci-me de acrescentar que, dentro em breve disporei de um largo espaço mediático na SIC do Exmo Sr Dr. Francisco Balsemão e, carissimos leitores, desnecessário será recordá-los que preciso de idiotas uteis para me prestarem a máxima atenção possivel. Não desistam, caros comentadores.

Publicado por: Paulo Portas às fevereiro 14, 2006 12:33 PM

plão ;))))))))))))

Publicado por: py às fevereiro 14, 2006 12:34 PM

Já agora, os futuristas davam-se bem com o fascismo desde o início. Este representava, para eles, o futuro, o progresso, o triunfo da máquina.

Publicado por: Real às fevereiro 14, 2006 12:38 PM

(já não me deixam fazer kpk´s, só primos, prontos tá bem :( tenho ali uma koisa gira para por aqui, mas só depois da Joana dar mais um arzinho da sua graça que ainda não percebi se devo fikar contente...)

Publicado por: py às fevereiro 14, 2006 12:45 PM

Já somos um país liberal? O que se passa com a "nossa" Joana?

Publicado por: Rodrigo Frias às fevereiro 14, 2006 01:01 PM

(já que há um deficit de respeito por um caça-capicuas semi-profissional, vai outro primo por kausa das koisas, enquanto o meu amigo Cushão não chega... namoradas...;)

Este é dedicado ao cabr*o do D Cheney que gosta muito de caçar codornizes (detesto chulos que caçam por prazer)e f*deu um milionário de 78 anos com uma chumbada, num dos maiores ranchos do Texas. A notícia diz que o problema é que ele estava ilegal por kausa de uns 7$!!!

Cushinho vamos aproveitar a ressureição da Joana para dar cabo das touradas com um referendo?

Ou pelo menos tentar?

O que pensará o cavaquinho disso?

(PS agora vou tratar de assuntos de higiene íntimos que isto aqui uma pessoa tem de estar sempre preparada...:)

Publicado por: py às fevereiro 14, 2006 01:24 PM

eheeeh ... é mesmo verdade que o Cheney amandou um tiraço num amigalhaço...traições ?? más compreensões ??

Um referendo para acabar com a tourada seria um milagre ...

O Cavaquinho em relação à tourada ..não sei o que pensa .... ,mas ao contrário do Sampaio que vai a todas .. eu nunca vi musica de cavaquinho na dita ...

Publicado por: Cush às fevereiro 14, 2006 01:42 PM

Por todos os bons momentos que aqui tivemos convido os que crêem a orar por esta singular mulher que agora nos deixou e apresento por esta via os meus pêsames à família uma vez que desconheço a mesma.

MORREU A JOANA

É com grande, grande pesar que soube, por amigos da família, que a Joana do Semiramis morreu, no Domingo, por uma fulminante embolia pulmonar.

O blogue Semiramis, para mim, era, se não o melhor, um dos melhores blogues da blogosfera. E com certeza um dos três blogues que consulto todos os dias. Aliás, era o único do qual tinha que imprimir os posts por falta do tempo devido que eles mereciam.

Estas mortes também nos fazem lembrar o quão preciosa é a vida, o quanto temos que aproveitar enquanto respiramos e como devemos evitar em deixarmos enredar-nos por esta teia de afazeres e de hábitos muitos deles inúteis.

Por muito que o saibamos e combatamos, continuamos a só na morte encontrar a maior reflexão para a vida.

Onde estiveres, Joana, no sem-lugar (u-topia), obrigado pela tua escrita livre, crítica, culta e profundamente rica em todos os níveis.

in http://blogarcadia.blogspot.com/2006/02/morreu-joana.html

Publicado por: JMTeles da Silva às fevereiro 14, 2006 02:15 PM

Obrigada Joana.
Até um dia

Publicado por: Maria às fevereiro 14, 2006 02:53 PM

Obrigada Joana.
Até um dia

Publicado por: Maria às fevereiro 14, 2006 02:53 PM

Obrigada Joana.
Até um dia

Publicado por: Maria às fevereiro 14, 2006 02:53 PM

Obrigada Joana.
Até um dia

Publicado por: Maria às fevereiro 14, 2006 02:53 PM

Obrigada Joana.
Até um dia

Publicado por: Maria às fevereiro 14, 2006 02:53 PM

Querem saber a verdade?
Perguntem ao Paulo Querido e mais não digo.

Publicado por: Especulador na bolsa às fevereiro 14, 2006 05:25 PM

A Joana, e muitos dos seus correligionários neo-liberais, os se riam ou se indignavam com as minhas propostas para um isolamento continental, por causa da concorrência chinesa. Pois hoje ouvi o reputado economista Silva Lopes, na TSF, a manifestar as suas dúvidas quanto à possibilidade de se manter o quadro de abertura económica, face ao choque provocado pela economia chinesa. Mais concretamente afirmou ele que, tal como todos os economistas, se habituara a acreditar no princípio das vantagens comparativas, mas que isso poderia não aguentar face ao choque referido. Que eu saiba Silva Lopes não é um socialista, pelo que esta sua dúvida só pode ser a manifestação esclarecida de um economista que pensa, em vez de se limitar a rezar as mantras neo-liberais... Espero que a Joana, onde quer que esteja, tenha ouvido a entrevista de Silva Lopes, e tenha achado que, afinal de contas, talvez aquele Albatroz tivesse alguma razão...

(P.S. - Esta é uma tentativa de recuperar o diálogo sobre questões económicas, razão de ser deste blogue...)

Publicado por: Albatroz às fevereiro 14, 2006 06:06 PM

Será possível que este Silva venha para aqui fazer publicidade ao seu blog numa ocasião destas?

Publicado por: Real às fevereiro 14, 2006 06:10 PM

Silva só há um, o que vai p'ra Belém e mais nenhum!

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 14, 2006 06:56 PM

ora bem...

Publicado por: py às fevereiro 14, 2006 11:05 PM

continuo sem perceber qual é o estado de espírito em que me devo colocar

Publicado por: py às fevereiro 14, 2006 11:06 PM

...mas não vão pensar que perdi qualidades...

Publicado por: py às fevereiro 14, 2006 11:07 PM

...vamos lá tentar

Publicado por: py às fevereiro 14, 2006 11:08 PM

uma kpkuazona tropical

Publicado por: py às fevereiro 14, 2006 11:08 PM

Eu acho que a princesa só volta se os coms chegarem aos 500 ...
Já falta pouco...

Publicado por: Cush às fevereiro 15, 2006 02:09 AM

Estou deveras impressionada com a notícia. A partida da Joana deixa um vazio tremendo. Onde quer que esteja, Joana, obrigada pela dádiva que foi o seu blog.

Publicado por: Julia às fevereiro 15, 2006 02:13 AM

Albatroz às fevereiro 14, 2006 06:06 PM

A bolsa japonesa está a subir sem parar. Está a subir porque a economia japonesa, as empresas japonesas, após um longo período (mais de 10 anos) de estagnação, está a carburar em grande forma.

A economia japonesa está a melhorar graças à procura fornecida pelo mercado chinês. O Japão tinha a sua economia estagnada, tal como a Itália tem a sua agora, devido à estagnação demográfica do país.

Mas agora a economia japonesa está a ser salva da estagnação pelo dinamismo do mercado chinês.

Pergunto: porque é que os japoneses têm o mercado chinês como um salvador e uma oportunidade, e os europeus, não?

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 15, 2006 10:28 AM

O nome da pessoa em que está registado o Semiramis é Manuel M.

E mais não digo.

Publicado por: HACKER às fevereiro 15, 2006 11:41 AM

Oioi...

Ei .. Hacker ...onde viste isso ... ???? É só mentirosos por aqui....urubus..caras de pau...

Olha lá Albatroz .. e então a bolsa de NY que ontem ultrapassou os 11 000 pontos ???
Existem várias explicações para a situação Japonesa mas uma delas foi na mudança de gestão dos negócios ..aproximando-se ainda mais do modelo americano ..ou seja focando cada vez mais no "indíviduo "...

Publicado por: Cush às fevereiro 15, 2006 12:12 PM

vixe... deve ter sido por algum desvio óptico ... que confundi o Lavourinha com o Albatroz... será que o Maldacena pode ter a ver com o assunto ?
Cof ...

Publicado por: Cush às fevereiro 15, 2006 12:36 PM

Manuel M., esse safado! deixou-se apanhar. E mais também não digo.

Publicado por: Paulo Portas às fevereiro 15, 2006 03:09 PM

Venho via De Vagares. O que se passa aqui? Como é possível?

Publicado por: jpt às fevereiro 15, 2006 04:26 PM

Na blogosfera, onde reinam o anonimato, o heterónimo e a eterna dúvida do nome verdeiro, fica difícil saber se a Joana morreu mesmo ou não. Mas, ao que tudo indica, o facto é que não teremos mais aqueles textos deliciosos aqui. Era o único blogue onde eu me obrigava a entrar mesmo com o aperto das horas do dia a dia. Ou seja, ao que parece, a Joana virtual morreu.

Fica aqui o meu desafio para os que continuam aqui a escrever: o que teria dito a Joana sobre a OPA de Belmiro? Eu queria tanto saber o que teria ela escrito sobre isso...

Publicado por: Christina Valadão às fevereiro 15, 2006 04:36 PM

Passa-se que há quem não acredite bem que a Joana tenha morrido. hà quem acredite. Há quem brinque com o assunto. Há quem escreva disparates. Há quem espere até ver se a Joana foi de férias para alguma ilha remota sem acesso á internet e volte mais tarde. Há quem espere.

Publicado por: Afonso às fevereiro 15, 2006 04:36 PM

A Joana morreu. Mesmo. Estamos todos no velório. E quase todos de luto.

Publicado por: Julia às fevereiro 15, 2006 04:39 PM

Christina Valadão às fevereiro 15, 2006 04:36 PM

O que teria a Joana dito sobre a OPA do Belmiro? Provavelmente, ou não teria dito nada, ou refugiar-se-ia em copas. Não se teria comprometido.

Ela nunca disse nada de definido sobre a situação de quase-monopólio da Portugal Telecom. Nunca se queixou claramente desse quase-monopólio. Aparentemente, ela achava esse monopólio tolerável.

Ambiguidades não falatvam à Joana.

Publicado por: Luís Lavoura às fevereiro 15, 2006 04:53 PM

Luís Lavoura às fevereiro 15, 2006 10:28 AM

Os japoneses têm por hábito consumir sobretudo produtos japoneses (durante anos isto causou o desespero dos exportadores europeus e americanos), por isso a concorrência chinesa pouco se faz notar. Mas os chineses precisam da tecnologia japonesa, e por isso não se podem dar ao luxo de não comprar produtos japoneses. Assim, as exportações japonesas para a China vão sempre ser superiores às importações, o que beneficia a economia japonesa. Na Europa e nos EUA as coisas são diferentes. Os europeus não fazem uma opção deliberada de consumo de produtos europeus, optando por produtos mais baratos - desde que de qualidade semelhante - qualquer que seja a origem, e por isso estão mais vulneráveis à concorrência chinesa.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 15, 2006 06:14 PM

Aquilo que se passava no Japão era a chamada armadilha de liquidez. Taxas de juros baixas como em Portugal mas com uma deflação da moeda o oposto do que ocorre em Portugal. Para alem disso a industria Japonesa estava em crise e as empresas restruturaram-se. Algo que é muito dificil fazer em Portugal ou na Europa pois não se pode despedir trabalhadores.
Quanto aos proteccionismo são uma treta que só lixa os consumidores e favorece os lobbys e os chulos. A Europa não precisa de protecção contra os produtos chineses precisa sim de apostar em alternativas. Muitos empresários de texteis Portugueses ultrapassaram a concorrencia Chinesa através de uma boa gestão e apostando em nichos de mercado alternativos.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 15, 2006 07:39 PM

Alternativas? Em breve a China vai ser capaz de produzir tudo o que a Europa e os EUA produzem, mas muito mais barato. Que alternativas?...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 15, 2006 08:36 PM

A China á medida que for crescendo economicamente vai aumentando os salários tal como tem feito até aqui. Chegará ao ponto em queestá na mesma situação que a Europa. Portugal já teve essa mão de obra barata nos texteis. O problema da China é que é uma ditadura e quando for um pais economicamente poderoso não se sabe para onde vai pender.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 15, 2006 09:00 PM

A China só utiliza as armas capitalistas que a beneficiam. Se continuar a controlar a sua taxa de câmbio podem passar 100 anos antes que os salários chineses estejam ao nível dos da Europa.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 15, 2006 09:47 PM

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 15, 2006 09:00 PM

Provavelmente pende para a esquerda...

Publicado por: Shadow às fevereiro 15, 2006 11:15 PM

Como é que ontem a página principal do Semiramis estava em branco e hoje já não ?

Publicado por: julia às fevereiro 16, 2006 03:17 PM

Como é que ontem a página principal do Semiramis estava em branco e hoje já não ?

Publicado por: julia às fevereiro 17, 2006 12:30 AM

Foi um milagre de São Paulo (Querido)

Publicado por: Doutor em Teologia às fevereiro 17, 2006 10:19 AM

Joana...
Pensar que estivemos tão perto...

Publicado por: Markitos às fevereiro 17, 2006 11:33 AM

?

Publicado por: Cush às fevereiro 17, 2006 11:48 AM

Diálogo registado há minutos no Paraíso:

Deus — O que é que se passa com os anjinhos, que voam tão agitados?

S.Pedro — Parece que é por causa de uma tal Joana. Ela acha que há um excesso de funcionários celestiais e quer mandar 40% para o inferno...

Publicado por: Shadow às fevereiro 17, 2006 12:16 PM

;)))))))))))))))

Publicado por: py às fevereiro 17, 2006 12:55 PM

oioi bum dgia...
isto já deixa escrever outra vez..
turbulências...

Estes dias ..num raro zapping encontrei a Sick ( o novo nome por questão de coerência ) ..falava Marques Mendes ...o papo era nenhum..ou seja o papo do costume ...ontem ..voltei a passar lá ..mas sem som ..gesticulava o Coelhone o Pacheco e o Lobo .....todos gordos como nababos ... que sofrimento ...ainda bem que me pirei .. foi na hora H...

Publicado por: Cush às fevereiro 17, 2006 01:03 PM

"pende para a esquerda"?
já não há esquerda nem direita - só crentes e não crentes

Publicado por: xatoo às fevereiro 17, 2006 04:28 PM

py? cadê tu?
onde páras?

Publicado por: xatoo às fevereiro 17, 2006 04:34 PM

Lol, essa do Shadow foi demais....Será que a Joana já está a põr o céu em polvorosa com a liberalização celestial ?
Espero que sim.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 17, 2006 08:05 PM

A propósito da China, já que hoje dá para postar comentários, é possivel que a China continue a usar a politica de desvalorizar a moeda tal como os EUA fazem mas não acredito que a diferença se mantenha tão acentuada à medida que a China evolua. Já agora comparando a diferença da distribuição de trabalho nos diferentes sectores entre a China, Portrugal e EUA previstas para 2006:

China- Agricultura 49% Industria 22% Serviços 29%

Portugal-Agricultura 13% Industria 35% Serviços 52%

EUA-Agricultura 1% Industria 23% Serviços 76%


Muita coisa vai mudar socialmente na China com o desenvolvimento.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 17, 2006 08:30 PM

Na verdade, o emprego na agricultura, nos EUA, é inferior a 1%

Em Janeiro havia 851 mil empregados na agricultura, silvicultura e pescas, num total de 141,481 milhões de trabalhadores.

E já que estou com a mão na massa fica aqui outro indicador: a taxa de desemprego neste sector era, em Janeiro, de 15,9%.

Publicado por: Shadow às fevereiro 17, 2006 09:09 PM

oi xatito, tou aqui, na Bahia, a pensar se consigo arrastar o Cush para fora do Salvador durante o Carnaval, que me cheira que vai dar dor de cabeça a sobrar pa mim. Tu tá bonzinho? Espero que sim.

Parece que vamos fazer flores bonitas, agora ainda há a hipótese de serem as flores a fazer-me a mim!

Se isto correr assimj-assim bem tu já tá convidado (não te preokupes com o kush que ele é bom rapaz e muito frontal)

Publicado por: py às fevereiro 17, 2006 11:22 PM

Bora logo Xattito ... aqui o clima está a ficar ao rubro...."ainda" é a tua cor favorita .. é não ?
Vais ver o que é harmonia ...

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 01:13 AM

E como os Franceses são espertos .... já produzem 80 % das suas necessidades electricas a partir de centrais nucleares ...para que querem mais 9 centrais ?? para exportar ...claro ...finos .. eles..tão a ver a cena toda..

And now for something completely diferent....

Só um pormenor ... se leram o artigo da BBC , viram que a certa altura diz que a Itália está a desmontar as suas centrais por causa de um referendo feito em 1987..!!! então se lá um referendo dura tanto tempo .. pq já querem fazer em Portugal outro referendo sobre o aborto ..apenas passados meia duzia de anos ???Alguém anda a comer-nos as papas na cabeça ??

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 04:47 AM

http://www.michellemalkin.com/archives/004413.htm

Vixe .. tá dificil de publicar ...
deixa ver se passa...

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 04:52 AM

que giro ... tem uma palavra que está censurada no blog .. vou escreve-la separada para ver se passa ..ca r to on ..

está na Michelle..

e lá vai de novo os links ...da nuke energie..
http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/3177360.stm

e ainda para ver pq os Franceses gostam da nuke energie..http://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/shows/reaction/readings/french.html

tá estranho o blogue...

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 04:57 AM

cartoon ... a ver se passa ...

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 04:58 AM

passou .. e a próxima kpk... é minha ...

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 05:00 AM

plim .. plão...

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 05:01 AM

Versos para Maomé & Companhia


Meus senhores eu sou Maomé

que lava a cara, que lava os olhos

que lava a rata e os entrefolhos

que lava a nabiça e os agriões

que lava a piça e os colhões

que lava as damas e o que está vago

pois lava as mamas e por onde cago.


Meus senhores aqui está o Profeta

que rega a salsa e o rabanete dos mouros

que lava a língua a quem faz minete

que lava o chibo mesmo da rasca

tira o cheiro a bacalhau da lasca

que bebe o árabe que bebe o porco

que lava a dona e o berbigão


Meus senhores aqui está o Profeta

que lava os olhos e os grelinhos

que lava a cona e os paninhos

que lava o sangue das grandes lutas

que lava sérias e lava putas

apaga o lume e o borralho

e que lava as guelras ao caralho


Meus senhores aqui está o Profeta

que rega as rosas e os manjericos

que lava o bidé, lava penicos

tira mau cheiro das algibeiras

dá de beber às fressureiras

lava a tromba a qualquer mouro e

lava a boca depois de um broche.

QUAES CUNQUE FINDIT
MAOMÉ É RABO !
Quitéria é Grande !

Publicado por: Brigada Bigornas às fevereiro 18, 2006 10:22 AM

O blog está-me a dever 2 coms que me comeu...prometeu que ia analisar o que estava escrito e depois publicaria ...

Ei Paulo queridinho ... vais publicar ? Ou vai ficar no limbo ??

Ehehe .. este brigada bigornas .. deve ser do Porto.. a linguagem .. é típica ... o Maomé que se cuide ...

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 11:34 AM


brooochesssssssss

Publicado por: Freudiiii às fevereiro 18, 2006 02:27 PM


brooochesssssssss

Publicado por: Freudiiii às fevereiro 18, 2006 02:27 PM


brooochesssssssss

Publicado por: Freudiiii às fevereiro 18, 2006 02:27 PM


brooochesssssssss

Publicado por: Freudiiii às fevereiro 18, 2006 02:27 PM

Publicado por: Cush às fevereiro 18, 2006 04:47 AM

E por que raio teremos nós que seguir as normas dos italianos?
O que é que pode levar alguém a concluir que os italianos é que têm razão?
Será fiável a opinião de um povo que promove Berlusconi a primeiro-ministro?

Publicado por: Dúvida Metódica às fevereiro 18, 2006 02:29 PM

ora então aqui está:

"Armado de uma infernal lógica, ele reduziu a fé a uma opinião, ignorando que se a nossa fé é duvidosa, nossa esperança é vã"

declaração de Bernardo de Claraval sobre Abelardo, que ele considerava um segundo Aristóteles.

Isto é porque agora parece que andamos muito crentes;;;

Publicado por: py às fevereiro 18, 2006 04:47 PM

(PS: ... cerca de 1141...:)

Sempre actual, não?

Publicado por: py às fevereiro 18, 2006 04:49 PM

esta estava a minha espera ...plim plão...

Publicado por: Cush às fevereiro 19, 2006 12:01 AM

Cushão já não sobra nenhuma pa mim? Pronto, fico especialista em primos, como este... amanhã conto estar todo arrumadinho para basar lá para 11h, ok? Dorme bem

Publicado por: py às fevereiro 19, 2006 12:12 AM

Será fiável a opinião de um povo que promove Berlusconi a primeiro-ministro?

Publicado por: Dúvida Metódica às fevereiro 18, 2006 02:29 PM

A resposta para a tua metódica duvida passa pela fé ...

"Armado de uma infernal lógica, ele reduziu a fé a uma opinião, ignorando que se a nossa fé é duvidosa, nossa esperança é vã"
Logo posso concluir que a metódica duvida carece de fé ... pois se recusa a ver uma evidência ...

Berlusconi foi eleito pelos Italianos ... que por muitos defeitos que tenham ...(quem não tem ..) são quem faz a Ferrari... a Ducati... Lamborghini ..Maserati.. Alfa Romeu .. Lancia ... Fiat.. Gilera ... Aprilia... são o topo do mundo no design....é moli ...? ou queres mais ...??
E Portugal ?? Os trapos de sempre ??Isso também os Italianos e melhores .. de longe ... sapatos ??? tb os Italianos e melhores .. de longe....Azeiteiros ??? Nem nisso...

Então ... pq não poderemos pôr os olhos nos Italianos ?? Bem como pôr em todos os bons exemplos ???? Venham eles de onde vierem!

Publicado por: Cush às fevereiro 19, 2006 12:17 AM

«a metódica duvida carece de fé ... pois se recusa a ver uma evidência ...»

A fé alimenta-se do imponderável.
Nenhuma fé é sustentada por evidências.

A fé é gerada pela submissão ao desconhecido e pela incapacidade de lutar contra a ignorância.

Publicado por: Beato Pio às fevereiro 19, 2006 05:34 AM

Há muito tempo que por aqui se não fala dos Estados Unidos, da guerra no Iraque, etc. O relatório das Nações Unidas que reclama o encerramento do campo de concentração de Guantanamo devia fazer-nos meditar de novo sobre o que se passa nos Estados Unidos.

Embora isto possa parecer propaganda mal disfarçada, o facto é que as semelhanças entre os Estados Unidos de hoje e a Alemanha hitleriana anterior a 1939 são cada vez maiores. A legislação repressiva (Patriot Act) permite cada vez mais a prisão sem culpa formada de pessoas suspeitas de ligação com o "terrorismo". O uso de tortura, em Abu Grahib ou até em prisões clandestinas na Europa, é prática corrente. Guantanamo é um campo de concentração mais sofisticado e cruel do que Auschwitz. A política americana ataca ferozmente os regimes (nomeadamente na América Latina) que se propõem resistir ao imperialismo americano. As forças americanas no Médio Oriente matam civis inocentes de forma sistemática, como forma de intimidação. A imprensa independente é perseguida. Com base nos poderes e responsabilidades de Comandante-Chefe das Forças Armadas o presidente Bush vai assumindo poderes quase ditatoriais. Se os americanos não intervierem - e a leitura de blogs americanos faz-nos recear que os americanos de hoje sejam tão cegos como os alemães de 1933 - podemos estar a assistir à transformação da pátria da democracia na mãe das ditaduras fascistas.

Julgo que seria altura de a Europa cortar os laços militares e estratégicos com estes Estados Unidos, e procurar uma aliança com a Rússia e uma aproximação à China. Todas as bases americanas na Europa deviam ser encerradas, e a Europa devia criar uma força armada própria.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 19, 2006 10:33 AM

Aqui vai o comunicado da ONU sobre Guantanamo:

"Five independent investigators of the United Nations Commission on Human Rights are calling on the United States to close immediately the detention centre in Guantánamo Bay and bring all detainees before an independent and competent tribunal or release them.

The call comes in a report published today following an 18-month joint study by the experts into the situation of detainees at that United States Naval Base. The report’s findings are based on information from the United States Government, interviews conducted by the experts with former Guantánamo Bay detainees currently residing or detained in France, Spain and the United Kingdom and responses from lawyers acting on behalf of some current detainees. It also relies on information available in the public domain, including reports prepared by non-governmental organizations (NGOs), information contained in declassified official United States documents and media reports. The experts expressed regret that the Government did not allow them the opportunity to have free access to detainees in Guantanamo Bay and carry out private interviews, as provided by the terms of reference accepted by all countries they visit.

The five experts – specializing in issues related to arbitrary detention, freedom of religion, the right to health, torture and the independence of judges and lawyers – conclude that the persons held at Guantánamo Bay are entitled to challenge the legality of their detention before a judicial body and to obtain release if detention is found to lack a proper legal basis. The continuing detention of all persons held at Guantánamo Bay amounts to arbitrary detention, they state, adding that – where criminal proceedings are initiated against a detainee – the executive branch of the United States Government operates as judge, prosecutor and defence counsel in violation of various guarantees of the right to a fair trial

According to the experts, attempts by the United States Administration to redefine “torture” in the framework of the struggle against terrorism in order to allow certain interrogation techniques that would not be permitted under the internationally accepted definition of torture are of utmost concern. The confusion with regard to authorized and unauthorized interrogation techniques over the last years is particularly alarming. The interrogation techniques authorized by the Department of Defense, particularly if used simultaneously, amount to degrading treatment. If in individual cases, which were described in interviews, the victim experienced severe pain or suffering, these acts amounted to torture as defined in article 1 of the Convention against Torture. Furthermore, the general conditions of detention, in particular the uncertainty about the length of detention and prolonged solitary confinement, amount to inhuman treatment and to a violation of the right to health as well as a violation of the right of detainees to be treated with humanity and with respect for the inherent dignity of the human person. They add that force-feeding of competent detainees violates the right to health as well as the ethical duties of any health professionals who may be involved.

Among their recommendations, the experts say terrorism suspects should be detained in accordance with criminal procedure that respects the safeguards enshrined in relevant international law. Accordingly, the United States Government should either expeditiously bring all Guantánamo Bay detainees to trial or release them without further delay. They also call on the Government to close down the Guantánamo Bay detention centre and to refrain from any practice amounting to torture or cruel, inhuman or degrading treatment, discrimination on the basis of religion, and violations of the rights to health and freedom of religion. The investigators also request full and unrestricted access to the Guantánamo Bay facilities, including private interviews with detainees. Consideration should also be given to trying suspected terrorists before a competent international tribunal."

Publicado por: Albatroz às fevereiro 19, 2006 10:39 AM

.... ei Albatroz ... na moral.... que disparate...

Olha lá ... então tu achas que se deve arrancar informação à bandidagem com chá e torradas ?? Um pouco de mel ... uns sucos de manga .. e umas rodelinhas de ananás ??

Mesmo a polícia normal que lida com bandidos de trazer por casa ...não os pode tratar com chá e torradas .. quanto mais um exército de Talibans ( que não usou farda e por isso não está debaixo dos acordos de guerra ) que estropiavam quem apanhavam pela frente e chicoteavam mulheres que mostrassem os tornozelos ...

O que merecem esses bandidos ?? CHÁ E TORRADAS ??? E JÁ AGORA UM CAFÉSINHO PARA DESENJOAR ??
Ou merecem ser pagos na mesma moeda com que pagavam antes ???

Na Moral Albatroz ... na Moral...

Publicado por: Cush às fevereiro 19, 2006 01:55 PM

Cush às fevereiro 19, 2006 12:17 AM

Por cá só se seguem os "bons exemplos" de Don Corleone.

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 19, 2006 02:27 PM

E tem mais Albatroz .. muito mais ... alíás é uma cretinice e uma falta de sentido de ética ao mais elevado grau .. comparar uma prisão onde tem 500 prisioneiros , com outra onde SEIS MILHÕES de Judeus foram forçados a trabalhos , gaseados , incinerados, e jogados fora como resíduos ...Ah .. e pessoas que NÃO ERAM BANDIDOS...COMO OS DE GUANTANAMO

Se para ti é a mesma coisa .. Agora palavras como as tuas não podem ser deixadas passar .. ainda alguém mais jovem passa por aqui ... e de repente acredita-se em ti....
JAMAIS........

Publicado por: Cush às fevereiro 19, 2006 02:30 PM

e a Europa devia criar uma força armada própria...

Albatroz ..à bocado..

Nem em mil anos isso vai acontecer ...Se a Europa tem um calcanhar de Aquiles ... é esse mesmo...

É que as democracias têem que ser fortes ...mais fortes que as ditaduras ... bem mais ...
Felizmente os Templários da era moderna estão aí .. para o que der e vier...e não se amedrontam com umas bocas de uma organização totalmente descredibilizada ( ainda que útil )...a ONU .

Publicado por: Cush às fevereiro 19, 2006 02:38 PM

Acho que comparar a administração Bush aos Nazis é um exagero e um disparate pois o que está em causa são questões bem diferentes. Quanto á questão da censura menos sentido faz quando uma das principais vozes da oposição á tortura nos EUA é o prestigiado senador republicano John McCaine. Quando existem montes de pessoas que se manifestam á porta de G. W. Bush apelando ao fim da guerra no Iraque. Acho que bem mais preocupante é o que se passa na Europa. De onde vem todo este anti-americanismo despropositado e veiculado pelos media? Já alguem reparou que somos bombardeados quase até acreditarmos com propaganda anti-capitalista, pró-terrorista, pró-totalitarista? Já repararam como os media se erguem sempre em defesa dos maus, dos terroristas e criminosos e censuram sempre os bons? Quem beneficia com isto? Já agora a grande varma dos Nazis não era a censura mas a propaganda.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 19, 2006 03:06 PM

É óptimo que se prenda sem culpa formada e que se torture aqueles que não pensam como nós. Já é mais chato quando se começa a prender e a torturar aqueles que pensam como nós... Depois, que pensar do facto que alguns presos em Guantanamo foram libertados depois de mais de um ano de campo de concentração? Terão sido torturados até se perceber que não tinham feito nada de mal? E mesmo que não tenham sido torturados, justifica-se ter alguém preso durante mais de uma ano, sem acesso a advogado, para depois se concluir que eram inocentes? Pode não se comparar com os campos de concentração alemães, em volume, mas nada deixam a desejar em método... É exactamente este tipo de tolerância e complacência face à tortura e à prisão arbitrária que nos torna semelhantes aos alemães de 1933. Se eles se tivessem insurgido a tempo, não teria havido seis milhões de mortos nos campos de concentração, não teria havido guerra, não teriam morrido milhões de pessoas por esse mundo fora. Mas para quê gastar argumentos quando se tem o parecer da ONU?...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 19, 2006 04:53 PM

O desabafo desesperado de um americano:

"I grew up an American, and proud of it. I was taught in school about the Declaration of Independence and the Constitution and Bill of Rights. My brother was a Merchant Marine Officer during the war and had three ships sunk beneath him. We beat the Nazis, the Fascists and the Japanese and made the world safe for democracy. After the war came Nuremberg and the assurance that things like the holocaust could never happen again. The Marshal Plan helped to rebuild the shattered portions of the world. America, Democracy, compassion and help. It was good to be an American. Hiroshima and Nagasaki were sad, but necessary to end the war and save lives, we were told.

We read George Orwell’s 1984, which could happen in Nazi Germany or the Soviet Union, but we could never have thought police and endless war here in the United States. Then came the Cold War, McCarthy, Korea, and later on Vietnam. My service time crossed those wars, but I thanked my stars I didn’t have to fight in them. I was at Bikini for the Hydrogen Bomb tests in 1956, which taught me the the unthinkable horror of nuclear war.

Vietnam taught us the danger and folly of going to war on a false pretext. Tonkin Gulf was to be a lesson to us all, as was the intended impeachment of Nixon for violating the law and the Constitution. We wouldn’t let that happen again; no president was ever going to spy on his own people again, or persecute people who didn’t agree with him or his policies.

Yes, the United States was a nation of great wealth. A nation that took care to see to the freedom and well being of its citizens, and welcomed the downtrodden foreigner to the new land. It was a nation that pioneered the exploration of space and gloried in the advance of science. I was proud to be an American!

My God! What has happened to my nation? My nation that no longer pays more than lip service to its Constitution and Bill of Rights, which have been a beacon to the world for over two centuries. My nation that unilaterally discards treaties that were the hope of a world of peace, guided by law and diplomacy. My nation that will wage a war of aggression against a far off nation that was no threat to it, but that has lots of oil. My nation that gives all of its wealth to the rich and is satisfied to leave its citizens to starve, homeless, unemployed and sickly.

What happened to that Constitution that so wisely divided the government into three separate units, to provide a system of checks and balances against any one branch usurping power? How did we wind up with a President that refers to the Constitution that he swore to protect and defend as “just a goddamned piece of paper,” and a Congress that seems willing to rubber stamp any giveaway the President demands? How did we find ourselves with a Supreme Court that will set aside the Constitution in favor of unlimited presidential power for the duration?

Now I live in an America I don’t dare leave for fear of being spat upon, shot, bombed or kidnaped. I am looked upon as a citizen of a rogue nation that has no concept or respect for any law except bullying and strength. I need a passport even to visit Canada, which was to be our sister nation with open borders forever. I must expect to be required to show my “papers” at any time, to any official. I must accept that the government can break into my house and rifle my belongings and papers any time it wishes on the thinnest of excuses and it is not even required to let me know it has violated my home and my privacy. I must accept the fact that the government can listen in to my private conversations, my phone, my e-mail, can probably read my snail mail if they wish and can put a gag order on anyone who has information on me so I may not even be made aware that I am being spied upon. George Orwell’s absolute dictatorship has crept in to my home and my life and thrown out my beloved Constitution and Bill of Rights. The difference between the United States, Soviet Russia, Nazi Germany and Fascist Italy is steadily and inexorably diminishing and the people are letting it happen while they remain paralyzed with fear. Fear incited by the gang that runs the White House and their cronies in the propaganda ministry that used to be our last bulwark against tyranny; our once free press.

So now my pride in America is for our past; my sadness for our present; my fear for our future. I am no longer proud to be an American, but I have no place to go."

Publicado por: Albatroz às fevereiro 19, 2006 05:09 PM

Um parágrafo extraordinário retirado de um artigo publicado no "US Army War College Quarterly
Summer 1997, Vol. XXVII, No. 2":

"Yes, foreign cultures are reasserting their threatened identities--usually with marginal, if any, success--and yes, they are attempting to escape our influence. But American culture is infectious, a plague of pleasure, and you don't have to die of it to be hindered or crippled in your integrity or competitiveness. The very struggle of other cultures to resist American cultural intrusion fatefully diverts their energies from the pursuit of the future. We should not fear the advent of fundamentalist or rejectionist regimes. They are simply guaranteeing their peoples' failure, while further increasing our relative strength."

É a versão actual do conceito do "Uebermensch" face aos selvagens que somos todos nós outros... Se isto não é fascismo no seu pior, então não sei o que seja...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 19, 2006 05:53 PM

Assim, em vez de irmos todos para as filas entregar as declarações de IRS, vamos todos ter que impugnar as liquidações das finanças, porque erradas e vamos ter que porvar que ganhamos muito menos que o que eles dizem, "qualquer que seja o seu valor".
É o início de mais um processo kafkiano, de milhares de pessoas a tentarem provar que não ganham tanto. E um nergócio para a banca que vai fazer milhões com as grantias bancárias que so pobres cidadãos vão ter que fazer, enquanto impugam hieraquica ou judicialmente os rendimentos que eles presume que temos.
Vai ser bonito vai.

Publicado por: Expresso do Ocidente às fevereiro 19, 2006 07:40 PM

O problema é que o não pensr como nós traduz-se em matar inocentes inclusivé compatriotas. Acho piada que na prática um preto na Europa não chegue a lado nenhum, mas nos EUA chegue a Mayor ou a Secretário de Estado e qualquer dia a presidente. Tambem acho engraçado que haja tanta gente a fugir para os EUA quando havia tanta gente a fugir do Nazismo ou do Comunismo. Realmente repito esses exageros são desnecessários e a situação da Europa é bem mais preocupante, a sorte é que podemos sempre fugir para os EUA.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 19, 2006 08:37 PM

A propósito do IRS, será que ninguem comprendeu que este governo não fez nada de relevante e só vai prejudicar ainda mais as pessoas, tudo o que o governo tem dado são "presentes gregos". A máxima de que "Portugal é um pais de bananas governado por sacanas" mantem-se e encontra nova força nos governos do *S que é um partido que ao longo dos anos se tem refinado na arte de bem enganar o povo.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 19, 2006 08:56 PM

acima queria dizer PS

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 19, 2006 08:58 PM

Caro Albatroz, a propósito desse texto descabido, gostaria de saber porque os EUA apostam tanto em baixos impostos e baixo desemprego. Porque será que o presidente da maioria Republicana no congresso foi indiciado e Bush não conseguiu nomear a sua amiga para o supremo tribunal impedido pelos próprios senadores republicanos? Porque será que Lewis "Scooter" Libby foi indiciado e demitido por perjurio. Sim porque será que a democracia e os tribunais funcionam nos EUA? Se são o que diz?
O problema é que nós prestamos atenção ao que os politicos dizem ou ao que os media dizem, nos EUA prestam atenção ao que eles fazem. Por isso nós somos governados por malandros refinados cheios de lábia e eles são governados por canastrões pragmáticos que sempre vão fazendo qualquer coisa de jeito.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 19, 2006 09:12 PM

Conforme escreveu o americano acima citado:

"The difference between the United States, Soviet Russia, Nazi Germany and Fascist Italy is steadily and inexorably diminishing and the people are letting it happen while they remain paralyzed with fear. Fear incited by the gang that runs the White House and their cronies in the propaganda ministry that used to be our last bulwark against tyranny; our once free press."

Mas o AtomSmith tem toda a liberdade de fugir para lá, claro está... Mas se for, tenha cuidado para não ficar desempregado, ou arrisca-se a morrer de fome, de frio ou de doença... É claro que se pode oferecer para servir nas gloriosas forças armadas americanas, onde já há tantos hispânicos e negros que não têm onde cair mortos...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 19, 2006 09:57 PM

Quanto aos tribunais nos EUA funcionarem, mesmo só por graça é que tal se afirma. Há várias situações de pessoas presas há mais de três anos nos EUA, sem culpa formada, sem julgamento, apenas porque são suspeitas de ter ligações com movimentos terroristas... Se o AtomSmith chegasse aos EUA e os funcionários do serviço de fronteiras desconfiassem dele, podia ver-se meses ou anos nessa situação, sem conseguir dela sair. Grande democracia, não há dúvida...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 19, 2006 10:02 PM

AtomSmith às fevereiro 19, 2006 08:58 PM

"acima queria dizer PS"

Se me permite, em vez de PS seria melhor dizer PDS (Partido Dito Socialista).
Ah, e também existe um PSD (Partido Social Democrata), mas não sei o que isso significa.

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 19, 2006 10:47 PM

Ouve lá ó Albatroz ... Se fizeres uma pesquisa não muito aturada ..encontras depoimentos de desiludidos de todos os países do mundo ..então se fores a Darfur...
Mas em mais nenhum país no mundo , encontras quem em tão pouco tempo , tenha transformado a informática num colosso ..., IBM,Intel, Microsoft,Sun, Google , HP, Dell, Apple..

De mais país nenhum..partiram homens para a Lua ...
Desse país , veio a ajuda vital para nos livrarmos do Nazismo..
Desse país ..veio .. a penicilina...

A industria mais forte deles é o "entertainment" ( cinema , música , espectáculos , jogos, vídeo , multimédia )..mais nenhum país do mundo investe centenas de milhões de euros num "filme"..que arrojo ....

Mais nenhum país do mundo tem força para travar os "Nazis e quejandos"...

Como achas possível ..não os compreender ? Têem defeitos ?? Quem não tem ?? Há poucos anos atrás o Congo pertencia ao rei da Bélgica ..e que atrocidades lá se passaram ... os Franceses na Argélia ..os Portugueses nas Colónias .. os Ingleses ...esses safaram-se bem melhor com a Commonwealth...

Ah .. e olha lá ...ainda não me disseste como se arrancam informações de bandidos.. concordas que não é com chá e torradas .. então é como ??
Já que és tão perspicaz .. diz-me lá ...estou esperando.. viu ?


Ah.. mais uma coisa .. deves um pedido de desculpa à memória dos mártires do holocausto por os colocares no mesmo nível dos bandidos de Guantanamo.
Se não fizeres o pedido de desculpa esse karma vai perseguir-te...

Publicado por: Cush às fevereiro 19, 2006 11:40 PM

Cush às fevereiro 19, 2006 11:40 PM

Eu não comparei as vítimas, comparei os algozes... Mas cada um vê só o que lhe convém... Quanto a arrancar informações de bandidos, há regras. Mas sobretudo é preciso ter a certeza de que os prisioneiros são bandidos. E como já foram soltos alguns dos presos de Guantanamo - três anos depois de presos - é porque alguns deles não eram bandidos... Se o caro Cush fosse preso, seviciado como aconteceu em Abu Grahbi, sem ter qualquer culpa, talvez já não fosse assim tão complacente relativamente à tortura e à prisão sem culpa formada... Mas, acima de tudo, não vale a pena combater o terrorismo se as armas desse combate forem iguais ao próprio terrorismo... A verdade é que os americanos - pelo menos os actuais detentores do poder político - não passam de um bando de celerados com quem devíamos cortar todas as relações. São eles os grandes agentes da instabilidade mundial e da subversão.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 20, 2006 12:04 AM

«Acho piada que na prática um preto na Europa não chegue a lado nenhum, mas nos EUA chegue a Mayor ou a Secretário de Estado e qualquer dia a presidente»

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 19, 2006 08:37 PM

É engraçado, não é?
Além do mais é uma injustiça para os pretos da Finlândia, da Suécia, da Dinamarca, da Irlanda, da Alemanha, da Rússia, da Itália, da Espanha, etc.
Eu, então, acho piada que nos Estados Unidos os ignorantes idiotas cheguem a presidentes e aqui, na Europa, não passem de comentadores de blogues...

Publicado por: Shadow às fevereiro 20, 2006 12:25 AM

«Ah .. e olha lá ...ainda não me disseste como se arrancam informações de bandidos.. concordas que não é com chá e torradas .. então é como ??
Já que és tão perspicaz .. diz-me lá ...estou esperando.. viu ?»

Publicado por: Cush às fevereiro 19, 2006 11:40 PM
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E quem é que diz que eles são todos bandidos? O Souto Moura?

Este reaças do Cush, que tem a mania que é esperto, fez-me lembrar aquela história do esqueleto do Átila.

Em 1938, foi encontrado na Alemanha um esqueleto que alguns diziam ser o do célebre chefe dos Hunos.

Goebbels, para tirar tudo a limpo, entregou a investigação à Gestapo:
— Vamos lá saber se este é ou não o esqueleto de Átila!

Passados três dias, chega um coronel da Gestapo e diz:
— Está confirmado, é mesmo o esqueleto de Átila.
Surpreendido com a rapidez, Goebbels pergunta:
— Como é que souberam?
Resposta pronta do coronel:
— É simples: ele confessou!

Publicado por: shadow às fevereiro 20, 2006 12:39 AM

Chamar idiota preto e ignorante a uma pessoa como Colin Powell .. é de uma arrogância ... sem limites ..


..Eu não comparei as vítimas, comparei os algozes... Mas cada um vê só o que lhe convém...
Albatroz há bocadinho ..

Não podes dissociar as vítimas dos algozes...muito menos quando acontece um holocausto ...

No caso de Guantanamo acontece uma punição... no caso de Auchwitz aconteceu um genocídio...
Não te podes atrever a misturar as coisas e tentar confundir os outros...

..Quanto a arrancar informações de bandidos, há regras..
Albatroz há bocadinho..

Mas .. na moral.. diz como se pode fazer ???será com panos quentes ?? ou paninhos quentes??
Como se arranca informação aos piores bandidos do mundo ???
Como ?? Por favor vê se respondes ...


Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 01:03 AM

E quem é que diz que eles são todos bandidos? O Souto Moura?

Este reaças do Cush, que tem a mania que é esperto, fez-me lembrar aquela história do esqueleto do Átila.

Em 1938, foi encontrado na Alemanha um esqueleto que alguns diziam ser o do célebre chefe dos Hunos.

Goebbels, para tirar tudo a limpo, entregou a investigação à Gestapo:
— Vamos lá saber se este é ou não o esqueleto de Átila!

Passados três dias, chega um coronel da Gestapo e diz:
— Está confirmado, é mesmo o esqueleto de Átila.
Surpreendido com a rapidez, Goebbels pergunta:
— Como é que souberam?
Resposta pronta do coronel:
— É simples: ele confessou!

Publicado por: shadow às fevereiro 20, 2006 12:39 AM

Ahahahaha bem sacado....

E terá sido com torradas que deram ao Átila ? Realmente ele devia tar cheio de fomaça...

Já que eu sou reaça .. tu deves ser progressista ..então vai daí que deves saber os métodos de arrancar informação a bandidos ..

Podes contar à malta como se faz ??

Achas que a galera que está em Guantanamo está a ser confundida com escuteiros que ajudavam velhinhas a atravessar a rua ??
O Souto Moura tb está metido no barulho ??Ele realmente tem cara de escuteiro...e de ingénuo ..como o Shadow ....

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 01:15 AM

Esta não é kpk mas é o com 300 ..nada mal..gulp... já está..

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 02:56 AM

e este é o 301 .. faltam dois pá kpk ..gulp.. seguido de bruack.. ( arroto )...

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 02:59 AM

esta já ninguém me tira ...

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 03:01 AM

gulp ... plim plão na kpk 303 às 3h3m da manhã..não é todos os dias... bluak ( lamber os beiços )...

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 03:03 AM

Eu pessoalmente não me referia só a Colin Powell mas principalmente a Condoleeza Rice e dizer que ela é estupida mostra bem a inteligencia de quem o diz. Tambem acho piada que o pais mais rico do mundo seja governado por idiotas, ainda bem que o nosso é governado por inteligentes, embora não perceba de que isso nos vale. Faz-me lembrar uma vez em que citei Reagan a citar Plutarco e alguem se indignou muito pois não convem perder esse último consolo que é o de sermos mais inteligentes e cultos que os americanos, não falo por mim pois eu sou só um "ignorante e idiota" comentador de blogs e espero ser isso mesmo toda a vida, um ignorante e idiota claro, nos EUA certamente seria presidente.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 20, 2006 05:31 AM

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 01:03 AM

Chamar idiota preto e ignorante a uma pessoa como Colin Powell .. é de uma arrogância ... sem limites ..

Pois é... Collin Powell não é idiota preto ou negro como lhe queiram chamar...foi apenas um idiota útil...não se lembram da sua apresentação de provas (na ONU) contra o Iraque...???tantas provas e nenhuma arma de destruição em massa!!!

Publicado por: amsf às fevereiro 20, 2006 10:32 AM

Acho uma certa graça a todo este anti-americanismo.

Por acaso já viram os EUA atacar algum país decente? Ah, já sei, "decente" é relativo. E é mera coincidência que nunca tenham atacado nenhum país desenvolvido.

Os EUA não são perfeitos, mas porra, são certamente melhores do que a alternativa de não existirem (caso em que neste momento falaríamos alemão ou russo, os que cá andassem, claro).

Publicado por: Incognitus às fevereiro 20, 2006 11:18 AM

?tantas provas e nenhuma arma de destruição em massa!!!

Publicado por: amsf às fevereiro 20, 2006 10:32 AM

O escuteiro Saddam , usou gaz para conseguir uma trégua com o Irão... mais tarde usou contra o próprio povo..os Curdos ..
Era a unica garantia para se aguentar no poder ... as armas quimicas são a bomba atómica dos pobres ...

Ora o Saddam como era escuteiro .. usou aquelas armas pq estava distraído...depois mais tarde deve ter-se arrependido muito e deve tê-las escondido nalgum buraco de areia ...(que é coisa muito rara no Iraque) por isso o Colin Powell nunca as conseguiu encontrar...

Claro que o Saddam sonha em voltar ao poder .. e nesse dia (de pesadelo ) vai desenterrar elas todinhas ....

Ou alguém acredita que o Saddam virou mesmo escuteiro ??

Ah ..ainda estou à espera que o estimado Albatroz e o Shadow me digam como se arrancam informações a bandidos..

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 12:02 PM

"vai desenterrar elas todinhas"
Não entendo porquê mas esta frase deixou-me meio desconsolado.

Publicado por: Paulo Portas às fevereiro 20, 2006 01:14 PM

Arrancar informações a bandidos?

Mário Soares e quejandos advogam o método do diálogo suave e pacífico.

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 20, 2006 02:32 PM

bof, eu então já não digo nada. Fiquei desasado com aquela declaração do presidente do Irão a dizer que queriam apagar Israel do mapa... É que o meu Pynto é judeu...

Mas porque será que caminhamos alegremente para a 3a guerra mundial, no 3o milénio, como se inevitável fosse? dir-se-ia que estava escrita pelo menos desde o 11 de Setembro, senão antes.

Aliás nesse dia 2/3 dos portugueses em sondagem diziam que ela tinha começado. Assim é.

Eu retiro-me dessa tristeza. Que erro civilizacional terá levado a isto? No berço da civilização aí vem o grande crash...

Conclusão: não teço loas a ninguém, não aplaudo ninguém nesta triste história, mas espero que Portugal e lusofonia se safem benzinho abram as portas a uma nova filosofia de simbiose no mundo, se é que ainda é possível.

Publicado por: py às fevereiro 20, 2006 02:53 PM

...um

Publicado por: py às fevereiro 20, 2006 02:54 PM

...dois

Publicado por: py às fevereiro 20, 2006 02:54 PM

plão!

Publicado por: py às fevereiro 20, 2006 02:55 PM

O Efête Barbelâta, como se diz aqui.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 20, 2006 03:06 PM

Ah ..ainda estou à espera que o estimado Albatroz e o Shadow me digam como se arrancam informações a bandidos..

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 12:02 PM

V. excia considera-os bandidos como consideraria qualquer índio americano em pleno séc. 18-19 bandido...qualquer negro que se revoltasse contra a escravatura...qualquer americano com tendências esquerdistas durante a caça às bruxas do Macartismo (anos 50)...qualquer Luther King que se opusesse à discriminação racial dos negros (anos 60 - EUA...qualquer militante do Greenpeace...etc! V. Excia, que admira tanto os americanos, deve saber que a independência americana foi conquistada por bandidos...ou pensa que os ingleses os rotulavam na imprensa como heróis da liberdade.Os activistas de uma causa (qualquer que ela seja)só ganham o hipiteto de heróis, de pessoas decentes se vencerem...se seguiu o caso de Mandela desde o início (anos 60) certamente rotulou-o de bandido...aliás Cuba devia exegir a devolução de Guantánamo (território) a Cuba...

Publicado por: amsf às fevereiro 20, 2006 03:07 PM

Publicado por: amsf às fevereiro 20, 2006 03:07 PM

So disparates.. mais logo respondo-te...

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 03:22 PM

Para mim o mundo é cinzento...nem é branco nem é preto...não sou nem pró Bush nem pró Bin Laden.

Publicado por: py às fevereiro 20, 2006 02:53 PM

Mas porque será que caminhamos alegremente para a 3a guerra mundial, no 3o milénio, como se inevitável fosse? dir-se-ia que estava escrita pelo menos desde o 11 de Setembro, senão antes.

Esta história começou antes do 11 Setembro...esta data foi apenas aquela em que a Al-Qaeda se revelou de forma mais espectacular...a CIA já atingira campos da Al-Qaeda no Sudão e Afeganistão...já tentara assassinar o Bin Laden..esta já fizera explodir 2 embaixadas americanas no Quénia e Tanzânia (mais de 200 mortos inocentes)...quem começou não sei mas o que sei é que se desenrola uma guerra de baixa intensidade entre capitalismo e islamismo...qualquer das duas filosofias não me agradam pois sou anti-consumismo e ateu.

Publicado por: amsf às fevereiro 20, 2006 03:31 PM

Para vossa ilustração aqui vai um texto aparecido num blogue de apoio aos militares americanos no Iraque:

"AS,

Well written, son. You keep on doing what you are doing. You are part of the best trained, best equipped, and most moral fighting force in history. There isn’t an organization in the world that can do what you and your shipmates are doing to improve the world. You guys are better than the Red Cross, CARE, or the UN at eliminating injustice and teaching people everywhere to stand on their own two feet and take charge of their own civilization.(...)

(...)Just because a goal like changing the Muslim world for the better, and eliminating terrorism is difficult to achieve doesn’t mean we shouldn’t be trying to make those changes. If things were easy, we’d be using the Girl Scouts.

You and your mates are the instrument of that change. Don’t lower your eyes when you look at the haters. You look right back at them and let them know we aren’t afraid of their hatred. We will fight them until their country and our country is free and safe or we will kill them and anyone else who comes along with their attitude.

The country is proud of you, and we understand it is not a pleasant job, but it must be done. And only Men like you, doing your duty, can make it happen. God bless you all. Stay alert, and come home safe to us when your job is done.

Subsunk"

Julgo que não será necessário esmiuçar este fantástico texto para que se torne claro que espécie de gente são estes novos SS...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 20, 2006 03:44 PM

Há por aí quem acredite firmemente que a 3ª Guerra Mundial vai começar no próximo dia 9 de Março.
Será mesmo?

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 20, 2006 03:52 PM

"If things were easy, we’d be using the Girl Scouts."

Esta é mesmo gostosa!...

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 20, 2006 03:59 PM

Publicado por: Albatroz às fevereiro 20, 2006 03:44 PM

Para mim essa carta se fosse assinada por um muçulmano (com uma linguagem mais religiosa)e enviada a um membro da resistência iraquiana não me causaria qualquer estranhesa...ambos os combantentes são indivíduos fortalecidos por uma lavagem cerebral que não tem nada de misterioso...nós ocidentais (civís) somos vitímas do mesmo (de forma mais sofisticada)bem como os muçulmanos (menos sofisticada e mais emocional)...
Resumidamente tal como o capitalismo e comunismo degladiaram-se usando os povos do terceiro mundo como carne para canhão agora os poderosos do capitalismo ocidental e capitalismo muçulmano degladiam-se para garantir reservas seguras de combustível e áreas de influência...

Publicado por: amsf às fevereiro 20, 2006 04:02 PM

Há um tempo atrás saiu um artigo na revista TIME com uma entrevista a um angariador de homens bomba iraquiano (e tambem mulheres e crianças claro). Explicava que a maioria desses homens vinham de outros paises arabes que não o Iraque, paises como a Arábia Saudita. A sua distinção teológica entre o caminho dos homens bomba e dos soldados da guerrilha fazia-me lembrar uma versão mórbida do Pequeno e Grande Veiculo Budista. Ele explicava que os homens bomba acreditavam em chegar ao céu de uma forma rápida e imediata, matando o máximo de americanos possiveis enquanto os soldados Iraquianos acreditavam em conquistar o céu progressivamente matando americanos aos poucos. Ficou um pouco sem resposta quando o repórter lhe lembrou que a maior parte das vitimas dos homens bomba tinham sido civis iraquianos. Realmente os americanos são muito pior que esta gente, eu apenas não entendo porquê e entendo menos ainda quem procura argumentos para justificar o que os terroristas fazem.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 20, 2006 08:25 PM

«Tambem acho piada que o pais mais rico do mundo seja governado por idiotas, ainda bem que o nosso é governado por inteligentes, embora não perceba de que isso nos vale»

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 20, 2006 05:31 AM

Eh pá, tu a achares piada a tanta coisa deves levar a vida a rir. Se calhar é por isso que ainda não percebeste que não é a Casa Branca quem governa os Estados Unidos

Publicado por: Secretário da administração da JPMorgan Chase & Co às fevereiro 20, 2006 09:46 PM

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 20, 2006 08:25 PM

Há demasiadas coisas que não entendes. Já tens idade para conheceres um bocadinho mais do mundo

Publicado por: Este mundo é assaz complexo às fevereiro 20, 2006 09:50 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ss às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ss às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ss às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ssffffff às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ss às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ss às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ss às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ss às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ssffffff às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

joana q saudades dos teus belos brooochessss

Publicado por: ss às fevereiro 20, 2006 11:34 PM

Ah ..ainda estou à espera que o estimado Albatroz e o Shadow me digam como se arrancam informações a bandidos..

Publicado por: Cush às fevereiro 20, 2006 12:02 PM

V. excia considera-os bandidos como consideraria qualquer índio americano em pleno séc. 18-19 bandido...qualquer negro que se revoltasse contra a escravatura...qualquer americano com tendências esquerdistas durante a caça às bruxas do Macartismo (anos 50)...qualquer Luther King que se opusesse à discriminação racial dos negros (anos 60 - EUA...qualquer militante do Greenpeace...etc! V. Excia, que admira tanto os americanos, deve saber que a independência americana foi conquistada por bandidos...ou pensa que os ingleses os rotulavam na imprensa como heróis da liberdade.Os activistas de uma causa (qualquer que ela seja)só ganham o hipiteto de heróis, de pessoas decentes se vencerem...se seguiu o caso de Mandela desde o início (anos 60) certamente rotulou-o de bandido...aliás Cuba devia exegir a devolução de Guantánamo (território) a Cuba...

Publicado por: amsf às fevereiro 20, 2006 03:07 PM

Estás completamente enganado a meu respeito..

Acredita se quiseres ..mas eu emocionei-me qd vi o Colin Powell ser nomeado secretário de estado ... e voltei-me a emocionar qd vi a Condolezza Rice ser nomeada para o mesmo cargo...e fiquei emocionado qd vi Muhammad Ali ( Cassius Clay ) na abertura dos jogos olimpícos de Atlanta em 1996 a acender a chama olímpica..(Um negro .. uma negra e um deficiente..a representar os USA )
Os exemplos para o mundo são pretty obvious ..no entanto ..são rotulados de hipócrisia ...
Inveja ..meu caro .. é do que vc sofre...

Para consolidar um pouco mais este ponto de vista quero que vc entenda que eu entendo que existem duas coisas distintas naquilo que vc refere...e omite..

1º existem lutadores pela liberdade como Mandela ...

2º Existem individuos que atingem o poder ..e revelam MÁ ÍNDOLE como Hitler...

A partir daqui vc não pode meter no mesmo saco todos os que se revelam combatentes...

Por outras palavras vc tem que criar 2 ( DOIS ) sacos ...

Num podes meter todos os Mandelas e Martins Luther Kings de todo o mundo ..

No outro .. podes meter todos os Hitlers e
Talibans de todo o mundo ...

Para que se te dissipem duvidas ..do saco dos Mandelas e dos Mahatma (grande alma) Gandhi..jamais enviariam aviões contra torres..

Portanto .. por exclusão de partes ...

Em guantanamo só estão bandidos ....neste caso encaixam no padrão de Talibans...estão a comer o pão que o diabo amassou...nada mais para além do que merecem...

Agora ... depois de explanados estes considerandos ... venho relembrar ao meu amigalhaço Albatroz e a Sombra que ainda não me explicaram como se arrancam informações de bandidos...Já que ficou provado que existem bandidos .... ou para ti Asmf Hitler tb é um herói ???

O vosso silêncio não vos traz prestígio...

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 01:28 AM

Eh pá, tu a achares piada a tanta coisa deves levar a vida a rir. Se calhar é por isso que ainda não percebeste que não é a Casa Branca quem governa os Estados Unidos

Publicado por: Secretário da administração da JPMorgan Chase & Co às fevereiro 20, 2006 09:46 PM

Ó Atomsmith ..deixa-me limpar este...

Pois então sr. secretário ... os Estados Unidos são uma máquina que se auto governa ...a produção dos Estados Unidos financiada pelo seu próprio povo.. é algo de incomparável e não se realiza por decreto ...
Logo ... ( estou muito matemático.. influências ..)..os USA são governados pela própria sociedade ..entendu ?
Remember( as you very much well know..) que as Bolsas americanas movimentam mais grana que todas as outras bolsas do mundo juntas ...só no NYSE as empresas lá representadas , valem 20 trilhões de USD....é moli ?? ou queres mais ???Alguém tem que trabalhar .. né ???

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 02:16 AM

to beat poverty we all have to work together ... Bono às 11.45 ( live ..no Morumbi ..S.Paulo ) em directo na TV Globo ... ganda concerto...que tá a ser.. vou ver...inté..

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 02:47 AM

Só quem não conhece a sociedade americana - ou a conhece mal - pode ignorar o carácter intrinsecamente violento dos americanos, na sua generalidade. Há americanos cultíssimos, sensiveis, inteligentes e bons. A maioria dos americanos não está, no entanto, nessas categorias. Basta ver o direito constitucional dos americanos de andarem armados para se perceber o que por lá anda. Basta ver o número impressionante de condenações à morte - por vezes de adolescentes, a maioria das vezes de pessoas pertencentes a minorias étnicas - para se perceber que lá é "olho por olho, dente por dente", como nas sociedades primitivas. Tendo vivido nos Estados Unidos e trabalhado para empresas americanas, tive a oportunidade de assistir a cenas de violência urbana impensáveis na maior parte da Europa. O próprio desprezo pelos pobres, pelos fracos, é sinal da brutalidade de uma sociedade. Não admira que se comportem como selvagens no Iraque (Abu Grahib), e que tenham impulsos imperialistas na América Latina. Com sorte, talvez dentro de cem ou duzentos anos se possa conviver com os americanos, vistos no seu todo. Para já, seria bom pô-los de quarentena no seu próprio território, até aprenderem a comportar-se de forma civilizada.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 21, 2006 09:17 AM

Para continuar a apreciar o espírito americano:

"~ Prayer for Our Soldiers ~

O Lord, to you we bring our plea,
We humbly ask on bended knee,

We pray that You would be a shield,
That around our soldiers, evils yield.

We pray that from each new day’s start,
You’d bless them with a fearless heart.

We know that there’s a time for war,
Lord, Bless this cause they’re fighting for.

Help them bravely fight the fight,
Guide them always with Your might.

Be there Lord, when times grow lonely,
Help them feel Your Spirit only.

Lift them up and draw them near,
Kiss away each salty tear.

Hold them close ’til there’s no doubt
Of what Your Love is all about.

Guard their feet on rocky trails,
Guard their minds, so they’ll not fail.

We pray that not one weapon prospers,
And that no act of terror fosters,

Against our beloved soldiers here,
For Oh Sweet Lord, we hold them dear!"

Como se pode ver, só os americanos têm Deus, só eles são merecedores da protecção divina. Os muçulmanos são criaturas do demónio, Allah (ou Alá, à portuguesa) é um deus menor que não prevalecerá contra o formidável deus americano, senhor do bom combate contra os infiéis. Este é o espírito medieval que prevalece nos Estados Unidos. Esta é a blasfémia máxima de quem não acredita em Deus, mas sim numa versão cristianizada de Marte, deus da guerra. São estes os primitivos que Cush tanto admira...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 21, 2006 09:28 AM

Mas também há soldados americanos capazes de escrever isto:

"What is the human condition? Here in Iraq we fight terrorists and insurgents. We give them names (haji, towel head, rag head) to peal away their humanity. We focus only on the horrible things that have happened so that we can bring ourselves to kill, but in doing so we too become changed. No longer do we fit in when we get home. We become outsiders and misfits amongst our own families and distance ourselves as others too distance themselves from us.

Alone, it becomes easier with time to be that way. You can't let others know the things you have done because they would never understand and it would only serve to make us even more alone.

We must build as well; we become so proficient at building that we could be engineers. Walls are our specialty, so we build them thick and high around ourselves. Theses walls shut out all the pain and hurt we feel when others can't seem to understand why we are the way we are, or when they judge and condemn us as if they were God Himself. The walls don't just keep those things out, but they serve to keep so much in as well. All of it, the guilt, the pain, and the fears we have can be kept deep inside where nobody will have to see them except ourselves.

That is ok though, because from there we can learn one last and important skill, that of the beast tamer. Like a monster everything we keep inside locked away can take on a mind of its own creating even more pain. Some of us fall apart at this point, hitting the ground so hard that we decide we can not get up and so it ends.

The rest of us learn tricks to keep that beast inside so that nobody will ever have to see how much of a monster we have become. In doing so we can continue our walk through life. That is the soldier's cost of war, and it is ours to bear alone until the end."

Há quem mate, mas saiba como matar os transforma. São esses que podem um dia vir a transformar a sociedade americana em qualquer coisa de tolerável.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 21, 2006 09:36 AM

Copy/ paste de textos que vêm sabe Deus de onde ...

Não me diz nada ...

Gostava de saber ..Albatroz .. de uma vez por todas .. como se arranca informação a bandidos ??? Sempre é com chá e torradas ???

Dizes muito mal dos Americanos ...mas vou-te dar mais outro exemplo ...

No Brasil não há pena de morte nem prisão perpétua ..
Um dos resultados .. é que no Rio de Janeiro morrem 17 polícias por MÊS !!!de forma violenta ..
Em Nova Iorque morre 1 polícia por ano ..
Dito pelos próprios Brasileiros...

E agora Albatroz ??? Afinal qual é o país mais violento ?

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 11:26 AM

e a próxima já não me escapa

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 11:28 AM

plim plum

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 11:29 AM

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 01:28 AM

e fiquei emocionado qd vi Muhammad Ali ( Cassius Clay ) na abertura dos jogos olimpícos de Atlanta em 1996 a acender a chama olímpica..(Um negro .. uma negra e um deficiente..a representar os USA )

Muhammad Ali ( Cassius Clay )Doente sim mas
deficiente!? Penso que não foi nesta qualidade que foi convidado...


Publicado por: amsf às fevereiro 21, 2006 12:27 PM

Queres um copy/paste ?

Pega lá então....

21/02/2006
O perigo dos seres invisíveis
Nunca se conseguirá entender a insegurança generalizada, especialmente nas grandes cidades, sem ter em mente a estatística que acaba de ser divulgada pela Folha: 27% dos jovens de 15 a 24 anos não trabalham nem estudam em oito regiões metropolitanas. Ou seja, são socialmente invisíveis --e, nessa invisibilidade, reside uma das incubadoras, certamente a maior, da violência. Isso significa quase dois milhões de brasileiros.

Temos aí uma das maiores bombas brasileiras: seres com toda a energia com baixa perspectiva ou, na maioria das vezes, sem perspectiva, vítimas da escolaridade sofrível e do crescimento pífio.

Vivem isolados em guetos, zanzando pelas periferias e, muitos deles, encontram no crime organizado fonte de sobrevivência e na violência um mecanismo para liberar o ressentimento pela exclusão, ou seja, pela crônica invisibilidade. Nada, nem remotamente, é tão ameaçado a paz do brasileiro com esse fato.

Apesar disso, ainda engatinham os programas para lidar com os jovens sem perspectiva. Se os candidatos a governador e presidente tiverem um mínimo de bom senso colocarão esse tema no topo de suas agendas." ...

Não existem sociedades perfeitas ..como não existe m seres humanos perfeitos...

Com certeza os Estados Unidos têm muitos defeitos..mas pela amostra junta ... quem não tem ??

Os Europeus ??? Ainda há bem pouco tempo andavam engalfinhados uns nos outros ... ou correctamente .. e para tentar ser justo .. havia os " Bons" os Aliados que tiveram de se defender de doidos perigosíssimos os " Maus"..

Não se pode falar assim ?? Os Maus ?? Não há maldade intrínseca ? Não existe má índole ??Hitler era um escuteiro ?
Como se arrancaria informações de um bandido como Hitler ??Com chá e torradas ? Ou seria à estalada? No mínimo !!!???

Alguém para se perpetuar no poder ..que vergasta em publico uma mulher porque mostra os tornozelos .. é dos Bons ?? ou dos Maus ??
A pergunta é tão simples ..que parece extremamente estúpida...só um ser abestalhado não sabe responder correctamente ..
E esses sim.. são os verdadeiros Auchwitz da nossa era..não o tropical guantanamo .. eu acho que se fosse eu punha-os no Alaska...para eles se aperceberem a todo o momento do que são dores nos tornozelos e tudo o que isso simboliza ...

Sabes Albatroz .. é que aqui .. a questão de fundo .. é que eles os " Maus" acreditam mais do que nunca .. que vão ganhar..a guerra .. e tb te digo .. mais do que nunca ... isso é possível...


Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 12:33 PM

Muhammad Ali ( Cassius Clay )Doente sim mas
deficiente!? Penso que não foi nesta qualidade que foi convidado...


Publicado por: amsf às fevereiro 21, 2006 12:27 PM

Pois é ...mas o que se retém .. é que no momento em que todo o mundo especta que o país que já foi à lua mostre algo que realmente o mova ...
ele mostra ..gratidão ..reconhecimento ... ele mostra um enfraquecido .. e mostra que o que o move ...é que ...não esquece...antes pelo contrário... e cuida..( como canta o Caetano Veloso .. qd a gente gosta .. é claro que a gente cuida ..)

Como os estados unidos evoluiram .. há uns anos Cassius Clay foi preso por se ter recusado a ir ao Vietnam ..há 10 anos foi apresentado ao mundo como símbolo ...Depois contrataram um negro para os representar no mundo... e agora uma negra ... que blasfémia..???!! seria considerado há 30 anos ...!!!

No entanto tudo sempre é considerado hipócrisia ..porra véio..na moral...

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 12:56 PM

«os USA são governados pela própria sociedade ..» ?????

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 02:16 AM

Cush, man, já passaste o prazo de validade. Será que pensas que alguém papa essas histórias da carochinha? Os EUA governados pelo próprio povo? Nem o Bush seria capaz de dizer isso.

A propósito dos pretos americanos. Sabes qual é a percentagem de desemprego entre os pretos? A percentagem de insucesso escolar? O salário médio? etc

PS - Tás convencido que és a reserva moral do blogue da Joana? Vai mas é comer a papa

Publicado por: Americano a viver abaixo do limiar da miséria às fevereiro 21, 2006 01:21 PM

Publicado por: Cush às fevereiro 21, 2006 12:56 PM

Como os estados unidos evoluiram .. há uns anos Cassius Clay foi preso por se ter recusado a ir ao Vietnam ..há 10 anos foi apresentado ao mundo como símbolo ...Depois contrataram um negro para os representar no mundo... e agora uma negra ... que blasfémia..???!! seria considerado há 30 anos ...!!!

Os impérios são assim mesmo...bélicistas e integradores...acredito que daqui a 20 anos terão muçulmanos em lugares proeminentes da administração americana...mais uma vez poderá dizer "Como os estados unidos evoluiram ..." mas uma coisa não muda, a necessidade de conquistarem "espaço vital" à custa de terceiros até que o planeta terra forme uma única nação (a China terá que ser lançada numa guerra cívil antes de ser militarmente atacada)culturalmente americana mas não necessariamente económicamente americana...as élites económicas tem mais interesses comuns entre elas do que com os povos dos respectivos países...ao contrário do que afirma acima o dinheiro que passa pelas bolsas americanas é maioritáriamente estrangeiro...o capitalismo é global pelo que qualquer "jogada" americana (bem feita) vem beneficiar as elites económicas dos diferentes países mais do que o cidadão americano comum...

Publicado por: amsf às fevereiro 21, 2006 03:34 PM

Caro Albatroz não vá pensar que a convivência com o meu amigo Cush me posicionou para outro extremo. Também conheço algo dos EUA e recusei-me sempre a ir para lá fazer doutoramento e pós-doutoramentos precisamente porque a violência zinha que senti em N York no relacionamento entre as pessoas me desagradou profundamente. Aliás mantenho que a prosperidade dos EUA é a de uma economia de guerra, desde a 2a GM para cá.

Tirem-lhes a guerra da Coreia, do Vietnam, as intervenções na América Latina, as invasões do Iraque, etc., e tudo aquilo já tinha sossobrado numa implosão armada.

No entanto fiquei desasado com a declaração do presidente do Irão sobre Delenda Israel, como Delenda Chartago pronunciado uns milhares de anos antes por Scipíão em Roma. Consumado aliás. Arrogância mortal dos Impérios.

Não posso portanto tomar outra posição na 3a GM que não seja o "nem, nem" mesmo não sabendo o que possa significar no concreto.

Interessa-me mais a interpretação neomalthusiana do fenómeno. Que erro civilizacional estará por detrás? Ou será apenas a manifestação de um excesso de pressão demográfica ligada à escassez dos recursos (como o Cush me chamos a atenção a água é um aspecto fulcral) que levou a uma lófgica territorial de exclusão ao invés de inclusão da diversidade?

Quanto ao Cush copmo bons amigos sabemos conviver com as nossas diferenças, que nos obrigam a repensarmo-nos...


Publicado por: py às fevereiro 21, 2006 03:47 PM

Albatroz, diz lá quem é que faz uma guerra ou fez uma guerra no passado, e tenha como exemplo "pior" uma coisa como Abu Ghraib.

Acho que não estás a medir bem as coisas.

Publicado por: Incognitus às fevereiro 21, 2006 04:02 PM


Publicado por: Incognitus às fevereiro 21, 2006 04:02 PM

"quem é que faz uma guerra ou fez uma guerra no passado, e tenha como exemplo "pior" uma coisa como Abu Ghraib."

Qualquer guerra produz situações semelhantes a Abu Ghraib e muito piores ...o problema está em nos quererem vender a imagem de uma guerra limpa...sem sofrimento...sem mortes...quando à partida todos deviamos saber que isso não existe...as guerras podem produzir menos vítimas do que no passado mas deixam um sentimento de consciência limpa para o soldado bem como para o espectador...a ausência de trauma de guerra para o combatente, a tecnologia etc acabam por facilitar o apelo às armas pois a guerra só é real para as vitímas, para o soldado tecnológica ela é um jogo de vídeo...entramos num sistema em que o inimigo é previamente desumanizado via desinformação e tarnasse tão fácil carregar num botão a centenas de metros de altitude e no dia seguinte regressar a casa com as mãos e a consciência limpa...

Publicado por: amsf às fevereiro 21, 2006 04:29 PM

Incognitus às fevereiro 21, 2006 04:02 PM

Incaganitus, só tens caca na cabeça.
O «pior» não é matar, mesmo que sejam crianças, mulheres e velhos, como os EUA fizeram no Iraque e como já tinham feito antes no Vietnam.
Porque matar-se o inimigo não significa não o respeitar e matar civis inocentes pode ser um acidente, uma consequência inevitável ou uma necessidade indispensável para o sucesso de uma operação militar.

O «pior» é humilhar, torturar e assassinar prisioneiros, com a agravante de, em muitos casos, eles serem inocentes de qualquer crime.

O «pior» é a manifestação do mais bárbaro desprezo pela vida e pelos direitos de civis iraquianos apanhados em rusgas policiais e sobre os quais é descarregada toda a violência do ódio racial e da impotência pela eliminação de inimigos aos quais não se consegue deitar a mão.

Mas isso tu não percebes, Incaganitus, porque só tens caca na cabeça

Publicado por: Agrimensor às fevereiro 21, 2006 04:51 PM


Porque os meus óculos são cinzentos e não brancos ou pretos recuso-me a subscrever as posições extremistas de qualquer das partes...

Publicado por: amsf às fevereiro 21, 2006 05:07 PM

O Império parece querer mostrar e demonstrar que a estratégia terrorista tem como resposta esmagadora o desrespeito absoluto por qualquer Nação, por todas as Convenções dos Direitos Humanos, e por todas as Instituições Internacionais. Desde Genebra até à ONU.
O Império, com um déficit comercial astronómico e o seu dólar prestidigitador, é tão excepcionalmente perigoso para a Paz no Mundo como o próprio terrorismo. É mesmo isso o que pretende mostrar e demonstrar. Porque o Império também sabe que os Impérios morrem.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 21, 2006 06:04 PM

"Gostava de saber ..Albatroz .. de uma vez por todas .. como se arranca informação a bandidos ??? Sempre é com chá e torradas ???"

Para acabar com esta pergunta tão inutil como cansativa declaro ser minha opinião que não se arrancam informações a bandidos. Um bandido verdadeiramente motivado nunca fala. Pode ser morto, mas não fala. Só fala quem não está verdadeiramente motivado, e esses a seu tempo falarão, mesmo sem tortura. A tortura não só é um crime horrivel como é inutil, e coloca o "bom" ao mesmo nível do "mau". Aliás, um "bom" capaz de torturar nunca foi "bom". Foi sempre um celerado disfarçado de "bom". Os americanos responsáveis pelas sevícias em Abu Grahib são tão bons como o Bin Laden. E já nasceram assim. E aqueles que lhes deram ordens para torturar não são melhores. Eu vi (e é a primeira vez em quarenta anos que me refiro a isto) um prisioneiro ser torturado, em Angola, em 1966 - e nem sequer se chegou a extremos comparáveis aos de Abu Grahib - e esse é um horror que me acompanhará até ao fim dos meus dias, apesar dele não ter participado senão como testemunha involuntária. Por isso não me apetece discutir esta questão com teóricos incapazes de imaginar a degradação que atinge tanto os torturadores como os torturados. Um país capaz de utilizar a tortura de forma rotineira é um país de bandidos e de filhos de puta sem remissão.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 21, 2006 06:42 PM

não é nenhum país que usa a tortura - são marginais que não tiveram outra saida de vida senão alistar-se nas forças armadas.
Este processo funciona em ordem a garantir a apropriação da totalidade do sistema por uma determinada classe social.Que o Albatroz chama, e bem de Oligarquia
É essa classe social que utiliza a tortura, sobre outras classes sociais - lá longe (da vista e do coração) - porque se fosse um esquema utilizado em proximidade nos dias que correm,,, procedia-se como no século XIX - um tiro nos cornos e estavam arrumados.

Publicado por: xatoo às fevereiro 21, 2006 08:22 PM

Albatroz, meu caro, os meus respeitos e a minha inteira solidariedade.
Essa é a resposta que merecem os fala barato

Publicado por: Um ao acaso às fevereiro 21, 2006 08:37 PM

não é nenhum país que usa a tortura - são marginais que não tiveram outra saida de vida senão alistar-se nas forças armadas.

Publicado por: xatoo às fevereiro 21, 2006 08:22 PM

Tem que se desculpar o Xatoo. Não percebeu que quem tortura e mata os prisioneiros não são os magalas que aparecem nas fotos, mas sim os oficiais dos serviços de informação e o pessoal especializado da CIA.
O Xatoo nem sabe que quem avalizou pessoalmente a tortura dos prisioneiros foi o secretário da Defesa. É certo que Rumsfeld também é um marginal, mas teve outras «saídas de vida»...

Publicado por: Um que não vê o filme ao contrário às fevereiro 21, 2006 08:45 PM

Ainda cá estão?

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 22, 2006 12:11 AM

One at a time ...

.o capitalismo é global pelo que qualquer "jogada" americana (bem feita) vem beneficiar as elites económicas dos diferentes países mais do que o cidadão americano comum...

Publicado por: amsf às fevereiro 21, 2006 03:34 PM

Então se as empresas cotadas estão sediadas nos USA .. como não fica lá a grana ??O que tu estás a confundir .. é que para além da grana deles .. ainda vai para lá a grana dos outros ...

Ou por outras palavras .. a maneira mais fantastica de obter financiamentos para projectos vem do povo americano .. e ainda vem de estrangeiros

Estimado Albatroz.. não sei se reparaste mas não respondeste à minha pergunta ...

dizes a certa altura que ..." Só fala quem não está verdadeiramente motivado, e esses a seu tempo falarão, mesmo sem tortura....

Pronto .. agarrando neste argumento vou tentar desmontá-lo...
Qual o critério de avaliação de motivação ?
A criar um ...teriamos que quantificá-lo..
Iriamos chegar à conclusão que haveria uns que estariam 10% motivados .. outros 30..40 e por aí fora ..

Ora .. aos que estão 10% motivados .. um berro deve chegar ...mas para quem já está 20% motivado já é capaz de levar um estalo para aclarar as ideias ..quando chega aí aos 70 % a coisa é séria ..e ... dependendo da importância de uma informação a "extrair" muita coisa pode acontecer ..... eu falo por mim... cada um fala por si...
mas se eu tivesse à minha frente um hitler que soubesse o código de uma ameixa nuclear pronta a explodir ... por exemplo em Lisboa ... bem... qts de vós iria esperar por " ... e esses a seu tempo falarão, mesmo sem tortura..."

Toda a guerra é má .. toda a tortura é má .. mas quem é que se amandou pás Torres ?Vamos ficar à espera de ameixas atómicas ? Ou vamos pô-los " on the run " ?

..."Por isso não me apetece discutir esta questão com teóricos incapazes de imaginar a degradação que atinge tanto os torturadores como os torturados.."...

Bem .. eu qd vejo imagens de Abu Graihb vejo os prévios torturadores a ter uma amostra do que eles próprios faziam...e lembro-me das vitimas deles...

Eles faziam isso e mil vezes pior .. a inocentes que eram perseguidos políticos ...
Os ex torturadores estão a sentir na pele uma pequena amostra ...do próprio veneno..
Antes .. eles pregavam as linguas de inocentes com pregos ..em mesas...

Ah e pela tua experiência Albatroz talvez possas ser uma testemunha viva de que afinal em Angola não se tratava de guerra ..mas antes policiamento..afinal assististe a coisas ..por comparação bem mais leves...e havia quem dissesse isso há uns anos ...e havia tb quem contasse que a pistola metralhadora FBP .. era a arma mais perigosa do mundo .. pq disparava em rajada com um simples solavanco..e havia tb quem contasse .. que esses acidentes com essa arma .. foram a principal causa de baixas.. no nosso exército...


" ...são marginais que não tiveram outra saida de vida senão alistar-se nas forças armadas....."

Publicado por: xatoo às fevereiro 21, 2006 08:22 PM

Chamar marginais às pessoas que em 1º lugar oferecem a própria vida pela pátria .. em caso de necessidade ....faz lembrar a história do espelho deflektor ...vê lá xattossinho não vás tu ser classificado de marginal...por ti próprio...


E por ultimo ..

Publicado por: Americano a viver abaixo do limiar da miséria às fevereiro 21, 2006 01:21 PM

Qd vais deixar de ser preguiçoso e passar a viver acima do limiar ??

Publicado por: Cush às fevereiro 22, 2006 01:35 AM

Por princípio considero que os meus contraditores são sempre pessoas inteligentes. Considero por isso que Cush é uma pessoa inteligente. Considero portanto que ele percebe os meus argumentos e que percebe o que valem os dele. Se insiste em argumentos com mais buracos do que uma peneira a culpa não pode ser dele, tem de ser do clima onde se encontra. Vou pensar em mandar-lhe um chapéu de palha...

Estar motivado é como estar grávida, ou se está ou não se está. Não há percentagens de motivação como não há percentagens de gravidez.

Admitamos que eu tinha em meu poder um facínora que sabia onde estava colocado um engenho nuclear em Lisboa, pronto a explodir. Mesmo sabendo que nenhuma tortura o obrigaria a falar, podia estar até certo ponto desculpado se tudo fizesse para o obrigar a revelar a localização de tal engenho. Mas é ridículo pensar que as vítimas de tortura em Abu Grahib tinham conhecimento de situações de uma tal gravidade, e é até ridículo pensar que todas elas tinham sequer ligações com os insurrectos. A tortura aplicada pelos americanos é apenas manifestação de sadismo, aliado a uma forte dose de estupidez.

"Toda a guerra é má .. toda a tortura é má .. mas quem é que se amandou pás Torres?"

Nenhuma das vítimas da tortura americana tiveram alguma coisa a haver com o atentado de 11 de Setembro. Saddam Hussein nada teve a haver com esse atentado. Se a justificação da guerra e da tortura é essa, estamos conversados. E eu mandarei DOIS chapéus de palha para o Cush...

"Bem .. eu qd vejo imagens de Abu Graihb vejo os prévios torturadores a ter uma amostra do que eles próprios faziam...e lembro-me das vitimas deles..."

Bom. Chegarão TRÊS chapéus de palha?... É que o sol parece estar mesmo muito forte aí por essas bandas...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 22, 2006 09:14 AM

Para o Cush, a América no seu esplendor...

"Officials in California have indefinitely postponed the execution of a convicted murderer saying they could not comply with a judge's ruling that medical professionals assist in carrying out the death sentence.

Michael Morales had been due to be executed at 12.01am (0801GMT) on Tuesday morning at California's San Quentin prison.
However, the sentence was initially postponed after anaesthesiologists required for the lethal-injection procedure refused to take part based on moral concerns.

Officials then rescheduled the execution for 15 hours later, planning to carry out the sentence using a single lethal dose of sedatives.
That too was eventually called off after it became clear that they could not find a medical expert willing to administer the dose, as ordered by a federal judge.

The anaesthesiologists had been brought in after Morales' lawyers argued that the three-part lethal injection process violated the Eighth Amendment prohibition against cruel and unusual punishment in the US constitution.

The lawyers said a prisoner could feel excruciating pain from the last two chemicals if he were not fully sedated.

The two anaesthesiologists who were going to be present objected to that they might have to advise the executioner if the inmate woke up or appeared to suffer pain.

"Any such intervention would clearly be medically unethical," the doctors, whose identities were not released, said in a statement. "As a result, we have withdrawn from participation in this current process."

A week earlier, in response to Morales' lawyers, US District Judge Jeremy Fogel had given prison officials a choice: bring in doctors to ensure Morales was properly anaesthetised, or skip the usual paralysing and heart-stopping drugs and execute him with an overdose of a sedative.
Following the initial delay when the anaesthesiologists refused to take part, prison officials had planned to press forward with the execution on Tuesday night using the second option.

Fogel approved that decision, but said the sedative must be administered in the execution chamber by a person licensed by the state to inject medications intravenously.
It subsequently became clear that prison officials could not find any such medical professional and as a result the prison warden decided to "stand down" the execution.

"We are unable to have a licensed medical professional come forward to inject the medication intravenously, causing the life to end," Vernell Crittendon, a spokesman for San Quentin State Prison said.

It was unclear when Morales' execution would now be carried out, but the delay could last for months because of legal questions surrounding California's method of lethal injection.
The incident has renewed a long-standing ethical debate about the proper role of doctors in executions and the suitability of the lethal injection method used in California and 35 other states.

The American Medical Association, the American Society of Anaesthesiologists and the California Medical Association all opposed the anaesthesiologists' participation as unethical and unprofessional.
Morales himself was moved off death row pending a court hearing expected in early May on the mechanics of the lethal injection process.
Morales was sentenced to death in 1983 for killing 17-year-old Terri Winchell, who was attacked with a hammer, stabbed and left to die half-naked in a vineyard.

Winchell's mother, Barbara Christian, said she was outraged by the repeated delays in carrying out the execution.

"I'm totally disillusioned with the justice system. We've been waiting 25 years with the expectancy that he is gonna pay for his crimes," she said.
"It feels like we just got punched in the stomach."

Publicado por: Albatroz às fevereiro 22, 2006 09:33 AM

esta é minha ... plim plão mais uma kpk

Publicado por: Cush às fevereiro 22, 2006 11:25 AM

JOANA GOMES

Não pude conter as lágrimas,embora a não conhecesse pessoalmente.

Com o nick ZEUS 8441 pude trocar com ela ideias e acusações inocentes.

Assistiu-me a honra de ter sido "objecto" de alguns dos seus escritos.

Morreu a Joana Gomes,o meu "D.João II", Principe Perfeito,como eu julgara que fora.

Por que terá sido que Deus.........?

Que descanse em Paz !


Publicado por: ZEUS8441 às fevereiro 22, 2006 01:27 PM

O nosso problema Albatroz .. é que nós nem Portugal temos como gostaríamos ... qt mais os outros países...

Fica fácil chegar à conclusão que nunca ninguém fica agradado com nada ...

Voltando à vaca fria ... podes mandar os chapéus .. obrigado .. se calhar é mesmo do sol..

Mas ..não te esqueças de te agasalhar tb pq senão tb podes ficar meio adoecido...

Olha .. sem querer ser xatto .. e apenas tentando ser Cush quero lembrar-te que foste tu próprio que disseste que tem uns mais motivados que outros ..

O exemplo da gravidez .. desculpa que te diga mas é muito fraco.. porque com certeza ..já ouviste dizer " .. aquele está fortemente motivado " mas nunca ouviste dizer que fulana está fortemente engravidada..

Mas a motivação .. claro que tem graus ..meu Deus ..como tem graus !! a motivação é a mãe de tudo...

Atenção .. se eu conseguir( já está ;-) ) desmontar o teu raciocínio ... vais ter que pagar .. e o preço ..é dar a mão à palmatoria...


Zé Mourinho..exemplo de motivação máxima .. Collins ,Aldrin e Armstrong..aspas..
Nem tu nem eu duvidamos que a motivação do Zé Mourinho é infinitamente superior à da maioria dos treinadores da 3ª divisão ..right?
Os maiores líderes são sempre possuidores de fortíssima motivação..

Por outro lado ... os de fortíssima motivação são também muito raros ...por isso é que o mundo não está cheio de Figos ...mas sim de assistentes...na bancada... é não ?

Então ... e por exemplo um Policia ? Esse ..que tipo de motivação terá ?E um Soldado ? Devem ter bem menos ...a não ser qd são chamados .. a ter que pôr a faca nos dentes e partir para a possível morte a todo o momento...aí ..é bom que estejam bem treinados como o Figo ou Collins .. é não ? para que sintam motivação crescente .. de vitória em vitória ... é não ?

Claro que é diferente ter um facínora com um dedo sobre uma ameixa atómica de ter um outro facínora ( com menos sorte ) que só tem uma granada na mão .. por isso o grau de motivação desses Alibabas é tb tão variável...
Mas essa diferença serve para dizer que tens um preço que é variável e proporcional a um sentido de justiça ..
Então se tens um preço .. só tens que dizer qual é ! Aceitas fazer tortura para salvar os Lusos de uma ameixa atómica ..esse preço é em tortura .. então pode incluir ...tudo e mais alguma coisa .. estão em causa milhões de inocentes ... como gostarias de ficar na História ?.. como alguém que consegue .." extraír " essa info .. ou simplesmente evaporar ..junto dos outros milhões ..
Como a motivação é variável ..tb a reacção é variável...então se para um caso gravérrimo vale tudo .. para um caso menos grave , mas mesmo assim grave .. pode ser um refém por exemplo ... pode tb aplicar-se tortura para "extraír" a info de determinado facínora ...para libertar esse ser humano ..

Tu Albatroz gostarias de viver numa terra sem polícia ? e numa Terra ?

Publicado por: Cush às fevereiro 22, 2006 01:36 PM

Aproveito para confirmar que o Sol por aqui é mesmo barra pesada, já comprei 4 chapéus e bonés para variar.

Depois aproveito para dizer que o Cush é muito bom rapaz, aliás tem um quotidiano anti-consumista e sempre sorrisos e brincadeira para distribuir, só que não consegue ver o mal em tudo, porque ficava assim pró destroçado, e portanto deu-lhe para achar que os USA são assim mais género os "bons" da fita, ou pelo menos os menos maus...

Entretanto lá vamos conversando, mas verdade se diga que também já refiz umas idéias, sobre a dimensão do Estado e o valos dos empresários, por exemplo.

Agora o problema teórico que mais me interessa, a interpretação neomalthusiana da Guerra, com este calor, vai ficando para depois...

Publicado por: py às fevereiro 22, 2006 02:36 PM

Um que não vê o filme ao contrário às fevereiro 21, 2006 08:45 PM
desculpe lá, mas mantenho:
quem se alista nas Forças Armadas e se presta a colaborar em ocupações militares violando os direitos de povos estrangeiros só pde mesmo ser considerado como Marginal!(no sentido de mercenário, bandalho, cush, etc)
óbviamente nessa classificação não há patentes - repare-se apenas na forma como são treinados - como pitbulls!, de acordo com o nivel cultural dos animais.
Repito: só se perdem os tiros que não lhes acertam nos cornos.

Publicado por: xatoo às fevereiro 22, 2006 04:05 PM

Publicado por: Este mundo é assaz complexo às fevereiro 20, 2006 09:50 PM

Não percebo a que se refere.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 22, 2006 06:59 PM

Caro Albatroz porque não nos fala antes no que se passa no exército russo? Um jovem soldado russo foi brutalmente torturado, deixado sem cuidados até o seu corpo criar gangrenas, as pernas e os genitais tiveram que ser apuntados.

Pessoalmente concordo consigo e penso que ninguem devia ser vitima de maus tratos. Sou contra os abusos por parte dos soldados e acho que devem ser investigados embora tambem ache salutar que nos EUA todas estas coisas venham a público tão facilmente, é sinónimo de transparência.

Em relação á tortura, penso que certas formas de tortura como a tortura do sono e outras e desde que tenham o objectivo de apurar a verdade são licitas. Não concordo com a tortura ao jeito da Inquisição para obrigar as pessoas a declararem-se culpadas.

Tambem acho piada (sim tou sempre a rir) que os próprios lideres espirituais extremista do Islão bem como jornalistas arabes instigadôres do terrorismo tenham condenado muitas das barbaridades cometidas pelos terroristas e jihadistas, inclusivé as torturas violentas antes de matar refens, pois para eles bastava que se matasse os refens sem tortura e sem decepar cabeças o que aliás já se passou por cá numa delegacia. Sem dúvida dormiriamos todos descansados sob o dominio desses senhores.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 22, 2006 07:30 PM

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 22, 2006 06:59 PM

Claro que não. Só perceberias se isto fosse menos complexo

Publicado por: Este mundo é assaz complexo às fevereiro 22, 2006 08:04 PM

embora tambem ache salutar que nos EUA todas estas coisas venham a público tão facilmente, é sinónimo de transparência

AtomSmith às fevereiro 22, 2006 07:30 PM

Ó jovem, «estas coisas» vieram a público primeiro no estrangeiro...

Publicado por: Vê lá se te informas melhor às fevereiro 22, 2006 08:09 PM

Cush, ganda fala-barato, nunca ouviste dizer que quem muito fala pouco acerta?

Além do mais és um melga do caraças. Tens o curso e o mestrado.
Sabes que Cush em hebreu quer dizer PRETO?
Pois é. Deve ser por isso que passas a vida de papo pró ar na praia sem fazer nenhum e quando não está na praia vens para aqui cagar postas de pescada.

Publicado por: Hebreu às fevereiro 22, 2006 08:23 PM

já se passou por cá numa delegacia

AtomSmith às fevereiro 22, 2006 07:30 PM

Numa delegacia? Numa «delegacia»? Por cá?
Por «cá» onde?
Por que é que não vais mandar bitaites prá tua terra?

Publicado por: Xenófobo e sem pachorra às fevereiro 22, 2006 08:49 PM

E por falar em facínoras, quem é que me garante que o Cush não é também um facínora da pior espécie? Ninguém! Portanto, se eu o apanhasse a jeito, trataria de lhe aplicar uns bons safanões a tempo (onde é que eu já ouvi isto?) para o obrigar a dizer onde se encontra o Bin Laden.
Nem mais!...

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 22, 2006 11:38 PM

O Teixeira diz que, se for preciso, aumenta os impostos em 2007. Abençoado, vai ser o maior peido de Portugal em nove séculos !

Publicado por: asdrubal às fevereiro 23, 2006 12:27 AM

Ó Senaquerib... vixe ...pq não ?
Se eu te desse indícios ...poderias e deverias fazê-lo...Imagina que me fazias uma flagra ..com um camião com uma ameixa ...bem que os teus palpites não andariam longe...
Na realidade porém .. podes encontrar-me no Village Novo ... pelas 11 da manhã .. a tomar um café bem gostoso .. feito com muito carinho ..servido por meninas cada qual mais bonita que a outra ..uma bela vista pá ilha de itaparica ..antes conhecida por Vera Cruz..
Encontras-me lá num momento de descanso e paquera .. depois eu ter tratado dos primeiros assuntos do dia ..
Daí saio já acompanhado pelo Py e vamos tratar do nosso projecto ecológico..em casa dele..
Pela tardinha vamos à praia curtir as àguas cálidas e transparentes ... ontem qd estavamos a fazer snorking .. vimos umas cobras de água espectaculares ....aprés je retourne à ma maison aux Graçe ...et aprés dinner .. je suis ici pour que tu peux me juger ...mais rappelez-tois... Il faut apprendre pour connaître, connaître pour comprendre, comprendre pour juger..

Então .. é assim .. indicios ... já ouviste falar ??sabes o que significa essa palavra ???
Significa ... diz-me com quem andas dir-te-ei quem és...

Changing subject..
Rapaiz .. será que o Atomsmith tb tá por aqui ?
Estás no Brasiu ?? Como diz o Buarque .. no imenso Portugal ?

Changing again...
......"
Cush, ganda fala-barato, nunca ouviste dizer que quem muito fala pouco acerta?

Além do mais és um melga do caraças. Tens o curso e o mestrado.
Sabes que Cush em hebreu quer dizer PRETO?
Pois é. Deve ser por isso que passas a vida de papo pró ar na praia sem fazer nenhum e quando não está na praia vens para aqui cagar postas de pescada.

Publicado por: Hebreu às fevereiro 22, 2006 08:23 PM "....

A parte do PRETO .. só pode ser mais uma punctuated evidence ... só pode .. só pode mesmo ..juro por Deus que eu não sabia ...a única coisa que me lembro bem .. é que ouvi a Joana falar em mim .. depois foi o Caboclo Capiroba a dizer que afinal eu é que era o Pai Natal .. e a partir daí.. voltei dos fins dos tempos ...e agora .. depois de ter manjado a cena toda .. tou aqui para não deixar passar nada em claro..

Como por exemplo uma ganda javardice que o Albatroz fez ao comparar a paradisiaca e tropicalissima Abu Grahib com a demoniaca Auchwitz.. ...

Nunca .. jamais .. enquanto eu for vivo .. tal promiscuidade de raciocínio passará em claro...

A propósito do quem muito fala pouco acerta .. concordo .. por isso .. escrevo...


Ah .. estimado ( apesar das diferenças de ponto de vista ) Albatroz ... a palmatória .. está esperando ... qd vai dar a mãozinha ?? hem ??

Publicado por: Cush às fevereiro 23, 2006 03:08 AM

Se eu quiser posso desmontar o Cush todo e entregá-lo ás peças .

Quem dá mais pela inicial ?
Quanto vale o C ?

Publicado por: (m) às fevereiro 23, 2006 01:24 PM

"...mais rappelez-tois... Il faut apprendre pour connaître, connaître pour comprendre, comprendre pour juger.."

Isso é em Guantanamo... não é verdade? Por cá é assim: Tortura sim, mas SÓ aplicável aos meus inimigos.

Lá na minha Assíria era bem pior...

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 23, 2006 03:04 PM

Não se esqueçam da missa do primeiro mês

Publicado por: Secretaria Celestial e Afins às fevereiro 23, 2006 04:35 PM

Do «Enclave» e da «Exemplar» :
http://www.ibinda.com/imagens-choque/imagens.htm

Publicado por: asdrubal às fevereiro 23, 2006 04:58 PM

Para o Cush e todos aqueles que acham que os EUA são uma democracia:

http://www.crisispapers.org/essays6w/liberty.htm

Note-se que as comparações com a Alemanha hitleriana são feitas por americanos...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 23, 2006 06:05 PM

Read very carefully: I shall write this only once

Com o desvanecimento da autora do blog desapareceu a razão da minha presença aqui.
A curiosidade do entomologista leva-me a abrir isto de vez em quando (cada vez mais em quando do que em vez, diga-se), mas não escrevo nem uma palavra.
Assim, não tenho qualquer responsabilidade no que debita essa reles e minúscula imitação que assina (m), ou no que possa vir a escrever qualquer outra mediocridade.
I'll not be back.

Publicado por: (M) às fevereiro 23, 2006 08:11 PM

Publicado por: Xenófobo e sem pachorra às fevereiro 22, 2006 08:49 PM

Mama-me a verga!!!! E a seguir vai tomer no cu!!!!

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 23, 2006 08:12 PM

Publicado por: Xenófobo e sem pachorra às fevereiro 22, 2006 08:49 PM

Mama-me a verga!!!! E a seguir vai tomar no cu!!!!

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 23, 2006 08:12 PM

Publicado por: Xenófobo e sem pachorra às fevereiro 22, 2006 08:49 PM

A minha terra é esta e mesmo que depois do 25 de Abril o patriotismo se tenha tornado uma palavra proibida eu amo o meu país e nenhum filho da puta ainda por cima xenófobo me diz para ir para a minha terra porque Portugal é a minha terra.Entendido???

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 23, 2006 08:18 PM

(eu bem devia ter ido para fora no Carnaval, a dor de cabeça já aí tá, mas enfim sempre é Salvador, né?)

Publicado por: py às fevereiro 23, 2006 08:32 PM

Publicado por: Vê lá se te informas melhor às fevereiro 22, 2006 08:09 PM

Hahahahaha.... e quem é que divulgou e pôs na net imagens que se passam em prisões e campos de concentração americanos aonde só há americanosalem dos presos? Já agora quantas imagens do que os comunistas fizeram ou do que o que os nazis, ou os chineses ou as ditaduras do partido Baath, ou do exército russo dominado por gangues, sim aonde estão as imagens????

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 23, 2006 08:52 PM

Agrimensor, tu por acaso viste os vídeos das execuções feitas pelo "outro lado"?

Se vistes, parecem-te comparáveis a alguma coisa que os americanos tenham feito?

Se não vistes falas com conhecimento de quê?

Vocês não compreendem a estupidez que estão a fazer quando comparam as duas coisas?

Não compreendem que não há nada que os americanos façam que chegue sequer perto de cortarem parte do pescoço a um tipo e deixarem-no ali a morrer devagar a guinchar como um porco?

Esta discussão é uma estupidez, porque um lado é cego e anti-americano. Só um duche com Zyklon é que vos faria pensar melhor sobre qual o lado bom, e qual o lado mau.

Publicado por: Incognitus às fevereiro 23, 2006 09:10 PM

Note-se que as comparações com a Alemanha hitleriana são feitas por americanos...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 23, 2006 06:05 PM

Desculpa lá .. Albatroz.. mas essas comparações foram feitas por ti... o facto de haver americanos a dizer o mesmo ..não te desculpa..
É evidente que nos USA existe gente que é contra a guerra que se desenvolve..mas ... nunca uma guerra é consensual..portanto ...o que certos americanos dizem .. pode ser irrelevante nesta aldeia global.

O que eu faço .. é observar factos .. e chegar às minhas próprias conclusões.Os obreiros conhecem-se pelas obras..

O mundo é uma ironia .. a vida .. é uma ironia ..os Chineses comunistas estão na iminência de se tornarem os maiores credores dos USA!!
Quem diria...

Ah... e tu (M) ( com maiuscula ) já que eu não me meto com quem me quer desmontar (m).. seu... sua ...(m)inuscula ... ainda bem que ainda vens por cá ..faz-te bem .. leitura..têem andado é muitos personagens novos ..transmutações..
Olha que a Joana vai voltar qd se chegar aos 500 coms ...

Ó Atomsmith .. ehehe olha lá .. temos que dar o exemplo ... ehehe eu tb já fui assim ... mas tb acho agora .. que é preciso alguma redenção ...
Mandava-os a todos mamar na quinta pata do cavalo ..mas .. talvez já chegue...
O poder da argumentação é muito mais giro...olha como o albatroz só responde com a palavra dos outros .. giro giro é que só é de americanos ...não é uma contradição ??


...
Publicado por: Senaquerib às fevereiro 23, 2006 03:04 PM

Vixe.. ôxentchi..
Que te digo eu ??
Viste os vídeos das degolações ? Vê .. e depois falamos..

Publicado por: Cush às fevereiro 23, 2006 11:26 PM

Thinking better .. I'll be back..

Publicado por: (M) às fevereiro 23, 2006 11:31 PM

Videos, degolações? Não, não vi. Onde é que estão?

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 23, 2006 11:40 PM

(M) Ainda bem! Faltam os outros, Luis Lavoura, e mais, e mais...
Estão noutra? Qual?

Publicado por: Senaquerib às fevereiro 23, 2006 11:42 PM

esta ninguém me tira .. plim plão 393...

Publicado por: Cush às fevereiro 23, 2006 11:55 PM

http://www.warriorsfortruth.com/nick-berg-video-photos-beheaded.html

Pega lá Senaquerib... é tudo teu...the beheading...tb podes ver Albatroz ..
Tem mais .. claro.. mas para quê ?

Publicado por: Cush às fevereiro 24, 2006 12:01 AM

http://www.zombietime.com/mohammed_image_archive/

...Depictions of Mohammed Throughout History

... viva a liberdade de expressão...

Publicado por: Cush às fevereiro 24, 2006 12:30 AM

Senaquerib às fevereiro 23, 2006 11:42 PM

Não deixe que o enganem, meu caro. Esse não era o (M).
O aviso que ele deixou antes foi a sua última presença.

Publicado por: * * * * * * * * * * às fevereiro 24, 2006 01:21 AM

Senaquerib às fevereiro 23, 2006 11:42 PM

Não deixe que o enganem, meu caro. Esse não era o (M).
O aviso que ele deixou antes foi a sua última presença.

Publicado por: * * * * * * * * * * às fevereiro 24, 2006 01:56 AM

Ou talvez não, depende.

Publicado por: ********** às fevereiro 24, 2006 05:27 AM

Já que não devo dizer , desta água não beberei..ainda que mude de estado..digo nick.

Publicado por: * * * * * * * * * * às fevereiro 24, 2006 05:31 AM

Isto mais parece a gaiola das malucas

Publicado por: Luis Henriques às fevereiro 24, 2006 12:01 PM

ضظسچ٨٦٢فش صك٢فش

Publicado por: Al Rashid às fevereiro 24, 2006 12:08 PM

مددت الحكومة العراقية حظر التجول في بغداد وثلاث محافظات عراقية يوم الجمعة في محاولة لتفادي اعمل عنف جديدة كالذي قامت بعد تفجير مرقد

Publicado por: Al Rashid às fevereiro 24, 2006 12:14 PM

a próxima é minha ..

Publicado por: Cush às fevereiro 24, 2006 12:59 PM

plim plão

Publicado por: Cush às fevereiro 24, 2006 01:00 PM

Uns escrevem em àrabe outros em matematiquês..

M473M471C0 (53N54C1ON4L):

4S V3235 3U 4C0RD0 M310 M473M471C0.

D31X0 70D4 4 4857R4Ç40 N47UR4L D3 L4D0

3 M3 P0NH0 4 P3N54R 3M NUM3R05,

C0M0 53 F0553 UM4 P35504 R4C10N4L.

540 5373 D1550, N0V3 D4QU1L0...

QU1N23 PR45 0NZ3...

7R323N705 6R4M45 D3 PR35UNT0...

M45 L060 C410 N4 R34L

3 C0M3Ç0 4 F423R V3R505

H1NDU-4R481C05

Publicado por: Cush às fevereiro 24, 2006 01:20 PM

(bem a diversidade linguística está a aumentar:)), mas não há kpk's à vista vou nadar= passar ao nada)

Publicado por: py às fevereiro 24, 2006 03:38 PM

Aquilo não é latim...e é bom pa entomologistas ..que se deixam fascinar ...gostas da Dryas Julia ??? claro ..imagino que não ... a cor .. agonia-te...

Besides... small is beautifull... also Black ...and haughtiness is ugly....

E então estimada plateia ..foram ver o vídeo da decapitação de Nick Berger ?Concedo que é preciso tomates ( já que a galera hoje em dia ..é tudo meninos yogurte).

Aquela decapitação é um exemplo transparente como água destilada...daquilo que está em causa neste momento...Entre quem se trava esta 3ª guerra..

O Ocidente de um lado ..obrigado a transformar-se em estados policiais.. e do outro ,os extremistas islâmicos a usarem velhas tácticas ..para se perpetuarem no poder...e se possível expandi-lo...

Curioso é verificar como até algumas das mentes mais brilhantes têm dificuldade em perceber isto .

O exemplo mais recente de Abu Graihb vem revelar uma ebulição por parte de um grupo social que tem responsabilidades ..pq é erudita ...ebulição essa que parece reforçar uma ideia subliminar ...fica a parecer que o Ocidente é que está errado...

Porém... quando de vê o vídeo de Nick Berger ... fica-se sem palavras ....ao pé daquilo .. meu caro Albatroz e (M) e (m) e outros clones ...as imagens de Abu Graihb ..parecem brincadeiras de carnaval..


Publicado por: Cush às fevereiro 25, 2006 12:24 AM

E já que a matemática .. é o que está a dar...

Pra que dividir sem racionar
Na vida é sempre bom multiplicar
E por A mais B
Eu quero demonstrar
Que gosto imensamente de você
Por uma fração infinitesimal
Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema
Eu tenho um teorema banal
Quando dois meios se encontram desaparece a fração
E se achamos a unidade
Está resolvida a questão
Para finalizar vamos recordar
Que menos por menos dá mais, amor
Se vão as paralelas
Ao infinito se encontrar
Por que demoram tanto dois corações se integrar
Se desesperadamente, incomensuravelmente
Eu estou perdidamente apaixonado por você..

T.J.

Publicado por: Cush às fevereiro 25, 2006 12:42 AM

The West's Last Chance
by Tony Blankley

Book Description
Blankley paints the picture of a Europe in which radical Islam is triumphant...a threat that is not only very real, but that would be more threatening to the United States than a Europe under Nazi domination!!! But there is hope...and a strategy...for Western survival; and Blankley illustrates what must..be done to assure it ...

As you can observe ,Albatroz ...there are plenty of americanes writting down a bunch of ideas about what's coming....this one ... is really alarming...

Porém ...as nossas luminárias dominantes adoçam a pílula , metem a cabeça na areia .. vociferam por vociferar... sem conseguir ver a floresta para além da árvore...

Publicado por: Cush às fevereiro 25, 2006 01:30 AM

...." Bom! A verdade irrefutável é que Joana não é jovem, mas é uma «habilidosa». Um bocadinho canhestra, como se vê pelo exemplo apontado, mas «habilidosa».
Por outro lado, no que Joana escreve só acredita quem quer. E convenhamos, caro **-*******, que não vale a pena gastar-se cuspo com os que formem opinião a partir do que Joana escreve...

Publicado por: (m)arca Amarela às ******* *, **** 02:00 AM

haughtiness is ugly...so ugly...usually it's associated with stupidity....and it's proporcional...

Publicado por: Cush às fevereiro 25, 2006 02:34 AM

My story...in my own words...how I was born...
The first post flood civilization, derived from Nimrod's Shinar, was Sumer.
Not only were Nimrod's (son and husband of semiramis )people advanced in paganism, they were technically very clever. They could bond dissimilar gems to each other-- a feat that modern jewelers have yet to duplicate, and they mastered the use of the arch, dome, vault, and the Greek-style column. They made pottery of a quality that, once lost, was not duplicated until the Greeks mastered it 2000 years later.

Publicado por: Allah às fevereiro 25, 2006 03:54 AM

..The Sumerians imported raw materials from far countries, and exported tools of agriculture and war which were far advanced for their era. They were the first warriors to master the principle of massive force in battle. The sight of the Sumerian army rising on the horizon as far as the eye could see(yet a simulation) caused most enemy armies to capitulate at once. This was encouraged by the fact that the Sumerians were very easy going with their captives...

Publicado por: Allah às fevereiro 25, 2006 04:11 AM

e a próxima .. é minha ...

Publicado por: Cush às fevereiro 25, 2006 02:03 PM

plim plão

Publicado por: Cush às fevereiro 25, 2006 02:04 PM

hum...

(PS Mesopotamia quer dizer entre-os-rios, no caso Tigre e Eufrates)

Publicado por: py às fevereiro 25, 2006 03:48 PM

uma é minha
outra é tua
outra é de quem napanhar

Publicado por: caça-capicuas às fevereiro 25, 2006 04:09 PM

uma é minha
outra é tua
outra é de quem napanhar

Publicado por: caça-capicuas às fevereiro 25, 2006 04:09 PM

uma é minha
outra é tua
outra é de quem napanhar

Publicado por: caça-capicuas às fevereiro 25, 2006 04:09 PM

uma é minha
outra é tua
outra é de quem napanhar

Publicado por: caça-capicuas às fevereiro 25, 2006 04:09 PM

uma é minha
outra é tua
outra é de quem napanhar

Publicado por: caça-capicuas às fevereiro 25, 2006 04:09 PM

uma é minha
outra é tua
outra é de quem napanhar

Publicado por: caça-capicuas às fevereiro 25, 2006 04:09 PM

uma é minha
outra é tua
outra é de quem napanhar

Publicado por: caça-capicuas às fevereiro 25, 2006 04:09 PM

uma é minha
outra é tua
outra é de quem napanhar

Publicado por: caça-capicuas às fevereiro 25, 2006 04:09 PM

O fim da hegemonia do dólar

por Ron Paul [*]

Uma centena de anos atrás isto era denominado "diplomacia do dólar". Após a II Guerra Mundial, e especialmente após a queda da União Soviética em 1989, aquela política evoluiu para a "hegemonia do dólar". Mas após todos aqueles muitos anos de grande êxito, a nossa dominância do dólar está a chegar a um fim.

Tem sido dito, correctamente, que quem possui o ouro determina as regras. Em tempos antigos era imediatamente aceite que comércio justo e honesto exigia uma troca por alguma coisa com valor real.

Primeiro havia simplesmente permuta (barter) de bens. A seguir foi descoberto que o ouro possuía uma atractividade universal, e era um substituto conveniente para transacções por permuta, mais incómodas. Não só facilitava a permuta de bens e serviços, servia como uma armazenagem de valor para aqueles que queriam poupá-lo para os dias difíceis.

Embora o dinheiro tenha-se desenvolvimento naturalmente no mercado, à medida que os governos aumentavam de poder assumiam controle sobre o dinheiro. Por vezes governos tinham êxito em garantir a qualidade e a pureza do ouro, mas com o tempo aprenderam a gastar mais do que os seus rendimentos. Impostos novos ou mais elevados incorriam sempre na desaprovação do povo, assim não demorou muito até que reis e césares aprendessem a inflacionar suas divisas reduzindo a quantidade de ouro em cada moeda — esperando sempre que os seus súditos não descobrissem a fraude. Mas o povo sempre descobria, e protestava vigorosamente.

Isto ajudou a pressionar os dirigentes a procurarem mais ouro através da conquista de outras nações. O povo acostumou-se a viver para além dos seus meios, e desfrutou o pão e o circo. Financiar extravagâncias através da conquista de terras estranhas parecia uma alternativa mais lógica a trabalhar mais arduamente para produzir mais. Além disso, conquistas de nações não só trazia ouro para casa, trazia também escravos. Aplicar impostos ao povo nos territórios conquistados também proporcionava um incentivo à construção de impérios. Este sistema de governo funcionava bem por algum tempo, mas o declínio moral do povo levava a uma relutância em produzir por si próprio. Havia um limite para o número de países que podiam ser saqueados da sua riqueza, e isto levava sempre os impérios a um fim. Quando o ouro não mais podia ser obtido, o seu poder militar desmoronava. Naqueles dias quem possuía o ouro na verdade ditava as regras e vivia bem.

Esta regra geral foi mantida constante através das eras. Quando era usado ouro, e as regras protegiam o comércio honesto, as nações produtivas tinham êxito. Sempre que as nações ricas — aquelas com exércitos poderosos e ouro — competiam apenas pelo império e por fortunas fáceis para suportar o bem estar em casa, aquelas nações falhavam.

Hoje os princípios são os mesmos, mas os processos são bastante diferentes. O ouro não é mais a divisa do mundo, o papel sim. A verdade agora é: "Quem imprime o dinheiro faz as regras" — pelo menos por enquanto. Embora o ouro não seja utilizado, os objectivos são os mesmos: obrigar países estrangeiros a produzir e subsidiar o país com superioridade militar e controle sobre as impressoras de dinheiro.

Uma vez que o dinheiro de papel impresso não é senão contrafacção, o emissor da divisa internacional deve ser sempre o país com poder militar para garantir controle sobre o sistema. Este magnífico esquema parece o sistema perfeito para obter a riqueza perpétua para o país que emite a divisa mundial de facto. O único problema, contudo, é que um tal sistema destroi o carácter do povo da nação que faz contrafacção — exactamente como foi o caso quando o ouro era a divisa e era obtido pela conquista de outras nações. E isto destroi o incentivo para poupar e produzir, ao mesmo tempo que encoraja a dívida e o bem estar desenfreado.

A pressão interna para inflacionar a divisa vem das corporações receptoras dessa prosperidade, bem como daqueles que pedem doações para compensar as suas necessidades e o que consideram danos por parte de outros. Em ambos os casos é rejeitada a responsabilidade pessoal pelas próprias acções.

Quando o dinheiro de papel é rejeitado, ou quando o ouro desaparece, a riqueza e estabilidade políticas são perdidas. O país deve então mudar da vida para além dos seus meios para a vida abaixo dos seus meios, até que os sistemas económicos e políticos se ajustem às novas regras — regras escritas não mais por aqueles que mandam nas agora defuntas máquinas de impressão.

A "Diplomacia do dólar", uma política instituída por William Howard Taft e o seu secretário de Estado Philander C. Knox, foi concebida para aumentar os investimentos comerciais dos EUA na América Latina e no Extremo Oriente. McKinley fabricou uma guerra contra a Espanha em 1898, e o corolário de (Teddy) Roosevelt para a Doutrina Monroe antecedeu a abordagem agressiva de Taft no uso do dólar americano e da influência diplomáticas para assegurar os investimentos americanos no exterior. Isto ganhou o título popular de "Diplomacia do dólar". A importância da mudança de Roosevelt foi que a nossa intervenção agora podia ser justificada pela mera "aparência" de que um país com interesse para nós era política ou fiscalmente vulnerável ao controle europeu. Não só afirmámos um direito como até uma "obrigação" oficial do governo americano de proteger nossos interesses comerciais frente aos europeus.

Esta nova política veio no calcanhares da diplomacia da "canhoneira" dos fins do século XIX, e isto significou que podíamos comprar influência antes de recorrer à ameaça da força. No momento em que a "diplomacia do dólar" de William Howard Taft ficou claramente articulada, as sementes do império americano ficaram plantadas. E elas estavam destinadas a crescer no fértil solo político de um país que perdeu o seu amor e respeito pela república que nos foi legada pelos autores da Constituição. E na verdade perdeu. Não tardou muito até que a "diplomacia" do dólar tornou-se a "hegemonia" do dólar, na segunda metade do século XX.

Esta transição só podia ter ocorrido com uma mudança dramática na política monetária e na natureza do próprio dólar.

O Congresso criou o Federal Reserve System em 1913. Entre essa data e 1971 o princípio da moeda sã foi minado sistematicamente. Entre 1913 e 1971, o Federal Reserve achou muito mais fácil expandir a oferta de moeda à vontade para financiar a guerra ou manipular a economia com pouca resistência do Congresso — enquanto beneficiava os interesses especiais que influenciam o governo.

O domínio do dólar adquiriu um enorme impulso após a Segunda Guerra Mundial. Fomos poupados à destruição que tantas outras nações sofreram, e os nossos cofres estavam cheios com o ouro do mundo. Mas o mundo escolheu não retornar à disciplina do padrão ouro, e os políticos aplaudiram. Imprimir dinheiro para pagar as contas era um bocado mais popular do que aplicar impostos ou restringir gastos desnecessários. Apesar dos benefícios de curto prazo, foram institucionalizados desequilíbrios nas décadas que se seguiriam.

O acordo de 1944 em Bretton Woods solidificou o dólar como a divisa de reserva predominante no mundo, substituindo a libra britânica. Devido ao nosso músculo político e militar, e porque tínhamos uma enorme quantidade física de ouro, o mundo prontamente aceitou o nosso dólar (definido como 1/35 avos de uma onça de ouro) como a divisa de reserva universal. Dizia-se que o dólar era "tão bom quanto o ouro", e convertível para todos os bancos centrais estrangeiros àquela taxa. Para os cidadãos americanos, contudo, continuava a ser ilegal possuí-lo. Isto foi um padrão gold-exchange que desde o seu início estava condenado a fracassar.

Os EUA fizeram exactamente o que muitos previram que fariam. Imprimiram mais dólares para os quais não havia ouro como suporte. Mas o mundo manteve-se satisfeito a aceitar aqueles dólares durante mais de 25 anos — até que o franceses e outros no fim da década de 1960 exigiram que cumpríssemos nossa promessa de pagar uma onça de ouro por cada US$35 que entregassem ao Tesouro dos EUA. Isto resultou numa enorme drenagem de ouro que pôs fim a um muito fracamente concebido padrão pseudo-ouro.

Isto tudo acabou em 15 de Agosto de 1971, quando Nixon fechou o guichê do ouro e recusou-se a pagar 280 milhões de onças. Em resumo, declarámos nossa insolvência e toda a gente reconheceu que algum outro sistema monetário tinha de ser concebido a fim de trazer estabilidade aos mercados.

Espantosamente, foi concebido um novo sistema que permitiu aos EUA operarem as máquinas de impressão para a divisa de reserva do mundo sem restrições que os tolhessem — nem mesmo uma pretensa convertibilidade em ouro, sem restrição alguma! Embora a nova política fosse ainda mais profundamente enviesada, ela no entanto abriu a porta para a difusão da hegemonia do dólar.

Percebendo que o mundo estava a embarcar em alguma coisa nova e estonteante, a elite dos administradores de dinheiro, com apoio especialmente forte das autoridades americanas, carpinteirou um acordo com a OPEP para cotar o petróleo exclusivamente em dólares norte-americanos em todas as transações do mundo. Isto deu ao dólar um lugar especial entre as divisas mundiais e, em essência, "suportou" o dólar com petróleo. Em troca, os EUA prometeram proteger os vários reinos ricos em petróleo do Golfo Pérsico contra ameaças de invasão ou golpe interno. Este arranjo ajudou a atear o movimento radical islâmico entre aqueles que se ressentiam com a nossa influência na região. O arranjo deu fortaleza artificial ao dólar, com tremendos benefícios financeiros para os Estados Unidos. Ele nos permitiu exportar a nossa inflação monetária através da compra de petróleo e outros bens com um grande desconto enquanto a influência do dólar florescia.

Este sistema pós-Bretton Woods era muito mais frágil do que o sistema que existiu entre 1945 e 1871. Embora o arranjo dólar/petróleo fosse de grande auxílio, ele não era nem de longe tão estável quanto o padrão pseudo-ouro sob Bretton Woods. E era certamente menos estável do que o padrão ouro do fim do século XIX.

Durante a década de 1970 o dólar quase entrou em colapso, pois os preços do petróleo agitaram-se e o ouro disparou para US$800 por onça. Em 1979 foram necessárias taxas de juro de 21% para recuperar o sistema. A pressão sobre o dólar na década de 1970, apesar dos benefícios ampliados, reflectiu os défices orçamentais imprudentes e a inflação monetárias verificada durante a década de 1960. Os mercados não foram enganados pela pretensão de LBJ de que nos podíamos permitir em simultâneo "canhões e manteiga".

Mais uma vez o dólar foi recuperado, e isto abriu a era da verdadeira hegemonia do dólar que durou do princípio da década de 1980 até o presente. Com a formidável cooperação dos bancos centrais e dos bancos comerciais internacionais, o dólar foi aceite como se fosse ouro.

O presidente do Fed, Alan Greenspan, em várias ocasiões, perante o House Banking Commitee, respondeu aos desafios que lhe fiz acerca das suas opiniões favoráveis sobre o ouro afirmando que ele e outros banqueiros centrais haviam conseguido que o dinheiro de papel — i.e., o sistema dólar — respondesse como se ele fosse ouro. Cada vez que eu discordava com veemência, e destacava que se eles houvessem alcançado um tal feito teriam desafiado séculos de história económica quanto à necessidade de a moeda ser alguma coisa de valor real. Ele presunçosa e confiantemente contribuiu para isto.

Em anos recentes, bancos centrais e instituições financeiras várias, todas com interesses estabelecidos na manutenção de um padrão dólar fiduciário (fiat dollar) funcional, não faziam segredo acerca da venda e empréstimo de grandes quantidades de ouro para o mercado mesmo no momento em que a redução dos preços do ouro levantava sérias questões acerca da sabedoria de uma tal política. Eles nunca admitiram fixar o preço do ouro, mas há evidência abundante de que acreditavam que se o se preço caísse isto transmitiria um sentido de confiança ao mercado, confiança de que na verdade haviam alcançado um êxito espantoso na transformação de papel em ouro.

Aumentos nos preços do ouro historicamente foram encarados como um indicador de desconfiança na divisa em papel. Este esforço recente não foi de todo diferente daquele do Tesouro americano ao vender a US$35 por onça na década de 1960, numa tentativa de convencer o mundo que o dólar era são e tão bom quanto o ouro. Mesmo durante a Depressão, um dos primeiros actos de Roosevelt foi remover o apreçamento do ouro no mercado livre, como indicação de um sistema monetário deficiente, ao tornar ilegal para cidadãos americanos possuir ouro. A lei económica no final das contas limitou aquele esforços, tal como o fez no princípio da década de 1970 quando o nosso Tesouro e o FMI tentaram fixar o preço do ouro ao despejar toneladas dele no mercado para amortecer o entusiasmo dos que procuravam um lugar seguro para um dólar cadente depois de a propriedade de ouro ter sido re-legalizada.

Mais uma vez, os esforços entre 1980 e 2000 para enganar o mercado quanto ao verdadeiro valor do dólar provaram-se não ter êxito. Nos últimos 5 anos o dólar tem sido desvalorizado em termos de ouro em mais de 50%. Você simplesmente não pode enganar todas as pessoas todo o tempo, mesmo com o poder das potentes máquinas de impressão e do sistema de criação de dinheiro da Federal Reserve.

Mesmo com todas as deficiências do sistema monetário fiduciário (fiat monetary system), a influência do dólar prosperou. Os resultados pareciam benéficos, mas distorções brutais embutidas dentro do sistema permaneciam. E, verdade consagrada, os políticos em Washington estão muitíssimo ansiosos por resolver os problemas que surgem por meio de camuflagens (window dressing), enquanto fracassam no entendimento e tratamento das políticas distorcidas subjacentes. Proteccionismo, fixação de taxas de câmbio, tarifas punitivas, sanções motivadas politicamente, subsídios corporativos, administração do comércio internacional, controles de preços, controles da taxa de juro e dos salários, sentimentos super-nacionalistas, ameaças de força, e mesmo a guerra são utilizados para resolver todos os problemas criados artificialmente por sistemas monetários e económicos profundamente distorcidos.

No curto prazo, o emissor de uma divisa fiduciária de reserva pode acumular grandes benefícios económicos. No longo, isto apresenta uma ameaça para o país que emite a divisa mundial. Neste caso, são os Estados Unidos. Enquanto países estrangeiros tomarem nossos dólares em troca de bens reais, nós vamos para a frente. Isto é um benefício que muitos no Congresso não conseguem identificar, pois eles atacam a China por manter uma balança comercial positiva connosco. Mas isto conduz a uma perda de empregos manufactureiros para mercados além mar, pois nos tornamos mais dependentes dos outros e menos auto-suficientes. Os países estrangeiros acumulam os nossos dólares devido às suas altas taxas de poupança, e graciosamente emprestam-nos de volta a taxas de juro baixas para financiar o nosso consumo excessivo.

Isto parece um grande negócio para toda a gente, excepto que virá o tempo em que os nossos dólares — devido à sua depreciação — serão recebidos menos entusiasticamente ou serão mesmo rejeitados pelos países estrangeiros. O que poderia criar uma situação inteiramente nova e forçar-nos a pagar um preço por vivermos além dos nossos meios e da nossa produção. A mudança de sentimento em relação ao dólar já começou, mas o pior ainda está para vir.

O acordo com a OPEP na década de 1970 para cotar o petróleo em dólares proporcionou tremenda força artificial para o dólar como a divisa de reserva predominante. Isto criou uma procura universal pelo dólar, e enxugou o enorme número de novos dólares gerados a cada ano. Só no ano passado o M3 aumentou mais de US$700 mil milhões.

A procura artificial pelo nosso dólar, juntamente com o nosso poder militar, coloca-nos na posição única de "dirigir" o mundo sem trabalho produtivo ou poupanças, e sem limites nos gastos de consumo ou nos défices. O problema é que isto não pode durar.

A inflação nos preços está a levantar a sua cabeça feia, e a bolha do NASDAQ — gerada pelo dinheiro fácil — arrebentou. A bolha da habitação criada da mesma forma está a esvaziar (deflating). Os preços do ouro duplicaram, e os gastos federais estão fora da vista com zero de vontade política para travá-los. O défice do comércio externo no ano passado foi de mais de US$728 mil milhões. Uma guerra de US$2 milhões de milhões (trillions) está a travar-se, e estão a ser preparados planos para expandir a guerra ao Irão e possivelmente à Síria. A única força restritiva será a rejeição mundial do dólar. Isto é forçoso vir e cria condições piores do que as de 1979-1980, as quais exigiram taxas de juro de 21% para a correcção. Mas todo o possível será feito para proteger o dólar nesse ínterim. Temos um interesse partilhado com aqueles que possuem os nossos dólares em manter toda a charada em andamento.

Greenspan, no seu primeiro discurso depois de deixar o Fed, disse que os preços do ouro estavam altos devido à preocupação com o terrorismo e não por causa de preocupações monetárias ou porque ele criou demasiados dólares durante o seu mandato. O ouro tem de ser desacreditado e o dólar impulsionado. Mesmo quando o dólar fica sob sérios ataques das forças do mercado, os bancos centrais e o FMI seguramente farão tudo o que for concebível para enxugar os dólares na esperanças de restaurar a estabilidade. No final das contas, eles fracassarão.

Ainda mais importante: o relacionamento dólar/petróleo tem de ser mantido para manter o dólar como divisa predominante. Qualquer ataque a este relacionamento será vigorosamente contestado — como já foi.

Em Novembro de 2000 Saddam Hussein exigiu euros pelo seu petróleo. Sua arrogância era uma ameaça para o dólar, sua falta de qualquer poder militar nunca foi uma ameaça. Na primeira reunião do gabinete com a nova administração em 2001, como relatado pelo secretário do Tesouro Paul O'Neill, o tópico principal era como nos livraríamos de Saddam Hussein — embora não houvesse qualquer evidência de que ele representasse uma ameaça para nós. Esta profunda preocupação com Saddam Hussein surpreendeu e chocou O'Neill.

É agora de conhecimento comum que a reacção imediata da administração após o 11/Set revolveu-se em torno da questão de como podiam conectar Saddam Hussein com os ataques, para justificar uma invasão e o derrube do seu governo. Mesmo sem provas de qualquer conexão com o 11/Set, ou evidência de armas de destruição em massa, foi gerado apoio público e do Congresso através de distorções e adulterações directas dos factos para justificar o derrube de Saddam Hussein.

Não houve conversa pública quanto a remoção de Saddam Hussein devido ao seu ataque à integridade do dólar como divisa de reserva por vender petróleo em euros. Muitos acreditam que isto foi a razão real da nossa obsessão com o Iraque. Duvido que fosse a única razão, mas pode muito bem ter desempenhado um papel significativo nas nossas motivações para travar a guerra. Num período muito curto após a vitória militar, todas as vendas iraquianas de petróleo foram efectuadas em dólares. O euro foi abandonado.

Em 2001, o embaixador da Venezuela na Rússia disse que o seu país comutaria para euros todas as suas vendas de petróleo. Dentro de um ano houve uma tentativa de golpe contra Chavez, confirmadamente com a assistência da nossa CIA.

Após estas tentativas de empurrar o euro em substituição do dólar como divisa de reserva do mundo, a queda aguda do dólar contra o euro foi revertida. Estes eventos podem muito bem ter desempenhado um papel significativo na manutenção do domínio do dólar.

Ficou claro que a administração americana era simpática àqueles que conspiraram para derrubar Chavez, e ficou embaraçada com o seu fracasso. O facto de Chavez ter sido eleito democraticamente teve pouco influência sobre qual dos lados nós apoiámos.

Agora, uma nova tentativa está a ser feita contra o sistema do petrodólar. O Irão, outro membro do "eixo do mal", anunciou seus planos para iniciar uma bolsa de petróleo em Março deste ano. Imagine em que moeda: as vendas de petróleo serão cotadas em euros, não em dólares.

A maior parte dos americanos esquecem como as nossas políticas sistematicamente e desnecessariamente antagonizaram os iranianos aos longo dos anos. Em 1953 a CIA ajudou a derrubar o presidente eleito democraticamente, Mohammed Mossadegh, e instalar o Xá autoritário, que era amistoso para com os EUA. Os iranianos ainda estavam fumegando quanto a isto quando os reféns foram capturados em 1979. Nossa aliança com Saddam Hussein na sua invasão do Irão no princípio da década de 1980 não ajudou, e obviamente não o fez nosso relacionamento com Saddam Hussein. O anúncio da administração em 2001 de que o Irão era parte do eixo do mal não fez grande coisa para melhorar o relacionamento diplomático entre os nossos dois países. Ameaças recentes acerca da energia nuclear, enquanto ignoram o facto de que eles estão cercados por países com armas nucleares, não parecem condizer com aqueles que continuam a provocar o Irão. Com aquilo que a maior parte dos muçulmanos percebem como sendo a nossa guerra contra o Islão, e isto é história recente, não é de admirar que o Irão possa preferir prejudicar a América através da minagem do dólar. O Irão, tal como o Iraque, tem capacidade zero para atacar-nos. Mas isto não nos impediu de transformar Saddam Hussein num Hitler da idade moderna pronto a conquistar o mundo. Agora o Irão, especialmente desde que fez planos para cotar o petróleo em euros, tem estado como receptáculo final de uma guerra de propaganda não muito diferente daquela travada contra o Iraque antes da nossa invasão.

Não é provável que a manutenção da supremacia do dólar fosse o único factor motivante para a guerra contra o Iraque, nem para a agitação contra o Irão. Embora as razões reais para ir à guerra sejam complexas, agora sabemos que as razões dadas antes de a guerra começar, como a presença de armas de destruição em massa e a conexão de Saddam Hussein ao 11/Set, eram falsas. A importância do dólar é óbvia, mas isto não diminui a influência dos diferentes planos legados anos atrás pelos neoconservadores para refazer o Médio Oriente. A influência de Israel, bem como aquela dos cristãos sionistas, desempenhou um papel semelhante na prossecução desta guerra. Proteger os "nossos" abastecimentos de petróleo tem influenciado a nossa política para o Médio Oriente durante décadas.

Mas a verdade é que pagar as contas desta intervenção agressiva é impossível da maneira antiga, com mais impostos, mais poupança e mais produção pelo povo americano. Grande parte da despesas da Guerra do Golfo Pérsico em 1991 foi suportada por muitos dos nossos aliados aquiescentes. Não é assim hoje. Agora, mais do que nunca, a hegemonia do dólar — o domínio como divisa de reserva mundial — é exigida para financiar nossas enormes despesas de guerras. Esta infindável guerra de US$2 milhões de milhões tem de ser paga, de uma forma ou de outra. A hegemonia do dólar proporciona o veículo para fazer exactamente isso.

A maioria das verdadeiras vítimas não está consciente de como pagará as contas. A licença para criar moeda a partir do ar fino permite que as contas sejam pagas através da inflação de preços. Os cidadãos americanos, bem como a média dos cidadãos do Japão, China e outros países, sofre com a inflação dos preços, que representa o "imposto" que paga as contas das nossas aventuras militares. Isto é assim até que seja descoberta a fraude, e os produtores estrangeiros decidam não receber dólares nem mante-los muito tempo pelo pagamento dos seus bens. É feito todo o possível para impedir que a fraude do sistema monetária seja exposta às massas que sofrem com ela. Se os mercados petrolíferos substituíssem dólares por euros, isto com o tempo restringiria nossa capacidade para continuar a imprimir, sem restrições, a divisa de reserva mundial.

É um inacreditável benefício para nós importar bens valiosos e exportar dólares depreciados. Os países exportadores tornaram-se viciados nas nossas compras para o seu crescimento económico. Esta dependência torna-os aliados na continuação da fraude, e a sua participação mantem o valor do dólar artificialmente alto. Se este sistema fosse praticável a longo prazo, os cidadãos americanos jamais teriam de trabalhar outra vez. Nós também poderíamos desfrutar "pão e circo" tal como os romanos, mas o seu ouro finalmente desapareceu e a incapacidade de Roma para continuar a pilhar nações conquistadas levou o seu império ao fim.

O mesmo nos acontecerá se não mudarmos nossos costumes. Embora não ocupemos países estrangeiros para saqueá-los directamente, espalhámos no entanto nossas tropas em 130 países do mundo. Nosso esforço intenso para difundir nosso poder no Médio Oriente rico em petróleo não é uma coincidência. Mas ao contrário dos velhos dias, não declaramos directamente propriedade sobre os recursos naturais — apenas insistimos em que podemos comprar o que quisermos e pagar por isso com o nosso dinheiro de papel. Qualquer país que desafie a nossa autoridade incide em grande risco.

Mais uma vez o Congresso comprou a guerra de propaganda contra o Irão, tal como o fez contra o Iraque. São fabricados agora argumentos para atacar o Irão economicamente, e militarmente se necessário. Estes argumentos são todos baseados nas mesmas falsas razões para a mal concebida e custosa ocupação do Iraque.

Todo o nosso sistema económico depende da continuidade do actual arranjo monetário, o qual significa que a reciclagem do dólar é crucial. Actualmente, emprestamos mais de US$700 mil milhões todos os anos dos nossos graciosos benfeitores, que trabalham arduamente e recebem o nosso papel pelos seus bens. A seguir, tomamos emprestado todo o dinheiro que precisamos para assegurar o império (orçamento do Departamento da Defesa: US$ 450 mil milhões) e ainda mais. O poder militar que desfrutamos torna-se o "suporte" da nossa divisa. Não há outros países que possam desafiar nossa superioridade militar, e portanto eles têm poucas opções além de aceitar os dólares que declaramos ser o "ouro" de hoje. É por isso que os países que desafiam o sistema — como o Iraque, Irão e Venezuela — tornam-se alvos dos nossos planos para mudança de regime.

Ironicamente, a superioridade do dólar depende da nossa fortaleza militar, e a nossa fortaleza militar depende do dólar. Enquanto receptores estrangeiros tomarem nossos dólares por bens reais e estiverem dispostos a financiar nosso consumo e militarismo extravagantes, o status quo continuará não importando quão enorme venha a ser nossa dívida externa e nosso défice em transações correntes.

Mas ameaças reais vêm dos nossos adversários políticos que são incapazes de nos confrontar militarmente, ainda que não tenham embaraços em nos confrontar economicamente. Eis porque consideramos que o novo desafio do Irão deve ser encarado com seriedade. Os argumentos urgentes acerca de o Irão apresentar uma ameaça militar à segurança dos Estados Unidos não são mais plausíveis do que as falsas acusações levantadas contra o Iraque. Mas ainda não há esforços para resistir a esta marcha para a confrontação por parte daqueles que por razões políticas se pronunciam contra a guerra do Iraque.

Parece que o povo e o Congresso são facilmente persuadidos pelo nacionalismo extremado (jingoism) dos promotores da guerra antecipativa (preemptive). É só depois de o custo em vidas humanas e dólares ser calculado que o povo objecta contra o militarismo insensato.

A coisa estranha é que o fracasso no Iraque agora é evidente para uma grande maioria do povo americano, mas ainda assim ele e o Congresso estão aquiescentes ao apelo de uma desnecessária e perigosa confrontação com o Irão.

Mas apesar de tudo, nosso fracasso em descobrir Osama bin Laden e destruir a sua rede não nos dissuadiu de enfrentar os iraquianos numa guerra totalmente desvinculada do 11/Set.

A preocupação com a cotação do petróleo apenas em dólares ajuda a explicar nossa propensão para desencadear tudo e dar uma lição a Saddam Hussein pelo seu desafio ao exigir euros pelo petróleo.

E mais uma vez há este apelo urgente a sanções e ameaças de força contra o Irão no preciso momento em que o Irão está a abrir uma nova Bolsa de Petróleo com todas as transações em euros.

Utilizar força para obrigar povos a aceitarem dinheiro sem valor real pode funcionar só a curto prazo. Isto acaba por levar a deslocações económicas, tanto internas como internacionais, e o preço acaba sempre por ser pago.

A lei económica de que o intercâmbio honesto exige apenas coisas com valor real como moeda não pode ser revogada. O caos que um dia sobrevirá do nosso experimento de 35 anos com dinheiro fiduciário à escala mundial exigirá o retorno a uma moeda de valor real. Saberemos que este dia está a aproximar-se quando países produtores de petróleo exigirem ouro, ou seu equivalente, pelo seu óleo — ao invés de dólares ou euros. Quanto mais cedo melhor.

[*] Congressista do Partido Republicano, eleito pelo Texas . Discurso pronunciado perante a U.S. House of Representatives em 15/Fevereiro/2006.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 25, 2006 05:13 PM

«Expresso da Meia-Noite».
Tema : energia.
Sir Robert Sthouwell (Embaixador Britânico em Lisboa):
- «Se quereis ver os portugueses vencidos, deixai-os uns com os outros».
Yep.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 25, 2006 05:14 PM

dezembro 01, 2003
1640
Rectificando :
Not «Sthouwell».
Southwell.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 25, 2006 05:21 PM

A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 25, 2006 05:13 PM,

A este Sr Ron Paul não lhe falta coragem.
Ainda por cima republicano e eleito pelo Texas.
Chapeau !

Publicado por: asdrubal às fevereiro 25, 2006 09:36 PM

(Cush há uns anitos eu escrevi com o meu amigo JAM uma coisa chamada "catástrofes fiduciárias - o valor ondulatório do dinheiro", prokura...;)

PS estimado Asdrubal aqui em Salvador as casinhas (e casarões) portugueses fazem muito lembrar S. Miguel, e os Açores em geral, só que com cores tropicais e um calorão à mistura...

Publicado por: py às fevereiro 25, 2006 10:43 PM

Eu... cof.. hum...destes ..é que eu gosto ...com papo ..apesar de parecer trabalho de jornalista ...( ou seja ..pago para traduzir..)ou então .. és tu albatrozinho que compraste o via voice ....

Confio mais no Alan Grennspan....do que no republicano Ron Paul..
O discurso... como está implicito nas palavras do Py ...tem sabor a Dejá Vu....mas...por outro lado ..parece uma confirmação...vixe ... agora tive uma visão..

De acordo com o Ron .. quem ameaça a hegemonia do Dólar não é o Irão por formar uma bolsa de oleo em euros ...
Pelas palavras do Ron ..podemos concluir uma coisa assustadora .. quem ameaça a hegemonia ... é .. o Euro...
Daí... talvez os USA desta vez .. não venham em auxilio dos europeus e os extremistas islâmicos consigam o triunfo ....como diz o Tony Blankley...

Que saralhada ....o que será pior para os USA ? Uma UE sob a Sharia ? Ou a perda da hegemonia do dólar ?Ou é o Ron que está a flipar do capacete ?

O Ron .. ou Dr."No" segue a linha do partido "Libertarian"...entre outras coisas prevê a "elimination of the state-supported social welfare system " e ... " paleolibertarians subscribe to some form of anarcho-capitalism" .."Radical decentralization in politics "
"... Sharp opposition to war and interventionist foreign policy..."

Não deixa de ser uma punctuated evidence ...este texto abordar uma questão .. que eu hoje de tarde tinha falado com o Py ... a propósito da afirmação de que os USA têm a sua base economica na guerra ...
Eu gostava de ver essa prova .. não com retórica como a do Ron ..mas com números ...chegamos à conclusão de que ia dar uma trabalheira doida ....
(M)as ...por artes mágicas .. eis que me palpita que a informação ..será ....sonegada ...


Agora é giro para aqueles que dizem que os USA não são uma democracia ... como um republicano pode falar alto e bom som contra o mainstream???E logo um papo destes...

David Koresh...Noriega ..Ron defende-os...

...Anything a government allows itself to do to foreign countries will eventually be done at home. That's one reason George Washington warned us against foreign entanglements...

Até qd George Washington aguentaria o apelo de aliados a serem sufocados por tiranos ??

Finaliza o Ron ..
...."A lei económica de que o intercâmbio honesto exige apenas coisas com valor real como moeda não pode ser revogada..."

Finalizo eu ...
... Se o Ron fosse a Portugal ou à China ( o país do mundo com mais software pirata )ou viesse ao Brasil ver o intercâmbio... precisava de óculos ..para ver o " honesto"...
Aí ..desistia de querer tudo em ouro .. e ia pescar ...


Publicado por: Cush às fevereiro 26, 2006 02:09 AM

A economia tem tanto de arte como de ciência. Não basta "saber", é preciso também "sentir". Coisa com que a Joana sempre teve alguma dificuldade. E aquilo que se "sente" - com alguma ajuda da ciência - é que estamos a caminho de profundas convulsões na área da economia. O nosso consumo excessivo vai ser contestado não só pela escassez de recursos como pelo crescente poder da China e da Índia. Os chineses e os indianos - estes com 15 a 20 anos de atraso relativamente à China - vão querer consumir como nós, e vão esbarrar na dificuldade da ausência de recursos suficientes. Para que eles consumam mais vai ser necessário que nós consumamos menos. Podíamos fazê-lo voluntariamente, reconhecendo que estamos a gastar proporcionalmente demais. Mas cheira-me que não vamos querer reduzir o nosso nível de vida sem espernear. Se pudermos dar resposta ao problema da energia, poderemos resolver temporariamente o problema encerrando as nossas fronteiras. Com muita reciclagem e alguma exploração de matérias primas em África (recolonização?...) poderíamos aguentar-nos algum tempo. Mas também poderemos ver-nos confrontados com uma postura agressiva da China, que procurará conseguir à força aquilo que nós não cedermos de boa vontade. Numa guerra, a China pode perder metade da população e ganhar. Nós, mesmo que sobrevivêssemos, seríamos atirados de volta para as cavernas. Ou, pelo menos, para a Idade Média.

Se continuarmos a depender do petróleo - e seria urgente passar para uma economia com base no hidrogénio, mesmo se os custos forem muito altos (e daí a necessidade acrescida do recurso ao isolamento total) - vamos ver o Médio Oriente explodir-nos na cara. Vamos ver o colapso da economia americana. Vamos ver muita guerra, muitos mortos, muito sangue. Muito dele, nosso. Guerras, epidemias, fome, vão eliminar metade da população mundial, até que se reencontre um certo equilíbrio entre os recursos e a capacidade para satisfazer as necessidades (as básicas e não muito mais). Maltratámos o planeta e ele vai-se vingar. É isto que nos espera, e nós continuamos a brincar aos cow-boys...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 26, 2006 11:37 AM

Esse será o futuro que nos espera e o cenário actual não será alterado, enquanto houver por esse mundo fora atrasados mentais a pensar que os Estados Unidos defendem os interesses da «civilização ocidental» e não apenas os de uma oligárquica minoria americana.

Publicado por: Anonymous às fevereiro 26, 2006 12:06 PM

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 25, 2006 05:13 PM

Este texto está cheio de incongruencias desde o ínicio.
Provavelmente esse senador republicano deve estar na lista de pagamentos da Al-Qaeda a contradição que mais me agrada é quando ele fala do capitalismo aventureiro como uma forma de lucros faceis em vez do trabalho arduo ao mesmo tempo que critica uma guerra de triliões de dolares, afinal aonde estão os beneficios???

Já agora e propósito das várias formas de capitalismo aconcelho-o a ler "A ética protestante e o espírito do capitalismo" de Max Weber.

Os EUA tem um problema com a poupança mas tambem há quem o atribua ao despesismo dos senadores republicanos.

O problema que os EUA enfrentam em relação á manufactura é o mesmo que todos os países desenvolvidos enfrentam com a concorrência de países que produzem o mesmo por preços mais baixos, alem disso os fundos de pensão das grandes empresas norte americanas revelaram-se um desastre, estão deficitários na sua maioria e as empresas veem-se a braços com concorrentes com mão de obra mais barata ao mesmo tempo que têm de pagar penões para as quais não tem dinheiro. Foi isso que levou a Delphi á falência e que deixou a GM de rastos. Mesmo assim nos EUA os trabalhadores produzem mais em relação ao que ganham do que por exemplo na Alemanha.

Alem disso os serviços são normalmente o sector que mais contribui para o PIB em relação ao numero de pessoas que nele trabalha. Mais do que a agricultura ou a industria.

Quanto á filosofia consumista nos EUA como forma de combater o desmprego e aumentar o rendimento, note-se que ela tem origem nas teorias de Keynes, note-se tambem que a maioria dos paises desenvolvidos o consumo interno desmpenha um papel mais importante do que nos paises em desenvolvimento para quem as exportações assumem esse papel.

Já agora o Iraque era dominado por uma minoria étnica composta por 20% da população e é essa mesma minoria que se insurge contra os EUA e faz todas aquelas coisas "bonitas" que nós vemos na televisão e que nos são apresentadas como a revolta do povo Iraquiano. È que por azar as três ou quatro provincias Sunitas são as mais pobres em petróleo e sem o Sadam e o seu partido Baath acabou-se a papa doce e as politicas de arabização para a eliminação dos curdos de Kirkuk a provincia mais rica em petróleo.
Tambem não vejo qual o problema dos americanos intervirem no Irão, se calhar o melhor é deixá-los desenvolver o seu programa nuclear? O problema é que se todos sabiam que as armas de destruição maciça no Iraque eram mentira o oposto vale para o programa nuclear do Irão. Quanto á Siria apesar de ser uma ditadura fraca do mesmo malfadado partido Baath, a Siria durante anos manteve o Libano como um estado refem e quando o primeiro ministro do Libano se recusou a ser um fantoche do governo Sirio foi assassinado. A Siria retirou o éxercito do Libano graças á pressão dos EUA e da França.


Alguns preciosismos históricos:

O valor do ouro nem sempre foi reconhecido universalmente basta ver o total desprezo que os povos pré-colombianos tinham pelo valor desse metal.

Não me parece que andar a vaguear por uma floresta tropical com temperaturas de 40 graus e chuvas constantes dentro de uma couraça e capacete de ferro sob ataques constantes dos indios seja uma forma fácil de obter dinheiro.

Não me parece que se na altura dos descobrimentos a Europa fosse só pão e circo se conseguisse motivar alguem a deixar o país para ir correr todos aqueles riscos, o que não quer dizer que não houvesse estabilidade política e e alguma prosperidade, basta ver que o império romano começou a cair quando se tornou uma fonte de pão e circo. Aquilo que motivou e motiva a expansão dos povos é exactamente a busca de melhores condições.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 26, 2006 12:12 PM

O problema dos EUA no Iraque foi não terem atacado com maior numero de efectivos e em maior escala.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 26, 2006 12:18 PM

Caro Albatroz, a Joana percebeu e transmitiu a todos nós que a economia não é uma coisa óbvia ou que possa ser entendida com um espirito literário. A economia é algo natural e funciona tal e qual os sistemas da ecologia e da natureza, tentar controlá-la tem o mesmo efeito que construir uma barragem e matar toda a gente com a inundação dos campos ou matar os lobos porque são maus e ver os coelhos tornarem-se numa praga.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 26, 2006 12:30 PM

AtomSmith às fevereiro 26, 2006 12:30 PM

"A economia é algo natural"? Terá sido Marx que disse isso?...

A economia é a procura da satisfação das necessidades a partir dos recursos existentes. Sendo assim, não é "natural" mas é fácil de compreender. O pior é que os recursos são escassos e o capitalismo liberal exacerbou o carácter ilimitado das necessidades. Ou seja, quando em épocas remotas - ou hoje, na floresta amazónica - as pessoas apenas usavam o indispensável para satisfazer as suas necessidades (fundamentalmente básicas), nos nossos dias a febre consumista atingiu níveis tão absurdos que 20% da população mundial (os mais ricos, vivendo sob regimes capitalistas) consome 80% dos recursos existentes. É evidente que isto não pode durar. E, de forma "natural", aqueles que têm sido expoliados vão cair-nos em cima para aceder ao que consideram ser a sua legítima quota-parte nos recursos e no benefício do seu uso. Se acha que a ganância é um mecanismo "natural", vai ver essa naturalidade virar-se contra nós. Os que não têm vão tirar aos que têm. Se for preciso, a tiro. Mais desejável - embora não tão "natural" - seria partilhar melhor os recursos existentes e diminuir a nossa ânsia consumista. Aceitemos viver todos menos bem, nos países ricos, para que todos possam viver melhor nos países pobres. Se acharmos que é possível conter, pela força, os legítimos desejos dos mais pobres, pensemos que a resposta "natural" para essa ilusão é uma revolução francesa (com o invento de M. Guillotin...) ou uma revolução russa...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 26, 2006 12:56 PM

Os indios da amazónia ou os da América do Norte são um fenomeno realtivamente atipico.
Os "Incas" por exemplo viviam num regime "comunista" aonde todos os bens eram dados ao estado e redistribuidos conforme o escalão social da pessoa em questão, a vida dos indios de esclões mais baixos era bastante miseravel e degradante. Alem disso as ingerencias do estado na vida das pessoas chegava ao ponto de que no caso de um indio não casar até certa idade o estado atribuia-lhe uma esposa.

Aquilo que está a referir tambem acontecia na idade média, as pessoas viviam numa perspectiva de poupança e não de gasto.
Mas a civilçização com todos os seus males não é algo exclusivamente ocidental ou capitalista, ela já existia quando os Europeus eram apenas selvagens e floresceu em quase todos os continentes.

Tambem é verdade que o consumismo que refere e a exploração intensiva deram origem a aberrações crueis para outros seres e para o meio ambiente e o próprio homem. No entanto estas aberrações foram muito piores no regime comunista Soviético ou Chinês e basta ver o estado em que as coisas ficaram especialmente ao nivel social. Alem disso nesses locais nem era possivel o debate de ideias e muitas vezes ninguem sabia de nada do que se passava.

O problema é que graças ao capitalismo as pessoas hoje em dia nos paises civilizados não estão obrigadas a permanecer no estrato social ou no nível de riqueza com que nasceram, 40 milhões de pessoas vão sair da pobreza graças ao progresso económico da China. A questão é esta o capitalismo permite-nos a liberdade de escolha, você não é obrigado a consumir e pode consumir o que quiser. Eu como muito pouca carne mas não encontraria nem os conhecimentos nem a variedade de produtos de origem vegetal se não fosse o capitalismo. Acho que é errado culpar o capitalismo por aquilo que é a natureza humana ou a falta de consciência de certas pessoas. O capitalismo dá-nos a abundancia que nos permite ser livres para escolher.

Você pode ajudar os pobres sempre que quiser, mas não pode ajudar se não tiver dinheiro para isso. Alem disso os pobres não precisam só que se lhes dê ajuda, aliás se você pensa assim porque não vai para a rua e convida os sem-abrigo para irem almoçar a sua casa? Porque está tão preocupado com os pobres do mundo quando tem vários á sua porta. Um líder qualquer africano dizia, "não ajudem mais a Africa por favor". A economia é uma coisa natural e por isso ela devia ser deixada a crescer naturalmente. Porquê dar ajudas aos paises pobres em vez de deixar os seus produtos entrarem no nosso mercado sem taxas tão pesadas sobre os preços? Ou fazendo selecção entre paises impondo diferentes taxas?
É muito fácil falar de bons sentimentos quando se tem a barriga cheia, muitos dos que o fazem seriam os primeiros a ir com uma caçadeira para a porta de casa se alguem ameça-se os seus bens.
E muitos como o Mário Soares numa entrevista ao Jornal de Negócios, ao dizer que a China vive de mão de obra escrava fazem no para defender apenas os seus interesses egoistas, pois os chineses na miséria preferem isso a morrer de fome ou a morrer de fome á espera de ajudas humanitárias. É isso que querem? Criar um mundo de pessoas sem dignidade a suplicarem aos ricos uma esmola? Ou criar uma fonte de mulheres e crianças para as redes de prostituição dos paises desenvolvidos ?
O capitalismo é exactamente o oposto do que diz, premite a riqueza e o desenvolvimento dos mais pobres agora não culpe o capitalismo se existem regimes totalitários pelo mundo fora aonde os lideres preferem ostentar grandes armas que não lhes servem de nada enquanto as pessoas morrem de fome. E por essa lógica não culpe os EUA quando se opoem a esses regimes.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 26, 2006 03:06 PM

Nota prévia: A Lógica Ariscotélica é o tipo de raciocínio de alguém que é arisco à lógica.
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

O anormal número e a tipologia de erros ortográficos de Atomsmith mostra-nos que estamos perante alguém com uma cultura reduzida. Não surpreende, pois, que produza afirmações como as que assina nem que invente à sua maneira conceitos e definições. Surpreende ainda menos que ignore totalmente as realidades sobre as quais se pronuncia. Só quem não tenha lido o mais elementar manual de história, mesmo em banda desenhada, é que pode afirmar que os colonizadores espanhóis e portugueses não se preocuparam com o ouro da América. Vê-se que nunca ouviu falar do «ouro do Brasil», nem da «corrida ao ouro» do far-west (por exemplo). Quanto à sua interpretação do comunismo e do capitalismo, está ao nível do Avelino Ferreira Torres.

Publicado por: A Lógica Ariscotélica de AtomSmith às fevereiro 26, 2006 03:31 PM

py às fevereiro 25, 2006 10:43 PM,

Boa estadia por aí.
A colonização açoreana foi sobretudo no Sul, no Estado de Santa Catarina.
Acho que é uma boa ideia quem comprar uma casinha nos arredores de Curitiba. Pelo sim, pelo não ...

Publicado por: asdrubal às fevereiro 26, 2006 07:06 PM

...eu então gosto de ler todos...

Entretento comprei mais uma História do Pensamento Económico e eu e o Cush já começámos a leitura hoje, vou-vos por para aí umas citações, mas a principal já anda aí, é de demócrito e diz que se quer ser feliz cuide de pouco...

O último livro de história do pensamento económico que li foi em Timor-Leste e aí aprendi que em vez de necessidades se devia falar em desejos...

Assim a definição tradicional da "ciência que estuda a afectaçlão racional de recursos escassos a actividades alternativas com vista à satisfação de necessidades" deveria antes terminar em "desejos".

Voltando à interpretação neomalthusiana que o Albatroz avançou também concordo que se se configurar a Guerra, a Gripe e o crescendo de desastres naturais é inevitável concluir-se que a pegada ecológica do sapiens se tornou incomportável no sistema Gaia.

Publicado por: py às fevereiro 26, 2006 07:36 PM

Oops: Demócrito

(as gralhas não coirrijo)

Publicado por: py às fevereiro 26, 2006 07:39 PM

vou chamar o Cush...

Publicado por: py às fevereiro 26, 2006 07:39 PM

já cá tá!

Publicado por: py às fevereiro 26, 2006 07:40 PM

Hum...esta é nossa ...

Publicado por: Cush às fevereiro 26, 2006 07:41 PM

Katraplão..plão.. plão...

Publicado por: CushPy às fevereiro 26, 2006 07:43 PM

Essa de em vez de se falar de "necessidades" se dever falar de "desejos" parece-me forte... Subsistir não é um desejo, é uma necessidade. Comprar um Ferrari Testa Rossa talvez já possa ser visto como um desejo... A definição deve portanto ser oriunda do sector oligárquico, onde as necessidades estão todas mais do que satisfeitas...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 26, 2006 08:05 PM

Publicado por: A Lógica Ariscotélica de AtomSmith às fevereiro 26, 2006 03:31 PM

Realmente dou bastantes erros ortográficos dos quais infelizmente me orgulho, alguns desses erros são na verdade falta de destreza no teclado. Tambem é verdade que adoro banda desenhada em especial comics americanos. Confesso que um dos meus herois preferidos é o Etrigan que com o seu Hellfire sem duvida varreria muitos Trolls que andam por ai.
Mas confesso que o que referi li em livros e que nada foi falseado. Mas pior do que dar erros ortográficos é não saber ler e caso você o consiga fazer aconselho-o a reler o que escrevi pois á parte dos erros ortográficos não escrevi nada do que afirma sobre os conquistadores, a menos que na sua ignorante lógica considere os conquistadores como povos pré-colombianos.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 26, 2006 08:08 PM

Outra coisa que me preocupa em relação ao troll que anda por ai e que não sei se é sempre o mesmo é que se baseia numa lógica totalmente infantil, do tipo és mau porque és mau, não é verdade porque não é verdade, sou melhor porque o meu pai é policia e pior que isso deturpando agora o que se escreve. Provavelmente faz isso para esconder a sua avantajada ignorância. Eu não tenho qualquer problema porque como Socrates dizia "só sei que nada sei" agora você pelos vistos anda a ver se nos engana a todos fingindo que sabe e escondendo a sua ignorancia atrás da sua arrogância.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 26, 2006 08:20 PM

Quanto ao capitalismo e comunismo não sei qual é a visão do Avelino mas talvez você pudesse começar a elucidar-me. É que na verdade não tenho nenhuma reputação a defender e ainda por cima tenho muito a aprender por isso talvez você possa esclarecer-me dizendo o que está mal e porque está mal, sem inventar claro e sem dizer está mal porque o Avelino diria isso ou o Harpo Marx buzinava assim, talvez possamos debater os assuntos quem sabe trocando fontes e tudo.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 26, 2006 08:38 PM

C'mon get in the ring motherfucker...

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 26, 2006 08:48 PM

O que faremos nós?
A destruição da identidade ocupacional na 'Economia baseada no conhecimento'

por Ursula Huws

Confrontados com a dificuldade de 'situar' um estranho, a primeira coisa que costumamos fazer é perguntar, 'o que é que o senhor faz?'. À excepção talvez de algumas tribos de caçadores-recolectores, a ocupação de uma pessoa é uma das mais importantes etiquetas de identificação social. Isso reflecte-se nos nomes de família de muitas culturas europeias. Por exemplo, os antepassados dos Schmidt, Smith, Herrero ou Lefebvre, eram ferreiros. Os Wainwrights e Wagners descendem de fabricantes de carroças, e da mesma forma os Mullers (moleiros), Boulangers (padeiros), Guerreros (soldados), e todos os milhares de Potters (oleiros), Butchers (açougueiros), Carters (carroceiros), Coopers (tanoeiros), Carpenters (carpinteiros), Fishers (pescadores), Shepherds (pastores) e Cooks (cozinheiros), cujos nomes se encontram em todas as listas telefónicas norte-americanas.

Este fenómeno não é exclusivo das culturas de origem europeia. No sul da Ásia, a divisão do trabalho evoluiu até ficar tão entranhada nas outras estruturas sociais que já se nascia com uma identidade ocupacional. Nas palavras de Sudheer Birodkar, 'a especialização ocupacional era a essência da sub-divisão das duas Varnas (castas) mais baixas dos Vaishyas e Shudras nos diversos Jatis (sub-castas ocupacionais)... Infringir as regras de castas da profissão podia levar à expulsão; por isso um Chamar (sapateiro) tinha que ser Sapateiro toda a vida. Se tentasse ser Kumar (oleiro) ou Darji (alfaiate), corria o perigo de ser expulso da casta Chamar e, claro, de acordo com as regras de castas, não seria admitido em mais nenhuma casta apesar de ter conhecimentos de outra profissão qualquer'. [1]

Estas identidades ocupacionais individuais baseadas na profissão começaram a desaparecer sob o impacto da automação e da introdução do sistema fabril. Segundo a teoria marxista, a tendência geral para reduzir os trabalhadores a uma massa indiferenciada, que possa ser substituída facilmente – uma classe trabalhadora ou proletariado – é inerente às relações capitalistas de produção. Há uma relação directa entre o grau de aptidões exigidas para desempenhar uma dada tarefa, e a escassez dessa aptidão, com a capacidade dos trabalhadores que as possuem para negociar salários mais altos e condições de trabalho decentes com os seus empregadores (ou, no caso dos trabalhadores por conta própria, com os seus clientes). É portanto de interesse para o capital ter uma classe de trabalhadores cujas aptidões sejam genéricas e, tanto quanto possível, substituíveis. Os trabalhadores que têm apenas aptidões genéricas são mais baratos de contratar e podem ser dispensados se arranjarem problemas porque é fácil encontrar substitutos.

Para os socialistas, a identidade ocupacional (construída, como é habitual, em torno de aptidões, conhecimentos ou experiência especiais próprias) constitui assim um quebra-cabeças. Por um lado, forma um bloco básico da construção organizacional; por outro lado, é uma barreira para o desenvolvimento duma maior consciência de classe. Tradicionalmente, a maioria (embora nem todas) das organizações de trabalhadores desenvolveram-se a partir de identidades ocupacionais específicas, em grupos que ao mesmo tempo são inclusivos, no sentido de que se apoiam, para a sua eficácia, em sólidas fronteiras e restrições para se entrar nesse grupo.

Podem detectar-se alguns dos mecanismos para limitar a entrada, tais como os aprendizados, em formas pré-capitalistas de organização, tais como as guildas, cujos membros eram frequentemente obrigados a fazer juramento de preservar os segredos do comércio em elaborados rituais de iniciação e a envolver-se noutras práticas que consolidavam os laços entre os seus membros mas excluíam os estranhos. Muitos dos grupos com base em ocupações mais recentes apresentam ainda frequentemente uma forte homogeneidade social na sua irmandade, com um carácter sexista e étnico em relação a quem é admitido e a quem é excluído. Isto dá-lhes um carácter divisionista em relação ao povo trabalhador enquanto classe mais lata.

No entanto, dada a sua forte organização e capacidade de resistir às pressões dos empregadores, estes grupos podem desempenhar um papel activo para conseguir salários mais altos ou melhoria de condições para alguns segmentos da força de trabalho ou, de forma mais geral, podem liderar campanhas para legislação protectora ou disposições sociais que beneficiam a população em geral. Foi o que aconteceu em países como a Alemanha, onde os partidos políticos sociais-democratas assumiram a liderança no desenvolvimento da contratação colectiva baseada em sectores, em vez de baseada em ocupações.

Embora os estados providência (welfare states), que se desenvolveram durante o período pós Segunda Guerra Mundial nos países de capitalismo avançado, assumissem formas diversas, todos eles sem dúvida devem muitas das suas realizações aos esforços das organizações de trabalhadores que foram suficientemente fortes para obrigar os empregadores a partilhar parte dos ganhos de produtividade da produção em massa. Em consequência, os empregadores e os estados acordaram um compromisso em que moderavam o seu antagonismo para com as organizações de trabalhadores e a força de trabalho permitia aos empregadores gerir os postos de trabalho sem a ameaça constante de interrupção. [2] As organizações de trabalhadores eram muito diferentes de país para país; eram explicitamente de base ocupacional, como nos sindicatos de base profissional predominantes no Reino Unido, ou baseados em sindicatos mais gerais dirigidos por elites profissionais com fortes identidades ocupacionais. [3] De notar, porém, que este mesmo período foi caracterizado também por mercados de trabalho que eram fortemente segmentados por sexo e etnia, assim como apresentavam fracturas em muitas outras vertentes.

A especialização não tem um carácter de duas faces apenas no que respeita ao trabalho, tem também um significado igualmente ambíguo para o capital. O processo de inovação que forma o necessário motor de mudança para o desenvolvimento capitalista é profundamente contraditório na sua necessidade de especializações. Antes de uma tarefa poder ser automatizada, é necessário confiar na aptidão e na experiência de alguém que saiba exactamente como executar essa tarefa para dissecar cada passo do procedimento e conceber como é que ela pode ser normalizada e como é que uma máquina pode ser programada para repetir todos esses passos. Depois de expropriados o conhecimento e a experiência (ou 'arte') desses trabalhadores, eles podem ser dispensados e substituídos por trabalhadores menos aptos e mais baratos, para trabalharem com as novas máquinas.

Mas a necessidade de especializações não termina aqui. O conhecimento humano, o engenho e a criatividade são absolutamente essenciais para inventar e desenhar novos produtos e procedimentos, personalizá-los para novos fins, comunicar e criar a necessidade de uma grande gama de produtos e serviços que mantenham as rodas do capitalismo a funcionar, e para cuidar, educar, informar, distrair e entreter a população. Algumas destas funções estão elas próprias sujeitas a procedimentos pelos quais o conhecimento dos trabalhadores é expropriado e incorporado em programas de computador ou bases de dados, a fim de que as tarefas possam ser executadas por menos trabalhadores ou por trabalhadores menos especializados. Aqui, por exemplo, podíamos incluir o conhecimento dos especialistas que trabalham em postos de atendimento de apoio técnico, que são encorajados a pôr as respostas às perguntas mais frequentes em bases de dados as quais podem ser consultadas por pessoal menos graduado, ou o conhecimento dos professores universitários que são convidados a converter as suas aulas em conteúdos para cursos de 'aprendizagem eletrónica'. Mas quando uma tarefa passa a estar rotinada e sem necessidade de especializações, exige-se uma nova legião de 'trabalhadores especializados', para esta nova fase do processo de manufactura. [4]

Assim, está fora de questão a discussão sobre se o desenvolvimento de um capitalismo, ainda mais complexo tecnologicamente, resulta numa indiferenciação ou numa especialização. A natureza da inovação é tal que ambos os processos acontecem simultaneamente: cada desenvolvimento novo na divisão tecnológica do trabalho exige uma nova separação entre 'cabeça' e 'mãos'. Para rotinar as funções dum grupo de trabalhadores, é necessário outro grupo de trabalhadores, normalmente mais pequeno, com uma certa visão geral do processo. Conforme os trabalhadores resistem ou se adaptam à mudança e se organizam para proteger os seus interesses, formam-se permanentemente novas ocupações e reformam-se outras. Tal como se pode dizer que as identidades ocupacionais são exclusivas e inclusivas, também se pode dizer que elas sofrem um permanente processo de construção e desconstrução. Os empregadores têm que equilibrar os seus interesses para embaratecer o valor da mão-de-obra com a necessidade de garantir que haja um fornecimento renovável de trabalhadores instruídos e criativos com ideias novas. Em certas situações, também pretendem manter o controlo da propriedade das técnicas e dos conhecimentos que lhes confere uma posição competitiva superior à das companhias rivais.

Pode argumentar-se que a teoria marxista tradicional subavalia a importância da especialização na modelação das formas em que funcionam os mercados da mão-de-obra. A realidade que evoluiu é muito mais complexa do que a imagem tradicional duma polarização da sociedade entre uma burguesia – que detém os meios de produção, controla a circulação de bens e de capital e dita o funcionamento do estado – e uma massa proletária ainda mais homogénea, cujos membros podem ser mantidos na linha por saberem que qualquer trabalhador demasiado exigente pode ser substituído por outro qualquer do 'exército de reserva' dos desempregados que podem fazer o mesmo trabalho de forma mais barata ou mais submissa. Pelo contrário, a evolução da divisão do trabalho cada vez mais complexa tecnologicamente, criou a procura, em constante mudança, duma série de especializações extremamente diversas, muitas das quais são específicas de determinadas fases do desenvolvimento industrial, de sectores particulares, de procedimentos de propriedade, de produtos, ou mesmo de empresas específicas.

No entanto, apesar desta multiplicação de tarefas numa divisão do trabalho que cada vez está mais disperso contratual e geograficamente, o conceito de exército de reserva ainda é relevante para nos ajudar a perceber muitos dos recentes desenvolvimentos dos mercados de mão-de-obra, nesta época em que o compromisso trabalho-empregador-estado (por vezes descrito como 'contrato Ford') entrou em queda ou se encontra em grande conflito. Mas para dissecar melhor este entendimento, precisamos duma ideia mais diferenciada sobre o papel desempenhado pelas identidades e especializações ocupacionais no funcionamento dos mercados de trabalho. Também precisamos de olhar mais de perto para o papel desempenhado pelo estado no fornecimento de aptidões genéricas à força de trabalho necessária para preencher nichos numa economia cada vez mais complexa e turbulenta e o papel que estas aptidões desempenham na erosão das fronteiras ocupacionais e no enfraquecimento do poder da força de trabalho organizada.

Um ponto de partida para esta análise é o conceito do próprio mercado de trabalho. Há, evidentemente, muitos aspectos em que é questionável o próprio conceito de um mercado para a força de trabalho. Há uma enorme assimetria entre as características do trabalho e as do capital que fazem com que o mercado para o trabalho seja muito diferente do comércio de bens e serviços. O corpo humano, a unidade básica que é oferecida num mercado de força de trabalho, tem limites finitos quanto à sua força, resistência e agilidade, assim como quanto ao número de horas que consegue funcionar, limites que são diferentes na sua essência dos recursos capital e matérias-primas que as empresas empregadoras podem esticar até ao limite. A força de trabalho não é fisicamente móvel da forma que o é o capital e, nesta era de mercado livre em que o capital atravessa livremente as fronteiras nacionais, a força de trabalho está fortemente constrangida quanto à sua possibilidade de aproveitar as oportunidades noutros países. É por vezes mais fácil o nosso corpo atravessar uma fronteira nacional depois de morto, do que uma pessoa viva entrar num país legalmente à procura de trabalho.

Os mercados de trabalho também são distorcidos por muitos outros factores, como os monopólios e os monopsónios (um único comprador de força de trabalho), os cartéis, diversas formas de aliança entre negócios ou força de trabalho, a intervenção estatal, e outros constrangimentos sobre a disponibilidade de tempo ou mobilidade (tal como a necessidade de levar a cabo trabalho reprodutivo não pago) que reforçam divisões sexistas e racistas na mão de obra mundial. Um mercado em que certos trabalhos estão reservados só para os homens, ou só para os brancos, ou só para pessoas duma determinada religião, não pode ser classificado de forma alguma como um mercado 'livre'. No entanto, o mais importante factor, quanto ao impedimento do acesso ao trabalho e à competição 'pura' no mercado, pode ser a necessidade do empregador de trabalhadores com aptidões específicas, numa divisão técnica – e cada vez mais global – do trabalho.

Uma das tentativas mais importantes para teorizar de novo os mercados de trabalho foi o livro revolucionário de Peter Doeringer e Michael Piore, Internal Labor Markets and Manpower Analysis (Lexington Books, 1971), no qual se desenvolve a ideia de mercados de trabalho duais. Neste modelo, o tipo de trabalho divide-se, grosso modo, em duas categorias: a dos mercados de trabalho 'primário' ou 'interno' e a dos mercados de trabalho 'secundário' ou 'externo'. Os mercados de trabalho interno, argumentam, estão separados das forças do mercado externo por sistemas de regras internas. Os empregadores que necessitam de qualificações especiais, viradas para as suas próprias práticas de trabalho específicas, estão preparados para oferecer incentivos a fim de manterem trabalhadores leais, incentivos esses que incluem salários mais altos, pensões, férias, e uma gama de outros benefícios marginais. Os mercados internos, prosseguem, são tipicamente estruturados de forma sólida e hierarquizados, com carreiras internas, apoiando-se fortemente em conhecimentos firmes e específicos. Nestes mercados internos, os empregadores estão preparados para investir substancialmente na formação no interior da empresa, a fim de atingir altos níveis de produtividade. Por outras palavras, os níveis dos salários e as condições são diferentes dos de um 'puro' mercado externo. Entrar neste mercado de trabalho interno não é fácil, mas uma vez lá dentro, os trabalhadores gozam duma série de benefícios. Nos mercados de trabalho secundários ou externos, o contrato tácito entre o capital e o trabalho é muito diferente: os empregadores não tomam um compromisso a longo prazo com a força de trabalho, mas estão preparados para aceitar níveis mais baixos de empenhamento e de produtividade dos trabalhadores que tem a liberdade de poder dispensar quando quiser. Os trabalhadores típicos nos mercados de trabalho interno no final dos anos 60, quando Doeringer e Piore escreveram o seu livro, seriam os funcionários públicos, ou os empregados de grandes companhias como a IBM ou a General Motors; os trabalhadores típicos dos mercados de trabalho externo seriam os porteiros ou empregados de mesa, ou gente por conta própria que punha as suas qualificações ao dispor duma série de clientes diversos.

Cedo se tornou evidente que este modelo dual era simples demais para explicar a complexidade dos diferenciais de salários no conjunto de economias diversas. As teorias de Doeringer e Piore foram elaboradas por outros analistas, que desenvolveram modelos de mercados de trabalho múltiplos ou segmentados. [6] O conceito de mercados segmentados de trabalho reconhece que pode haver muitos mercados de trabalho diferentes, nos quais os salários e as condições são modelados por uma interacção de factores que incluem os sistemas de educação nacional, as estruturas industriais, as tradições culturais, a legislação de protecção ao trabalho e as formas de organização dos trabalhadores.

Retrospectivamente, podemos ver que os mercados de trabalho interno descritos por Doeringer e Piore e seus seguidores não eram características absolutas e imutáveis da paisagem económica. Pelo contrário, podemos considerá-los como específicos duma certa fase do capitalismo, nomeadamente, do compromisso do período pós-guerra. Embora se anuncie muitas vezes o fim deste período, não podemos ter a certeza de que alguns dos seus elementos não continuem a ser úteis ou mesmo necessários para o capitalismo no futuro. No entanto, é razoável concluir que já passou a sua época. Para compreender como e porque é que ele chegou ao fim, talvez seja útil analisar com mais pormenor como é que ele funcionava na sua época dourada.

Primeiro, é preciso realçar que o acordo especial consentido pelo capital com os seus trabalhadores do 'núcleo' essencial no interior das grandes organizações, só funcionou precisamente porque não abrangia todos os trabalhadores. Embora tenha havido momentos históricos em que as aristocracias trabalhadoras utilizaram o seu poder para conquistar maiores ganhos para porções muito mais alargadas da classe trabalhadora, os felizardos que estavam no seu interior tinham consciência da sua situação de privilégio e, no seu conjunto, mantinham-se na linha sabendo que a vida lá fora no mercado de trabalho secundário seria muito difícil. Os padrões de inclusão e exclusão também eram reforçados frequentemente pelas diferenças de etnia e de sexo. Em segundo lugar, é importante recordar que o modelo pós-guerra não foi universal, mas tomou formas diferentes em diversos países, formas essas modeladas pelas suas estruturas industriais próprias e pela sua história, incluindo as formas específicas como evoluíram as organizações dos trabalhadores. Na Alemanha, por exemplo, um forte movimento social-democrata empurrou para acordos colectivos a nível de sector, o que significava que o 'acordo interno' era alargado a todos os trabalhadores de um determinado sector, em vez de apenas a determinados grupos ocupacionais (como era o caso quando os sindicatos baseados na profissão tinham força, por exemplo, na Grã-Bretanha) ou a certas empresas (como era o caso quando predominava a negociação a nível da empresa). David Coates proporciona-nos uma análise extensiva das implicações à escala económica de tais diferenças, que produziram tipos distintos de sistemas sociais, padrões de investimento, graus e tipos de intervenção governamental, e sistemas de formação e qualificação que por sua vez se reflectem nas formas com que são definidas as ocupações. Diversos tipos de 'acordo interno' são também complementados com tipos específicos de 'acordo exterior', e isto por sua vez significa que o colapso do compromisso pós-guerra toma uma forma própria em cada país.

Com o objectivo de representar num modelo algumas destas diferenças, utilizei um diagrama adaptado de Rosemary Crompton, para integrar a teoria do mercado de trabalho dual com a teoria do género e da classe. [7] Considerei que este diagrama seria útil para analisar as diferenças entre mercados de trabalho em diferentes países e, em especial, para examinar como eles mudam em épocas de rápida mudança estrutural e tecnológica, tal como aquela em que vivemos neste momento. Este diagrama considera os mercados de trabalho interno e externo em dois extremos, aqui mostrados à direita e à esquerda do diagrama (permitindo a possibilidade de existirem outros tipos intermédios de segmentos de mercado de trabalho colocados algures entre esses extremos).

Acrescenta então outra dimensão, a das qualificações, em cima e em baixo no diagrama. Em princípio devia ser possível arranjar algum tipo de trabalho pago algures em relação a estes dois eixos. Por exemplo, um executivo bem pago duma grande empresa ou um funcionário público superior deveria estar algures perto do canto direito superior, assinalado por B. Mas um contabilista por conta própria, bem pago, que trabalhe para diversos clientes, embora se mantenha perto do topo quanto ao nível de qualificações, estaria no canto esquerdo A. Em baixo, do lado direito, junto ao canto D, estaria um recém-recrutado ou um aprendiz no princípio da escada ocupacional numa grande instituição estável (por ex., um classificador de correspondência com formação). Em baixo, à esquerda, junto do canto C, estaria um apanhador de fruta sazonal ou um vendedor de hamburgers temporário. Obviamente, há muitas posições intermediárias, quanto às qualificações.


Num país como a Alemanha, com a sua política corporativista, mercados de trabalho internos historicamente fortes, um considerável investimento dos empregadores em formação e demarcações ocupacionais muito bem definidas, e um sistema de segurança social estreitamente ligado aos planos dos empregadores, será de esperar que uma grande percentagem da população esteja agrupada do lado direito deste diagrama. Uma trajectória de carreira típica será começar no canto D e abrir caminho em direcção ao canto B, aproveitando os cursos de formação proporcionados pelo empregador e seguindo as regras internas da companhia.

Num mercado de trabalho mais 'liberal', como o dos Estados Unidos ou do Reino Unido, o padrão característico colocará uma percentagem muito maior da população trabalhadora do lado esquerdo do diagrama – trabalhando acidentalmente como indivíduos por conta própria, ou trabalhadores temporários ou em tempo parcial, com pouca segurança de trabalho a longo prazo, e poucas possibilidades de promoção dentro da firma ou de formação para além da exigida pelas necessidades imediatas da função. Tipicamente, as qualificações que os trabalhadores têm, para além do certificado de escolaridade obrigatória, foram adquiridas à sua custa ou à custa dos seus pais. Estes mercados de trabalho exibem certamente uma maior polarização, com diferenças fundamentais nos padrões de vida, entre uma grande massa indiferenciada de trabalhadores precários junto do canto C e os poucos privilegiados junto de A ou B, e uma enorme variação no meio.

Estes não são, obviamente, os únicos dois modelos possíveis. Podemos imaginar que os países escandinavos com os seus fortes sistemas de segurança social mais ligados a um estatuto de cidadania do que ao emprego e com um maior empenhamento na educação e na formação públicas, tenham populações trabalhadoras com qualificações altas, muito mais agrupadas a meio da parte superior do diagrama, com pouca gente quer no canto C quer no D. Em contrapartida, há muitos países desenvolvidos que provavelmente têm um sector formal muito pequeno, o que significa que a grande massa da população está mais para o lado esquerdo do diagrama, em A ou C.

Apesar das regras de igualdade em todos estes tipos de mercado de trabalho, na prática as oportunidades não estão ao alcance de toda a população de igual forma. Os homens residentes de longa data (e brancos) dominam geralmente o quadrante B do diagrama, e os imigrantes, os negros e as mulheres encontram-se mais provavelmente em baixo, no quadrante C.

Este diagrama não é apenas útil como forma de comparar os mercados de trabalho estático. Também ajuda a compreender as diferentes formas dinâmicas com que a restruturação organizacional afecta os trabalhadores em diferentes contextos nacionais. Os incentivos dos empregadores para reduzir o custo da mão de obra podem ser os mesmos qualquer que seja a sua base mas, num mercado de trabalho 'corporativista', onde os empregados estão protegidos por fortes acordos sindicais, as fronteiras do mercado de trabalho interno estão firmemente definidas: ou se está dentro ou se está fora. Tal como a forma mais habitual de estar dentro são os procedimentos formais de admissão, também a forma de estar fora é provavelmente um processo formalizado de redundância. Os trabalhadores que estão dentro do mercado de trabalho interno têm muito a perder, visto que a maior parte dos seus benefícios sociais está ligada ao seu estatuto de emprego, e portanto resistem ferozmente à expulsão e aceitam mais facilmente uma restruturação radical do seu trabalho (por ex., aceitando a redução das demarcações tradicionais da sua função, a chamada 'polivalência'), do que sujeitarem-se a deixarem de estar lá dentro. Quando desempregados, torna-se difícil arranjar outro emprego, em parte porque as suas qualificações podem ser muito específicas da indústria ou específicas do empregador e em parte porque os empregadores têm relutância em criar novos lugares para pessoas com quem terão de fazer um contrato a longo prazo. A saída dum trabalho certo e bem pago pode seguir portanto a direcção da seta designada por 'desemprego' no diagrama.

Num mercado de trabalho menos regulamentado, como o dos Estados Unidos ou do Reino Unido, os mercados de trabalho interno estão muito menos bem protegidos, e os benefícios por estar dentro deles são relativamente muito menores. Aqui, os empregadores estão muito mais dispostos a reagir a circunstâncias em mudança, oferecendo trabalho ocasional. Cada vez se admite um maior número de trabalhadores temporários para substituir ou complementar o trabalho de empregados a tempo inteiro; o pessoal com qualificações ainda necessárias mas já de forma não regular, é encorajado a trabalhar em tempo parcial, ou por conta própria; e cada vez é maior o recurso à contratação de trabalho exterior (outsourcing). A saída do mercado de trabalho interno segue portanto mais provavelmente a direcção da seta designada por 'trabalho ocasional' no diagrama. Embora também exista desemprego nestes países (tal como existe trabalho ocasional em países como a França, Alemanha, Áustria e Bélgica), provavelmente não é absoluto nem de longa duração. Pelo contrário, assiste-se a um agravamento das condições de trabalho e a uma insegurança crescente, quando a precariedade alastra no mercado de trabalho como a ferrugem que corroía a velha maquinaria Ford.

Que importância têm estas diferenças? Os leitores da imprensa de negócios apressar-se-ão sem dúvida a apontar os artigos que atribuem a culpa dos cinco milhões de desempregados na Alemanha às políticas 'esclerosadas' ou 'rígidas' do mercado de trabalho europeu, assim como os leitores dos jornais europeus mais liberais estão familiarizados com as histórias dos trabalhadores sobrecarregados dos países 'anglo-saxónicos' que abriram mão dos seus direitos num acto colectivo de auto-exploração. Estas visões não contribuem para estimular um sentimento de unidade entre os trabalhadores. Mas os marxistas tradicionais podem argumentar que, de qualquer modo, a grande massa dos desempregados e a grande massa de trabalhadores ocasionais têm mais ou menos a mesma função: são o exército de reserva cuja existência actua como um travão sobre os movimentos dos trabalhadores que pretendem melhorar o pagamento e as condições em segmentos mais organizados do mercado de trabalho.

Só que há um problema com esta abordagem. As economias modernas produzem hoje uma variedade tão grande de bens e serviços, englobando uma gama tão larga de inputs diferentes em configurações tão complexas que, para muitas tarefas (embora nem todas), o simples poder do músculo já não é suficiente. Por outras palavras, a divisão técnica do trabalho evoluiu a um ponto em que a maioria das funções exige de facto qualificações específicas e um exército de reserva não serve para nada, a não ser que as possua. No entanto, na maior parte dos casos, as especializações são diferentes das que eram exigidas na geração anterior – aquelas especializações em torno das quais evoluíram as identidades ocupacionais da segunda metade do século vinte. As funções do torneiro mecânico, do linotipista, do desenhador gráfico, do editor de filmes, do revisor de texto, do mecanógrafo, do audiotipista, do operador de quadros eléctricos, tiveram todas o mesmo destino do tecelão manual ou do escriba, ou sofreram transformações que as tornaram irreconhecíveis. A tecnologia da informação desempenhou um papel fundamental nesta transformação. A utilização de computadores não fez desaparecer as muitas diferenças que se mantêm entre diferentes procedimentos de produção, indústrias e empresas. Mas introduziu uma gama de procedimentos standard para organizar e manipular a informação que lhes é própria.

A proporção da força de trabalho que utiliza realmente um computador no decurso do seu trabalho diário varia de país para país, mas é grande e está a aumentar. E os empregadores não querem ter que negociar com um pequeno grupo elitista de trabalhadores que percebem como é que esses computadores funcionam e sabem trabalhar com eles (como alguns tiveram que fazer nos anos 60, quando a programação informática era um reduto exclusivo – e mistificado – de algumas tecnologias privilegiadas). Nem querem ter que investir fortemente para os treinar. O que eles precisam é de uma fonte abundante de trabalhadores literatos de computadores que possam ser contratados quando necessário e mandados embora quando já não são precisos, sem medo de ficar descalços sem as qualificações necessárias quando seja necessário ir buscá-los de novo. Mas como é que podem garantir essa fonte?

Há um paralelo interessante aqui com o que aconteceu no século XIX, quando a organização da indústria e das economias nacionais e imperiais começou a ficar suficientemente complexa para exigir uma força de trabalho que soubesse ler e contar. Não só foi necessário um exército de escriturários para emitir as facturas e os recibos para todas as transacções ligadas ao comércio internacional, como também aumentou a necessidade de se manterem registos do próprio trabalho, para anotar quem tinha trabalhado quantas horas e calcular o seu pagamento. Os trabalhadores manuais também precisavam de saber ler, escrever e fazer as operações aritméticas, a fim de poderem seguir as instruções, controlar as existências, etc. Se houvesse apenas algumas pessoas com estas qualificações, isso dava-lhes um poder de negociação que impossibilitaria o poder de manobra do empregador. Também era necessário, evidentemente, assegurar que os novos admitidos chegassem ao seu posto de trabalho já impregnados dos valores da pontualidade, trabalho árduo e respeito pela propriedade dos outros. As pessoas também precisavam de saber ler e contar enquanto consumidores – para poderem lidar com dinheiro numa economia que dependia cada vez mais da moeda, para lerem os sinais públicos, e para identificarem quais os artigos a comprar. Qual era a solução? Educação escolar básica universal, ensinando o 'bê-a-bá' num ambiente em que se exigia o respeito pela autoridade, se encorajava uma forte ética do trabalho, e as garotices ou faltas de pontualidade eram severamente punidas. Quando estas qualificações se tornassem universais, ninguém poderia exercer pressão sobre o mercado só pelo simples facto de as possuir.

Hoje em dia, a retórica e as qualificações são um pouco diferentes. Os empregadores querem pessoas que sejam 'literatas digitalmente', 'auto-motivadas', e 'boas jogadoras em equipa' e que possuam 'qualificações genéricas', 'empregabilidade' e 'espírito empreendedor'. Também exigem pessoas que estejam preparadas para continuar a aprender novas técnicas como a tecnologia e as mudanças de mercado, por vezes descritas como 'um compromisso de aprendizagem por toda a vida'. E precisam de pessoas que estejam familiarizadas ou dominem uma gama de pacotes específicos de software e que possam comunicar com clientes distantes num mercado global. Escusado será dizer, estas 'qualificações', 'competências', 'aptidões' e 'know-how', quaisquer que sejam as suas combinações, não contribuem em nada para identidades ocupacionais estáveis. Com efeito, pressupõem um mundo em que não há limites, no sentido de 'isto é o que eu faço; mas isto não faço porque não faz parte da minha função', onde cada descrição de funções é infinitamente elástica e nunca chega a altura em que um trabalhador se pode recostar na sua cadeira e pensar 'Finalmente, acabou o treino. Tenho uma ocupação reconhecida. Agora posso descontrair-me e dedicar-me ao meu trabalho'. Mas há provas evidentes de que acabamos de entrar numa fase de capitalismo global onde, tal como a necessidade de literacia no século XIX, há hoje uma necessidade universal de novas atitudes e capacidades genéricas. E, tal como no século XIX, as organizações estatais apressam-se a ajudar os empregadores a obtê-las. Só que, desta vez, não é dentro das fronteiras nacionais ou dos impérios rivais, mas a uma escala global.

Nunca é fácil separar a necessidade da expansão do capitalismo no sentido de encontrar novos mercados, da sua necessidade de descobrir novas fontes de mão-de-obra. Com efeito, as duas estão intimamente interligadas. No entanto é difícil negar que as actuais políticas educacionais de organizações supra-nacionais, como o Banco Mundial ou a União Europeia, assim como as das nações individuais que recebem a sua ajuda, têm, embora sem ser esse o seu objectivo explícito, o efeito de criar um exército de reserva global de 'trabalhadores cultos'. Neste processo, aqueles que anteriormente tinham um acesso mais ou menos exclusivo a esses conhecimentos vêem destruídas quaisquer vantagens que tivessem no mercado.

A nível nacional, estas tentativas assumem formas diferentes em diferentes países desenvolvidos. Por exemplo, na Áustria, ao manter o modelo corporativista, o governo instituiu o arbeitsstiftungen , fundamento do trabalho, que proporciona formação a gente desempregada, em estreita cooperação com os empregadores locais. Num estudo de Hans Georg Zilian, no distrito de Leoben, concluiu-se que 38 por cento dos formandos acabavam com a sua triste sorte de desempregados voltando para os seus antigos empregadores. Zilian chegou à conclusão de que este procedimento funciona como um tanque de reserva para os empregadores, em que os trabalhadores podem ser treinados à custa dos contribuintes até serem precisos de novo. [8] Voltando ao nosso diagrama, esta actividade pode ser encarada como situando-se junto ao canto D, com o estado colaborando com os empregadores para, em conjunto, regularem a entrada para o que se pode considerar um mercado de trabalho interno, embora bastante desgastado. Em economias menos regulamentadas, a formação provavelmente será levada a efeito à custa e por iniciativa do indivíduo, e pode ser conceptualizada colocando-se do lado esquerdo do diagrama, entre os trabalhadores ocasionais que formam o eixo A-C. Nalguns casos, o subsídio do estado ao empregador pode ser menos directo do que um simples pagamento para formação. Independentemente do papel concreto do estado, há em geral cada vez mais ênfase nos anúncios de empregos e dos cursos de formação quanto à necessidade de 'qualificações electrónicas' e 'literacia digital'. Em toda a União Europeia, a Carta Europeia de Condução em Informática (European Computer Driving License - ECDL) certifica que o seu possuidor adquiriu qualificações básicas de computador.

A nível internacional, o apoio à educação a países em desenvolvimento é cada vez mais explicitamente relacionada com o desenvolvimento duma 'economia baseada no conhecimento'. O Banco Mundial, por exemplo, liga intimamente a sua ajuda ao que chama o K4D 'conhecimento para o desenvolvimento', em programas que ligam a reforma educativa com o alargamento das redes de comunicação, encorajando o espírito de iniciativa e 'um sistema de inovação eficaz das empresas, centros de investigação, universidades (e) consultores'. [9] Os programas de ajuda da União Europeia têm objectivos semelhantes: por exemplo, a declaração da política da UE de 2001, Estreitando a Cooperação com os Terceiros Países [10] afirma que o objectivo da sua política educativa é 'melhorar a gestão dos recursos humanos e fazer da UE um actor poderoso na educação, formação e investigação numa economia mundial competitiva'. [11]

Estes programas frequentemente exigem um desmantelamento dos sistemas de qualificação nacionais e estão ligados a cursos e currículos internacionais, incluindo a obrigatoriedade de cursos dados por universidades e colégios dos países financiadores, o ensino obrigatório do inglês nas escolas primárias e, por vezes, duma segunda língua europeia nas escolas secundárias, assim como o já familiar ênfase nas 'qualificações electrónicas', 'literacia digital', 'empregabilidade' e 'espírito de iniciativa'. As companhias multinacionais também são activas em estabelecer padrões de qualificações globais, por exemplo, proporcionando cursos de certificação na utilização de software próprio, como a Microsoft ou a SAP, ou oferecendo equipamento informático ou de telecomunicações a escolas e colégios para familiarizar os estudantes com os seus produtos.

Na UE, sob uma série de 'Planos de Acção e-Europa', foram instituídas diversas metas para atingir níveis gerais de alcance da ciência de computadores, juntamente com outros indicadores da 'sociedade do conhecimento', tais como níveis de acesso à Internet e de utilização de e-comércio, para os dez novos estados membros que aderiram à UE em 2005, assim como para a Roménia, Bulgária e Turquia, que ainda estão à espera de entrar. Os novos estados membros na Europa central e de leste, que incluem a Hungria, a República Checa, a Polónia, a Eslovénia, a Eslováquia, a Lituânia, a Letónia e a Estónia, já estão a assumir o papel de escritório barato para o resto da UE. [12] Os 'terceiros países' referidos neste documento de política constituem um anel exterior de países para além daqueles: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Croácia, República Federal da Jugoslávia, a antiga república jugoslava da Macedónia, Arménia, Azerbeijão, Bielorússia, Geórgia, Casaquistão, Quirquizistão, Moldova, Federação Russa, Tajiquistão, Turquemenistão, Ucrânia, Uzbequistão, Mongólia, Argélia, Egipto, Israel, Jordânia, Líbano, Marrocos, Síria, Tunísia e Palestina.

À medida que estes programas se desenvolvem, as populações destes países podem ser equiparadas progressivamente com as dos destinos de 'offshoring' tradicionais, como a Índia, as Filipinas ou Barbados para o mundo de língua inglesa, a Tunísia, Marrocos ou a Martinica para os que falam francês, ou a República Dominicana, o México ou a Colômbia para os de língua espanhola, na corrida global para a degradação dos trabalhadores da informação. Com infra-estruturas de telecomunicações de alta capacidade instaladas localmente e trabalhadores que falam as línguas globais e estão aptos a utilizar os pacotes de software global cada vez mais estandardizados, será possível ir mudando o trabalho continuamente de trabalhador para trabalhador, de local para local, no processo que cada vez é mais conhecido por 'contratação global' – uma complicada mistura e combinação de tarefas duma série de localidades diferentes em configurações específicas para satisfazer um determinado cliente de negócios.

Os trabalhadores das economias desenvolvidas afirmam muitas vezes que o objectivo de deslocalizar o trabalho é eliminar internamente os postos de trabalho. Mas isso é falhar o alvo. O objectivo de um exército de reserva não é eliminar todo o trabalho, mas agir como uma força disciplinar. O número real de postos de trabalho que são deslocalizados é pequeno comparado com a 'agitação' normal nos mercados de trabalho nacionais. Os empregadores continuam a precisar de trabalhadores qualificados no território nacional, perto dos locais dos seus clientes, e muitos deles têm relutância em deslocalizar o seu trabalho mais sensível de pesquisa e desenvolvimento. E, de qualquer modo, muitos dos sectores em que se verifica a deslocalização de trabalho, tal como os centros de atendimento, ainda estão em expansão. As empresas, evidentemente, também precisam de um mercado interno para os seus artigos, uma coisa que deixaria de haver se houvesse desemprego em massa. O mercado americano continua a ser muitas vezes maior do que, por exemplo, o da China ou o da Índia.

Embora não negando a pobreza real provocada pelo desemprego que na verdade se vai instalando, é no entanto importante recordar que o efeito mais poderoso da deslocalização do trabalho não é eliminar postos de trabalho nos Estados Unidos ou na Europa, mas sim embaratecê-los. Se os trabalhadores souberem que as qualificações que têm são iguais às de centenas de milhares doutras pessoas em todo o mundo, será muito difícil organizarem-se com base nas suas identidades ocupacionais exclusivas. E se tiverem em conta que é perfeitamente possível, tecnologicamente falando, deslocalizar os seus postos de trabalho, então isso cria um desincentivo poderoso para pedir melhorias de salário e de condições de trabalho ou para recusar aceitar tarefas extra. Só a possibilidade de que o posto de trabalho possa ser deslocalizado é o suficiente para destruir a segurança e o poder de negociação dos trabalhadores. Embora os empregadores continuem a precisar de criatividade e conhecimento e, frequentemente, de qualificações altamente especializadas, estas estão cada vez menos identificadas com identidades ocupacionais fixas e estáveis.

Com a destruição destas identidades, estaremos a assistir à morte final do acordo de salários altos, e alto consumo do pós-guerra, e ao fim da segurança de emprego? Ou estamos apenas a viver mais uma reviravolta no desenvolvimento do capitalismo? Assistiremos ao colapso do trabalho organizado para o proteccionismo e o racismo, ou o engenho e a capacidade dos trabalhadores para se adaptarem e reagirem a novos desafios levará ao desenvolvimento de novas formas de organização através das fronteiras nacionais? E, quando no futuro as pessoas nos perguntarem 'O que é que o senhor faz?', o que é que responderemos?

Notas
[1] http://www.hindubooks,org/sudheer_birodkar/hindu_history/castejati-varna.html , May 27, 2005.
[2] Gosta Esping-Anderson, The Three Worlds of Welfare Capitalism (Cambridge: Polity Press, 1990)
[3] Estou em dívida com Markus Promberger (correspondência por e-mail, 31 de Maio de 2005) por assinalar a importância histórica das elites ocupacionalmente definidas no movimento sindical alemão.
[4] Para melhor explicação sobre o processo de mercantilização (commodification) ver Ursula Huws, The Making of a Cybertariat: Virtual Work in a Real World (New York: Monthly Review Press, 2003)
[5] Jill Rubery & Frank Wilkinson, Labour Market Structure, Industrial Organisation and Low Pay (Cambridge: Cambridge University Press, 1982)
[6] David Coates, Models of Capitalism: Growth and Stagnation in the Modern Era (Cambridge: Polity Press, 2000)
[7] Adaptado de Rosemary Crompton & Kay Sanderson, Gendered Jobs and Social Change (Lobdon: Unwin Hyman, 1990)
[8] Hans George Zilian, 'Welfare and employment flexibility within the new labour market', documento apresentado em Labour and Welfare in Europe in the Information Economy: Is there a danger of digital divide? Workshop, LAW Project, March 1, 2005, Brussels.
[9] http://info.worldbank.org/etools/kam2005/index.htm
[10] Estou em dívida com Yigit Kargin por me ter chamado a atenção para isto.
[11] http://europa.eu.int/scadplus/leg/en/cha/c11053.htm
[12] Ursula Huws, Jörg Flecker, & Simone Dahlmann, Outsourcing of ICT and Related Services in the EU, European Monitoring Centre for Change, European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions, Dublin, December, 2004.

[*] Ursula Huws é professora de estudos do trabalho internacional no Working Lives Research Institute, na Universidade Metropolitana de Londres, e é directora da Analytica, consultoria de investigação. É autora de The Making of a Cybertariat: Virtual Work in a Real World (Monthly Review Press, 2003).

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 27, 2006 12:55 AM

Um BMW "Z4M" paga em Portugal 35 mil euros de impostos em dupla tributação de IVA. Uma relação "desejo/necessidade" eloquente. Entre outros.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 27, 2006 01:16 AM

Parece-me que não tinha sido necessário colocar aqui um texto tão longo da Ursula Huws para nos demonstrar o que é óbvio: o patronato, dominando uma globalização financeira e podendo utilizar facilmente a arma da deslocalização, apenas pretende embaratecer o trabalho e assim reduzir os seus custos de produção. Com organizações sindicais incapazes de se globalizar para fazer face ao patronato, este recuperou o domínio de que usufruira no século XIX. A partir de agora o trabalhador tem apenas duas opções: ou aceita os níveis de salários praticados na China ou vai para o desemprego. A resposta a esta ameaça terá de passar pela cooperativização das empresas e pela auto-gestão dos trabalhadores, acompanhada do estabelecimento de barreiras alfandegárias que impeçam a entrada nos nossos países de bens produzidos em países como a China. Provavelmente isso tudo terá de ser antecedido por uma revolução que destrua o poder oligárquico nos nossos países. Voltámos à velha luta de classes, embora muita gente ainda disso se não tenha apercebido. Por mim estarei, obviamente, do lado dos oprimidos.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 02:29 AM

A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 27, 2006 12:55 AM,

O Carvalho da Silva já leu este texto ?
Eu gostei bastante de o ler, embora - por razões meramente «acústicas» - preferisse a expressão «economia» em vez da de «capitalismo». Pode "mandar" mais.

Publicado por: asdrubal às fevereiro 27, 2006 02:44 AM

O Albatroz parece ter mais facilidade com os números que com as palavras ...
Há uns dias .. dizias(?) meu caro Al. que uma mulher poderia estar fortemente engravidada ...vixe..

Hoje estás a debater-te de novo com as palavras .. desejo ou necessidade ...

Parece que para ti não existe meio termo ...
Então .. entre a mera sobrevivência dos habitantes de Darfur ... e os clientes da Ferrari.. não existe uma grande escada ??E por esses degraus fora ... qd se trata de grana ... não há desejos ??Opções a fazer ? Não existem sonhos a atingir ?Nunca ouviste dizer .." fulano subiu na vida a pulso" ?

Para além disso .. vejo-te muito pessimista ..tem calma .. tudo se há-de resolver ...mais estalada ..menos estalada ..

Mudando de assunto parece que se está a iniciar uma guerra civil no Iraque ...será que os Americanos estão a fechar os olhos .. e deixar que os Xiitas ponham na ordem os extremistas Sunitas ?

...mudando de novo ...
Tentando trazer para o baile alguns números .. começo por aqui...

EU vs USA

... If the European Union were a state in the USA it would belong to the poorest group of states....

... France, Italy, Great Britain and Germany have lower GDP per capita than all but four of the states in the United States....

... In fact, GDP per capita is lower in the vast majority of the EU-countries (EU 15) than in most of the individual American states. This puts Europeans at a level of prosperity on par with states such as Arkansas, Mississippi and West Virginia. Only the miniscule country of Luxembourg has higher per capita GDP than the average state in the USA...
... The results of the new study represent a grave critique of European economic policy....

Stark differences become apparent when comparing official economic statistics. Europe lags behind the USA when comparing GDP per capita and GDP growth rates....
... The current economic debate among EU leaders lacks an understanding of the gravity of the situation in many European countries. Structural reforms of the European economy as well as far reaching welfare reforms are well overdue...

... The Lisbon process lacks true impetus, nor is it sufficient to improve the economic prospects of the EU.

EU versus USA is written by Dr Fredrik Bergström, President of the Swedish Research Institute of Trade, and Mr Robert Gidehag, until recently Chief Economist of the same institute and now President of the Swedish Taxpayer's Association.

Continua...

Publicado por: Cush às fevereiro 27, 2006 05:14 AM

vixe .. galera .. estas kpk é que sabem bem ...humm..

esse textão .. vou ler amanhã .. que já se faz tarde ....

Publicado por: Cush às fevereiro 27, 2006 05:21 AM

O crushed Cush anda a reinar com o pagode. A guerra civil no Iraque não foi, desde o início, um objectivo de americanos e israelitas? Tem custado, mas vão lá chegar.
O pior é quando lhes acontecer o mesmo que aconteceu na Palestina (o Hamas no governo) e acabarem com um governo de ayatollahs em Bagdad.

Quanto às citações dos suecos (anti União Europeia, presume-se), é caso para perguntar por que não aplicam na Suécia as receitas dos EUA para aumentarem o PIB per capita.
Seria interessante saber o que pensam os suecos de passarem a trabalhar o mesmo número de horas que os americanos, a receberem o mesmo salário, a gastarem a mesma percentagem do rendimento com a saúde e a educação and so on.
A propósito: o PIB per capita não é uma medida de qualidade de vida, é apenas uma operação aritmética (veja-se, por exemplo, o caso da Arábia Saudita).

Publicado por: Statistics are a Flying Circus às fevereiro 27, 2006 09:41 AM

EUA v Europa

Das grandes cidades americanas só conheço razoavelmente bem Nova Iorque, onde vivi e trabalhei durante algum tempo. Lembro-me dos buracos no asfalto das ruas, mesmo em Manhattan. Lembro-me da porcaria nas ruas. Na pobreza. No horror urbano que dá pelo nome de Bronx. Na criminalidade. Na violência endémica. Na sujidade das carruagens do metro. Na falta de educação e na violência verbal.

Também vivi em Amesterdão e em Bruxelas, e trabalhei nessas cidades e em Roterdão. Não há nada, absolutamente nada, nessas cidades que se pareça com o descrevi a respeito de Nova Iorque. Muito jeito lhes dá o PIB per capita... Que, aliás, é uma média. Se alguns forem muito ricos e muitos outros forem muito pobres, a média poderá ainda ser muito respeitável...

Continuo convencido de que o Cush devia comprar um chapéu para o sol...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 12:04 PM

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 27, 2006 12:55 AM

Não tive pachorra para ler um texto tão grande ainda por cima que nunca vai directo ao assunto. Foi graças ao welfare state que a Suécia passou do país mais rico da Europa a seguir á II Guerra para o 12º lugar, em pouco tempo.
Também foi graças ao mesmo estado providência que a Grã-Bretanha entrou em crise e foram necessárias as medidas de proteccionismo aos ricos de Margaret Tathcher para tirar o país da crise.
Mais grave que isso é o que tem acontecido em Portugal seguindo o mesmo modelo, ou na Alemanha.
Hoje em dia com as taxas de desemprego o provocadas pelo tal wellfare state o poder está na mão das grandes empresas que podem escolher quem quiserem e se necessário coagir as pessoas a horas extraordinárias. Podem também dar-se ao luxo de ter pessoal qualificado a trabalhar por preços reduzidos e escolher os seus trabalhadores na flôr da idade. Aliás o estado providência é uma versão "soft" do comunismo e podemos ver o cúmulo dos resultados nos engenheiros e doutores da Europa de Leste que trabalham na construção civil, nos lares de terceira idade ou nas redes de prostituição. O estado providência ou o estado do humanismo hipócrita é a melhor forma de conduzir os seres humanos á perda de dignidade e á degradação moral e física e de dar o poder a uma elite intelectual pomposa e arrogante que controla a vida das pessoas e lhes diz como pensar ao mesmo tempo que vive do trabalho escravo da população que diz defender. O estado providência é o filho pródigo do Evil Empire e da doutrina satânica que é o Comunismo. Em oposição temos o Capitalismo baseado na ética moral do trabalho como forma de realização material, moral e espiritual neste plano de existência. Baseado na verdadeira igualdade social que é a de que o homem recebe na medida em que trabalha. A sociedade capitalista não é perfeita mas tem evoluído e continuará a evoluir para algo cada vez melhor. O resultado do Comunismo está bem á vista.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 12:20 PM

URGENTE!!!
Necessita-se de um doador de cérebro (pode ser um orangotango) para um transplante de cérebro para o AtomSmith!!!

(P.S. - Se foi apenas uma brincadeira do AtomSmith, as minhas desculpas... Mas é que, por um momento, pensei que pudesse ser a sério...)

Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 12:30 PM

Em 1970, durante o que as pessoas chamam regime fascista, a despesa pública era 20 % do PIB, hoje é 49%. Para onde vai esse dinheiro??? Para os pobres? Não esse dinheiro vai para sustentar um monte de pessoas que trabalham para o estado e na função pública. Mas será que essas pessoas por terem mais regalias e serem tão numerosas prestam um melhor serviço??? Não são arrogantes, tratam mal os utentes, os tribunais não funcionam, as coisas nas câmaras exigem subornos para serem feitas e tudo está numa confusão tal que ninguém se entende.
No tempo do "Fascismo" as coisas funcionavam??? Qualquer pessoa que se lembre desses tempos sabe que sim.
O que está mal, no tempo do fascismo era a ausência de democracia, hoje é todo o caos a que chegou o nosso país graças ás doutrinas socialistas.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 01:12 PM

Nós temos aqui um cérebro de Anófele, mas receamos que se verifique um fenómeno de rejeição. Isto é: que o cérebro do Anófele rejeite o Atomsmith

Publicado por: Banco de Doadores de Órgãos às fevereiro 27, 2006 01:14 PM


Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 12:30 PM


Não não estou a brincar e o meu cerebro de primata é perfeitamente capaz de entender o que lê. Até entendo isto...

"There is every reason to believe that China will continue its extraordinary growth rate for at least the coming decade. With no welfare state, no labor unions and an enormous supply of both labor and savings, "communist" China is a capitalist's paradise. And as is evident in the success of ethnic Chinese businesses in Hong Kong, Taiwan, Singapore and the rest of South East Asia, the Chinese have a strong entrepreneurial spirit. And with communism no longer suppressing this, the potential for growth is enormous."


http://www.mises.org/story/1804

Já agora recomendo vivamente este site.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 01:57 PM

"Combine that with the fact that China has perhaps the highest savings rate in the world and thus will be able to make the investments necessary to continue its high growth rate. As The Economist disapprovingly noted, this high savings rate is to a large extent caused by the lack of a welfare state since this forces people to save if they wish to have enough money to for example pay medical bills."

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 02:00 PM

"It's time we asked ourselves if we still know the freedoms intended for us by the Founding Fathers. James Madison said, "We base all our experiments on the capacity of mankind for self-government." This idea that government was beholden to the people, that it had no other source of power except the sovereign people, is still the newest, most unique idea in all the long history of man's relation to man. For almost two centuries we have proved man's capacity for self-government, but today we are told we must choose between a left and right or, as others suggest, a third alternative, a kind of safe middle ground. I suggest to you there is no left or right, only an up or down. Up to the maximum of individual freedom consistent with law and order, or down to the ant heap of totalitarianism; and regardless of their humanitarian purpose those who would sacrifice freedom for security have, whether they know it or not, chosen this downward path. Plutarch warned, "The real destroyer of the liberties of the people is he who spreads among them bounties, donations, and benefits."

"Another articulate spokesman for the welfare state defines liberalism as meeting the material needs of the masses through the full power of centralized government. I for one find it disturbing when a representative refers to the free men and women of this country as the masses, but beyond this the full power of centralized government was the very thing the Founding Fathers sought to minimize. They knew you don't control things; you can't control the economy without controlling people. "

Ronald Reagan (A TIME FOR CHOOSING- 1964)

http://www.reagan.utexas.edu/archives/reference/timechoosing.html

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 02:15 PM

O que é notável na China é que, no campo económico, adoptou um sistema capitalista selvagem mas a sua oligarquia dominante não é económica, mas política: o Partido Comunista. Quando as desvantagens do capitalismo selvagem excederem as vantagens, existe um poder político capaz de intervir. Coisa que nós não temos, pois o nosso poder político está subordinado à oligarquia económica. No caso português, os primeiros-ministros precisam da benção do Grupo de Bilderberg, o que garante a sua docilidade perante os interesses da plutocracia internacional. A China vai continuar a prosperar, nós vamos continuar a definhar...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 02:24 PM

Caro Albatroz, assunto que discutiamos no outro dia.

"This makes China very vulnerable to an economic downturn in America. First because of its direct negative effect on exports and second because China is likely to be blamed for the crisis which could create a protectionist backlash which will severely damage the Chinese economy. A revaluation of the yuan would be one good way for China to reduce its dependence on exports to America. While it would create some negative short-term effects in the form of reduced exports and reduced value of assets in America, it would also lower the cost of imports. And most importantly, China would both lessen the risk of protectionist measures as the charge of "manipulating" its currency (as if there are any currencies today that aren't manipulated) would go away and it would also reduce the damage caused by the protectionist measures as the higher dollar value of the economy of China created by the revaluation would lower the relative importance of exports to America."

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 02:50 PM

"The story for some of the other major emerging economies, like Brazil, India and Russia, have many similarities with that of China as they have also started to liberalize their economies, something which has helped boost their growth rates. Their potential may not be as great as that of China because their cultures are not as inclined towards thrift and entrepreneurship as the Chinese culture and because in the case of Brazil and Russia their populations are much smaller and in the case of Russia shrinking. India is also still plagued by the unofficial caste system which makes it more difficult to spread the success to the entire population than in China. The Russian and Brazilian economies are also to a dangerously high extent dependent on oil and agriculture respectively. Even so, they and many other emerging economies will likely increase in importance."

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 02:53 PM

A China, a Índia, talvez o Brasil e a Indonésia, serão as causas imediatas do nosso iminente colapso económico. A Rússia pode ser uma tábua de salvação, se a Europa cortar as amarras aos Estados Unidos e se ligar económica e estratégicamente à Rússia, com quem tem continuidade geográfica e comunhão de interesses. Um espaço económico contínuo, desde Lisboa a Vladivostok, talvez - e repito, talvez - pudesse sobreviver ao terramoto chinês.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 03:19 PM

Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 02:24 PM

Qual capitalismo selvagem? O governo chinês pretende reduzir o crescimento económico para evitar as consequências de um desequilíbrio social acentuado e pretende também investir num crescimento sustentado em termos ecológicos.
Entenda uma coisa no capitalismo a liberdade está nas mãos das pessoas para serem sensatas ou não! Os chineses estão a ser sábios e sensatos, o capitalismo resulta para eles na perfeição. O capitalismo é apenas um motor acéfalo, é o melhor motor que conhecemos mas o volante está nas mãos das pessoas.
Nós definhamos porque queremos. A Irlanda era um país pobre como Portugal e hoje é o segundo mais rico da Europa, tem um PIB per capita mais ou menos ao nível do dos EUA (5ºIrel. e 6ºEUA lugar), e está em 8º lugar em PIBppp (per capita em poder de compra). Os EUA estão em 3º.
Existem montes de países na Europa de leste com crescimento acentuado como a Estónia, aonde se criou um "flat tax" ou imposto único e o governo em desespero privatizou tudo e abriu as portas ao investimento estrangeiro. A Estónia era um dos países mais pobres da Europa de leste. Mas quem vai convencer alguém cá em Portugal aonde ainda vivemos pela velha mentalidade da Inquisição? A mesquinhez, a inveja, a maledicência, a vaidade fútil, o pecado do lucro.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 03:28 PM

Não há aqui inimigos apenas adversários que nos ajudam a crescer. Se os EUA caírem a China cai, o Brasil cai. Nós temos é que mudar, mudar as politica sociais em Portugal. Perceber que o proteccionismo dos trabalhadores só é bom para quem tem emprego vitalício. Um estudo de uma economista apontou que uma reforma da justiça em Portugal provocaria um aumento de 9% do PIB logo á partida. As pessoas não tem consciência do impacto que os pesados impostos, as demoras nos serviços públicos, a burocracia e o proteccionismo aos trabalhadores tem na economia. A verdadeira defesa dos trabalhadores é uma baixa taxa de desemprego.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 03:38 PM

Seria intressante transformar este (ou outro) Semiramis num forúm onde, à semelhança da Joana, se colocasse textos para comentário de todos.

Julgo que os textos poderiam ser da imprensa ou outras proveniências, desde que relevantes.
A questão põe-se, claro, quem fará a triagem do tema/texto, no espirito que a Joana nos acostumou.
Apesar da falta que a Joana faz a este espaço, jugo ser possivel manter o espirito que presídiu à sua criação.

Publicado por: luis3m às fevereiro 27, 2006 06:04 PM

Sobre a Europa do mesmo artigo,

"There is of course a widespread myth that the cause of Europe's economic problems are a too tight monetary policy by the European Central Bank. This claim is repeatedly brought forward by both politicians in various countries and the European business press. And Larry Kudlow even accused the ECB of pursuing a "scorched-earth deflationary" monetary policy. Yet this reputation of the ECB as being some kind of hard money bastion is (unfortunately) completely false. The ECB has consistently exceeded its own targets for money supply growth and inflation. During its 6 years of existence, M3 has increased at an average rate of 6.7% versus its target growth rate of 4.5% and the consumer price inflation has been an average of 2.2% versus its supposed target of below 2%. In the end of 2004, short-term interest rates were negative, consumer price inflation was 2.4%, M3 growth 6.4% and Private sector debt growth 6.9%. The reasoning behind ECB's false reputation as a hard money bastion seems to be the false syllogism of "weak growth is the result of tight monetary policy. Europe has weak growth. Therefore Europe must have a tight monetary policy." But as the first premise is false, so is the conclusion of the syllogism.

Instead the cause of Europe's weak growth has two, to a high extent connected, roots.

One, its high government spending and regulatory burden which is far more burdensome than in America and China.


And second, the rapidly aging population in Europe as a whole and particularly in Germany and Italy. In countries like Germany, France, and Italy, the standard age of retirement is somewhere between 55 and 60. With the median age in Germany and Italy expected to be nearly 55 in 2050, this would imply that there would be far more old age retirees than people in the working age population. Combined with the large number in the working age population who live off welfare, this will imply a fiscal collapse and a large decline in the supply of labor and capital. This process is already taking its toll, particularly in Italy and Germany. Of course, an aging population needn't necessarily be a problem for the economy, provided the average retirement age rises at the same rate as the median age. But raising the retirement age has proven to be very difficult. When the government of France raised the retirement age for government employees from 55 to 57.5 in the summer of 2003, it caused large-scale protests and strikes and any politicians who try to raise the retirement age are likely to face similar large-scale protests and strikes and possibly be voted out of office by the welfare-state addicted public.

But unless the European politicians take drastic measures to stop the demographic implosion, boost employment, and raise the retirement age, this problem will continue to get worse with time.

Germany has recently taken some timid measures to lessen its very high regulatory burden and its high unemployment benefits, but these measures are probably not sufficient to reinvigorate the German economy. The outlook for the European economy is therefore pretty pessimistic. Unless European politicians dramatically change their welfare statist policies, Europe looks set to continue its relative decline both in the short- and long-term perspective. And any decline in the American and Asian economies and a continued decline in the value of the dollar, would damage the European export industry and thereby deprive Europe of the one source of strength it has had until now.

The one bright spot for Europe is the inclusion of the fairly free market–oriented East European economies whose tax rates are very low not only compared to Western Europe but also compared to the United States. Not surprisingly this has led to very fast economic growth. And as the East European countries have become a part of the EU they will prop up overall growth. Moreover the increased tax competition from Eastern Europe has already started to prompt some West European countries to lower taxes, particularly corporate income taxes, which will boost their competitiveness. If the East European example prompts the West European countries to radically lower taxes and cut welfare spending then the outlook could be a lot brighter. But unfortunately that does not seem very likely."

http://www.mises.org/story/1804


Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 06:51 PM

"Se os EUA caírem a China cai, o Brasil cai" mas,,,
cai prá onde?
Até pq existe uma coisa chamada gravidade, penso que não caem nem levantam vôo, mas enfim,,,
já agora agradecia uma explicação mais em concreto.

Publicado por: xatoo às fevereiro 27, 2006 08:30 PM

Albatroz às fevereiro 27, 2006 03:19 PM releia o livrinho do Emmanuel Todd - no fim vão sobrar apenas 5 pequenas/médias potências que exercerão cada uma a sua hegemonia apenas a nivel do seu continente.
Isto resulta de um longo processo estrutural do capitalismo que já vem bem de trás - leia-se o que escreveu depois Immanuel Wallerstein no "Declinio do Império Americano"
http://resistir.info/eua/declinio_imperio_americano.html
- do que não pode haver dúvida é que estes "emanueis" parecem bruxos.
É só esperar pelo Big-Crash para se verificar a profecia.

Publicado por: xatoo às fevereiro 27, 2006 08:47 PM

xatoo às fevereiro 27, 2006 08:47 PM

Conheço as teses dos autores que referiu, com as quais concordo em linhas gerais. O que é curioso é que muita gente já percebeu que as coisas vão entrar em ruptura mas ninguém parece preocupar-se em procurar vias de saída. Vamos a caminho de um precipício bem identificado, mas ninguém procura alternativas. Por exemplo, no caso português - e espanhol - uma saída poderia ser a criação de uma comunidade íbero-afro-americana, com mais de 600 milhões de pessoas. Outra saída - desta feita para a Europa no seu todo - seria uma aproximação política e económica à Rússia, e um afastamento relativamente aos Estados Unidos. Mesmo que estas alternativas sejam discutíveis o que é estranho é que não haja qualquer debate sobre estes temas. Como se estvéssemos condenados a um conjunto de relações que nos vão atirar para o abismo e não estivéssemos autorizados a pensar sobre estas questões. Estranho, não é?...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 09:31 PM

Publicado por: xatoo às fevereiro 27, 2006 08:30 PM

“Cair” é uma força de expressão o que queria dizer é que muitas economias emergentes como a da China, Brasil e outras como a Venezuela (é o maior fornecedor de petróleo para os EUA), estão demasiado dependentes das exportações para os EUA. O artigo de que tirei excertos refere por exemplo que as exportações chinesas para os EUA correspondem a 12% do PIB chinês e que o excedente da balança de trocas bilateral corresponde a 10% do PIB chinês (pode ver o gráfico no link que mostra que a China está muito mais dependente em termos de exportações para os EUA do que o RU, Zona Euro e o Japão juntos). Se os EUA entrarem em crise certamente vão reduzir as importações afectando assim estes países que estão fortemente dependentes das exportações para o seu crescimento económico.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 27, 2006 11:10 PM

Publicado por: Albatroz às fevereiro 27, 2006 09:31 PM

A Russia??? Um país dominado por máfias e gangues??? Que mantem várias provincias pela força?? Albatroz o seu "humanismo" revela-se apenas anti-americanismo.

E que crise é essa?? A economia mundial está salutar.
É provavel que os EUA entrem em crise que pode ser despoletada se os preços das casas estagnarem ou baixarem, o que provavelmente acontecerá. Mas isso não quer dizer que os EUA não tenham todas as condições para ultrapassar essa crise como já ultrapassaram tantas. Alem disso têm uma economia salutar e pujante com baixa taxa de desemprego, crescimento económico acentuado, carga fiscal reduzida que uma moeda mais fraca que o Euro que estimula as exportações.
Portugal precisa é de uma reforma de fundo na justiça, na função pública em geral e uma redução da carga fiscal.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 28, 2006 10:53 AM

A economia americana sobrevive à custa de petróleo e da aceitação global dos dólares como moeda de reserva. Se o petróleo se tornar escasso e os dólares forem em parte substituídos por euros (o que pode começar a acontecer com a próxima bolsa iraniana de petróleo), a economia americana entra em colapso. O que pode não ser a melhor coisa do mundo, mas que será aceite com júbilo por causa dos ódios acumulados contra os EUA.

Publicado por: Albatroz às fevereiro 28, 2006 11:05 AM

Albatroz, "o patronato"?

O patronato podes ser tu, posso ser eu, pode ser quem quiser e tiver a coragem de arriscar os seus meios e trabalho na fundação de uma empresa.

Não são bichos, são pessoas iguais a nós apenas com um pouco mais de coragem.

Criticar "o patronato" é de uma estupidez atroz.

Publicado por: Incognitus às fevereiro 28, 2006 01:04 PM

«Os deputados deverão gastar 1,2 milhões de euros em viagens ao estrangeiro, em 2006.
Cada um dos 230 parlamentares dispõe, em média, de 5.217 euros para deslocações fora do país».

Tá certo. É preciso acompanhar de muito perto a evolução globalizante. O que seria de nós !

Publicado por: asdrubal às fevereiro 28, 2006 01:38 PM

A ciência económica num mundo repleto

por Herman E. Daly [*]

A economia global é hoje tão vasta que a sociedade certamente já não pode pretender que ela opera dentro de um ecosistema ilimitado. Desenvolver uma economia que possa ser sustentável dentro da biosfera finita exige novos modos de pensar.

O crescimento é encarado de um modo geral como a panaceia para todos os grandes males económicos do mundo moderno. Pobreza? Basta fazer com que a economia cresça (isto é, aumente a produção de bens e serviço e estimule os gastos do consumidor) e observe a riqueza a gotejar. Não tente redistribuir a riqueza dos ricos para os pobres, porque isto arrefece o crescimento. Desemprego? Aumente a procura por bens e serviços através do rebaixamento das taxas de juro sobre empréstimos e do estímulo ao investimento, o qual conduz a mais empregos e a mais crescimento. Super população? Basta promover o crescimento económico e confiar na resultante transição demográfica para reduzir as taxas de nascimento, tal como o fizeram os países industriais durante o século XX. Degradação ambiental? Confie na curva ambiental de Kuznets, uma relação empírica tendo em vista mostra que, prosseguindo o crescimento do produto interno bruto (PIB), a poluição a princípio aumenta mas a seguir atinge um máximo e declina.

Confiar no crescimento desta maneira poderia ser óptimo se a economia global existisse num vazio, mas isto não acontece. Ela é, antes, um subsistema da biosfera finita que a suporta. Quando a expansão da economia ultrapassa demasiado os limites do ecosistema que a rodeia, começaremos a sacrificar o capital natural (tais como a pesca, os minerais e os combustíveis fósseis) que é mais valioso do que o capital fabricado pelo homem (tais como estradas, fábricas e aparelhos) acrescentado pelo crescimento. Teremos então aquilo a que chamo crescimento deseconómico, a produzir "males" mais rapidamente do que bens — tornando-nos mais pobres e não mais ricos. Uma vez ultrapassada a escala óptima, o crescimento torna-se estúpido no curto prazo e de manutenção impossível no longo prazo. A evidência sugere que os EUA podem já ter entrado na fase do crescimento deseconómico

Não é fácil reconhecer e evitar o crescimento deseconómico. Um dos problemas é que há beneficiários dele e estes não querem mudar. Além disso, as contabilidades nacionais não registam explicitamente os custos de crescimento, por isso não os vemos claramente. A humanidade precisa fazer a transição para uma economia sustentável — que respeite os limites físicos inerentes ao ecossistema mundial e garanta que este continue a funcionar no futuro. Se não fizermos tal transição, poderemos ser punidos não apenas com crescimento deseconómico, mas com uma catástrofe ecológica que reduziria sensivelmente nosso padrão de vida.

A maioria dos economistas contemporâneos discorda de que alguns países caminhem rumo à deseconomia. Muitos ignoram a questão da sustentabilidade e confiam que, como já fomos tão longe com crescimento, poderemos continuar assim para todo o sempre. A preocupação com a sustentabilidade, porém, tem longa história, remontando a textos de John Stuart Mill na década de 1840. A abordagem contemporânea baseia-se em estudos realizados nas décadas de 1960 e 1970 por Kenneth Boulding, Ernst Schumacher e Nicholas Georgescu-Roegen . Essa tradição é continuada pelos denominados economistas ecológicos, como eu, e em certa medida por subdivisões da corrente económica principal chamada economia de recursos e ambiental. De um modo geral, contudo, a tendência dominante, os economistas neoclássicos, considera a sustentabilidade um modismo e defende o crescimento.

Mas há factos evidentes e incontestáveis: a biosfera é finita, não cresce, é fechada (com excepção do constante afluxo de energia solar) e obrigada a funcionar de acordo com as leis da termodinâmica. Qualquer subsistema, como a economia, em algum momento deverá necessariamente cessar de crescer e adaptar-se a um equilíbrio dinâmico, algo semelhante a um estado estacionário. As taxas de nascimento devem ser iguais às de mortalidade, e as de produção de mercadorias devem igualar as de obsolescência.

Durante a minha vida (67 anos), a população humana triplicou, e o número de objectos fabricados cresceu muito mais. O total de energia e material necessário para manter e substituir os artefactos humanos na Terra também aumentou enormemente. À medida que o mundo torna-se repleto com seres humanos e com os seus objectos, esvazia-se daquilo que continha antes. Para enfrentar esse novo padrão de escassez os cientistas precisaram desenvolver uma economia de "mundo cheio" para substituir a tradicional, de "mundo vazio".

Na microeconomia, as pessoas e as empresas percebem claramente quando devem cessar a expansão de uma actividade. Quando se expande atinge um ponto em que ocupa o lugar de outros empreendimentos, e essa substituição é contabilizada como custo. As pessoas param no ponto em que o custo marginal é igualado pelo benefício marginal. Ou seja, não vale a pena gastar um dólar a mais num gelado quando esse dá menos satisfação do que o equivalente a um dólar de outra coisa. A macroeconomia, porém, não dispõe de uma regra análoga que avise "a hora de parar".

Como a manutenção de uma economia sustentável repousa numa enorme mudança racional e emocional por parte de técnicos, políticos e eleitores, poderíamos ser tentados a afirmar que tal projecto é impossível. Mas a alternativa a uma economia sustentável, que mantenha permanente crescimento, é biofisicamente impossível. Ao escolher entre enfrentar uma impossibilidade política e uma impossibilidade biofísica, eu escolheria a primeira opção.

SUSTENTAR O QUÊ?

Até agora descrevi a "economia sustentável", apenas em termos gerais, como aquela capaz de ser mantida indefinidamente em face de limites biofísicos. Para por em prática esse tipo de economia precisamos especificar exactamente o que deve ser sustentado de um ano para o outro. Os economistas têm discutido cinco grandezas possíveis: PIB, "utilidade", rendimento, capital natural e capital total (a soma de capital natural e capital produzido pelo homem).

Algumas pessoas julgam que uma economia sustentável deveria manter a taxa de crescimento do PIB. Segundo essa visão, a economia sustentável é equivalente à de crescimento, e isso torna a colocar a questão de o crescimento sustentado ser biofisicamente possível.

Tentar definir sustentabilidade em termos de taxa constante de PIB é até mesmo problemático. Isso acontece porque o PIB confunde melhoria qualitativa (desenvolvimento) com incremento quantitativo (crescimento). A economia sustentável deve, em algum ponto, parar de crescer, embora isso não signifique, necessariamente, parar de se desenvolver. Não há razão para limitar a melhoria qualitativa no que se refere ao projecto de produtos, o que pode fazer crescer o PIB sem incrementar a quantidade de recursos utilizados. A principal ideia por trás da sustentabilidade é mudar a trajectória de progresso — de crescimento não sustentável para desenvolvimento, presumivelmente sustentável.

A possibilidade seguinte a ser sustentada é a "utilidade". Ela refere-se ao nível de "satisfação de necessidades", ou nível de bem-estar da população. Teóricos neoclássicos defendem a definição de sustentabilidade como a manutenção (ou incremento) de utilidade no decurso de gerações. Mas essa definição é inútil na prática. A utilidade é uma experiência e não uma coisa. Não há unidade de medida para utilidade, e ela não pode ser legada de uma geração a outra.

Recursos naturais, em contraste, são coisas: podem ser medidos e transferidos. Em especial, pode-se medir seu rendimento, ou seja, a taxa na qual a economia os utiliza, retirando-os de fontes de baixa entropia no ecossistema, transformando-os em produtos úteis e, por fim, descartando-os de volta ao ambiente como resíduos de alta entropia. Sustentabilidade pode ser definida em termos de rendimento pela capacidade de o meio ambiente suprir cada recurso natural e absorver os produtos finais descartados.

Para os economistas, recursos são uma forma de capital, ou riqueza, abrangendo desde stocks de matérias-primas a produtos acabados e fábricas. Existem dois grandes tipos de capital: natural e artificial. A maioria dos economistas neoclássicos acredita que o capital criado pelo homem é um bom substituto do natural e, portanto, defendem a manutenção da soma dos dois, abordagem denominada sustentabilidade fraca.

A maioria dos economistas ecológicos, eu inclusive, acredita que capital natural e artificial são, frequentemente, mais complementos do que substitutos, e que o natural deveria ser mantido separado, porque tornou-se factor limitante. Essa abordagem é denominada sustentabilidade forte.

Por exemplo, a quantidade anual de peixe capturado é actualmente limitada pelo capital natural das populações do mar, e não mais pelo capital artificial representado pelos barcos pesqueiros. A sustentabilidade fraca sugeriria que a escassez de peixes poderia ser enfrentada com a construção de mais barcos. A sustentabilidade forte conclui pela inutilidade de mais pesqueiros, se há escassez de peixes, e insiste que a pesca deve ser limitada para garantir a manutenção de populações adequadas para as gerações futuras.

A política mais adequada à manutenção do capital natural é o sistema do limitar-e-negociar (cap-and-trade): define-se um limite para o total de rendimento permitido, conforme a capacidade do meio ambiente de regenerar recursos ou absorver poluição. O direito de esgotar fontes como os oceanos ou de poluir "dissipadores", como a atmosfera, deixa de ser um bem gratuito, passando a ser um activo escasso que pode ser negociado — comprado e vendido em um mercado livre —, após decidir a quem pertencem inicialmente. Entre os sistemas cap-and-trade já implementados está o criado pela Agência de Protecção Ambiental dos EUA (EPA) que institui o comércio do direito de poluir com dióxido de enxofre (que causa chuva ácida). Outro, na Nova Zelândia, estabelece a redução da pesca excessiva mediante a definição de cotas transferíveis.

O sistema "limitar-e-negociar" é um exemplo dos papéis distintos de livres mercados e de políticas governamentais. Tradicionalmente, a teoria económica tratou mais da distribuição (de recursos escassos entre usos concorrentes). Não tratou da questão da escala (a dimensão física da economia em relação ao ecossistema). Mercados que funcionam de forma adequada distribuem recursos eficientemente, mas não podem determinar a escala sustentável. Isso pode ser feito apenas mediante políticas governamentais.

AJUSTES NECESSÁRIOS

A transição para uma economia sustentável exigirá muitos ajustes na política económica. Algumas dessas mudanças já são evidentes. O sistema de segurança social americano, por exemplo, encontra dificuldades com a transição demográfica para uma média populacional mais idosa. O ajuste exige impostos mais altos, aumento na idade de aposentadoria ou pensões menores. O sistema não está propriamente em crise, mas são necessários uns poucos ajustes para que se sustente.

Vida útil de produtos. Uma economia sustentável requer uma "transição demográfica" não apenas de pessoas, mas também de bens — as taxas de produção deveriam ser iguais às taxas de depreciação, em níveis elevados ou baixos. Taxas mais baixas são melhores, tanto em termos de durabilidade dos bens quanto para ter sustentabilidade. Produtos de vida mais longa podem ser substituídos mais lentamente, com uso menor de recursos. A transição é análoga a um evento de sucessão ecológica.

Ecossistemas jovens, em crescimento, têm tendência a maximizar a manutenção da eficiência do crescimento, medida em produção por unidade de biomassa existente. Nos maduros, a ênfase desloca-se para a maximização da eficiência da manutenção, ou por quanto da biomassa existente é mantida por unidade de nova produção — o inverso de eficiência produtiva. Precisamos de um ajuste similar para viabilizar a sustentabilidade. Uma adaptação nessa direcção são os contratos de serviços de bens alugados — desde fotocopiadoras a tapetes. Nesse cenário, o fabricante permanece como proprietário, presta manutenção, recolhe e recicla o produto no fim de sua vida útil.

Crescimento do PIB. Devido a melhoras qualitativas e ao aumento de eficiência, o PIB pode continuar a crescer, mesmo com rendimento constante. Os ambientalistas ficariam satisfeitos porque a quantidade processada não aumentaria; os economistas ficariam felizes porque o PIB aumentaria. Essa forma de "crescimento" — na realidade, desenvolvimento —, conforme definido anteriormente, deveria ser incrementada ao máximo, mas há vários limites. Sectores considerados mais qualitativos, como o de tecnologia da informação, quando examinados mais de perto, revelam uma substancial base física. Por outro lado, para beneficiar os pobres, a expansão deve consistir em bens que lhes sejam necessários — vestuário, abrigo, comida, e não 10 mil receitas na Internet. Mesmo os ricos gastam a maior parte do seu rendimento em automóveis, casas e viagens, mais do que em bens intangíveis.

Sector financeiro. Em uma economia sustentável, a ausência de crescimento muito provavelmente faria os juros caírem. É possível que o sector financeiro encolhesse, porque juros e taxas de crescimento baixos não poderiam sustentar a enorme superestrutura de transações financeiras — baseada sobretudo em endividamento e expectativas de crescimento económico futuro — apoiada precariamente sobre a economia física. Numa economia sustentável, investimentos seriam feitos principalmente para substituição e melhoria qualitativa (não para especulação sobre a expansão quantitativa) e ocorreriam com menos frequência.

Comércio. O livre comércio não seria viável em um mundo contendo simultaneamente economias sustentáveis e insustentáveis, porque as primeiras com certeza contabilizariam muitos custos relativos ao meio ambiente e ao futuro, que seriam ignorados naquelas em crescimento. Economias insustentáveis, nesse caso, poderiam praticar preços inferiores aos das suas rivais sustentáveis, não por serem mais eficientes, mas apenas por não pagarem o custo da sustentabilidade.

Poderia existir um comércio regulamentado para compensar essas diferenças, assim como um comércio livre entre países igualmente comprometidos com a sustentabilidade. Considera-se que tais restrições são onerosas ao comércio, mas na verdade ele já é bastante regulamentado de maneira prejudicial ao meio.

Impostos. Que tipo de sistema tributário seria o mais adequado? Um governo preocupado com o uso mais eficiente dos recursos naturais mudaria o alvo de seus impostos. Em vez de taxar o rendimento auferido por trabalhadores e empresas (o valor acrescentado), tributaria o fluxo produtivo (aquele ao qual é adicionado valor), de preferência no ponto em que os recursos são apropriados da biosfera, o ponto de "extracção" da Natureza.

Muitos países aplicam impostos de "extracção". Esse tipo induz um uso mais eficiente dos recursos, tanto na produção como no consumo, e tem monitoração e cobrança relativamente fáceis. Parece razoável aplicar impostos ao que queremos evitar (esgotamento de recursos e poluição) e deixar de aplicar ao que mais desejamos (rendimento).

A regressividade desse imposto sobre o consumo (os pobres pagariam uma porcentagem maior do seu rendimento do que os ricos) poderia ser compensada como gasto progressivo do imposto recolhido (isto é, para ajudar os pobres), instituindo um imposto sobre artigos de luxo ou cobrando mais impostos sobre rendimentos elevadas.

Emprego. É possível manter o pleno emprego? Essa é uma pergunta difícil, e a resposta, provavelmente será não. Entretanto, por uma questão de justiça, também devemos questionar se o pleno emprego é possível numa economia de crescimento movida pela livre comércio, exportação de serviços, imigração facilitada de mão-de-obra barata e adopção de tecnologias que eliminam empregos. Em uma economia sustentável, manutenção e consertos tornam-se mais importantes. Como exigem trabalho mais intenso e são relativamente protegidos de terceirização estrangeira, esses serviços poderão criar mais empregos.

Entretanto, será necessário repensar a maneira como as pessoas obtêm rendimento. Se a automação e a exportação de postos de trabalho resultar numa maior parte do produto total agregado ao capital (ou seja, empresas e seus donos a lucrarem mais com o produto), e portanto menor para os trabalhadores, então o princípio da distribuição do rendimento através do emprego torna-se menos justificável. Uma alternativa prática poderia ser a participação mais ampla na propriedade das empresas, para que os indivíduos obtivessem rendimento através da participação proprietária nas empresas, em vez de obtê-la mediante empregos a tempo inteiro.

Felicidade. Uma das forças motrizes do crescimento insustentável tem sido o axioma da insaciabilidade: as pessoas serão sempre mais felizes consumindo mais. Entretanto, pesquisas de economistas experimentais e psicólogos levam à rejeição desse axioma. Cada vez mais evidências, como o trabalho de 1990 de Richard A. Easterlin, da Universidade do Sul da Califórnia, sugerem que o crescimento nem sempre incrementa a felicidade (nem a utilidade ou o bem-estar). Ao invés disso, a correlação entre o rendimento absoluto e a felicidade é válida apenas até um limiar de "suficiência"; além desse ponto, apenas o status relativo influencia a auto-percepção de felicidade.

O crescimento não é capaz de incrementar o rendimento relativo de todos. As pessoas que conseguirem isso em consequência de crescimento adicional seriam compensadas por outras cujo rendimento relativo cairia. Além disso, se o rendimento de todos aumentasse proporcionalmente, não haveria modificação do rendimento relativo e ninguém se sentiria mais feliz. O crescimento torna-se como uma corrida armamentista em que os dois lados vêem os seus ganhos cancelarem-se mutuamente.

É muito provável que os países ricos tenham atingido o "limite de futilidade", ponto além do qual o crescimento não incrementa a felicidade. Isso não significa que a sociedade de consumo tenha morrido — apenas que o aumento do consumo além do limiar de suficiência, seja ele fomentado pela publicidade agressiva ou por uma compulsão inata por compras, simplesmente não está a tornar as pessoas mais felizes, segundo a sua própria avaliação.

Um corolário acidental é que a sustentabilidade poderá custar pouco em termos de felicidade para as sociedades que atingiram a suficiência. A "impossibilidade política" de uma economia sustentável pode ser menos impossível do que parecia.

Se não fizermos os ajustes necessários para atingir uma economia sustentável, condenaremos nossos descendentes a uma situação infeliz em 2050. O mundo tornar-se-á cada vez mais poluído e mais despojado de peixes, combustíveis fósseis e de outros recursos naturais. Durante algum tempo, essas perdas poderão continuar a ser mascaradas pela enganosa contabilidade baseada no PIB, que mede o consumo de recursos como se fosse rendimento. Mas, em determinado momento, o desastre manifestar-se-á. Será difícil evitar essa calamidade. Quanto mais cedo começarmos a agir, melhor.

ENCRUZILHADA ECONÓMICA

O problema: O status quo económico não poderá ser mantido por muito tempo. Se não forem efectuadas mudanças radicais, correremos o risco de perda de bem-estar e de possível catástrofe ecológica.

O plano: A economia precisa ser sustentada no longo prazo e obedecer a três regras:
1. Limitar o uso de todos os recursos a fim de que os resíduos possam ser absorvidos pelo ecosistema.
2. Explorar recursos renováveis de um modo que não exceda a capacidade do ecosistema para regenerá-los.
3. Exaurir recursos não-renováveis a um ritmo que não exceda a taxa de desenvolvimento dos seus substitutos renováveis.

QUANDO CRESCER É MAU

Crescimento deseconómico ocorre quando aumentos na produção se dão à custa do uso de recursos e sacrifícios do bem-estar que valem mais do que os bens produzidos. Isso decorre de um equilíbrio indesejável de grandezas denominadas utilidade e desutilidade. Utilidade é o nível de satisfação das necessidades e demandas da população; grosso modo, é o nível de seu bem-estar. Desutilidade refere-se aos sacrifícios impostos pelo aumento de produção e consumo. Podem incluir o uso de força de trabalho, perda de lazer, esgotamento de recursos, exposição à poluição e concentração populacional.

Uma maneira de conceptualizar o equilíbrio entre utilidade e desutilidade é com um gráfico mostrando utilidade marginal e desutilidade marginal. Utilidade marginal é a quantidade de necessidades que são satisfeitas quando se incrementa em uma unidade o consumo de determinada quantidade de bens e serviços. Ela diminui com o aumento do consumo, porque inicialmente satisfazemos nossas necessidades mais prementes. A desutilidade marginal é a quantidade de sacrifício adicional necessária para realizar cada unidade adicional de consumo. A desutilidade marginal cresce com o consumo porque as pessoas, em princípio, fazem antes os sacrifícios mais fáceis. Por exemplo, para comprar mais coisas, podemos trabalhar dez horas a mais por semana, uma opção que vale, digamos, dez pontos de desutilidade. Para consumir ainda mais, podemos abrir mão de outras dez horas, e não dedicar tempo algum a nossos filhos. Isso poderia representar 20 pontos de desutilidade, além dos dez de que já abrimos mão.

A escala óptima de consumo é o ponto no qual a utilidade marginal e a desutilidade marginal se igualam. Nesse ponto, uma sociedade desfruta da utilidade líquida máxima . Incrementar o consumo além desse ponto faz com que a sociedade perca mais do que ganhe, por causa do crescimento das desutilidades, conforme representado pela área de desutilidade líquida. O crescimento torna-se deseconómico.

Em determinado momento, uma população em crescimento deseconómico atinge o limite de futilidade, o ponto no qual deixa de acumular qualquer utilidade com o aumento de consumo. O limiar de futilidade pode já estar próximo para os países ricos. Além disso, uma sociedade pode ser levada ao colapso por uma catástrofe ecológica, resultando em enorme aumento de desutilidade. Essa devastação poderá acontecer tanto antes como depois de atingido o limiar de desutilidade.

[*] Professor na Escola de Políticas Públicas da Universidade de Maryland. De 1988 a 1994 foi economista sénior do departamento de meio ambiente do Banco Mundial, onde colaborou na formulação de políticas relativas ao desenvolvimento sustentável. Autor de numerosos livros e editor associado da revista Ecological Economics.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 28, 2006 02:34 PM

Publicado por: Albatroz às fevereiro 28, 2006 11:05 AM

Entrar em colapso como?

O facto dos EUA não se terem preocupado na última década em reduzir a dependência do petróleo como certo países europeus, nos quais não se inclui Portugal, aliado ao facto de o consumo nos EUA de petróleo aumentar ao mesmo nível que o dos países em vias de desenvolvimento não quer dizer que economias emergentes como a China ou outras (no Brasil têm o etanol) não sejam gravemente prejudicadas por crises petrolíferas e que não estejam em situação mais frágil se isso acontecer do que os EUA. Uma das razões que pode aumentar mais o preço do crude neste ano será exactamente uma maior procura por parte da China. Não pense também que os países que aumentaram a eficiência no uso de combustíveis fosseis ou que recorrem a outras formas de energia estão á vontade pois o uso do petróleo continua a ser elevado e predominante e as consequências de um choque petrolífero também serão más para esses países.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 28, 2006 03:39 PM

Alem disso a crise petrolífera que vivemos no último ano não teve efeitos mais graves exactamente graças aos produtos baratos que a "malfadada" China exporta!
Entenda também que o que está em causa a longo prazo é os EUA deixarem de ser a maior potência económica e passar a ser a China. No entanto isso não é um dado adquirido e o Japão está em pior situação. A situação da UE nesse cenário então nem se fala. Seria melhor olharmos para o nosso telhado de vidro e fazermos melhor em vez de andarmos com invejas a rezar para os outros tropeçarem, quando o futuro que se avizinha para nós é bem mais sombrio e a nossa queda se avizinha bem mais feia.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 28, 2006 03:53 PM

Isto claro porque a seguir á China vem a India.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 28, 2006 04:02 PM

E depois também há a concorrência da indústria siderúrgica da Europa de Leste.

Publicado por: AtomSmith às fevereiro 28, 2006 04:07 PM

Citação:

(no Brasil têm o etanol)
autor: Atomsmith

Este simples parênteses mostra como o citado autor profere as maiores burrices com a tranquilidade do atrevimento que a ignorância lhe dá.
O autor ignora, desde logo, que o petróleo representa mais de 40% do consumo de energia no Brasil, enquanto o etanol não chega a 4%.
Isto em termos meramente quantitativos, porque uma análise qualitativa só reforçaria a dimensão da asneira. Esperemos, no entanto, que alguém encha os depósitos de um avião com etanol e que reservem um lugar ao Atomsmith.
Entre as numerosas coisas que o autor ignora está, também, o investimento de mais de 50 mil milhões de dólares, nos próximos cinco anos, na exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. Anda tudo a pensar no etanol, como se vê...

Publicado por: Caçador furtivo às fevereiro 28, 2006 05:03 PM

pé sangas...É Carnaval ... é carnaval ...lá fora tá uma multidão de beijoqueiros e beijoqueiras .... que dá gosto ver...

Só um detalhe ..o Brasil este ano torna-se autónomo no que respeita às suas necessidades petrolíferas ...


Xau Xau... vamos curtir .. hum.. calorsinho bom......

Publicado por: Cush às fevereiro 28, 2006 06:13 PM

Só outro pormenor .. 7 em cada dez carros novos saem com o motor totalflex que permite uso de gota ou de copos...

Publicado por: Cush às fevereiro 28, 2006 06:16 PM

At the root of the World Bank's woes, says ******, is the fundamentally flawed conception of how economics relates to the physical world -- what he calls "the pre-analytic vision" -- that every economist learns along with the formulas and equations of the trade. "Most of the people they hire are academic economists who have gotten their degrees at Harvard, Stanford, MIT -- standard economics departments. It doesn't matter whether they came from India or Africa. They all went to the same schools. Their basic way of seeing the world is the neoclassical economic view. They're basically good-hearted folks out trying to do good in the world, like the church, like the missionaries. But they have a bad theology. They went to the wrong seminary."

Vixe....então vcs economistas que lêm estas linhas ..afinal ... não percebem nada???

Será assim ó A ver se aprendem alguma coisa ...?

Publicado por: Cush às fevereiro 28, 2006 06:34 PM

Não aprendi economia em Harvard, Stanford ou no MIT. A minha igreja não é a "neo-clássica" e a minha "teologia" é outra. Se alguém devia enfiar a carapuça - embora a sua profundidade em questões económicas seja mais do tipo "adventista do sétimo dia" - é o Cush...

Publicado por: Albatroz às fevereiro 28, 2006 07:26 PM

ó albatroz veja lá a gripe...olhe que o Cush no outro dia deixou aqui um link bem interessante sobre a EU vs USA , e pelo menos não vem do grupo dos "Libertários" onde anda o A ver se aprendem alguma coisa.


http://www.timbro.com/euvsusa/pdf/EU_vs_USA_English.pdf

Segundo estes Suecos , que mostram números e não conversa , o Cush está correcto.

E lembro-lhe também aquilo que o Cush disse ser o calcanhar de aquiles europeu, e nem de propósito veja o que saiu hoje :
Industry sceptical on idea of European alliance
By James Boxell
Published: February 28 2006 19:35 | Last updated: February 28 2006 19:35

EU defenceEuropean collaboration on defence research is an idea being enthusiastically promoted elsewhere in the European Union.

But comments on Tuesday from Mike Turner, chief executive of BAE Systems, and Lord Drayson, the defence procurement minister, indicated deep scepticism on the part of both the government and industry.

Mr Turner said: “The fundamental problem Europe has is lack of R&T [research and technology] funding,”...

Continua em :http://news.ft.com/cms/s/bc382640-a88e-11da-aeeb-0000779e2340.html

Publicado por: gripe aviaria às fevereiro 28, 2006 08:22 PM

... caramba não fazia ideia que havia motores «total flex».
E gosto francamente do jeito que os brasileiros têm para «aportuguesar» o inglês : o motor flex serve em motos, carros e picapes ... ehehe !

Publicado por: asdrubal às fevereiro 28, 2006 08:58 PM

(cheira-me que vou encontrar o Cush contentão! Entretanto cá simplificam a designação para gripe das galinhas :)

Quanto aos desejos e necessidades dá uma boa discussão, mas só depois do Carnaval, quando eu perceber se aquilo porque passo são mais desejos ou necessidades... em qualquer caso a cumprir.

Publicado por: py às fevereiro 28, 2006 09:21 PM

pymba!

Publicado por: py às fevereiro 28, 2006 09:23 PM

«não vem do grupo dos "Libertários" onde anda o A ver se aprendem alguma coisa»

Publicado por: gripe aviaria às fevereiro 28, 2006 08:22 PM
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Rectificação ao abrigo da 47ª Emenda da Conspiração:

- Não vou em grupos, logo não pertenço a esse grupo alegadamente denominado "Libertários" (???), nem a qualquer outro.


Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 28, 2006 10:43 PM

(Para os «teóricos» do etanol)

Estudo demonstra que a produção de etanol e biodiesel consome mais energia do que aquela proporcionada por estes combustíveis

por Susan S. Lang

Converter plantas como milho, soja e girassol em combustível gasta mais energia do que o etanol ou o biodiesel fabricado, segundo um novo estudo da Universidade de Cornell e da Universidade da Califórnia (Berkeley)

"Não há benefício energético em utilizar a biomassa das plantas para produzir combustíveis líquidos", afirma David Pimentel, professor de ecologia e agricultura em Cornell. "Estas estratégias não são sustentáveis".

Pimentel e Tad W. Patzek, professor de engenharia civil em ambiental em Berkeley, efectuaram uma análise pormenorizada dos rácios energéticos dos inputs para produzir etanol a partir da biomassa de milho, capim (switch grass) e madeira, bem como para produzir biodiesel a partir da soja e do girassol. O seu relatório está publicado em Natural Resources Research (Vol. 14:1, 65-76) .

Em termos de output de energia comparado com o input para a produção de etanol o estudo descobre que:


— o milho exige 29 por cento mais energia fóssil do que o combustível produzido;

— o capim exige 45 por cento mais energia fóssil do que o combustível produzido;

— a biomassa da madeira exige 57 por cento mais energia fóssil do que o combustível produzido.

Em termos de output de energia comparado com o input para a produção de energia, o estudo descobre que:

— a plantação de soja exige 27 por cento mais energia fóssil do que o combustível produzido; e

— a plantação de girassol exige 118 por cento mais energia fóssil do que o combustível produzido.

Na avaliação dos inputs os investigadores consideraram factores tais como a energia utilizada para produzir a colheita (incluindo produção de pesticidas e fertilizantes, movimentar maquinaria agrícola e de irrigação, trituração e transporte da colheita) e na fermentação/destilação do etanol a partir da mistura aquosa. Embora se verifiquem custos adicionais, tais como subsídios federal e estaduais que são transferidos para consumidores e custos associados à poluição ou degradação ambiental, estes números não foram incluídos na análise.

"Os Estados Unidos precisam desesperadamente de um combustível líquido de substituição do petróleo no futuro próximo", afirma Pimentel, "mas produzir etanol ou biodiesel a partir da biomassa das plantas é tomar o caminho errado, porque você utiliza mais energia para produzir estes combustíveis do que aquela que você obtém a partir da combustão destes produtos".

Embora Pimentel advogue a utilização da queima da biomassa para produzir energia térmica (para o aquecimento de casas, por exemplo), ele lamenta o uso da biomassa para combustíveis líquidos. "O governo gasta mais de US$ 3 mil milhões por ano para subsidiar a produção de etanol quando esta não proporciona um balanço líquido de energia, ou ganho, não é uma fonte de energia renovável ou um combustível económico. Além disso, a sua produção e utilização contribuem para a poluição do ar, da água e do solo e para o aquecimento global", afirma Pimentel. Ele salienta que a vasta maioria dos subsídios não vai para agricultores e sim para grandes corporações produtoras de etanol.

"A produção de etanol nos Estados Unidos não beneficia a segurança energética do país, sua agricultura, economia ou o ambiente", declara Pimentel. "A produção de etanol exige grandes inputs de energia fóssil e, portanto, ela está a contribuir para importações de petróleo e gás natural e para défices americanos". Ele considera que o país deveria, ao invés disso, centrar seus esforços na produção de energia eléctrica a partir de células fotovoltaicas, energia eólica e queima da biomassa e produzir combustível a partir da conversão do hidrogénio.

05/Julho/2005

Resumo do estudo "Ethanol Production Using Corn, Switchgrass, and Wood; Biodiesel Production Using Soybean and Sunflower" de David Pimentel e Tad W. Patzek (ISSN: 1520-7439):

Abstract: Energy outputs from ethanol produced using corn, switchgrass, and wood biomass were each less than the respective fossil energy inputs. The same was true for producing biodiesel using soybeans and sunflower, however, the energy cost for producing soybean biodiesel was only slightly negative compared with ethanol production. Findings in terms of energy outputs compared with the energy inputs were: • Ethanol production using corn grain required 29% more fossil energy than the ethanol fuel produced. • Ethanol production using switchgrass required 50% more fossil energy than the ethanol fuel produced. • Ethanol production using wood biomass required 57% more fossil energy than the ethanol fuel produced. • Biodiesel production using soybean required 27% more fossil energy than the biodiesel fuel produced (Note, the energy yield from soy oil per hectare is far lower than the ethanol yield from corn). • Biodiesel production using sunflower required 118% more fossil energy than the biodiesel fuel produced.

Key Words: Energy - biomass - fuel - natural resources - ethanol - biodiesel

O estudo pode ser adquirido em http://springerlink.metapress.com/ .

Publicado por: A ver se aprendem qualquer coisa às fevereiro 28, 2006 10:59 PM

Hello

Publicado por: vlad drak às março 1, 2006 06:28 AM

Dassse-se.
Pior que a Ribeira dos Milagres.
Petrormax's.
E fogareiros a petróleo c/ haste a dois desentupidores. Convive-se com velas e candeeiros a petróleo. Qual é o problema ?

Publicado por: asdrubal às março 1, 2006 06:29 AM

I'm back.

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 06:29 AM

Lalala

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 06:40 AM

Publicado por: Caçador furtivo às fevereiro 28, 2006 05:03 PM

Olá espero que já tenha aprendido a diferença entre povos pré-colombianos e conquistadores espanhóis.


Eu só afirmei que o Brasil tem o etanol... o resto é ilação sua.

Na verdade o petróleo representa 47% das fontes de energia no Brasil, nos EUA representa 50%. De qualquer maneira você apenas reforça a minha ideia de que os EUA não são o país mais dependente do petróleo nem serão o mais afectado.

http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./energia/index.html&conteudo=./energia/artigos/fontes.html

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 06:41 AM

Também não desconheço que Petrobras vai de vento em poupa nem da sua parceria com a PDVSA.


http://oglobo.globo.com/petroleo/materias/170064031.asp

Já agora:

"Nos EUA, a mistura etanol-gasolina corresponde a 8% do mercado de combustível, enquanto que no Brasil, 43% dos automóveis são movidos à álcool."

"Com o incentivo da utilização do álcool combustível e outros, ocorre uma grande movimentação na agroindústria canavieria, que é um importante setor, gerador de milhares de empregos diretos e indiretos."

...bem parece que há muita gente a pensar nisso...

http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./energia/index.html&conteudo=./energia/etanol.html

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 06:43 AM

Quanto à sua animosidade não conheço a causa mas agradeço o facto de ter começado a apontar aquilo em que discorda e agradeço que o faça mais vezes. Quanto às minhas burrices, segundo o Vitorino (o da leitaria Garrett) os burros não são estúpidos são teimosos, sim sou burro.

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 06:44 AM

vixe .. acabadinho de chegar da festa... a próxima !!!! é minha .....

Publicado por: Cush às março 1, 2006 06:54 AM

505 ... nada mal... mais uma kpk pá colecção... esta é das raras...

Publicado por: Cush às março 1, 2006 06:56 AM

"Mr Turner said: “The fundamental problem Europe has is lack of R&T [research and technology] funding,”..."

Mr. Turner vive pela lógica do parasitismo.

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 07:02 AM

Publicado por: Cush às fevereiro 28, 2006 06:34 PM

Pela minha parte não sou economista e ando só mesmo a ver se aprendo alguma coisa...

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 07:05 AM

Ok a próxima é tua Cush...mas o troll é meu.

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 07:20 AM

A ver se aprendem qualquer coisa às fevereiro 28, 2006 10:59 PM

Isto sem contar com outros recursos naturais empregues na produção das colheitas que dão etanol ou biodiesel. Nomeadamente água para irrigação, erosão do solo, etc.

A Europa está toda entusiasmada com esta coisa da produção de etanol e biodiesel. Vai por péssimo caminho.

Publicado por: Luís Lavoura às março 1, 2006 11:20 AM

Qual é o outro caminho?

Já agora o Brasil produz etanol (vulgo alcool etilicco através de cana de açucar o que é um processo muito mais barato do que a produção através do milho como se faz nos EUA e que é subsidiado pelo estado. Á medida que os preço do crude aumentar fruto da sua escassez ou da instabilidade nos países de origem os combustiveis alternativos tornam-se mais viaveis.

" A produção de álcool combustível apresentou considerável aumento, acompanhado de importantes ganhos de produtividade, desde a implantação do Pro-Álcool, O estudo mostra que o Setor tem respondido positivamente aos estímulos externos, tanto os governamentais, agora escassos, como os provenientes do mercado de combustíveis. O custo de produção tem diminuído sistematicamente, fato marcante no mercado de energia, no qual quase todos os custos são crescentes.

O estudo mostra haver ainda espaço para o aumento da produtividade da lavoura e da indústria que poderá fazer baixar ainda mais o custo. Acreditamos que a definição de uma política energética clara e permanente, que leve em consideração os efeitos do uso do álcool sobre a geração de empregos, o balanço de comércio exterior, o desenvolvimento tecnológico, o abatimento do carbono atmosférico e a possibilidade da co-geração, seja suficiente para firmar a posição do álcool na matriz energética brasileira."

http://ecen.com/eee34/limites_alcool.htm

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 12:22 PM

AtomSmith às março 1, 2006 06:41 AM

Com essa dos espanhóis deves querer chamar pai a outro. Não faço a mínima.

Quanto aos links do etanol etc, é meritória a tentativa de recorreres ao Google depois do puxão de orelhas, mas não é nas notícias dos jornais on line que vais aprender alguma coisa de jeito.

Olha, podias ter lido, por exemplo, esse texto que o A ver se aprendem postou e que parece ser trabalho sério de cientistas.

Outra sugestão: lê com mais atenção o que está escrito. A percentagem do petróleo que eu mencionei relativamente ao Brasil refere-se ao consumo, não à produção (aquilo a que chamas «fontes de energia». A Pepsi também é uma fonte de energia). Por isso nem sequer interessa qual a percentagem de motores de automóvel preparados para funcionar a etanol. O que conta é o consumo real. Menos de quatro por cento do consumo total de energia, já sabes.

Publicado por: Caçador Furtivo às março 1, 2006 12:47 PM

Já agora a respeito da inviabilidade económica do etanol:

"A principal razão para essa crença é o fato de que a produção americana de etanol a partir do milho não alcança um balanço energético maior que 1,2. Ou seja, a energia do álcool de milho produzido nos EUA é apenas 20% maior que aquela consumida para sua fabricação. No Brasil, em contraste, o balanço energético para o álcool é maior que 8, ou seja, 700% a mais que a energia consumida.
Outra crença perversa e falsa é a de que o custo de produção do álcool é elevado em comparação com o da gasolina, sendo seus baixos preços conseguidos graças a subsídios. Isso talvez fosse verdade nos primórdios do Proálcool, mas certamente não mais o é hoje. Primeiramente, porque os custos de produção foram reduzidos, entre 1975 e 2000, a um terço de seu valor inicial e, em segundo lugar, porque o petróleo aumentou seus preços nesse período e estes, no futuro, continuarão aumentando. Nos EUA, o subsídio ao litro de álcool produzido é maior do que o custo de produção dessa mesma quantidade no Brasil, por mais absurdo que isso possa parecer."

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 12:58 PM

«os EUA não são o país mais dependente do petróleo nem serão o mais afectado»
(Atomsmith)

É uma anedota gira. Os americanos é que não lhe acham muita graça.

Publicado por: Caçador Furtivo às março 1, 2006 12:59 PM

Só mais umas notas para a educação do Atomsmith, antes de ir tratar de coisa mais interessantes:

«Nos EUA, o subsídio ao litro de álcool produzido é maior do que o custo de produção dessa mesma quantidade no Brasil, por mais absurdo que isso possa parecer»

Não parece nada absurdo. A agricultura representa menos de dois por cento do PIB dos EUA.

«Outra crença perversa e falsa é a de que o custo de produção do álcool é elevado em comparação com o da gasolina»

As crenças são coisas de seitas. Comparações dessas são coisas de almanaque. O que a ciência mostra é que a ENERGIA GASTA para produzir etanol é SUPERIOR à ENERGIA PRODUZIDA.

Agora vai lá ao Google.

Só uma última observação:
Não esqueças que números de 2001, em termos científicos, são apenas história.

Publicado por: Caçador Furtivo às março 1, 2006 01:14 PM

«os EUA não são o país mais dependente do petróleo nem serão o mais afectado»
(Atomsmith)

É uma anedota gira. Os americanos é que não lhe acham muita graça.

Você deve ser socialista... eu dou-lhe os números você responde com a eloquência do discurso.

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 02:41 PM

Caro caçador furtivo

1-A percentagem que eu referi em relação ás fontes de energia também se refere ao consumo, a Pepsi talvez seja uma fonte de energia para si mas não o é para mim e não se aplica a este contexto, por isso deixe de ser infantil.

2- Comece você por ler o que eu escrevi inicialmente.


"Não pense também que os países que aumentaram a eficiência no uso de combustíveis fosseis ou que recorrem a outras formas de energia estão á vontade pois o uso do petróleo continua a ser elevado e predominante e as consequências de um choque petrolífero também serão más para esses países."

Entende o que está escrito??? Não? OK eu explico, quer dizer que o uso de energias alternativas aos combustíveis fósseis por países que apostam nelas no total acaba por ser irrelevante em termos globais do consumo energético desse país. Você está a tentar criar uma discussão utilizando os mesmos argumentos que eu usei mas não há discussão pois dizemos o mesmo. Aprenda a ler.

3- Algumas correcções:


"Não parece nada absurdo. A agricultura representa menos de dois por cento do PIB dos EUA."

O custo não tem nada a haver com o contributo da agricultura para o PIB mas com a fonte de etanol ser o milho e não a cana do açúcar como acontece no Brasil. O que é estranho é ser tão elevado face aos subsídios que a indústria do Etanol recebe nos EUA.

"parece ser trabalho sério de cientistas."

Talvez para si que dá tanto valor ás aparências. Note que o autor não menciona a produção de etanol através da Cana-de-açúcar.

"Não esqueças que números de 2001, em termos científicos, são apenas história."

Há é...quando foi a última vez que fizeram uma estimativa da idade da terra? Do raio da terra? Da distancia da terra ao sol…Não me diga que os números já estão desactualizados…Mas eu nem sei de que números fala….

4- Quanto aos Espanhóis, bem você pode mudar de pseudónimo mas não engana, alem disso esse ódio de estimação e a incapacidade de entender o que lê, bem...é muita coincidência.

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 03:18 PM

Já agora segundo o The Economist Pocket World in Figures ediçaõ de 2006 a agricultura nos EUA representa 1% do PIB e 1% em termos da estrutura do emprego.

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 03:48 PM

Sem ter feito um estudo pormenorizado, cheguei à conclusão (dados oficiais) que 13,1% dos americanos viviam abaixo do nível de pobreza, enquanto na União Europeia essa percentagem variava entre 9% na Suécia e 21% na Irlanda. Agora não podemos esquecer que os pobres em muitos países europeus têm redes de segurança na área da saúde e da segurança social, no seu todo, que os pobres americanos completamente desconhecem. Ou seja, ser pobre na UE será menos traumático do que ser pobre nos Estados Unidos. Mas, para além dos números há uma realidade que pode ser observada por quem quiser. Onde é que nos países escandinavos, na Holanda ou na Alemanha, por exemplo, há bairros como o Bronx em Nova Iorque? Onde é que se vê nas grandes cidades europeias o lixo que se vê nas grandes cidades americanas? Onde é que na Europa a violência urbana atinge os níveis verificados nos EUA? Eu vivi nos EUA e em vários países europeus e não trocaria a Europa pelos EUA. A qualidade de vida entre nós é muito superior - em termos médios - se bem que os 20% mais ricos, nos EUA, tenham um nível de vida material provavelmente bastante superior aos 20% mais ricos na Europa. É o preço que pagamos para termos níveis menores de desigualdade.

Publicado por: Albatroz às março 1, 2006 04:37 PM

Para aqueles que gostam de se basear em médias, aqui vão alguns dados que esclarecem melhor o que se passa nos EUA. Os ricos tornam-se mais ricos, e os mais pobres ficam mais pobres. E a desigualdade não para de crescer. É espantoso que o 1% dos mais ricos nos EUA controlem 42% da riqueza nacional! É isso que os admiradores dos EUA nos querem propor?...

"Between 1995 and 1998, all families saw an increase in their net worth, except those earning less than $10,000 per year and those headed by individuals who did not have a high school diploma. The rate of increase was greatest for those families with the largest family income. Families earning $100,000 or more each year increased their net worth 22.8% from $1,411,900 to $1,727,800 on average. Families with incomes between $10,000 and $100,000 enjoyed rates of increase in their net worth between 6.6% and 9.2% on average. Families earning less than $10,000 saw a 14.2% decrease in their average net worth, from $46,600 to $40,000. In 1998, the net worth for families earning more than $100,000 was 43.2 times greater than the net worth for families earning less than $10,000 a year on average. Family net worth also increased more slowly for non-whites or Hispanics than for white non-Hispanics, and in 1998 remained only 30.4% of the value of white family net worth on average.(all figures in 1998 dollars) (see below for more black/white comparisons) (Kennickell, A. et. al. 2000: 7)

The 2000 Federal Reserve study also found that the average consumer debt in families has increased by nearly $10,000 between 1995 and 1998. (Bernstein 2000) (A family's net worth is obtained by subtracting debts owed from the total value of assets held.)

In 1992, the richest 1 percent of American households owned about 42 percent of the total national wealth; whereas in 1982, the richest 1 percent owned 32%. (Herbert 1995)

In 1992, the concentration of wealth among the very richest in the United States is about twice that found in Britain.(Herbert 1995)

In 1995, the top 20 percent of American households owned more than 80 percent of the national wealth. (Herbert 1995) (Sandel 1996: 329)

In 1997, 50 percent of all financial assets in the US were owned by the wealthiest 1 percent of the population; and more than 75 percent of all financial assets were owned by the wealthiest 10 percent. (Cassidy 1997: 255)

The median net worth of the top 20% of Americans is 28 times greater than that for the poorest 20%. (Rainbow/PUSH Coalition 1998)."

Relativamente a este último rácio, na Dinamarca os 20% mais ricos tinham 3 vezes mais riqueza do que os 20% mais pobres, e em Portugal esse rácio era de 6,5.

Para quem quiser saber mais:

http://falcon.arts.cornell.edu/ams3/rich1.html

Publicado por: Albatroz às março 1, 2006 04:49 PM


Caro Albatroz no Reino Unido por exemplo existem vários patamares para esse limiar da pobreza mas qualquer pessoa que tenha disponível por mês o equivalente a duzentos contos já está abaixo desse limiar. Nos EUA varia conforme os estados mas uma pessoa que ganhasse menos de $9,570 dólares anualmente em 2005 já vivia abaixo desse limiar. Em Portugal recordo-me de ler uma noticia no Jornal de Negócios que falava em 250 Euros por mês mas não percebi se era só para idosos ou para a população em geral, talvez o caçador furtivo saiba ou o vejam lá se aprendem qualquer coisa . De qualquer maneira havia perto de 37 milhões de americanos em 2004 a viver abaixo desse limiar. É claro que em Portugal à proporcionalmente muito mais gente a ganhar menos que isso.


http://aspe.hhs.gov/poverty/05poverty.shtml

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 05:44 PM

A qual dos 50 estados é que você se refere...

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 05:47 PM

Ou viveu em todos?

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 05:49 PM

De qualquer maneira võcê não pode andar a comparar valores em relação ao limiar de pobreza quando os critérios são tão diferentes de país para país. Assim como o custo de vida. Que é bastante elevado no RU.

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 06:17 PM

Deixo aqui este texto, a ver se alguém descobre quem é o autor. Amanhã venho cá dar a resposta.


Se os tubarões fossem homens

Se os tubarões fossem homens, perguntou a filha de sua senhoria ao senhor K., seriam eles mais amáveis para com os peixinhos?

Certamente, respondeu o Sr. K. Se os tubarões fossem homens, construiriam no mar grandes gaiolas para os peixes pequenos, com todo tipo de alimento, tanto animal quanto vegetal. Cuidariam para que as gaiolas tivessem sempre água fresca e adoptariam todas as medidas sanitárias adequadas. Se, por exemplo, um peixinho ferisse a barbatana, ser-lhe-ia imediatamente aplicado um curativo para que não morresse antes do tempo.

Para que os peixinhos não ficassem melancólicos haveria grandes festas aquáticas de vez em quando, pois os peixinhos alegres têm melhor sabor do que os tristes. Naturalmente haveria também escolas nas gaiolas. Nessas escolas os peixinhos aprenderiam como nadar alegremente em direcção à goela dos tubarões. Precisariam saber geografia, por exemplo, para localizar os grandes tubarões que vagueiam descansadamente pelo mar.

O mais importante seria, naturalmente, a formação moral dos peixinhos. Eles seriam informados de que nada existe de mais belo e mais sublime do que um peixinho que se sacrifica contente, e que todos deveriam crer nos tubarões, sobretudo quando dissessem que cuidam de sua felicidade futura. Os peixinhos saberiam que este futuro só estaria assegurado se estudassem docilmente. Acima de tudo, os peixinhos deveriam rejeitar toda tendência baixa, materialista, egoísta e marxista, e denunciar imediatamente aos tubarões aqueles que apresentassem tais tendências.

Se os tubarões fossem homens, naturalmente fariam guerras entre si, para conquistar gaiolas e peixinhos estrangeiros. Nessas guerras eles fariam lutar os seus peixinhos, e lhes ensinariam que há uma enorme diferença entre eles e os peixinhos dos outros tubarões. Os peixinhos, proclamariam, são notoriamente mudos, mas silenciam em línguas diferentes, e por isso não se podem entender entre si. Cada peixinho que matasse alguns outros na guerra, os inimigos que silenciam em outra língua, seria condecorado com uma pequena medalha de sargaço e receberia uma comenda de herói.

Se os tubarões fossem homens também haveria arte entre eles, naturalmente. Haveria belos quadros, representando os dentes dos tubarões em cores magníficas, e as suas goelas como jardins onde se brinca deliciosamente. Os teatros do fundo do mar mostrariam valorosos peixinhos a nadarem com entusiasmo rumo às gargantas dos tubarões. E a música seria tão bela que, sob os seus acordes, todos os peixinhos, como orquestra afinada, a sonhar, embalados nos pensamentos mais sublimes, precipitar-se-iam nas goelas dos tubarões.

Também não faltaria uma religião, se os tubarões fossem homens. Ela ensinaria que a verdadeira vida dos peixinhos começa no paraíso, ou seja, na barriga dos tubarões.

Se os tubarões fossem homens também acabaria a ideia de que todos os peixinhos são iguais entre si. Alguns deles se tornariam funcionários e seriam colocados acima dos outros. Aqueles ligeiramente maiores até poderiam comer os menores. Isso seria agradável para os tubarões, pois eles, mais frequentemente, teriam bocados maiores para comer. E os peixinhos maiores detentores de cargos, cuidariam da ordem interna entre os peixinhos, tornando-se professores, oficiais, polícias, construtores de gaiolas, etc.

Em suma, se os tubarões fossem homens haveria uma civilização no mar.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 1, 2006 08:55 PM

Um comuna qualquer...a descrição é fixe ´mas como sempre os bons sentimentos têm que ser manipulados para qualquer coisa pior, neste caso o comunismo....

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 10:11 PM

Bertold Brecht...

Posso ter uma medalha de sargaço ??

Publicado por: Cush às março 1, 2006 10:15 PM

Ainda bem que as barracudas do Evil Empire não eram assim e que Estaline não matou mais russos do que o Hitler matou judeus. Pode ser que as pessoas se esqueçam e vocês enganem alguem com essas tretas....

Publicado por: AtomSmith às março 1, 2006 10:18 PM

Donde é que saiu este das postas de atom em óleo queimado?

Publicado por: ??? às março 1, 2006 11:02 PM

Por este andar, alguém terá um dia de inventar a máquina a vapor.
Já não deve tardar muito.

Publicado por: Senaquerib às março 1, 2006 11:14 PM

Rectificação ao abrigo da 47ª Emenda da Conspiração:

- Não vou em grupos, logo não pertenço a esse grupo alegadamente denominado "Libertários" (???), nem a qualquer outro.
Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 28, 2006 10:43 PM

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 25, 2006 05:13 PM
Mas então traduzes e publicas um texto escrito por um sujeito que já foi candidato a presidente dos USA por esse partido ?


Ronald Ernest Paul, MD (born August 20, 1935), a physician and Texas politician, is a Republican member of the United States House of Representatives from Texas's 14th Congressional District (map) and a former Presidential Candidate of the United States Libertarian Party. ...

The Libertarian Party is a United States political party created in 1971. It is the largest third party in the United States, with over 200,000 registered voters and over 600 people in office, including mayors, county executives, county council members, school boards and other local offices.

Any coments ?A ver se aprendem coisas uteis?

Publicado por: Cush às março 2, 2006 12:18 AM

.....Ursula Huws...
Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às fevereiro 27, 2006 12:55 AM


Movement for a Socialist Future - Ursula Huws is a pioneer in documenting and interpreting the changes in the role and form of human labour in the era of the Internet and what some have ...

Convém não se deixar engravidar ...nem pelos olhos .. nem pelos ouvidos...
Tou cheio de papo furado my dear a ver se aprendem alguma coisa !!
Parece que a Ursula é mais uma teórica socialista..

...aqui há uns tempos dizia uma alta personalidade portuguesa ...quem sabe faz .. quem não sabe .. ensina ...a ver se aprendem .. alguma coisa..;-)

Tens um padrão bastante nítido ...mas muito pouco prático..you need to follow the nature...simplify..

Dá a sensação de que a esquerda não é produtiva ..
Dá a sensação de que a esquerda não tem entre os seus...., empreendedores ....
Dá a sensação que a esquerda tem muitos .. é .. teóricos ...com muita retórica...mas da sua finissima talha não saem senão ideias de como se sustentarem sem terem que pôr nada à venda ..digo ..produzir alguma coisa ...
Eu diria à Ursula para tentar produzir algo .. e vender .. e depois teorizar.. Seria bem mais giro..

Aliás .. gostava de saber da população deste blog ..quais de vós produz alguma coisa ...e vende ..e quais de vós são teóricos ...é que nessa resposta pode estar o problema de Portugal.É que palpita-me que são mais teóricos ...

Bom mesmo .. é qd se unem teóricos e práticos(empreendedores )... dessa fusão nascem maiores probabilidades de acontecer coisas .. que não têm nada a ver com politica , nem com esquerda nem com direita ... tem a ver com cumprir uma quota parte de cada um ..nesta existência fugaz...e Global..

Radicalismos são sempre complicadores..

Ora ..parece que qd a galera se ligar na cena e vir que não tem jeito .. pode ser que se una .. e ponham os complicadores de lado..

Nós que trocamos estas ideias neste blog torcemos por Portugal ..ou seja pelos Portugueses ..temos que pôr complicadores ou tirar complicadores ?

A solução de tantas angústias , não passa por produzir ? Não se pode viver das glórias do passado .. é preciso enfrentar a realidade e produzir . Produzir coisas boas , úteis , inovadoras e Vendê-las. Isso é que tem que ser inculcado nas mentes das pessoas.

Porém ..nas mentes socialistas ..onde o " patronato " ( Empreendedores) é mal visto... o que se pode esperar ?Dribles , muita retórica , muito papo muito denso e Produtos ..Nada..


Já agora poderíamos a ver se aprendemos alguma coisa da tua autoria ?


Mudando de assunto ...

..A ciência e a arte têm, de comum, o fato de que ambas existem para simplificar a vida do homem: uma, ocupada com sua subsistência material e a outra, em proporcionar-lhe uma agradável diversão..
B.Brecht
Eu gosto é de levar uma existência onde conjugo as duas ...

Publicado por: Cush às março 2, 2006 03:49 AM

"Ora ..parece que qd a galera se ligar na cena e vir que não tem jeito .. pode ser que se una .. e ponham os complicadores de lado.."

Concordo caro Cush mas os complicadores e os teóricos estão no poder....

"Porém ..nas mentes socialistas ..onde o " patronato " ( Empreendedores) é mal visto..."

O patronato não é todo mal visto pela esquerda, o patronato dos monopólios e dos amigos de quem está no governo é bem aceite e protegido, o que é mal visto é o livre empreendimento, a concorrência, porque a concorrência é o fim dos monopólios, é o crescimento económico, é a redução do desemprego mas também é o fim do emprego vitalício.....

Publicado por: AtomSmith às março 2, 2006 07:45 AM

Você pode ver pelos ataques baixos de que tenho sido alvo desde que comecei a criticar o governo e a esquerda, por parte de pessoas que nem assumem um pseudónimo fixo e que só procuram achincalhar, você pode ver o que tem sido o socialismo, um totalitarismo camuflado que tolera as pessoas desde que elas não se manifestem. Não admira que tenham assassinado Sá Carneiro. Escondem os seus interesses vis e criticam o Estado Novo. Pelo menos no Estado Novo as coisas funcionavam e só os comunas eram perseguidos. Até nisso Salazar foi um patriota.

Publicado por: AtomSmith às março 2, 2006 07:58 AM

Agora já não há esquerda. O que há é direita torta.

Publicado por: Senaquerib às março 2, 2006 10:56 AM

Salazar era patriota, sim senhor!
Mas... qual era a pátria do gajo?

Publicado por: Senaquerib às março 2, 2006 10:59 AM

O texto é de Brecht. O Cush acertou, mas não vai levar uma medalha de sargaços. Para ele tem que ser um colar de dentes de tubarão.

É interessante a repulsa que «os teóricos» provocam em Cush. Mais um bocadinho e acaba a escrever «intelectuais». Qualquer dia, para juntar ao colar de dentes de tubarão, vai receber a grã-cruz da ordem de Queipo de Llano.

É interessante, também, ver como o seu critério de análise de textos é determinado não pelas ideias que encerram, mas pelas opções políticas dos seus autores. Como preconceito obtuso não está mal.

É claro que essa abordagem tem perigos. Como, por exemplo, o facto de Cush traduzir «libertarians» por «libertários». Em português libertário significa anarquista. «Libertarian», no vocabulário político dos EUA, significa «liberal clássico».

Bom, já cumpri a minha missão diária, agora que o Cush já teve oportunidade de aprender pelo menos uma coisa.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 2, 2006 12:44 PM

Os teóricos não me causam qualquer repulsa , antes pelo contrário ... o que eu sentia em Portugal .. é que não estavam a ajudar suficientemente.

Não fui eu que traduzi "libertarians "...

Agora ...já que me deste um colar de dentes de tubarão ( que quando eu menos esperar se vai fechar ) podias explicar à galera pq traduziste e publicaste um texto de um sujeito que é conhecido por Dr.NO ?? ex libertarian party ?

E será que tb podes pôr um texto da tua autoria ...???

Publicado por: Cush às março 2, 2006 02:41 PM

albatrozes smiths, cushs, voces metem nojo, em vez de expressarem os sentimentos sobre a morte da autora deste blog chegam aqui para uma conversa DE MERDA, CALEM-SE E VÃO PARA OUTRO LADO

Publicado por: LOUIS XVI às março 2, 2006 06:00 PM

Hello!!!

Publicado por: Charles de Batz Conde D'Artagnan às março 2, 2006 07:55 PM

"E será que tb podes pôr um texto da tua autoria ...???"

Não vale a pena Cush este é o fenómeno de educação das "massas" textos maçudos e didácticos antes de irmos dormir... "Back to the USSR"

Publicado por: AtomSmith às março 2, 2006 08:04 PM

"Agora já não há esquerda. O que há é direita torta."

Não infelizmente em Portugal há a esquerda e a direita corrompida pela esquerda...Talvez um dia haja uma direita de verdade.

Publicado por: AtomSmith às março 2, 2006 08:09 PM

Hello!!!

Publicado por: Luisa de La Baume Le Blanc Duquesa de La Vallière às março 2, 2006 08:26 PM

"albatrozes smiths, cushs, voces metem nojo, em vez de expressarem os sentimentos sobre a morte da autora deste blog chegam aqui para uma conversa DE MERDA, CALEM-SE E VÃO PARA OUTRO LADO"


Concordo acho que a nossa presença só tem interesse se for para discutir assuntos seriamente. Falo por mim mesmo que caí no baixo nível de alguns trolls que andam por aí. Penso que podíamos tentar continuar a dialogar em homenagem à autora e respeitando-nos mutuamente. Ignorando os trolls que só pretendem provar a sua superioridade intelectual deitando abaixo os outros comentadores, a melhor solução é ignorar esses trolls (dont feed the troll).

Eu para começar concordo com o Cush à demasiada teoria e falta de pragmatismo em Portugal.

Publicado por: Luisa de La Baume Le Blanc Duquesa de La Vallière às março 2, 2006 08:47 PM

Uops revelei a minha secret ID...

Publicado por: AtomSmith às março 2, 2006 08:52 PM

Agora ...já que me deste um colar de dentes de tubarão ( que quando eu menos esperar se vai fechar ) podias explicar à galera pq traduziste e publicaste um texto de um sujeito que é conhecido por Dr.NO ?? ex libertarian party ?

E será que tb podes pôr um texto da tua autoria ...???

(Cush, pois claro)

Olha:

1 - ( que quando eu menos esperar se vai fechar )
»»» Vê lá se perdes a mania da perseguição. Isso pode descambar em paranóia...

2 - ...podias explicar à galera pq traduziste...
»»» Isso é uma inferência tua. Terei eu escrito alguma vez que a tradução é minha? Tiro à água.

3 - ...podias explicar à galera pq (...) publicaste um texto de um sujeito que é conhecido por Dr.NO ?? ex libertarian party ?
»»» Porquê? É proibido?

4 - E será que tb podes pôr um texto da tua autoria ...???
»»» Pagas para isso?

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 2, 2006 09:49 PM

A melhor homenagem que se pode fazer à Joana é continuar a escrever sobre os temas que lhe eram caros. Onde quer que ela esteja, duvido que quisesse uma choradeira ininterrupta à volta da sua memória...

Publicado por: Albatroz às março 2, 2006 10:14 PM

Então o Louis XVI não foi já guilhotinado?

Publicado por: Senaquerib às março 2, 2006 10:56 PM

Não sei se já repararam que o estilo do "A ver se aprendem alguma coisa" é igualzinho ao do nosso amigo (M) ?
Até aposto que são o mesmo... humm...
Ainda bem!

Publicado por: Senaquerib às março 2, 2006 11:10 PM

então ..prof..pá ver se aprendemos alguma coisa .. põe o texto ..que eu depois o valorizarei...rsss e te pagarei na mesma moeda .. aceitas ??

Qt ao colar de dentes de tubarão... .. podes mandar que eu lhe darei o devido uso ...

Qt a ti estimado Albatroz... viste a diferença do pib do estado de Columbia ?? viste que a Alemanha está ao nível dos 5 estados mais pobres dos USA.. então e o nosso Portugal ?? Como queres tu que não se soçobre se juntas o roto ao esfarrapado... e ainda querias mandar os USA às malvas ? e preferias a Rússia .. e a tchétchénia ?? tb gostarias ??
Já produziste e vendeste alguma coisa Albatroz ?É disso que Portugal precisa .. de Gente que Produza e Venda ...
Portugal precisa de empreendedores como pão pá boca e precisa que os investigadores universitárisos trabalhem com eles...com ritmo ..com dinâmica ..a trabalhar em uníssono..como um relógio ou preferivelmente como os Horn heads ....

Publicado por: Cush às março 3, 2006 02:16 AM

Assim
vê-se
a falta
da DGS

Estou aqui para manifestar a minha solidariedade ao confrade AtomSmith que tem sido vítima de maléficos ataques por parte seguramente de comunistas infiltrados neste blogue já não há respeito nenhum assim vê-se a falta da DGS e depois dão-nos textos para ler com mais de 50 palavras que são muito maçudos porque nos obrigam a pensar o que é uma massada não há direito deviam ser interditados e obrigados a voltar para a clandestinidade ou extraditados para a URSS não faz diferença se já não existe URSS quem governa agora aquilo é o KGB os EUA é que são o Sol da Terra o AtomSmith gostava muito de ser americano até tem nick inglês e tudo mas teve a infelicidade de nascer em Portugal e agora já nem Estado Novo tem é só um Estado Velho com novos fascistas e a única coisa que a malta pode fazer é dar umas porradas nuns pretos ou mandar umas bocas nuns blogues enfim é uma tristeza é mesmo um bocado deprimente e ainda para cima andam aqui uns trolls a gozar com a gente

Publicado por: António Adolfo Benito y Bahamondes às março 3, 2006 02:26 AM

"É disso que Portugal precisa .. de Gente que Produza e Venda ..."


Só que primeiro Portugal precisa que o governo crie condições para que se produza e venda. Como se pode ser empreendedor num país em que o estado boicota o espírito empreendedor?

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 08:25 AM

Publicado por: António Adolfo Benito y Bahamondes às março 3, 2006 02:26 AM

Sou alérgico ao racismo, à xenofobia e á homogenia cultural.

Cada um lê os livros que quer, este tipo de texto é bom para condicionar o raciocínio e afasta-nos da discussão pertinente que é a situação de Portugal e já agora da Alemanha, da Itália, da França....È que andar a discutir quem é o mais culto ou se existem dois ou três países na Europa que segundo certos indicadores têm melhor nível de vida que os EUA é o mesmo que andar a comparar qual é o navio mais bonito enquanto o nosso bote afunda...

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 08:58 AM

Além disso não são o governo as grandes empresas que vão pagar a crise eles estão-se nas tintas. Com as taxas de desemprego as empresas por cada trabalhador que despedem têm uma mão cheia de candidatos dispostos a ganhar menos.

Porrada não era nos pretos mas "nos caras que não fazem nada!" pelo menos para mudar a situação.

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 09:12 AM

Já agora mais uma notícia para comentarem:

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/20060301+Compra+da+PT+pela+Sonae+passa+pelo+estrangeiro.htm

"Compra da PT pela Sonae passa pelo estrangeiro

Uma forma de poupar nos impostos

A compra da Portugal Telecom (PT) pelo Grupo de Belmiro de Azevedo vai passar pelo estrangeiro. A SIC apurou que a Sonaecom é detida maioritariamente por sociedades com sede fora do país. Além disso, a transferência das acções da PT vai passar por uma empresa holandesa, para poupar nos impostos.


SIC


O Grupo de Belmiro e Paulo Azevedo lançou uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a PT. A justificação é garantir o controlo nacional da empresa de telecomunicações.

As sociedades envolvidas na operação são detidas pelo Grupo Sonae mas as participações são indirectas. A SIC sabe que mais de 70 por cento do capital da Sonaecom, que detém a Optimus e a Novis, pertence a empresas com sede fora do país.

Quase 50 por cento da Sonaecom é detida pela Sonae Investments BV, com sede na Holanda e que pertence ao Grupo Sonae. Duas sociedades com sede na Bélgica e que pertencem à France Telecom têm mais de 26 por cento da Sonaecom. O resto do capital é detido directamente pela Sonae SGPS ou está disperso em Bolsa.

Caso a OPA sobre a PT avance, as acções deverão passar pela Sonaecom BV, uma empresa detida a 100 por cento pela Sonae e que tem sede na Holanda. Desta forma, o Grupo de Belmiro de Azevedo aproveita a maior flexibilidade do sistema fiscal desse país. Só em imposto de selo sobre a garantia bancária dada pelo Santander, a Sonae poderá poupar 57 milhões de euros.

E, há outras vantagens: a isenção no pagamento de impostos pode chegar às mais-valias, aos dividendos e ainda à retenção na fonte dos juros bancários.

A utilização de sociedades com sede no estrangeiro não é novidade. A própria PT endivida-se lá fora para evitar pagar impostos em Portugal onde as taxas são mais elevadas. A Semapa, por exemplo, também usou empresas com sede no estrangeiro para concretizar uma OPA sobre a Portucel. "

Publicado por: Karl Marx às março 3, 2006 11:00 AM

vixe.. 555 ... que bela kpk...hum...

Publicado por: Cush às março 3, 2006 01:22 PM

Publicado por: Karl Marx às março 3, 2006 11:00 AM

Ora aqui está um bom exemplo. Ou seja já era altura de governo repensar a carga tributária imposta às empresas. Uma das muitas mudanças que o nosso país precisa menos e mais baixos impostos.

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 01:34 PM

Prof. Medina Carreira :
(cito de cór)
As mudanças anunciadas - às "tranches" - pelo Governo, são epidérmicas. Se o rumo se mantiver assim, posso provar que em 2015 o déficit será de 12 por cento.

Publicado por: asdrubal às março 3, 2006 01:36 PM

Não continua assim não - vem aí o sr Silva - Trabalhadores!,preparem-se para enfrentar a policia de Choque. Agora que eles vão ver em quem votaram,,,
Os Banqueiros, Intermediários e Parasitas vencerão.

Publicado por: xatoo às março 3, 2006 04:03 PM

Nem tudo o que a esquerda faz é mau...Um bom exemplo...

"O presidente brasileiro Lula da Silva aprovou, ontem, uma lei que permite a concessão de florestas públicas para exploração madeireira e outras actividades económicas, a fim de acabar com o devastamento da região Amazónica.

A cada ano, desaparecem cerca de 20 mil quilómetros quadrados de mata.

O Governo Lula acredita que a nova lei ajude a reduzir este fenómeno, desenvolvendo a economia local de maneira mais sustentável.

Serão concedidos para exploração privada 13 milhões de hectares na região Amazónica nos primeiros dez anos de vigor do plano. A concessão será efectuada através de concursos públicos.


«Com essa lei, tenho certeza, o madeireiro que faz exploração predatória poderá começar a agir legalmente, tornando-se produtor florestal», disse a ministra brasileira do Meio Ambiente, Marina Silva, sobre a iniciativa.

*Correspondente em São Paulo"

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=272481

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 04:22 PM

Nem tudo o que a esquerda faz é mau...Um bom exemplo...

"O presidente brasileiro Lula da Silva aprovou, ontem, uma lei que permite a concessão de florestas públicas para exploração madeireira e outras actividades económicas, a fim de acabar com o devastamento da região Amazónica.

A cada ano, desaparecem cerca de 20 mil quilómetros quadrados de mata.

O Governo Lula acredita que a nova lei ajude a reduzir este fenómeno, desenvolvendo a economia local de maneira mais sustentável.

Serão concedidos para exploração privada 13 milhões de hectares na região Amazónica nos primeiros dez anos de vigor do plano. A concessão será efectuada através de concursos públicos.


«Com essa lei, tenho certeza, o madeireiro que faz exploração predatória poderá começar a agir legalmente, tornando-se produtor florestal», disse a ministra brasileira do Meio Ambiente, Marina Silva, sobre a iniciativa.

*Correspondente em São Paulo"

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=272481

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 04:22 PM

«A cada ano, desaparecem cerca de 20 mil quilómetros quadrados de mata».

Isto não se resolve com legislação.
Um crime desta gravidade resolve-se com as Forças Armadas e os Serviços de Informação.
A menos que a República Federativa do Brasil seja uma triste marionete às mãos dos madeireiros ...

Publicado por: asdrubal às março 3, 2006 04:47 PM

Eu discordo. É impossivel controlar o que se está a passar e só ia criar revolta na população. Assim estabelecem-se limites e o governo tem a legitimidade para impedir os madeireiros ilegais.

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 05:16 PM

UMA PROPOSTA

Em homenagem à Joana que aqui expressava as suas ideias liberais e sabia acolher com liberdade de espírito as opiniões dos seus leitores, sugeria que fosse constituído um novo blog, talvez comissariado por 3 ou 4 dos seus leitores, e que cuide em manter esta comunidade viva e alerta para os desenvolvimentos do nosso colectivo.

O que acham?

Publicado por: Fernandinho às março 3, 2006 06:32 PM

Acho boa ideia.

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 06:58 PM

Eu não acredito que a Joana se tenha «demitido» definitivamente deste blog.

Publicado por: asdrubal às março 3, 2006 07:35 PM

Fernandinho às março 3, 2006 06:32 PM

A ideia é boa. Todavia, encontrar pessoas com a capacidade e a versatilidade da Joana para dirigir um blog deste tipo é que me parece muito difícil, a avaliar pelo que se passa na blogosfera nacional.
Quem é que se lhe equipara? Não conheço.
A Joana é insubstituível !

Publicado por: Senaquerib às março 3, 2006 09:46 PM

O que percebi é que seria um blogue de homenagem à Joana e não uma substituição do Semiramis com alguém a fazer de Joana. Concordo com o primeiro caso e penso que nesse ponto o mais importante é a intenção até porque ninguém iria tentar substituir a Joana, mas não concordo de maneira alguma com o segundo caso. De qualquer maneira o ideal acho que seria um forum aonde o pessoal pudesse trocar ideias. Já aprendi bastante aqui.

Publicado por: AtomSmith às março 3, 2006 11:00 PM

Aprender. Aprender sempre!

Publicado por: Lenin às março 4, 2006 01:17 AM

AtomSmith às março 3, 2006 11:00 PM

Está bem, mas acho que ao menos devia haver, sei lá, uma espécie de moderador que orientasse a temática a discutir. De contrário, a troca de ideias pode facilmente descambar em discussão estéril e completamente inútil, como se verifica noutros fóruns que por aí existem.
A ir para a frente a sugestão, proponho que o blog se chame Fórum Semiramis, em homenagem à Joana.

Publicado por: Senaquerib às março 4, 2006 10:17 AM

Concordo coma ideia de um forum ou novo blog e colaborarei. Mas o problema é o mesmo de sempre: quem assume a responsabilidade da criação inicial? Estas coisas exigem dedicação. Quem se oferece como voluntário?

Publicado por: Albatroz às março 4, 2006 11:11 AM

Não se cansem, já existe mas não tem moderadores.


http://afundasao.blogspot.com/

Publicado por: Capuchino de Cor Púrpura às março 4, 2006 11:53 AM

Bora logo ... eu tb posso colaborar...

Publicado por: Cush às março 4, 2006 01:22 PM

Publicado por: Capuchino de Cor Púrpura às março 4, 2006 11:53 AM

seu maroto.

Publicado por: AtomSmith às março 4, 2006 04:45 PM

a próxima ... é minha ...

Publicado por: Cush às março 4, 2006 10:00 PM

plim plão...

Publicado por: Cush às março 4, 2006 10:01 PM

Pois é estimado Albatroz .. acabaste não comentando o pib astronómico do estado de Columbia....já foste dar uma espreitadela naquele estudo dos suecos ?
http://www.timbro.com/euvsusa/
Bem que podias esclarecer como é possível tal proeza..

E seria porreiro se esclarecesses também pq é que o único estado europeu que consegue o milagre de atingir a média americana não é maior que a baía de Todos os Santos .. que banha Salvador e o Recôncavo....


Publicado por: Cush às março 4, 2006 10:36 PM

Cush, pá, não há meio de aprenderes que o PIB não tem nada que ver com as calças...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 5, 2006 01:12 AM

Pois olha a ver se aprendem alguma coisa .. não é o que dizem estes ...Dr Fredrik Bergström, President of the Swedish Research Institute of Trade, and Mr Robert Gidehag, until recently Chief Economist of the same Institute....
Porque não vais dar uma olhada nesse estudo e a seguir me explicas ? http://www.timbro.com/euvsusa/

Publicado por: Cush às março 5, 2006 01:33 AM

Cush acho bem que não te maravilhes com o PIB dos USA antes de descontares os efeitos das guerras! Das Guerras, sim, porque a economia norte-americana sem o motor do complexo militar-industrial dá-lhe um vipe num instante!

Quanto a ver isso, recorda-te do semiólogo C. S. Peirce (?) que estabeleceu a definição de índice com a metáfora: "o fumo é um índice do fogo".

Eu garanto que o Dow Jones antes e depois da 2a invasão do Iraque mostra bem a cena (toda).

Entretanto vamos a ver o paradoxo:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24758573&wcomm=true#comentarios

Publicado por: py às março 5, 2006 04:38 PM

CONCRETIZAÇÃO?

A sugestão que apresentei atrás para um blog de reflexão e discussão, no espírito do Semiramis da Joana, colheu várias apreciações positivas de AtomSmith, Senaquerib, Albatroz e de Cush. Um ou mais destes leitores e comentadores, não quer avançar com esse Fórum Semiramis? Era bom que esta pequena comunidade que a Joana soube reunir, trocando e refutando ideias, se se mantivesse.

Publicado por: Fernandinho às março 5, 2006 05:49 PM

Publicado por: py às março 5, 2006 04:38 PM


Caro py lamento discordar mas os índices bolsistas dos EUA, S&P, DJ e Nasdaq caem sempre que aumenta o preço do crude, e o preço do crude aumenta sempre que há ameaça de guerras ou instabilidade no médio oriente. Já agora qualquer economia é prejudicada pelo aumento do preço do crude, apenas as grandes petrolíferas são beneficiadas por isso e essas realmente têm tido grandes lucros com os preços elevados do crude nos últimos anos, não é segredo nenhum.

Aliás as empresas europeias nas bolsas e os índices bolsistas europeus têm tido melhores prestações que os americanos...

Publicado por: AtomSmith às março 5, 2006 08:21 PM

Publicado por: Fernandinho às março 5, 2006 05:49 PM

Continuo a concordar mas quem vai criar o Forum??? O capuchinho purpura???

Publicado por: AtomSmith às março 5, 2006 08:31 PM

Já agora os mercados bolsistas não reflectem necessariamente o estado da economia. Os EUA têm um baixo desemprego e um crescimento económico elevado, estão muito melhor que a Alemanha, França ou Itália, no entanto as empresas Europeias estão em muito melhor posição principalmente no que toca á valorização das acções.
Segundo algumas fontes isto tem que ver com aquilo que o Karl Marx (deste blog) referiu há uns tempos através daquele artigo sobre a Sonae que ele "postou". As grandes empresas europeias agem dessa maneira, procuram os países que lhes fornecem melhores condições e assim acabam por estar repartidas por vários países e ter muitas vezes uma percentagem reduzida de trabalhadores nos países de origem. E o seu crescimento não reflecte o crescimento do país mas o crescimento global. É curioso que numa Europa anti-globalização as empresas tirem o melhor partido dessa mesma globalização.

Publicado por: AtomSmith às março 5, 2006 09:03 PM

Sugeriria um texto-base (de louvor e arrependimento cristãos) - por exemplo da Mourão Casquilho & Filhos Ltdª - para um abaixo-assinado solicitando o retorno ao Semiramis da Joana, sua líder natural.

Publicado por: asdrubal às março 5, 2006 11:13 PM

DUBAI (Reuters) - Al Qaeda's deputy leader Ayman al-Zawahri called for attacks on Western targets such as those in the United States, Madrid and London, according to an audio tape posted on the Internet on Saturday.

"(Muslims have to) inflict losses to the crusader West, especially to its economic infrastructure with strikes that would make it bleed for years. The strikes on New York, Washington, Madrid and London are the best examples," said the speaker who sounded like Zawahri.

"We have to prevent the crusader West from stealing the Muslims' petroleum which is being drained in the biggest robbery in history," he said.

http://today.reuters.com/news/articlenews.aspx?type=worldNews&storyid=2006-03-04T215524Z_01_L04310898_RTRUKOC_0_US-SECURITY-ZAWAHRI.xml

Porque será que nenhum orgão da comunicação social colocou isto nas noticias do dia ?

Esta "gente" contra quem se trava a guerra diz que o petróleo lhe é roubado ...mas .. ele é comprado ..
A Noruega é um país riquissimo em Petroleo e a sua sociedade usufrui dessa riqueza..por outro lado .. a maioria dos países árabes produtores vive em ditaduras ferozes..onde só uma minoria usufrui dessa benesse...
Essas minorias usam a velha táctica de apontar inimigos externos para distrair as atenções dos seus problemas internos ..
Este exemplo é perfeito...
Quem sabe este "médico" não será o próximo governante do egipto...

som de fundo .. Buarque..Político..construção..

Publicado por: Cush às março 5, 2006 11:25 PM

Vixe ó Asdrubal... tu costumas ser pertinente ..mas olha lá .. não te sabia com tanta imaginação...

Olha que 600 comentários num post já seria um belo abaixo assinado..

Se a Joana realmente não quiser voltar ... que não volte... a gente não se perde ..
Mas para fazer um novo forum inspirado nela .. seria necessária que os que estão dispostos a fazê-lo disponham de tempo .. o que é cada vez mais escasso...parece...mas .. nunca se sabe ..

Uma coisa é certa .. existe vontade ..e isso ... é o essencial...e seria uma inovação...

Publicado por: Cush às março 6, 2006 12:03 AM

Por falar em Cruzadas ...interessante ver como Kerry concorda com Bush ...

Kerry: U.S. Must 'End the Empire of Oil'

LONDONDERRY, Northern Ireland Mar 5, 2006 (AP)— Sen. John Kerry said Sunday that the United States must rebuild the power of the United Nations and help "end the empire of oil" to defeat terrorism.

Kerry, who lost to President Bush in the 2004 presidential election, avoided explicit criticism of the U.S. administration during a wide-ranging speech on the global dynamics of terrorism. But he said Bush's policy of imposing democracy in Iraq and Afghanistan risked looking like a crusade in Arab, Muslim eyes.

"If it is seen as the result of an army marching through Muslim lands, it will fail," Kerry told an audience at the University of Ulster in Londonderry, the second-largest city in Northern Ireland.

The "war on terror," Kerry said, was not principally about the U.S.-led military operations in Afghanistan and Iraq, but was "fundamentally a war within Islam for the heart and soul of Islam, stretching from Morocco east to Indonesia." He said terrorist threats against the West and within Muslim nations exist in part because "no center of moral authority has emerged to stop those who would murder in the name of Islam."

But Kerry suggested the current focus on American-led military interventions was not the way to promote stable democracies in the Middle East, a region of dictatorships underpinned by oil money. Sustainable political change required concerted international political pressure combined with appropriate development aid.

"Great American presidents, from Roosevelt to Truman to Kennedy, understood that success requires a community of nations working together, drawing strength from shared sacrifice and steadfast commitment to our shared ideals," he said.

He added that "great alliances" should be formed again and "that means strengthening and reforming not weakening and walking away from the ability of the UN to play a forceful role in troubled places like Iraq and Darfur."

Kerry, D-Mass., said unified pressure from the democracies of Europe, Asia and the Americas would be more effective "to counter the teaching of hatred in madrassas (Muslim religious schools) throughout the Middle East. … And we must work with moderate Muslims, especially clerics, to permanently discredit the belief that the murder of innocents can be justified in the name of God, race, or nation."

Continua em http://www.abcnews.go.com/Politics/wireStory?id=1689918&page=1

Publicado por: Cush às março 6, 2006 12:27 AM

Semiramis , a sua Babel e as influências....

No encontro de El Salvador da Rede Latino Americana e Caribenha de Trabalhadoras Sexuais, as putas descobriram como se entender melhor. Falando espanhol de vários países e o português, passaram a “denunciar” palavras estranhas dizendo: “Código”. Aí, buscava-se uma alternativa compreensível.

Publicado por: Cush às março 6, 2006 02:24 AM

Cush às março 4, 2006 10:36 PM

O erro que tem estado a cometer é o de pensar que a felicidade dos povos se traduz totalmente no PIB per capita. Para além do facto de que uma média é uma medida extremamente falsa - a média entre 90 e 10 é a mesma da média entre 51 e 49 -, sobretudo quando se trata de rendimentos, não podemos esquecer que a segurança social pode garantir uma subsistência com dignidade a pessoas que têm rendimentos baixos. Ou seja, a desigualdade nos Estados Unidos falseia a apreciação baseada no PIB per capita, e um americano com um rendimento superior a um europeu pode ter uma situação económica muito mais precária e uma capacidade menor para satisfazer as suas necessidades básicas. Eu conheço os Estados Unidos e conheço muitos países europeus (vivi bastantes anos na Bélgica e na Holanda) e constatei que as carências económicas e sociais são muito menores na Europa. Além do mais rejeito uma sociedade intrinsecamente violenta, que banalizou a pena de morte, em que a vingança substituiu a justiça, e onde não há a menor empatia pelos pobres e pelos mais fracos. Admito que um rico possa viver melhor nos EUA do que na Europa, mas não é disso que se trata...

Publicado por: Albatroz às março 6, 2006 08:55 AM

AtomSmith às março 5, 2006 09:03 PM
"É curioso que numa Europa anti-globalização as empresas tirem o melhor partido dessa mesma globalização."

É verdade! Quanto a mim isso acontece porque há várias concepções de globalização. Há, por exemplo, a globalização económica e a globalização política, para já não falar das globalizações culturais, religiosas, desportivas, científicas, tecnológicas, etc.
Ora as empresas estão interessadas na globalização económica porque isso lhes traz benefícios.
Os políticos, pelo contrário, têm mais a perder do que a ganhar com a globalização política.
Essa é que é essa!


Publicado por: Senaquerib às março 6, 2006 10:20 AM

E esta hem ?

China abandons numerical economic targets
By Richard McGregor in Beijing
Published: March 6 2006 12:01 |

China is ditching nearly all numerical economic targets from its decades old planning system as part of an effort to change the country’s obsession with growth at the expense of social programmes and the environment.

The National Development and Reform Commission, the chief planning agency, said that economic targets in the country’s latest five-year plan, released on Monday, had been pared back to give “greater play to market forces.”

Only two economic targets have been included in the plan - a promise to double per capita GDP in the 10 years to 2010 and reduce energy consumption per unit of output in the five years to the end of the decade.

“Our economic growth may be increasing but we would like to know the environmental price we are paying to achieve it,” said Ma Kai, the NDRC chairman, at the annual meeting of the National People’s Congress.

All of the other “obligatory” targets in the new plan focus on social spending, in education and health, and on the environment, including the disposal of waste and pollutants.

Fan Jianping, the director of the economic forecasting department of the State Information Centre, said the aim of the reform was to distinguish “which area is the responsibility of the government and which should be left to the market.”

“By setting ‘non-obligatory’ targets, governments will no longer need to announce concrete growth figures for sectors such as steel and autos,” Mr Fan said.

Another, largely unstated, reason for change is that the planning process has become discredited by the NDRC’s off-target predictions in recent years, especially for power generation and coal production.

Continua ... em http://news.ft.com/cms/s/ccba3594-ad07-11da-9643-0000779e2340.html

Publicado por: Cush às março 6, 2006 12:37 PM


então se a medida (PIB)é falsa .. propões abandonar as medidas .. é como atirar o espelho pela janela...um dia se verá ...curioso que a china vai manter o PIB como ferramenta de aferição..

Já agora .. o que sugeres para aferir ?
Foste ler o estudo dos Suecos ou não ?

Publicado por: Cush às março 6, 2006 12:42 PM

O erro que tem estado a cometer é o de pensar que a felicidade dos povos se traduz totalmente no PIB per capita.
Publicado por: Albatroz às março 6, 2006 08:55 AM

Eu sei que não se traduz totalmente .. mas numa grande parte ... agora ... a felicidade dos povos aumenta ..qd diminui a quantidade de pobres ..esse é que é o objectivo.
E para isso é necessário crescimento ..
e é preciso aferir esse crescimento..para se saber se se está a trabalhar bem ...ou mal...pq ao nível da governação tudo se revela a prazo...

Publicado por: Cush às março 6, 2006 01:38 PM

Cush às março 6, 2006 01:38 PM

Todos aqueles que se dedicam às questões de desenvolvimento sabem que o crescimento é uma condição necessária mas não suficiente para o desenvolvimento. A riqueza criada tem de ser adequadamente distribuida, senão só beneficia aqueles que não precisam. Por isso, tentar aferir do sucesso de uma sociedade apenas com base em indicadores económicos não resulta. É preciso olhar igualmente os indicadores sociais. E aí os EUA falham redondamente. Sendo uma sociedade adepta do darwinismo económico e social (vulgo, lei da selva...), os EUA são óptimos para aqueles que são capazes de prosperar num tal ambiente, e péssimos para quem não consegue. Como uma comunidade é constituída por gente competitiva e gente menos competitiva, adoptar um sistema que apenas beneficia os competitivos não serve os interesses da comunidade no seu todo. A Europa em parte já percebeu isso, os EUA não. Prefiro a Europa.

Publicado por: Albatroz às março 6, 2006 01:58 PM

Ó Albatroz ... és duro de roer .. mas água mole em pedra dura tanto dá até que fura..

Se estiveres disposto( e com paciência ) a aprofundar esta questão .. eu adoraria .. já que me interessam pontos de vista diferentes ...

Publicado por: Cush às março 6, 2006 03:14 PM

Hum.

...

Publicado por: py às março 6, 2006 03:30 PM

Bem, como considero VPV o melhor escritor português (venenosamente) vivo, passo-me - como leitor - para «O Espectro».

Publicado por: asdrubal às março 6, 2006 11:10 PM

buack.. que falta de gosto .. Asdrubal...

Publicado por: Cush às março 7, 2006 02:25 AM

vem aí o com 600 ...e sou eu que o vou fazer..prescindi até de algumas coisas ....

Publicado por: Cush às março 7, 2006 02:38 AM

Qual é o blog que atinge 600 coms num post?

A Joana ..onde quer que esteja vai ficar feliz com este ...


... para ti meu olhos bonitos mas aterrisador esculhambado .. quero mostrar-te outros modos de aferição que não só o Pib per capita ..
Claro que em termos googlobais continua a ser um desfasamento adstringente...
...Quando o patronato ganha 4 biliões( biliões americanos) num único dia e mil empregados nesse mesmo dia ficam milionários...que dizer ??
Que existe boa distribuição de riqueza ..ou não ?
Ou é mais um exemplo de desinformação e mentira ?

Há quanto tempo não vais aos USA e há quanto tempo não olhas para um retrato frio da UE ?
Nos USA agora têm uma Negra ..sim uma Mulher .. e Negra ...a representá-los no mundo.

Mas tu precisas de grandes pequenos exemplos para complementar as estatísticas ..e fazes bem...
então ..vai ver este ..
http://www.time.com/time/photoessays/2006/inside_google/11.html

Peço-te um... um único exemplo parecido... aí..na velha UE...

Publicado por: Cush às março 7, 2006 03:18 AM

Boa oportunidade de aprender para os que vivem nos arredores de Lisboa:

O Dr. Al Kubaishi
Presidente da Aliança Patriótica Iraquiana
que esteve 15 meses preso pelas tropas dos EUA
vem a Lisboa falar sobre a resistência no seu país.
Casa do Alentejo, 11 de Março, 18:30

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 7, 2006 10:09 AM

Publicado por: Cush às março 7, 2006 03:18 AM

Um único exemplo?

O Belmiro de Azevedo.
Ficou multimilionário de um dia para o outro.
É um caso de reversão da riqueza. Tirou aos ricos para dar ao pobre (ele próprio, está bem de ver).
E viva o capitalismo.

Publicado por: Coca bichinhas às março 7, 2006 10:14 AM

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 7, 2006 10:09 AM

Hum...
No aniversário do golpe
e
Numa casa toda mourisca

Serão coincidências?

Publicado por: Capuchino da cor do Benfica às março 7, 2006 10:38 AM

Cush às março 7, 2006 02:25 AM,

Pois é, mas gostos não se discutem.
Escreve como ninguém, conhece a História de Portugal do sec. XIX como raros, e tem um sentido de humor ímpar à mistura com uma «personalidade cascavel». É um tipo deliciosamente detestável. O melhor escritor português vivo.

Publicado por: asdrubal às março 7, 2006 10:39 AM

hum

Publicado por: py às março 7, 2006 02:08 PM

nhac

Publicado por: py às março 7, 2006 02:09 PM

O Semiramis é um blogue sujeito a pagamento periódico e, quando expirar o prazo, ele será fechado, não aceitando mais contributos.
Por isso temos de, mais dia menos dia, sair daqui definitivamente.
A "sugestão" de Asdrubal talvez não seja má, à falta de outras alternativas (não surgem ideias concretas...). De facto, "O Espectro" parece ser uma boa solução: trata-se de um blogue bastante animado, atira boas pedradas no charco, tal como fazia a Joana, embora com menos nível e elegância. Mas merece a pena.

Publicado por: Senaquerib às março 7, 2006 02:59 PM

"A tolerância não é respeitar as ideologias, mas sim as pessoas. Respeitar as mulheres é o princípio fundamental da humanidade." - Quitéria Barbuda in "Os Filhos de Maomerdas", revista "Espírito", nº 28, 2006.

QUAES CUNQUE FINDIT

Publicado por: Brigada Bigornas às março 7, 2006 04:25 PM

Mas vocês estão mesmo convencidos de que este blog está vivo?
Já contaram quantos visitantes entram aqui?

Publicado por: O fantasma da Oprah às março 7, 2006 08:20 PM

No dia 24 de fevereiro o nº de visitantes era 551 535 , ontem dia 6, era 532 929, ou seja + - 1500 em 10 dias.

Publicado por: Olheiro da Obra às março 7, 2006 10:57 PM

Antes que chegue ao 666 ..o número da besta..saio por aqui ..

Fui espreitar o blog do VPV .. tou cansado daquele papo.. muito cansado... se lá fôr será apenas para mijar fora do penico...

Mas antes de ir .. deixo um presente ... gosto de dar.. mesmo sem receber nada em troca...

Google Page Creator -
Google Page Creator is a free online tool that makes it easy for anyone to create ... Google Page Creator is a Google Labs project, and is still in an early ...

Ah.. e armazena os sites .. sem receber nada em troca...

Parece que é preciso ter email da google ... quem quiser convites ... para ter o gmail ..é só pedir .. capiroba@gmail.com

Xau...

OBRIGADO JOANA

Publicado por: Cush às março 7, 2006 11:44 PM

Olheiro da Obra às março 7, 2006 10:57 PM

Isso não é o número de visitantes: é o número de hits.
São contadas, até, as visitas só para espreitar se alguém escreveu ou respondeu a um comentário.
A verdade é que, entre monogâmicos e clones, não há mais de seis maduros a escrever comentários.

Publicado por: Fiscal encartado às março 8, 2006 01:53 AM

Este «blog» tinha de facto muita qualidade sobretudo pelos "post's" da Joana e por alguns dos seus comentadores, de que obviamente me excluo (sem "complexos").
Ora, e uma vez que a «13ª medida de desburocratização» parece estar sendo aplicada ao próprio «Semiramis» não vislumbro quando - e se - voltará ao activo.
Antes de,também, me ir embora gostava de deixar aqui uma "coisa" em francês que achei fascinante e que é esta :
« Quel est cet agent, cette force assurant la communication ? La foudre éclate entre intensités différentes, mais elle est précédée par un précurseur sombre, invisible, insensible, qui en détermine à l'avance le chemin renversé, comme en creux. De même, tout système contient son précurseur sombre qui assure la communication des séries de bordure... Parce que le chemin qu'il trace est invisible, et ne deviendra visible qu'à l'envers, en tant que recouvert et parcouru par les phénomènes qu'il induit dans le système, il n'a pas d'autre place que celle à laquelle il « manque », pas d'autre identité que celle à laquelle il manque : il est précisément l'objet = x, celui qui « manque à sa place » comme à sa propre identité. »
(Gilles Deleuze)
A Joana, «nous manque» ...

Publicado por: asdrubal às março 8, 2006 11:59 AM

Cush - Tome a iniciativa!

VPV faz um exercício de cultura diletante, é cansativo. Lembro-me de há uma dezena de anos ter lido uma crónica dele no Independente em que contava um episódio ocorrido em Inglaterra: enquanto esperava numa bicha, abriu a janela do carro e deitou fora um papelinho (ou pacote de cigarros?) amachucado. O motorista de um pesado que estava à sua frente saíu da camioneta, apanhou o papel e devolveu-lho, perguntando retoricamente se ele não tinha perdido um papel. Depois VPV terminava dizendo que nunca mais tinha perdido papeis por lá, mas claro que cá ninguém liga. Acho que ele não melhora o nível geral, apenas se ri dos outros.

Publicado por: Fernandinho às março 8, 2006 01:09 PM

Acho piada... muitos destes textos existem como se não tivessem autor.

Daqui a uns tempos alguem aparece com um texto da «Joana» e diz ser seu... e depois? Quem era mesmo a Joana?

É lamentável que textos com a qualidade de muitos dos que estão publicados noeste blog não tenham uma face depois do «falecimento» da sua criadora.

Não consta que a criadora tenha expressado alguma vez que quizesse ser anónima depois de morte.

O que consta é que ela queria ser anónima por razões da sua VIDA!


Publicado por: tarolo às março 8, 2006 01:38 PM

Acho piada... muitos destes textos existem como se não tivessem autor.

Daqui a uns tempos alguem aparece com um texto da «Joana» e diz ser seu... e depois? Quem era mesmo a Joana?

É lamentável que textos com a qualidade de muitos dos que estão publicados noeste blog não tenham uma face depois do «falecimento» da sua criadora.

Não consta que a criadora tenha expressado alguma vez que quizesse ser anónima depois de morte.

O que consta é que ela queria ser anónima por razões da sua VIDA!


Publicado por: tarolo às março 8, 2006 01:39 PM

Zumba

Publicado por: Zumba às março 8, 2006 10:53 PM

tarolo

O (M) sabe quem é a Joana.
Chega-nos, creio.

Publicado por: asdrubal às março 9, 2006 01:56 AM

O (M) não sabe quem é a Joana... apenas trocou com ela um «par» de emails.

(M)-> "Eu não conheço pessoalmente a Joana, mas descobri acidentalmente a sua identidade(*) e troquei com ela um par de e-mails. E fiquei por aqui. Eliminei, inclusivamente, o seu e-mail da minha lista de contactos."

(*)email pessoal, não a identidade.

Publicado por: Tarolo às março 9, 2006 05:36 PM

"Num tempo em que abundam as modalidades desportivas, deveria ser obrigatório nos Jogos Olímpicos o Arremesso da Escarreta à Distância e a Tiro com Pívia ao Alvo. Já estou a imaginar as nossas Equipas da Escarreta à Distância e do Tiro com Pívia a desfilarem orgulhosamente na delegação Olímpica. Nas bancadas os representantes federativos, e as respectivas famílias, inscritas como técnicos." - Quitéria Barbuda in "Espera aí que já cospem, ou a lenda do Todo Boneco", Revista "Espírito", nº 29, 2006.

QUAES CUNQUE FINDIT

Publicado por: Brigada Bigornas às março 9, 2006 07:37 PM

Tarolo às março 9, 2006 05:36 PM

É preciso ser tarolo.

Identidade: conjunto de elementos que permitem saber quem uma pessoa é
(Dicionário Universal)

Como sabem todos o que o leram habitualmente, o (M) não é estúpido de todo e explica-se muito bem. Se ele disse que descobriu a identidade de Joana é porque, de facto, a descobriu.

Essa de «identidade=e-mail pessoal, não identidade», ou seja «identidade=não identidade» só pode sair da cabeça de um tarolo...

«Tarolo=pequena acha de lenha»
(Dicionário Universal)
Um tarolo tem serradura em vez de massa encefálica

Publicado por: Analista às março 9, 2006 10:53 PM

Tarolo às março 9, 2006 05:36 PM

É preciso ser tarolo.

Identidade: conjunto de elementos que permitem saber quem uma pessoa é
(Dicionário Universal)

Como sabem todos o que o leram habitualmente, o (M) não é estúpido de todo e explica-se muito bem. Se ele disse que descobriu a identidade de Joana é porque, de facto, a descobriu.

Essa de «identidade=e-mail pessoal, não identidade», ou seja «identidade=não identidade» só pode sair da cabeça de um tarolo...

«Tarolo=pequena acha de lenha»
(Dicionário Universal)
Um tarolo tem serradura em vez de massa encefálica

Publicado por: Analista às março 9, 2006 10:54 PM

Analista em março 9, 2006 10:54 PM

O (M) apenas disse, por outras palavras, que descobriu o email pessoal da Joana. Se ler com atenção a sua mensagem chegará a essa conclusão.

Publicado por: Tarolo com serradura na cabeça às março 10, 2006 11:52 AM

Pesporrantes.
e
Convencidos.
Para eles tudo não passa de um jogo de fortuna e de azar.
Azar para nós que os gajos não acertam uma.
Depois de andarem a gritar milhões por todo o lado, de proclamarem a retoma... etc... etc... Vem o Instituto de Estatística dizer que o crescimento foi 0,3.
Praticamente, estagnação
Pior que em 2004 com Santana Lopes.
Sem dúvida vamos a caminho da recessão perante o aplauso dos papalvos que ainda confiam neste governo.
Admirem-se depois que os impostos aumentem, que aumente a inflação e que o ordenado mingue.
Ou as sondagens nos enganam ou os arrependidos são falsos

Publicado por: Mais um arrependido às março 11, 2006 09:31 AM

Um interessante pequeno texto de Medina Carreira:

"Os factores de prosperidade do Estado-providência desapareceram no último quarto de século. E há agora novas dificuldades, provenientes do “alargamento” e da liberalização do comércio mundial. A UE desindustrializa-se, deslocaliza-se, tem cada vez mais desempregados e cresce cada vez menos. Suporta, assim, os custos da sua integração em espaços económicos muito heterogéneos. A Europa do século XXI como que se confronta com a Europa do século XIX: compete com economias sem regras e com sociedades sem direitos económicos e sociais. Se a UE aceita a integração neste mercado inteiramente globalizado e desregulado, terá de fazer um recuo do “social”. Nesse contexto não é livre uma qualquer opção ideológica porque se terá apenas de aceitar as consequências inexoráveis da competição entre sociedades com modelos muito diferentes e funcionamentos muito desiguais. Se a UE porfiar na manutenção completa do chamado “modelo social”, caminhará inevitavelmente para um novo proteccionismo. A ruidosa reacção contra a “directiva Bolkstein” é um índice da disposição proteccionista, para salvação do “social”. Apenas assumida sem complexos por se tratar de uma questão interna da UE/25. Com efeito, o princípio absoluto da livre concorrência não poderá ser válido para as mercadorias sem o ser para os serviços."

Por mais de uma vez defendi aqui um proteccionismo integral da Europa para fazer face aos desafios de uma globalização descontrolada. Medina Carreira, sem defender esse proteccionismo, aponta as razões pelas quais ele é inevitável. Porque não podemos aceitar o desmantelamento do nosso modelo social teremos de nos proteger e abandonar essa globalização. Qualquer pessoa com dois dedos de testa percebe isto. Medina Carreira, que tem muito mais do que dois dedos de testa, nao podia deixar de perceber. Neste blogue há quem não tenha querido perceber...

Publicado por: Albatroz às março 11, 2006 12:39 PM

Ah ,ah... agora que o Cush se foi ... posso voltar.... acabou a repressão...

Passei estes dias no blog O espectro.... mas já morreu... vixe .. podgi ?? é moli ?? Não durou nem dois meses... e as postas ?? A coscuvilhice de sempre...

Afinal Albatroz... e apesar de eu e o Cush não concordarmos em algumas coisas ..tenho que reconhecer que aquele estudo dos suecos ... revelam o raio X da UE.. e tá mau ... muitas metasteses.....a solução para ti .. seria fazer uma muralha como a da China .. era não ?

Publicado por: Cabouclo Capiroba às março 11, 2006 01:58 PM

Caro alter ego do Cush,

Que tal ir à essência das coisas e deixar as anedotas?... O Medina Carreira percebeu, porque não fazer um esforçozinho?...

Publicado por: Albatroz às março 11, 2006 02:23 PM

O Cush vestiu a pele do Cabloco para parecer ainda mais idiota do que é

Publicado por: Templário às março 11, 2006 05:26 PM

Hello...

Publicado por: Pimpinela Escarlate às março 11, 2006 09:19 PM

Hello...

Publicado por: Emma Orczy às março 11, 2006 09:27 PM

Caro Albatroz, como já referi o seu humanismo apenas se traduz em anti-americanismo. O proteccionismo lesa antes de mais o interesse dos consumidores, em segundo lugar prejudica os países com que os humanistas tanto se preocupam, os países em desenvolvimento. O proteccionismo protege apenas os interesses instalados, como o de certos empresários da industria têxtil que tendo recebido subsídios e estando avisados da concorrência futura chinesa gastaram o dinheiro sabe-se lá em quê e hoje faliram levando várias pessoas ao desemprego. Aliás os industriais parasitas e os líderes sindicais são o pior inimigo do trabalhador.
É de notar que a China com os seus produtos de mão-de-obra barata salvou o mundo de consequências bem piores da crise do petróleo que vivemos.

Publicado por: AtomSmith às março 11, 2006 09:42 PM

Já agora, maiores exportadores (% do total de exportações mundiais):

1- Euro Area 17,48%
2- EUA 12,72
3- Alemanha 9,55
4- R. Unido 6,02
5- Japão 5,32
6- França 5,32
7- China 4,85
8- Itália 4,04
12- Espanha 2,53
30- Brasil 0,84
39- Portugal 0,49


Espero que o proteccionismo não nos caia na cabeça. Já agora embora a BTC de Portugal seja negativa a da zona euro é positiva e a dos EUA é negativa.

Publicado por: AtomSmith às março 11, 2006 09:58 PM

AtomSmith às março 11, 2006 09:42 PM

Para se ver a floresta é preciso desencostar o nariz da árvore que nos estiver mais próxima...

Uma Europa - e uns EUA - proteccionistas seriam a salvação de muitos países subdesenvolvidos, já que poderiam finalmente deixar de ser dependentes e criar o seu próprio aparelho produtivo. É que é bom não esquecer que o saldo positivo da BTC de alguns corresponde ao saldo negativo da BTC de muitos outros. E, por acaso, quem tem BTC positivas são normalmente os países ricos - a China é que veio estragar esse arranjinho - e quem tem BTC negativas são, normalmente, os pobres. Mas essas não são as suas preocupações, pois não?...

Publicado por: Albatroz às março 11, 2006 10:13 PM

Olha, «O Espectro» despediu-se.
Não há mais. Isto é que vai uma crise.

Publicado por: asdrubal às março 11, 2006 10:16 PM

A D.Constança foi convidada a opinar no «Público».
Como ao quinto whisky duplo fica sem atinar com o teclado, já não tem tempo de alimentar o blog.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 12, 2006 01:27 AM

Meu caro Albatroz a BTC deficitária não é sempre má e a BTC superavitária também não é sempre boa. Um país em crise precisa de aumentar as suas exportações para gerar postos de trabalho e fazer crescer a economia, mas um país que esteja numa politica expansionista e com fortes tendências inflacionárias como os EUA uma balança deficitária ajuda a controlar a inflação.
No caso de Portugal é que é mau a BTC deficitária e isso acontece em grande parte à valorização do Euro que nos tira competitividae. Quanto à sua lógica não concordo visto que os países mais pobres precisam de escoar a sua produção e o mercado interno é insuficiente e não tem poder de compra mas felizmente os governos estão cada vez mais cientes do maleficio para todos dos proteccionismos.

Publicado por: AtomSmith às março 12, 2006 09:19 AM

"...visto que os países mais pobres precisam de escoar a sua produção ..."

Meu caro AtomSmith! Qual produção? Café, bananas, caju, amendoim, abacaxi?... É a isso que quer condenar as economias menos desenvolvidas? Sim, porque os bens industriais têm eles de comprar aos países ricos, muito mais competitivos. Sem a política da canhoneira económica, há muito que os países menos desenvolvidos teriam começado a desenvolver-se.. Veja o caso da ex-Rodésia. As sanções económicas levaram ao crescimento da sua capacidade industrial, embora tivesse prejudicado a exportação de tabaco. E a África do Sul do tempo do apartheid? Também aí as sanções económicas estiveram na base da industrialização do país. É evidente que não proponho o regresso ao proteccionismo nacional, mas reafirmo que o proteccionismo continental (ou regional) poderia ser a via de salvação económica tanto da Europa como de África. Até que os niveis de desenvolvimento globais fossem semelhantes.

Publicado por: Albatroz às março 12, 2006 11:11 AM

A economia cresce de uma forma sustentada. É preciso que esses países passem por todo o processo de crescimento, a agricultura vai dando lugar á industria e a industria aos serviços. Não conheço o caso da ex-Rodésia e terei que pesquisar mas conheço o caso da China, da Índia, do Brasil ou da Estónia, mas um mercado livre de proteccionismos é a melhor das alternativas para todos. Alem disso é verdade que se nós lhes abrirmos as portas aos produtos agrícola os países menos desenvolvidos também devem abrir as portas aos serviços e á industria dos mais desenvolvidos mas isso não é mau, veja-se o caso da China ou da Estónia. É uma troca que interessa a ambos e que conduzirá a longo prazo á verdadeira igualdade.

Publicado por: AtomSmith às março 12, 2006 11:47 AM

Não duvido que aos países industrializados interesse exportar produtos de alto valor acrescentado e importar produtos de baixo valor acrescentado, mas não é isso que interessa os países menos desenvolvidos. Estes querem desenvolver a sua capacidade industrial, mas não conseguem por causa da maior eficiência e práticas predatórias por parte dos países mais desenvolvidos. Logo, não é possível "que esses países passem por todo o processo de crescimento, a agricultura vai dando lugar á industria e a industria aos serviços". E mesmo no que diz respeito a produtos agrícolas, o que vemos é proteccionismo por parte dos países mais ricos. Por exemplo, os EUA subsidiam a produção de algodão de forma tão irracional que o valor do subsídio por tonelada é mais alto que o preço do algodão produzido nos países menos desenvolvidos.

Publicado por: Albatroz às março 12, 2006 12:13 PM

Mijo-me a rir com os que defendem políticas não proteccionistas para as economias débeis.
Quando é que esses patetas vão descobrir que a economia dos EUA é a mais protegida de todas?
A produção comercial da General Motors, da General Elecric, da IBM, etc, etc, etc, é financiada através do orçamento do Departamento da Defesa e das encomendas de equipamentos militares. A R&D dos grandes grupos é paga pelo estado americano.
Então não sabem por que motivo uma guerrazinha de vez em quando é boa para a economia dos EUA?
Quantos veículos militares tem a Ford que vender ao Departamento de Defesa para poder vender veículos comerciais ao preço que vende?

Noutro plano, quantas fábricas são compradas, por esse mundo fora, pelas transnacionais americanas, só para serem fechadas meses depois, de modo a eliminar a concorrência a fábricas pertencentes ao mesmo grupo noutros países?
Isso configura ou não uma política proteccionista? Proteccionismo hard-core, diria eu.

Agora vou para outro planeta. Ciao...

Publicado por: Alô Terra! Está aí alguém? às março 12, 2006 02:14 PM

Eu também gostava de ir para outro planeta para variar... mas tenho de regressar à mátria lá para o fim da semana que vem. Por falat nisso viva a Natália Correia

Entretanto queimei-me com a denúncia da indústria do fogo em Portugal, mas aposto os meus t. que Portugal vai arder muito menos. missão cumprida, espero.

Comprei por aqui um número da Scientific American (sou viciado) em brasileiro sobre o efeito de estufa na Terra, então não é que um cientista ao estudar o teor de CO2 nas amostras de gelo a diferentes profundidades (e portanto com diferentes idades) concluiu que quando o CO2 sobe vêm sempre epídemias (peste negra, etc) para regular a pegada ecológica?

Estou cada vez mais neomalthusiano, só assim é que as coisas parecem fazer sentido.

Vai acima, vem abaixo. Dialéctica.

Entretanto aproveito para dizer que achei que era hora de quebrar as minhas ligações partidárias e fiquei independente outra vez. É bom.

Quanto a isso do proteccionismo não percebo grande coisa e é verdade que com o Cush realizei que é mais saudável um aparelho de Estado elegante, parcimonioso e funcional do que uma máquina obesa onde metade anda a lixar a outra metade, e todos a encravar a iniciativa empreendedora. Mas leio sempre com cuidado o Albatroz mas também o AtomSmith.

Portanto se eu bem percebo vem aí um crash do catano, com a Guerra no Médio Oriente e a gripe das galinhas agora já travestidas em gatos. Sempre fica mais erótico;). Tenho andado aqui com um esquentamento cerebral à conta da onda erótica de Salvador. Para quem não conheça: de Jorge Amado a Ubaldão, passando por Cazuza.

Caro Templário tenho para ali uma foto de uma caravela portuguesa com a cruz dos Templários (ainda não a de Cristo). Quer que lha mande? Olhe que o Caboclo é um tipo leal e corajoso, damo-nos bem apesar de termos opiniões quase opostas sobre várias coisas, mas estivémos juntos muito comovidos a ver os portulanos, astrolábios, maquetes e canhões do Museu Náutico da Bahia.

Publicado por: py às março 12, 2006 03:02 PM

Meu caro Albatroz você baseia-se numa teoria ainda por cima ilógica. Na China e na Estónia passa-se exactamente o que eu disse. Exportam a preços baratos e estão abertos ao investimento estrangeiro e á entrada de grandes empresas estrangeiras que trazem empregos e know-how.(que você chama capitalismo desenfreado) É verdade que ao inicio os quadros e técnicos estrangeiros é que lucram mas à medida que o país se vai desenvolvendo e enriquecendo vão surgindo cada vez mais quadros nacionais. Segundo uma noticia do FT publicada há uns meses atrás para muitos recém formados chineses que se licenciaram em universidades estrangeiras os grandes centros financeiros tradicionalmente chineses como Xangai tornam-se cada vez mais atraentes em detrimentos de trabalharem no estrangeiro ou irem para Hong-Kong isto apesar do fraco desempenho do sector bancário chinês fortemente controlado pelo estado. Você não tem qualquer consciência do que se está a passar na China com universidades Europeias e Americanas a abrirem estabelecimentos de ensino na China. Isto é o liberalismo económico na prática quer queiram ou não. Vocês podem enganar quem quiserem mas vocês não enganam toda a gente e acima de tudo não enganam os chineses ou os habitantes da Europa de Leste que sentiram na pele o resultado dos proteccionismos e nacionalismos e pior que isso do Comunismo. Vocês acham que a economia é algo estático mas não é, continuem a tentar e pode ser que um dia realizem o sonho de levar Portugal à falência mas eu duvido que consigam os portugueses não são estúpidos.

Publicado por: AtomSmith às março 12, 2006 03:37 PM

Mas esperem para ver daqui a uns anos quando o vosso ídolo Hugo Chavez levar a Venezuela à falência.

Publicado por: AtomSmith às março 12, 2006 03:44 PM

Será mais uma vitória da esquerda para juntar á lista dos países que conseguiram levar á miséria e à degradação moral.

Publicado por: AtomSmith às março 12, 2006 03:48 PM

Por falar no malogrado Cazuza ex-Barão Vermelho eu sou ligadão nesses sons roqueiros do Brasil.

Publicado por: AtomSmith às março 12, 2006 04:01 PM

plym

Publicado por: py às março 12, 2006 04:17 PM

...Mijo-me a rir .....
...A produção comercial da General Motors, da General Elecric, da IBM, etc, etc, etc, é financiada através do orçamento do Departamento da Defesa e das encomendas de equipamentos militares. A R&D dos grandes grupos é paga pelo estado americano....

Publicado por: Alô Terra! Está aí alguém? às março 12, 2006 02:14 PM

Alô Tótó.. aqui Terra ...

Vê lá se o mijo não te cai em cima da cabeça ... que pode dar para parares de dar risada ...

Nos USA cerca de 80% dos cientistas trabalham na iniciativa privada . São mais de 700.000 mestres e Doutores que conduzem as suas pesquisas em empresas em vez de universidades ..Com pequenas variações essa é tb a realidade noutros países ricos como Alemanha , Inglaterra , Canadá , Japão e outras emergentes como a Coreia ( do sul claro)...
E em Portugal ? Serão 10% ?
Alguém neste blog sabe ?

Proteccionismo leva à preguiça ..
A necessidade aguça o engenho ...nunca ouviste falar ?

Para mim Portugal padece por ter uma classe empresarial , constituida por espertalhões ..não natural .. que vive de subsídios e de proteccionismo ..
Porquê ? Consequências ?

Take a guess ...

E aí ?? Paraste de rir ? Não me digas que provaste a própria chuva dourada ....

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 12, 2006 07:58 PM

Quem são as principais vitimas do proteccionismo ?

Os Patrões .. que se podem deitar à sombra da bananeira com grandes chicotes para manter o ritmo ? Ou os empregados ... que vivendo na pasmaceira da não mudança ( para quê?) ficam com menos escolhas ..menos alternativas e menos rendimentos ?
É um paradoxo ..não é Albatroz?

Tu que tanto atacas o patronato tentas assegurar que eles não tenham que se esforçar ... que possam viver de esperteza saloia .. de exploração altamente deficitária dos nossos primordiais recursos ..os Humanos..

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 12, 2006 08:21 PM

Olha, ó tonton, além de burro és analfabeto. O que está em causa não é ONDE é feita a R%D, mas sim QUEM a paga. E sobre as encomendas do DD? Entrou-te alguma coisa na caixa craniana?

Publicado por: 666 às março 12, 2006 08:35 PM

Estou cushmovido... O Cush preocupado com os direitos dos trabalhadores... Já deve ter-se convertido ao comunismo...

Publicado por: Anonymous às março 12, 2006 08:40 PM

"...Você não tem qualquer consciência do que se está a passar na China..."

Por acaso estive, há três anos, um mês em Pequim (Beijing para os snobs...), na sequência de três anos de estudo da língua chinesa... Como qualquer pessoa já teria percebido, a China não é exemplo de nada, a não ser de como os países industrializados quiseram ir buscar lã e vieram tosquiados... Não é a China que precisa de proteccionismo, somos nós e os países subdesenvolvidos que não têm mais de mil milhões de habitantes... A China limita-se a acenar com o seu imenso mercado, o que leva as empresas ocidentais a correrem para lá para apanhar esse mercado. Depois os chineses aprendem como se faz e começam a vender os seus produtos mais baratos mas igualmente bons no ocidente. As empresas que forem para a China prosperam, as economias ocidentais definham... Grande esperteza...

Publicado por: Albatroz às março 12, 2006 08:58 PM

Tenho inveja da paciência do Albatroz, a explicar tudo muito direito ao Atom e o Atom, que não vê um boi à frente dos olhos, a querer dar lições ao Albatroz

Publicado por: Invejoso às março 12, 2006 09:40 PM

Tenho inveja da paciência do Albatroz, a explicar tudo muito direito ao Atom e o Atom, que não vê um boi à frente dos olhos, a querer dar lições ao Albatroz

Publicado por: Invejoso às março 12, 2006 09:40 PM

É pena o Albatroz .. só vir com papo furado em vez de trazer números ...

Números ???? Cadê Albatroz ?

Agora ... o Atom Smith falou uma coisa em cima que é preocupante ..
...
No caso de Portugal é que é mau a BTC deficitária e isso acontece em grande parte à valorização do Euro que nos tira competitividade...
Publicado por: AtomSmith às março 12, 2006 09:19 AM

Isto faz-me lembrar a aventura Argentina que tentou manter durante vários anos a paridade do peso com o dólar... a moeda mais forte do que era possível, destruiu a sua economia...

Portugal que evidentemente ( mais um ano de crescimento 0,falta de vergonha )não está no trilho certo .. o perigo de virar uma Argentina parece real..

Por falar em mais um ano de crescimento 0,falta de vergonha , eu proporia do alto da minha sobranceria que os primeiros ministros fossem expulsos do poder se "chumbassem" no exercício de pelo menos não atingir 2% no crescimento anual...é que abaixo disso .. é regressão...


Qt ao Tótó que anda com a cabeça na lua .. gostava que ele desse exemplos de encomendas do DD ao maior sector económico dos USA o do "entertainment" ... por exemplo que encomendas fará à Time Warner ? Uma película de terror ?
E na industria informática o que encomendará à Microsoft ? Um MSN camuflado ?
E à Coca Cola ?? Pedirá uma com aditivo turbo buster ??
E à Wall Mart ? Chupa chupas com antidepressivos ?
E à Google ?? que duplique a facturação todos os anos ? É que este ano .. "só" com as "encomendas" do pentágono estes facturaram mais de 6 bilioes de dolares ...

Ah ..e tb sustentam a CNN .. encomendando notícias ..claro...

Para variar ...

Por falar em notícias ... nunca mais ninguém falou nada do resultado das análises feitas aos frangos encontrados mortos em Sever do Vouga ... ficamos assim .. na amnésia ??

Changing again..

Estou cushmovido... O Cush preocupado com os direitos dos trabalhadores... Já deve ter-se convertido ao comunismo...

Publicado por: Anonymous às março 12, 2006 08:40 PM

Vixe ... o Cush anda por aqui ? ainda ? tenho que ter cuidado ...

Mas olha Anonymous .. preocupar-se com a sociedade em geral não é feudo dos comunistas .. onde viste isso escrito ?
Já uma vez disse que " se os meus vizinhos estiverem bem ...as minhas probabilidades de melhorar aumentam .."

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 13, 2006 05:00 AM

Esqueceste-te de indústrias decisivas para o PIB dos EUA como a indústria de esticadores para os colarinhos ou a indústria das T-Shirts temáticas.

Se puderes diz-me qual o valor acrescentado com que a Walmart contribui para a economia

Publicado por: Corrector às março 13, 2006 10:21 PM

Aqui vai uma ajudinha, para não dizeres muitos disparates:

80 por cento das 6 mil fábricas que fornecem a Wal-Mart (por acaso a maior empresa do mundo) estão na China.

Publicado por: Corrector às março 13, 2006 10:31 PM

Ei Corrector ... qts empregos cria a Wall Mart? ..

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 14, 2006 03:27 AM

O Belmiro é meu vizinho, mora aqui mesmo pertinho.
Não sei é se ele está bem. Estará?

Publicado por: Senaquerib às março 14, 2006 11:20 AM

Se ele está, eu estarei?
Estaremos todos?
Estariamos?
Estamos?

Publicado por: Senaquerib às março 14, 2006 11:22 AM

Bem, vou criar um Fórum "Semiramis" dentro do thinkfn.com.

Depois, consoante a participação, fecha-se ou não esse fórum. E no futuro, se a participação for bastante, podemos criar uma homepage "liberal" para complementar o fórum (e onde se colocariam as melhores postas do fórum, por exemplo).

O Link para o Fórum:

www.thinkfn.com/forum/viewforum.php?f=7

Publicado por: Incognitus às março 14, 2006 02:17 PM

hum

Publicado por: py às março 14, 2006 10:28 PM

Boa .. Incognitus...

Agora .. acho que vou encontrar por lá o Cush e como sabes a gente não se dá lá muito bem...conflitos..

Seja como for isto aqui está a ficar crítico .. ninguém vai querer fazer o com 666 .. e tá quase quase ..

Indo à vaca fria ..eu andei a pensar ( surpreendidos ? ) e veio-me uma ideia que pode ser interessante ...

Já que a dona do Blog passed away.. e que isto ficou sem patroa ... se poderia falar com uma editora que quisesse publicar um livro , com os escritos da Joana ..., e os lucros que garantidamente serão bons.. poderiam ir para alguma instituição , tipo Casa Pia...

Era para falar de mais algumas coisas .. mas com esta galera .. tem que ser um assunto de cada vez...e mesmo assim sabe Deus..

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 15, 2006 12:30 AM

hum

Publicado por: py às março 15, 2006 03:49 PM

vamos lá

Publicado por: py às março 15, 2006 03:50 PM

costumo desarmar as bestas com um beijoka

Publicado por: py às março 15, 2006 03:52 PM

... mas nunka se sabe...

Publicado por: py às março 15, 2006 03:54 PM

agora este meu primo é um socialite, hem?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1250656

Publicado por: py às março 15, 2006 03:56 PM

Eu já sabia que nenhum de vocês tem tomates

Publicado por: The Special One às março 16, 2006 12:12 AM

Vixe .. eu tenho ... e são negros ...

Calma .. calma ..lá irei...

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 16, 2006 01:01 AM

Portanto a deklaração oficial de guerra do bush já aí está:

De acordo com o Financial Times, o texto começa com uma mensagem clara: «Os Estados Unidos estão em guerra. Esta é uma estratégia de tempos de guerra exigida pelo desafio grave que enfrentamos (... ), o terrorismo fomentado por uma ideologia agressiva de ódio e assassínios».

Publicado por: py às março 16, 2006 05:07 PM

É por isto que o Bush fala e vai continuar a falar de guerra. E vai bombardear mais uns quantos muçulmanos, se o deixarem.

http://msnbc.msn.com/id/11843383/

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 16, 2006 08:01 PM

A declaração de guerra foi feita a 11 de Setembro de 2001, qd Bush disse " this is not an act of terrorism , this is an act of WAR" "..and our enemies are with their faces covered..."

Parece que esses " NOSSOS" inimigos têm vindo a mostrar a cara...

E parece que a guerra que já vem desde 9/11/2001 se está a espalhar para África.

Exodus from Africa

African migrants desperate to escape the world's poorest continent are streaming through Mauritania to embark on a perilous ocean voyage to Europe that has already killed hundreds.

More than 1,000 Africans - some driven by hopes of jobs, others to escape their continent's many wars - have died over the past four months while trying to sail in small wooden boats from Mauritania to the Canary Islands, according to the country's branch of the Red Crescent.

Counterterrorism experts have also expressed concern about militants setting up bases in Mauritania's deserts. Though that has yet to be established as a major threat in west or north Africa, last year the U.S. military conducted counterterrorism exercises with nine African armies, including Mauritania's. .

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 17, 2006 12:06 PM

Ainda a propósito dos "Nossos" inimigos ....

One senior Iranian official, who asked to remain anonymous because of the delicate nature of the issue, said: "I tell you, if what they were doing was working, we would say, 'Good.' " But, he added: "For 27 years after the revolution, America wanted to get Iran to the Security Council and America failed. In less than six months, Ahmadinejad did that."

É esperto ...este Ahmadinejad....vai levar nas ventas..e só perdem as que forem por fora...

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 17, 2006 12:46 PM

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 17, 2006 12:06 PM

A declaração de guerra foi feita a 11 de Setembro de 2001, qd Bush disse " this is not an act of terrorism , this is an act of WAR" "..and our enemies are with their faces covered..."

Para quem só segue a actualidade quando esta tornasse "moda" talvez tenha sido essa a data de declaração de guerra mas a "guerra" começou muito antes...não esquecer os ataques de mísseis ao Sudão e ao Afeganistão em 1999 e a destruição das embaixadas americanas no Quénia e ???. Para mim são todos iguais...mentirosos e manipuladores...é pena que ambas as partes tenham seguidores tão fiéis...

Publicado por: amsf às março 17, 2006 04:45 PM

... mudando de tema, esta idéia começou aqui não?
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1251065&idCanal=21

Publicado por: py às março 17, 2006 09:30 PM

....não esquecer os ataques de mísseis ao Sudão e ao Afeganistão em 1999 e a destruição das embaixadas americanas no Quénia e ???. Para mim são todos iguais...mentirosos e manipuladores...é pena que ambas as partes tenham seguidores tão fiéis...

Publicado por: amsf às março 17, 2006 04:45 PM...

Os ataques ao Sudão e ao Afeganistão , não foram bem sucedidos ..1º pq Bill Clintoris , andava entretido com uma tal de Mónica ...e em 2º lugar meu caro desmemoriado amsf os ataques às embaixadas foram feitos primeiro pela Al Qaeda e só depois foram disparados os mísseis ... que.. pelo visto nine eleven ...nem cócegas fizeram...

Quem pensas que enrolas ? Hem ? Modas... hem ?
Já agora ... de qual dos lados és seguidor ? Não me digas que és a favor das burcas ?? É que se és ... és muito mal amado...


Qt ao referendo sobre a Ota e o TGV ... acho que já não vai ser preciso ... já lá temos outra música...tocada a Cavaquinho...

Referendo seria muito bem vindo ... mas para acabar com a fenomenologia tauromáquica..


Publicado por: Caboclo Capiroba às março 18, 2006 01:55 AM

Já agora ... de qual dos lados és seguidor ?

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 18, 2006 01:55 AM

É obrigatório ser seguidor de algum dos lados?

Publicado por: Perguntar não ofende às março 18, 2006 02:21 AM

Publicado por: Albatroz às março 12, 2006 08:58 PM

1- A China é um país mais subdesenvolvido que Portugal.

2- Os benefícios das exportações baratas chinesas são mútuos, ou porque julga que não houve mais restrições á entrada de produtos chineses na UE? Porque mesmo para a França, Espanha ou Itália, vítimas da concorrência têxtil chinesa, as contrapartidas são boas.

3- A China tem graves problemas que podem ou não ser resolvidos com sucesso. A situação dos pobres que vivem em zonas menos desenvolvidas da China agravou-se. O sector bancário chinês demasiadamente controlado pelo estado tem sérios problemas. É preciso ver que na China ainda existe muita gente a viver na miséria extrema.

Publicado por: AtomSmith às março 18, 2006 11:17 AM

É muito triste a gente escrever sobre o que náo conhece.
Buááááááááá...
Buááááááááá...

Publicado por: Carpideira às março 18, 2006 12:42 PM

É obrigatório ser seguidor de algum dos lados?

Publicado por: Perguntar não ofende às março 18, 2006 02:21 AM

Não... claro que não .. podes ser amorfo...mas tb se não fod*s ..podes sair de cima ...

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 18, 2006 01:44 PM

... e um referendo sobre isto?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=219766

Eu voto sim, já aqui tinha dito e depois com o Caboclo lemos um artigo sobre os novos reactores de neutrões rápidos que permitem reciclar o lixo nuclear em cerca de 95%.

Além disso estou farto da dependência doentia da política energética portuguesa face ao petróleo e prefiro uma central a que dêem cabo do sabor, por exemplo.

E depois o Cush é testemunha que mandei um artiguinho sobre o Sequestro do Carbono onde me pronunciei favoravelmente à opção nuclear na perspectiva da redução das emissões e não fazia idéia que esta sondagem estava para vir (não sei se o artigo sai, claro, nunca se sabe).

Publicado por: py às março 18, 2006 04:14 PM

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 18, 2006 01:44 PM

Não tenho que sair de cima porque não tenho relações com nenhuma dessas partes. Não sigo nenhuma porque sou contra as duas. Tu é que tens que sair debaixo do tio Sam porque estás sempre a baixar as calças para os americanos.

Publicado por: Perguntar não ofende às março 18, 2006 04:40 PM

Para quem ainda dúvida :

Extrutura do emprego nos dois paises:


China- Agricultura 49% Industria 22% Serviços 29%

Portugal-Agricultura 13% Industria 35% Serviços 52%


Estimativa do PIB per cápita para 2006:

Portugal- $17,920

China- $1,700

Ainda não nos apanharam....

Publicado por: AtomSmith às março 18, 2006 05:41 PM

Por falar em centrais nucleares acho estranho que os humanistas anti-americanos que por ai andam não tenham dito nada do acordo de assistência ao programa nuclear indiano que George Bush quer levar para a frente passando por cima do tratado de não proliferação de armas nucleares e da constituição norte americana eu pessoalmente acho preocupante e espero que o congresso dos EUA tenha melhor bom senso que o presidente.

Publicado por: AtomSmith às março 18, 2006 05:50 PM

http://apdeites.cedilha.com/images/semiramis110206.jpg

Publicado por: Z às março 18, 2006 06:35 PM

Py :
Quantas centrais nucleares seriam precisas em Portugal para uma autonomia eléctrica de (digamos generosamente) 60 anos ?
Obrigado.

Publicado por: asdrubal às março 18, 2006 09:54 PM

Publicado por: Z às março 18, 2006 06:35 PM

É útil ter em conta o seguinte:

1 - Essa «notícia» não menciona qualquer fonte, sendo óbvio que se limita a reproduzir a explicação para o desaparecimento de Joana lançada no Semiramis.

2 - Nenhum dos diários editados em Lisboa publica, nas duas semanas seguintes à data do suposto infausto acontecimento, qualquer anúncio de falecimento ou missa de 7º dia pela alma de Joana Gomes.

3 - O desaparecimento de Joana coincide com o período em que foi constituída a equipa da Casa Civil de Cavaco Silva.

Publicado por: A às março 18, 2006 11:27 PM

Publicado por: AtomSmith às março 18, 2006 05:41 PM

De acordo com essas contas, cada português deveria receber 1374 euros por mês. Ora, é sabido que 80% dos portugueses têm um salário inferior a 1000 euros e mais de metade não chegam a ganhar 500 euros. Isto significa que anda aí um pequeno grupo de espertalhões a meter ao bolso dinheiro que não lhes pertence.
Este AtomSmith é um dos melhores autores humorísticos que escrevem no Semiramis.
Gostei em especial daquela parte em que ele diz que os chineses ainda não nos apanharam...
Deve ser por sermos um país mais industrial. A China ainda tem que pedalar muito para fabricar automóveis como nós, aviões como nós e satélites como nós.
Quem entrar num hipermercado de Pequim só encontra produtos fabricados em Portugal: telefones, aspiradores, leitores de DVD, televisores, etc.
Não é como em Portugal, onde não se vê um único produto chinês nos hipermercados.

O AtomSmith, que parece gostar muito de números, esqueceu-se de acrecentar que o PIB português teve um crescimento real negativo nos últimos anos e que o PIB chinês cresceu à taxa anual de 9%.Ou seja, enquanto nós caminhamos para trás eles caminham para a frente. Parece que o AtomSmith tem razão: assim nunca mais nos vão apanhar. Duvido, até, que eles queiram apanhar-nos.
A dívida pública portuguesa representa 60% do PIB e a da China fica pela metade. Duvido que eles queiram apanhar-nos também aí.

Não é que o PIB per capita tenha algum significado esotérico, como parece acreditar o AtomSmith, mas o valor que ele apontou como previsão para o PIB per capita chinês em 2006 não tem qualquer semelhança com a realidade.

O PIB per capita (em dólares PPP) da China teve a seguinte evolução:

2000 3,980
2001 4,340
2002 4,720
2003 5,180

O de Portugal passou de 16,948 em 2000 para 17,860 em 2003.
Calculem as percentagens de crescimento.

Aqui só entre nós, gostava de ver que tipo de circunvoluções tem um cérebro que entende dever comparar as economias de Portugal e da China.
Ó AtomSmith... e se fosses brincar com a pilinha do Menino Jesus?

Publicado por: Leitor assíduo de revistas humorísticas às março 19, 2006 01:19 AM

O AtomSmith não percebe a ponta de um corno.
Os números que debita é só para a gente se rir.
Quem escreve isto não é o "Diário do Povo", é o "The Economist":

Even before the programme of economic reform and opening began in the late 1970s, the Chinese economy was characterised by the unusually large share of industrial production in gross output value: in 1979 industry accounted for almost 50% of officially measured GDP. This was particularly striking because so much of the workforce remained on the land. Reforms in the early 1980s initially increased the relative share of the agricultural sector. Driven by a sharp rise in the procurement price paid for crops and what amounted to the semi-privatisation of agriculture, the share of agricultural output in total GDP rose from 30% in 1980 to 33% three years later. Since then, however, the share of agriculture has fallen fairly steadily, and by 2002 it accounted for only 15.4% of GDP. During the 1980s, as agriculture's share in GDP fell, that of the growing services sector rose: the share of tertiary industry in total output increased from around 21% of GDP in 1979 to over 30% ten years later. The relative share of the services sector has since remained steady, and the continued shrinkage in the relative contribution of agriculture has been reflected in a larger share for the industrial sector, which in 2002 accounted for around 51.1% of GDP.

http://www.economist.com/countries/China/profile.cfm?folder=Profile%2DEconomic%20Structure

Publicado por: Leitor assíduo de revistas humorísticas às março 19, 2006 01:32 AM

Que tal uma lagosta felpuda ?

http://www.cnn.com/2006/TECH/science/03/08/furry.lobster.ap/index.html

Publicado por: Cushboclo às março 19, 2006 02:54 AM

Pá, mas prestem atençaão aos que mais precisam :
Quantas centrais nucleares para 60 anos ?

Publicado por: asdrubal às março 19, 2006 02:54 AM

Pá, mas prestem atenção aos que mais precisam :
Quantas centrais nucleares para 60 anos ?

Publicado por: asdrubal às março 19, 2006 02:55 AM

Que tal uma lagosta felpuda ?

http://www.cnn.com/2006/TECH/science/03/08/furry.lobster.ap/index.html

Publicado por: Cushboclo às março 19, 2006 02:55 AM

Estou muito preocupado. De acordo com os padrões do Cush/Caboclo, 45% dos americanos são antiamericanos:

http://www.msnbc.msn.com/id/11894249/site/newsweek/

(em alguns aspectos, a percentagem chega, mesmo, aos 70%)

Publicado por: Tá tudo lixado às março 19, 2006 03:45 AM

Like all other types of power stations, nuclear power stations have a finite life beyond which it is not economically feasible to operate them. Nuclear power stations operating today were designed to operate for 30 to 40 years and newer designs should be able to operate for up to 60 years. At the end of their life power stations will need to be decommissioned and demolished so that the site can be made available for another power station or for other uses, even unrestricted agricultural use, as at Niederraichbach in Germany.

When a reactor is permanently shut down the spent fuel is removed, leaving the power station structure containing two main types of radioactivity:

Surface contamination inside pipes and vessels.

Activation products within the fabric of the reactor structure which have been exposed to neutrons generated by the nuclear reaction. The neutrons cause the formation of new radioactive isotopes, such as iron -55 and cobalt -60 from the original iron and cobalt contained in steel.

The surface contamination can be removed if this is judged the most practicable and environmentally responsible approach by using chemicals and washing techniques. This would concentrate the radioactivity into a small volume and leave decontaminated equipment, which can then be handled more easily. Alternatively, the contamination can be sealed into place and the pipes and vessels cut into manageable pieces. Such cutting may need to be carried out remotely in order to protect the operators.

Activation products cannot be extracted from the materials containing them but because they are so securely locked up within the structure of materials such as steels they are already well contained. Many activation products have relatively short half-lives such that after about 50 years from closing a reactor down their radioactivity is much reduced and the risk to workers has correspondingly reduced.

Activated steels can be melted and re-cycled for use in other nuclear plants, as is planned in France.

Once the fuel has been removed from the closed down reactor there are two basic approaches to decommissioning:

Immediate dismantling

This begins within a few years of shutdown and may also be completed within a few years. This would allow the facility to be removed from regulatory control and allow the site to be used for other purposes.

Safestore

This postpones the final dismantling activities for several decades to take advantage of radioactive decay which makes the decommissioning activities more straightforward for the operators.

Both approaches have benefits and disadvantages and both approaches have been used successfully.

The newer types of nuclear reactors are designed with decommissioning in mind. Advances in technology mean that they are physically smaller than earlier reactors and hence contain less material that can become radioactive waste. They also contain fewer components and less equipment, such as valves, pumps, pipes and cables.

Publicado por: Ajudando os que querem aprender alguma coisa às março 19, 2006 03:53 AM

O de Portugal passou de 16,948 em 2000 para 17,860 em 2003.
Calculem as percentagens de crescimento.

Aqui só entre nós, gostava de ver que tipo de circunvoluções tem um cérebro que entende dever comparar as economias de Portugal e da China.
Ó AtomSmith... e se fosses brincar com a pilinha do Menino Jesus?

Publicado por: Leitor assíduo de revistas humorísticas às março 19, 2006 01:19 AM


Este leitor assíduo é típico ... faz lembrar aqueles tipos que esperavam que o google duplica-se a facturação todos os anos .. este ano facturou 6 milhares de milhões de dólares ...
Como é óbvio ..não é possível duplicar ..sempre ..

O mesmo se passa com o nosso crescimento ...por isso países como Moçambique crescem 8% ao ano ...mas estão tão lá em baixo ..que qualquer subida ..é imenso..exactamente isso se passa na China ..e têem muito ..mas mesmo muito para subir..

Agora ..é impressionante ver como uma economia fortissima consegue crescimentos de 3..4% ao ano .. como os USA ...já a Alemanha a França ou Portugal se conseguirem 1% é um boost....

Changing subject ..ou talvez não..

Não tenho que sair de cima porque não tenho relações com nenhuma dessas partes. Não sigo nenhuma porque sou contra as duas. Tu é que tens que sair debaixo do tio Sam porque estás sempre a baixar as calças para os americanos.

Publicado por: Perguntar não ofende às março 18, 2006 04:40 PM


Eu procuro dar valor a quem tem valor ..ponto final parágrafo.. seja americano ..russo ..moçambicano..
Agora .. ninguém é obrigado a simpatizar com um determinado sotaque ...mas a Deus o que é de Deus .. e a César o que é de César..
E estamos contantemente a receber lições... agora .. a última .. é que vão para Portugal bombeiros americanos ... (fire paradox)...é mesmo o paradoxo dos paradoxos... ...

Changing subject again...

Quanto às centrais nucleares ..são um bicho papão... cuidado .. que se cortarem a cabeça dele .. nascem sete..viu ??

Qt ao número necessário .. bem... se quiséssemos seguir o exemplo Belga ..precisaríamos de umas 7 centrais de uns 1000 MW...cada ..claro..daquelas arrefecidas a sódio ...

Ah.. só um detalhe ... os USA conseguiram descer a s emissões de CO2 .. e nós ..não ... sem contar com os incêndios...nós conseguimos foi subir .. e brutalmente...espertos .. né ? E barato...;-)

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 19, 2006 03:55 AM

Operation and maintenance costs

Managing the production of electricity within a nuclear power plant is a complex process, which inevitably involves a number of operation and maintenance (O&M) costs as part of the total generating costs of a station.

As an approximation, O&M costs account for 40% of the overall generating costs. These are more or less obvious including staffing, engineering support, outage, rates and insurance, transmission, Head Office charges, annual capital expenditure and non-recurring revenue and other material goods and services. It is interesting to note that out of all the O&M costs fuel accounts for approximately 15% of the overall total.

Worldwide cost variability

Operational practice and operational costs differ from country to country with variations in factors such as labour costs and country specific legislation. This means that operating costs are strongly influenced according to the location of the plant, as well as being dependent on the nature of the reactor design. Recently built reactors show significant differences in O&M costs from older designs due to increased efficiencies resulting from the design.

There are approximately 440 reactors currently operating worldwide, with a combined operational time equating to more than 11,000 years. This means there is a wealth of valid experience available to use to reduce, and possibly even remove, the uncertainty and variability in O&M costs.

How O&M costs affect generating cost

As operational and maintenance costs are influenced by a combination of design and the regulatory environment of the country in which a station is located, it is necessary to have country specific data in order to make an assessment of the influence of O&M costs on the cost of electricity generation from nuclear. At present, there is little independently audited general O&M data available for the UK, making it difficult to validate the values developed and reported in various UK and international studies.

However, it has been shown over a reasonable range that generating cost is relatively insensitive to operational and maintenance costs, if the effect of fuel cost is excluded.

Understanding fuel costs

A less variable factor included in O&M costs is fuel. Much like other commodities in industry fuel costs are dependent on the current market price at that time. A price will be set for uranium ore, conversion, enrichment, and on the vendor?s commercial price for fabrication.

Unlike the rest of the O&M costs, there is information available for the market prices of ore, conversion and enrichment. Fabrication prices are not available, however, as this is where fuel vendors adjust their margins in order to secure and negotiate their fuel contracts.

Using the extremities observed over the last two decades of commodity supply combined with a high fabrication price, it has been shown that generating cost is sensitive to fuel cost. However the increase is only approximately 0.1 p/kWh. In the event that fuel prices were to double, the generating cost would increase by 10%.

Assessing reactor performance

Whilst there are costs associated with the O&M of a station, O&M factors also directly affect the income of a power station by affecting its operational capacity. It is therefore particularly important to be in control, with each day of lost generation equating to between £0.75 million and £1 million in lost revenue.

Load factor (or capacity factor) is the percentage of electrical power that a reactor actually produced in a given period compared with the electrical power that could be produced if the unit operated continuously at full power in the same period. For example, if a reactor's capacity was 10,000 MW hours of electrical power, but in a given year it produced only 8,000 MW hours, then the load factor would be quoted as 80%. Therefore, load factor is used to assess the performance of a reactor.

Load factor has been shown to have an equally significant impact on generating cost to that of O&M costs. The range of load factors typical of today's reactors (from 87% to 98%) has an impact on generating costs of approximately 0.1 to 0.2 p/kWh. As progress continues plants are designed to be running closer and closer to the 100% performance level.

Publicado por: Ajudando os que querem aprender alguma coisa (parte 2) às março 19, 2006 03:58 AM

....3 - O desaparecimento de Joana coincide com o período em que foi constituída a equipa da Casa Civil de Cavaco Silva.

Publicado por: A às março 18, 2006 11:27 PM

Parece que está tudo dito...

Bem... tem uma maneira da nossa Joaninha ressuscitar...e pôr a cabecinha de fora .. era publicar o Blog em Livro e dar os lucros a uma instituição de caridade ... duvido que "ela" se aguentasse .. caladinha ... hum.. ia dar algumas voltas na cam(p)a...

Um desses dias vou falar com umas editoras ..aqui no Brasil...;-) ... mas só quero fazer isso se tiver algum apoio dos "filhinhos " da Joana...afinal .. e até ver .. somos os herdeiros ..mas como somos filantrópicos ..os lucros podem ir para orfãos...rss .. (não somos nós.. apesar de termos ficado abandonados ... de mamãe semiramis...)

Agora só entre nós dois mamãe (ex mulher) ... confusão..da porra .. foste cruel... achas que já somos crescidos ? É... ? E o complexo de Édipo ??Hem ??

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 19, 2006 04:13 AM

Publicado por: Leitor assíduo de revistas humorísticas às março 19, 2006 01:19 AM

Não te esqueças que os Chinas são mais de um bilião de people a dividir os dvs etc que vendem .
Eles não têm problemas porque só dividem entre os gajos do partido, comunista claro.

Publicado por: Jonny Cecotto às março 19, 2006 04:20 AM

1- Recuso-me a responder directamente ou a falar com pessoas mal intencionadas que não têm o mínimo respeito por outras pessoas ou crenças ou já agora por si mesmas.

2- Para outras pessoas que possam ficar baralhadas com os raciocínios confusos de certos opinantes neste espaço ficam aqui alguns pontos:

a) O PIB per capita não tem em conta as desigualdades sociais mas permite medir a quantidade de PIB por habitante dando assim uma noção melhor do PIB em função da população do que comparando o PIB entre um país com 10,5 milhões de habitantes e o de um país com 1.320 milhões de habitantes. Obviamente essa quantidade não está distribuída de forma idêntica por todos na realidade, essa desigualdade é expressa por exemplo na curva de Lorenz que revela as desigualdades económicas. Comparando o PIB per capita Chinês e Português e tendo em conta as desigualdades económicas na China serem maiores do que em Portugal podemos ter uma noção do que por lá se passa.
Já agora o PIB total nos EUA para 2006 é $13,18 trn enquanto na China é $2,24 trn. Estes dados e outros podem ser encontrados no The Economist The World in 2006 e The Economist Pocket World in Figures


b) A taxa de crescimento do PIB é diferente do PIB ou do PIB per capita, a China tem tido um crescimento do produto muito superior aos EUA. A Alemanha tem tido um crescimento do produto quase tão baixo como o Português e o do Japão chegou a ser negativo. O português não é negativo. Uma imagem é a comparação entre a posição de vários carros numa pista e as suas velocidades. Um carro pode ir mais à frente com uma velocidade menor ou ir mais atrás com uma velocidade maior, obviamente que o segundo vai a ganhar terreno em relação ao primeiro.

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 09:47 AM

Já agora o crescimento do produto tem tendencia a ser maior em países em desnvolvimento que obviamente sigam as políticas certas do que em países desenvolvidos. Os primeiros começam a abrandar ao chegar ao nível dos segundos.

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 09:55 AM

Já agora mais um esclarecimento em relação às alarvidades do "leitor assíduo de revistas humorísticas" que não tem qualquer noção de indicadores económicos:

A divida central de alguns governos em 2003 em percentagem do PIB era:

Portugal-64,2
Japão-138,7
Itália-96,8
Irlanda-27,9
Holanda-45,1
Espanha-42,7
França-53,1
Republica Checa-19,3
Bélgica-97,6
Mexico- 24,7

Estes dados são da OCDE e se os observarmos tendo em conta aquilo que conhecemos dos países em questão podemos dizer que estamos diante um excelente indicador do desenvolvimento (estou a ser irónico claro). Se não fosse o baixo nível do leitor de revistas até se podia dar umas boas gargalhadas com ele. Não admira que essa pessoa não seja capaz de assumir um nick para não ser conotada com os disparates que diz.

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 10:29 AM

Já agora o PIB per capita é diferente do PIB per capita per purchase power (ppp).

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 10:32 AM

Thank's, «Ajudando».
As coisas são muito mais complexas do que me havia imaginado. E o meu inglês foi de dicionário ao colo.

Publicado por: asdrubal às março 19, 2006 01:06 PM

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 10:32 AM

Ai sim? Não me digas...
Quanto ao resto, ó retardado, já não te lembras que estavas a comparar Portugal com a China?
Na tua versão humorística: Portugal, país desenvolvido; China país subdesenvolvido...
ahahahahahahahahahah!!!!!

Publicado por: Dador benévolo para associações de amigos dos deficientes mentais às março 19, 2006 01:10 PM

Democracia é isto ... aquilo .. lá ..que tem que aprender a se comportar e a não mexer no que está quieto.. é medieval...

http://www.time.com/time/columnist/klein/article/0,9565,1174662,00.html

..... ahhhhhahahahaha...
Publicado por: Dador benévolo para associações de amigos dos deficientes mentais às março 19, 2006 01:10 PM

Muito riso ..pouco siso...
O dador deu demais...

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 19, 2006 01:45 PM

Asdrubal eu não sou especialista em nuclear. O meu artigo era sobre Sequestro de Carbono. Sobre o nuklear eu só quis foi quebrar o papão do politicamente (in)correcto, além do que o artigo da SciAm de Março veio esclarecer que as novas tecnologias podem reciclar o lixo nuclear até 95%, além de aumentarem a eficiência energética substancialmente. Bom, mas quem ajuda os que querem aprender alguma coisa já acrescentou muita informação...

Por coincidência veio aquela sondagem. E ainda bem. Eu aqui só venho à internet num cibercafé, uma vez por dia ou assim.

Publicado por: py às março 19, 2006 02:31 PM

(mas eu vinha mesmo era à cata de uma kpk)

Publicado por: py às março 19, 2006 02:32 PM

Muito riso ..pouco siso...

Ou como se diz em Portugal "muita parra e pouca uva", eis um troglodita em frente ao computador e sem argumentos ou um exemplo do que a esquerda tem de semelhante com os neonazis.

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 03:29 PM

Já agora não vale a pena explicar porque a China não faz parte da OCDE, tal como um montão de países subdesenvolvidos, ou porque fiz a comparação que fiz as pessoas a quem me dirigia, ou seja as que sabem ler e raciocinar e são civilizadas com certeza que entendem. Pelas razões óbvias não me vou dirigir a um atrasado mental sem argumentos, mal intencionado e incapaz de entender o que lê aliás critério que o permite reconhecer apesar dos seus variados nicks. Eu por mim já lhe pus um nick "o troglodita em frente ao computador".

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 03:36 PM

Já agora para que se perceba que a taxa de crescimento do produto não é um indicador do estado de desenvolvimento ou riqueza do país:

(% do PIB)
Bulgária 4,2
França 1,7
Eslovénia 3,9
Roménia 4,8
Japão 1,3
Índia 6,8
Ucrânia 5,0
Suécia 2,9
Algéria 6,3
Nigéria 4,7
EUA 2,9
Colômbia 3,6
Hong Kong 1,6
Kazaquistão 8,9

Enfim acho que todos entendem que não é um indicador para estabelecer o grau de riqueza ou desenvolvimento de um país.

É verdade a China- 8% do PIB


Previsões para 2006 publicadas no The Economist The World in 2006

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 04:20 PM

A taxa de crescimento do produto é no entanto um bom indicador para que não fiquemos à sombra da bananeira...

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 04:38 PM

Este gajo já nem sabe o que ele próprio escreve.
Em
Publicado por: AtomSmith às março 18, 2006 05:41 PM
invocou o PIB para provar que a China é um país subdesenvolvido.
Agora vem dizer que o PIB não prova coisa nenhuma.
Ganda novidade, claro que não prova coisa nenhuma.
Entretanto ignorou convenientemente o post de
Leitor assíduo de revistas humorísticas às março 19, 2006 01:32 AM

Publicado por: Fiscal das baratas tontas como o AtomSmith às março 19, 2006 04:52 PM

AtomSmith às março 19, 2006 03:36 PM

Não vale a pena explicar ou não sabes?
Explica lá isso para a gente ver até onde vai a tua ignorância. Diz lá o que é que o facto de a China não pertencer à OCDE prova?
Vá lá, responde lá a essa para a gente rir um bocado mais.

Publicado por: Se não sabes eu explico às março 19, 2006 05:02 PM

Expliquem-me só uma coisa como é possível dialogar com uma pessoa que não sabe a diferença entre PIB per capita, PIB e taxa de crescimento do produto será que existe por ai alguém habituado a lidar com crianças que consiga explicar algo a este passarão.


Mesmo assim vou tentar ser didáctico e paciente então explica lá já é altura de dares um contributo positivo a este blog em vez dos insultos, eu até posso dar uma dica, olha para a lista de países que fazem parte da organização e para os que não fazem, existem países de todos os continentes á excepção da Antárctica aonde não há nenhum país por isso não é um critério geográfico e já agora lembra-te que a entrada na OCDE só se faz por convite da mesma e é importante que os países em questão se rejam pelos mesmos valores humanos e democráticos, e também ….QUE NÃO SEJAM ECONOMICA E SOCIALMENTE SUBDESENVOLVIDOS…..Uops já disse tudo…

Bem brincadeiras à parte a China é um país em desenvolvimento e a meu ver de louvar pela sua sabedoria assim como muitos outros entre os quais o país irmão o Brasil um promissor mercado emergente que esperemos se torne um dia a potência económica que merece ser. O meu ponto de vista ´+e só o de que se tenha consciência da realidade e se perceba que o caminho de Portugal é para a frente e não para trás. Já lá vão os dias em que éramos grandes exportadores de tungsténio, urânio ou cobre, ou que produzíamos têxteis de mão de obra barata, those days are over, porque estamos noutro patamar, há que seguir em frente e criar condições para que grandes empresas se instalem em Portugal, acima de tudo há que promover a educação e a cultura e deixe que lhe diga a si meu caro opositor o seu contributo e infantilidade são lastimáveis pare de dizer mal e implicar e já que se move bem na net e obviamente tem conhecimento e cultura pare de implicar e procure a verdade em vez de tentar achincalhar.Estamos aqui para conversar e não para insultar.


Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 07:03 PM

Dissecação de um troglodita:

"Este gajo já nem sabe o que ele próprio escreve."- Não sei???
"Em
Publicado por: AtomSmith às março 18, 2006 05:41 PM
invocou o PIB para provar que a China é um país subdesenvolvido."- Era o PIB per capita que é diferente de PIB.

"Agora vem dizer que o PIB não prova coisa nenhuma."- Era a taxa de crescimento do produto e disse apenas que não provava o estado de desenvolvimento de um país.

"Ganda novidade, claro que não prova coisa nenhuma."- No coment

"Entretanto ignorou convenientemente o post de
Leitor assíduo de revistas humorísticas às março 19, 2006 01:32 AM"- Terei ignorado????

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 07:52 PM

Será que eles andam em bandos ou são todos o mesmo...

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 07:55 PM

...primata cavernicula....

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 07:58 PM

Quando me referia a não insultar, não me referia a não insultar quem nos insulta primeiro claro.

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 08:31 PM

Já agora antes dos passarões voltarem embora eles provavelmente não se apercebessem do erro num dos meus posts aonde se lê antárctica deve se ler Antártida.

Publicado por: The Pinguïn às março 19, 2006 09:21 PM

Birds of a feather... quak.... já estou todo trocado...

Publicado por: The Pinguïn às março 19, 2006 09:23 PM

Voltar a ser eu...já está....

Publicado por: AtomSmith às março 19, 2006 09:25 PM

:))

Caro AtomSmith está inspirado, o meu problema não é bem o de outros que aqui peroram, é antes em que medida o crescimento do PIB, tal como é contabilizado, ser tomado como medida de progresso ao mesmo tempo que o estado do mundo evidencia uma pegada ecológica que vai levar a um grande crashão, parece.

Por exemplo em Portugal os fogos florestais arrastam uma cadeia de operações e serviços que contabilizam positivamente no PIB ao mesmo tempo que não se conta perdas em biodiversidade, em solo, em CO2 emitido e CO2 que fica por fixar, em O2 queimado e em O2 que fica por libertar, etc.

Mas olhe como venho aqui capicuar, e este calor não ajuda a funceminar, deixe para lá, que é a expressão mais útil que eu (re)aprendi por aqui.

Publicado por: py às março 19, 2006 10:45 PM

Citando o génio:

«a entrada na OCDE só se faz por convite da mesma e é importante que os países em questão se rejam pelos mesmos valores humanos e democráticos, e também ….QUE NÃO SEJAM ECONOMICA E SOCIALMENTE SUBDESENVOLVIDOS…..Uops já disse tudo… »

Não só não disseste tudo como não disseste o que é essencial.
As três condições básicas para se ser convidado para o clube da OCDE é que o país contemplado tenha uma «economia de mercado (condição sine qua non), um regime democrático pluralista e respeito pelos direitos humanos».
O respeito pelos direitos humanos parece não ser uma condição rigorosa, já que a Turquia faz parte da OCDE.
A OCDE foi criada no âmbito da guerra fria e só um lunático se lembraria de perguntar porque razão a China não faz parte da OCDE.
A pergunta a fazer é outra: porque razão a OCDE afirma que a China (o tal país subdesenvolvido) será o primeiro exportador mundial em 2010?

http://www.oecd.org/document/15/0,2340,en_2649_33709_35363023_1_1_1_1,00.html

Publicado por: Baralhador de neurónios de baixa potência às março 19, 2006 11:48 PM

The Pinguïn às março 19, 2006 09:21 PM

O que é que te leva a concluir que ninguém deu pelo erro de escreveres Antártida à inglesa (Antartica, embora lhe tenhas posto um acento indevido) quando assinas com outro erro?
Pinguim escreve-se Penguin, em inglês, e não Pinguin.
Mas nem vale a pena preocuparmo-nos com os teus erros de inglês. Os erros de português são tantos que exigem um curso intensivo.

Publicado por: Aula extraordinária de línguas e tradução às março 19, 2006 11:56 PM

Este passarão que por aqui anda faz lembrar o (M) ...
ele gosta mesmo é de levar porradinha velha ...enfim..masoch...

Mas ... bem... acho que vou aproveitar para fazer umas perguntas .. em vez de afirmações ... para variar..mas só amanhã .. pq agora me espera ..adivinhem....

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 20, 2006 12:47 AM

Publicado por: Baralhador de neurónios de baixa potência às março 19, 2006 11:48 PM

Bem em relação à China penso que não vale a pena repetir tudo o que já disse porque para bom entendedor meia palavra basta. Quanto aos argumentos de entrada na OCDE só não referi o terceiro que você tão bem referiu, a economia de mercado. Para sua informação outros países entraram para a OCDE depois da guerra fria como a Eslóvaquia, não percebo o seu ponto.


Quanto ao Pinguïn, sorry mas fica mais bonito assim....


Publicado por: py às março 19, 2006 10:45 PM

Bem uma vez alguém se perguntava quem seria o grande beneficiário das emissões de CO2 e do aumento desse gás na atmosfera, a resposta foi....as plantas! É verdade basta pensar nas abundância de florestas do carbónico fruto de uma maior per4centagem de CO2 na atmosfera.


Existem muitas maneiras de fazer crescer o PIB e andar a queimar florestas não é a única, infelizmente no nosso mundo o crescimento económico faz-se à custa da emissão de CO2 mas isso não quer dizer que o caminho seja para trás até porque a pergunta é você gostaria de viver numa sociedade primitiva? Você não gosta de usar a net, andar de carro ou viajar para outro país sem ter que demorar meses ou anos na viagem? Não queremos perder o que temos mas podemos encontrar soluções melhores sem negar a outros o direito aos mesmos benefícios que nós temos.

Publicado por: The Pinguïn às março 20, 2006 05:25 AM

py às março 19, 2006 02:31 PM,
Certo.
Obrigado na mesma.

Publicado por: asdrubal às março 20, 2006 12:17 PM

Viver numa sociedade primitiva? Quem me dera ser selvagem!...

Publicado por: Senaquerib às março 20, 2006 12:33 PM

Publicado por: Caboclo Capiroba às março 20, 2006 12:47 AM

Cush, meu caro, esse palpite avícola não revela muita perspicácia...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 20, 2006 01:29 PM

Foi mais pela hora tardia dos coms que perfigura um tipo de padrão..mas na boa ..

Sinceramente acho que podemos tentar aprender uns com os outros sem insultar a inteligência de cada um ..
Já se sabe que não temos todos o mesmo nível de QI , nem todos a mesma cultura .. mas ... cada um tem a sua .. e os que restam por aqui ..não são parvos de todo..

Gostei foi da do Senaqueribe .. quem me der ser selvagem... tá mesmo boa...

Publicado por: Cush (Avícola ? cheio de febre de amor rsss) às março 20, 2006 01:44 PM

A Bolsa de Petróleo do Irão ameaça o dólar

por Mike Whitney

A administração Bush quer a todo custo impedir que o governo iraniano abra uma bolsa que comercie o petróleo em euros [1] . Se isto acontecer, centenas de milhares de milhões de dólares seriam despejados de volta nos Estados Unidos, esmagando a moeda verde e destruindo a sua economia. Eis porque Bush & Co. estão a planear levar o país à guerra contra o Irão. É uma defesa óbvia do actual sistema global e da continuidade do domínio da divisa de reserva, o dólar.

A afirmação de que Irão está a desenvolver armas nucleares é um mero pretexto para a guerra. O NIE (National Intelligence Estimate) prevê que o Irão não será capaz de produz ogivas por talvez uma década. Da mesma forma, Mohammed ElBaradei, responsável máximo da AIEA, já disse reiteradamente que a sua agência de vigilância não encontrou "qualquer evidência" de um programa de armas nucleares.

Não há armas nucleares ou programas de armas nucleares, mas os planos económicos do Irão colocam uma ameaça à América, e não se trata de uma que possa simplesmente ser varrida para o lado como o resultado inevitável do mercado livre.

A América monopoliza o comércio de petróleo. O petróleo é denominado em dólares e vendido tanto no NYMEX como no International Petrolem Exchange (IPE) de Londres, possuídos ambos pelos americanos. Isto força os bancos centrais de todo o mundo a manterem enormes stocks de dólares apesar de a moeda verde estar actualmente sob o peso de uma dívida de US$8 milhões de milhões (trillion) e apesar de a administração Bush ter dito que perpetuará os cortes fiscais que produzem défices.

O monopólio americano da divisa é o perfeito esquema da pirâmide. Enquanto os países forem forçados a comprar petróleo em dólares, os Estados Unidos podem continuar os seus gastos perdulários com impunidade. (O dólar agora representa 68% das reservas globais de divisas, uma subida em relação aos 51% de uma década atrás). A única ameaça a esta estratégia é a perspectiva da competição de uma bolsa independente de petróleo, forçando o vacilante dólar a competir frente a frente com uma divisa mais estável (livre de dívidas) tal como o euro. Isto obrigaria os bancos centrais a diversificarem os seus haveres, remetendo milhares de milhões de dólares de volta à América e garantindo um ciclo devastador de hiper-inflação.

O esforço para manter a bolsa de petróleo do Irão afastada das manchetes tem sido muito bem sucedido. Uma simples pesquisa do Google mostra que nenhum dos grandes jornais ou redes de TV referiu-se à bolsa que está para iniciar. A aversão dos media a histórias controversas de interesse público também tem sido evidente em muitos outros casos, como as eleições presidenciais fraudulentas de 2004, o memorando da Downing Street, e o arrasamento de Faluja. Ao invés de informar, os media servem como alto-falantes da política do governo, manipulando a opinião pública através da reiteração da demagogia especiosa da administração Bush. Em resultado, poucas pessoas têm ideia da gravidade da presente ameaça que enfrenta a economia americana.

Não se trata de uma questão "liberal versus conservadores". Aqueles que têm analisado o problema extraem exactamente as mesmas conclusões: se a bolsa do Irão florescer o dólar afundará e a economia americana ficará em cacos.

É o que afirma Krassimir Petrov, Ph.D em ciências económicas, no artigo The Proposed Iranian Oil Bourse recentemente publicado:

"De um ponto de vista puramente económico, se a Bolsa de Petróleo Iraniana ganhasse força ela seria entusiasticamente adoptada pelas grandes potências económicas e precipitaria a morte do dólar. O colapso do dólar acelerará dramaticamente a inflação americana e pressionará para cima as taxas de juros a longo prazo dos EUA. Neste ponto, o Fed deparar-se-á diante de duas alternativas: a deflação e a hiperinflação. Ele será forçado rapidamente a adoptar sua "medicina clássica" deflacionando, pelo que ascende as taxas de juros, induzindo então uma grande depressão económica, um colapso no imobiliário, e uma implosão nos mercados de títulos, acções e derivativos, com um colapso financeiro total, ou, alternativamente, adoptar o caminho de saída de Weimar através do inflacionamento, o que ata (pegs) o rendimento dos títulos a longo prazo e inunda o sistema financeiro de liquidez, libertando numerosos LTCMs (Long-Term Capital Management) e hiper-inflacionando a economia.

"Sem dúvida, o comandante-em-chefe Ben Bernanke, um renomado académico da Grande Depressão, escolheria a inflação. Ele ensinou-a mesmo como a panaceia de todos os problemas financeiros — inflacionar, venha o inferno ou a inundação. ... Para evitar a deflação, ele recorrerá às impressoras tipográficas ... e, se necessário, monetizará todas as coisas à vista. A sua façanha final será a destruição hiper-inflacionária da divisa americana ..."

Assim, as alternativas seriam aumentar as taxas de juros e causar "colapso financeiro total" ou adoptar a "saída de Weimar" e provocar a "destruição hiper-inflacionária da economia americana".

Não são boas escolhas, e mesmo assim ouvimos os mesmos pronunciamentos de analistas da extrema direita. O artigo de Alan Peter, Mullahs' Threat Not Sinking In , que apareceu em FrontPage Magazine.com, oferece estes igualmente sóbrios pensamentos acerca dos perigos de uma bolsa de petróleo no Irão:

"Um excesso de haveres em dólares por parte de bancos centrais e entre prestamistas asiáticos, mais a actual baixa taxa de juros oferecida aos investidores/prestamistas pelos EUA tem estado a colocar o dólar em perigo desde há: algum tempo... Um estremecimento de dedo no gatilho da divisa pode derrubar o dólar sem qualquer propósito mal intencionado. A maioria das estimativas coloca a probabilidade de cair para "níveis inferiores" numa rápida perda de 50% do valor em relação aos actuais dólares super-valorizados em 40%".

A erosão do valor da moeda verde foi prevista pelo antigo chefe do Fed, Paul Volcker, que disse haver uma "probabilidade de 75% de um crash do dólar nos próximos 5 anos".

Tal crash resultaria em taxas de juros a levantarem voo, hiper-inflação, custos de energia a subirem como foguetes, desemprego maciço e, talvez, depressão. Este é o cenário perturbante se uma bolsa do Irão for estabelecida e derrubar o dólar do seu sublime poleiro. E é isto que torna a perspectiva da guerra, mesmo da guerra nuclear, muito provável.

Continuação de Peter:

"Com economias tão interdependentes e entrelaçadas, uma depressão global, não apenas americana, ocorreria com um efeito dominó lançando o resto das economias do mundo na pobreza. Mercados para exportações americanas extremamente menos caras nunca se materializariam.

"O resultado, estimam alguns peritos, pode ser até 200 milhões de americanos sem trabalho e a morrerem de fome nas ruas com ninguém e nada capaz de recuperá-los ou ajudá-los, ao contrário da Grande Depressão de 1920/30 que dispunha de cozinhas com sopas gratuitas e apoios caritativos".

Liberal ou conservadora, a análise é a mesma. Se a América não perceber o catastrófico potencial da bolsa do Irão, os americanos podem aguardar por horrendas circunstâncias.

Agora podemos entender porque os media a reboque das corporações omitiram qualquer menção à nova bolsa do petróleo na sua cobertura. Trata-se de um segredo que os chefões das salas das administrações prefeririam guardar para si próprios. É mais fácil convencer o público de duendes nucleares e de fanáticos islâmicos do que justificar o desencadeamento de uma guerra pela anémica moeda verde. É o dólar que estamos a defender no Iraque e, presumivelmente, também no Irão no futuro muito próximo. (Saddam converteu para o euro em 2000. As bombas começaram em 2001).

ALTERNATIVAS PACÍFICAS

Há soluções pacíficas para este dilema, mas não se a administração Bush insistir em esconder-se por trás da burla imbecil do terrorismo ou de programas imaginários de armas nucleares. Bush precisa confessar tudo ao povo americano acerca da natureza real da crise global de energia e cessar de invocar Bin Laden e armas de destruição em massa para defender a agressão americana. Precisamos de uma estratégia energética abrangente (incluindo financiamento governamental para projectos de conservação, fontes de energia alternativas e o desenvolvimento de uma nova linha de veículos híbridos "American-made"), negociações francas com o Irão para regular a quantidade de petróleo que eles venderão em euros por ano (facilitando o afastamento do dólar de um modo ordenado) e uma abordagem colectiva "internacional" para o consumo e a distribuição de energia (sob os auspícios da Assembleia Geral da ONU).

Deveria ser encorajada maior paridade entre divisas como um meio de fortalecer democracias e revigorar mercados. Prometer lançar nova vida no comércio livre ao permitir que outros modelos políticos floresçam sem receio de serem incorporados dentro do protótipo capitalista. O domínio actual da moeda verde criou um império global que para manter a sua supremacia está amplamente dependente da dívida, da tortura e da guerra.

A bolsa do petróleo do Irão coloca o maior desafio até agora ao monopólio do dólar e aos seus defensores na Reserva Federal. Se a administração Bush avançar com um ataque "nuclear" preventivo a alegados sítios de armas, os aliados serão mais uma vez alienados e outros serão forçados a responder. Como afirma o Dr. Petrov, "Os países com maiores haveres em dólares podem decidir retaliar silenciosamente despejando as suas próprias montanhas de dólares, impedindo assim os EUA de financiarem novamente suas ambições militantes".

Há uma probabilidade cada vez maior de que os grandes campeões do actual sistema venham a ser os primeiros a provocar a sua queda.

____________________________

[1] A abertura da Bolsa de Petróleo de Teerão estava prevista para hoje, 20 de Março de 2006.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 20, 2006 01:47 PM

Antes que apareça alguém a chamar a atenção para os erros de tradução, lembro que eu sou apenas um ITP (Internet Text Provider) sem paciência para fazer trabalho de copy desk...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 20, 2006 02:20 PM

A ver se aprendem alguma coisa às março 20, 2006 01:47 PM

Penso que o seu comentário está correcto.

Já em 2001 as bombas contra o Iraque foram bombas contra o euro.

O resto é retórica de legitimação da agressão militar, aliás falida. A exportação da democracia pela força das armas é a nova forma de totalitarismo. Que aliás degenera em guerra civil.

Esperam-nos catástrofes fiduciárias.

(para quem não consegue ser selvagem há sempre a esperança de ficar alegremente tolo com Alzheimer)

Publicado por: py às março 20, 2006 02:35 PM

Não me parece «que o euro» deseje, sequer de longe, «a catástrofe do dólar». Estes tempos estão muito-muito esquisitos.

Publicado por: asdrubal às março 20, 2006 05:18 PM

Não me parece «que o euro» deseje, sequer de longe, «a catástrofe do dólar». Estes tempos estão muito-muito esquisitos.

Publicado por: asdrubal às março 20, 2006 05:24 PM

Já estou farto de discussões e não me apetecia discutir mais mas realmente o Irão é governado por fanáticos psicopatas espero que os EUA e a ONU invadam o Irão rapidamente.

Publicado por: AtomSmith às março 20, 2006 07:19 PM


Continuo a não entender como alguem pode defender pessoas que são declaradamente psicopatas como o Ayathola do Irão. Mas paciência durante a guerra fria muita gente no Ocidente defendia um desarmamento unilateral do ocidente em relação à URSS, mas o Reagan não foi em cantigas, o Bush tambem não vai

Publicado por: AtomSmith às março 20, 2006 07:28 PM

E eu a pensar que o Bush também era um Ayathola. Afinal...

Publicado por: Senaquerib às março 20, 2006 08:43 PM

Olhem .. eu por mim prefiro que o dólar se aguente e o euro tb..
Além do mais .. não é só o petróleo que é transacionado em dolares .. toda e qq mercadoria é transacionada nessa moeda ..só quem nunca importou bens .. de fora da UE ..é que não sabe isso ..
e isso só acontece pq o dolar é uma moeda muito estável ... há muitos ..muitos anos .. e a probabilidade de assim continuar é imensa ..para bem de todos nós...

Já chega de confusões e de caos..

Nunca se esqueçam que se sobrevier caos quem mais sofre são os mais desfavorecidos.

Publicado por: Pronto.. voltei .... Cush às março 20, 2006 10:29 PM

Os mais desfavorecidos sofrem menos porque não têm nada a perder. Quem deve estar preocupado é quem tem contas no banco.

Publicado por: Anonymous às março 20, 2006 11:20 PM

O texto é algo longo ..mas tem várias e opostas opiniões ..sobre a guerra que se desenrola...


INSIDE POLITICS
Was it worth it?

By NANCY GIBBS
Monday, March 20, 2006; Posted: 4:38 p.m. EST (21:38 GMT)

Was it worth it, of course, is only one of the questions. What were the alternatives? What could have been done differently? Are things getting better or worse? And however we got here, what do we do now?

As the Iraq war's third anniversary approached, the news fed both doubts and hopes. Saddam Hussein took the stand in his trial for the first time, reminding people of what they were missing. Meanwhile, the brand-new Iraqi parliament met in a capital under curfew to pull together some kind of future amid warnings of civil war. U.S. forces launched Operation Swarmer, the biggest air assault since the invasion, to root out insurgents north of Baghdad. President Bush embraced realism: "We will see more images of chaos and carnage in the days and months to come," he warned as he argued why that was a price worth paying.

This war has brought division from the start, not just among but also within us. In between those who were always against the war and those who are still for it lie the shifting ambivalents who want this whole massive gamble to work but increasingly fear that it won't. Among the more ardent critics these days are pundits and policymakers who favored the strategy three years ago, even helped shape it, and are now doing a kind of public penance for their failure of foresight. Defense hawk Richard Perle, for example, has declared that the U.S. got the war right and the postwar wrong.

There has been a pattern for modern American wars going back to Korea: broad public support at the outset, growing concern as casualties rise or progress stalls and then a new resolution either do what it takes to win or get us out. In Vietnam, nine years passed after the first U.S. servicemen were killed and more than 20,000 others died before a majority of Americans concluded we were on the wrong course. Opinion swung more quickly this time, as the cost-benefit analysis changed. When the weapons of mass destruction (WMD) weren't found and the Saddam-9/11 connection was discredited, the sense of urgent threat receded. However generous and idealistic Americans may be, a half-a-trillion-dollar nation-building venture is a harder case to make.

So support for the war thickens and thins as events unfold. While polls showed that 68% of Americans were in favor of the invasion three years ago, that figure fell as what looked like a quick victory stalled, rose when Saddam was pulled from his spider hole, sank with the sickening pictures from Abu Ghraib, but then rose a bit again as Iraqis defied threats and went to the polls, setting an example for a region where free elections are about as common as leprechauns. In recent weeks the bombing of a Shi'ite shrine, the bodies dumped in shallow graves, the girls blown up on the way to school, the dwindling faith not in U.S. abilities and intentions but in Iraq's all drove down support for the war again.

So was it worth it? In a Gallup poll last week, 60% of those surveyed said no. In the pages that follow, a diverse and international group of thinkers give their opinions. Many people approached by TIME refused to answer. Perhaps they share the view expressed last week in Sydney by Secretary of State Condoleezza Rice: "I think the outcome, the judgment, of all of this needs to await history."

WILLIAM F. BUCKLEY JR.: No. Emphatically no. Were we wrong to undertake what we did? The objectives were sound, but our reach proved insufficient to realize them.

Buckley is a conservative author and syndicated columnist

TOMMY FRANKS: Yes. America remains very proud of and very thankful to our sons and daughters serving in Iraq and around the world in the cause of freedom. The events of 9/11 taught us a valuable lesson: ignoring terrorism will not make the problem go away. The sacrifices of our military members and their families are giving Iraqis a chance for freedom. And a free Iraq serves not only Iraqis. It will stand as a model in the Middle East, a model that represents to millions of people that there is an alternative to terrorism.

As chief of U.S. Central Command, General Franks, now retired, oversaw the invasion of Iraq

FRANCIS FUKUYAMA: I believe that the balance sheet for the war at this moment is quite negative. The war foreclosed the possibility of Saddam restarting his WMD programs and replaced his dictatorship with Iraq's new democracy--both real gains. Balanced against these gains are costs that go well beyond the direct human and financial ones. The occupation of Iraq has served as a tremendous stimulus for Arab and Muslim anti-Americanism and thus has made radical Islamist terrorism significantly worse than it would otherwise be. America's reputation around the world has taken a huge hit among ordinary people who are now more likely to associate our democracy with scenes of prisoner abuse than with the Statue of Liberty. We, of course, do not know what the future will bring, but the upside potential of Iraq's post-Saddam order looks more and more limited. The central state will remain weak for years to come, and where the Shi'ite parties have established their rule, we get not a liberal democracy but an Iranian-style rule by clerics.

Fukuyama is a professor at the Johns Hopkins School of Advanced International Studies and the author of America at the Crossroads: Democracy, Power, and the Neoconservative Legacy

HISHAM KASSEM: Sadly, I have to say yes. It is difficult to commend such a bloody scene. But it achieved something useful. Parallel to the chaos and bloodshed, there is a political process evolving in Iraq. Bloodshed is the price of the transition from Saddam's psychopathic dictatorship. The losses would have been higher had Saddam stayed on. You could easily see that regime lasting another 30 years, under his sons and top generals. Negotiating with Iraq was not an option. There had to be a military intervention. You have a bloc of 22 countries in the Arab world dominated by authoritarianism and dictatorship. It is not a bloc you could engage politically and pressure for reform. By military intervention, the U.S. is able to pressure the region into adopting the reforms we are beginning to see across the region that might avert many countries from becoming failed states. The world cannot put up with state failure in the backyard of the world's oil fields, Israel and Europe.

Democracy activist Kassem is vice chairman of the Egyptian daily newspaper Al-Masry al-Youm

BERNARD-HENRI LEVY: No. Because it was the wrong target: Iran and Pakistan are infinitely more threatening. Because it was the wrong approach: the neoconservatives, who put no stock in government policy at home and thus can't do so abroad, produced no plans for democratic nation building. And, above all, because this war, which aimed to reduce the number and strength of terrorists, has instead increased them. What was needed was to break the infernal cycle of the "clash of civilizations," a la Sam Huntington and Osama bin Laden. Instead, the war breathed new life into it. In short, rarely have the famous words of Blaise Pascal rung more true: "He who would act the angel becomes the beast." What begins as a noble moral intention to bring down a tyrant becomes a political disaster and a gigantic step backward in the long, necessary war against fascislamism. A field of ruins!

French philosopher Lévy is author of the recently published American Vertigo

ANNE-MARIE SLAUGHTER: Is the cause of freeing a people and pushing for progressive political and economic change in the most dangerous region in the world worth fighting and dying for? Undoubtedly. But has this war--with its disdain for allies and institutions, its willful blindness to any scenario other than easy victory and immediate democracy, and its planners' irresponsibility so deep as to be immoral in failing to protect the heritage, infrastructure and lives of a people who never asked for war--been worth it? Squandering lives and vast sums of money through a combination of arrogance and negligence can never be worth it. And if the Administration had been willing to make a full and honest assessment of the true costs and the uncertainty of the benefits before invading Iraq, I doubt that a majority of the American people would have supported the war.

Slaughter is the dean of the Woodrow Wilson School of Public and International Affairs at Princeton University

LAWRENCE B. WILKERSON: I'm principally a strategist, and from that perspective the war has been a disaster. First, the foremost winner has been Iran: it rid itself of its greatest threat, Saddam and his military, without firing a shot; won the December 15 Iraq elections; owns the south, particularly Basra; and has felt the freedom to elect Mahmoud Ahmadinejad, who, in turn, has felt the freedom to reclaim leadership of radical Islam, leadership Osama bin Laden claimed on 9/11. Second, the foremost loser--after Iraq itself--has been Israel, whose leaders must now fear more than ever the new strategic maneuver room afforded Iran by the U.S.'s ineptitude. Third, the general war against global terrorists has been affected greatly by the failure in Iraq. Recruiting among Muslim ranks has been aided significantly, while America has squandered the upper hand in the world of ideas, which is the real battlefield of this conflict.

U.S. Army Colonel Wilkerson, now retired, was chief of staff for Secretary of State Colin Powell

MICHAEL YOUNG: Yes, Iraq was worth it, because it exposed more clearly than ever the brutal underpinnings of Arab nationalist rule. From an Iraqi perspective, there is much uncertainty today but also no nostalgia for the savagery of Saddam's rule. From the U.S.'s perspective, the struggle to stabilize Iraq will discourage similar endeavors in the future, but the war also highlighted how subcontracting American interests in the Middle East to supposedly stable Arab dictatorships is no longer viable. The shoddy edifice that U.S. soldiers so quickly dismantled in Iraq is no less present in countries Washington considers allies. Iraq may or may not be the pivot of a regional democratic resurgence, but it is a reminder to Americans that much can be gained by challenging the debilitating status quo if the aftermath is gotten right. Unless democracy becomes a cornerstone of Washington's efforts, its alliances will seem more than ever built on a mountain of illegitimacy.

Young is opinion editor at Lebanon's Daily Star newspaper

BERNARD KOUCHNER: No, because of the way Americans went about it. I think it was up to the international community to pull together and get rid of Saddam for the Iraqi people. I have long argued for the "right to intervene." But you have to succeed. To do that, you need the international community standing with you. Saddam had been a major assassin in his country for 35 years. What difference would a few weeks have made? They should have done as we did in Kosovo, setting up a contact group and relying on international cooperation and peacekeepers.

Kouchner, former U.N. administrator for Kosovo, co-founded France's Medecins Sans Frontieres and Medecins du Monde

CHIBLI MALLAT: Yes, the U.S.-led war to get rid of the dictatorship was worth it for most Iraqis and for those who, like me, supported them against one of the most ruthless governments in modern history. But for the young Marine from Oklahoma or the child in Iraq blown up this past week or the one before, it wasn't. Better things must obtain from the demise of Iraq's dictatorship, even if it is largely accepted now that the end of Saddam's rule represents a positive precedent for Iraq and the modern Middle East. Democratic Iraq, like democratic Germany or Japan, might make all the sacrifices less painful.

Mallat is an Arab democracy campaigner and a candidate for Lebanese President

RICHARD HAASS: After three years, my answer would be no, although any judgment at this point is necessarily an interim one. The war has absorbed a tremendous amount of U.S. military capacity, the result being that the U.S. has far less spare or available capacity to use in the active sense or to exploit in the diplomatic sense. It has weakened our position against both North Korea and Iran. It has exacerbated U.S. fiscal problems. The war has also contributed to the world's alienation from the U.S. and made it more difficult to galvanize international support for U.S. policy toward other challenges. Iraq's legacy could also lead to renewed American public resistance to international involvement.

Haass, a former aide to President George H.W. Bush, is president of the Council on Foreign Relations

KENNETH ROTH: When this war started, human rights were only a very minor reason to enter Iraq. Human rights became more of an after-the-fact justification only when it turned out that there were no WMD or prewar links to international terrorism. So, no, I don't think the war should have ever been or can now be justified as a successful humanitarian intervention. The extreme measure of military invasion should be reserved for stopping ongoing or imminent mass slaughter, and that wasn't happening in Iraq in March 2003. Humanitarian intervention might have been justified to stop the Anfal genocide in 1988 against the Kurds, but there was nothing like that going on in 2003. Clearly, Saddam was an awful dictator, but there are many awful dictators in the world, and toppling an awful dictator, in my view, does not justify military intervention.

Roth is the executive director of Human Rights Watch

DAVID M. KENNEDY: From the outset, the war was a colossally bold and breathtakingly risky gamble. Unfortunately and unsurprisingly, the U.S. has failed to beat the odds. Forget about WMD and links to al-Qaeda. The real purpose for invading Iraq was the extravagant ambition to transform the political culture of the entire Middle East. The Bush Administration bet American might and good intentions against the accumulated weight of centuries of religious rivalry, tribal tensions, wanton bloodletting and authoritarian rule. Even American hyperpower has proved no match for the burden of all that sorry history.

Kennedy is a history professor at Stanford University and a 2000 Pulitzer Prize winner

Publicado por: CuCush às março 21, 2006 01:09 AM

Este texto tb é algo longo... mas a globalização tb é um longo caminho...


A globalização e o proteccionismo são assuntos que tb nos fazem divergir..

Aqui parece que o caminho do meio é o melhor a seguir .....


A Backlash Against Globalization?
Trade and cross-border investment are back in the political arena amid worries about job losses and economic sovereignty
BY MICHAEL ELLIOTT

Monday, Mar. 20, 2006
At the museum of history in Hong Kong last month, you could visit an exhibition whose centerpiece was a old, bleached, shaped piece of wood, 11 m long. To be honest, it didn't look much. But it told a tale. For the wood was a rudder post from a huge Chinese junk built around the time, nearly 600 years ago, when the Chinese Muslim eunuch admiral Zheng He embarked on seven epic voyages that took him to southeast Asia and the shores of India, Arabia, and Africa, trading for spices and fabrics, livestock and raw materials.

After centuries, when Zheng He's exploits were forgotten even in China, he has deservedly entered the pantheon of the world's great explorers. The admiral has been adopted in his homeland as a symbol of an old, outward-looking, adventurous China—all things, perhaps, which it is once more. But the memory that China once traded with the world is not the only lesson of Zheng He's life. Here's another: when he died, so did China's global ambitions. Mandarins decided that oceangoing voyages were a waste of time and money; soon the great naval shipyards in Nanjing had been broken up, and China retreated into a self-absorbed attitude of mind that it would not lose for half a millennium. It's a cautionary note, a reminder that the waves of trade that knit us together can ebb as well as flow. There is a famous passage in The Economic Consequences of the Peace, written by John Maynard Keynes in 1920, which every student of globalization knows by heart. Keynes describes life as it existed in 1914, when a man in London could travel the world freely, invest wherever he wanted, and "could order by telephone, sipping his morning tea in bed, the various products of the whole earth, in such quantity as he might see fit, and reasonably expect their early delivery upon his doorstep." Not only that, Keynes' Londoner "regarded this state of affairs as normal, certain, and permanent, except in the direction of further improvement." It was not to be. World War I brought the modern world's first great era of globalization to a jarring halt; trade atrophied, and legislation like the Smoot-Hawley tariffs passed by the U.S. Congress in 1930 gave a legislative imprimatur to protectionist sentiment.

Could such a moment be upon us again? Are the walls around national economies being built once more? From the numbers, the argument seems absurd. World trade is growing healthily, by over 7% a year. The U.N. Commission on Trade and Development estimates that the value of global flows of foreign direct investment grew by a remarkable 29% in 2005. Yet a quick look around the planet might lead to the impression that globalization is in crisis. Ahead of Chinese President Hu Jintao's visit to Washington next month, U.S. Commerce Secretary Carlos Gutierrez told China that it must shape up on a host of issues if it is to continue to benefit from its trade with America. (See story.) Last week, indigenous people in Ecuador protested against a proposed free-trade agreement with the U.S. that they thought would deliver their economy and culture to the colossus of the North. In Seoul, the attempt by U.S. corporate raider Carl Icahn to get a seat on the board of tobacco company KT&G has, says Jang Hasung, dean of Korea University's business school, "reignited anti-foreign-investor sentiment." The sale of a controlling interest in Shin Corp., owner of Thailand's leading telecommunications company, to Temasek Holdings of Singapore has been one of the catalysts for the Bangkok demonstrations against Thai Prime Minister Thaksin Shinawatra, whose family controlled Shin Corp. In France, an effort by the Italian gas company Enel to acquire Groupe Suez appears to have been thwarted by a hastily arranged, government-sponsored marriage between Suez and Gaz de France. The very idea that a state-owned company from Dubai might take over P&O, a British company that controlled six ports in the U.S., gave most members of Congress an attack of the vapors; Dubai Ports World has now said that it will sell P&O's U.S. assets to an American buyer. Even in Britain, where the economy has been "Wimbledonized" for years (London has a great tennis tournament, but no Briton ever wins it) and where, says Robert Wade of the London School of Economics, there is "an unusually deeply held belief in the merits of free trade and free investment," there are limits. When Russian gas behemoth Gazprom started stalking the British supplier Centrica, officials let it be known that "any new ownership would face robust scrutiny." Put all those straws in the wind and you've got a flying haystack. "We're at a point here," says Kenneth Courtis, vice chairman of Goldman Sachs Asia, "where if this is just a little pop it doesn't mean very much. But if it's the beginning of a trend, it's big."

Free trade—which is at the heart of globalization—has never been uncontroversial, even if economists regard its tenets as revealed truth. Those who gain from trade—the great undifferentiated mass of consumers who enjoy a range of products from around the world sold at prices that reflect intense competition—are by definition less identifiable than those who lose from it. Nobody lobbies a legislature to thank them for cheap T shirts; any group of workers in the industrialized world whose job has just been "lost" to China's Pearl River Delta can be assured of a hearing on the evening news. And just as in the 1980s, when U.S. legislators had panic attacks after Japanese investors overpaid for everything from Hawaiian beachfront hotels to the Rockefeller Center, the foreign ownership of key domestic industries is promoting a backlash. "Countries are still trying to keep some poles of industrial strength within their economies," says Courtis. "I wouldn't have any problems whatsoever if the British apparel industry was taken over entirely by Bangladesh firms," Wade says. But as for "strategic industries" like energy, water, airports and aerospace, he continues, "then you do have to pay much more attention to the consequences of fast-growing foreign ownership."

Among economists, there's a common admission these days that élites have been woeful at explaining the benefits of globalization. "We haven't been very good at showing how a lot of new job creation comes through foreign investment, which is often the greatest driver of employment, technological progress, and benefits to consumers," says Ian Goldin, a vice president of the World Bank and co-author of a new book on globalization and development. Columbia University's Joseph Stiglitz, a Nobel prizewinning economist, adds a further thought: nations, he says, want to pick and choose between bits of globalization that benefit them and those that don't. "We believe that exports are good but imports are bad," says Stiglitz, "we believe in trade but only on one side, and that if things were fair we'd outcompete everybody. There's a kind of hypocrisy."

National ambivalence about the new global order can be seen most clearly in France. In his first speech to the National Assembly last year after becoming French Prime Minister, Dominique de Villepin said, "Globalization is not an ideal; it cannot be our destiny." In the last few months, de Villepin has championed a policy of economic patriotism, putting in place a takeover law that gives the government a veto on deals in 11 sectors of the economy deemed to be strategic. They include biotechnology, arms manufacturing and casinos. But de Villepin's boss, President Jacques Chirac, blustered last week that it was "absolutely absurd" to think of France as protectionist, and he has a point. For much of the 1990s, France was the largest recipient of foreign investment in the European Union; by the end of 2003, one in seven French employees worked for a foreign company, compared with just one in 20 in the U.S.

Such numbers persuade Goldin that globalization's boosters should not panic. Recent events that stress the rebuilding of national economic walls, he says, "are tiny compared to the overall trends in investment, trade, tourism or other forms of interchange." Sometimes, to be sure, complaints about trade and foreign ownership mask other issues. Thais may have marched on the Singapore embassy chanting "Thailand's not for sale!" but it was Thaksin, and his windfall from the sale of Shin Corp., that they had in their sights. "If [Singapore] took over a glass factory," says Kasit Piromya, a former Thai ambassador to the U.S., "it wouldn't be a problem. But this was a deal with the Prime Minister."

Perhaps above all, those who believe in the ineluctable march of globalization insist that technology—the Internet, ever-bigger container ships, multi-nation sourcing of goods that depends on sophisticated logistic software—will continue to bring the world closer together. And so it will, probably. But remember: that rudder post in Hong Kong was on the stern of a ship more than 120 m long, or six times the size of the little craft that Columbus sailed across the Atlantic a few decades later.

Yet once it had decided to turn its back on the world, all the Ming dynasty's magnificent technology was not enough to compel a change of mind.

Publicado por: Cush às março 21, 2006 01:28 AM

Este texto tb é algo longo... mas a globalização tb é um longo caminho...


A globalização e o proteccionismo são assuntos que tb nos fazem divergir..

Aqui parece que o caminho do meio é o melhor a seguir .....


A Backlash Against Globalization?
Trade and cross-border investment are back in the political arena amid worries about job losses and economic sovereignty
BY MICHAEL ELLIOTT

Monday, Mar. 20, 2006
At the museum of history in Hong Kong last month, you could visit an exhibition whose centerpiece was a old, bleached, shaped piece of wood, 11 m long. To be honest, it didn't look much. But it told a tale. For the wood was a rudder post from a huge Chinese junk built around the time, nearly 600 years ago, when the Chinese Muslim eunuch admiral Zheng He embarked on seven epic voyages that took him to southeast Asia and the shores of India, Arabia, and Africa, trading for spices and fabrics, livestock and raw materials.

After centuries, when Zheng He's exploits were forgotten even in China, he has deservedly entered the pantheon of the world's great explorers. The admiral has been adopted in his homeland as a symbol of an old, outward-looking, adventurous China—all things, perhaps, which it is once more. But the memory that China once traded with the world is not the only lesson of Zheng He's life. Here's another: when he died, so did China's global ambitions. Mandarins decided that oceangoing voyages were a waste of time and money; soon the great naval shipyards in Nanjing had been broken up, and China retreated into a self-absorbed attitude of mind that it would not lose for half a millennium. It's a cautionary note, a reminder that the waves of trade that knit us together can ebb as well as flow. There is a famous passage in The Economic Consequences of the Peace, written by John Maynard Keynes in 1920, which every student of globalization knows by heart. Keynes describes life as it existed in 1914, when a man in London could travel the world freely, invest wherever he wanted, and "could order by telephone, sipping his morning tea in bed, the various products of the whole earth, in such quantity as he might see fit, and reasonably expect their early delivery upon his doorstep." Not only that, Keynes' Londoner "regarded this state of affairs as normal, certain, and permanent, except in the direction of further improvement." It was not to be. World War I brought the modern world's first great era of globalization to a jarring halt; trade atrophied, and legislation like the Smoot-Hawley tariffs passed by the U.S. Congress in 1930 gave a legislative imprimatur to protectionist sentiment.

Could such a moment be upon us again? Are the walls around national economies being built once more? From the numbers, the argument seems absurd. World trade is growing healthily, by over 7% a year. The U.N. Commission on Trade and Development estimates that the value of global flows of foreign direct investment grew by a remarkable 29% in 2005. Yet a quick look around the planet might lead to the impression that globalization is in crisis. Ahead of Chinese President Hu Jintao's visit to Washington next month, U.S. Commerce Secretary Carlos Gutierrez told China that it must shape up on a host of issues if it is to continue to benefit from its trade with America. (See story.) Last week, indigenous people in Ecuador protested against a proposed free-trade agreement with the U.S. that they thought would deliver their economy and culture to the colossus of the North. In Seoul, the attempt by U.S. corporate raider Carl Icahn to get a seat on the board of tobacco company KT&G has, says Jang Hasung, dean of Korea University's business school, "reignited anti-foreign-investor sentiment." The sale of a controlling interest in Shin Corp., owner of Thailand's leading telecommunications company, to Temasek Holdings of Singapore has been one of the catalysts for the Bangkok demonstrations against Thai Prime Minister Thaksin Shinawatra, whose family controlled Shin Corp. In France, an effort by the Italian gas company Enel to acquire Groupe Suez appears to have been thwarted by a hastily arranged, government-sponsored marriage between Suez and Gaz de France. The very idea that a state-owned company from Dubai might take over P&O, a British company that controlled six ports in the U.S., gave most members of Congress an attack of the vapors; Dubai Ports World has now said that it will sell P&O's U.S. assets to an American buyer. Even in Britain, where the economy has been "Wimbledonized" for years (London has a great tennis tournament, but no Briton ever wins it) and where, says Robert Wade of the London School of Economics, there is "an unusually deeply held belief in the merits of free trade and free investment," there are limits. When Russian gas behemoth Gazprom started stalking the British supplier Centrica, officials let it be known that "any new ownership would face robust scrutiny." Put all those straws in the wind and you've got a flying haystack. "We're at a point here," says Kenneth Courtis, vice chairman of Goldman Sachs Asia, "where if this is just a little pop it doesn't mean very much. But if it's the beginning of a trend, it's big."

Free trade—which is at the heart of globalization—has never been uncontroversial, even if economists regard its tenets as revealed truth. Those who gain from trade—the great undifferentiated mass of consumers who enjoy a range of products from around the world sold at prices that reflect intense competition—are by definition less identifiable than those who lose from it. Nobody lobbies a legislature to thank them for cheap T shirts; any group of workers in the industrialized world whose job has just been "lost" to China's Pearl River Delta can be assured of a hearing on the evening news. And just as in the 1980s, when U.S. legislators had panic attacks after Japanese investors overpaid for everything from Hawaiian beachfront hotels to the Rockefeller Center, the foreign ownership of key domestic industries is promoting a backlash. "Countries are still trying to keep some poles of industrial strength within their economies," says Courtis. "I wouldn't have any problems whatsoever if the British apparel industry was taken over entirely by Bangladesh firms," Wade says. But as for "strategic industries" like energy, water, airports and aerospace, he continues, "then you do have to pay much more attention to the consequences of fast-growing foreign ownership."

Among economists, there's a common admission these days that élites have been woeful at explaining the benefits of globalization. "We haven't been very good at showing how a lot of new job creation comes through foreign investment, which is often the greatest driver of employment, technological progress, and benefits to consumers," says Ian Goldin, a vice president of the World Bank and co-author of a new book on globalization and development. Columbia University's Joseph Stiglitz, a Nobel prizewinning economist, adds a further thought: nations, he says, want to pick and choose between bits of globalization that benefit them and those that don't. "We believe that exports are good but imports are bad," says Stiglitz, "we believe in trade but only on one side, and that if things were fair we'd outcompete everybody. There's a kind of hypocrisy."

National ambivalence about the new global order can be seen most clearly in France. In his first speech to the National Assembly last year after becoming French Prime Minister, Dominique de Villepin said, "Globalization is not an ideal; it cannot be our destiny." In the last few months, de Villepin has championed a policy of economic patriotism, putting in place a takeover law that gives the government a veto on deals in 11 sectors of the economy deemed to be strategic. They include biotechnology, arms manufacturing and casinos. But de Villepin's boss, President Jacques Chirac, blustered last week that it was "absolutely absurd" to think of France as protectionist, and he has a point. For much of the 1990s, France was the largest recipient of foreign investment in the European Union; by the end of 2003, one in seven French employees worked for a foreign company, compared with just one in 20 in the U.S.

Such numbers persuade Goldin that globalization's boosters should not panic. Recent events that stress the rebuilding of national economic walls, he says, "are tiny compared to the overall trends in investment, trade, tourism or other forms of interchange." Sometimes, to be sure, complaints about trade and foreign ownership mask other issues. Thais may have marched on the Singapore embassy chanting "Thailand's not for sale!" but it was Thaksin, and his windfall from the sale of Shin Corp., that they had in their sights. "If [Singapore] took over a glass factory," says Kasit Piromya, a former Thai ambassador to the U.S., "it wouldn't be a problem. But this was a deal with the Prime Minister."

Perhaps above all, those who believe in the ineluctable march of globalization insist that technology—the Internet, ever-bigger container ships, multi-nation sourcing of goods that depends on sophisticated logistic software—will continue to bring the world closer together. And so it will, probably. But remember: that rudder post in Hong Kong was on the stern of a ship more than 120 m long, or six times the size of the little craft that Columbus sailed across the Atlantic a few decades later.

Yet once it had decided to turn its back on the world, all the Ming dynasty's magnificent technology was not enough to compel a change of mind.

Publicado por: Cush às março 21, 2006 01:30 AM

Os mais desfavorecidos sofrem menos porque não têm nada a perder. Quem deve estar preocupado é quem tem contas no banco.

Publicado por: Anonymous às março 20, 2006 11:20 PM

Não concordo Sr. Anonymous , eu , como pessoa Pública tenho a declarar que os mais desfavorecidos serão sem dúvida os mais penalizados , porque ser mais desfavorecido não significa que não tenham nada , têem pouco , apenas o vital, sem isso é a fome .
Imagina você do alto da sua sabedoria o que é a fome ?Não ter que dar de comer aos filhos?Perder o parco equilíbrio tão a custo conseguido ?
Já ouviu falar , da pobreza envergonhada ? Daquela classe média baixa que faz um esforço enorme para andar asseada , limpa , a viver com dignidade ,mas no limiar da pobreza ?Ao mínimo deslize não tem que dar de comer aos filhos ?

Existe uma guerra ? Quem mandou Bin Laden começá-la ?Agora é preciso vencê-la, custe o que custar e a quem custar.
A bem de um equilíbrio precário,mas equilíbrio!

Agora , conta no banco ? Que história é essa ? Seu idiota ?É vc que quer o caos ? Vá então à merda e coma-a!

Publicado por: Público às março 21, 2006 02:08 AM

Cush às março 21, 2006 01:30 AM

Eu estou permanentemente a dizer aos meus alunos de economia que o comércio internacional é uma benção DESDE QUE os fluxos de importações e exportações sejam equilibrados. Se não forem, o próprio comércio internacional conterá em si a semente da sua própria destruição. Ora, equilíbrio da balança externa implica graus de desenvolvimento semelhante entre os parceiros. Quando há desequilíbrio nesse grau de desenvolvimento há desequilíbrio das balanças externas e, mais tarde ou mais cedo, uns serão arruinados por outros. Por isso, se quisermos garantir a liberdade de comerciar, teremos de garantir o equilíbrio das balanças externas. O que só se conseguirá se os países mais desenvolvidos ajudarem os menos desenvolvidos a desenvolverem-se, fugindo à tentação da exploração sistemática. De outra maneira será inevitável o fim da globalização e o regresso do proteccionismo, embora numa base regional e não nacional. Dada a natureza humana receio que, como tantas vezes acontece na vida, os maiores defensores do comércio livre acabarão por ser os principais carrascos dessa liberdade. Por ganância e estupidez...

Publicado por: Albatroz às março 21, 2006 09:21 AM

Se (re)começam aqui os insultos eu vou-me embora para a selva.

Publicado por: Senaquerib às março 21, 2006 10:24 AM

Para que ninguém possa dizer que não sabia!

Os governantes dos Estados Unidos e da União Europeia chegaram a um consenso sobre a utilização de armas nucleares tácticas num ataque contra o Irão. Impõe-se romper a conspiração do silêncio e exigir dos chefes políticos e militares que renunciem a esta guerra nuclear apadrinhada pelos Estados Unidos.


A GUERRA QUE SE PREEPARA

Michel Chossudovsky

Entrou na fase final a preparação de uma guerra contra o Irão, com utilização de ogivas nucleares. Desde a Primavera do ano passado, intensificaram-se as idas e vindas diplomáticas entre Washington, Tel-Aviv, Ancara e o quartel general da NATO em Bruxelas. Forças da coligação EUA-Israel-Turquia, “num estado de preparação avançada”, têm realizado desde o começo de 2005 diversos exercícios militares, enquanto as forças armadas do Irão, na previsão de um ataque, realizaram, em Dezembro, importantes manobras no golfo Pérsico.

Pela sua parte, o exército israelita teria luz verde para começar os ataques no fim de Março. A data coincide com a da entrega à ONU do relatório da AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica) sobre o programa nuclear do Irão. Tenciona-se utilizar formulações ambíguas na resolução do Conselho de Segurança para justificar operações militares israelitas.[i]

Fontes militares norte-americanas confirmaram que o ataque ao Irão será muito mais importante que o ataque israelita de 1981 ao centro nuclear de Osirak, no Iraque. Haverá um importante desdobramento de forças, de nível semelhante à operação “Choque e Pavor” contra o Iraque, em Março de 2003. Utilizando todos os bombardeiros Stealth B-2, a partir da base de Diego Garcia ou nos EUA, e talvez também os Stealth Fighter F-117, estacionados em Udeid, no Qatar, ou noutros lugares, poderiam destruir-se as vinte instalações nucleares suspeitas. Outra alternativa seria visar um vasto leque de alvos iranianos, de acordo com os arsenais que se supõe possuírem armas de destruição maciça e forças armadas clássicas ou nucleares susceptíveis de ser usadas para contra-atacar as forças norte-americanas no Iraque.[ii]

Vêm aí as mini-nukes

A partir da decisão do Senado norte-americano em 2003, a nova geração de armas nucleares tácticas (Low-Yield Mini-Nukes, Minibombas Nucleares de Fraca Potência) são consideradas como “sem perigo para as populações civis”, porque explodem sob o solo. Argumenta-se que, ao contrário das armas nucleares existentes, altamente destruidoras, as mini-nukes, menos destruidoras, serão um meio de dissuasão mais eficaz.[iii] Segundo Hans Kristensen, do Nuclear Information Project, “a arma nuclear deixa de pertencer a uma categoria à parte, de arma de último recurso, e passa a ser uma entre outras”.[iv] As mini-nukes seriam portanto adequadas para manter a paz e evitar os “danos colaterais”.

Todavia, no que respeita à sua potência explosiva e à disseminação radioactiva previsível, estas bombas representam um terço da que foi lançada sobre Nagasaki.[v] Experiências mostraram que a bomba nuclear B61-11 penetra somente até 6,6 metros em terreno seco, se lançada de uma altitude de 13.000 metros. Qualquer utilização desta bomba num meio urbano ocasionaria perdas humanas consideráveis. Mesmo com uma bomba de fraca potência (menos de uma quilotonelada), a explosão abriria uma enorme cratera, projectando grandes quantidades de matérias radioactivas que emitiriam raios gama letais sobre uma vasta extensão.

Posto de comando

Um ataque preventivo com armas nucleares táticas seria coordenado pelo US Strategic Command e a base aérea de Offutt, no Nebraska, em colaboração com unidades de comando dos EUA e da coligação no golfo Pérsico, da base militar de Diego Garcia, de Israel e da Turquia. O US Strategic Command tem como mandato “supervisionar um plano de ataque global” que prevê a utilização de armas clássicas e armas nucleares, de acordo com a Nuclear Posture Review, adoptada pelo Congresso em 2002, a qual prevê a utilização preventiva de ogivas nuleares, não apenas contra os “Estados párias”, mas também contra a Rússia e a China.[vi]

Em Novembro, o US Strategic Command efectuou um importante exercício baptizado “Global Lightning” (“Relâmpago global”) – a simulação de um ataque contra um “inimigo fictício”, por meio de armas clássicas e nucleares. Na altura, a imprensa asiática supôs que o “inimigo fictício” era a Coreia do Norte, mas o momento em que o exercício teve lugar leva a crer que o objectivo foi preparar um ataque contra o Irão.[vii]

A passagem à fase operacional de um ataque global é designada como Concept Plan (Conplan) 8022, ou seja, “o plano geral dos cenários estratégicos envolvendo o uso de armas nucleares e centrado, em particular, nas novas formas de ameaça – Irão, Coreia do Norte –, assim como sobre os proliferadores e os terroristas potenciais”.

Os capangas

Desde o fim de 2004, Israel armazena armas clássicas e nucleares made in USA, na previsão de um ataque contra o Irão. Este armazenamento, financiado pelo auxílio militar norte-americano, encontrava-se quase terminado em Junho de 2005. Israel recebeu dos Estados Unidos vários milhares de “armas inteligentes lançadas a partir de aviões”, entre as quais cerca de 500 bombas anti-bunker que podem igualmente ser utilizadas como vectores de bombas nucleares tácticas. A bomba B61-11 é a “versão nuclear” da BLU 113 clássica. Pode ser lançada quase da mesma maneira que as bombas anti-bunker clássicas.[viii]

Quando da visita de Putin a Israel, o Departamento norte-americano da Defesa anunciou a venda a Israel de 100 novas bombas anti-bunker, Guided Bomb Unit-28 (GBU-28), fabricadas pela Lockheed Martin. A GBU-28, descrita como uma arma especial concebida para destruir centros de comando subterrâneos é uma das mais mortíferas armas clássicas até hoje conhecidas e pode matar milhares de civis. Foi usada quando da invasão do Iraque em 2003. O exército do ar israelita tenciona equipar com ela os seus bombardeiros F-15. Além disso, como se veio a saber em fins de 2003, submarinos Dolphin israelitas equipados com mísseis Harpoon norte-americanos com ogivas nucleares estão actualmente dirigidos contra o Irão.[ix]

A Turquia tem o seu papel neste plano. O director da CIA, Porter Gross, enviado em missão a Ancara, pediu ao primeiro-ministro turco Erdogan apoio político e logístico para o bombardeamento de alvos nucleares e militares iranianos.[x] Ancara autorizou Israel a efectuar exercícios militares e dispor forças especiais nas regiões montanhosas da Turquia, fronteiriças com o Irão e a Síria. Duas unidades israelitas, especializadas no combate ao terrorismo e na guerra de guerrilha, vão participar nestes exercicíos, cuja data ainda não foi determinada. Anteriormente, a Turquia já tinha autorizado o treino de pilotos israelitas na zona fronteiriça com o Irão.

Além disso, um certo número de países árabes limítrofes são agora parceiros tácitos do projecto militar norte-americano-israelita. Em Novembro de 2004, altos responsáveis do exército israelita assinaram, no quartel-general da NATO, em Bruxelas, um protocolo com os seus homólogos de seis países mediterrânicos – Egipto, Jordânia, Tunísia, Marrocos, Argélia e Mauritânia. Na sequência desse encontro, os EUA, Israel e a Turquia efectuaram manobras conjuntas ao largo da Síria. E em Fevereiro de 2005, Israel participou em exercícios militares e manobras “antiterroristas” com alguns países árabes.

Irão prepara-se

Os ataques aéreos contra o Irão poderiam contribuir para desencadear uma guerra numa vasta região, compreendendo o Médio Oriente e a Ásia Central. Teerão reforçou a sua defesa aérea, comprando 29 sistemas anti-aéreos russos Tor M-1. Em Outubro último, com a colaboração de Moscovo, um foguetão russo colocou em órbita um satélite espião, o Sinah-1.[xi]

O Sinah-1 é apenas o primeiro de vários satélites iranianos postos em órbita pelos russos nos próximos messes. O Irão possuirá portanto, em breve, uma rede de satélites que formarão um sistema de pré-alerta em caso de ataque israelita – o que não será grande vantagem em comparação com os poderosos espiões aéreos israelitas e norte-americanos. Além disso, segundo o SundayTimes, a Rússia assinou, no fim do mês passado, um contrato, no valor de mil milhões de dólares, de venda ao Irão de um sistema de defesa moderno, apto a destruir os mísseis e bombas teleguiadas por laser. Ficará operacional no decurso dos próximos meses.

Embora o Conplan não encare a eventualidade de uma guerra terrestre, os bombardeamentos aéreos poderiam levar a isso. Tropas iranianas poderiam atravessar a fronteira do Iraque e opor-se às forças da coligação. Tropas israelitas e/ou das forças especiais poderiam entrar no Líbano e na Síria.

Consenso europeu

Na União Europeia, nenhuma personalidade política se opôs às consultas que estão a decorrer entre Washington, Paris e Berlim. Ao contrário da invasão do Iraque, recusada no plano diplomático pela França e Alemanha, Washington conseguiu um consenso no seio da NATO, assim como no Conselho de Segurança. Consenso que abrange inclusive uma guerra nuclear.

Os “ataques cirúrgicos” são apresentados à opinião mundial como uma forma de impedir o Irão de fabricar armas nucleares. Diz-se que não se trata de uma guerra mas de uma operação militar para a manutenção da paz. O mais grave é que o movimento pacifista engoliu a mentira. O facto de os EUA e Israel prepararem um holocausto nuclear no Médio Oriente não figura no programa dos anti-guerra e dos anti-mundialização.

O que tudo isto significa é que a comunidade internacional aceitou a eventualidade de um holocausto nuclear. Cegos pela sua própria propaganda, os decisores da Europa Ocidental e da América do Norte chegaram um consenso acerca de ataques aéreos com armas nucleares tácticas, sem tomar em conta os seus efeitos devastadores. Esta aventura militar, motivada pela busca do lucro, é uma ameaça para o futuro da humanidade. Impõe-se, com urgência, um grande movimento nacional e internacional, que rompa a conspiração do silêncio, ponha este projecto de guerra no centro dos debates políticos e da atenção dos media, a todos os níveis e exija dos chefes políticos e militares que renunciem a esta guerra nuclear apadrinhada pelos Estados Unidos.

(Condensado de Horizons et débats, Zurique. Michel Chossudovsky, professor de Economia na universidade de Ottawa, Canadá, e director do Centre for Research on Globalization, é autor de The Globalization of Poverty e America’s War on Terrorism. Informação em www.globalresearch.ca)
-------------------------------------------------

[i] James Petras, “Israel’s War Deadline: Iran in the Crosshairs”, www.globalresearch.ca, 25-12-2005.

[ii] Cf. www.globalsecurity.org/military/obs/iranstrikes.htm

[iii] “Opponents Surprised by Elimination of Nuke Research Funds”, Defense News, 29-12-2004.

[iv] Japanese Economic Newswire, 30-12-2005.

[v] www.warrbirdforum.com/hiroshim.htm

[vi] Japanese Economic Newswire, 30-12-2005.

[vii] Cf David Ruppe, “Preemptive Nuclear War in a State of Readiness: US Command Declares Global Strike Capability”, www.globalresearch.ca, 2-12-2005.

[viii] Cf. Michel Chossudovsky, www.globalresearch.ca/articles

[ix] Cf. Gordon Thomas, www.globalresearch.ca/articles

[x] Deutsche Depeschen-Dienst, 23-12-2005.

[xi] Cf. Chris Floyd, “Persian Fire”, www.globalresearch.ca, de 20-12-2005.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 21, 2006 11:49 AM

NOTÍCIAS DA CRUZADA DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE

O Exército norte-americano está a investigar a morte de 15 civis iraquianos na vila de Haditha, na zona oeste do Iraque. Uma investigação da revista "Time" está a causar polémica nos Estados Unidos.

O incidente aconteceu no passado mês de Novembro. De acordo com o relatório inicial do Exército norte-americano, os soldados terão sido apanhados numa emboscada que provocou a morte de um membro do Exército. Na resposta ao ataque, 18 rebeldes e 15 civis iraquianos foram mortos.

A revista Time teve, no entanto, acesso, algum tempo depois a um vídeo captado no interior de duas casas e da morgue da vila de Haditha.

A gravação levanta outras suspeitas. De acordo com testemunhas, os 15 civis mortos terão sido alvo de uma acção de represália contra os iraquianos desarmados.

Entre os civis mortos contam-se sete mulheres e três crianças. Washington ja abriu um inquérito para apurar responsabilidades.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 21, 2006 12:49 PM


Who Is Osama Bin Laden?
by Michel Chossudovsky
Professor of Economics, University of Ottawa

A few hours after the terrorist attacks on the World Trade Centre and the Pentagon, the Bush administration concluded without supporting evidence, that "Osama bin Laden and his al-Qaeda organisation were prime suspects". CIA Director George Tenet stated that bin Laden has the capacity to plan ``multiple attacks with little or no warning.'' Secretary of State Colin Powell called the attacks "an act of war" and President Bush confirmed in an evening televised address to the Nation that he would "make no distinction between the terrorists who committed these acts and those who harbor them"....

continua em http://www.globalresearch.ca/articles/CHO109C.html

Não acredito... mas não acredito mesmo...e ponho os tomates no carril do comboio como isso não vai acontecer... que o Ocidente tome a iniciativa do uso de armas nucleares..

Ainda bem que as democracias ocidentais hoje em dia são fortes ...

Já te imaginaste ..A ver se aprendem alguma coisa ... a conviver com a mulherada de burca .. e tu sem poder beber sequer uma cerveja , nem uma pinguinha de vinho ? Só Chá ? buack...Chá .. é bom qd se é pequenino...

Já ouviste falar de Poitiers ?
Já não é a primeira vez que os àrabes tentam conquistar o nosso mundo pela força..
Maomé conquistou Meca pela força .. nunca esqueças isso.Tudo o que ele conquistou foi pela força...Bin Laden deve considerar-se seu herdeiro...

Publicado por: Cush às março 21, 2006 12:55 PM

«Is the Bush Administration Planning a Nuclear Holocaust?
Will the US launch "Mini-nukes" against Iran in Retaliation for Tehran's "Non-compliance"?»

by Michel Chossudovsky.

Este é o título do texto, em forma de interrogação. O documento ilustra a localização de todas as bases nucleares norte-americanas na Europa, até com fotografias.
Os franceses costumam chamar a este tipo de texto, «de la frime» ...

Publicado por: asdrubal às março 21, 2006 01:11 PM

Pode beber-se vinho branco disfarçado de chá?

Publicado por: Senaquerib às março 21, 2006 02:10 PM

Atenção: eu não posso perder tempo a ler textos "algo longos", ainda por cima escritos em alasquês.
Está ali já o cliente à espera que eu lhe despache o carro e ainda tenho que ligar o carburador ao tubo de escape e mudar o óleo aos pneus.
Deixem-me trabalhar!... Safa!...

Publicado por: Senaquerib às março 21, 2006 02:19 PM

... Por isso, tentar aferir do sucesso de uma sociedade apenas com base em indicadores económicos não resulta. É preciso olhar igualmente os indicadores sociais. ....

Publicado por: Albatroz às março 6, 2006 01:58 PM

...Eu estou permanentemente a dizer aos meus alunos de economia .....

Publicado por: Albatroz às março 21, 2006 09:21 AM

Então .. só agora é que dizes que és prof de economia ...hem ?

Será por causa de profs como tu .. que a nossa economia vai tão brilhante ?

Então ... vai... me explica uma coisa...nas tuas aulas ensinas poesia ? Ou tb trabalhas com indicadores económicos?Quais ?
Ou os indicadores económicos são todos uma bosta ?
Ou as ciências económicas são todas uma fraude ?
Afinal só são precisos contabilistas ?
É preciso é quem trabalhe ..produza..crie empregos ..e ..exporte ?

Será por causa disso que o superpoderoso ministro brasileiro das finanças , o António Palloci .. é médico ?

Kákáká..

Sê honesto .. foste ver o estudo dos suecos ?

Publicado por: Neto de Noé às março 21, 2006 03:33 PM

asdrubal às março 21, 2006 01:11 PM

Esse é outro artigo de Chossudovsky, posterior ao que corresponde à tradução aqui divulgada.

O original deste artigo, condensado para francês, está aqui:

Nuclear War against Iran http://www.globalresearch.ca/index.php?context=viewArticle&code=%20CH20060103&articleId=1714

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 21, 2006 04:08 PM

«Não acredito... mas não acredito mesmo...e ponho os tomates no carril do comboio como isso não vai acontecer... que o Ocidente tome a iniciativa do uso de armas nucleares..»

Coitado do Cush. Não tarda nada vai ficar capado...

«Já te imaginaste ..A ver se aprendem alguma coisa ... a conviver com a mulherada de burca .. e tu sem poder beber sequer uma cerveja , nem uma pinguinha de vinho ? Só Chá ?»

Convivo bem com todo o tipo de mulherada, tenham burca, tangas, quimonos, kispos ou a cabeça enfiada em lenços e xailes pretos como em Portugal, na Itália ou na Grécia.
Quanto ao vinho, já estive em vários países árabes e nunca tive dificuldades para beber vinho. É que eu não sou muçulmano...

Em relação à conversa da treta das «conquistas pela força», o melhor é estares calado. A menos que não conheças o básico da história universal. Podes sempre começar pela história do Brasil, a ver se aprendes alguma coisa...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 21, 2006 04:21 PM

....international terrorism does not exist... General Leonid Ivashov....http://www.globalresearch.ca

Isto é uma piada ... no minimo de mau gosto....

Então e os ataques em Madrid ? e em Londres ? e em Nova Iorque ? e no Quénia? E na Jordânia ? e no Egipto ? etc..

É o Bin Laden que te paga ?
Para o criador de uma religião .. Maomé não era violento ? Extremamente violento ?Era o quê então ? Um seguidor de Cristo ? Proclamava o amor ? Só se fosse no harém dele ...
Tu ...és é maluco.

Publicado por: Cush às março 21, 2006 04:40 PM

Só mais um pormenor ... então dás-te bem com mulheres de burca ?? Tu não és maluco .. tu és é doido varrido...fanático e machista em ultimo grau .

Publicado por: Cush às março 21, 2006 04:45 PM

....international terrorism does not exist... General Leonid Ivashov.... http://www.globalresearch.ca
Isto é uma piada ... no minimo de mau gosto....
Então e os ataques em Madrid ? e em Londres ? e em Nova Iorque ? e no Quénia? E na Jordânia ? e no Egipto ? etc..

É o Bin Laden que te paga ?
_______________________________

1 - Não me chamo Leonid Ivashov
2 - Não fui treinado nem pago pela CIA para criar uma organização terrorista
3 - O Cristo a que te referes é aquele que correu a pontapé (e muito bem) os vendilhões do templo?
4 - Eu disse que me dou bem com todo o tipo de mulheres. Não que ando a comer a toda a hora mulheres de burca ou viúvas de xaile preto. Tu és é um tarado sexual.

# : - ))

Publicado por: A ver se aprendes, ao menos, isto às março 21, 2006 05:27 PM

"A ver se aprendem" :

- «Consensus en faveur d'une guerre nucléaire
Au sein de l'Union européenne, aucune personnalité politique ne s'y est opposée».

Isto é absolutamente inverosímil. Quase mesmo infantil.
Um ataque nuclear próximo da fronteira Russa ?!
... é já a seguir.

Publicado por: asdrubal às março 21, 2006 05:30 PM

Pior a emenda que o soneto .. mais valia meteres a viola no saco e bazar..

1º Esse site onde vais buscar info está cheio de profetas da desgraça e mentirosos.

2º Expulsar vendilhões de um templo não é a mesma coisa nem de perto nem de longe comparado com as carnificinas perpetradas por Maomé ou Bin Laden.

3º Eu não me dou bem ..ou por outras plavras ..não me sinto bem sabendo que existem mulheres obrigadas a usar burca..mas pelos vistos para ti é indiferente.

4º Não sei onde foste buscar a minha taradice sexual ... mas eu sei onde percebi que és doido varrido

Publicado por: Cush às março 21, 2006 05:43 PM

O nosso amigo (M) dá-se bem com mulherio de toda a espécie. Mas... como é que ele sabe que há mesmo uma mulher dentro de uma burca? Com as variantes sexuais que há por aí... é sempre de desconfiar.

Publicado por: Senaquerib às março 21, 2006 07:27 PM

Já há muito tempo que o Albatroz disse que é profe de economia. E toda a gente sabia disso.
Bem, toda a gente menos... os retardatários.

Publicado por: Senaquerib às março 21, 2006 07:30 PM

Publicado por: Albatroz às março 21, 2006 09:21 AM

O que o Albatroz diz é que alguém devia pagar o jacto particular do senhor Eduardo dos Santos que segundo parece é mais caro que o Air Force 1 para ele gastar dinheiro com os pobres da sua terra? Mas então explique-nos porque a Estónia o país mais pobre a emergir da Europa de Leste está lançada com um crescimento económico incrível? O mesmo para a China ou Brasil? Que ajudas precisaram eles?

Alem disso você mostra que não conhece a realidade das pessoas que vivem com dificuldades.

Vou lhe contar uma história verídica. Uma família muito pobre com quatro ou cinco filhos que não iam à escola e a que por várias vezes tinha sido tirados à custódia dos país para serem resgatados pelos mesmos mais tarde. No verão viviam da apanha do tomate e vindima e no Outono iam apanhar cogumelos não sei o que faziam no resto do ano. Trabalhavam todos a sério e cada um ficava com o que ganhava, ao todo a família devia fazer uns 300 contos por mês, não é muito mas julga que juntavam algo? Viviam como ciganos e estouravam tudo o que tinham em bebida e porcarias, conheço "n" casos desses. Você devia sair da sua torre e sair para o mundo real. Conhecer a realidade dos pobres, mas não só o que se diz o porquê de certas pessoas estarem como estão. Julga que dar dinheiro a essas pessoas ajuda? Se estouram o que ganham o farão com o que não lhes custou suor.

Publicado por: AtomSmith às março 21, 2006 07:39 PM

Não digo que não deva haver justiça social ou que certas pessoas não precisem de um empurrão ou uma mão amiga. A revista CAIS é um excelente exemplo, mas é preciso ser realista e perceber o que se passa. E depois desculpe que lhe diga mas muitas vezes me parece que o seu humanismo é só anti americanismo e anti capitalismo. Devemos ajudar sim e como dizia Henry Miller começando pelo vizinho do lado, mas ajudar com sabedoria e com vista ao futuro bem-estar da pessoa e não apenas por descargo de consciência e menos ainda por estratégia politica.

Publicado por: AtomSmith às março 21, 2006 07:53 PM

... um tipo apanha um voo de avião ... Cush vê lá isso dos tomates pá que as bahianas não vão gostar... ainda tenho que te dar um dos meus ... eu também acho que a ofensiva nuclear contra o Irão está planeada há muito, mas como o presidente esbugalhado de lá também enunciou o delenda Israel, que se lixe são todos marados... salve-se a lusofonia, ao menos há alegria e saudade, agora interessava-me era perceber se isto tudo é um erro civilizacional ou uma expressão da pegada ecológica... mas lá que anda perto do apocalypse (revelação) anda...

Vivam as helicónias!

Publicado por: py às março 21, 2006 08:38 PM

e as

Publicado por: py às março 21, 2006 08:39 PM

kpk's

Publicado por: py às março 21, 2006 08:40 PM

...como dizia Henry Miller começando pelo vizinho do lado...

AtomSmith às março 21, 2006 07:53 PM

Há aí um engano qualquer. Henry Miller, a dizer alguma coisa, diria: começando pela VIZINHA do lado...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 21, 2006 08:57 PM

Vivam as helicónias!

py às março 21, 2006 08:38 PM

O quê?!
Também já há disso com hélice???

Publicado por: A ver se aprendo alguma coisa às março 21, 2006 08:59 PM

Senaquerib às março 21, 2006 07:27 PM

Meu caro, o Cush pode testemunhar (se quiser) que é mais fácil ser enganado por uma tanga em Copacabana do que por uma burka no Afeganistão.

De qualquer modo, tem-se sempre que levantar a burka, não é verdade?

Publicado por: Isso já eu aprendi há muito tempo às março 21, 2006 09:03 PM

É curioso como o meu nome vai aparecendo por aqui, mas ninguém quis comentar a minha afirmação de que a sobrevivência do comércio mundial dependia do estabelecimento de condições de equilíbrio das balanças externas dos participantes. É claro que para alguns o comércio externo e a liberalização não são mais do que as capas para uma exploração desavergonhada... A existência de equilíbrios ía estragar o carácter predatório do comércio externo, impedindo o saque das economias mais frágeis...

Publicado por: Albatroz às março 21, 2006 09:39 PM

Cum caraças. Já um gajo não pode ter um fim de semana prolongado que o Atomsmith não venha para aqui dizer baboseiras. Agora são os pobres que ele conhece e que ganham 300 contos por mês a apanhar cogumelos. Eu também sei de uns que sacam 300 por mês a apanhar nos co...gomelos mas esses não são pobres. 300 contos por mes põe-nos na classe B.

Publicado por: Caçador de cabeças vazias às março 22, 2006 03:40 AM

Ei.. já dei umas risadas...

Ontem fiquei sem net e não pude dar troco..

Mas .. na moral ... ó Senaqueribe eu sei que sou retardatário .. é que enquanto vcs andavam neste paraíso deste blog, eu estive ocupado a batalhar nos outros ( adversários ) .. tipo barna(beco) e BDE ...

Agora o Albatroz recusa-se a dialogar comigo , só dá aulas da cátedra.. fazemos um diálogo .. mas ele é surdo .. nunca me ouve ..não lhe convém..parece.Do estudo dos suecos sobre a UE ..nem um pio..se lhe ouve...cadê os teus tomates alba ?

....sobrevivência do comércio mundial dependia do estabelecimento de condições de equilíbrio das balanças externas dos participantes.

Publicado por: Albatroz às março 21, 2006 09:39 PM

Há quanto tempo Portugal tem um défice nas transações comerciais externas?
Eu que não preciso de ser prof de economia ( apesar de já ter sido (momentaneamente)enganado por uma tanga ) digo porquê..

É que em Portugal a produção seja do que for não é estimulada .. o empreendedorismo é olhado de soslaio... e enquanto assim for, nada haverá a fazer..

E agora ..mais uma provocação... enquanto o Albatroz ..nas suas aulas, não fizer um altar ao empreendedorismo , ou ainda mais provocatoriamente... ao Patronato... nada.. mas mesmo nada fará a balança das transações externas virar positiva.

Albatroz ..podes encornar toda a literatura deste mundo e do outro... podes até decorar vírgulas...mas sem empreendedorismo ...nada feito.. jamais obterás resultados...

Criatividade , capacidade de correr riscos , trabalho e mais trabalho, ambiente (impostos baixos) minimamente favorável , são as condições básicas que o empreendedorismo necessita para medrar...

Mudando de assunto...

Também já há disso com hélice???

Publicado por: A ver se aprendo alguma coisa às março 21, 2006 08:59 PM

E depois eu é que sou tarado sexual...vixe .. que dizer de ti ?

Publicado por: Cush às março 22, 2006 01:10 PM

ui,ui, uma kpkuazona à vista...

helicónias são flores tropicais, mas quanto a isso da hélice as bahianas com uma tal de reboladinha são apeladas de furacão tropical...

Somos todos meio-tarados sexuais, ou não fossemos tugas. E com muito orgulho diria eu - pretendendo falar por todos (e o meio é porque com a idade fica aconselhável o caminho do meio :)- ou não teria havido essa coisa bonita da miscenização (?), onde se misturam todas as cores e todos os traços.

Publicado por: py às março 22, 2006 02:42 PM

... entretanto isto por cá continua uma bagunça: ontem às 7h30 na 2ª Circular até chegar à A5 apanhei para aí com 10 automóveis acidentados, e alguns bem forte, em 3 acidentes distintos...

Publicado por: py às março 22, 2006 02:46 PM

...pena não dar para por fotos do Farol da Barra, ex-forte de Sto António da Barra, onde está o Museu Náutico da Bahia, onde vemos como os portugas dominavam bem a tecnologia daqueles tempos...as caravelas, au naus, os galeões, os portulanos, os astrolábios, as bússolas, os canhões...

Publicado por: py às março 22, 2006 02:50 PM

...todos os dias ao meio-dia em Salvador dispara o canhão do forte da outra ponta da Barra

Publicado por: py às março 22, 2006 02:52 PM

A Balança comercial portuguesa é deficitária há décadas. O que acontece porque a economia portuguesa não é competitiva. E não é competitiva porque o investimento é insuficiente e os gestores/empreendedores são sub-qualificados e incompetentes. Quando há empresários competentes as empresas portuguesas são competitivas, o que mostra que o ambiente económico português, ainda que deficiente, não impede o sucesso. Em tempos visitei a Iberomoldes, que é uma empresa portuguesa, gerida por portugueses e com trabalhadores portugueses, que era excepcionalmente bem gerida e era, portanto, competitiva. Temos de deixar de tentar culpar os governos pelas nossa insuficiências. Os grandes culpados são os empresários que, na sua grande maioria, não sabem gerir.

Publicado por: Albatroz às março 22, 2006 04:09 PM

Albatroz

Há para aí uns rapazes que precisam de uma explicação urgente sobre a diferença entre balança comercial e balança de transacções correntes.
E precisam que se lhes explique qual o significado da evolução da balança de transacções correntes de Portugal.
A ver se aprendem alguma coisa...

Publicado por: A ver se eles aprendem alguma coisa às março 22, 2006 05:51 PM

lindo, não?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1251531&idCanal=63

Publicado por: py às março 22, 2006 06:35 PM

... portanto a América vai para a guerra para salvar o dólar, tão simples quanto isso...como isso é inevitável e do outro lado estão uns fanáticos não há nada a fazer a não ser dar umas tiradas de ecumenismo de vez em quando...

Entretanto espero que a lusofonia fique de fora, ou quase, lembrar a participação do Brasil na 2ª guerra: bananas!

Participação na 3ª guerra: helicónias

Desde que os islâmicos fanáticos não venham cá meter o bedelho senão levam com infinitos...

Talvez caiba à lusofonia salvar o género humano

Publicado por: py às março 22, 2006 07:57 PM

70/infinito=0! (na recta acabadada)

Publicado por: py às março 22, 2006 08:00 PM

(os ortodoxos dizem: acabada)

Publicado por: py às março 22, 2006 08:01 PM

(... não vos vá fazer confusão aquela exclamação é só ênfase porque 0!=1, por convenção

ou seja, 70/infinito=0)

Publicado por: py às março 22, 2006 08:07 PM

(entretanto as boas notícias é de que a seca acabou e Portugal vai arder muito menos, parece)

Publicado por: py às março 22, 2006 10:27 PM

... faltam três anos e meio para acabar a seca.
A lagoa do fogo ainda é o que era e onde agente reza sem dar por isso.
O Sócrates só tem uma gravata vermelha e outra azul ? Não há lá em casa uma às riscas ? E o Cavaco, o Cavaco, só faz nós «em triângulo» ? Acho piroso.
Uma razão Monárquica (para o Albatroz) :
Pagamos os salários e as mordomias vitalícias a três - três - ex-presidentes. Fóra o da gravata com nó «em triângulo». Quatro. Pior do que uma maternidade. É ou não é ?

Publicado por: asdrubal às março 22, 2006 11:05 PM

vixe... esta kpk .. é minha ..

Publicado por: Cush às março 22, 2006 11:36 PM

e aí ? tudo beleza ?

Ó Py .. então o B. bloqueou ? rsss ou está bloqueando ?

Olha tem aqui neste blog uns mauzões ... bem que me podias ajudar a puxar as orelhas deles ..para ficarem cada vez maiores ao estilo daquele jegue bonito lá do sitio...

Olha hoje de manhã fiz uns bons avanços.. à tarde fui para o rio vermelho ter com o Ashock ..dar umas cantadas ..agora vou sair de novo , vou ver o Vadini que tem uma coisa ;-) para mim..rsss

inté..

Publicado por: Cush às março 22, 2006 11:57 PM

Os grandes culpados são os empresários que, na sua grande maioria, não sabem gerir.

Publicado por: Albatroz às março 22, 2006 04:09 PM

Ó Albatroz .. és escorregadio como uma enguia ... mas tem calma que aos pouquinhos vou-te apanhar..

Sabes .. qd as condições de substrato são altamente desfavoráveis ..tipo um PH 8 ou 9 .. só mesmo um gliocladium roseum se safa ... excepções.. que só confirmam a regra...

Deixa-me dizer-te que as industrias dos moldes estão a ir pelo cano..de esgoto..claro .. a culpa é sempre dos mesmos...

Uau ..passou uma murissoka em voo rasante ..pera pera ..já tenho as unhas pretas ...de novo..vixe.. bem.. não há paraíso sem uns diabinhos ...

Publicado por: Cush às março 23, 2006 12:07 AM

Anda cá enguia ... vê lá isto se te apetece ... só tu para dizeres que indicadores não servem para nada ...

....“Mississippi has been offering these deals for decades yet it is still number 49 out of 50 states in terms of per capita income,” he says......


http://news.ft.com/cms/s/2c4cb6da-ba00-11da-9d02-0000779e2340.html

Publicado por: Cush às março 23, 2006 12:34 AM

oi Cush, e ainda Cabloco, meu amigo, tens razão com isso das condições ambientais. Se o ambiente mental não é favorável ao empreendedorismo (os brazucas que simplifiquem que eu sou portuga) é muito difícil aos empresários éticos levarem as coisas para à frente.

Mesquinhice, inveja e traição. E acasos com que temos de aprender...

Um excesso de administração pública só complica os procedimentos e também andam todos a esgatanhar-se uns aos outros, e só lhes faz mal, além de que chateiam os de fora até ao fim. Isto de apesar de haver muita gente que dá o seu e dá uma grande despesa pública. Também me parece que há excesso de população em Portugal e que uns tantos temos de emigrar, como noutros tempos, e ajudamos a fixar Carbono, que de acordo com o que li num SciAm comprado no Brasil é a melhor terapia para combater as guerras e as pragas/pestes. Ora a maneira mais global de sequestrar Carbono é por plantas a crescer. Com as algas é preciso cuidado com a eutrofização das albufeiras, a não ser que se recolham periodicamente para adubo orgânico.

Na ressaca do 11 de Setembro vi uma senhora norte-americana a dizer we all have to be better people.

Asdrúbal não seja tão pessimista, parece-me, ao menos este ano chove para inverter a tendência dos últimos, não? Bem hajam por rezarem na Lagoa do Fogo. Tenho saudades do cozido das furnas a saber a enxofre :), e de escaldar um niko os pés na praia da Ribeira Quente...e da cascata...

Terras muito bonitas os Açores.

Publicado por: py às março 23, 2006 12:56 AM

prá frente

Publicado por: py às março 23, 2006 12:58 AM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=50&id_news=220177

Publicado por: py às março 23, 2006 01:10 AM

isto não deve servir de nada mas enfim também não custa dizer, sempre nos podemos lembrar de Timor-Leste:

Atão que se faça um referendum no Iraque, limpinho, para os iraquianos votarem se querem lá as tropas da ONU ou não, e que se cumpra a vontade da maioria

Publicado por: py às março 23, 2006 01:23 AM

começando por um armistício

Mas será que eles conhecem esta palavra? Islão quer dizer submissão-à-vontade-de-Allah portanto o melhor era Allah fazer lá uma aparição ou coisa assim...

É verdade que o Islão foi territorialmente muito agressivo, em cerca de 400 anos ou por aí veio porlá das Arábias e só foi detido já para lá dos Pirinéus em Poitiers pelo Carlos Martel (parece que usava martelo). E isto para o lado de cá, porque para o lado de lá foi até à Indonésia e Timor, subjugando o Hinduismo e o Cristianismo.

Bali resitiu Hindu, daí talvez também os atentados. Os balineses não gostam dos javaneses.

Timor-Leste rompeu com o cerco islâmico com um referendo, depois de muita resistência. Pode-se tentar aproveitar essa lição, não?

Publicado por: py às março 23, 2006 01:43 AM

hum... bom, mas ao menos não digam que não há sugestões musicais

Publicado por: py às março 23, 2006 02:06 AM

... e uma kpk antes de xonar...

Publicado por: py às março 23, 2006 02:58 AM

Meu caro Py
você veio com a força toda. Não há dúvida que umas férias tropicais são muito revigorantes...
Agora essa do «territorialmente agressivo» é que me deixou banzado. Eu costumo chamar-lhe imperialismo.
Você esqueceu só duas ou três coisas.
Primeiro, do ponto de vista militar e económico, esqueceu-se do império romano e do império de Alexandre (que foram de cá para lá), historicamente anteriores às ofensivas militares das dinastias árabes.
Ainda sob o ponto de vista militar e económico, esqueceu também a colonização franco-britânica no norte de África e Médio Oriente. Em especial a traição e ausência de honra no respeito pelos compromissos assumidos em relação aos árabes por parte da Grã Bretanha ao longo da primeira metade do século XX. A quase totalidade dos problemas que existem na área resultam desse comportamento indigno.
Em segundo lugar, não há nada na expansão religiosa do islamismo que não encontremos na história da expansão do cristianismo. Com uma pequena diferença: em termos de eliminação de outras culturas, religiões e povos, o cristianismo fica a ganhar com muita vantagem. Pense só no que aconteceu nas Américas.
Em terceiro lugar, a história mostra que não é por motivos religiosos que islamitas, cristãos e seguidores de outras religiões se matam uns aos outros. A religião tem sido, sim, o pretexto, quando a economia estabelece objectivos concretos «territorialmente agressivos». Muçulmanos e cristãos conviveram pacificamente na península Ibérica, antes, depois e nos intervalos da «conquista» árabe e da «reconquista» cristã. Você sabe como é pacífica a convivência de muçulmanos e cristãos na Guiné-Bissau e em Moçambique. Sabe, também, como os portugueses acolheram os judeus em mais do que uma ocasião histórica e sabe, obviamente, que apenas a extrema violência física, social e psicológica da Inquisição católica os obrigaram a sair de Portugal.
Em resumo, devemos estar alerta contra as tentativas de nos convencerem de que o que está a acontecer ou em vias de acontecer é uma guerra de civilizações, de religiões ou de povos. Não tenho nada contra os muçulmanos, no plano religioso, e não tenho nada contra os árabes, no plano cultural e social. Pelo contrário, sou capaz de ter algumas gotas de sangue árabe, à mistura com outras de sangue judeu ou fenício.
Bem sei que, ao escrever isto, corro o risco de aparecer um pateta qualquer a dizer que estou a apoiar o terrorismo e a ser «antiamericano». Mas já sabe: vozes de burro...

Espero que a readaptação à costa do Estoril lhe seja leve e que deixe de estranhar o número de acidentes por quilómetro linear. Aliás, é para estes energúmenos «rodoviariamente agressivos» que deve ir, prioritariamente, a nossa preocupação. São uma ameaça à nossa integridade física muito mais próxima e real do que a dos árabes...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 11:52 AM

Errata:
No comentário anterior, onde se lê
«...os obrigaram a sair de Portugal...»
deve ler-se
«...os obrigou a sair de Portugal...»

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 11:57 AM

A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 11:52 AM
Sangue árabe?
Mas o que é que o sangue tem a ver com a cultura ou com a religião (que também faz parte da cultura)?
Se numa mesma família há pessoas (irmãos de sangue, etc.) com diferentes hábitos, diferentes religiões, diferentes graus de instrução,diferentes culturas portanto, por que é que se está recorrentemente a associar sangue com cultura e religião? Qual é o objectivo? Dizer que há várias raças humanas ou que a cultura tem a ver com a raça?
Quando é que se deixa de confundir o hardware com o software?
Quanto a mim acho que somos todos da mesma espécie, homo sapiens sapiens; o que nos distingue é o temos armazenado nos nossos cérebros: diferentes ideias, diferentes culturas, umas compatíveis, outras antagónicas.

Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 03:51 PM

O estertor do mundo medieval ...


O mundo encaminha-se para uma era de prosperidade nunca vista .....depois de ultrapassadas questões ambientais ....a humanidade vai poder usufruir de uma muito maior distribuição de riqueza..... Prova disso já está a acontecer com a China onde cada vez maior parte da população vive melhor, na India .. no Brasil ...

Não é bom haver uma maior distribuição de riqueza ?Pq havemos de ser egoístas ?

Temos medo de nos fazer à vida ?

Quem tem tomates para pôr centenas de milhões de euros numa brincadeira ? Por exemplo um filme ?

É que digam o que disserem fazer um filme é uma grande curtição...mas só tem curtições dessas quem tem grandes e negros tomates ...

Tomates precisam-se ..é o que é...
Com medo .. ninguém vai a lado nenhum ...

No entretanto tem partes deste mundo que são medievais...que estão num estertor de mudança...
Por regra dominados por tiranos mais ao menos carniceiros ..que olhando a avalanche de prosperidade que se aproxima .. se desesperam nos métodos de perpetuar o poder..
Regra ali..é também Maquiavel...este qd escreve o manual do governante ( Príncipe) explica que em determinadas circunstâncias ..para suprimir antagonismos internos ..se pode usar a regra de criar um inimigo no exterior.. o resultado por norma costuma funcionar ...

Bin Laden e Ahmadinejad corporizam apoios nebulosos que se escondem atrás de burcas e turbantes ...acusando o exterior de todos os males ...no seu estertor medieval...

Som de fundo .. Prince's life ...S/Tabu Já Bardos ...

Publicado por: Cush às março 23, 2006 04:01 PM

" ...o que nos distingue é o que temos..."

Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 04:03 PM


Sobre a "convivência pacífica" entre muçulmanos e cristãos (e não só...) ver o post:

http://www.maoinvisivel.com/blog/archives/2006/02/o_novo_oriental.php

e seguintes.

Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 04:10 PM

Vixe .. tenho que sair... mas antes .. queria dizer uma coisa ao Senaqueribe .. qd se diz que se tem o destino traçado .. é verdade ?
Nós qd nascemos estamos programados nos nossos genes .. simplesmente fazemos +- aquilo a que estamos destinados ?

Porquê no Brasil haver tanta disparidade de miscegenação entre Portugueses e outros povos ?
Somos quase um exemplo único ...
Mais ninguém se mistura como nós .. não está isso escrito nos nossos genes ? Eu acho que sim..

O mesmo se passa em relação ao resto.. programações genéticas diferentes .....pessoas diferentes..para o bem e para o mal


PS um recadinho para a Enguia voadora ;-)..
http://www.millenniumbcp.com/pdf/Bloco_B.pdf
Portugal versus Espanha .... n indicadores ..pega lá .. para não dizeres que não te dou nada ..

Publicado por: Cush às março 23, 2006 04:18 PM

Caro (M), sim tem razão com todos os impérios que refere. Penso que você, tal como eu, não é anti-americano mas apenas anti-imperialista na acepção agressiva do termo.

Eu pelo menos sou assim, porque além da roupa americana e outro equipamento que muito gosto (o Cush passava metade do tempo a meter-se comigo) o que me faz impressão é a escalada da 3ª Guerra no 3º milénio. Mas enfim parece uma inevitabilidade ligada à testosterona, dir-se-ia.

Obrigado pelos seus votos e também por alguma coisa que vou aprendendo :)

Publicado por: py às março 23, 2006 04:49 PM

1º Parabéns a José Sócrates pelas propostas de simplificação da burocracia e a direita que ponha os olhos nele.

Publicado por: AtomSmith às março 23, 2006 07:00 PM

Publicado por: Albatroz às março 22, 2006 04:09 PM

Os gestores do estado talvez... mas a mim parecem que o problema começa no ensino e em especial nas Universidades...
Quanto à falta de investimento, você já ouviu falar em "crowding-out" Albatroz? Talvez nos pudesse falar sobre isso...

Publicado por: AtomSmith às março 23, 2006 07:10 PM

"...sangue árabe, à mistura com outras de sangue judeu ou fenício.
Bem sei que, ao escrever isto, corro o risco de aparecer um pateta qualquer a dizer que estou a apoiar o terrorismo e a ser «antiamericano». Mas já sabe: vozes de burro..."

É a primeira vez que concordo consigo, antes que volte aos disparates dos imperialismos e dos textos escritos por alienados pro-terroristas deixe-me que o felicite por um bom momento de comunhão. Eu pessoalmente tenho bastante sangue Judeu e por certo algum sangue Arabe.

Publicado por: AtomSmith às março 23, 2006 07:19 PM

Já agora Ismael e Israel eram ambos irmãos e filhos de Abraão.

Publicado por: AtomSmith às março 23, 2006 07:20 PM

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=273446&ListComment=1&CpMsgId=352022

mais uma ideia do governo... Excelente!!!

Publicado por: AtomSmith às março 23, 2006 07:30 PM

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 11:52 AM

Esqueceu-se da França...

Publicado por: AtomSmith às março 23, 2006 08:07 PM

Quak Quak...Birds of a filthy feather...quak quak

"É curioso como o meu nome vai aparecendo por aqui, mas ninguém quis comentar a minha afirmação de que a sobrevivência do comércio mundial dependia do estabelecimento de condições de equilíbrio das balanças externas dos participantes. É claro que para alguns o comércio externo e a liberalização não são mais do que as capas para uma exploração desavergonhada... A existência de equilíbrios ía estragar o carácter predatório do comércio externo, impedindo o saque das economias mais frágeis..."


Você tem a consciencia de que não está a dizer nada...ou não?

Quak Quak...Birds of a filthy feather...quak quak

Publicado por: The Pinguïn às março 23, 2006 08:15 PM

¨"…sobrevivência do comércio mundial dependia do estabelecimento de condições de equilíbrio das balanças externas dos participantes."

Quak Quak...Birds of a filthy feather...quak quak

Como você sabe a balança de transacções comerciais e a balança de pagamentos equilibram-se por si mesmas, obviamente você não se refere a esse equilíbrio que é distorcido entre outras coisas pelos proteccionismos que você mesmo defende, explique-nos então que equilíbrio é esse.

Quak Quak...Birds of a filthy feather...quak quak

Publicado por: The Pinguïn às março 23, 2006 08:36 PM

"...a balança de transacções comerciais e a balança de pagamentos equilibram-se por si mesmas..."

Sim, é o equilíbrio da caixa vazia... Quando não houver mais dinheiro para importar bens nem capacidade produtiva, o equilíbrio restabeleceu-se: Zero de importações = Zero de exportações...

É claro que há quem acredite na perpetuidade do crédito, mas eu já deixei de acreditar no Pai Natal há algum tempo...

Para mim, o equilíbrio da balança comercial é isso mesmo: valor das importações = valor das exportações. O que significaria que os países teriam o direito (não a obrigação) de limitar o valor das suas importações ao valor das exportações. Veriam como, nessas condições, os países com excedente na balança comercial aprenderiam a ir produzir junto dos mercados e não há distância, contribuindo assim para a industrialização das economias menos desenvolvidas.

A algumas pessoas não fazia mal estudar um bocadinho de economia. Nem que fosse pelo livro do João César das Neves...

Publicado por: Albatroz às março 23, 2006 10:35 PM

Esqueceu-se da França...

Publicado por: AtomSmith às março 23, 2006 08:07 PM

Não esqueci, não. Você é que se esqueceu de ler antes de escrever. Ora vá lá ler mais devagar o terceiro parágrafo.

Publicado por: A ver se aprendem qualquer coisa às março 23, 2006 10:41 PM

"...e não à distância..."

Meu Deus, HÁ dias em que se não pode tocar no teclado do computador...

Publicado por: Albatroz às março 23, 2006 10:43 PM

Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 04:10 PM

Irá perdoar-me, mas eu aprendo história nos livros que documentam as interpretações e não nos blogues onde o que se lê não passa de revelações escritas por iluminados.
Eu para profetas já dei...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 10:48 PM

Cush:
Não temos o destino traçado, não.
É certo que o nosso destino depende muito do nosso passado, mas nós somos empurrados à toa para um horizonte incerto e desconhecido e não puxados para um futuro pré-determinado.
Nunca sabemos para onde vamos porque o destino não depende só de nós. Há muitas variáveis em jogo e nós só controlamos uma parte ínfima.
Quanto à questão da miscigenação dos Portugueses com os outros povos, bem, se nós nos misturamos com eles é porque eles se misturam connosco. Portanto isso também está escrito nos genes deles. Onde é que está o "exemplo único"?

Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 10:48 PM

Publicado por: AtomSmith às março 23, 2006 07:19 PM

Cada um escreve os disparates que pode. Comparar os nossos disparates podia ser um exercício interessante, mas infelizmente não me sinto muito motivado para tal.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 10:51 PM

Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 03:51 PM

Parece-me que você não percebeu o que escrevi. E não percebeu ao ponto de me atribuir coisas que não escrevi.
Mas também não tem importância.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 10:54 PM

A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 10:48 PM
"Irá perdoar-me, mas eu aprendo história nos livros que documentam as interpretações e não nos blogues onde o que se lê não passa de revelações escritas por iluminados.
Eu para profetas já dei..."

Sim, caro (M), mas não respondeu às minhas questões das 03:51 PM.

Quanto ao resto, está perdoado. Eu perdoo sempre aos Historiadores que defendem para si próprios o exclusivo de escreverem revelações iluminadas.


Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 11:11 PM

Publicado por: py às março 23, 2006 04:49 PM

Caríssimo

Claro que não sou antiamericano. Ser antiamericano (no sentido de contra o povo americano) é tão idiota como ser antiárabe.
Quem conhece o mundo sabe que a convivência é a forma natural de relacionamento entre os povos.
Conheço um razoável e diversificado número de países e em nenhum deles tive qualquer problema de relacionamento com os seus cidadãos. Já com as autoridades não poderei dizer o mesmo...
No que se refere aos Estados Unidos – país que visito amiúde – tenho lá muitos amigos e, até, uma ex-namorada. Isso não me inibe de considerar o actual presidente um idiota chapado e a clique que o sustem um bando de neofascistas. Esta visão é partilhada por dois terços dos cidadãos dos EUA e difundida, inclusivamente, pelas cadeias nacionais de televisão. Espreite os programas do Jay Leno e verá como são tratados Bush & Rumsfeld.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 23, 2006 11:12 PM

Ora se dois terços dos cidadãos acham que o presidente é um idiota chapado, então só um terço é que não acha.
Como raio é que ele foi eleito?

Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 11:51 PM

...é que as pessoas mudam de opinião com o andar da carruagem...

Quanto a profecias não é preciso ser bruxo nem Nostradamus para alinhar algumas. O texto que se segue foi publicado poucos dias depois do editorial de JMF, na coluninha do EPC que estava de férias. Infelizmente acertei em cheio, dir-se-ia, mas falhei a tentativa de afastar Portugal da encenação.


O mesmo de sempre


No editorial de 20 de Setembro de 2002, o director do Público José Manuel Fernandes tomou partido inequívoco sobre a legitimação da iniciativa de agressão militar contra o Iraque. Finalizou o texto dizendo que “os mesmos de sempre estarão contra”. Como eu estou contra, venho dizer-lhe as minhas razões.

É triste ver a retórica “civilizada” que visa legitimar o ataque ao Iraque: Saddam Hussein é um mauzão que ameaça os vizinhos e toda a gente e como tal deve ser neutralizado, no mínimo. Como se os arsenais de armas de destruição maciça de Israel ou do Paquistão e, à cabeça, dos EUA, não fossem bem mais preocupantes… e actuantes. Ou ainda se invoca o argumento que no Iraque se vive uma ditadura, como se tal não fosse o caso na Arábia Saudita, por exemplo. O mais clarificador da hipocrisia da argumentação é que não são os vizinhos do Iraque a pedir uma intervenção, mas antes os soberanos EUA que imperialmente o decidem.

Porque a decisão está tomada, obviamente. No pensamento rasca da pragmática americana isto é assim: é preciso fazer guerra para animar a economia, controlar os recursos estratégicos, elevar a popularidade do presidente e consolidar o sentimento de identificação nacional; depois desta conclusão, há que escolher a vítima mais palatável para a opinião pública, construir o invólucro de legitimação retórica e sossegar, na contemplação narcísica de um grande espectáculo movido pela primeira potência mundial. Eu entendo o gozo masculino com um espectáculo de guerra.

Os actores principais do lado do mal do filme do princípio do novo milénio são, a meu ver, os srs Bush, Blair e Sharon ; ainda se perfilam no horizonte outros actores secundários, servis do lado do mal, entre os quais um chamado Durão Barroso. Porque a guerra é um mal e a iniciativa da agressão esclarece a responsabilidade dos agentes: está em curso a tecno-barbárie do novo milénio.

Contrariamente a José Manuel Fernandes penso que a agressão se fará sem a legitimação das Nações Unidas apenas com o apoio da Grã-Bretanha e da corrupta Europa mediterrânica e mais alguns. Honra seja feita à reserva francesa e à distância alemã. Eu que tenho orgulho lusitano, tenho agora que engolir esta vergonha. Mas ainda acrescento que no terrível espectáculo que vai vir, penso que se voltará o feitiço contra o feiticeiro.

Publicado por: py às março 24, 2006 12:52 AM

JMF ainda há uns dias afirmava que apesar de tudo o que correu mal, o mundo está hoje mais seguro sem Saddam. Eu acho exactamente o contrário.

Mas não venham pensar e dizer que eu gostava do Saddam. Não, não gostava e não gosto, mas ainda gosto menos da exportação da democracia pela força das armas, que penso que é uma nova forma de totalitarismo.

Não acham que a hipótese de um referendo sobre a permanência das tropas podia aligeirar a tensão e a carnificina na zona? Eu sei que é utopia, mas às vezes os não-lugares emergem no real.

Publicado por: py às março 24, 2006 12:57 AM

Publicado por: Senaquerib às março 23, 2006 11:51 PM

Você parte de dois princípios errados:

1 - O de que os americanos não elegem um idiota chapado, mesmo sabendo que ele o é.

2 - O de que os dois terços existiam à data da reeleição.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 01:01 AM

poucos meses depois, também no Público, publiquei este. Depois fiquei queimado, até ser despedido :)

Quem anda à chuva molha-se, né?
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A sombra do abismo

Se há coisa que me parece que normalmente as pessoas esquecem é que vivemos todos alimentados pela energia do sol - que faz o clima e a fotossíntese e a vida - e é gratuita. Este postulado deveria fazer-nos desconfiar da legitimidade ética das formas de apropriação da energia. Porque é de apropriação de energia que se trata na guerra do Iraque.

Na interpretação do professor Said Barbosa Dib a guerra é antes do mais uma guerra do dólar contra o euro, a partir do momento em que em Novembro de 2000 o ditador Saddam tomou a decisão de indexar as exportações petrolíferas do Iraque ao euro, abandonando o padrão-dólar e assim criando um facto e abrindo um precedente. Se a OPEP adoptasse essa política a desvalorização (já nítida) do dólar criaria um buraco enorme na economia dos EUA a que se seguiria um período de caos e depressão. Esse é o pânico da administração e da Reserva Federal e o sr. Bush faz o que pode para alimentar um sistema viciado em adrenalina e serotoninas: promete um grandioso espectáculo de guerra onde os EUA serão os maiores. E além disso promete substituir Saddam por outro que revogue aquela decisão, restituindo a soberania do dólar nas transações petrolíferas e na economia do mundo.

Triste civilização esta que afinal não ultrapassou a barbárie. A tecno-barbárie, variando entre o cirúrgico e a mãe de todas as bombas, aí está. Quantos milhares de civis serão vítimas da guerra?

Já faz mais de 20 anos que li a trilogia da Fundação de Isaac Asimov. Relata o livro que, no auge do esplendor do Império, o psico-historiador Hari Seldom descobre que se está à beira do abismo; com as suas projecções matemáticas calcula nuvens de probabilidades que indiciem as sequências prováveis de acontecimentos. E assim conclui que é necessário construir duas fundações secretas que reunam o conhecimento da humanidade, para que pelo menos uma sobreviva ao longo período de trevas que adviria da guerra.
Na decada de sessenta, o professor René Thom lança as bases para um novo paradigma que veio a chamar-se a Teoria das Catástrofes. Nessa teoria, as catástrofes acontecem de súbito, quando ocorre uma dobra no campo potencial. Só na estrita vizinhança do abismo é que se pode vê-lo, para quem esteja dentro do campo. Fora dele, sim, sempre se poderá ver à distância a sombra do abismo.

E é assim que não desculpo a Durão Barroso a miopia política. A partir do momento que é anfitreão dos senhores da guerra tornou-se seu cúmplice e comprometeu-nos a nós, os portugueses que estamos contra a guerra, com a própria guerra.

Publicado por: py às março 24, 2006 01:07 AM

...bom mas desde então já não publico mais sobre a guerra (ainda publiquei um : A caixa de Pandora que já perdi), e vou juntar as minhas pequeninas forças com o Cush para sequestramos Carbono, que parece a melhor terapia para amenizar as coisas e ao menos dá para brincar. Nunca tinha tido um amigo que pensasse tão diferente de mim na superfície das coisas, mas como lá no fundo gostávamos de um mundo mais feliz, não faz mal.

Publicado por: py às março 24, 2006 01:12 AM

percebi tudo... a fonte de informação do (M) ..que afinal voltou..rsss é o Jay Leno ... aquele cabelo branco ..mecha preta na frente .. fascina o (M)..

(M) .. o fascínio cega ....

Aquilo não é um programa informativo (M) .. estás confuso .. será dos teus 80 anos ??? kákáká...

Como te estás a dar com a tua derrota espantosa nas ultimas eleições ? kákáká


Publicado por: Cush às março 24, 2006 01:17 AM

Olha tás aqui :) Cush bika-me a mim em vez de de bikares o (M), afinal o que eu escrevi há anos é no mesmo sentido e eu nem conheço o Jay Leno...mads aviso-te já que não tarda nada vou xonar que ainda ando jet-laggado, e ler Viva o Povo Brasileiro

Publicado por: py às março 24, 2006 01:29 AM

tenho umas visitas aqui... hum... que ébano...rsss

Ontem conheci um norte americano ..no final do nosso encontro .. ele diz .. vc é o 1º republicano que encontro no Brasil...mas eu ...teria votado Bill Clinton..

Publicado por: Cush às março 24, 2006 02:18 AM

Oi .. bicadinhas ? ok.. mas primeiro tenho de tratar da enguia voadora ..não sem antes referir ao Senequaribe que a miscigenação acontece de nós para os outros , sejam quem forem ..desde que mexa .. e seja belo .. não nos interessa a cor , a altura .. tem é que ser belo..

Engraçado ... estes dias um amigo Indiano dizia-me que os Portugueses têm as "manhas"( na gíria ..jeito..know how) de agarrar lugares belos .. dizia ele... Goa é lindíssimo...

Qt ao destino ... é verdade que o meio tem uma influência enorme .. mas o jeito com que respondemos a cada situação esse parece que está escrito...

Chegando na enguia voadora ... podemos ver que ela fechou o círculo sem ter percebido que ficou dentro ...

....
A Balança comercial portuguesa é deficitária há décadas. O que acontece porque a economia portuguesa não é competitiva. E não é competitiva porque o investimento é insuficiente o ambiente económico português, .. deficiente, ... impede o sucesso. ..... Temos de deixar de tentar culpar os governos pelas nossa insuficiências. Os grandes culpados são os empresários que, na sua grande maioria, não sabem gerir.

Publicado por: Albatroz às março 22, 2006 04:09 PM

Tens que aprender a sintetizar ...

Então a questão é reduzida a dois vectores ... Governo ... Empreendedores ...

Ora .. os empreendedores são muitos mais do que governantes ...pq desconfiar da qualidade dos nossos genes ...??? Já demos provas incríveis de altíssima performance ...o problema não está na linhagem do povo .. da nossa fibra ..minha cara enguia voadora... logo ...está ..no ... isso .. acertaste...


Passando agora à bica ... olha Py ..qd escreveste aquilo não estava ainda no poder um sujeito que esteve envolvido no sequestro da embaixada em Teerão em 1979...lembras-te ? Era Ahmadinejad.. é .. ele que deixa cair a máscara com a arrogãncia dos doidos..varridos...se lhe pusessem um bigodinho curto .. bem debaixo do nariz...com quem é que ele fica parecido ??Que gosto comum têem ? A delenda Israel ?

Depois da queda da máscara .. que argumentos restam ?
Alguma vez alguma democracia anunciou a evaporação de algum povo ?
A guerra trava-se com esse tipo de gente... vamos continuar a fingir que não ouvimos ?
É contra este tipo de pittbulls loucos que temos que estar armados até aos dentes ...e atentos como aquele gavião lá de lençois..sempre finos .. sempre ligadões na tomada...

Publicado por: Cush às março 24, 2006 04:18 AM

Cush e nem te passa pela cabeça que esse esbugalhado foi eleito como reacção à invasão do Iraque? É que acção gera reacção...

Mas não gosto de fanáticos islâmicos, não.

(é que vim fumar um cigarro)

Publicado por: py às março 24, 2006 04:56 AM

Publicado por: py às março 24, 2006 01:29 AM

A avaliar pela hora, o Cush deve ter escrito aquilo depois de um jantar bem regado.
Só assim se compreende que ele tenha sugerido que eu não sei distinguir um talk show de um telejornal.
O que ele não sabe é que só para as mentes subdesenvolvidas a fonte de informação principal é a televisão. Quem quer estar informado tem que ler jornais.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 11:43 AM

Publicado por: Cush às março 24, 2006 04:18 AM

"um sujeito que esteve envolvido no sequestro da embaixada em Teerão em 1979...lembras-te ? Era Ahmadinejad"

Pessoas que têm por base informações como esta depois fazem os raciocínios que fazem! Uns pecam por falta de informação outros por excesso de (des)informação...sinceramente não sei quais os mais perigosos!

Publicado por: amsf às março 24, 2006 11:58 AM

Profile: Mahmoud Ahmadinejad

Mahmoud Ahmadinejad, who was elected Iran's president in June 2005, was an obscure figure when he was appointed mayor of Tehran in the spring of 2003.
He was not much better known when he entered the presidential election campaign, although he had already made his mark as Tehran mayor for rolling back reforms.
Since his election he has taken a tough stand on a number of foreign policy matters, in line with his hardline background.
Mr Ahmadinejad was born in Garmsar, near Tehran, in 1956, the son of a blacksmith, and holds a PhD in traffic and transport from Tehran's University of Science and Technology, where he was a lecturer.

There has been confusion about his role in the 1979 Islamic Revolution.

Several of the 52 Americans who were held hostage in the US embassy in the months after the revolution say they are certain Mr Ahmadinejad was among those who captured them.
He insists he was not there, and several known hostage-takers - now his strong political opponents - deny he was with them.

His website says he joined the Revolutionary Guards voluntarily after the revolution, and he is also reported to have served in covert operations during the 1980-88 Iran-Iraq war.

When he became mayor of Tehran, the former revolutionary guard curtailed many of the reforms put in place by the moderates who had run the city before him.
Iran's outgoing reformist president, Mohammad Khatami, barred Mr Ahmadinejad from attending cabinet meetings, a privilege normally accorded to mayors of the capital.
Mr Ahmadinejad reportedly spent no money on his presidential campaign - but he was backed by powerful conservatives who used their network of mosques to mobilise support for him.
He also had the support of a group of younger, second-generation revolutionaries known as the Abadgaran, or Developers, who are strong in the Iranian parliament, the Majlis.
His presidential campaign focused on poverty, social justice and the distribution of wealth inside Iran.

(BBC)

Ou seja: «Vários» americanos (funcionários da embaixada, diplomatas, militares, agentes da CIA, etc.) dizem que se lembram HOJE de um iraniano que estaria, HÁ 25 ANOS, num magote de iranianos de barba, bigode e turbante que participaram no sequestro da embaixada.
Só acredita nisso quem quiser. Em especial quem nunca esteve numa grande cidade do Médio Oriente e não pode ter uma ideia clara de como não se pode ter uma ideia clara das pessoas com quem lidamos diariamente, a começar pelos funcionários do hotel.

Como diria o aristocrata da TVI, Mahmoud Ahmadinejad é pessoa que eu não convidaria para passar comigo o fim de semana. Mas também não gosto de ser comido por parvo pela propaganda dos EUA.

Publicado por: a ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 12:39 PM

(... bem, eu como também troco um bocado arábes barbudos em grupo, não me meto nesta fofoca. Entretanto, mudando de assunto, todos nós que aqui ficámos tínhamos uma paixoneta pela Joana, não? E ainda tenho. Platónica, claro. Vamos levar isto aos mil? Depois espero que lhe dê um vipe e passe a maldacénica...)

Publicado por: py às março 24, 2006 01:27 PM

uma kpk pá Joana

“Se algum momento da vida existe, caro Sócrates, acentuou a estrangeira de Mantineia, que valha a pena ser vivido pelo homem, é esse em que contempla o Belo em si!”

Platão, O Banquete

Publicado por: py às março 24, 2006 01:30 PM

fica arábes de propósito

Publicado por: py às março 24, 2006 01:32 PM

e finalmente para a Joana et al.

(pendente de publicação...)

O sequestro de Carbono

No mês passado surgiram várias notícias que indicavam que Portugal poderá chegar ao período de aplicação do Protocolo de Quioto (2008-2012), a emitir mais 42.2 por cento do que poluia em 1990 (ano de referência) em emissões de dióxido de carbono (CO2), quando não deveria ultrapassar 27 por cento desse montante. Esta diferença de 15.2 por cento faz-nos o país europeu campeão do provável incumprimento. Essa previsão coloca Portugal sob o horizonte de uma dupla penalização, não só porque ficamos obrigados a compensar o não cumprido transferindo-o para o período subsequente (posterior a 2012), como podemos ter de vir a comprar centenas de milhões de euros em créditos de emissão para compensar o excesso das emissões como decorre do processo que a EU pondera instaurar a Portugal pela derrapagem em curso.

Sobre o lado das emissões não creio que haja saída sustentável fora de uma transformação profunda na política energética portuguesa, onde além do apoio às energias renováveis, sou hoje liquidamente a favor da energia nuclear, muito mais limpa em gases de efeito de estufa, recordando que Portugal é um dos maiores produtores de urânio do mundo, a que acresce hoje o advento dos reactores de neutrões rápidos e a tecnologia em que o lixo nuclear é quase completamente reciclado (v. Scientitic American, ano 4, nº 46, Março de 2006). Penso que é tempo de abrir o debate lúcido e sem preconceitos sobre esta tema em Portugal.

Nas emissões de CO2 os fogos florestais são um fenómeno preocupante. Por exemplo, o Brasil é dos 10 maiores emissores de CO2 do mundo à conta das queimadas da floresta amazónica. E em Portugal dir-se-ia que se instalou uma cultura pirófila, com as mais de 30 000 ignições intencionais por ano e os cerca de 300 000 hectares de área ardida só no último ano, valor que coincide com o da média dos últimos 3 anos. Este panorama releva de uma cadeia multivariada de interesses, onde ressalta que na última década as áreas totais ardidas têm uma correlação elevadíssima com as áreas de eucaliptais ardidas no mesmo período.

Na economia do Carbono existem várias valências a atender. A maravilhosa tecnologia da Natureza permite, através da fotossíntese realizada nos cloroplastos, que a luz alimente a maquinaria enzimática que permite transformar CO2 em unidades de açúcar, que depois serve em parte para queimar na respiração celular ou constituir materiais da parede celular que expressam o crescimento em biomassa. O crescimento anual dos arvoredos é assim proporcional à fixação anual de carbono, processo que é designado como produtividade primária líquida (ppl), a diferença entre o Carbono fixado pela fotossíntese e o que é libertado na respiração celular, por unidade de área, à escala de um ano..

Com os fogos florestais não só arde parte substancial do que existe, e assim se emite muito CO2, mas também é afectada a ppl dos próximos anos, que é máxima em arvoredos jovens, e assim demora cerca de 5 a 7 anos a recuperar. Este tempo de recuperação traduz-se numa perda oculta da fixação do Carbono em Portugal que valeu bastantes milhões de toneladas na última década.

Baixando drasticamente as áreas ardidas por ano, reconvertendo interesses e mentalidades na perspectiva do bem comum - o que aliás me parece ser o eixo do conjunto de medidas que o Governo tem estado a anunciar neste domínio – consegue-se automaticamente aumentar muito o sequestro de Carbono e assim compensar parte do excesso das emissões, nalguns milhões de toneladas de Carbono por ano de acordo com os meus cálculos.

Trata-se apenas de deixar crescer os matos, compartimentados em faixas com folhosas resistentes ao fogo, junto com outros povoamentos florestais, em mosaicos regrados na paisagem, na tripla perspectiva da produção de bens e serviços, da sustentação da biodiversidade e da resiliência do sistema. Tal não obsta a que se deva utilizar fogos controlados para obviar a grandes incêndios. Assim possam os proprietários e agentes compreender este horizonte global que, creio, a todos aproveitaria.

Pode-se ainda promover adicionalidade no sequestro de Carbono - uma das palavras-chave do Protocolo de Quioto. Existem soluções biotecnológicas que intervêm na rizosfera e que mostram resultados surpreendentes, operacionalizando o conceito de simbiose na natureza, e que deviam ser utilizadas nos processos de reflorestação.

A integração de Portugal no cumprimento do Protocolo de Quioto passa por atender a esta multiplicidade, reencontrando o espírito do artº 66º da Constituição da República Portuguesa onde se afirma não só o direito de todos a um ambiente equilibrado como ainda o dever de defendê-lo.


Publicado por: py às março 24, 2006 01:42 PM

A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 01:01 AM

Isso mostra que um idiota chapado só pode ser eleito por idiotas chapados.

Publicado por: Senaquerib às março 24, 2006 02:15 PM

(ah e outra coisa: quando eu vinha no voo li no Dia D que o português é a 5ª língua mais falada do mundo; ora eu sou contra o imperialismo bélico mas vou à luta no imperialismo linguístico, já que uma pessoa tem de se entreter com alguma coisa, e portanto já somos o 5º Império anunciado pelo Padre António Vieira, não? Tomando uma base per capita 1500 (cerca de 2 milhões) ou área territorial devemos ter sido os que mais nos expandimos em 500 anos. A expansão da língua ainda é mais importante do que a dos genes, por causa da poesia, das canções e sei lá que mais...)

Publicado por: py às março 24, 2006 02:26 PM

Oioi bum dgia...

É ... (M) tu é que falaste no Jay Leno .. e o programa dele não é um talk show ... é um crazy show...
Qt aos Jornais ... quais ? O Diabo ? O Avante? Ou de qual manipulador de opinião falas?É que em Portugal são todos addicted to opinion manipulation...em vez de fact reporting..
Eu por exemplo acredito na BBC... FT..

Qt ao amsf ... és tu quem garantes que o fanático não estava lá ? na embaixada ? .. qd vários ex reféns garantem se lembrar dele ? Ele não cumpre um padrão ?Bem nítido?

Qt à reacção.. pode ser verdade ... mas em tempos de guerra .. quem não tem inimigos ? Pelo menos eles que destapem a cara .. que deixem cair as máscaras ...
Almadinejad não seguiu à risca o "manual " de Maquiavel ?
É a única fórmula possível para ele ...curioso que Maquievel recomenda sempre que é preferível governar com o amor do povo.." o desejo do povo de não ser oprimido é a paixão que, segundo Maquiavel, deve orientar o príncipe..." mas Almadinejad prefere a alternativa dada pelo mesmo sociólogo a essa impossibilidade ..

Para distrair e aliviar o astral .. que tal ..

Enquete

Como ex-petistas, o que explica a monstruosa guinada de Lula da Silva para a direita e a defesa dos grandes interesses econômicos, contra os Filhos da Pobreza deste país?

1 -Lula é um traidor como Judas Iscariotes ou Joaquim Silvério dos Reis.

2-Seu projeto político só era de esquerda no discurso. Trata-se de mais um político tradicional.

3-Deslumbrado com o luxo, transferiu-se de corpo e alma para o lado de seus antigos algozes.

4-Só o Futuro trará a explicação desta Traição!

5-Todas as respostas acima.


Para distrair de vez (?) e levantar o astral ..

A little question to Mister(M) ....

De quem é este texto ?

" .. is better.. ser ousado do que prudente, pois a fortuna( oportunidade) é mulher e, para conservá-la submissa, é necessário (...) contrariá-la. Vê-se , que prefere, não raramente, deixar-se vender pelos ousados do que pelos que agem friamente. Por isso é sempre amiga dos jovens, visto terem eles menos respeito e mais ferocidade e subjugarem-na com mais audácia".

Não digas que não te facilitei a vida ...

e finnaly para ti minha enguia voadora quase guisada ..

Qd se fala de ambiente propício para oportunidades serem agarradas .. ( negócios) o que é que tu me dizes da maneira como as diferentes lideranças da esquerda têem feito o seu padrão ?
Durante os ultimos 30 anos as esquerdas não têem associado o síndroma anti patrão?
Pq que é que a função pública é preencchida maioritariamente por votantes à esquerda..pq não se quer ter um patrão ?
Pq a esquerda insiste tanto em que mais Estado é bom ?
Pq o Estado é melhor do que nós para gerir o nosso dinheiro ?
Onde estão os resultados ? Já não chega de bater no ceguinho ?
O estado exporta alguma coisa ?

Então o IVA agora aí em Portugal já está no 21% ? É essa a solução ? Da Esquerda ?
Está a manter o padrão ...nitidamente

Afinal de quem é a culpa ? Quem é a pessoa de bom senso que se aventura a fazer um acto empreendedor com um sócio gordo ,perdulário, vesgo,desconfiado ,presunçoso e preguiçoso ?and last but not least ..ainda por cima ...passa a vida a denegri-la .. a pôr escolhos no caminho ... é preciso ter cara de pau..

Sem patrões não há exportação... sem patrões não há empregos sustentáveis ...sem massa crítica minima de patrões ... os empregos ficam mais fragilizados ...pq há menos procura ...

Não se pode passar a vida a dizer mal de quem cria empregos ...a alimentar o síndroma antipatrão..

É que com este tipo de lavagem de cérebro .. depois as empresas não rolam bem... são estados de espírito que não vivem em paz..por causa disso é muito dificil encontrar uma empresa em Portugal a trabalhar com alegria .. estão sempre todos taciturnos .. desconfiados...

Não é assim que vamos melhorar ...assim não se inova..que é a pedra de toque..

Publicado por: Cush às março 24, 2006 02:40 PM

(em relação ao 5º Império do PAV tem que ser interpretado analogicamente)

Publicado por: py às março 24, 2006 02:41 PM

Boa ..Py... muito boa ..uau..isso... é tomates ...

O (M) esquece-se que o sequestro da embaixada durou mais de um ano .. é tempo suficiente para fixar rostos ..pela sua repetição .. é não ?

Claro .. que ele ia confirmar que lá estava ....e as testemunhas dele tb são fidedignas..

Publicado por: Cush às março 24, 2006 02:49 PM

Bem parece que afinal Judas não foi traidor nenhum, conforme reli aí em Salvador. Cristo indicou-o para cumprir a missão de denunciá-lo e etc., porque era a maneira de a sua mensagem perdurar. Judas não aguentou a dor, conforme se sabe.

Quanto aos patrões há uma longa história de empregos mas também de exploração. Chamemos-lhe antes empresários, empreendedores, como me ensinaste.

Publicado por: py às março 24, 2006 02:52 PM

Qt aos Jornais ... quais ? O Diabo ? O Avante? Ou de qual manipulador de opinião falas?É que em Portugal são todos addicted to opinion manipulation...em vez de fact reporting..
____________________

Cush, man, isso é uma visão um bocado provinciana.
Refiro-me ao New York Times, ao Washington Post, ao Miami Herald, ao Los Angeles Times. De costa a costa, estás a ver?
E à esmagadora maioria dos jornalistas e comentadores políticos americanos. Mesmo republicanos.
E às sondagens, que nos EUA são um bocadinho mais elaboradas que o totobola a que se está habituado em Portugal.
Já viste os resultados das últimas sondagens? Sabes que a taxa de aprovação do imbecil já vai em 30%? Por este andar chega aos 0,1 (a décima é para a Casa Branca) antes do fim do mandato.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 03:00 PM

Publicado por: Cush às março 24, 2006 02:49 PM

Conheces aquela expressão que a BBC usa quando as fontes não são fiáveis?:

«Não foi possível obter confirmação de fontes independentes»

Sabes o que isso significa, não é verdade?

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 03:06 PM

Publicado por: Cush às março 24, 2006 02:49 PM

Chega-se à conclusão que o Cush também esteve sequestrado na embaixada americana em Teerão. Ele tem mais informações sobre o iraniano que os fuzileiros ou os funcionários da embaixada (que andavam distraídos, claro).
Segundo o Cush, o Almadinejad não só esteve no sequestro como esteve um ano inteiro na embaixada.
Não me faças rir que vai a passar um enterro

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 03:14 PM

Curioso .. sabias que o Lula tb já vai à frente nas sondagens e só tem 31% ... e esta ? hem ?

Eu habituei-me a tentar observar padrões para discernir melhor .. e reparei que nunca trazes novidades dos ..." New York Times, ao Washington Post, ao Miami Herald, ao Los Angeles Times. De costa a costa, estás a ver?..."

Por isso é que se apanha mais depressa um mentiroso que um coxo...


.. Conheces aquela expressão que a BBC usa quando as fontes não são fiáveis?:...

«Não foi possível obter confirmação de fontes independentes»
Sabes o que isso significa, não é verdade?

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 03:06 PM

Estás a ver como és manipulador ? És jornalista ?

A BBC não utiliza aquela expressão para qd as fontes não são fiáveis ... usa quando simplesmente não consegue ter fontes independentes .... indepentemente se as fontes são fiáveis ou não..

Pq que é que és assim ?

Queres melhorar ..ou não? rss

Ah .. ainda não adivinhaste de quem é o texto ?

e agora preciso de trabalhar .. estou com apetite de leão .....

Publicado por: Cush às março 24, 2006 03:31 PM

engraçado, por agora tem um toque poético,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=220806

(deixa para lá o depois)

Publicado por: py às março 24, 2006 04:42 PM

"Portugal é o país da União Europeia com a taxa mais elevada de abandono escolar (41,1%), mais do dobro da média comunitária (18,1%)"

Do que eu me apercebi disto no superior, é que os responsáveis faziam os exames demasiado difíceis, sobretudo nas matemáticas, com a mania de seleccionar os melhores..., e esmagar os outros, e entretanto dava muito jeito para fazer crescer os departamentos. No secundário não sei bem...

Publicado por: py às março 24, 2006 04:46 PM

«Curioso .. sabias que o Lula tb já vai à frente nas sondagens e só tem 31% ... e esta ? hem ?»

>>> Andas muito confuso. Uma coisa é a taxa de aprovação do presidente dos EUA, outra, completamente diferente, são as sondagens no Brasil para futuras eleições presidenciais.

«Eu habituei-me a tentar observar padrões para discernir melhor .. e reparei que nunca trazes novidades dos ..." New York Times, ao Washington Post, ao Miami Herald, ao Los Angeles Times. De costa a costa, estás a ver?..."»

>>> Continuas a fazer muitas confusões. Agora até me confundes com a Associated Press ou com a Lusa. Eu sou leitor e não distribuidor de textos de jornais. Se estiveres interessado em adquirir alguma informação vais aos sites desses jornais. Aqui no Semiramis transcrevo o que me apetece e julgo mais conveniente.

.. Conheces aquela expressão que a BBC usa quando as fontes não são fiáveis?:...


«A BBC não utiliza aquela expressão para qd as fontes não são fiáveis ... usa quando simplesmente não consegue ter fontes independentes .... indepentemente se as fontes são fiáveis ou não..»

>>> Vá lá, mais uma liçãozinha. Para a BBC (e para todos os media sérios) as fontes não independentes não são fiáveis. É dos livros.

«Ah .. ainda não adivinhaste de quem é o texto ?»

>>> Para te falar com franqueza, nem sequer me preocupei com isso. Os testes nunca me estimularam por aí além... Mas como a actividade te atrai, se quiseres vou aqui à minha biblioteca e faço umas vinte transcrições para veres se adivinhas os autores.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 05:45 PM

Vejam lá que texto engraçado de um dos pais intelectuais da direita portuguesa:

Os partidários da guerra

Vasco Pulido Valente

Os defensores da política intervencionista ou, como hoje se diz, "pró-activa" da América no Médio Oriente persistem em ver vantagens na invasão do Iraque. Mas reconhecem que se fizeram "erros" e, sobretudo, reconhecem que, apesar de um patético simulacro de eleições, não está garantida a segurança das pessoas. Infelizmente, sem segurança não há nada e é nítido que, pela própria argumentação dos partidários da guerra, a probabilidade de a garantir se torna dia a dia mais vaga e mais remota. Começam eles por lamentar que a América não tenha mobilizado um verdadeiro exército de ocupação, como na Alemanha em 1945. Mas não percebem que um exército de ocupação exige uma forma qualquer de recrutamento compulsório, que a América nunca aceitaria.
Dizem depois (contraditoriamente) que a violência, ou o terrorismo, como quiserem, só "afecta" (desculpem a palavra) quatro províncias, dando a entender que o resto do país vive em relativo sossego. Além de falsa, esta ideia não exibe uma especial inteligência. Não interessa a extensão do território pacífico ou "pacificado". Interessa saber se existe alguma maneira de impor e assegurar uma ordem geral. Os partidários da guerra costumam criticar a dissolução do exército de Saddam, sem pensar que grande parte desse exército se dissolveu por si e que o resto, sendo largamente sunita, não servia, muito pelo contrário, para policiar uma sociedade que o detestava. Esta asneira ressuscitou, transfigurada, no projecto de treinar um novo exército iraquiano que substitua o americano. Como o primeiro curioso não ignora, um exército, qualquer exército, assenta fundamentalmente numa unidade mínima do poder político. Sem ela, não passa de um conjunto de bandos militares, como, aliás, sucede no Iraque.
Pior ainda: pelo Iraque inteiro mandam as milícias: milícias curdas, milícias sunitas, milícias xiitas. Moqtada al-Sadr, por exemplo, um xiita radical, comanda entre 8.000 e 10.000 homens, pagos pelo Irão; Bayan Jabr, outro xiita e ministro do Interior (!), comanda 12.000. Com o desespero e o atrito, estas forças tendem naturalmente a crescer e, por todo o lado, se contratam mercenários, de que já há no Iraque pelo menos 25.000. Os partidários da guerra admitem que a América precisa de mais gente, de mais dinheiro e de mais tempo, de muito mais tempo, para que a política "pró-activa" não acabe num absoluto desastre. Mas com a popularidade de Bush a descer, suspeitam que o fim da aventura se aproxima e vêm outra vez com a velha história sobre a "fraqueza moral" das democracias. Sobre a suficiência, a ignorância e a cegueira que levaram ao beco sem saída da "intervenção" nem um pio.

No Público

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 05:49 PM

estou a fazer um litle break.. fui ver esse link... sim ..boas noticias parece que vai haver mais distribuição de riqueza ...
Reti que o Sócrates achou a meta no ensino ambiciosa .....é pena ..ele deveria querer era ultrapassá-la ..
E tb que o nuclear não está na agenda dele .. pq será ?Anda distraído..?Já devia estar a inaugurar..

É verdade .. depois de teres colocado esse teu texto aí em cima ...
Publicado por: py às março 24, 2006 01:42 PM.......

o (M) deve andar intrígadissimo .. mas olha que é menino para chegar lá .. que achas ?
O resto da galera é mais tranquila ..

Publicado por: Cush às março 24, 2006 05:59 PM

Oioi .. mandei-te um email..vai ver..

Publicado por: Cush às março 24, 2006 06:32 PM

«o (M) deve andar intrígadissimo .. mas olha que é menino para chegar lá .. que achas ?»

Intrigadíssimo?! Só tu me fazias rir agora. Se eu quisesse ser maquiavélico dizia-te há quantos anos li esse livro pela primeira vez...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 06:41 PM

Cush eu já não ligo muito aos lá fixos, só aos lá variáveis, porque é mais engraçado. Não sei se para ti existe um lá de todos os lás, mas espero bem não ir lá parar já, senão o carrinho de cachorro-quente não acontece por exemplo, e outras coisas práticas... E entretanto aprendo coisas interessantes, o que não quer dizer que não aprenda com outros, por exemplo foi contigo que firmei juízo líquido favorável à energia nuclear em Portugal, coisa que antes estava confusa, e também fiquei atento a essa história da eólica mexer com as correntes atmosféricas, que não me tinha ocorrido que pudesse ser significativo.

Entretanto lá a guerra no berço da civilização já não me interessa (quase) nada - o que tinha a fazer já fiz, e a última foi propor o referendo para o Iraque, pega quem quer, se quiser.

Eu curto é a lusofonia. Acho graça a todas as línguas, mas as outras enjoam-me ao fim de 5 minutos.

Publicado por: py às março 24, 2006 06:42 PM

Ei, ei, ei...
Um bocadinho mais devagar.
Que história é essa de a eólica mexer com as correntes atmosféricas?
Estamos a falar de quê?
Isso é algo novo?
É que os moinhos de vento nunca mexeram com nenhuma coisa atmosférica.
O que é que os geradores eólicos têm de novo para perturbarem tanto os ventos?

Publicado por: A ver se aprendo alguma coisa às março 24, 2006 06:49 PM

... meu caro sabe como é a tentação de negociar uma cabazada de eólicas, quem sabe se florestas de eólicas, ou mesmo linhas contínuas de eólicas nas cumeadas, para rentabilizar (coisas da TIR). Estou a favor de eólicas em núcleos pequenos dispersos, mas não de soluções continuistas de eólicas na paisagem. De facto os ventos fazem-se para compensar diferenças de pressão e se há uma grande resistência pelo caminho podem alterar caminhos e microclimas, parece...

Publicado por: py às março 24, 2006 06:56 PM

caminhos atmosféricos, obviamente.

Publicado por: py às março 24, 2006 06:58 PM

além de que acho ilícito obrigar a passarada a desportos absolutamente radicais, embora já não veja mal em que possam treinar se lhes apetecer

Publicado por: py às março 24, 2006 07:05 PM

Se O Vasco Pulido Valente é um dos pais intelectuais da direita portuguesa.... então eu não sou de direita ... eu vou é fazer como aquela sugestão de um conhecido político , noticiada tb no Público de ontem , que abandonou o BE , que dava uma ideia muito gira ; Que teria sido melhor chamar ao BE .. em vez de Bloco de Esquerda seria melhor Mosaico de esquerda ...eu sugeriria que se lhe tirasse o esquerda poderia ser uma belíssima ideia..

O Mosaico pressupõe diversidade .. a direita tem ideias boas .. a esquerda tb as terá ;-)rsss.. vou é juntar daqui e dali e qd me perguntarem se sou de esquerda ou de direita .. direi que sou Mosaico.

Ser só de um lado ou do outro é uma prisão...

;-)

Publicado por: Cush às março 24, 2006 07:33 PM

por falar em diversidade e voltando à política energética: que fique esclarecido então que eu não sou contra as eólicas, como também não sou contra as marés, a solar, o nuclear, o gás e o petróleo. Acho é que é de fazer uma mistura disso tudo por forma a que se corrija rapidamente a doentia (e perigosa) dependência absoluta do petróleo, num queijo, que sustente a independência nacional em termos energéticos, promova integrações de mais-valia e know-how também português, etc. Mas isto para mim é apenas o que seria obviamente sensato de fazer e coisa que muita gente já pensou

O mosaiko é herança romana. Belos mosaicos em Conimbriga e sobretudo no Museu do Bardo em Tunes, e em outros lados. Também em Salvador lá está a calçada portuguesa, às ondas, como aqui em Cascais ou em Lisboa.

Lembrei-me agora que ao entrar num grande café em Tunes deparei-me com uma multidão de árabes e berberes barbudos sentados em muitas mesas, no meio de uma nuvem de fumo colectiva, quase todos parecidos uns com os outros, arrumáveis em grupos de magros (muitos) e gordos (poucos)... eu entrei por ali adentro, sentei-me... e no paso nada

Publicado por: py às março 24, 2006 07:58 PM

Vamos lá por partes.

Soluções continuistas de obstáculos na paisagem são as florestas de betão que surgem como cogumelos um pouco por todo o lado.
Não restam dúvidas de que um bairro de prédios de dez a vinte andares constitui um obstáculo maior do que a mesma área de eólicas. E não é isso que altera as correntes atmosféricas.
Se as eólicas provocam alterações climáticas, o que se poderá dizer de Manhattan?

O argumento do obstáculo também é muito exagerado. Basta ver o perfil de uma torre eólica para se perceber que não oferece muita resistência aos ventos. Para não falar da hélice, que propulsiona os ventos sem lhes alterar sensivelmente a direcção.

Mas a questão essencial é outra. Os ventos resultam das diferenças de pressões criadas pelo aquecimentos das massas de ar, em geral sobre os oceanos. Não é por acaso que os furacões nascem todos sobre o mar (onde, presume-se, ninguém pensa instalar eólicas).
As pressões em presença e as correntes geradas são de dimensão cósmica. Um leigo tem a tendência para reduzir as correntes atmosféricas aos ventos superficiais que se sentem na cara. Mas basta pensar na altura da atmosfera e na velocidade dos ventos que percorrem as camadas superiores para se perceber que não é um minúsculo campo de eólicas que altera seja o que for nas correntes atmosféricas.
Se algum efeito sobre o clima as eólicas tivessem, seria o de contribuirem para o seu equilíbrio, pois introduzem menos energia do que as centrais nucleares (mesmo refrigeradas) no grande sistema termodinâmico que é a Terra. Mas nem isso me parece de considerar.

Onde a porca torce o rabo é no que se refere às aves. As eólicas em funcionamento são, para as aves, autênticas picadoras Moulinex. Mas a história natural ensina-nos que a bicharada adapta-se com facilidade ao meio (incluindo o homem). Caso contrário não poderia haver progresso tecnológico.
Além do mais, neste tempo de gripe das aves, quem sabe se as eólicas não ajudariam a resolver o problema?

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 08:02 PM

muito bem argumentado! Mesmo assim meu caro não acha que alguma prudência faz sentido? No sentido de evitar soluções continuistas extensas na paisagem? Recordo-lhe que os modelos climáticos são caóticos ou sejam manifestam dupla dependência sensível dos valores dos parâmetros e das condições iniciais. Claro que uma coisa são os modelos outra o sistema a que se referem. O sistema ad limite é-nos inacessível, creio, e temos de nos reduzir aos índices desse mesmo sistema, os modelos, donde me parece que devemos reter que não foi por acaso que dali nasceu a Teoria do Caos, em 1968 (ou 67, nunca sei bem), com o modelo de Lorenz.

O problema de quando o insignificante se torna significativo ou de quando o ruído se transforma em informação, merece sempre uma boa cachimbada.

Não pensa assim, meu caro?

Mas confesso que me tinha escapado esse aspecto preventivo em relação à pandemia... mas recordo-lhe os gatos :) e as raposas?

Publicado por: py às março 24, 2006 08:16 PM

(entretanto também não nos devemos esquecer dos frescos, por exemplo os de Pompeia...)

Publicado por: py às março 24, 2006 08:19 PM

...mas às tantas estamos de acordo, não?

Publicado por: py às março 24, 2006 09:14 PM

Chi, a nós basta-nos reduzir os fogos para ficar logo melhor, embora não chegue, agora estes estão apertados:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1251771&idCanal=101

Publicado por: py às março 24, 2006 09:31 PM

Ah! Mas aí estamos inteiramente de acordo. É necessária uma evolução equilibrada. As leis do Universo e da Natureza regem o equilíbrio.
Um equilíbrio que, às vezes, atira os sistemas para a entropia. O que vale é que existe o tal caos, que introduz um factor aleatório e desequilibra tudo outra vez.
E se, pergunto eu, os próprios sistemas não-integráveis fizerem parte desse mesmo equilíbrio? Temos aqui um bico de obra.
É um facto que até uma simples partícula pode ter movimentos caóticos.

Parece-me que a teorização do Lorenz não é de 67 ou 68, mas um pouco antes. Aí para 61 ou 62. É, pelo menos, o que a minha memória regista na minha cronologia comparada.
Já que falamos nisto, você sabe que Einstein teorizou sobre os fenómenos que deram origem à teoria do Caos uns 50 anos antes de Lorenz? Está tudo numa comunicação intitulada «On the quantum theorem of Sommerfeld and Epstein», publicada em 1917. Einstein chamou aí a atenção, pela primeira vez, para a não banalidade do limite semiclássico de sistemas caóticos.

Também partilho o seu interesse pela discussão das situações em que o insignificante se torna significativo. É apaixonante no plano científico. Mas também no domínio do social — é assim que surgem as revoluções.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 09:35 PM

corr:

reduzir muito os fogos, embora não chegue,

Publicado por: py às março 24, 2006 09:36 PM

...ora lá aprendi eu outra vez alguma coisa... não fazia idéia de que o Einstein tinha antecipado a Teoria do Caos! Também já li a referência a 1963 num livro, 1967 noutro e 1968 ainda noutro, portanto com a sua deixa recuemos para o princípio dos anos sessenta.

Creio que o tal bico-de-obra será talvez um meta-equilibrio dinâmico, não? Mas incorre-se mais uma vez na tentativa de tudo abranger, essa velha tentação do espírito... :))

... mas fico contente e descansado de estarmos de acordo em relação ao fundo da questão, o que só me vai atiçar o apetite para uns queijinhos de Nisa, devidamente rentrés na minha dieta. Saudades! A arma secreta do Ti Piedade só vai ser usada no domingo...

Publicado por: py às março 24, 2006 09:49 PM

...Se algum efeito sobre o clima as eólicas tivessem, seria o de contribuirem para o seu equilíbrio...


Ilustríssimo (M)... sabes .. que existem mapas eólicos .. eu qd vim para o Brasil ..por brincadeira ( mais ao menos ) andei a ver esses mapas para tentar perceber melhor detalhes giros .. constatei que existem verdadeiros pipelines de vento ...

Por outro lado sendo a atmosfera tão fina .. a bem dizer .. de lisboa a alverca .. daí para cima é tão rarefeita que é só para Inglês ver ...

Se os ventos se deslocam das altas pressões para as baixas ... usando canais preferenciais ... e constantes .. se começarmos a criar resistências e mais resistências nesses canais .. vai ter de ser gerada uma força adicional equivalente na fonte para compensar...

Onde está o equilibrio ?

A atmosfera está farta que briquem com ela ..


Aquela brincadeira do texto ..para adivinhares era a paga do outro textinho que puseste do Berthold sobre os tubaros .. e viraste-te para a galera a perguntar se sabíamos .. então agora ..já que sabes tanto .. pensei que ias gostar da graça ... até deixei uma pista (M) de Maquiavel...bem .. não acertaste .. tou a ganhar 1-0... rsss ( não te zangues .. que eu gosto de pegar contigo ..) tens um special flavour .. um je ne sais quoi ...)

Tu realmente entendes algumas coisas .. és fraco mesmo é na politica... sabes quem fazes lembrar ? O Abrunhosa .. esse na música é altíssimo nível.. na politica ... vixe.. oxe.. vê tudo ao contrário... e fora do tempo ..passa a vida a fazer robato .. mas isso é outra dança...

Publicado por: Cush às março 24, 2006 09:56 PM

Publicado por: Cush às março 24, 2006 09:56 PM

Quem ri por último é quem ri melhor...
Ora vai lá espreitar:

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 06:41 PM

# : - )))

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 10:10 PM

Publicado por: Albatroz às março 23, 2006 10:35 PM

"Zero de importações = Zero de exportações..."

Que é isto Albatroz você anda a treinar para novo Jorge Sampaio?

"Para mim, o equilíbrio da balança comercial é isso mesmo: valor das importações = valor das exportações. O que significaria que os países teriam o direito (não a obrigação) de limitar o valor das suas importações ao valor das exportações. Veriam como, nessas condições, os países com excedente na balança comercial aprenderiam a ir produzir junto dos mercados e não há distância, contribuindo assim para a industrialização das economias menos desenvolvidas."

Albatroz você contradiz tudo o que disse até aqui? Ou você não sabe o que anda a dizer? Ou está à espera de convencer alguns retardados que andam por ai que não sabem distinguir PIB de variação do PIB?

Vamos analisar com calma…


“, os países com excedente na balança comercial aprenderiam a ir produzir junto dos mercados e não há distância, contribuindo assim para a industrialização das economias menos desenvolvidas."

A China, o Brasil, a Venezuela, o Peru, a Colômbia que têm superávites no saldo da balança comercial (e no caso da China tem concretamente superavite no saldo da balança comercial com os EUA), deviam portanto “aprender a ir produzir junto” dos mercados, mas que mercados???


Publicado por: The Pinguïn às março 24, 2006 10:10 PM

Cush, man, a troposfera varia entre 12 e 17 quilómetros de altura.
As correntes atmosféricas desenvolvem-se em canais com 12 quilómetros de altura.
Repara bem. Compara os vinte ou trinta metros das eólicas com 12 quilómetros.
É 600 (seiscentas vezes) mais, man.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 10:16 PM

bem ...afinal ..o (M) não é assim tão burro rsss...olha lá .. mas não era a isso que eu me referia ...para andares intrigado ..mas deixa pra lá....é melhor assim mesmo..

..não existe nada como uma boa distracção para afastar do essencial...

Então só eu te fazia rir ? Andas triste ? O que se passa ?

Publicado por: Cush às março 24, 2006 10:21 PM

Com o Cavaco na Presidência e o Sócrates no governo, achas que não é para se andar triste?

Publicado por: a ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 10:27 PM

Bem o equilíbrio de que falei é este Ex - Im =0, este equilíbrio ocorre naturalmente porque, supondo a balança comercial entre o nosso país (quando tínhamos escudo) e outro, se o nosso país importar mais do que exportar a nossa moeda será depreciada em relação à do outro país devido à maior procura de moeda desse país. A depreciação da nossa moeda faz com que os bens produzidos nesse país fiquem mais caros para nós e haja menos procura pela nossa parte desses bens e portanto haja uma redução nas importações, por outro lado os bens que produzimos ficam mais baratos para esse país e as nossas exportações aumentem e assim este efeito faz com que as exportações tendam a ter valor igual ao das importações.

Publicado por: The Pinguïn às março 24, 2006 10:37 PM

Já agora afirmei há uns tempos que o défice da balança de transacções correntes e já agora da balança comercial podia ser positivo para um país na situação dos EUA, acontece que o défice dessas balanças atingiu já um valor tão elevado nos EUA que segundo os especialistas no assunto não é nada positivo par o dólar ou para a economia norte-americana. O que está a segurar o dólar é a restrição monetária do FED que faz subir as taxas de juro, mesmo assim o banco Central Europeu já iniciou uma política de restrição monetária e o Banco do Japão prepara-se para fazer o mesmo, por isso dólar vai continuar a ter tendência a baixar em relação a essas moesdas o euro e o ien.

Publicado por: AtomSmith às março 24, 2006 11:03 PM

(eu isto das balanças ainda ando a aprender, mas confesso que ainda não sei distinguir a comercial das transacções correntes, e pior ainda não consegui atinar com a dívida externa e a dívida pública, koisa antiga, mas também não faz mal porque invoco The Portuguese diamond: a fatal blue stone as vezes que forem precisas, agora os queijinhos de Nisa já mamei dois, dedicados à atmosfera deste divertido e interessante clube e não tarda nada vou xonar :))

Publicado por: py às março 24, 2006 11:09 PM

"Com o Cavaco na Presidência e o Sócrates no governo, achas que não é para se andar triste?"

Ultimamente ando feliz com o Sócrates e o governo, com as medidas para simplificar a burocracia e o encerramento previsto de 24 repartições de Finanças. Espero que também melhorem o atendimento nas repartições de Finanças e outros serviços públicos. Acho que deviam pôr lá capatazes com chicotes a admoestar os funcionários públicos e sempre que eles fossem antipáticos, arrogantes ou indolentes zás apanhavam uma chibatada...

Publicado por: AtomSmith às março 24, 2006 11:17 PM

Ei Pinguim... boa.. sabes quem me fazes lembrar ? cof .. a finada ..
Andas com uma vontade de escrever mais .. hum..mas se escreveres mais..

E a ti O sabe tudo menos politica ...tb é uma boa .. olha lá .. então posso andar descansado ? gracia man..

Publicado por: Cush às março 24, 2006 11:18 PM

eh pá isto deve ter sido barra pesada:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759308

(ui, ui e está uma koisa tão boa à vista, mas vou-me retirar e espero que a papem (chatices do kaminho do meio!) e agora se te pões aos insultos, patinhas, mando-te o pynto abaixo e não levas o prometido amanhã, ouviste?)

Publicado por: py às março 24, 2006 11:28 PM

py às março 24, 2006 08:19 PM
em Pompeia, mais precisamente no Lupanar está lá um fresco que representa um fauno com um grande mangalho - e está a pesá-lo numa balança - tem qualquer coisa a ver com virilidade, afirmação masculina esse tipo de coisas. Vem isto a propósito de, para ti, ser quase impossivel poderes pesar os tomates. É preciso ter as peles já muito mirradas para ires pró jornal do José Manuel fernandes queixares-te do "aparelhismo". Já viste bem a quem é que fizeste o frete para denegrires o BE?
Lindo!
nem sei pq é que entraste para aquilo, se tens tantos pruridos em integrar-te em qualquer coisa colectiva

Publicado por: xatoo às março 25, 2006 12:36 AM

Vixe .. a próxoma é minha ..

Publicado por: Cush às março 25, 2006 12:44 AM

é minha ..

Publicado por: Cush às março 25, 2006 12:45 AM

plim plão 888.. bela ...

Publicado por: Cush às março 25, 2006 12:46 AM

hi,hi, não há como um cigarro a desoras, e felizmente o Cush já tratou do assunto que me impediria de comentar...

Quanto a ti xatoo, sim é o Príapo, que vi lá obviamente...

Enganas-te são grandes e pesados.

Estive lá 5 anos, já chega, deixei aquelas deixas para vocês pensarem..., se quiserem, que para mim já foi.

Eu gosto de movimentos, coisas de geometria variável, não gosto de partidos, esquemazinhos de bastidores, como (infelizmente?) voltei a descobrir.

De resto, não me queixei de coisa nenhuma, cheguei, fui entrevistado pelo telefone e contei as razões que me fizeram sair em Fevereiro. Queres impedir-me a liberdade de expressão? Em nome da fidelidade ao partido-pai? Esse dispositivo psicanalítico que funciona tão bem na esquerda pseudo-radical? Essa já foi nos meus tempos de PCP, faz mais de 20 anos. Sou orfão, felizmente.

Ficas a saber que participo em várias coisas colectivas, para algumas das quais fui eleito.

E penso que é melhor ficarmos por aqui.

Publicado por: py às março 25, 2006 01:27 AM

O Bloco de Esquerda é a Conferência de S.Vicente de Paula de Francisco Louçã.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 02:30 AM

Py, foi em 1963 que Lorenz tornou pública a teoria.
Não conseguia dormir sem tirar isto a limpo e tive que voltar ao computador...

http://matematica.uni-bocconi.it/caos/nota3.htm

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 03:24 AM

Tou a gostar da conversa. Nível elevado!
Assim, sim!...

Publicado por: Senaquerib às março 25, 2006 10:09 AM

Py
tu não foste "entrevistado pelo telefone"
foste "instrumentalizado",,, se foi pelo telefone, pior para ti, porque assim não deste um xi-coração à funcionária do inefável Fernandes da Sonae (que óbviamente tb é "uma coisa colectiva".
Xau!

Publicado por: xatoo às março 25, 2006 12:24 PM

obrigado (M) pela informação. Hoje não posso andar aqui que tenho de ir para Lisboa, mas logo volto.

xau xatoo, vê lá se tu é que andas tão instrumentalizado que nem dás conta...

Publicado por: py às março 25, 2006 12:33 PM

... ora, alteração de planos...

... se bem me lembro, no entanto a palavra caos (que etimologicamente quer dizer gás em grego) só entrou com o artigo de Li & York, Period more then three implies chaos, a propósito do comportamento da logística discreta x(t+1)= a x(t)(1-x(t)) - quando a maior que 3 o comportamento fica errático, que creio que foi publicado em 1975 (estou a citar de cor, a minha pasta de sistemas dinâmicos está atrás de uns caixotes)

... já muito interessante foi quando o Cush me fez vislumbrar que talvez o grande problema ecológico que se expressa nas contínuas guerras no Médio Oriente, desde sempre, pode ser a expressão territorialista da falta de água como estigma, associado a uma pressão demográfica excessiva. Claro que depois veio o petróleo

Afinal no México vi bem a dinâmica de vida e morte das cidades-estado dos Mayas à conta da depauperação do solo pela cultura do milho.

Interessante é também ver que nas crises a que sucedem guerras, é a geração em idade reprodutora que morre mais em combate.

Parece ser sempre um problema de pegada ecológica, não?

Publicado por: py às março 25, 2006 02:53 PM

ui,

than

Publicado por: py às março 25, 2006 02:55 PM

e uma

Publicado por: py às março 25, 2006 03:16 PM

kpk

Publicado por: py às março 25, 2006 03:16 PM

hum, aquilo lá está sobre uma falha sísmica, Allah vai falando?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1251821

Publicado por: py às março 25, 2006 04:13 PM

Com o Cavaco na Presidência e o Sócrates no governo, achas que não é para se andar triste?

Publicado por: a ver se aprendem alguma coisa às março 24, 2006 10:27 PM


Pensei que andavas feliz com o Sócrates no Governo ... e agora ?Quem te faria Alegre? Tb queres vir para Salvador ... ?? É que segundo Spinoza .. o que é conta é ser feliz....e aqui .. é garantido...

Qt ao Xatto .. assisto à quebra do seu finíssimo verniz ...e o que aparece por baixo não é bonito ...mas enfim.. expectável... é não?

Publicado por: Cush às março 25, 2006 05:30 PM

cush já tou cheio de saudades de nadar e andar de sandálias e calções mas tenho de ter paciência, pelo menos 15 dias, tomorrow the future is uncertain just like yesterday (Dani Klein, Vaya con Dios), aproveita por mim pá, que assim também dou um mergulhos maldacénicos...

Publicado por: py às março 25, 2006 05:42 PM

(agora o atractor estranho de Lorenz é bem engraçado não? aquilo pode ser talvez pensado como um meta-equilibrio, pois é estruturalmente estável já que tem uma configuração definida - uma Forma (Platão))

Publicado por: py às março 25, 2006 06:00 PM

... e assim meu caro, procurei mostrar-lhe que, tanto quanto alcanço, ao longo destas cachimbadas nos sofás da Sociedade de Geografia virtual, a brincadeira do sequestro de Carbono tem grande potencial, e é construtiva para a paz no Mundo... e então vinha convidá-lo para a maluquice de se juntar a nós, se lhe aprouver. Devo dizer-lhe no entanto que isto para mim é um atractor estranho. O Cush já me tinha dado essa dika por lá e portanto avanço..., já nos conhecerá o suficiente para decidir ccc.

Publicado por: py às março 25, 2006 06:13 PM

Cush amigo mio já que ficaste aí com a revista sobre o Aristóteles, já entrou na moda outra vez:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759343

Publicado por: py às março 25, 2006 06:38 PM

Voltei a ver a barracuda.... stealth.... com aqueles olhos fascinados e ...bem quieta ... a planear como apanhar o meu dedo..mas não vai ter sorte ..

Publicado por: Cush às março 25, 2006 06:39 PM

(M) A Ver se a Gente Aprende Alguma Coisa (com o Py)

a teoria do Caos, mais própriamente a Teoria da Complexidade em que radica o pensamento pós-moderno, é um instrumento (gostoso, como dizem os brasileiros) para exibir erudição em simpósios e em workshops de bambinos do eixo Cascais-Telheiras-talvezCambridge. Num país de maioria semi-analfabética para pouco mais serve, excepto, como sugeri, para consolo de exarcebados egos individualistas, ou seja para bater píveas cerebrais de cariz académico – um exercício de vouyerismo exibicionista, em sítios onde haja espectadores desejavelmente menores, colocando-se o Tribuno sempre acima deles.

Para “amandar” uma facada no bucho do parceiro são as velhas leis físicas de Newton que funcionam , e isso nunca pode ser deixado perder de vista nas ACÇÕES POLITICAS CONCRETAS. (como, quando, porquê são feitas!?), tendo sempre em consideração as bases materiais de suporte dos sistemas.

ps - acerca do Caos, creio que a coisa ficou engenhocada na teoria das Redes booleanas aleatórias chamadas assim por o autor ser George Boole, mas já vinha de trás,, de John von Neumann dos anos 50 – a Dinâmica dos Autómatos Celulares, que depois prosseguiu no MIT com a criação de modelos computorizados de auto-organização
MIT 1967 Chris Langton,,, e mais uma malta que aqui há uns anos se reuniu aqui no Convento da Arrábida. estes gajos, apesar de americanaços, não são parvos de todo.
Eu costumo ficar cá mais em baixo, em Galápos

Publicado por: xatoo às março 25, 2006 06:44 PM

o link do Blogo Social Português a que me referi é cá mais abaixo - O caso Lafforgue

Publicado por: xatoo às março 25, 2006 06:48 PM

Publicado por: py às março 24, 2006 11:09 PM


Balança comercial é simples é só a diferença entre as exportações e as importações de mercadorias de um país.

BTC ou balança corrente….

Bem você tem o saldo da balança comercial…

Mais o saldo da balança de serviços ou seja a diferença entre o valor dos serviços exportados e importados…

Mais a balança de rendimentos que é a diferença entre os rendimentos dos activos (obrigações, acções , imóveis) que os residentes de um país têm no estrangeiro e os rendimentos que os não residentes recebem dos activos que têm no país em questão.

Mais a balança de transferências correntes que é a diferença entre fluxos financeiros que entram e saem e que não têm em vista pagamentos ou remunerações, exemplo remessas de imigrantes ou fundos da UE para o nosso país, ou contribuições de Portugal para a UE.

Soma tudo isto e tem o saldo da balança corrente balança corrente.

Bem as dívidas-Confesso que também me baralho com isto principalmente na hora de definir por isso

Segundo o portal da rede jurídica…


Divida Pública – “Tudo o que o Governo gasta com empréstimos e emissões de títulos.”

Divida externa – “Total de empréstimos e financiamentos feitos pelo governo, empresas estatais ou privadas no exterior. Entram na conta da dívida externa todos os débitos que devem ser quitados num prazo superior a um ano — ficam de fora, portanto, as dívidas de curto prazo.”

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 07:03 PM

(xatoo eu não navego no teu espaço, não vou a simpósios, workshops e outros, aliás gosto mais de escrever do que falar, excepto com amigos. Dou-me ao imenso luxo de recusar muitos convites, apenas porque gosto mais de estar sossegado e divertido. Deixo umas coisas escritas ao vento... e depois estou a apanhar lixo no real, e outras coisas. Lamento que tenhas aquela visão tão estreita que enunciaste acima que desprezes o conhecimento diabolizando quem o traz para cima da mesa, mas isso revela parte de ti. Felizmente o diabo brasileiro livrou-me do europeu. Aprenderes alguma coisa comigo ou não, é contigo)

Publicado por: py às março 25, 2006 07:08 PM


Já agora "piquei" o Albatroz a falar-nos sobre o "crowding-out" mas o malandro não viu ou fez-se desentendido. Quak quak Bird of filthy feather...

"Crowding-out" refere-se ao efeito negativo que o aumento do consumo do estado tem sobre o investimento, ou seja o aumento do consumo do estado faz-se à custa de investimento.


Quak quak Birds of filthy feather...


Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 07:11 PM

muchas gracias The Pinguin, já fiz um copy e paste do seu texto para um doc, não vá isto fechar e imagino que o Cush também. Sabe é que os nossos pais eram economistas e já morreram e temos saudades deles, então arranjámos maneira de os ir revisitando ciom a economia.

Essa coisa da BTC já o meu pai cantava essa canção, mas confesso que não consigo fixar a letra, e depois isso entra com parcelas que não faço a mínima idéia da ordem de grandeza relativa, ou absoluta.

Mas não lhe estou a pedir esse trabalho, eu só preciso de saber falar economês para conseguir falar com economistas, sou a favor da delegação de competências...

Mas portanto esta coisa anda toda torta há décadas, por causa da miopia política do salazar e da consequente perda abrupta do império colonial, balanças inclusivé. Com a Revolução Digital muita coisa vai mudar por aí, aliás já está a mudar...

(PS lá em cima quando eu dizia "Sou orfão, felizmente." quero dizer em termos de partido-pai, porque em relação ao meu pai sou orfão de facto aqui no imanente, mas arranjámos maneira de nos ir encontrando lá no tal espaço n-dimensional)

Publicado por: py às março 25, 2006 07:20 PM

Muitas pessoas pensam que o estado é uma fonte inexorável de dinheiro e como aquelas crianças que não entendem que os pais têm um orçamento limitado e não lhes podem comprar tudo também essas pessoas infelizmente muitos políticos exigem do estado coisas impossíveis.

Da mesma maneira muita gente não entende que certas coisas embora possam parecer negativas têm efeitos positivos, por exemplo por uma criança de castigo quando se porta mal ou repreendê-la, não lhe dar tudo o que quer para que não se porte mal ou exigir-lhe certas responsabilidades ou responsabilizá-la pelos seus actos. Infelizmente muitos humanistas e teóricos criticam certos comportamentos do estado sem ter em conta que embora não pareçam bonitos ou agradáveis tem efeitos positivos e são necessários.

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 07:23 PM

Publicado por: py às março 25, 2006 07:20 PM

OK mas aonde se lê "balança corrente balança corrente" é só balança corrente.
Bem o Salazar não foi míope em tudo e o saldo negativo não é uma coisa má em todas as situações. O problema no nosso país é a dimensão do estado e isso não é um legado Salazarista muito pelo contrário. O excesso de pessoal na função pública é facto bem assente que tira competitividade a qualquer país.


Mas de qualquer maneira temos hoje muito mais conforto e regalias do que alguma vez tivemos.

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 07:32 PM

Também acho que isto tudo junto também foi sempre melhorando.

Esse foi um dos conceitos que refiz em Salvador, o de que o aparelho de estado não deve ser obeso, mas antes elegante e funcional, e escusam de andar metade lá dentro a bikar com a outra metade e a encravar tudo e lixar o utente e a fazer uma grande despesa pública.

Publicado por: py às março 25, 2006 07:38 PM

Cush às março 25, 2006 06:39 PM

No entanto não esqueças as precauções mínimas, e há sempre aquela faca de hidrocarboneto, ou lá que é

Empresta o meu equipamento a quem quiseres e assim sempre vão dois

Publicado por: py às março 25, 2006 07:52 PM

Quase metade das línguas estará extinta em 100 anos, dizem cientistas

Cerca de 40% dos idiomas falados hoje no mundo desaparecerão entre os próximos 50 e 100 anos, alertou um painel de linguistas durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, que acontece em Seattle.

Segundo os cientistas, o fim de boa parte das 6.809 línguas faladas no planeta não só trará impactos culturais como também conseqüências econômicas...

continua em... http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2004/02/040216_linguasmarianacg.shtml

A Lusofonia não corre riscos .. antes pelo contrário ...


Ei Py... boa ... essa proposta ao (M) ...sempre poderíamos aprender mais alguma coisa :-).
Uma coisa é certa ..(M) tanto eu como o Py , e pude descobrir isso nos ultimos dois meses , gostamos de dar mais do que recebemos...

Agora é que ele ficou ...rss ...intrigado ... com isso do S. de Carbono...adicionalidade ...

1+1 = 3 ( também ponho fórmulas ...vês? )

Já sei que vem aí o Senequaribe .. dizer que está errada ..

Não resisto a tirar uma dúvida ao Phthirus pubis,... hematófago...é que o peso em causa... está para as balanças que conseguires arranjar ..., como para o Pyb per capita do distrito de Columbia ...

Rebenta a escala....

Ehehe.. por falar em Pyb a rebentar a escala .. que será feito da enguia voadora ?

Tás a dar um tempo para a coisa esquecer .. é ?

Temos um assunto ...para decidir ..ou não ?

Até que ponto o governo está a trocar o essencial pelo acessório ?

No essencial ..

Educação ...achou as metas da UE ambiciosas qd deveria querer ultrapassá-las ...
Na Energia ... Nuclear não está na agenda ..qd deveria estar a inaugurar...
Na economia ... subiu o IVA para 21% quando deveria baixar os impostos todos drásticamente.As pessoas gerem muito melhor o dinheiro do que o Estado.A prazo iria reverter para o Estado muito mais dinheiro do que agora..continuam-se a abrir galinhas de ovos de ouro...

No Acessório ..

Está a diminuir a burocracia ...mas está a implementar o CU ...rssss que parece que será um BIG BROTHER

Neste departamento dos acessórios é melhor não mexer muito ... "as moedas do caixa não se contam .., não valem o tempo perdido"

Publicado por: Cush às março 25, 2006 07:54 PM

"Mais a balança de rendimentos que é a diferença entre os rendimentos dos activos (obrigações, acções , imóveis) que os residentes de um país têm no estrangeiro e os rendimentos que os não residentes recebem dos activos que têm no país em questão."

mas portanto essa coisa dos reformados endinheirados dos países frios irem viver para o Algarve e Alentejo é bom para isto, ou não?

Publicado por: py às março 25, 2006 07:58 PM

"gostamos de dar mais do que recebemos...", é exactamente isso com que tem de se preocupar meu caro, na hipótese maluka de querer juntar-se-nos, porque, a menos de uma intervenção dos deuses é provável que vamos à f...

Publicado por: py às março 25, 2006 08:03 PM

Não é para desanimar, mas essas definiçõezinhas do Pinguim das dívidas e das balanças são um bocadinho para o primário.

Eu não sou um especialista em economia, como sabem, mas já contactei o suficiente com a matéria para saber que é tudo muito mais complicado.

Só a título de exemplo, e socorrendo-me de um amigo, transcrevo aqui uma definição científica de dívida pública e aplicada à realidade portuguesa:

«O termo “ dívida pública ” é utilizado frequentemente para designar realidades diversas,
nomeadamente: a dívida do Estado ou a dívida do Sector Público Administrativo (e
mesmo nesta última acepção dependendo do universo considerado para o Sector ); a
dívida resultante apenas do recurso a empréstimos públicos ou englobando também
outras situações passivas (como por exemplo, as que resultam do diferimento no
pagamento de operações sobre bens e serviços e de bonificação de juros; da emissão de
moeda metálica; da retenção de cobranças efectuadas por conta de terceiros ); a divida
pública consolidada ou não consolidada; a divida pública bruta ou a dívida líquida de
activos da mesma natureza.
A Dívida Pública pode ser ainda definida da seguinte forma: “Conjunto das situações
passivas que resultam para o estado do recurso ao crédito público”, podendo assim
falar-se em dois sentidos de divida pública:
- em sentido restrito, a dívida pública corresponde apenas às situações passivas de que
o estado è titular em virtude do recurso a empréstimos públicos.
- em sentido amplo, abrange o conjunto de situações derivadas, não só do recurso ao
empréstimo público, mas também da prática de outras operações de crédito como sejam
os avales, os débitos resultantes do crédito administrativo, vitalício, empresarial ou
monetário, e da assunção de onerações em contrapartida de atribuições patrimoniais.
A dívida pública pode também ser definida em função dos elementos que a constituem,
numa aproximação contabilística do que seria o passivo financeiro do estado (ou do
SPA ) se nas contas anuais fosse elaborado um balanço.
Dívida em sentido restrito do estado
Na óptica da contabilidade pública, consolidada e não consolidada, de acordo com o
mercado de emissão, a sua negociabilidade , a duração dos empréstimos e por
instrumentos financeiros.
- Dívida que corresponde apenas às situações passivas de que o estado é titular em
virtude do recurso a empréstimos, englobando também os descobertos em contascorrentes.
Dívida em sentido lato do Estado
Na óptica da contabilidade nacional, consolidada, por natureza dos débitos segundo a
nomenclatura das operações financeiras das Contas Nacionais Portuguesas.
- Dívida que abrange a totalidade das responsabilidades financeiras do Estado para com
terceiros, de acordo com a nomenclatura de operações e a metodologia das Contas
Nacionais Portuguesas. Corresponde ao passivo financeiro do Estado, que integraria o
balanço se este documento contabilístico constasse das suas contas anuais.
Dívida do sector público administrativo
Na óptica da contabilidade nacional, consolidada, por natureza dos débitos segundo a
nomenclatura das operações financeiras das Contas Nacionais Portuguesas.
- Dívida que abrange a totalidade das responsabilidades financeiras do Sector Público
Administrativo para com terceiros, de acordo com a nomenclatura de operações e a
metedologia das Contas Nacionais Portuguesas (SEC 1979).
Existem várias instituições que fornecem informação relativa á dívida pública,
informação essa caracterizada por um carácter periódico; como seja o Instituto de
Gestão do Crédito Público, a Direcção Geral do Tesouro, a Direcção Geral do
Orçamento e também o Banco de Portugal (BP).
Cada uma destas instituições fornece informação de acordo com a sua área de actuação
e é complementada com relatórios de Fundos Autónomos, bem como a informação da
própria Conta Geral do Estado.
Após consultar as diversas fontes verifica-se que a Gestão do Financiamento do Estado
e a Estrutura da Dívida Pública sofreram profundas alterações ao longo das duas últimas
décadas. Em grande parte devido á mudança de regime político ocorrido em Portugal
em 1974, o que conduziu a uma significativa intervenção do Estado na economia nos
anos pós-revolução.
O financiamento interno do país dependia quase exclusivamente dos empréstimos
colocados directamente no Banco Central e o financiamento externo consistia em
empréstimos obtidos junto de instituições multilaterais.
Nas duas últimas décadas os instrumentos de dívida pública sofreram profundas
transformações quer quanto à sua natureza quer quanto ao seu número, que tendo em
vista a promoção de liquidez da dívida têm vindo a diminuir ao longo dos anos.»

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 08:31 PM

E agora andam para aí a falar também da Dívida Ecológica. Entre outras coisas, está relacionada com o tal carbono.

A propósito, isso do sequestro não é punível pelo Código Penal?

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 08:38 PM

... bom eu como vou emigrar, deixo para vocês entenderem-se sobre as contas, eu por mim punha umas tantas coisas a zero com o auxílio do Braganza...

... mas eu vou emigrar é por consideração para com os meus pés que não gostam de sapatos, e já me aguentaram estes anos todos...

agora coisa práticas:

"Durante a cerimónia de assinatura do acordo, o governador Alckmin disse que o Estado de São Paulo vai ajudar também a aprovar o projecto de lei da Mata Atlântica, que há quase 14 anos está a tramitar no Congresso Nacional.

O projecto garante a conservação e uso sustentável do que restou dessa zona bioclimática.

Originalmente, a Mata Atlântica tinha mais de um milhão de quilómetros quadrados e hoje restam-lhe menos de oito por cento deste total."

Cush vê lá se queres organizar links sobre isto, porque se eu bem percebo, por cá vão as espécies das matas mediterrânicas e por aí as da mata atlântica (que me pareceu regenerar muito bem nos cabeços), e ainda podemos brincar de miscenização (?) com os namorad@s da rizosfera (?)

Publicado por: py às março 25, 2006 08:40 PM

rsssss .... vixe ..oxe..isso que nós damos é inesgotável.... não tava a falar de g. não...

Publicado por: Cush às março 25, 2006 08:40 PM

...gostamos de dar mais do que recebemos...
(Cush às março 25, 2006 07:54 PM)

Esse conceito, para mim, é demasiado judaico-cristão. Não costumo fazer a contabilidade...

# : - ))

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 08:46 PM

Publicado por: py às março 25, 2006 07:58 PM

È bom para a balança comercial e para a balança de serviços, uma vez que o turismo está incluido na balança de serviços.

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 08:51 PM

essa do C, como vou conhecê-la de raiz, vai estar percebida

profissão: sequestrador(es) de C

diamonds are forever

Publicado por: py às março 25, 2006 08:51 PM

miscigenação

Publicado por: A ver se o py deixa de meter pontos de interrogação às março 25, 2006 08:53 PM

(é que o outro também existe (v. Google) e dado o âmbito não-revelável do problema, fica por decidir qual o melhor adaptado à praxis visada, até ver)

Publicado por: py às março 25, 2006 08:58 PM

tá muito bem sacado ..tudo..... o teu final parece pista para Sherlock Holmes ...

havia um cara que dizia que não usava meias pq faziam buracos ...

Publicado por: Cush às março 25, 2006 08:58 PM

Não costumo fazer a contabilidade...

# : - ))

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 08:46 PM

Tamos perdidos

Publicado por: Cush às março 25, 2006 09:02 PM

Aqui fica uma para o fim de semana:

O saldo líquido de energia
por William Stanton


Este artigo chama a atenção para a questão da energia líquida. Sem dúvida, energias renováveis de toda espécie serão desesperadamente necessárias e merecem todo o apoio, mas seria um erro imaginar que elas são substitutas da energia barata e abundante do petróleo e do gás que impulsionam o mundo moderno.
A Apresentação referida no ítem 653 [da ASPO Newsletter ] promovendo a energia renovável como uma grande alternativa ao combustível fóssil e ao nuclear não consegue estabelecer orçamentos realistas de energia. São feitas várias afirmações quanto ao "período de payback ", o qual é o tempo que decorre, habitualmente uns poucos anos, até que o custo da compra e instalação do gerador de energia renovável seja excedido pelo valor total da electricidade que produziu, sugerindo que a electricidade gerada a partir de então é virtualmente sem custos.

Outros argumentarão que este documento deixa de levar em conta o custo dos geradores de apoio (backup) ou das instalações de armazenagem de energia que devem entrar em acção para fornecer electricidade quando não há vento, quando o sol não brilha, o mar está calmo, a maré está a mudar, ou uma seca esvazia o reservatório de água.

A minha contestação é de que tais períodos de payback também são enganadores porque eles são calculados em termos de custos financeiros correntes, não em disponibilidade de energia. Suponha-se, por exemplo, que se necessitem 100 toneladas de aço, hoje, para construir uma turbina eólica. O preço do aço é baseado no custo acumulado da extracção do minério de ferro, da sua concentração, do seu transporte em navios de carga, habitualmente através dos oceanos, na sua conversão primeiro em ferro e a seguir em aço em fundições, na fabricação dos componentes da turbina e no transporte dos mesmos para o local.

Hoje o preço do aço não é proibitivo porque a energia utilizada em todos estes procedimentos vem dos abundantes e baratos combustíveis fósseis.

A turbina eólica também precisará de tonelagens mais pequenas de outros metais para ligas, cabos, revestimentos, acabamentos, etc. Estes metais são ainda mais dispendiosos em energia, vindos principalmente de minérios de baixo teor em minas profundas que devem ser drenadas e ventiladas. Mais uma vez, os custos de hoje são limitados pelos combustíveis fósseis abundantes e baratos.

Os materiais de isolamento, os plásticos e a fibra de carbono das lâminas da turbina são produzidos principalmente de um combustível fóssil: petróleo. O outro grande componente da turbina é betão. A rocha é escavada, esmagada e peneirada. A brita é removida e limpa. O cimento é fabricado escavando pedra calcárea e argila, cozendo-os juntos. Então tudo isso é transportado para o sítio ou a fábrica, misturado e moldado. Difíceis acessos por estrada têm de ser construídos para sítios em terra (on-shore), e a turbina tem de ser montada e erguida. As visitas de manutenção devem ser pagas, especialmente nos sítios marítimos (off-shore) onde o ambiente é corrosivo e violento.

Estas actividades hoje em dia têm preços acessíveis porque a energia envolvida vem de abundantes e facilmente transportáveis combustíveis fósseis.

Finalmente, para a energia utilizada nas actividades e processos acima poder ser acrescentada "a montante", ou os inputs de energia subsidiários, há que considerar a energia utilizada — proporcionalmente — na construção e manutenção das máquinas que fazem o trabalho, na construção e manutenção das fábricas e oficinas onde os processos são executados, e no fornecimento para os operadores humanos da maquinaria e suas dependências.

Hoje, quando a energia dos combustíveis fósseis ainda é abundante e barata, o orçamento financeiro para o valor da produção de energia versus o custo do consumo de energia é positivo.

Agora, façamos as mesmas contas para o ano 2100, quando a energia de combustíveis fósseis é muito escassa e cara. Você tem uma turbina eólica e quer construir uma outra igual a ela utilizando não mais energia do que aquela que a primeira pode produzir durante toda a sua vida útil.

A primeira consideração é que a energia renovável que lhe está disponível vem como electricidade, a qual é conveniente para utilizar na sua vizinhança imediata, mas viaja ineficientemente, seja em baterias ou ao longo de quilómetros de cabos. Se você a converter num substitutivo do petróleo, tal como o hidrogénio, uns 60% da sua energia intrínseca é perdida nos processos de electrólise, compressão ou liquefacção, e na reconversão para mover um veículo por meio de uma pilha de combustível (fuel cell).

Walter Youngquist declara (1999) “Um galão (3,78 litros) tem o mesmo conteúdo energético de uma tonelada da armazenagem eléctrica convencional em baterias". Assim, ao faltar um combustível líquido barato e imediatamente transportável, a alternativa pode ter de ser a electricidade, um pouco de cada vez, desde uma multidão de geradores renováveis, estrategicamente localizados ao longo da estrada que vai da mina à siderurgia e ao sítio final. O transporte através dos oceanos seria um outro problema. Talvez, dada a escassez de aço, tenha de ser em navios de madeira, impulsionados por velas ou papagaios, uma pequena tonelagem de cada vez. Tonelada a tonelada, comparado com um vasto navio graneleiro, a tripulação de um navio movido a velas seria numericamente grande.

Não posso quantificar em números os inputs e outputs de energia esboçados acima, ou seus equivalentes financeiros, mas a sua complexidade e as vastas exigências de energia convencem-me de que o que é hoje possível, graças aos combustíveis fósseis, será praticamente impossível quando a única energia disponível for o miserável fornecimento produzido, sob a forma de electricidade, por turbinas eólicas e os seus assemelhados.

Contudo, se os materiais de uma turbina, especialmente os metais, fossem reciclados ou recondicionados no fim da sua vida útil, o orçamento seria muito melhorado. Se a população em 2100 for menor do que a de hoje, o aço e outros metais estarão disponíveis para reciclagem, se eles não tiverem sido vendidos para o estrangeiro a fim de obter lucros a curto prazo.

A única forma de energia renovável com uma história comprovada de atender às necessidades energéticas de populações é a biomassa, especialmente a madeira. Antes de 1750, por exemplo, a população da Inglaterra, com menos de 6 milhões, mantinha-se aquecida, cozinhava alimentos e executava uns poucos processos manufactureiros como trabalhos em metais e cerâmica utilizando madeira. Esta e outras formas de biomassa tais como fibras e plantas comestíveis sustentaram-nos, e aos seus animais, por milhares de anos antes da Revolução Industrial.

Nossa herança científica e técnica permitirá manipular a biomassa mais eficientemente do que o fizeram nossos ancestrais, mas mesmo assim, dada a baixa eficiência da fotosíntese, a biomassa renovável poderia suportar com conforto razoável apenas uma população mais reduzida do que aquela de 1750. Levantei este problema, sugerindo uma população de 2 milhões para o Reino Unido, na ASPO Newsletter nº 55, Item 573 .
(Ver Youngquist, W., 1999. The Post-Petroleum Paradigm. Population and Environment, v.20, No. 4).


O original encontra-se em http://www.peakoil.ie/newsletters/740 , Artigo nº 683, Março/2006.

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 09:13 PM

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 08:31 PM


Bem se eu me pusesse por aqui com palavreado bonito e a dizer coisas que ninguém entendesse (nem eu próprio) e lambesse as botas ao sistema esquerdófilo talvez fosse tido como grande intelectual. Acontece que eu odeio intelectuais…

O py tinha uma dúvida eu esclareci o melhor que pude se está errada corrija por favor.

É necessário entender que os modelos macroeconómicos são simplificações, a realidade é mais complexa, tal como os modelos na Física são simplificações muito básicas do que se passa no Universo


Já agora acho triste que me seja mais fácil entender um livro académico inglês, americano ou brasileiro do que um português, podia dar-se o caso de sermos mais evoluídos, mas estranhamente não o somos, somos apenas mais vaidosos....

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 09:16 PM

Está marcado ... dia dez de Abril .. é Natal...provávelmente ... Touros ..Recife...Já está encomendado o gps... humm... pneus de Carlos Sousa..

Publicado por: Cush às março 25, 2006 09:17 PM

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 08:31 PM

Um bom exemplo são esses mamutes literários, que você apelida de "científicos", que você ai coloca e ninguém tem paciência para ler. É um bom exemplo de ausência de pragmatismo e de civismo. No Budismo diz-se que uma palavra que produza efeito vale mais que muitas palavras que não conduzam a lado nenhum.

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 09:26 PM

... Pinguin todos os que o lemos e somos leigos estamos-lhe agradecidos não se preocupe, o (M) gosta muito de brincar...

... danadinho, e a 6 é o casório, né?, portanto vais deixar duas à beira de um koiso de nervos logo duma vez, deixa cá ver quando é que tenho de te ir amparar que eu já sei que depois das garinas queres é sossego e mergulho, hum, portanto acho que é melhor preparar-me para a seguir a 20 será?, mas olha que se me arrebenta em cima uma missão urgente eu se calhar não consigo dizer que não, que isso de missão faz sempre plim cá no koiso, bom os deuses arrumama sempre bem estas koisas, no te preocupes

Publicado por: py às março 25, 2006 09:30 PM

# : - ))

Este pinguim é um caso perdido... Nunca vai aprender nada...
Alguém conhece um bom psicanalista para pinguins?

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 09:31 PM


pessoal: toca a falar português sem perder as línguas de origem, por isso é que foi escolhida pelo parlamento para língua nacional, tá?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=220885

Publicado por: py às março 25, 2006 09:45 PM

Correcção:

È bom para a balança comercial e para a balança de serviços, uma vez que o turismo está incluido na balança de serviços.


Escrevi isto mas aonde se lê balança comercial deve ler-se balança corrente.

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 09:56 PM

... portanto é bom para a BTC, mas lá naquela parcela dos rendimentos é difícil saber, certo?

cushinho estive a fazer aquela brincadeira do laser & diamonds a um amigo meu que veio cá e ele disse-me que já me tinha visto fazer aquilo, coisa que não podia ser aqui no imanente porque é novidade, mas como eu tinha estado a brincar sózinho na tarde anterior com akilo e ele disse que tinha sonhado comigo mas já não se lembrava muito bem de quê, concluímos que só podia ter sido aí. Conclusão: isto está a ficar tudo muito maldacénico rapidamente e às tantas não precisamos de fazer nada, só pensar e curtir, o que achas?

(eu sei que sou um caranguejo muito pachorrento, sorry :)

Publicado por: py às março 25, 2006 10:14 PM

Publicado por: py às março 25, 2006 09:45 PM

É pena que muitas realidades no mundo sejam complicadas...Infelizmente nestes casos só a repressão policial resulta.


Já agora em relação ao link anterior é bom saber que a forças de segurança em Portugal funcionam, pena é que não se possa dizer o mesmo dos tribunais. Espero que o primeiro ministro continue inspirado e siga em frente com as reformas.

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 10:16 PM

... portanto é bom para a BTC, mas lá naquela parcela dos rendimentos é difícil saber, certo?

Se estou a entender ao que se refere, na balança de rendimentos os rendimentos de activos que os cidadãos não residentes possuam na nossa economia são debitados ao total o que contribui para o defice da balança de rendimento e balança corrente (BTC). Pelo contrário o dinheiro gasto em serviços na àrea do turismo por cidadãos não residentes será creditado no total e contribui para o superavite da balança de serviços e da BTC. Portanto tudo depende do que esses senhores ricos fazem no Alentejo. Se adquiriram imoveis e recebem rendas por eles ou se gastam dinheiro em passeios e hóteis.

Publicado por: The Pinguïn às março 25, 2006 10:36 PM

Que as forças de segurança em Portugal funcionam é uma verdade incontestável.
O difícil, às vezes, é saber para que lado estão a funcionar.
Desta vez foram dez funcionários da PSP, duma assentada, que foram apanhados numa rede criminosa. Dez, para já...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 10:37 PM

Pedindo desculpa pela minha ignorância, gostava que alguém me esclarecesse uma dúvida.
Estou para aqui a ver referida uma tal de «balança de rendimentos».
Ora eu só conheço a balança de pagamentos e as três que a compõem: balança corrente, balança de capital e balança financeira.
Que raio é isso de «balança de rendimentos»?

Publicado por: Devo ter aprendido mal alguma coisa às março 25, 2006 10:50 PM

Já tenho a resposta. Muitagardecido

Publicado por: Devo ter aprendido mal alguma coisa às março 25, 2006 10:56 PM

Py e Cush

Vocês conhecem o estudo do laboratório de Argonne a que se faz referência neste excerto?:

«...“The Kansas grassland has more abundant fine roots than the Tennessee forest,” said Argonne 's Roser Matamala, a coauthor of the current study and lead author of the Science article. "But the fine roots in this forest have shorter lives and are replaced much faster. After accounting for this difference, we estimated the overall effect of CO2 enrichment on root-derived inputs to soil organic matter was similar at both sites.”

The current study also reported that more than half of the accumulated soil carbon at the Tennessee and Kansas experimental sites was associated with soil minerals in stable aggregates, which can protect organic matter from rapid decomposition and increase its residence time in the soil.

“This is a key finding,” said Jastrow. “It means all of the added carbon will not be cycled right back to the atmosphere; some of it could stay in the soil for awhile. Even more importantly, it suggests that the ability of these soils to sequester carbon in more stable forms is not yet saturated.”

One difference between the two sites was the distribution of the added soil carbon. Increases in the amount of carbon were found to a depth of 30 cm in the grassland soil but were limited to the top 5 cm of the forest soil.

“The differences in where carbon accumulated are not surprising,” said Michael Miller, another Argonne coauthor. “They followed the normal pattern of soil organic matter development in each ecosystem. In some earlier studies, changes near the surface might have been masked because samples were taken from the top 10-20 cm in one increment.”

The study's experimental results demonstrate that even soils with large amounts of organic matter – such as those at the never-cultivated Kansas grassland site – may be capable of storing additional carbon. The scientists' meta-analysis, which integrated results from a wide range of soil types and environmental conditions, suggests that some increase in temperate soil carbon storage could occur in response to rising atmospheric CO2. Although the authors caution that this response is not large enough to offset CO2 emissions from human activities and will not be sustained indefinitely, they believe it is worthy of consideration in modeling efforts to predict the effects of rising CO2 on global climate change...»

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 11:06 PM

quente! ainda não lá, mas quase :))

agora vou basar mas amanhã cá estaremos

Publicado por: py às março 25, 2006 11:13 PM

Digam-me se algum destes títulos vos interessa que eu meto o link para o asbtracts. Como isto é tudo americano, já sabem que se quiserem o paper na íntegra têm que pagar...


Changing the way we think about global change research: scaling up in experimental ecosystem science
Barry Osmond, Gennady Ananyev, Joseph Berry, Chris Langdon, Zbigniew Kolber, Gunghui Lin, Russell Monson, Caroline Nichol, Uwe Rascher, Uli Schurr, Stan Smith, Dan Yakir

Maximum impacts of future reforestation or deforestation on atmospheric CO2
Joanna I. House, I. Colin Prentice, Corinne Le Quere

Evaluation of ecosystem dynamics, plant geography and terrestrial carbon cycling in the LPJ dynamic global vegetation model
S. Sitch, B. Smith, I. C. Prentice, A. Arneth, A. Bondeau, W. Cramer, J. O. Kaplan, S. Levis, W. Lucht, M. T. Sykes, K. Thonicke, S. Venevsky


Highly cited papers
The following three papers were the most highly cited articles in 2003 published in Global Change Biology. Click on each link to view the Abstracts. If you do not have a subscription to the journal you can purchase single articles by clicking the Buy Now option within Synergy.

Evaluation of ecosystem dynamics, plant geography and terrestrial carbon cycling in the LPJ dynamic global vegetation model
Sitch, S; Smith, B; Prentice, IC; Arneth, A; Bondeau, A; Cramer, W; Kaplan, JO; Levis, S; Lucht, W; Sykes, MT; Thonicke, K; Venevsky, S

Assessing the eddy covariance technique for evaluating carbon dioxide exchange rates of ecosystems: past, present and future
Baldocchi, DD

Changes in carbon storage and fluxes in a chronosequence of ponderosa pine
Law, BE; Sun, OJ; Campbell, J; Van Tuyl, S; Thornton, PE Source

Free to view articles
The following articles demonstrate some of the topics published in the journal over the last few years. Click on any title to view the paper free of charge.

Is photoinhibition of zooxanthellae photosynthesis the primary cause of thermal bleaching in corals?
David J. Smith, David J. Suggett, Neil R. Baker

Vulnerability of South African animal taxa to climate change
B.F.N. Erasmus, A.S. Van Jaarsveld, S.L. Chown, M.Kshatriya, K.J. Wessels

A mechanism of abiotic immobilization of nitrate in forest ecosystems: the ferrous wheel hypothesis
E.A. Davidson, J. Chorover, D.B. Dail

The long way from Kyoto to Marrakesh: Implications of the Kyoto Protocol negotiations for global ecology
E. D. Schulze, R. Valentini, M. J. Sanz

Seasonal and interannual variation in carbon dioxide exchange and carbon balance in a northern temperate grassland
L.B. Flanagan, L.A. Wever, P.J. Carlson

Maximum impacts of future reforestation or deforestation on atmospheric CO2
J.I House, I.C Prentice, C. Le Quere

Satellite estimates of productivity and light use efficiency in United States agriculture, 1982-98
D.B. Lobell, J.A. Hicke, G.P. Asner, C.B. Field, C.J. Tucker, S.O. Los

Interactive effects of nitrogen deposition, tropospheric ozone, elevated CO2 and land use history on the carbon dynamics of northern hardwood forests
S.V. Ollinger, J.D. Aber, P.B. Reich, R.J. Freuder

Changing the way we think about global change research: scaling up in experimental ecosystem science
Barry Osmond, Gennady Ananyev, Joseph Berry, Chris Langdon, Zbigniew Kolber, Gunghui Lin, Russell Monson, Caroline Nichol, Uwe Rascher, Uli Schurr, Stan Smith, Dan Yakir

Maximum impacts of future reforestation or deforestation on atmospheric CO2
Joanna I. House, I. Colin Prentice, Corinne Le Quere

Evaluation of ecosystem dynamics, plant geography and terrestrial carbon cycling in the LPJ dynamic global vegetation model
S. Sitch, B. Smith, I. C. Prentice, A. Arneth, A. Bondeau, W. Cramer, J. O. Kaplan, S. Levis, W. Lucht, M. T. Sykes, K. Thonicke, S. Venevsky


Evaluation of ecosystem dynamics, plant geography and terrestrial carbon cycling in the LPJ dynamic global vegetation model
Sitch, S; Smith, B; Prentice, IC; Arneth, A; Bondeau, A; Cramer, W; Kaplan, JO; Levis, S; Lucht, W; Sykes, MT; Thonicke, K; Venevsky, S

Assessing the eddy covariance technique for evaluating carbon dioxide exchange rates of ecosystems: past, present and future
Baldocchi, DD

Changes in carbon storage and fluxes in a chronosequence of ponderosa pine
Law, BE; Sun, OJ; Campbell, J; Van Tuyl, S; Thornton, PE Source

Free to view articles
The following articles demonstrate some of the topics published in the journal over the last few years. Click on any title to view the paper free of charge.

Is photoinhibition of zooxanthellae photosynthesis the primary cause of thermal bleaching in corals?
David J. Smith, David J. Suggett, Neil R. Baker

Vulnerability of South African animal taxa to climate change
B.F.N. Erasmus, A.S. Van Jaarsveld, S.L. Chown, M.Kshatriya, K.J. Wessels

A mechanism of abiotic immobilization of nitrate in forest ecosystems: the ferrous wheel hypothesis
E.A. Davidson, J. Chorover, D.B. Dail

The long way from Kyoto to Marrakesh: Implications of the Kyoto Protocol negotiations for global ecology
E. D. Schulze, R. Valentini, M. J. Sanz

Seasonal and interannual variation in carbon dioxide exchange and carbon balance in a northern temperate grassland
L.B. Flanagan, L.A. Wever, P.J. Carlson

Maximum impacts of future reforestation or deforestation on atmospheric CO2
J.I House, I.C Prentice, C. Le Quere

Satellite estimates of productivity and light use efficiency in United States agriculture, 1982-98
D.B. Lobell, J.A. Hicke, G.P. Asner, C.B. Field, C.J. Tucker, S.O. Los

Interactive effects of nitrogen deposition, tropospheric ozone, elevated CO2 and land use history on the carbon dynamics of northern hardwood forests
S.V. Ollinger, J.D. Aber, P.B. Reich, R.J. Freuder

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 11:14 PM

Aprender até morrer... é um lema gostoso..

Eu adoro ..vai daí que ...te agradeço (M)an .


The long way from Kyoto to Marrakesh: Implications of the Kyoto Protocol negotiations for global ecology
E. D. Schulze, R. Valentini, M. J. Sanz

Maximum impacts of future reforestation or deforestation on atmospheric CO2
J.I House, I.C Prentice, C. Le Quere


Estamos a juntar info nestas áreas .. porventura tem outros artigos de interesse mas à primeira vista ..

Olha uma coisa .. tu reajes bem..tens bom perder ;-)
Lembras-te qd disseste ontem que quem ri por último ri melhor ?pois é .. tinhas dito que não voltavas ao blog .. rsss e voltaste ...
I will not be back...e depois uma minúscula disse .. Thinking better ...

Bem.. aparte as brincadeiras ...é assim..


É demasiado específico , recente e raro para ser
encontrado o tipo de projecto que estamos a desenvolver .

Para uma pessoa como tu ... talvez seja possível encontrar ,mas ias demorar muito tempo .. tempo que com certeza te é precioso.

Olha .. a partir daqui é prudente conversar em privado ... se quiseres participar de alguma forma nesta malukeira ..
capiroba@gmail.com ou fcp.fernando@gmail.com
O convite é extensível ...aos que vierem de boa vontade...aliás .. seria um previlégio...

Publicado por: Cush às março 26, 2006 02:22 AM

Py e Cush

Vocês conhecem o estudo do laboratório de Argonne a que se faz referência neste excerto?:

Eu não conheço..mas achei interessante ...

Publicado por: Cush às março 26, 2006 02:32 AM

havia um cara que dizia que não usava meias pq faziam buracos ...

Publicado por: Cush às março 25, 2006 08:58 PM

Era o Einstein...

Publicado por: Cush às março 26, 2006 03:01 AM

O Eins. distraiu-me da KPK...

Olha (M)an , fui ver o Lab. Argonne e vi lá este link , que achei bem interessante...


http://www.anl.gov/Media_Center/News/2006/RERTR060224

Publicado por: Cush às março 26, 2006 03:19 AM

Aqueles artigos encontraste na Cab Abstract ? http://www.cabi-publishing.org/AbstractDatabases.asp?SubjectArea=&PID=125

Publicado por: Cush às março 26, 2006 03:56 AM

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 25, 2006 11:06 PM

Realmente as plantas seriam as grandes beneficiadas com um aumento de CO2 na atmosfera e a meu ver não só fixariam mais CO2 como diz o texto como o crescimento das mesmas seria estimulado.

Mas não faz mal porque não há solução. Já alguém ouviu falar na evaporação de CO2 do oceano? Parece que se as temperaturas aumentarem a evaporação de CO2 também aumenta aumentando assim o CO2 na atmosfera e o efeito de estufa gerando-se um ciclo vicioso.


Estou a brincar não acredito que as coisas cheguem a esse ponto mas já agora as plantas se não estou em erro foram responsáveis pela remoção de uns 10 % do CO2 da atmosfera a grande fatia coube às rochas, as nossas queridas rochas carbonatadas como os calcários.

Publicado por: The Pinguïn às março 26, 2006 10:48 AM

Publicado por: Devo ter aprendido mal alguma coisa às março 25, 2006 10:50 PM

Você é português ou brasileiro....

Publicado por: The Pinguïn às março 26, 2006 10:50 AM

"Que as forças de segurança em Portugal funcionam é uma verdade incontestável.
O difícil, às vezes, é saber para que lado estão a funcionar.
Desta vez foram dez funcionários da PSP, duma assentada, que foram apanhados numa rede criminosa. Dez, para já..."


Estão portanto a funcionar para o lado bom, se nenhum fosse apanhado então seria mau.

Publicado por: The Pinguïn às março 26, 2006 10:52 AM

Ó Joana que se passa?? Não temos que estar de acordo ao ponto do vivermos em "união de facto", para entendermos que esta estância de veraneio é dispensável!!

Publicado por: LFV às março 26, 2006 11:27 AM

(eu ainda tenho esperança que a Joana ressuscite antes dos 1000 para nos deixar a todos de rabo a dar a dar... hoje vou ver o filme dos cow-boys... patinhas não te preocupes que amanhã de manhã trato logo dakilo... o nosso Cush deixa-nos a todos descansados em termos de efeitos de representação: dia 6 casa com uma e dia 10 vai de lua-de-mel com outra! :))), e além disso vai paqueirando todas as bahianas gostosas pelo caminho... eu dantes ficava preocupado que ainda ia sobrar para mim... mas agora já não me preocupo nada que ele dá conta de todas)

Publicado por: py às março 26, 2006 12:00 PM

(bem verdade se diga que da próxima vez acho que não posso ficar na Barra,..., é que tenho pensar na balança de serviços acoplada aos meus cartões,..., cá para mim a história da evolução resume-se a que a matéria se organiza sucessivamente em formas cada vez mais capazes de contrariarem a gravidade e se aproximarem da luz,..., seja o geotropismo negativo das árvores ou o voo da passarada dos dinossauros para cá, o pé na Lua, Maldacena,..., e tirei a certeza quando vi a barracuda encadeada pelo brilho... cush olha que às tantas ela não resiste...)

Publicado por: py às março 26, 2006 12:11 PM

obrigado por tanta referência meu caro, a teoria da koisa eu conheço bem por agora, a chave é ajudar a regeneração natural e promover uns acrescentos, na lusofonia, à conta da balança do Carbono regulada pelo Protocolo de Kyoto.

Houve um(ns) tipo(s) que estudou as concentrações de CO2 nas bolhas de gelo de diferentes profundidades (idades) e vê-se que o CO2 andou sempre a bailar, mas que à escala do sapiens, subia com as queimadas desde sempre, mas a períodos de acréscimo correspondentes a surtos demográficos e expansão tecnológica, e desciam a seguir, fruto de doenças e guerras. Andamos nisto portanto. Parece que o contributo mais simples que podemos dar no imediato é contribuir para sequestrar Carbono à escala da lusofonia, através de MDL, um instrumento de PK.

A chatice é que eu sei fazer-acontecer estas coisas, esgalhando bem a idéia e escrevendo-a algures, deixando-a no vento, mas desta vez parece que é para fazer-fazer, além disso. O Cush dista que gosta de puxar o arado, eu por mim, até ver, gosto muito mais de estar a ronronar, sem pensar em nada, ...

até que passa uma koisa que me deixa curioso

Publicado por: py às março 26, 2006 12:36 PM

eu estava a estudar o assunto a a montante e o Cush apareceu com uma solução técnica a jusante, que foi coincidir com o assunto do primeiro trabalho académico que liberdade de escolher fazer

plim

Como a idéia é dele compreenderá que só ele lhe poderá facultar detalhes técnicos.

A idéia de fundo está escrita naquele texto do sequestro de Carbono que deixei lá em cima: promover a simbiose na natureza ao nível da rizosfera.

Publicado por: py às março 26, 2006 12:49 PM

penso que por esta forma a idéia fica ao alcance de tod@s, e alguns chegarão à palavra-chave subsequente

Publicado por: py às março 26, 2006 12:52 PM

grr, não se deve escrever muito ao domingo,

err:

"Houve um(ns) tipo(s) que estudou as concentrações de CO2 nas bolhas de gelo de diferentes profundidades (idades) e vê-se que o CO2 andou sempre a bailar, mas que à escala do sapiens, subia com as queimadas desde sempre, mas a períodos de acréscimo correspondentes a surtos demográficos e expansão tecnológica, e desciam a seguir, fruto de doenças e guerras"

devia estar:

Houve um(ns) tipo(s) que estudou (aram) as concentrações de CO2 nas bolhas de gelo de diferentes profundidades (idades) e vê-se que o CO2 andou sempre a bailar, mas que à escala do sapiens, subia genericamente com as queimadas desde sempre, e sobretudo após períodos correspondentes a surtos demográficos e expansão tecnológica, e descia a seguir, fruto de doenças e guerras, coincidindo com a regeneração dos arvoredos em vastas áreas

Publicado por: py às março 26, 2006 01:05 PM

Os «gajos» da ciência falam entre si sempre assim ? Possa, que complicação de linguagem.
O que é que o maior ou menor armazenamento do carbono nos solos tem a ver com o CO2 na atmosfera ?
Vá lá, um leigo também tem direito à inteligência ...

Publicado por: asdrubal às março 26, 2006 01:38 PM

..bum dgia

Então mudou a hora .. aqui continua uma bolha do tempo.....M 28º m 24º

Choveu um pouco ... parecem as harmonias do Thelonius...

Olha Py quem te lêr vai pensar desvirtuadamente ..uma coisa é casório ..outra é business ..não posso fazer( devo ?) descriminação...;-)


Publicado por: Cush às março 26, 2006 01:58 PM

A Opus faz Opas

http://braganza-mothers.blogspot.com/

Publicado por: Arrebenta às março 26, 2006 02:18 PM

...e receber os rastejantes que fizeram quilómetros de gatas,....

....Publicado algures no seu blog por: Arrebenta às março 26, 2006 02:18 PM

xenofobia ?

Publicado por: Cush às março 26, 2006 02:43 PM

Estão portanto a funcionar para o lado bom, se nenhum fosse apanhado então seria mau

Publicado por: The Pinguïn às março 26, 2006 10:52 AM
________________________

Bom, vejamos:

1 - Se há elementos das forças de segurança a funcionar para o lado mau é porque elas não funcionam 100% bem. Portanto o funcionamento para o lado bom é só parcial. Alguém pode garantir a percentagem?

2 - Estes dez agora apanhados andavam a trabalhar para o lado mau há mais de vinte anos. Logo, os que funcionam para o lado bom são um bocado lentos.

3 - Isso do funcionamento para o «lado bom» tem muito que se lhe diga. Experimente você ver-se envolvido numa disputa de qualquer tipo com um ministro, um juiz ou um oficial do exército — com a razão do seu lado — chame a polícia e depois me dirá se a polícia funciona para o lado «bom» ou para o «mau».

4 - Quantos patrões da droga já foram presos em Portugal? As forças de segurança, que os conhecem todos, estarão a funcionar bem para o lado bom?

5 - As forças de segurança funcionam bem quando têm que dar porrada nas populações ou nos grevistas que defendem direitos legítimos. Mas será isso funcionar para «o lado bom»? Quem é que dá porrada nos empresários que levam as empresas à falência fraudulentamente e depois retiram as máquinas das instalações, sob protecção da polícia, para as vender noutro lado?

6 - Dantes o mundo do crime dividia-se em polícias e ladrões, agora divide-se em polícias «bons» e polícias «maus». Será isso uim progresso no funcionamento das forças de segurança?

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 26, 2006 03:00 PM

Publicado por: asdrubal às março 26, 2006 01:38 PM

Se ao CO2 tirarmos o C fica O

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 26, 2006 03:22 PM

«pois é .. tinhas dito que não voltavas ao blog .. rsss e voltaste ...
I will not be back...e depois uma minúscula disse .. Thinking better ... »

Perdão, quem disse que não voltava ao blog foi o (M). Ora eu não vejo nenhum comentário assinado pelo (M)...
E essa minúscula foi uma fake impersonation...

O (M) só fazia sentido com a Joana. Tinham uma relação muito especial. No plano intelectual, sublinhe-se. Nada de mal entendidos. Digamos que o desaparecimento do (M) é a homenagem possível.

As questões relacionadas com o sequestro do carbono vou enviar por e-mail para vocês. Senão ainda acabamos por queimar os fusíveis ao resto do pessoal...

Publicado por: A ver se aprendem alguma coisa às março 26, 2006 03:40 PM

Olha o que parece uma boa notícia ....

Coal fuels more than 40 percent of the world’s electricity....
And state-of-the-art technologies allow us to produce electricity from coal that is cleaner than ever. Coal use has tripled in the past 30 years, while emissions have been reduced by about one-third. Tens of billions of dollars being invested in state-of-the art technologies will lead to continued environmental improvement and to the ultimate vision of NEAR -ZERO EMISSION

tem mais em... http://www.coalcandothat.com/index.php/company_overview/2.html

O que eu admiro no sapiens .. é que ele se apercebe dos erros e tende a corrigi-los...

Publicado por: Cush às março 26, 2006 03:41 PM

É inquestionavelmente uma boa notícia, mesmo tendo em conta que vem da Peabody Energy (NYSE:BTU), «the world's largest private-sector coal company».
É assim, cada um puxa o carvão à sua sardinha...

Mas a outra do baixo enriquecimento de urânio não lhe fica atrás.

Nestas coisas não dou o crédito todo ao homem. Penso que a natureza evolui em graus de organização, mas que, a exemplo de tudo o que nos rodeia, o faz num movimento bipolar. Por isso, até se atingir o equilíbrio, oscilamos entre o positivo e o negativo.
Ou seja, em termos comuns, a natureza faz o mal e a caramunha. E ao homem (aparentemente a forma mais avançada de organização da matéria) cabe interpretar os sinais que lhe são fornecidos. Coisa que faz a mais de um tempo.
Eu digo aparentemente porque não sei se a medalha de ouro não cabe aos vírus. Já pensaste que o desaparecimentos dos dinossauros pode ter-se devido a uma pandemia tipo gripe das aves, causada por essas coisas ultra-microscópicas que não são animais, nem vegetais, nem minerais?

e que, em cada novo estádio, põe à disposição do homem toda a informação necessária. Acontece que o homem não apreende a informação toda ao mesmo tempo

Publicado por: A ver se aprendem às março 26, 2006 04:34 PM

As duas últimas linhas saltaram do penúltimo parágrafo, ainda estou para perceber porquê...

Publicado por: A ver se aprendem às março 26, 2006 04:37 PM

Publicado por: asdrubal às março 26, 2006 01:38 PM

As plantas fixam o CO2 atmosférico, vão ao longo de milhares de anos removendo uma percentagem do CO2 da atmosfera. Pelo que eu percebi do texto uma vez que o solo não está saturado existe uma margem para que as plantas das áreas estudadas aumentem a fixação em caso de uma maior presença de CO2 na atmosfera.


!

Publicado por: The Pinguïn às março 26, 2006 07:39 PM

1 - "Se há elementos das forças de segurança a funcionar para o lado mau é porque elas não funcionam 100% bem. Portanto o funcionamento para o lado bom é só parcial. Alguém pode garantir a percentagem?"- A corrupção é uma certeza e uma constante, a questão é se existe um mecanismo de purga ou não.

2 - "Estes dez agora apanhados andavam a trabalhar para o lado mau há mais de vinte anos. Logo, os que funcionam para o lado bom são um bocado lentos."- mais vale tarde que nunca...

3 - "Isso do funcionamento para o «lado bom» tem muito que se lhe diga. Experimente você ver-se envolvido numa disputa de qualquer tipo com um ministro, um juiz ou um oficial do exército — com a razão do seu lado — chame a polícia e depois me dirá se a polícia funciona para o lado «bom» ou para o «mau»."- Nos EUA um monte de menbros do GOP foram indiciados apesar de estarem no topo do partido e mesmo assim todos criticam os EUA, se a justiça está mal temos que exigir mais e não menos.

4 - "Quantos patrões da droga já foram presos em Portugal? As forças de segurança, que os conhecem todos, estarão a funcionar bem para o lado bom?"- Peço desculpa mas estou por fora disso...

5 - "As forças de segurança funcionam bem quando têm que dar porrada nas populações ou nos grevistas que defendem direitos legítimos. Mas será isso funcionar para «o lado bom»? Quem é que dá porrada nos empresários que levam as empresas à falência fraudulentamente e depois retiram as máquinas das instalações, sob protecção da polícia, para as vender noutro lado?"- Neste caso concordo consigo....Alem de bater nos operários deviam bater tambem nos patrões incompetentes e principalmente nos dirigentes sindicais.

6 - Dantes o mundo do crime dividia-se em polícias e ladrões, agora divide-se em polícias «bons» e polícias «maus». Será isso uim progresso no funcionamento das forças de segurança? - Sempre houve corrupção em todo lado. Talvez antigamente houvesse outra mentalidade, mas era geral na sociedade.

Publicado por: The Pinguïn às março 26, 2006 07:56 PM

Com que então temos um Pinguin intérprete. A resposta ao Asdrubal faz lembrar aquele do diz o roto ao nu. Há gajos que não têm a menor nossão do ridículo.

Publicado por: Polícia de giro às março 26, 2006 09:08 PM


Quak, quak....Bird of a filthy feather...quak, quak

"Há gajos que não têm a menor nossão do ridículo."

Publicado por: Polícia de giro às março 26, 2006 09:08 PM


Quak, quak....Bird of a filthy feather...quak, quak

Publicado por: The Pinguïn às março 26, 2006 09:15 PM

Quak, quak....Birds of a filthy feather...quak, quak

"nossão""nossão""nossão""nossão""nossão""nossão"
Publicado por: Polícia de giro às março 26, 2006 09:08 PM

"Há gajos que não têm a menor nossão do ridículo."

Publicado por: Polícia de giro às março 26, 2006 09:08 PM

Quak, quak....Birds of a filthy feather...quak, quak


"Há gajos que...""Há gajos que...""Há gajos que...""Há gajos que...""Há gajos que..."

"não têm..." "não têm..." "não têm...""não têm..." "não têm...""não têm..." "não têm..."

Quak, quak....Birds of a filthy feather...quak, quak

"...a menor nossão do ridículo."

Quak, quak....Birds of a filthy feather...quak, quak

"nossão""nossão""nossão""nossão""nossão""nossão"

Quak, quak....Birds of a filthy feather...quak, quak

"nossão""nossão""nossão""nossão""nossão""nossão"
Publicado por: Polícia de giro às março 26, 2006 09:08 PM

Quak, quak....Birds of a filthy feather...quak, quak

Publicado por: The Pinguïn às março 26, 2006 09:25 PM

Obrigado ao Pinguim.
Só me lembro (mal) da função clorofilina.
Agora, não fazia ideia de que os solos tinham armazenamento de carbono, nem percebo em que é que tal fenómeno interfere com o CO2 na amosfera. É porque os solos com maior armazenamento de carbono são mais úteis e propícios à florestação ? De qualquer maneira não vou morrer estúpido por causa disso. Gosto mais de comer bolos e assim ...

Publicado por: asdrubal às março 26, 2006 09:48 PM

Pinguinices ao acaso

um monte de menbros do GOP
março 26, 2006 07:56 PM

quak quak menbros menbros menbros menbros quak quak

se gastam dinheiro em passeios e hóteis
março 25, 2006 10:36 PM

quak quak hóteis hóteis hóteis hóteis quak quak

Publicado por: Polícia de giro às março 26, 2006 11:49 PM

plim plão


Publicado por: Cush às março 27, 2006 01:26 AM

... muito impressionado com o filme...

agora quanto à "função clorofilina" (isto agora é pecado dizer assim, tem de se dizer fotossíntese, mas eu não vejo onde está o pecado embora goste mais de fotossíntese) é uma história desvendadada pelo sapiens muito linda, para quem gosta destas coisas.

Nas células vegetais que fazem os tecidos verdes ocorre um tecido chamado parênquima que é o tecido fotossintético por excelência, onde as células têm lá dentro uns organelos chamados cloroplastos, que se pensa terem sido antigas bactérias que se integraram simbioticamente dentro de celulas heterotróficas e assim originaram células autotróficas (que se alimentam a si próprias), através da maravilhosa fotossíntese.

Os cloroplastos são a modos que uns sacos e lá dentro têm umas pilhas chamadas os tilacóides, organizados às lamelas, imersos num meio que se chama o estroma.

Então vem de lá um fotão, bate num electrão que fica excitado e vai por ali acima na escala de energia, e a seguir decai de orbital e descarrega energia; ora vem um ADP a passar, que tem um rabinho energético com radicais de fósforo a dar a dar, e saca a energia da cada do electrão metendo mais um rabinho de fósforo,e vai por ali a dar a dar, passou a chamar-se ATP (adenosinatrifosfatada) o transportador de energia mais comum (também há umas GTP e outros),.

Essa energia contida nos fósforos do rabinho de ATP está agora disponível para na reacção reversa ser libertada a ajudar o trabalho das enzimas do metabolismo.

Entretanto também se formou potencial redutor.

Tudo isso vai actuar no estroma em meio líquido onde se processa o Ciclo de Calvin (versão das plantas C4, mais comum) onde CO2 da atmosfera é incorporado em esqueletos carbonados pré-existentes acrescentando e assim fazendo açúcares.

Tudo junto: entra luz, bailam os electrões, acontecem por lá umas coisas nos cloroplastos, entra CO2, gasta-se uma pinguinha de água, faz-se açúcar e liberta-se O2, que respiramos.

Publicado por: py às março 27, 2006 02:01 AM

grr

onde está: saca a energia da cada do electrão

devia estar: saca a energia da queda do electrão de orbital

... e já agora, o açúcar formado por uma tal de enzima rubisco (ribulose-bifosfato-carboxilase-oxidase), vai parar à glucose e também ao isómero frutose, que juntas dão sacarose...

Enquanto a glucose está disponível para consumo imediato no processo inverso da fotossíntese (a respiração: onde se vai buscar a energia guardada nas ligações químicas dos açúcares), é a sacarose que é o principal açúcar de transporte para outros locais, enquanto o amido é um açúcar de reserva.

Portanto a sacarose vai por ali abaixo no tronco alimentar tudo o que está a crescer: gomos, raminhos, tronco e

raízes


agora chegámos ao invisível (?)

onde se passam casamentos

e namoros

secretos

Publicado por: py às março 27, 2006 02:12 AM

... ora a sacarose vai por ali abaixo num processo que se chama de translocação num tecido que se chama o floema,num fluxo que é a antiga "seiva elaborada" e que agora se chama translocado floémico, ao longo dos pecíolos, raminhos, ramos e tronco, e chega até às raízes - onde se absorve a água e os nutrientes (na rizosfera)- que por sua vez vão por ali acima, no percurso inverso, para fornecer o sistema upwards, até às folhas, com moléculas necessárias para a construção dos tecidos.

e ainda vêm as hormonas regular isto tudo, mas enfim essa parte já é outro nível

tudo junto o que isto dá é que quando a biomassa cresce fixa-se CO2 da atmosfera. Ora a biomassa cresce acima do solo e abaixo dele.

Publicado por: py às março 27, 2006 02:28 AM

Clap clap clap...

...No invisível (?) tem um outro universo , onde... como no do lado de cima ... existe uma luta pela sobrevivência ou dominação ....

No mundo invisível é possível criar " mosaicos especiais " ... que por sua vez vão permitir incrementos na criação de biomassa.... onde cerca de 50% é Carbono ...
Mas olha galera ...isto que está para aqui a ser dito ... é brincar com o fogo...nos negócios .. o segredo é a alma ... aí ...a coisa pode correr mal..
O pior de tudo seria isso ser feito com know How estrangeiro...por outras palavras ficarmos a ver os navios passarem ... e não há nexexidade...

Publicado por: Cush às março 27, 2006 02:44 AM

"existe uma luta pela sobrevivência ou dominação ....", essa é a plataforme que é subvertida pelo conceito de simbiose, win-win, não é?

Mas Cush proponho que não digamos mais nada até a Joana ressuscitar

Publicado por: py às março 27, 2006 02:51 AM

sobre este assunto, claro

Publicado por: py às março 27, 2006 02:52 AM

py às março 27, 2006 02:28 AM

"Ora a biomassa cresce acima do solo e abaixo dele."

excepto uma correcção: não é abaixo dele, é nele e abaixo dele

Publicado por: pyrenaica às março 27, 2006 02:57 AM

então e isto?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1251930&idCanal=21

Publicado por: py às março 27, 2006 03:00 AM

(entretanto hoje comi arroz de lampreia :))

Publicado por: py às março 27, 2006 03:04 AM

Vixe .. oxe ...tu tá acordado , a esta hora ?

Como é que tá o tempo por aí ?

Desde que voltaste .. deixei de ver as notícias nacionais ... será bom ou mau?

Publicado por: Cush às março 27, 2006 03:07 AM

... aproveita e faz umas férias, mas não penses que fojes a comentar esse linkinho, certo?

Publicado por: py às março 27, 2006 03:19 AM

gostava de te ouvir sobre esse linkinho...

por cá anda uma coisa muito grande de polícias e tráfico de armas, uma data de polícias presos ou parecido

chegou a Primavera depois de uma boa rega

(mas não dá para sandálias e calções)

Publicado por: py às março 27, 2006 03:21 AM

-> xonar:

brokeback mountains

Publicado por: py às março 27, 2006 03:29 AM

rssss Temos o PSD no Governo .. e na Presidência...

Só que este psd .. como diria AVSAACe, é uma fake impersonation.....

Como disse mais em cima ... este governo confunde o essencial com o acessório...

No essencial ..

Educação ...achou as metas da UE ambiciosas qd deveria querer ultrapassá-las ...
Na Energia ... Nuclear não está na agenda ..qd deveria estar a inaugurar...
Na economia ... subiu o IVA para 21% quando deveria baixar os impostos todos ...drásticamente...As pessoas gerem muito melhor o dinheiro do que o Estado.A prazo iria reverter para o Estado muito mais dinheiro do que agora..continuam-se a abrir galinhas de ovos de ouro...

No Acessório ..

Está a diminuir a burocracia ...mas está a implementar o CU ( cartão unico)... que parece que será um BIG BROTHER...

Agora .. tb não acho que Marques Mendes .. representa bem o PSD.....e o outro .. ainda menos o PP...

Publicado por: Cush às março 27, 2006 03:46 AM

Agora .. tem aí .. uma excelente notícia ... libertadora ... os canhões do tio Sam , vão deixar de estar voltados só contra o Euro.. e vão-se voltar também para o Asian Currency Unit (Acu)..Agora pode ser que se consiga convencer o Irão a fazer a bolsa em ACU.... que é muito mais giro do que o Euro...e tirava-nos da frente..

http://news.ft.com/cms/s/37d55806-bd2d-11da-bdf6-0000779e2340.html

Publicado por: Cush às março 27, 2006 04:08 AM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1251994&idCanal=15

Publicado por: py às março 27, 2006 12:20 PM

então e agora?

O melhor é todos os que ainda andamos por aqui, e ainda talvez o corujinha pudesse ressuscitar, e o lucky, o David, e o Yin-Kuo, tudo a comentar, fogo de artifício, para dobrar o cabo do primeiro milénio, que senão ainda fico enervado...

è que o cabo das tormentas depois de passado chamou-se da Boa Esperança.

entretanto eu tenho de ir tratar de umas coisas lá fora, mas se quando chegar de volta ninguém tiver tido a ousadia, lá viro eu o cabo se for preciso,,,

Publicado por: py às março 27, 2006 12:30 PM

Bum dgia...está um dia lindo..

Bem lá vou eu ... fazer uma ...saborosissima...

Publicado por: Cush às março 27, 2006 02:20 PM

saborosississima...vem cá...

Publicado por: Cush às março 27, 2006 02:23 PM

Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela minina ..que vem e que passa
No doce balanço .. caminho do mar ..

Moça do corpo dourado
Do sol d'ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda .. que já vi passar ..

Ah.. porque estou tão sózinho.

Ah.. pq tudo é tão triste ..
Ah.. a beleza que existe ..
A beleza que não é só minha ..
Que ..tb passa sózinha ..

Ah .. se ela soubesse ..
Que quando ela passa
O mundo inteirinho
Se enche de graça
E fica mais lindo

Por causa do amor ...

Plim 999

Publicado por: Cush às março 27, 2006 02:30 PM

A pergunta é: pessoas que aparentam, ou julgam aparentar, ter um abismo político entre si, estarão, por esse motivo, nos antípodas uma do outra? Estarão certamente se interpretarem a adesão política como a adesão a um clube desportivo. Mas se essa adesão constituir apenas um epifenómeno e o que é estrutural é uma visão da sociedade baseada numa abordagem cultural e filosófica?


Publicado por Joana às 08:00 PM | Comentários (65) | TrackBack
Política e cultura 2 – Hobbes e Locke


Este ... é dela .....Parabéns a vc(s)..a festa ... é de todos .. !!!1000 !!!

Publicado por: Cush às março 27, 2006 02:46 PM

em boa verdade o intimador "Você sabe com quem é que está a falar!?" de antigamente, foi substituido nos dias que correm pelo baldicismo "Doutor, não me diga isso a mim porque isso lhe dá uma péssima imagem da pessoa que você é"

Publicado por: Dr. Pangloss às março 27, 2006 03:10 PM

em boa verdade o intimador "Você sabe com quem é que está a falar!?" de antigamente, foi substituido nos dias que correm pelo baldicismo "Doutor, não me diga isso a mim porque isso lhe dá uma péssima imagem da pessoa que você é"

Publicado por: Dr. Pangloss às março 27, 2006 03:23 PM

...ora já entrámos no novo milénio... boa Cushão, olha lá vai ver o e-mail.. :))).

... um imenso Portugal...

Publicado por: py às março 27, 2006 03:54 PM

...gosto!

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759372

Publicado por: py às março 27, 2006 04:18 PM

Viva o mosaico...

Publicado por: Cush às março 27, 2006 05:27 PM

... entretanto para não bater a bolinha alto demais, aqui lá do Jerónimo sobre o problema do interior desertificado não devia merecer mais atenção?


... e ainda faltáva-me a devida vénia a D. Clorofila, molécula de mui valor, que está lá estirada nas membranas dos tilacóides, e onde se passa a cena do "leva com um fotão e salta-lhe um electrão" que depois volta a poisar...

É por isso que eu não acho mal dizer função clorofilina, mas acho mais bonito fotossíntese.

Publicado por: py às março 27, 2006 05:32 PM

Definição:

Publicado por: Senaquerib às março 27, 2006 05:36 PM

Dívida pública

Publicado por: Senaquerib às março 27, 2006 05:36 PM

Dívida pública é aquilo que o Estado me deve.

Publicado por: Senaquerib às março 27, 2006 05:37 PM

Mais nada.

Publicado por: Senaquerib às março 27, 2006 05:38 PM

CQD.

Publicado por: Senaquerib às março 27, 2006 05:38 PM

Estive fora desde as 5 da tarde de ontem, pelo que só agora pude enviar o prometido email.
Creio que vai aí algum material interessante.

Entretanto, vejam aqui como sempre há quem aprenda alguma coisa...

http://dn.sapo.pt/2006/03/27/cidades/em_espanha_e_tudo_muito_mais_barato.html

Publicado por: A ver se aprendem às março 27, 2006 06:04 PM

lindo Cush, o Dragão a fazer capicuas de Estado!

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=221144

Publicado por: py às março 27, 2006 06:27 PM

...bem aquilo falhou uma vírgula no comentário anterior, mas não faz mal:

e isto?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=221144

Publicado por: py às março 27, 2006 06:57 PM

(bem por hoje chega, no link de cima eu queria dizer isto:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=221152)

Publicado por: py às março 27, 2006 07:15 PM

(eh pá, não sei que diga, eu não tenho dívidas nenhumas mas acho óptimo:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=1&id_news=65102

)

Publicado por: py às março 27, 2006 07:36 PM

Simplex 2006, muita coisa boa e muita coisa que cheira a Big Brother como o Cush disse....


http://www.negocios.pt/


Quak, quak... birds of a filthy feather....quak, quak

Publicado por: The Pinguïn às março 27, 2006 07:47 PM

py às março 27, 2006 02:28 AM
Grato pela explicação.
Falta só perceber o que é o "electrão de orbital".

Publicado por: asdrubal às março 27, 2006 08:56 PM

saca a energia da queda do electrão de orbital?

É que com o impulso do fotão o electrão na molécula de clorofila absorveu energia e saltou para uma orbital de maior energia mas instável, e passado um bocadinho volta abaixo outra vez libertando energia, mas andam a passar lá perto ADP que aproveita a onda e conserva parte da energia libertada no rabinho de fósforo ficando ATP e ainda se forma potencial redutor (NADPH, ou NADH) para as reacções de redução, que é o contrário da oxidação, constitutivas do anabolismo.

Em termos muito simples mas correctos, na fotossíntese o CO2 é absorvido e reduzido a acúcares, mediante a acção de luz e alguma água, libertando O2, nos cloroplastos das células.

Publicado por: py às março 27, 2006 09:11 PM

ora digam lá se isto na lusofonia não é mais cool que noutros lados...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=221169

(eh pá isto agora é dieta de capicuas, mas também não me posso queixar... -> xonar)

Publicado por: py às março 27, 2006 09:23 PM

Atenção: o eclípse da próxima 4ª feira também é uma medida Simplex 2006.

Publicado por: Senaquerib às março 27, 2006 10:05 PM

"Se não tivermos sucesso, corremos o risco de fracassar" [G.W. Bush]

Publicado por: CITAÇÕES às março 27, 2006 11:40 PM

...cush já tinha passado pelas brasas na versão leão da Rodésia quando me passou um gato pela frente...

Então isto do mercado mundial do Carbono está a ser cotado em dólares, e portanto a força fiduciária do dólar pode-se amparar aí, coisa que acho muito melhor que estar amparada só no petróleo e nas guerras. Parece-me que as guerras do Carbono levam a violência para outro plano, verbal e não mais militar, espero.

mas é paradoxal que o mercado seja cotado numa moeda de um país que não subscreve o PK,

e agora?

Publicado por: py às março 28, 2006 12:52 AM

"I can only speak to myself." —George W. Bush, Washington, D.C., April 28, 2005

Publicado por: CITAÇÕES às março 28, 2006 01:38 AM

"This notion that the United States is getting ready to attack Iran is simply ridiculous. And having said that, all options are on the table." —George W. Bush, Brussels, Belgium, Feb. 22, 2005

Publicado por: CITAÇÕES às março 28, 2006 01:39 AM

"We need nukyular power, in my judgment. It's a renewable source of energy that doesn't create greenhouse gases." (Mar. 10, 2006)

Publicado por: CITAÇÕES às março 28, 2006 01:41 AM

e agora?

Publicado por: py às março 28, 2006 12:52 AM

E agora... don't worry about a dime...

Por favor lapida aquele míssil..preciso de o disparar ainda hoje de manhã...

Caro AVSAACe .... bem vindo...

Publicado por: Cush às março 28, 2006 04:26 AM

está bem, por agora não ligo, mas olha que lá mais à frente não sei se não faço banzé, depois conversamos

Publicado por: py às março 28, 2006 12:23 PM

já leram este artigo da Helena Garrido?

http://dn.sapo.pt/2006/03/28/opiniao/simplex_keynes_e_efeitos_colaterais.html

Faz lembrar certa pessoa.

Publicado por: Afonso às março 28, 2006 02:30 PM

cá está uma medida paliativa para tentar melhorar a imagem dada pelas sondagens

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=221322

fiquei hoje a saber que este arbusto menor chamado bush disse que não ia ver brokeback mountains com um ar de desprezo, ou parecido. Ao mesmo tempo que assinou quantas penas de morte de americanos?

Por quantas mortes o senhor é responsável mr bush?

I command you Hell

Publicado por: py às março 28, 2006 04:33 PM

Já aqui disse, mas apetece-me repetir: o principal problema da economia portuguesa é a incompetência dos gestores. Há em Portugal empresas de sucesso, que têm de usar trabalhadores portugueses com qualificações portuguesas, que têm o mesmo governo que todos os outros, que enfrentam a mesma burocracia, que pagam a energia ao mesmo preço. Então porque é que elas são bem sucedidas e as outras não? Só pode ser uma questão de qualidade dos gestores. Então, comecemos por qualificar os gestores. Como? Enviando-os três anos para o estrangeiro para aprender, e importando gestores estrangeiros para nos ensinar. Com a condição de depois aceitarem os métodos de gestão que se vierem a aprender. De nada serve formar gestores se as empresas depois recusarem pôr em prática os métodos aprendidos. Faz-me lembrar uma empresa financeira de um grande grupo nacional onde trabalhei como director coordenador. Tendo trabalhado para empresas americanas desse ramo, tinha aprendido a fazer relatórios de resultados mensais, uma semana depois do fecho de cada mês, que eram de enorme utilidade para a gestão. Como não havia nada de semelhante entre nós, propus à administração fazê-lo. Depois de reflectirem alguns dias, recusaram a minha ideia. Como achasse isso estranho, decidi fazê-lo por conta própria, no meu próprio tempo, distribuindo depois os resultados pela administração e pelos colegas directores coordenadores. Fui rapidamente chamado à pedra e admoestado, sendo proibido de continuar essas minhas actividades subversivas da hierarquia... E estamos a falar de um dos principais grupos financeiros portugueses...

Publicado por: Albatroz às março 28, 2006 04:41 PM

«Gerir, hoje, é uma corrida entre os técnicos de gestão, que lutam para aperfeiçoar métodos cada vez mais à prova de empresários idiotas, e o Universo, que tenta produzir mais e melhores empresários idiotas.
Até agora, em Portugal, o Universo está a ganhar.»

Moi

Publicado por: CITAÇÕES às março 28, 2006 05:17 PM

(agora já não há kpk's, só primos ...:)

Publicado por: py às março 28, 2006 06:44 PM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1252188&idCanal=101

Publicado por: py às março 28, 2006 10:34 PM

Deixem-me rabalhar....
Certas pessoas parecem padres a falar de sexo..

Alba... tu entendes de gestão... já montaste um negócio próprio ...em Portugal ? Não é como ser um especialista em sexo , e ser virgem ao mesmo tempo ..? só vídeos , literatura ...ter um armazém de sex-shops ...em casa..até já entraste numas filmagens mas só como director coordenador .. o pynto .. lá no fundo dizia para ele mesmo ... um dia .. um dia ...
Tu pareces um homem de negócios Platónico... talvez devesses ser mais Aristotélico....para compreender por dentro o assunto...olha que é bem gostoso...claro .. que depois pode vir um vazio imenso ..mas ...

Conta pá gente como é que foi ... bora .. inventa .. coloca-te na média ...depois contas .. bem ..o mercado é miserável ..tá tudo com um medo do caraças ...pa receber é uma porra louca .. ninguém faz nada direito...poucas encomendas ..um trânsito doido..vou arranjar um emprego ...é muito mais cómodo...mil vezes mais... ronron ronron ...

Esquece por um momento as grandes empresas.

Mas olha .. deixa pra lá .. tb .. afinal ... nunca tens respostas .. é sempre a mesma ...coisa..

Publicado por: Cush às março 29, 2006 01:49 AM

Caro Cush,

Posto de forma simples para não atrapalhar o raciocínio: há empresas portuguesas bem sucedidas, mesmo em mercados internacionais, que têm de trabalhar no ambiente português, com portugueses, etc. É porque é possível ser bem sucedido apesar de todos os defeitos da nossa sociedade. Então porque é que outras empresas são mal sucedidas? A única diferença só pode ser a qualidade da gestão. Ou seja, empresas bem geridas são bem sucedidas, mesmo com os problemas todos próprios do nosso país. Empresas mal sucedidas só podem ser empresas mal geridas. E "má gestão" inclui não só a própria gestão corrente, como a escolha de produtos a produzir ou comercializar, a localização da empresa, os canais de distribuição, a publicidade e marketing, etc. Logo, o problema principal em Portugal é o da qualidade dos gestores. Portanto, é aí que devem incidir os nossos esforços, e não numa quixotesca tentativa de mudança da atitude dos governos, ou da legislação, ou da intervenção dos poderes públicos, ou da justiça, ou dos hábitos sexuais dos ministros... Mas, é claro, enquanto se puderem acusar terceiros dos nossos insucessos não temos de corrigir as nossas insuficiências... O "Estado" é que tem a culpa, e já está...

(P.S. - Para criticar a actividade empresarial não é preciso ser empresário, tal como para criticar um livro não é necessário ser escritor... A propósito, já compraste o chapéu de sol?...)

Publicado por: Albatroz às março 29, 2006 09:10 AM

... Albatroz o Cush tem razão quando fala que em Portugal há um ambiente muito mesquinho em relação aos pequenos empresários empreendedores... já quanto aos grandalhões é outra coisa...mas felizmente o Pinto de Sousa foi genial... o governo ofereceu-nos uma capicua de Estado, com as 333 medidas do simplex (o nome do algoritmo da programação linear) com José Sócrates rematando que é para contrariar o Estado polícia desconfiado do cidadão, na sequência da entrevista ao Expresso onde afirma que o poder do discurso político é enorme... Aristóteles está contente de certeza

Publicado por: py às março 29, 2006 10:24 AM

... mas você também tem razão que havia os profissionais cata-subsídios e etc., a dizer que a culpa é sempre do Estado, e é, com tanta complicação mesquinha... mas claro que os funcionários públicos têm que responder conforme a lei, facilitando a vida ao cidadão, senão é excesso de zelo...o espírito foi lançado...chapeau...

Publicado por: py às março 29, 2006 10:27 AM

acho bem:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=221417

(e o direito de regresso?)

Publicado por: py às março 29, 2006 10:45 AM

http://www.nasa.gov/externalflash/eclipse_front/index.html

Publicado por: py às março 29, 2006 10:53 AM

(este não é primo embora pareça)

Publicado por: py às março 29, 2006 11:39 AM

...agora por exemplo lá para aqueles tipos da CAP que pedem a cabeça do ministro, devia ser tirada uma foto a todos e proceder-se a um diagnóstico orwelliano?

Publicado por: py às março 29, 2006 11:41 AM

nestas coisas passo a palavra ao meu amigo jegue também conhecido por outros nomes, que é mais avisado do que eu

Publicado por: py às março 29, 2006 11:43 AM

...mas em relação ao bush, são os americanos que o elegeram, e até já estão arrependidos, mas depois sofremos todos com as alarvidades da creatura que é manifestamente dasajustada para o cargo, portanto deve ser destituída por incompetência mental.

Impeachment

Publicado por: py às março 29, 2006 11:50 AM

Para quem se interesse pelo debate actual acerca do capitalismo (directo em francês/France Inter) :
http://www.radiofrance.fr/chaines/france-inter01/direct/

Publicado por: asdrubal às março 29, 2006 12:32 PM

Então Alba .. tudo beleza ?

Olha .. fui ali .. buscar uma munições ... então ... os empresários ..aliás ..os gestores são os culpados .. parece aquela série .. sai de baixo em que a Magda .. é sempre a culpada de tudo... mas será mesmo ?

" Da boca da Patroa "há pouco tempo atrás ...
A cigarra torturada...

A Espanha está a crescer a um ritmo de 2%, bastante abaixo do registado há dois anos, mas acima da média europeia e com as suas contas públicas de tal forma equilibradas que o impacto da crise nas receitas e nas despesas não impôs as medidas draconianas de aumento de impostos para cumprir o sacrossanto défice de 3%. Que fez a Espanha que nós não fizemos? Onde está o segredo do seu milagre?

A evolução do défice orçamental e do défice corrigido do efeito do ciclo económico de Portugal e Espanha, desde 1995, revela o segredo.
Madrid aplicou uma política anti-cíclica, que é como quem diz, fez aquilo que uma política orçamental sensata deve fazer, moderando os excessos dos períodos de prosperidade. E hoje, mesmo com o colete de forças de Bruxelas, pode combater as igualmente excessivas «depressões» dos agentes económicos.

Lisboa viveu o período de «boom» da segunda metade da década de 90 com o Governo a aplicar uma política expansionista, que alimentou ainda mais o fogo ateado pela redução estrutural das taxas de juro. Além disso, com a mudança dos partidos no Governo, resolveu adoptar uma estratégia de alteração das regras de contabilização até aí seguidas e espalhar a sete ventos que Portugal tinha mentido significativamente nas contas. Hoje está submetido a uma violentíssima restrição orçamental, não apenas pelos erros do passado mas também pela redobrada atenção com que Bruxelas segue as contas do Estado.

Os números comparados das contas públicas de Espanha e Portugal revelam dramaticamente que o primeiro Governo de António Guterres podia ter feito e não fez. Assim como demonstram que, no quadro do Pacto de Estabilidade, uma política expansionista em tempos de prosperidade pré-determina uma actuação restritiva na altura em que chegar a crise.

Depois de ter tido a coragem de congelar os salários da função pública quando a economia estava a crescer e, naturalmente, o sector privado a criar empregos, Madrid pode hoje desempenhar o papel que se espera do Estado: ajudar os espanhóis a enfrentar os tempos difíceis, em vez de apertar ainda mais os seus orçamentos familiares, com aumentos de impostos mais ou menos camuflados como fez Lisboa. E assim Espanha é menos afectada pela crise internacional – apesar de ter apanhado, como poucos países europeus, o embate da crise Argentina -, enquanto Portugal, sem defesas, se deixa arrastar pelo que acontecer no mundo.

A série da última década dos números das contas públicas portuguesas podia chamar-se a cigarra, sendo a espanhola, a formiga. Mas se a história dos números condena a política orçamental socialista, o caminho que este Governo escolheu para nos tirar desse problema, com todo o alarde que fez e continua a fazer sobre os males do passado, tornam o Inverno da cigarra, que ainda somos, desnecessariamente mais rigoroso. Não tinha de ser assim. ...


Faz todo o sentido .. é não ?

Então ? Ainda continuas a pensar que são os gestores ..os que devem ser cruxificados ?

O erros na governação pagam-se a prazo...

Publicado por: Cush às março 29, 2006 07:52 PM

e agora vou curtir a minha barracuda ...

Publicado por: Cush às março 29, 2006 07:59 PM

Com o devido respeito, o que o Albatroz escreveu não é uma questão de opinião, é lógica pura. Também não escreveu que «os» gestores são os culpados.
Ele limitou-se a constatar que há empresas que são bem sucedidas e lucrativas e outras que são mal sucedidas. Isto não é matéria de opinião, é um facto.
Observou também o Albatroz que existindo ambos os tipos de empresa no mesmo espaço económico, sujeitas ambas à mesma legislação, lidando com os mesmos trabalhadores, os mesmos sindicatos e o mesmo governo terá que se encontrar o factor não comum que justifica essa diferença. Isto também não é matéria de opinião, é um raciocínio lógico simples.
Conclui o Albatroz e com ele qualquer observador isento que o factor não comum que explica essa diferença entre o sucesso das empresas é a qualidade da gestão.
Seja como for a observação do Albatroz não se aplica a «os» gestores mas apenas a «alguns» gestores. Precisamente aqueles que estão à frente das empresas mal sucedidas.

Publicado por: Rui Martins às março 29, 2006 08:31 PM

Concordo

Publicado por: Engraxador de Botas às março 29, 2006 09:05 PM

será que o defeito é meu ou nunca se percebe muito bem como é isto?

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759509

Publicado por: py às março 29, 2006 09:07 PM

E digo mais...concordo com ambos!!!! clap clap clap clap

Publicado por: Terceiro Engraxador de Botas às março 29, 2006 09:07 PM

Percebi tudo. Boa noite, vou dormir para a geleira...

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 29, 2006 09:11 PM

Percebi tudo. Boa noite, vou dormir para a geleira...

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 29, 2006 09:11 PM

Rui Martins às março 29, 2006 08:31

Obrigado, Rui Martins. Mais um bocadinho só com o Cush e começava a pensar que era eu que não conseguia transmitir as ideias mais simples...

Publicado por: Albatroz às março 29, 2006 11:24 PM

Padres .. comentando o kamasutra.. ah ..pq esta posição é melhor .. e aquela não dá tanto jeito .reboladinha é que é bom...
Só que estão a falar de práticas com bonecas de encher ...not real sex...delírios ...sonhos ? ou pesadelos ??aos quais não se aventuram...

Publicado por: Cush às março 30, 2006 01:20 AM


http://www.msnbc.msn.com/id/12070948/

Publicado por: Anonymous às março 30, 2006 05:25 AM

um primo matinal:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1252279

Publicado por: py às março 30, 2006 10:11 AM

Este blogue está encerrado.

FIM.

Publicado por: Senaquerib às março 30, 2006 11:30 AM

Este blogue está encerrado.

FIM.

Publicado por: Senaquerib às março 30, 2006 11:30 AM

Pq ?É alguma data especial ? O menino tá com preguiça ?


...Some also drew attention to comments from Sultan bin Nasser al-Suwaidi, the governor of the central bank of the United Arab Emirates, who said the bank would meet next week to decide whether to increase the proportion of its reserves held in euros from 2 to 10 per cent....

http://news.ft.com/cms/s/ca5f1f64-bfd9-11da-939f-0000779e2340.html

Será que o Py tem razão...?Pode ser muito mau...mas... como ele diz .. salve-se a Lusofonia...

Publicado por: Cush às março 30, 2006 01:33 PM

E será que o público poderia fazer o mesmo ??

Press & publishing

11.45am
Thai paper shuts itself down as 'punishment' for error

Staff and agencies
Thursday March 30, 2006

The Thai daily newspaper Kom Chad Luek today announced it had closed itself down for three days as a punishment for publishing an article that could have offended the country's king.

The paper misquoted a reference to King Bhumibol in a speech by Sondhi Limthongkul, a leader of the movement to oust the Thai prime minister, Thaksin Shinawatra, with the misquote suggesting Mr Sondhi also wanted the king to go....

Senior editor Thepchai Yong confirmed Kom Chad Luek was "punishing itself for the mistake" by shutting down for three days.
...
He said Kom Chad Luek had cut part of the sentence, making it appear that he was demanding the king's abdication.

http://media.guardian.co.uk/site/story/0,,1743057,00.html

Faz quase lembrar a célebre .. nunca me engano e raramente tenho dúvidas ....
Tem tudo a ver com contextos .. é não ?Ou com as famosas cortinas de fumo...

Publicado por: Cush às março 30, 2006 01:46 PM

NUCLEAR ENERGY
Title Voyage into a (semi) virtual future
What are the technological prospects which provide a basis for the pursuit and relaunch of a European strategy for the nuclear energy sector? Nuclear physicists and engineers are currently exploring ideas, some still in their infancy but others nearer fruition.

....

http://europa.eu.int/comm/research/rtdinfo/40/01/article_496_en.html


Go deeper...

Publicado por: Cush às março 30, 2006 02:11 PM

...salve-se a lusofonia, e se o bush não fosse estupido dava passos para os EUA integrarem o PK, pk para começar tá cotado em $. Sempre aliviava a pressão...

...meu amigo eu por cá tá tudo limpinho ... mas caranguejo style, ok?

Publicado por: py às março 30, 2006 03:10 PM

Pum!

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=221672

Publicado por: py às março 30, 2006 04:23 PM

Estes cabrões não desaparecem ..e vejam só a aliança que estão a fazer ... vixe ..oxe...

http://news.ft.com/cms/s/3a8a9624-c011-11da-939f-0000779e2340.html

Publicado por: Cush às março 30, 2006 07:04 PM

Vou ver a minha barracuda .. hoje vou mais cedo .. já que ontem o tempo fechou..

Mas antes de ir ...e ...já que se não os podes vencer te deves juntar a eles ...apetece-me fazer um desafio ao Alba .... queres dar uma mão no nosso projecto intercontinental ligado ao PK?

Publicado por: Cush às março 30, 2006 07:10 PM

...ainda bem que chamaste a atenção para a aliança Cush...

Publicado por: py às março 30, 2006 07:20 PM

tem uma vírgula antes do Cush

Publicado por: py às março 30, 2006 07:22 PM

ora bem isto já deve corresponder à procura crescente da China

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=20&id_news=65294

E nós temos belas reservas, que estão quase todas lá em Fort Knox.

O último número que tenho é 462 ton em 2004 (Público , 28 Nov 2005). Alguém sabe alguma coisa depois disto?

Publicado por: py às março 30, 2006 07:55 PM

Something you all should see....

http://www.safehaven.com/showarticle.cfm?id=4331&pv=1

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 30, 2006 08:31 PM

What the fuck is going on with M3????

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 30, 2006 08:32 PM

M1 - Money supply that includes all coins, currency held by the public, traveler's checks, checking account balances, NOW accounts, automatic transfer service accounts, and balances in credit unions.

M2 - Money supply that includes M1, plus savings and small time deposits of depository institutions, overnight repos at commercial banks, and retail mutual fund money market accounts.

M3 - Money supply that includes M2, plus large time deposits, repos of maturity greater than one day at commercial banks, institutional money market accounts and Eurodollar deposits of US banks held at foreign branches and at all offices in the UK and Canada.

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 30, 2006 08:38 PM

... bem eu como só tenho ali 5 notas de 1 dólar que é bom para as gorgetas...o resto fui-me safando a tempo e horas,mas obrigado por anunciar o vipe, Pinguin, mas então isto demora três meses para surtir efeito? É que digamos foi uma prenda de Natal...

Em Salvador eu aprendi que lá para eles prenda e presente não é a mesma coisa, aliás pode dar origem a equívocos, felizmente dirrimíveis...

É que presente é o que é e prenda é uma punição.

Publicado por: py às março 30, 2006 09:22 PM

... e portanto como do outro lado continua assim

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759535

continuamos na mesma: Guerra! Bom, mas também não havia que ter ilusões, dois malucos à trolha a sacar da naifa,

Eu não gosto de nenhum.

Publicado por: py às março 30, 2006 09:40 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=221734

Publicado por: py às março 30, 2006 11:36 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=221730

Publicado por: py às março 31, 2006 12:19 AM

Reservas de ouro:
Ou esse número de 2004 estava errado ou andam a esconder-nos alguma coisa...

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=268961

Esta coisa das reservas tem que ser analisada com muitas reservas...

Publicado por: AVSAAC às março 31, 2006 12:53 AM

Mais reservas.
Cada cor seu paladar

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=10&id_news=64941

Publicado por: AVSAAC às março 31, 2006 12:54 AM

Ouro vendido pela firma Barroso & Lopes, Irresponsabilidade Ilimitada

15 toneladas em 2002
75 em 2003
55 em 2004.

Publicado por: AVSAAC às março 31, 2006 01:03 AM

... bum dia, ora bem eu guardei aquela notícia do Público para não me perder um dia que quisesse olhar para isto com atenção...

(ainda bem que parece que tenho companheiros de brincadeira...)

mas é que tenho de ir para Lisboa tratar das minhas reservas... logo volto a ler a notícia e escrevo aqui.

E depois há as reservas de diamantes e o roubo das jóias da coroa na Holanda, uma vergonha!

Publicado por: py às março 31, 2006 12:21 PM

Bum dgia galera ...


Eu ... como sou fissurado... em escalpelizar as coisas ... decidi pedir a ajuda de um especialista na causa dos falhanços das empresas , para tentar intermediar entre mim e o Alba ... e esta foi a resposta dele..

Dear Fernando,

Thank you for taking the time to email me. As you suspect, failure
occurs both for externally driven and internally driven reasons.
Sometimes the environment for a business is so difficult, that there is
little you can do. However, it is also often the case that the best
leaders try to understand and predict what is happening in real-time.
Thus, it is important to surround yourself with other people who are
unafraid to tell you what they are really thinking, to constantly look
for information from multiple sources, to ask yourself what could go
wrong (and try to prepare for that if it does happen).

You can never insure that you will not fail, and sometimes unexpected
things may happen, but most of the time success requires constant
alertness to change, and the willingness to confront the reality of
that change. Leaders must truly focus on this challenge.

I wish you the best of luck in your new business.

Sincerely,
Sydney Finkelstein


Este cara escreveu um livro sobre falhanços não de empresas sem gestores ou empresários sem formação, mas sobre gestores de topo , que falham ...rotundamente ..

A resposta .. Alba .. parece que é o caminho do meio .. mas deves concordar que o ambiente que rodeia uma empresa tem uma importância crucial ... mesmo assim .. veja-se como é possível falhar...

Publicado por: Cush às março 31, 2006 12:44 PM

(afinal alteração de planos: resolvi dar uma de superior e dizer que preferia receber para a semana simplex, do que hoje complicadex, que é para eles terem um fds para se ambientar...)

Publicado por: py às março 31, 2006 01:10 PM

ora bem

" O stock de ouro passou de 866 toneladas em 1974, para 517 em 2003. E para 462 toneladas em 2004. Esta redução de 47 por cento na quantidade do ouro, entre 1974 e 2004 foi feita na maior parte por vendas sucessivas,..."

Público, 28 de Nov de 2005, pag. 29, entrevista a Miguel Cadilhe

(PS: nova alteração de planos, afinal vou a Lisboa mas por outras razões :)), mas venho cedo)

Publicado por: py às março 31, 2006 01:37 PM

Com essa formulação de Cadilhe, dá a ideia de que o ouro foi vendido ao longo do período 1974-2004 ao mesmo ritmo.
Ora, dessa diferença de 400 toneladas mais de 200 foram vendidas entre 2000 e 2004.
Seria interessante apurar em que anos e em que quantidades foi vendido o resto...
Nem é um segredo de Estado: está tudo nas estatísticas do Banco de Portugal.

Publicado por: AVSAAC às março 31, 2006 03:03 PM

Caro Cush,

Fui investigar um pouco o seu amigo Finkelstein, e encontrei a seguinte frase:

"Many of the great corporate mistakes we studied had at their heart a fundamental breakdown of managerial reasoning and strategic thinking, necessitating a careful analysis of how to combat these mindset failures."

Ora se isto acontece nas melhores empresas com os melhores gestores, imagine o que acontece no nosso pequeno jardim à beira-mar plantado com as cavalgaduras que por aí andam... É evidente que o ambiente conta. Em igualdade de circunstâncias, um bom ambiente político, fiscal, económico, tornará o sucesso mais fácil. Mas continuo convencido de que em Portugal o factor incompetência dos gestores é muito mais relevante que o factor ambiental. Com bons gestores, mesmo com a m.... de políticos que temos, estaríamos muito melhor do ponto de vista económico. E talvez até já tivéssemos aprendido a nos livrarmos da mafia política. Enquanto não reconhecermos isto, continuaremos à procura de soluções erradas para um problema bem real, e continuaremos a falhar...

Publicado por: Albatroz às março 31, 2006 04:34 PM

Oi AVSAAC .. não deveria ser AVSAACe ?

Publicado por: Cush às março 31, 2006 04:41 PM

Oi Alba ... ... aproximamo-nos de um consenso...
Afinal ... sempre queres dar uma mão .. ?

Eu gosto é de gente com personalidade ...e tu .. tens uns olhos bonitos ...não sabes é levantar e aterrar muito bem ... mas voar ... isso é contigo .. sem dúvida ..

Publicado por: Cush às março 31, 2006 05:05 PM

Ó AVSAACe... o " e "..é de equivalente ...antes que fiques confuso...

Publicado por: Cush às março 31, 2006 06:10 PM

fiquei hoje a saber que entre grandes e pequenas estão mais de dez joalharias à venda (trespasse) na baixa de Lisboa. Claro que isto não é de letreiro na porta. Mas aquilo vale bué para os chineses, é preciso cuidado...

Quanto ao ouro, o pessoal que investigue, ainda bem que não é secreto, assim fico mais deskansado.

Quanto aos diamantes da coroa só ficava descansado se aquilo estivesse em exposição pública na Torre de Belém, dentro duma caixa forte à prova de mísseis (?) e tsunamis.

Mas dos adamas só falo se vocês pedirem que a história é pesada. Não esquecer no entanto que é Carbono puro, na malha de mínima entropia.

Publicado por: py às março 31, 2006 07:45 PM

e portanto...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=221876

Publicado por: py às março 31, 2006 08:22 PM

Há várias críticas a nível nacional e mundial em relação aos gestores colocarem os seus interesses pessoais á frente dos da empresa mas isso é um problema do ético ligado com a crise de valores do mundo ocidental. A verdade é que em Portugal há muito laxismo e não é só ao nível da gestão é cultural. Muitas vezes os administradores de empresas importantes não fazem a mínima ideia do que se está a passar de relevante por exemplo ao nível da produção deixando que situações prejudiciais se prolonguem e agravem, mas o operário também não mostra muito respeito roubando a empresa sempre que pode ou boicotando o trabalho. Há falta de civismo em Portugal e há a todos os níveis. Mas isto tambem tem muito a haver com a mentalidade, a arrogância do português, a vaidade fútil, a ideia de que o trabalho faz mal á saúde, de que os senhores doutores é que sabem tudo, o povo português presa mais um canudo do que a competência, presa mais a aparência do que a substância.

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 31, 2006 08:37 PM

... bem...

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759565

Publicado por: py às março 31, 2006 08:51 PM

Só não percebo por que se critica tanto os EUA quando lá as coisas funcionam como deve ser ou pelo menos bem melhor.

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 31, 2006 08:53 PM

Já agora no The Economist na coluna Charlemagne, foram referidos alguns aspectos interessantes ligados com a educação na UE...
Por exemplo entre as 20 mais prestigiadas universidades do mundo, 17 são norte-americanas! Os alunos na França e Itália têm um retorno do investimento nos estudos de 8%, nos EUA esse valor é de 15%. Também a diferença é maior na UE do que nos EUA o que indica que a obtenção de ensino de qualidade na UE está mais dependente do nível socio-económico do que nos EUA. Os alunos com 15 anos nos grandes países europeus estão na média ou abaixo da média mundial a matemática, os melhores resultados são para Hong-Kong, Coreia do Sul e o Japão. A grande excepção é a Finlândia que é considerado o país com melhor escolas do mundo. Segundo o artigo a razão é que a Europa ainda vive numa mentalidade industrial de sociedade estratificada em termos de educação segundo as funções desempenhadas, enquanto outros países já deram o salto para o mundo pós industrial aonde a educação não está estratificada mas deve ser geral entre a população.

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 31, 2006 09:24 PM

... bem eu então cou tentar fixar isto:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=221897

Publicado por: py às março 31, 2006 09:25 PM

Omiti uma parte da frase acima, queria dizer, "Tambem a diferença entre escolas é maior na UE do que nos EUA o que indica que a obtenção de ensino de qualidade na UE está mais dependente do nível socio-económico do que nos EUA."

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 31, 2006 09:30 PM

... milhares de erros? agora abre o c* milhares, eu acho que foi só um: invadir um país esquecendo a lição do Vietname

http://www.cnn.com/2006/WORLD/europe/03/31/rice.straw.liverpool/index.html

Mas foi por causa da economia , não foi?

Publicado por: py às março 31, 2006 09:36 PM

Publicado por: py às março 31, 2006 09:25 PM

Quak, quak ...birds of a filthy feather...63,88% de dívida pública quak, quak...

Enquanto não houver um superavite orçamental o governo vai ter que se endividar sempre mais...ou seja não há fim à vista...quak, quak....

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 31, 2006 10:18 PM

ora bem

Publicado por: py às março 31, 2006 10:28 PM

vamos lá

Publicado por: py às março 31, 2006 10:29 PM

a isto

(não é kpk mas é o mais engraçado que se arranja)

--> xonar :))

Publicado por: py às março 31, 2006 10:31 PM

(e o superavit vê-se na BC ou na BTC?)

Publicado por: py às março 31, 2006 10:32 PM

O Undercover Pinguïn tem toda a razão; Portugal é um país de analfabetos. Veja-se como ele, num post de dez linhas, consegue dar três erros de palmatória, sem contar com a manifesta incapacidade para usar as vírgulas.

Undercover Pinguïn às março 31, 2006 09:24 PM:

tem muito a haver (em vez de tem muito a ver)

o povo português presa mais um canudo do que a competência, presa mais a aparência do que a substância (escreve-se preza, com Z)

Publicado por: Professor desempregado às março 31, 2006 11:00 PM

"Mas foi por causa da economia , não foi?"

É tudo por causa da economia...no dia seguinte ao Live 8 fui procurar um CD dos B-52's e quem me atendeu percebeu logo Beatles e eu fiquei a pensar o que teria acontecido aos albuns dos Beatles depois do Paul McCartney fazer aquela interpretação expectacular do "Helter Skelter" no Live 8....quak, quak ...he made big bucks that's for sure....


Publicado por: Undercover Pinguïn às março 31, 2006 11:17 PM

"e o superavit vê-se na BC ou na BTC"

era bom que se visse em todo o lado mas este vê-se no saldo orçamental, ou era bom que se visse....superavite é a designação para excedente...

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 31, 2006 11:22 PM

"...tem muito a haver (em vez de tem muito a ver)..."

Pois. Em tempos um chefe de redacção - à maneira antiga - de um antigo jornal português, teve a gentileza de me ensinar que se escrevia "tem a haver com" e não "tem a ver com". O que é muito lógico. Desde então nunca mais me esqueci. Por isso... Undercover Penguin 1, Professor Desempregado 0...

Publicado por: Albatroz às março 31, 2006 11:32 PM

Quak, quak

"tem muito a haver (em vez de tem muito a ver)"- não está errado não há erro de escrita e eu posso combinar as palavras como quiser...toma toma lalalala


a presa tnha mais aparência do que substância- neste caso referia-me a presa (dente). (Em último caso sou vítima da mentalidade industrial que ainda afecta a UE.) ....quak, quak "Back to the"... A.R.T.I.C. (Association of Rare Types of Inocent Creatures).

Publicado por: Undercover Pinguïn às março 31, 2006 11:36 PM

(isto hoje como é dia das mentiras, a Joana podia aparecer :)

Publicado por: py às abril 1, 2006 10:53 AM

...portanto a dívida pública é 64% do PIB...como é que andarão as dos outros países ... Portugal é o 13º maior em reservas de ouro, quantas toneladas?

E um dos maiores produtores mundiais de urânio, é não?

Mas hoje por causa do dia não se pode atender muito a respostas...

Publicado por: py às abril 1, 2006 10:57 AM

olha

Publicado por: py às abril 1, 2006 10:58 AM

a barracuda

Publicado por: py às abril 1, 2006 10:59 AM

e as gazelas e os gatos

Publicado por: py às abril 1, 2006 11:00 AM

Afinal ...parece que a "Joana" é a Helena Garrido do DN.

Publicado por: Cush às abril 1, 2006 11:52 AM

chi

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=65372

África Minha.

Publicado por: py às abril 1, 2006 01:25 PM

... então pelo que eu percebi, eles testaram um míssil de cabeça múltipla no mesmo dia em que levaram com isto:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=221986

Será que lá no Irão (e Islão) não ligam a coincidências? ... os roncos de Allah ... na terra do Fogo Sagrado de Mitra?

Publicado por: py às abril 1, 2006 04:30 PM

Afinal ...parece que a "Joana" é a Helena Garrido do DN.

Publicado por: Cush às abril 1, 2006 11:52 AM


Cush, essa conclusão é do Sol dos trópicos ou da caipirinha?
A Joana nunca escondeu a sua identidade. Joana é um nome verdadeiro.
Quanto à Helena Garrido, coitada, tomara ela ter uma faísca do talento da Joana.

Publicado por: AVSAAC às abril 1, 2006 05:49 PM

O Albatroz e o Pinguim, que são aves raras, e o Professor Desempregado, uma ave cada vez menos rara, parece não se entenderem com a história do «ter a ver com» ou «ter a haver com».
Como nem eles nem os chefes de redacção são fontes autorizadas para a normalização da língua portuguesa, sugiro que nos poupem a mais uma polémica inútil e aprendam alguma coisa nestas respostas do Ciberdúvidas:

http://ciberduvidas.sapo.pt/php/resposta.php?id=11893&palavras=tem+a+haver

http://ciberduvidas.sapo.pt/php/resposta.php?id=12115&palavras=tem+a+haver

Publicado por: AVSAAC às abril 1, 2006 06:11 PM

Então, agora que as medidas vieram cá pra fora, é que deixou de as acompanhar? Assustou-se? risos...

Publicado por: rosario marques às abril 1, 2006 06:48 PM

Caro Py

Há quem diga que a anormal actividade sísmica registada no Afeganistão e países vizinhos (incluindo a que deu origem ao tsunami), após os bombardeamentos massivos dos americanos, se deve ao uso intensivo de bombas como esta, que espalha ondas de choque num raio de 2 ou 3 quilómetros (é impressionante ver o chão a ondular como se fosse uma superfície líquida)

http://www.globalsecurity.org/military/systems/munitions/moab.htm

e esta, que explode 30 ou 40 metros abaixo do nível do solo

http://www.clw.org/archive/milspend/gbu28.html

Como as ondas sísmicas se propagam no interior da bola em que vivemos, qualquer dia vamos pagar também a nossa parte da factura

Publicado por: SVSAAC às abril 1, 2006 06:55 PM

Como as ondas sísmicas se propagam no interior da bola em que vivemos, qualquer dia vamos pagar também a nossa parte da factura


Há vários tipos de ondas sísmicas e nem todas atravessam a bola as ondas S não conseguem atravessar líquidos, por isso se julga que o núcleo externo da terra é liquido.

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 1, 2006 10:10 PM

Alem disso o Médio Oriente é uma região naturalmente sísmica. Os sismos ocorrem devido à acumulação de tensão em falhas, na verdade os sismos ocorrem aquando da libertação dessa tensão com consequente movimentação das paredes da falha. da falha.

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 1, 2006 10:14 PM

Parece-me que este tipo de impactos pode é ter o efeito oposto, ou seja antecipar o sismo antecipando a libertação de tensão pela falha, o que reduziria a intensidade do sismo. Já agora a zona do médio oriente que se situa na sua maior parte sobre a placa arábica é delimitada a NE por uma zona de subducção S e SW por um rift em formação e a NW e E por falhas transformantes. Parece que a instabilidade já é crónica...quak

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 1, 2006 10:31 PM

Quak quak...no need to blame the Americans on this one....quak...quak

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 1, 2006 10:34 PM

Quak quak...America declares war on Iran...quak, quak

"Read my lips they will not make the Bomb."-G.W.Bush

Quak,quak...

http://memoriavirtual.weblog.com.pt/arquivo/006102.html

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 1, 2006 10:47 PM

Quak quak...America declares war on Iran...quak, quak

"Read my lips they will not make the Bomb."-G.W.Bush

Quak,quak...

http://memoriavirtual.weblog.com.pt/arquivo/006102.html

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 1, 2006 10:47 PM

Undercover Pinguïn às abril 1, 2006 10:31 PM

Você escreve isso só para escrever alguma coisa, verdade?

Publicado por: AVSAAC às abril 1, 2006 11:52 PM

Para fazer a afirmação de que os americanos não têm nada que ver com a alteração da normalidade sísmica é porque sabe duas coisas:

1 - Qual a potência de cada bomba MOAB e GBU 28 medida na escala de Richter

2 - O número de bombas MOAB e GBU 28 lançadas pelos EUA na campanha do Afeganistão

Quer partilhar esses conhecimentos?

Publicado por: AVSAAC às abril 1, 2006 11:57 PM

AVSAAC às abril 1, 2006 06:11 PM

Obrigado pelas referências relativas ao famigerado "ter a haver / ter a ver". Como não sou linguista, mas como me parece mais lógico dizer que uma coisa "tem qualquer coisa a haver com outra" do que essa coisa "tem qualquer coisa a ver com outra", manter-me-ei fiel à primeira. Por outro lado parece-me possível que "ter a haver" sendo foneticamente próxima de "ter a ver" tenha degenerado, primeiro foneticamente e depois na escrita, para a última.

Publicado por: Albatroz às abril 2, 2006 02:25 AM

Publicado por: AVSAAC às abril 1, 2006 11:57 PM

Acho que você não entendeu muito bem o que escrevi... e eu começo a ficar cansado de explicar o B-A-BA a sabichoões. A potência das bombas é só um numero e ninguem disse que os impactos delas não pudessem despoletar os sismos, por favor leia o que escrevi sobre as causas dos sismos, mas talvez não lhe fizesse mal começar por entender os processos téctónicos e ler as coisas como deve ser antes de vir com teorias baseadas em fantasias da sua cabeça.

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 09:56 AM

... nós cá somos sempre muito susceptíveis, prontos a puxar de um peixe, excepto quando aparecem romanos...

Bem aí estão, de geometria variável:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=222055

Quanto a isso das placas tectónicas é muito engraçado, eu não fazia idéia que Timor era uma ilha que vinha do fundo do mar porque a placa australiana está a ir para baixo (subducção) da asiática e empurra esta para cima. Resultado: no alto do Tata-mai-lau (ex-Ramelau)a 3000 m de altitude, onde tive a triste idéia de dormir (enregelei) há fósseis...

Publicado por: py às abril 2, 2006 11:09 AM

(M)eu caro, nesta coisa terrível que vai vir, o meu consolo é que a lusofonia vai passar ao lado, espero, e talvez ajude a conseguir fazer reviver o espírito ecuménico. lembrando o califado de Córdova.

Ora por falar nisso tenho uma dúvida: dantes havia os califados de Córdova (até cerca de 1400 e pikos, creio) e o de Bagdad, embora se calhar também houve em Damasco e Alexandria.

Os califas eram considerados descendentes de Maomé.

Quando é que isso acabou?

Publicado por: py às abril 2, 2006 11:16 AM

(uma para-kpk :))

Publicado por: py às abril 2, 2006 11:17 AM

Não sabia que a elevação da placa que cavalga a placa subductada podia ser tão grande. Muitas das ilhas formadas nas fronteiras das zonas de subducção envolvendo apenas a crusta oceânica são originadas pelo vulcanismo despoletado pela placa litosférica subductada, é o caso das ilhas japonesas.

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 01:17 PM

Era preferivel se invadissem o Irão.

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 01:20 PM

... espero bem que não nos queira envolver nessa Pinguin, eu pelo menos lamento muito que entremos na guerra do 3º milénio pelhas velhas razões territoriais e económicas e não quero estar envolvido, a não ser com umas bocas pelo meio, porque guerra linguística ainda vá em nome do %º Império, e as minhas energias vão estar voltadas para uma terapia de sequestro vegetal de Carbono pela lusofonia e amantes, que andam para lá uns a injectar bolhas de CO2 lá em baixo (não fixei a profundidade) e eu prefiro cá por cima, não vá aquilo fazer um "furúnculo" ou uma embolia.

Publicado por: Py às abril 2, 2006 01:34 PM

V

Publicado por: py às abril 2, 2006 01:35 PM

Registo que o Pinguim não quer partilhar os seus conhecimentos (não aparecem no Google?)

Acho que entendi muito bem o que escreveu:

Quak quak...no need to blame the Americans on this one....quak...quak

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 1, 2006 10:34 PM

Além do mais, as teorias não são minhas e nem sei se são fantasias. Quanto aos «processos» tectónicos, já estudei geologia há muito tempo e não foi na Internet.

E escusa de vir para mim com esse pseudo-paternalismo de pacotilha, que quem não tem pachorra para aturar fachos com complexos de superioridade sou eu.

Publicado por: AVSAAC às abril 2, 2006 01:42 PM

Py

Não me parece que a situação do Irão esteja a evoluir no bom sentido.
Mais uma vez, o idiota-mor e a legião de idiotas que o apoia vão dar mais um passo para o caos.


U.S. attack on Iran may prompt terror
Experts say strikes on nuclear facilities could spark worldwide retaliation

http://www.msnbc.msn.com/id/12114512/

Só um extracto:

Speaking in Vienna last month, Javad Vaeedi, a senior Iranian nuclear negotiator, warned the United States that "it may have the power to cause harm and pain, but it is also susceptible to harm and pain. So if the United States wants to pursue that path, let the ball roll," although he did not specify what type of harm he was talking about.

Publicado por: AVSAAC às abril 2, 2006 01:46 PM

... é(M)eu caro, não há nada a fazer, e do outro lado também estão fanáticos e portanto olha ... deixa pra lá ... eu estou gamado é nesta do Carbono!

Publicado por: py às abril 2, 2006 02:00 PM

... mas Pinguin, a bem da verdade deixe-me acrescentar o seguinte, sobre Timor: eu pude ver com os meus olhos que a cordilheira central do Ramelau não é eruptiva (embora os fósseis foi só de ouvir dizer), mas a 50 Km dali já há umas ruínas de umas belas termas, a fazer lembrar um pouco o Terranostra, com uma piscina grande de águas sulfurosas (parece que ruiu o ano passado) onde era bom pular dentro.

Agora quanto às placas, quem é que nada a meter-se por baixo de quem, a versão que eu escrevi em cima é a mais corrente, mas também já ouvi a versão contrária, ou pelo menos diferente.

Já Ataúro, mesmo ali à frente de Dili, já é toda vulcânica.

Publicado por: py às abril 2, 2006 02:17 PM

anda

Publicado por: py às abril 2, 2006 02:18 PM

Publicado por: py às abril 2, 2006 02:18 PM

Você ainda não arranjou um homem para o satisfazer?

Publicado por: Liga azul ás riscas às abril 2, 2006 02:28 PM

Oi .. bum dgia ,, tou de saída que vou ver a minha barracuda ...mas antes ..

2 - O número de bombas MOAB e GBU 28 lançadas pelos EUA na campanha do Afeganistão

Quer partilhar esses conhecimentos?

Publicado por: AVSAAC às abril 1, 2006 11:57 PM

Não foi lançada Nenhuma MOAB , no Afeganistão.

Publicado por: Cush às abril 2, 2006 02:34 PM

py às abril 2, 2006 11:16 AM

Sei que houve califados em Damasco e no Cairo e creio que depois dos de Bagdad e de Córdova não houve mais nenhum califado.
Vou enviar-lhe, por e-mail, uma tábua cronológica dos califados árabes com alguns registos interessantes.
Um dos mais significativos é a expulsão, ditada por Filipe III, de meio milhão de cidadãos espanhóis denominados «mouriscos». Esta inteligente decisão, que representou uma sangria de quase dez por cento da população, aconteceu em 1609 e contribuiu para o declínio do império espanhol.

Publicado por: AVSAAC às abril 2, 2006 03:12 PM

em resposta a uma pergunta supra, citando os mestres:

Deinde, quo plura mens novit, eo melius & suas vires, & ordinem Naturae intelligit

Spinoza


Publicado por: py às abril 2, 2006 03:17 PM

... e portanto na tectónica de placas em vez de "nada a meter-se por baixo de quem" é "anda a meter-se por baixo de quem", no comentário lá em cima.
-----------------------------------------------
Obrigado (M)eu caro, e então a gente não podia mandar-lhes com um califa, que se calhar estão precisados? Aquela linha sucessória de Khameini e quejandos não andará baratinada?

Publicado por: py às abril 2, 2006 03:21 PM

Não foi lançada Nenhuma MOAB , no Afeganistão.

Publicado por: Cush às abril 2, 2006 02:34 PM

Caro Cush

Não se deve fazer afirmações taxativas quando não se tem informação suficiente sobre o assunto. Ninguém me disse, eu VI — claramente visto, como disse o outro — as bombas MOAB a explodirem no Afeganistão.

Isto chega?:

The span of time, since the Afghan War, seems to have drowned out the critical cynicism as to Osama being still alive. During the US invasion of Afghanistan, a new vocabulary was heard from the press, and it was MOAB bomb. The power of the bomb, then tested by the US Airforce, was devastating. MOAB is the acronym for Massive Ordnance Air Blast. Privately the bomb was known in military circles as "the mother of all bombs". The bomb weighs 22,000 pounds. It is, in fact, the largest conventional bomb the world has ever seen and is made of Tritonal, a newer class of explosives that is about 1.2X as powerful as TNT. The dramatised explosive power of the bomb is known to have the capacity to "dig a hole right to the earth's core".

The viewers of the US TV channels will still remember the sights of the B-52 bombers blasting the mountains of Tora Bora Caves with MOAB bombs. The commentaries, during those days, repeatedly confirmed the unlikely chances of Osama surviving those blasts. George Bush himself was shown in the TV interviews many times, with a consoling smile about Osama. As a result, it left no doubt in the viewers' mind about the death of Osama - the greatest enemy of the US.

http://usa.mediamonitors.net/content/view/full/5048/

Publicado por: AVSAAC às abril 2, 2006 03:25 PM

Não faço a mínima ideia do que se passou em Timor nem qual a idade dos fósseis ou das rochas sedimentares presentes nesse local. Sei que os mecanismos tectónicos e litostáticos por vezes podem ser surpreendentes. A Holanda está a "afundar" por causa de uma enorme massa de gelo que cobriu a Escandinávia na última era glaciar. Na altura a Escandinávia afundou sob o peso do glaciar e a zona da Holanda foi elevada, depois do glaciar desaparecer a Escandinávia voltou a subir e a Holanda está a descer.

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 03:58 PM

Publicado por: AVSAAC às abril 2, 2006 03:25 PM

Quak, quak ... you are such a hot-head...quak quak

Já alguem pensou que a UE é o maior exportador mundial para os EUA ou que os EUA são o 5º maior importador de produtos portugueses (5,8% das exportações portuguesas quak!!!)?

Já alguem pensou que o Irão e outros países arabes podiam fazer como a Noruega e utilizar o dinheiro do petróleo para desenvolver o país?

Já alguem pensou que nós não temos que nos acobardar diante das ameaças terroristas?

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 05:13 PM

Para todos os que acham que nos devemos acobardar diante do terrorismo eis uma lição intemporal...


"Alexander Hamilton warned us that a nation which can prefer disgrace to danger is prepared for a master and deserves one. Admittedly there is a risk in any course we follow. Choosing the high road cannot eliminate that risk. Already some of the architects of accommodation have hinted what their decision will be if their plan fails and we are faced with the final ultimatum. The English commentator [Kenneth] Tynan has put it this way: he would rather live on his knees than die on his feet. Some of our own have said "Better Red than dead." If we are to believe that nothing is worth the dying, when did this begin? Should Moses have told the children of Israel to live in slavery rather than dare the wilderness? Should Christ have refused the Cross? Should the patriots at Concord Bridge have refused to fire the shot heard 'round the world? Are we to believe that all the martyrs of history died in vain?

You and I have a rendezvous with destiny. We can preserve for our children this, the last best hope of man on earth, or we can sentence them to take the first step into a thousand years of darkness. If we fail, at least let our children and our children's children say of us we justified our brief moment here. We did all that could be done." - Ronald Reagan "A TIME FOR CHOOSING"



Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 05:15 PM

http://www.reagan.utexas.edu/archives/speeches/major.html

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 05:16 PM

... não se trata de cobardia, trata-se do sentido de justiça da coisa. Você acha bem que os "ocidentais" andem a bombardear e invadir outros países - eu não.

Já em relação ao Afeganistão a seguir ao 11 de Setembro calei-me porque compreendi que era inevitável retaliar, atrás do comandante da coisa e aceitei. Quanto à invasão do Iraque acho que foi um erro civilizacional que determinou esta escalada imparável. Mesmo pensando diferente, você reconhece-me o direito de pensar assim?

Publicado por: py às abril 2, 2006 05:24 PM

...mas portanto desde que o W. Buffett sediou cá a frota ficou tudo dito.

Eu não tenho coisas na bolsa portanto isto não me afecta mas dir-se-ia que vai bem:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=8&id_news=65389

O que eu proponho é que Portugal e a lusofonia fiquem muito de fora da guerra, mas não é por cobardia, é porque não gosto de nenhum dos lados, e também porque já conheço belas histórias de como a mamã Inglaterra nos comeu com a 1ª Guerra, à conta do Tratado de Windsor.

Quanto à Batalha do Salado também não esqueço dela, não, se for preciso.

Publicado por: py às abril 2, 2006 05:31 PM

(Joana agora já podemos ficar todos descansados que não lhe aconteceu nada demais, continua mázinha como sempre :), eu sei que perguntar não ofende e a respost é exactamente a citação do Spinoza, cuidado com a tradução, que não forneço. Não me diga que anda metida no sequestro de Carbono a meter bolhas de CO2 lá em baixo, é que eu falei em embolia e dir-se-ia que ressuscitou)

Publicado por: py às abril 2, 2006 06:16 PM

... mas portanto voltando à ordem do Mundo, aquilo lá no Irão tem uma falha sísmica que se não engano é aquela que vem pelo meio do Mediterrâneo afora e bifurca a dobrar Portugal, de Sagres para cima... Ora quanto maior o bum lá, maior a onda de choque para cá, viu? Felizmente que estamos bem longe, mas não concordo, a não ser que venham cá meter a pata, isso já começa a ser diferente

Publicado por: py às abril 2, 2006 07:00 PM

"... não se trata de cobardia, trata-se do sentido de justiça da coisa. Você acha bem que os "ocidentais" andem a bombardear e invadir outros países - eu não."


Quak... é justo o Irão fazer terrorismo económico pondo em causa o bem estar de milhões de pessoas só pelo prazer de prejudicar os EUA? É licito o Irão apoiar movimentos terroristas que matam pessoas? É licito permitira a um país governado por psicopatas lunáticos desenvolver um programa nuclear? Você deixava os seus filhos passearem pela casa com uma arma carregada na mão? Você assume essa responsabilidade para com gerações futuras?

Quak, quak...A.R.T.I.C....declares war against Iran ... quak, quak

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 07:04 PM

... pelos vistos você assume a responsabilidade de matar milhões de inocentes para evitar a eventual morte futura de outros milhões de inocentes?

É a sua liberdade de tomar posição.

A minha é diferente. Não gosto de nenhuma dessas saídas e deixo-as com os actores envolvidos. O meu filme é outro

Publicado por: py às abril 2, 2006 07:31 PM

... a guerra preventiva nunca acabará (a não ser com um vipe no sistema) por causa da geringonça do volume de negócios que vai parar ao PIB, directa, indirecta e muito indirectamente... ora nós entrámos no novo milénio caramba

Publicado por: py às abril 2, 2006 07:37 PM

"A minha é diferente. Não gosto de nenhuma dessas saídas e deixo-as com os actores envolvidos. O meu filme é outro"


Deixar o Irão desenvolver armamento nuclear e depois? Não se esqueça do que aconteceu na segunda guerra mundial... quak, quak... milions of people died... quak quak....to kill thousands to prevent millions of deaths...quak.... not good, but better then surrender to the forces of evil....

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 07:56 PM

... posso acompanhar o seu raciocínio, creio, mas não estou de acordo. Para já o conceito de diabo brasileiro livrou-me do europeu (evil), por outro lado acho muito mal que para se evitar o mal, se cometa o mal.

Os números são incontroláveis, aviso já.

Você quer-se por ao lado de uns, que acha que é o lado do bem, contra outros, que acha que é o lado do mal.

Ora nesses do lado do "mal" está o presidente do irão com o delenda Israel e outras coisas que não gosto.

Mas nesses outros que v. acha que estão do lado do bem, tem à frente um homem bush que assinou muitas centenas de penas de morte de compatriotas, quando podia comutá-las em prisão perpétua, escolheu a morte, o lugar de Deus, e assinou milhares de sentenças de morte também de compatriotas seus, soldados, e indirectamente de dezenas de milhar de mortos, civis iraquianos.

Até 2/3 dos americanos estão contra.

E v. quer convencer-me que isso é o bem?

Desista Pinguin. (e além disso acho que os pinguins não fazem quak ?)

Eu não gosto nem de um, nem de outro, e fico numa terceira posição de geometria variável que logo se vai ver no que dá, mas que por agora é sou contra o envolvimento de Portugal na guerra do Irão.

Publicado por: py às abril 2, 2006 08:08 PM

(nas centenas de sentenças estão incluídos os suícidios de soldados americanos no Iraque, que são muitos, não estava a falar nas vítimas em combate, como é que eles dizem? casualties?)

Publicado por: py às abril 2, 2006 08:11 PM

1161

Publicado por: py às abril 2, 2006 08:34 PM

... mas enfim submeto-me democraticamente à posição da maioria dos portugueses. Qual será?

Publicado por: py às abril 2, 2006 08:35 PM

Já agora o que está em causa não é só o mercado bolsista. Crescimento do PIB quer dizer prosperidade, quer dizer melhoria de condições para muita gente, recessão quer dizer desemprego, aperto económico, os mais afectados são os mais pobres.
Ninguém está a dizer que o Irão não deva discordar dos EUA o que estou a dizer é que apoiar o terrorismo e a matança não é solução, discordar tentando prejudicar não é correcto, que da maneira que as coisas estão o Irão é uma ameaça ao Ocidente e essa ameaça deve ser detida.

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 08:40 PM

Publicado por: py às abril 2, 2006 08:08 PM

Quak, quak... Você mistura a pena de morte aplicada a homicidas e criminosos com terrorismo e tentativa de lesar outros países só para satisfazer ódios de estimação. Mesmo que a pena de morte seja questionável ela tem mais justificação do que matar por ódio. Quantas pessoas morreriam se o Irão tivesse arsenal nuclear? Você acha que eles iam ficar quietos? Pessoa que acreditam que matar americanos é a melhor forma de chegar ao céu. Durante a guerra-fria o Sting cantava que os russos também amam os seus filhos, você acredita que os terroristas amam os próprios filhos? Você acredita que haveria uma guerra-fria com o Irão? Já agora Israel não pagou pelos territórios ocupados inicialmente e não foram os árabes que atacaram primeiro? A ocupação dos actuais colonatos não foi apenas uma retaliação e medida de prevenção?
Você alguma vez ouviu o presidente Bush dizer que gostaria de eliminar um país da face da terra, você alguma vez ouviu o presidente Bush a incitar as pessoas ao terrorismo? Eu não...quak, quak (I'm a Pinguïn not a pinguin)

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 2, 2006 08:59 PM

Bem, penso que já apresentámos os dois argumentos suficientes, você fica na sua e eu na minha. É assim a democracia. A redução de várias opiniões a uma só é o estigma do totalitarismo.

Recordo só duas coisas:

- que os fins justificam os meios vem de Maquiavel, e tem sido sempre utilizado com o argumento acessório do mal menor para justificar a violência.

- Aristóteles antecipou que os fins devem ser conforme aos meios, o que é completamente diferente, e por exemplo decorre disto que é uma ilusão procurar a paz através da guerra.

Publicado por: py às abril 2, 2006 09:19 PM

e já agora

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=222103

Publicado por: py às abril 2, 2006 09:24 PM

e isto acho bem:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=222096

Publicado por: py às abril 2, 2006 09:28 PM

... bem, vai ser um fogo de artifício do carago:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=222122

Publicado por: py às abril 2, 2006 10:41 PM

py às abril 2, 2006 10:41 PM

Se essa notícia vier a ser confirmada pelos serviços US - e se for verdadeira, será «confirmada/confirmada» - nem o defunto Zaratrustra se salva ... era melhor baixar a «parada» para não haver uma Desgraça no Médio-Oriente. De repente.

Publicado por: asdrubal às abril 3, 2006 12:47 AM

Até que enfim...


Saddam genocide trial possible in May

By Ahmed Rasheed and Mariam Karouny
Reuters
Sunday, April 2, 2006; 1:45 PM

BAGHDAD (Reuters) - Saddam Hussein is expected to face trial as early as next month on charges of ordering genocide against Iraq's Kurdish population in the late 1980s, a prosecutor and a court official said.

They said an investigative judge was expected to hand the central case against the former leader over for prosecution this week. Saddam's lawyers will be notified that he could face trial for what is known as the Anfal campaign as early as next month.

"Within days the case will be moved to us," chief prosecutor Jaafar al-Moussawi told Reuters.

Saddam is currently on trial in connection with the killings of 148 Shi'ites in the town of Dujail after an assassination attempt on the former Iraqi president there in 1982.

The Anfal campaign of 1986-1989 is one of the most emotive cases against Saddam, who ruled Iraq with an iron fist for three decades before a U.S.-led invasion toppled him in 2003.

Kurds say over 100,000 people were killed in systematic attacks that included ground offensives and air strikes. Thousands of Kurdish villages were razed and Arabs were used to displace Kurds.

Human Rights Watch estimates that more than 50,000 Kurds were killed during Anfal.

Saddam's co-defendants will include his cousin Ali Hassan al-Majid, who is known as "Chemical Ali," for leading the 1988 chemical gas attack on the Kurdish town of Halabja which killed 5,000 people.

The court official said he expected the investigative judge to hand over the Anfal case to the prosecution in two days.

"After the case is studied the defense lawyers will be informed to prepare themselves for the case."

Moussawi suggested the court could be close to wrapping up the Dujail trial, which has been marred by the resignation of the chief judge, the killing of two defense lawyers, boycotts and tirades by Saddam, who faces hanging if found guilty.

"If there are defense witnesses we will listen to them and we will hear from Saddam again. Then the prosecution will make final arguments and a sentence will be handed down," he said.

It is not clear whether Saddam would face execution if found guilty in the Dujail case before the Anfal trial and others conclude.

Kurds, who are mostly non-Arab Sunni Muslims, enjoy a relatively stable semi-autonomous zone in northern Iraq free of the bloodshed gripping other parts of the country.

Iraqi President Jalal Talabani, a Kurd, was a former guerrilla leader who fought Saddam for decades.

Qual é o grau de ingenuidade necessário para acreditar que este hitler se livrou das "armas" com que fez este genocídio.
Parecem bem escondidas ... mas não tenho a mínima dúvida que elas existem...
Já as tinha usado contra o Irão, qd começou a perder a guerra.. depois usou-as contra o próprio povo ...
Ia deitá-las fora ? Pq ?Por alma de quem ?

Publicado por: Cush às abril 3, 2006 01:04 AM

A questão do armamento nuclear do Irão é curiosa. Os grandes críticos são o único país que alguma vez lançou bombas atómicas sobre civis, e o único país (Israel) que possui armas nucleares no Médio Oriente. Por muito loucos e criminosos que os iranianos sejam - e não me parece que sejam - duvido que consigam chegar aos calcanhares dos criminosos psicopatas americanos, e dos fascistas israelitas. Mais perigosa do que o Irão é a Coreia do Norte, que tem uma dúzia de armas nucleares, e não consta que se esteja a preparar para as utilizar. Algumas armas nucleares não constituem perigo real para o resto do mundo, mas são um precioso seguro contra a loucura americana. Vejam lá se os EUA se atrevem a atacar a Coreia do Norte, sabendo que o custo dessa brincadeira seria proibitivo...

Publicado por: Albatroz às abril 3, 2006 01:04 AM

A questão do armamento nuclear do Irão é curiosa. Os grandes críticos são o único país que alguma vez lançou bombas atómicas sobre civis, e o único país (Israel) que possui armas nucleares no Médio Oriente. Por muito loucos e criminosos que os iranianos sejam - e não me parece que sejam - duvido que consigam chegar aos calcanhares dos criminosos psicopatas americanos, e dos fascistas israelitas. Mais perigosa do que o Irão é a Coreia do Norte, que tem uma dúzia de armas nucleares, e não consta que se esteja a preparar para as utilizar. Algumas armas nucleares não constituem perigo real para o resto do mundo, mas são um precioso seguro contra a loucura americana. Vejam lá se os EUA se atrevem a atacar a Coreia do Norte, sabendo que o custo dessa brincadeira seria proibitivo...

Publicado por: Albatroz às abril 3, 2006 01:05 AM

Olha Alba ... por causa da Coreia do Norte... os Estados Unidos mudaram este super radar de Pearl Harbour para o Alasca ...

Missile defense radar leaves Pearl Harbor for Alaska
HONOLULU (AP) — A powerful radar that will be part of the national missile defense system set sail from Pearl Harbor on Friday for its base in Alaska.
The X-band radar reportedly can identify baseball-sized objects from thousands of miles away. The X-band radar reportedly can identify baseball-sized objects from thousands of miles away.
By Ronen Zilberman, AP

The X-Band radar — roughly as tall as a 28-story building when mounted on a converted oil platform — stopped in Hawaii in January for repairs and maintenance on its way to Alaska from the mainland.

Defense contractors Boeing and Raytheon assembled the radar in Texas. It reached Hawaii after rounding South America because it was too large to fit through the Panama Canal.

The radar generated a buzz among Oahu residents who could see its white, spherical shape docked at Pearl Harbor from miles away.

The radar, mounted on a self-propelled semi-submersible platform, can be dispatched anywhere at sea where the military feels it needs to monitor missile threats.

The $815 million apparatus is part of a planned missile defense network the U.S. military is rolling out in the Pacific Rim.

The X-band radar is so powerful it can identify baseball-sized objects from thousands of miles away. It is also designed to tell the difference between decoys and real missile warheads.

In Alaska, it will float just off the town of Adak, a former naval station about 1,200 miles southwest of Anchorage.

Publicado por: Cush às abril 3, 2006 01:16 AM

o Bush vai ser julgado pela humanidade Cush, e a acusação será pior do que as pesam sobre o Saddam

Publicado por: py às abril 3, 2006 01:56 AM

...mas falando de outras coisas menos desgraçadas, bem mais engraçadas

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=222081

e com esta vou xonar

Publicado por: py às abril 3, 2006 02:01 AM

O Cush anda um bocado desnorteado.

Primo, o radar não foi transferido de Pearl Harbour para o Alaska, porque o Alaska foi sempre o seu destino e Pearl Harbour apenas uma escala na viagem do Golfo do México para o Alaska.

Secundo, a instalação estava programada há muito tempo e não se destina a vigiar a Coreia do Norte em especial. Este radar faz parte de um sistema de defesa contra mísseis balísticos de longo alcance e vai estar onde sempre esteve a primeira linha do sistema «early warning» do NORAD.
Para ser mais exacto, vai estar um bocadinho mais à frente, porque o radar está montado sobre uma plataforma flutuante.


Pormenores sobre o radar em:
http://www.missilethreat.com/systems/sbx_usa.html

Publicado por: AVSAAC às abril 3, 2006 03:10 AM

Publicado por: py às abril 2, 2006 03:17 PM

Sim lá na Grécia eram enrabados á fardazana.
Manda um email para nos encontrarmos.
Ofereço 16 centimetros de puro gozo.
Experimenta-me.

Assunto sério

Publicado por: Super Activo às abril 3, 2006 10:02 AM

...há vários equívocos... O Spinoza era marrano, ou seja judeu-português... e aquilo foi escrito na Holanda no sec. XVI... e não sei se você não trocou umas coisas na tradução ... e finalmente o meu género é muito activo na posição inversa da que sugere ... ora, pão com pão..., além disso não gosto de assuntos sérios

Publicado por: py às abril 3, 2006 12:44 PM

CARTA ABERTA AO 1º MINISTRO

PORTUGAL FORA DO SALÃO DE INVENÇÕES DE GENÉVE - 2006

Exmº Sr. Primeiro-Ministro de Portugal

É com profunda tristeza e muita indignação, que não vejo este ano de 2006, o meu país representado no maior salão de inventores do mundo.
Em 34 anos do salão de inventores e novas tecnologias de Genève, de onde vieram mais de trezentas medalhas para Portugal, este não está pela 1ºvez representado, pela mísera quantia que o Estado Português atribuía á Associação Portuguesa de Criatividade para representar o nosso país neste evento. Digo mísera, por quanto, qualquer dos ministérios que V.Exª dirige, gasta mais do que esse valor em …papel higiénico.
Sendo o discurso de V.Exª, farto em novas tecnologias , em inovação e choques tecnológicos, é de estranhar e questionar o constante desprezo que V. Exª tem nutrido aos inventores portugueses e às suas obras, com o expoente máximo nesta atitude do seu governo, negando a participação portuguesa neste evento internacional.

Sr. Primeiro -Ministro:
Da industria e dos empresários, até poderemos desculpar essa postura. Afinal não foram educados nem incentivados para uma prática de risco e apostas em inovação. Do governo, já é de estranhar e repudiar tal postura.
Como muitas vezes tenho afirmado, a inovação e a criatividade é, mais que inventar, um estado de espírito para que toda a sociedade ponha em prática novos métodos, novas maneiras de estar e de agir.
Com as medidas que o estado português manifesta, é um exemplo ao deixa andar e à estagnação.
O que é que vamos dizer aos estudantes quando nos convidam para participar nas suas mostras de ciência? Só uma palavra : emigrem ! fujam deste país de faz de conta.
Aos inventores portugueses só posso aconselhar o boicote a actos de registo de patentes nacionais e à falta de comparência em colóquios, escolas , e demais convites no espaço português.
A par disso, convidar os inventores e a associação portuguesa de criatividade, a solicitar apoio à nossa vizinha Espanha e suas associações de inventores, para debaixo da sua bandeira poder-mos mostrar o trabalho que a nossa pátria madrasta nos nega divulgar

Termino esta carta, com um poema de um autor anónimo, para V.Exª e o seu governo lerem e meditarem , se para tal tiverem sensibilidade.
'' por falta de um inventor,
se perdeu um invento,
por falta de um invento,
se perdeu um produto,
por falta de um produto,
se perdeu uma empresa,
por falta de uma empresa,
se perdeu uma fábrica,
por falta de uma fábrica,
se perdeu milhares de empregos,
por falta de milhares de empregos,
um país perdeu seu futuro,

tudo por falta de um inventor''


Cumprimentos
Fernando Nogueira Gonçalves ex- apoiante de José Sócrates

Fundão 31 de Março de 2006

Publicado por: fernando nogueira gonçalves às abril 3, 2006 01:15 PM

Da «minha rica casinha» :

"Uma coisa é certa: o partido socialista mudou radicalmente. Já não é o mesmo de há cinco ou dez anos. Não se sabe o que será ou virá a ser. Mas já não é o que era. Se pensarmos que grande parte dos organismos agora extintos foi criada por eles e que muitas das decisões anti-burocráticas agora anunciadas visam procedimentos inventados por eles, logo perceberemos que o partido já não é o mesmo. Do passado recente, de Guterres em particular, herdou e ampliou o talento para a propaganda e uma inclinação muito especial para considerar, com afecto, as relações entre o Estado e alguns grandes grupos económicos e financeiros. A Cavaco Silva foi buscar a energia para combater grupos profissionais, associações e funcionários públicos. Por si, inventou uma pulsão destruidora do Estado socialista. Eis que merece atenção."

Antonio Barreto
publico-2.4

Publicado por: asdrubal às abril 3, 2006 01:40 PM

O Cush anda um bocado desnorteado.

Primo, o radar não foi transferido de Pearl Harbour para o Alaska, porque o Alaska foi sempre o seu destino e Pearl Harbour apenas uma escala na viagem do Golfo do México para o Alaska.


Publicado por: AVSAAC às abril 3, 2006 03:10 AM

Ó AVSAACe ... que estranhos conhecimentos de geografia ..tu tens ...só esta me fazia rir....
Então do golfo do méxico para o Alasca ... esta embarcação vai por Pearl Harbour ??? Sabes onde fica Pearl Harbour ?

Não seria mais fácil a passagem pelo estreito de Magalhães ? Pois ... esqueço-me que tb deves confundir este estreito com o Behring...ou Gibratar..
Leste o texto numa diagonal demasiado acentuada e não percebeste que o radar não esteve nunca no golfo do México.
Eu é que ando desnorteado ? Poupa-me...

Publicado por: Cush às abril 3, 2006 02:08 PM

Publicado por: py às abril 3, 2006 12:44 PM

Estes versinhos são para ti linda jóia de Cascais


"Nunca te foram ao cu
Nem nas perninhas, aposto!
Mas um homem como tu,
Lavadinho, todo nu, gosto!

Sem ter pentelho nenhum
com certeza, não desgosto,
Até gosto!
Mas... gosto mais de fedelhos.

Vou-lhes ao cu
Dou-lhes conselhos,
Enfim... gosto!"

António Botto

Agradecimentos a http://afundasao.blogspot.com/

Publicado por: Muito macho aluga-se às abril 3, 2006 05:22 PM

... é há gostos para tudo,..., o A Btt que fique com os dele...

Publicado por: py às abril 3, 2006 05:30 PM

(olha que mens é mente, não é mans, pá
...

e depois v.i.t.r.i.o.l)

Publicado por: py às abril 3, 2006 05:47 PM

?

Publicado por: SBX às abril 3, 2006 06:11 PM

Publicado por: Cush às abril 3, 2006 02:08 PM

Eu bem me esforço, mas tu não aprendes mesmo nada. Deve ser da idade.
O teu problema é pensares que isto é uma questão de geografia. Ficas a saber que não é. É uma questão de defesa, estratégia e sistemas de armas. Matéria complexa demais para se apreender num link para uma notícia da AP.
Além disso, estas coisas militares escapam um bocado aos maniqueísmos habituais. São mais racionais do que parecem.
Como pareces ter os dedos mais rápidos que os neurónios, tive o cuidado de seleccionar as informações a que os links indicados te podem levar para te evitar outra vergonha pública.
Cada macaco no seu galho. Fazemos assim: Tu ficas com o carbono e deixas as questões militares para mim...

......................................................................
Sobre o Golfo do México:

The SBX, currently being constructed in Corpus Christi, Texas, is an advanced radar system mounted on a semi-submersible oil-drilling rig. According to U.S. Army Col. Michael Smith, project manager of SBX, workers will test the rig’s mobility in the Gulf of Mexico before the SBX travels this summer around South America to its new home in Adak, Alaska. The rig is almost 240 feet wide and therefore cannot pass through the Panama Canal

Esta é a notícia de 8 de Junho em:
www.missilethreat.com/systems/sbx_usa.html

…………………………………………………..

August 8, 2005 :: The Missile Defense Agency :: News
The Missile Defense Agency reports that the first phase of trials for the Sea-Based X-Band Radar (SBX) has been completed. The SBX-1 completed 12 days of at-sea testing and returned to Kiewit Offshore Services in Corpus Christi, Texas, on July 21, 2005. The press release notes that “Hurricane Emily’s arrival in the Gulf allowed the crew and shore support team to exercise weather avoidance plans and extended the mission by two days.” When tests are completed, the SBX will be moved to the Northern Pacific, and will be based out of Adak, Alaska

Esta é a notícia de 8 de Agosto em:
www.missilethreat.com/systems/sbx_usa.html

......................................................................

Sobre a escala em Pearl Harbour:

The Sea-Based X-Band Radar (SBX) has arrived at Pearl Harbour, Hawaii, on route for its eventual home port at Adak, a small island in Alaska. A major sensor for the MDA's ground-based midcourse defence program (GMD), the SBX is expected to provide the capability to track ballistic missiles and their warheads, discriminate among various objects in flight, and provide data for intercepting targets and their destruction. The SBX is expected to be able to operate at sea for extended periods giving it the capability to move throughout any of the world's oceans in support of missile defence testing and defensive operations.

Isto é o terceiro link, sob United States, em:
www.basicint.org/update/MDU060222.htm

Publicado por: a ver se às abril 3, 2006 06:15 PM

Mais perigosa do que o Irão é a Coreia do Norte, que tem uma dúzia de armas nucleares,

Permita-me que lhe diga que a Coreia do Norte não é perigosa e explico porquê, o presidente da Coreia tinha um tratado com os EUA em que estes lhes pagavam de várias formas para a Coreia não desenvolver o seu programa nuclear. George Bush chamou em público a esse senhor ditador, e pôs em causa o acordo, o presidente da Coreia começou então a ameaçar que tinha armas nucleares e só se calou quando a administração Bush se sentou à mesa com ele a negociar.
O Irão é outro caso são psicopatas. Alguém dúvida que forneceriam armas a terroristas? Talvez duvide que conseguissem atingir Israel com uma ogiva nuclear, o mais provável é que caísse noutro lado ou explodisse no local, mesmo assim há que salva-los da sua própria irresponsabilidade.

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 3, 2006 08:00 PM

Publicado por: Muito macho aluga-se às abril 3, 2006 05:22 PM

Hu baby...foste abandonado em cascais...

Publicado por: Amante traido às abril 3, 2006 08:36 PM

Zie iranianos son muito stupiditich. Zie iranianos montar missiles uber kamels und nao saber onde está o Israel. Son psicopatas, ya, melhor para eles é deixar cair sobre suas kabeças duas bombes nucleares. Iranianos não fazer falta no mundo, son volks de 5ª categoria. Zie bons terroristen son nossos terroristen. Sieg heil.

Publicado por: Dr, Otto Vasco Von Flick Rato às abril 3, 2006 08:52 PM

Zie iranianos son muito stupiditich. Zie iranianos montar missiles uber kamels und nao saber onde está o Israel. Son psicopatas, ya, melhor para eles é deixar cair sobre suas kabeças duas bombes nucleares. Iranianos não fazer falta no mundo, son volks de 5ª categoria. Zie bons terroristen son nossos terroristen. Sieg heil.

Publicado por: Dr, Otto Vasco Von Flick Rato às abril 3, 2006 08:52 PM

AVSAACe..

Bem..ok ...rendo-me ...vou dormir ..que o meu mal é sono...mas para a próxima vingo-me ...

Publicado por: Cush às abril 3, 2006 09:50 PM

Xatoo, como é popularmente conhecido o Pthirus púbis, parasita da família do piolho que infesta nos pêlos pubianos ou em outros pêlos pelo corpo.
Nada que não se resolva com uma boa dose de DDT.

Publicado por: xatoo frustrado de pica amolecida às abril 3, 2006 11:18 PM

Porque será que ninguém comenta no meu blog ? que frustração , escrevo , escrevo , e ninguém comenta .

Por favor , eu peço de joelhos , vão comentar no meu blog.

Aquilo , lá para aparecer um com , tenho que ser eu próprio a fingir que são outros.

http://www.xatoo.blogspot.com/

Publicado por: Pthirus púbis às abril 3, 2006 11:58 PM

Eu dou até um prémio ( uma kokakola) a quem for lá fazer um comentário.

E dou também um maço de cigarros marboro.
Mas por favor não me deixem parecer o D. Quichote Manchado. É que só o Sanchola pançudo me vai lá.

http://www.xatoo.blogspot.com/

Publicado por: sinto uma comichaõ às abril 4, 2006 12:04 AM

É mentira, tenho centenas de comentários em cada post .
Tenho o bolg mais lido e comentado da blogosfera

Publicado por: Xatoo às abril 4, 2006 12:08 AM

correcão Blog

Publicado por: souumamerda às abril 4, 2006 12:10 AM

irra, coreção, tá-me a dar um branco . Já não sei como se escrevê. é corre cão, ou é tudo pelgado ?crrecção ?

Publicado por: http://www.xatoo.blogspot.com/ às abril 4, 2006 12:15 AM

Eu confesso, estou numa crise existencial profunda , acho que me vou atirar da ponte Salazar abaixo.

Eu quero comentários no meu blog , eu lambo até botas , chupo até as c*nas mais podres , das velhas mais velhas . Sou até capaz do impensável, até tenho vergonha de dizer , mas faço, juro por marx, lenine , trotsky, mao.

Publicado por: Xatoo às abril 4, 2006 12:25 AM

Vixe .. oxe... ó Pthirus púbis, eu fui até ver o teu blog .. claro que tive que tapar o nariz.. tal o fedor ..mas reparei que tens comentários de pessoas ilustrissimas , até o George Washington...
, comenta lá ...

Mas olha se te queres suicidar , pq não doas antes os orgãos ao partido ?Mas antes toma um banho com desinfectante, tipo criolina ... , viu ?

Publicado por: Cush às abril 4, 2006 12:35 AM

(xatoo, isso é da Primavera meu,,, vai ver o brokeback mountains...)

Agora recordar que o simplex é o algoritmo da programação linear que resolve um problema de optimização da função objectivo num espaço delimitado por restrições..., a administração pública salazarenta...

Quanto à guerra (M)eu caro, como já viu eu não percebo nada de armas e potências, mas proponho que a lusofonia fique de fora de confronto entre o império anglófono e o islâmico, que, como v. recordou, em Moçambique convivem muito bem todas as religiões e no Brasil também.

E agora os mestres:

José Gil em Portugal Hoje - o medo de existir, Relógio d'Água, 2004:

" Se nós somos «os chineses do Ocidente» nem um pouco nos assemelhamos aos japoneses. É porque não conhecemos o vazio nem por ele nos sentimos atraídos" pag. 103

"O duplo-esmagamento de que hoje sofre o português decorre naturalmente deste processo: Portugal saiu do salazarismo com medo, quer dizer, saiu com medo de sair", pag. 123

Bom, mas isto era em 2004...

Publicado por: py às abril 4, 2006 10:02 AM

Mas quanto aos nossos F-16 e quejandos acho melhor que andem a vigiar os céus de Portugal por causa das coisas e de umas avionetas suspeitas durante a época de fogos

Publicado por: py às abril 4, 2006 10:40 AM

Caro Py
Há algo que pode tranquilizá-lo quanto ao destino da lusofonia quando os anglófonos e os iranianos se envolverem à batatada.
Nostradamus, nas Centúrias, prevê aquilo a que alguns dos seus intérpretes chamam a terceira guerra mundial e diz expressamente que a Lusitânia será poupada. É certo que a tal guerra estava prevista para o ano 2000, mas quem é que vai levar a mal um atraso de meia dúzia de anitos numa previsão de cinco séculos?
Confesso que não sou um crente, mas não quis deixar de o tranquilizar porque, se tudo der para o torto, ao pé daquilo o Iraque vai parecer o desfile de Carnaval na Mealhada.

Publicado por: AVSAAC às abril 4, 2006 11:47 AM

(M)eu caro, eu bem me parecia que v. estava bem informado. Obrigado pela confirmação de que vou ter de avançar no sequestro de Carbono, logo eu que gosto mais de ronronar, mas enfim um gato é chamado a intervir na ordem do mundo...

Entretanto, olha Cush, não desistem, hem?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1252899&idCanal=80

Publicado por: py às abril 4, 2006 11:51 AM

...bom, mas ao menos parece que não houve vítimas humanas... é porque aquele eucaliptal tinha chegado ao tempo de corte e é tão prático limpar aquilo tudo com fogo, em vez de fazer a desrama e deixar a folhada no chão, para fazer solo, não, vá de deitar fogo porque embaratece a exploração e melhora a TIR.

Coisas da TIR... camiões TIR.

Publicado por: py às abril 4, 2006 11:56 AM

nuns sítios treme, noutros assopra:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759679

Publicado por: py às abril 4, 2006 12:11 PM

...se tudo der para o torto, ao pé daquilo o Iraque vai parecer o desfile de Carnaval na Mealhada...

Publicado por: AVSAAC às abril 4, 2006 11:47 AM

Oi ... já estou com menos sono...
Bem ..os Iranianos ..não têm culpa ..o líder deles sim... e ele .. não faz a mínima ideia com quem se está a meter ..os loucos não se enxergam..
Mas vai saber qd sentir uma garra d'aço a apertar-lhe o pescoço...

A lusofonia está salva por natureza , e não é um beduíno , que vai acabar com a anglofonia, nem beliscá-la sequer..
Já outros... incomensurávelmente mais fortes tentaram ...e vejam o que lhes aconteceu..

Publicado por: Cush às abril 4, 2006 02:02 PM

py às abril 4, 2006 10:02 AM
Como é óbvio nenhum desses posts aí acima, links incluidos, são meus. Não costumo alinhar em brincadeirinhas de/e com brasucas indigentes.
É natural que vissem por lá alguma coisa que os irritou, claro - é esse o objectivo - ridicularizar gente reles,,,
no entanto, como regra geral esssa gentinha é estúpida pra xuxu, não sabem distinguir que ali não existe nada de pessoal contra ninguém - apenas contra o sistema que os promove, de burros a "doutores" e a outros cargos de exploradores,,,
quanto ás visitas do blogue a que fazem referencia, não vão mal para um desalinhado: 130/150 cliques diários, o que muito melhor do que muitos que andam por aí - embora o aspecto quantitativo, só por si, tambem não seja medida para coisa nenhuma. O Xanana chegou a andar na mata apenas com uma dúzia de guerrilheiros,,,

Publicado por: xatoo às abril 4, 2006 03:16 PM

Olha Cush a minha frase é:

".os americanos ..não têm culpa ..o líder deles sim... e ele .. não faz a mínima ideia com quem se está a meter ..os loucos não se enxergam.."

E, verdade se diga, que eles têm alguma culpa porque o elegeram. Nas tuas próprias palavras: erro civilizacional.

Mas deixa pra lá, vamos sequestrar Carbono.

Há notícias das helicónias?

Publicado por: py às abril 4, 2006 05:03 PM

Claro que presunção e água benta não me falta . Xanana ao pé de mim , não é ninguém.Agora eu ando com rebeldes do bin laden e as mulheres de burca.

Publicado por: xatoo às abril 4, 2006 05:09 PM

Não se esqueçam faz amanhã dois meses que a Santinha "MORREU".

Ainda não conseguiu fazer o milagre de o Py gostar de mulheres, mas não desesperemos.

PN AM Agência Magno

Publicado por: Calendário e Sopa Juliana às abril 4, 2006 05:16 PM

Tem certos "piolhos" que precisam de lições.Amor com amor se paga .E de mim .. podem esperar um soco bem no meio dos olhos ...no mínimo...
Mas se for preciso até lhes arranco os tomates à dentada...


Publicado por: Capitão d'Areia às abril 4, 2006 05:26 PM

Agora andam a clonar o FNP?

Publicado por: ACSAAC às abril 4, 2006 06:37 PM

... é quando se fala de guerra fica tudo muito assanhado, seria bom que as pessoas percebessem que tudo o que dizem se pode voltar contra elas, os budistas chamam a isso karma

... quanto aos milagres que me dizem respeito não é bem assim como dizem mas vá, fiquem-se com essa, se vos dá jeito e eu fico na minha :))

Publicado por: py às abril 4, 2006 07:20 PM

...olha mais um homem honrado, não?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1252934&idCanal=95

Publicado por: py às abril 4, 2006 07:21 PM

... mas de facto cheira-me que pela minha parte vou cumprir o funeral da Joana, tarda nada

Publicado por: py às abril 4, 2006 07:47 PM

... a guerra já começou, devagarinho claro, e o (M) já me deixou antever a versão mais provável do desenlace

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1252940

Publicado por: py às abril 4, 2006 07:49 PM

hum

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=222435

Publicado por: py às abril 4, 2006 08:17 PM

Não há dúvida que somos um país subdesenvolvido. Até os tornados são de 5ª ordem:


Os bombeiros e a Protecção Civil de Peniche estão a limpar e a desimpedir uma via afectada pela queda de uma árvore, após a passagem de um tornado na cidade, que fez tombar um autocarro em andamento e danificou os telhados de vários edifícios
(Público)

Uma árvore e um autocarro??!!
É a decadência...

Publicado por: AVSAAC às abril 5, 2006 01:14 AM

Entrou um elefante numa loja de porcelana ?Irritado ? Nossa...

Publicado por: Cush às abril 6, 2006 02:38 PM

Blogue Semiramis

Requesciat In Pace


Publicado por: Extrema Unctionis às abril 7, 2006 02:25 AM

Finis Laus Deo

Publicado por: @@@@@@@@@@ às abril 7, 2006 02:30 AM

צה"ל תקף ברפיח: 6 פלשתינים נהרגו

חיל האוויר תקף מחנה אימונים של ועדות ההתנגדות העממית בדרום הרצועה. איאד אבו אל-ענין, מבכירי מערך הרקטות של הארגון נהרג יחד בתו וארבעה פעילים אחרים



דפדף בחדשות
אמיר בוחבוט וברק רביד
7/4/2006 22:19






פלשתינים מדווחים כי שישה בני אדם נהרגו במתקפה של חיל האוויר על מחנה אימונים של ועדות ההתנגדות העממית בדרום רצועת עזה, סמוך לחורבות היישוב רפיח ים. בין ההרוגים איאד אבו אל-ענין, מראשי ועדות ההתנגדות ברצועה. עמו נהרגה גם בתו ואילו אשתו ובן אחיו נפצעו. הארבעה נסעו באותו זמן במכוניתם סמוך למחנה האימונים בשכונת תל אל-סולטאן ברפיח. 13 בני אדם נוספים נפצעו במתקפה.

על פי דיווחים פלשתינים, מטוסי חיל האוויר ביצעו שתי תקיפות. שני טילים נורו לבער המכונית שבה נסע אבו אל-ענין, וטיל אחד נורה לעבר מחנה האימונים, שם שהו באותה שעה כמה פעילים.

לפי הדיווח הפלשתיני, אבו אל-ענין הוא מי שעומד מאחורי ייצור רקטות "נאסר 2" אותן יורה הארגון לעבר הנגב המערבי. הוא ובני משפחתו הגיעו במכונית ה-GMC שלהם למחנה האימונים בשעה שהחלה ההתקפה. אל-ענין ובתו נהרגו מהירי, ושאר בני משפחתו נפצעו. ארבעת הפעילים הנוספים שנהרגו הם איבראהים אל-עלול, עאדל שעת', בסאן חוסיין ומחמוד אל-טהראווי.



Publicado por: Senaquerib às abril 7, 2006 10:40 PM

الامبراطور أكيهيتو يحتفي بسمو ولي العهد ويؤكد على عمق العلاقات بين البلدين الصديقين
المملكة واليابان تتفقان على «شراكة استراتيجية متعددة المستويات»

الامبراطور اكيهيتو يستقبل سمو ولي العهد في القصر الامبراطوري بطوكيو (و. أ. س)

طوكيو - طلعت وفا وعادل الحميدان:
استهل صاحب السمو الملكي الأمير سلطان بن عبدالعزيز ولي العهد اليوم الثاني من زيارته الرسمية الى اليابان بلقاء مع جلالة الامبراطور أكيهيتو في القصر الامبراطوري صباح أمس حيث عقد سموه والامبراطور لقاء ضم وفدي الجانبين.
ورحب الامبراطور أكيهيتو بسمو ولي العهد خلال اللقاء قائلاً: «لقد كان لسموكم موقف مشهود في دعم العلاقات الثنائية بين البلدين الصديقين وزيارة سموكم الحالية تأتي تأكيدا على عمق العلاقات بين البلدين بالاضافة الى أنها ستعطي دفعة قوية في تعزيز هذه العلاقات وتطويرها».

ورد سموه «اننا نعتز كثيراً بعلاقات الصداقة والتعاون مع اليابان التي تقوم بدور مهم في المنطقة والعالم واننا حريصون على تعميق علاقات التعاون مع اليابان والوصول الى منظور مشترك فيما يتعلق بقضايا منطقة الشرق الاوسط والقضايا الدولية ذات الاهتمام المشترك».

والتقى الأمير سلطان في وقت لاحق جونيشيرو كويزومي رئيس وزراء اليابان وتم عرض العلاقات بين البلدين وسبل دعمها. وشهد سموه وكويزومي بعد ذلك حفل توقيع مذكرة تفاهم لتعزيز العلاقات السعودية - اليابانية في مختلف المجالات.

٭ وصدر أمس بيان مشترك تناول مختلف جوانب العلاقات الاقتصادية والسياسية بين البلدين.

وقال البيان ان الجانبين اتفقا على تعزيز شراكة استراتيجية متعددة المستويات بين المملكة واليابان وأكد على تفعيل المناقشات حول كيفية تشجيع الاستثمارات المشتركة.. ورحب البيان بقرار بدء المفاوضات الرسمية حول اتفاقية منطقة التجارة الحرة بين اليابان ومجلس التعاون الخليجي حيث سيعقد اجتماع تحضيري في شهر مايو (أيار) المقبل لهذا الغرض.

8 تعليقات

Publicado por: Senaquerib às abril 7, 2006 10:43 PM

Allah u akbar

Publicado por: Senaquerib às abril 7, 2006 10:44 PM

É para acabar?

Publicado por: Anonymous às abril 8, 2006 02:40 AM

War of the A.R.T.I.C or the X-TREME right blog...


http://articnest.blogspot.com/

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 8, 2006 10:11 PM

Outros afectos, outra racionalidade.
Outra Nação.

http://www.angelfire.com/pq/unica/

Publicado por: asdrubal às abril 9, 2006 04:53 PM

(não resisto a deixar esta citação na lápide, embora não seja primo :)

"This new approach suggests that what Gödel discovered was just the tip of the iceberg: an infinite number of true mathematical theorems exist that cannot be proved from any finite system of axioms."

Gregory Chaitin, The Limits of Reason, SciAm March 2006, pag. 56

Publicado por: py às abril 9, 2006 04:54 PM

http://blogarcadia.blogspot.com/2006/02/morreu-joana.html


atrasados que não respeitam ninguém!

Publicado por: sandra às abril 9, 2006 07:02 PM

Sandrinha, porke é k não kompras um vibrador?

Publicado por: Sátiro às abril 9, 2006 11:36 PM

Costuma haver por aqui alguns defensores entusiastas dos Estados Unidos. Apanhei por acaso na net a seguinte referência ao sistema prisional americano:

"Today, America has more people locked up compared to any other country in the world -- half a million more than China, in fact, which has a population five times greater than the US. "No other society in human history," said the American organization California Prison Focus, "has imprisoned so many of its own citizens." Studies "reveal that the United States holds 25 percent of the world's prison population but only five percent of the world's people."

How do we free thee? Let us count the ways. In 1972, there were 300,000 inmates in America. By the year 2000, the number had risen to two million."

E agora?...

Publicado por: Albatroz às abril 10, 2006 12:09 AM

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759845

Publicado por: py às abril 10, 2006 09:52 AM

este é não é primo:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1253408

Publicado por: py às abril 10, 2006 12:47 PM

Publicado por: Albatroz às abril 10, 2006 12:09 AM

É verdade e digo mais Bush é um visionário....

http://articnest.blogspot.com/2006/04/estar-bush-ser-de-novo-um-visionrio.html

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 10, 2006 02:13 PM

«Mas à outra razão para este acordo que é a ameaça da China»

Quak, Quak !

Publicado por: asdrubal às abril 10, 2006 05:12 PM

Quak, quak...

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 10, 2006 08:33 PM

Publicado por: py às abril 10, 2006 12:47 PM

quak, quak ... bullshit... Judas enforcou-se na noite em que Jesus foi preso aonde ia ter tempo para escrever um envagelho??? Deve ser mais uma dessas correntes satânicas que dizem que Judas é que era o bom porque gostava tanto de Cristo que se suicidou e Pedro é que era o mau e ainda por cima poem no mesmo nivel a traição de Judas e a fraqueza de Pedro. Quak, quak...

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 10, 2006 08:39 PM

Um gajo que finge que é pato e mete uma série de quaks no meio do texto não deve regular lá muito bem Ainda por cima é um pato que tem a mania que é esperto

Publicado por: Fernão Lopes às abril 10, 2006 09:09 PM

Quak, quak...what's up doc???...I mean, what's up duck...quak, quak, quak....

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 10, 2006 10:06 PM

Quak, quak...I mean what's up sucker....quak, quak...

Publicado por: Undercover Pinguïn às abril 10, 2006 10:09 PM

O documento é fabuloso. Escreveram-no os cristãos Coptas do Egipto há 1700 anos. Nem fazia ideia que existissem 30 ou 40 Evangelhos objecto de uma «escolha». E de uma exclusão.

Publicado por: asdrubal às abril 11, 2006 12:21 AM

Caríssimo Alba...como sempre andamos desencontrados...até nem me estava a apetecer muito vir aqui .. mas mais uma vez o que vi escrito por ti não pode passar em claro neste blog ..

Na china meu caro , podem existir(relativamente) poucos presos , porque por dá cá aquela palha as pessoas são " assassinadas " com uma bala na nuca em estádios .A família ainda tem que pagar a bala.
Se a isto juntares o crime hediondo dos abortos forçados das mulheres a quem não é permitido ter mais de um filho.Não te lembras de um documentário , chamado " Asas na China " ? ... claro ... essas coisas esqueces tu..
Open your eyes baby face...and get red of shame...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 02:57 AM

E tem mais .. no Brasil .. só de polícias no Rio de janeiro ..são assassinados 17 por mês... e estão armados até aos dentes ...
Em N.Iorque morre um polícia por ano...
..Isto foi dito pelos próprios Brasileiros no programa Manhattan Connection...
Deixei de ser a favor da pena de morte ( por influência de uma pessoa maravilhosa).. mas manter atrás das grades ( for life time)tipos que metem um revólver na boca de um transeunte, e o descarregam ..só porque o cara não tem 10 reais .... quem não pode ser a favor ?

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 03:14 AM

...olha este...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=223296

Publicado por: py às abril 11, 2006 11:36 AM

e olha .. este.. não lhe fica atrás...

http://news.ft.com/cms/s/cba40c76-c8b8-11da-b642-0000779e2340.html

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 01:56 PM

pois. E este?

http://news.ft.com/cms/s/cba40c76-c8b8-11da-b642-0000779e2340.html

Mas parece que votaram 83% dos italianos!

Publicado por: py às abril 11, 2006 02:00 PM

oops ... era este

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759877

Publicado por: py às abril 11, 2006 02:02 PM

O que é engraçado é que os votos que estão a demorar mais a chegar são os que foram electrónicos ..que teoricamente seriam os mais rápidos ... rsss

Parece que o Berlu.. está entalado ...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 04:07 PM

O que é engraçado é que os votos que estão a demorar mais a chegar são os que foram electrónicos ..que teoricamente seriam os mais rápidos ... rsss

Parece que o Berlu.. está entalado ...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 04:19 PM

A mim parece-me que é a Itália que está entalada com esta divisão...vaticino novas eleições ainda este ano!

Publicado por: amsf às abril 11, 2006 05:27 PM

então mas o Prodi tem a maioria nas duas câmaras:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759884

Por falar nisso aquilo lá deve sair muito mais caro ao erário público do que cá, não? &40 deputados mais não-sei-quantos senadores...

As tradições romanas hard pagam-se core.

Eleições antecipadas só se houver uma koisa limiana ao contrário, parece.

Publicado por: py às abril 11, 2006 05:49 PM

630+315

Publicado por: py às abril 11, 2006 05:51 PM

olha afinal está mais tremido do que dizia o Expresso,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=223385

Publicado por: py às abril 11, 2006 06:44 PM

...bem, parece que ficou assim:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=223384

Publicado por: py às abril 11, 2006 07:13 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=223360

E está preparado para pôr 50.000... idealista não ?

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 07:22 PM

Meanwhile...

http://www.msnbc.msn.com/id/12243327/

Publicado por: Hello Houston,,, we have a problem... às abril 11, 2006 08:13 PM

Que par eles fazem na foto...

http://abcnews.go.com/International/wireStory?id=1831004

E agora .. leiam com muita atenção...muita mesmo..

EMP já ouviram falar ?

Se isto acontecer ... vamos comer paralelos..e asfalto...e cada vez está mais próximo...a não ser que ...

Preparem-se para ficar sem internet....e vcs mulherada preparem as burcas ..que elas vêm aí...é desta...mais argumentos precisam-se?

Iran plans to knock out U.S. with 1 nuclear bomb

Joseph Farah, WorldNetDaily.com:

Iran is not only covertly developing nuclear weapons, it is already testing ballistic missiles specifically designed to destroy America's technical infrastructure, effectively neutralizing the world's lone superpower, say U.S. intelligence sources, top scientists and western missile industry experts.
The radical Shiite regime has conducted successful tests to determine if its Shahab-3 ballistic missiles, capable of carrying a nuclear warhead, can be detonated by a remote-control device while still in high-altitude flight. READ MORE

Scientists, including President Reagan's top science adviser, William R. Graham, say there is no other explanation for such tests than preparation for the deployment of Electromagnetic Pulse weapons – even one of which could knock out America's critical electrical and technological infrastructure, effectively sending the continental U.S. back to the 19th century with a recovery time of months or years.

Iran will have that capability – at least theoretically – as soon as it has one nuclear bomb ready to arm such a missile. North Korea, a strategic ally of Iran, already boasts such capability.

The stunning report was first published over the weekend in Joseph Farah's G2 Bulletin, the premium, online intelligence newsletter published by WND's founder.

Just last month, Congress heard testimony about the use of such weapons and the threat they pose from rogue regimes.

Iran has surprised intelligence analysts by describing the mid-flight detonations of missiles fired from ships on the Caspian Sea as "successful" tests. Even primitive Scud missiles could be used for this purpose. And top U.S. intelligence officials reminded members of Congress that there is a glut of these missiles on the world market. They are currently being bought and sold for about $100,000 apiece.

"A terrorist organization might have trouble putting a nuclear warhead 'on target' with a Scud, but it would be much easier to simply launch and detonate in the atmosphere," wrote Sen. John Kyl, R-Ariz., in the Washington Post a week ago. "No need for the risk and difficulty of trying to smuggle a nuclear weapon over the border or hit a particular city. Just launch a cheap missile from a freighter in international waters – al-Qaida is believed to own about 80 such vessels – and make sure to get it a few miles in the air."

The Iranian missile tests were more sophisticated and capable of detonation at higher elevations – making them more dangerous.

Detonated at a height of 60 to 500 kilometers above the continental U.S., one nuclear warhead could cripple the country – knocking out electrical power and circuit boards and rendering the U.S. domestic communications impotent.

While Iran still insists officially in talks currently underway with the European Union that it is only developing nuclear power for peaceful civilian purposes, the mid-flight detonation missile tests persuade U.S. military planners and intelligence agencies that Tehran can only be planning such an attack, which depends on the availability of at least one nuclear warhead.

Some analysts believe the stage of Iranian missile developments suggests Iranian scientists will move toward the production of weapons-grade nuclear material shortly as soon as its nuclear reactor in Busher is operative.

Jerome Corsi, author of "Atomic Iran," told WorldNetDaily the new findings about Iran's Electromagnetic Pulse experiments significantly raise the stakes of the mullah regime's bid to become a nuclear power.

"Up until now, I believed the nuclear threat to the U.S. from Iran was limited to the ability of terrorists to penetrate the borders or port security to deliver a device to a major city," he said. "While that threat should continue to be a grave concern for every American, these tests by Iran demonstrate just how devious the fanatical mullahs in Tehran are. We are facing a clever and unscrupulous adversary in Iran that could bring America to its knees." ...

Last month, the Senate Judiciary Subcommittee on Terrorism, Technology and Homeland Security chaired by Kyl, held a hearing on the Electromagnetic Pulse, or EMP, threat.

"An electromagnetic pulse (EMP) attack on the American homeland, said one of the distinguished scientists who testified at the hearing, is one of only a few ways that the United States could be defeated by its enemies – terrorist or otherwise," wrote Kyl "And it is probably the easiest. A single Scud missile, carrying a single nuclear weapon, detonated at the appropriate altitude, would interact with the Earth's atmosphere, producing an electromagnetic pulse radiating down to the surface at the speed of light. Depending on the location and size of the blast, the effect would be to knock out already stressed power grids and other electrical systems across much or even all of the continental United States, for months if not years."

The purpose of an EMP attack, unlike a nuclear attack on land, is not to kill people, but "to kill electrons," as Graham explained. He serves as chairman of the Commission to Assess the Threat to the United States from Electromagnetic Pulse Attack and was director of the White House Office of Science and Technology Policy and science adviser to the president during the Reagan administration.

Graham told WorldNetDaily he could think of no other reason for Iran to be experimenting with mid-air detonation of missiles than for the planning of an EMP-style attack.

"EMP offers a bigger bang for the buck," he said. He also suggested such an attack makes a U.S. nuclear response against a suspected enemy less likely than the detonation of a nuclear bomb in a major U.S. city.

A 2004 report by the commission found "several potential adversaries have or can acquire the capability to attack the United States with a high-altitude nuclear weapons-generated electromagnetic pulse (EMP). A determined adversary can achieve an EMP attack capability without having a high level of sophistication."

"EMP is one of a small number of threats that can hold our society at risk of catastrophic consequences," the report said. "EMP will cover the wide geographic region within line of sight to the nuclear weapon. It has the capability to produce significant damage to critical infrastructures and thus to the very fabric of U.S. society, as well as to the ability of the United States and Western nations to project influence and military power."

The major impact of EMP weapons is on electronics, "so pervasive in all aspects of our society and military, coupled through critical infrastructures," explained the report.

"Their effects on systems and infrastructures dependent on electricity and electronics could be sufficiently ruinous as to qualify as catastrophic to the nation," Lowell Wood, acting chairman of the commission, told members of Congress.

The commission report went so far as to suggest, in its opening sentence, that an EMP attack "might result in the defeat of our military forces."

"Briefly, a single nuclear weapon exploded at high altitude above the United States will interact with the Earth's atmosphere, ionosphere and magnetic field to produce an electromagnetic pulse (EMP) radiation down to the Earth and additionally create electrical currents in the Earth," said the report. "EMP effects are both direct and indirect. The former are due to electrical systems, and the latter arise from the damage that 'shocked' – upset, damaged and destroyed – electronics controls then inflict on the systems in which they are embedded. The indirect effects can be even more severe than the direct effects."

The EMP threat is not a new one considered by U.S. defense planners. The Soviet Union had experimented with the idea as a kind of super-weapon against the U.S.

"What is different now is that some potential sources of EMP threats are difficult to deter – they can be terrorist groups that have no state identity, have only one or a few weapons and are motivated to attack the U.S. without regard for their own safety," explains the commission report. "Rogue states, such as North Korea and Iran, may also be developing the capability to pose an EMP threat to the United States and may also be unpredictable and difficult to deter."

Graham describes the potential "cascading effect" of an EMP attack. If electrical power is knocked out and circuit boards fried, telecommunications are disrupted, energy deliveries are impeded, the financial system breaks down, food, water and gasoline become scarce.

As Kyl put it: "Few if any people would die right away. But the loss of power would have a cascading effect on all aspects of U.S. society. Communication would be largely impossible. Lack of refrigeration would leave food rotting in warehouses, exacerbated by a lack of transportation as those vehicles still working simply ran out of gas (which is pumped with electricity). The inability to sanitize and distribute water would quickly threaten public health, not to mention the safety of anyone in the path of the inevitable fires, which would rage unchecked. And as we have seen in areas of natural and other disasters, such circumstances often result in a fairly rapid breakdown of social order."

"American society has grown so dependent on computer and other electrical systems that we have created our own Achilles' heel of vulnerability, ironically much greater than those of other, less developed nations," the senator wrote. "When deprived of power, we are in many ways helpless, as the New York City blackout made clear. In that case, power was restored quickly because adjacent areas could provide help. But a large-scale burnout caused by a broad EMP attack would create a much more difficult situation. Not only would there be nobody nearby to help, it could take years to replace destroyed equipment."

The commission said hardening key infrastructure systems and procuring vital backup equipment such as transformers is both feasible and – compared with the threat – relatively inexpensive.

"But it will take leadership by the Department of Homeland Security, the Defense Department, and other federal agencies, along with support from Congress, all of which have yet to materialize," wrote Kyl, so far the only elected official blowing the whistle this alarming development.

Kyl concluded in his report: "The Sept. 11 commission report stated that our biggest failure was one of 'imagination.' No one imagined that terrorists would do what they did on Sept. 11. Today few Americans can conceive of the possibility that terrorists could bring our society to its knees by destroying everything we rely on that runs on electricity. But this time we've been warned, and we'd better be prepared to respond."

Conselho ....vendam o que têm e venham para cá e tragam os vossos queridos..vixe..fiquei nervoso e muito preocupado...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 08:20 PM

Cá para mim o pior culpado disto tudo é o bush que devia ter ficado pelo Afeganistão, isso compreendia-se como retaliação ao 11 de Setembro, invadir o Iraque (pela 2ª vez!) foi um erro civilizacional, desencadeou esta escalada imparável.

E essa coisa da tempestade electromagnética também dá cabo do multibanco, não? Ora então tenho de pensar nisto...

Publicado por: py às abril 11, 2006 08:50 PM

e acho bem que a Europa se ponha de fora dessa guerra imbecil:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=223404

Publicado por: py às abril 11, 2006 08:59 PM

olha capitão, por aí:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=223403

Publicado por: py às abril 11, 2006 09:01 PM

É muito mais abrangente do que o Afeganistão ou o Iraque . Tem a ver com ambições antigas ..muito antigas ...o erro civilizacional está do outro lado.. e eles teimam nele...
Um erro civilizacional é algo prolongado no tempo...por séculos ou milénios...

Agora parece uma estratégia consertada..muito muito vasta..

E entretanto a Europa .. a velhinha Europa agoniza...

Europe Suffering a Crisis of Confidence ...

http://www.forbes.com/home/feeds/ap/2006/04/11/ap2663752.html

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 09:37 PM

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 11, 2006 08:20 PM

Os cristãos há cerca de 2000 anos comiam crianças, os comunistas há 50 e agora também os muçulmanos também as comem...

O Jorge Amado teria vergonha de saber que um idiota útil anda a usar a sua obra literária como pseudónimo.

São pessoas assim que criam o clima psicológico e dão mesmo apoio moral à mentalidade belicista americana..."vem aí o lobo" dizem eles constantemente.

Antes da invasão do Iraque denunciei esta guerra psicológica neste blog e argumentei que se o Iraque efectivamente possui-se armas de destruição em massa os EUA nunca os atacariam...curioso...nenhum dos papagaios que se limitava a reproduzir os Vasco Ratos, CNN etc veio reconhecer a sua desonestidade intelectual...é próprio do ser humano...persistemos na ideia feita apesar de descobrir-mos que os argumentos que suportaram essa ideia eram falsos...o ser humano é assim mesmo...
As pessoas que persistem em criar este clima de ódio e de suspeita entre os povos deviam ser penalizadas pela sua desonestidade intelectual...ouço falar (no Ocidente)em julgamentos por incentivo ao terrorismo e ódio religioso mas não ouço falar em julgamentos por incentivo à guerra!

Este assunto é complexo...por favor...se querem comentar um assunto de que não percebam patavina e que esteja na moda limitem-se ao futebol...esse assunto está sempre na moda e durante todo o ano!!!


Publicado por: amsf às abril 12, 2006 10:30 AM

Py Cuidado arma de destruição massiva

http://meganame.ru/uploads/20060412/attulikestiffany01.jpg

Publicado por: só areia na cabeça às abril 12, 2006 11:58 AM

... e tem ar de iraquiana ...

Publicado por: py às abril 12, 2006 01:09 PM

... e é muito mais ADM do que aquela que eles elegeram como miss

Publicado por: py às abril 12, 2006 01:18 PM

... e tem ar de iraquiana ...

Publicado por: py às abril 12, 2006 01:09 PM

Cuidado com as aparências...pode parecer iraquiana ou iraniana (que é o que está na moda)no entanto trabalhar para os americanos ou mesmo israelitas...ou mesmo mais complicado...ela pode pensar estar ao serviço da Revolução Islâmica e na práctica estar ao serviço do imperialismo americano...

O "Capitão d'Areia" foi desprovido a "só areia na cabeça"!?

Publicado por: amsf às abril 12, 2006 02:38 PM

Meus caro ... Neville Chamberlain dizia o mesmo que tu... tinha gente que dizia também que vinha aí o lobo... e Neville não ligou patavina... dizia que não ..que não.... era um cordeiro...
Afinal não era um lobo... era o demónio himself e só de Judeus ele devorou 6.000.000 ( seis milhões )... Ou vais dizer que é mentira ???????????????

Como o demónio não morre ..vai encarnando...com apetite cada vez mais voraz ...ele está de volta ..não digam que não foram avisados...

Diz-me só uma coisa estimado Amsf.. se tivesses vivido nos anos 30 dirias a mesma coisa ? Com certeza acharias que não valeria a pena pôr um olho( ou o pé) em hitler.. não era ?Afinal tratava-se apenas de um cordeiro socialista ...

Diz-me por favor ..só mais uma coisa .. achas totalmente impossível que aquilo que publiquei em cima possa vir a acontecer ?
Afinal quem era intelectualmente desonesto? Neville Chamberlain?Que não ficou para ver ?
Ou os seguidores dele que ficaram e que graças aos "malévolos americanos" não foram evaporados?
Quem é hoje intelectualmente desonesto ?
Quem enfrenta o demónio de frente ou quem mete a cabeça nas areias fofas ?

Qt às armas de destruição maciça do verme que nunca deu um julgamento às suas vítimas e está agora a ter direito a um ....elas podem estar bem escondidas ..mas que existem ..não tenho a mínima dúvida..

Qt ao futebol apenas sei que o FCP é o maior ..uma naçoum...o glorioso... o resto é paisagem...ah e também sei que sem o Deco, o Ronaldinho Gaúcho não era ninguém... é que o Barcelona só conseguiu ser campeão Espanhol depois do Deco chegar e o Ronaldinho já lá estava há vários anos...
Quem sabe sabe .. e quem não sabe ..fica a ver...

Qt ao pseudónimo não tens nada a ver com isso.. és dono da obra de Jorge Amado ? Queres marcar um encontro pessoal para ver o que é um Capitão d'Areia ?Aparece...

Para terminar .. qt ao idiota útil .. que saudades deves ter da extinta.....rói-te...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 12, 2006 03:33 PM

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 12, 2006 03:33 PM

Diz-me só uma coisa estimado Amsf.. se tivesses vivido nos anos 30 dirias a mesma coisa ? Com certeza acharias que não valeria a pena pôr um olho( ou o pé) em hitler.. não era ?

Ai é que está...pretendes dizer que o líder iraniano é um novo Hitler mas o problema é que este atacou a Polónia primeiro...certamento com os argumentos mais "racionais" pois até os "maus" precisam de convencer os seus povos...aliás ele fabricou um ataque a um posto fronteiriço alemão como pretexto...também os EUA querem atacar o Irão e para isso usam os argumentos mais "racionais" para convencer a opinião pública internacional dita de forma enganadora "comunidade internacional"...Enquanto não pacificarem o Iraque não poderão controlar o Irão de forma clássica (guerra)...terão que fazer o trabalho a partir de dentro com muitos biliões de dólares até instalarem um fantoche na cadeira do poder.

Quanto ao Saddam é verdade que sob o seu regime se matou em massa (iranianos, curdos e xiitas) mas não considero a pulverização de populações com químicos como arma de destruição em massa no sentido clássico...uma bala só por sí não é uma arma ela necessita de um mecanismo que a propulsione e atinja um alvo longíquo com precisão...penso que o americanos não estavam preocupados com os iranianos até porque nos anos 80 estes eram os maus da fita (Khomeyni) e o regime iraquiano era dos nossos...
A política internacional é feita de hipócrisias e é isso que temos que saber para não cairmos no erro de seguirmos incondicionalmente aquele que tiver um sistema de marketing mais elaborado.
Eu tenho a minha forma de ver a realidade e não pretendo abdicar dela para servir de carne para canhão de qualquer lunático seja ele ocidental ou oriental, seja ele cristão ou muçulmano, seja ele capitalista ou comunista...

Por acaso até sou proprietário de parte da obra de Jorge Amado...tenho ali 5 monografias da sua bibliografia.
Esse encontro seria para me mostrar o que é um Capitão d`Areia? Penso que sei o que é pelo que não vale a pena...ainda violas menores na praia ou "apenas" dedicas-te ao gamanço!?

Publicado por: amsf às abril 12, 2006 04:20 PM

eh pá olha que os capitães d'areia eram os putos, não os que os violavam, ..., que eu me lembre, que já li isso há 30 anos, muito belo, também tenho para ali uns 5 do JA, vá lá deixem-se de agressões verbais e todos poderemos talvez aprender um pouco, embora eu saiba que sem pika não vos dá tusa, né?

Garanto absolutamente que o c. d'a, não é racista, pelo contrário é anti-racista e pratica-o no quotidiano, e não o vi abusar de ninguém, sequier verbalmente, literal e metaforicamente. Aliás por isso também é que somos amigos, embora pensemos diferente nesta coisa da guerra, mas espero que já tenha passado o tempo em que os amigos tinham de pensar igual, não? Outro legado do salazarismo...

eu vou fazer uma soneka

Publicado por: py às abril 12, 2006 04:50 PM

Bem me parecia que o Cush tinha mudado de pseudónimo!
Li há uns 10 anos (sou novo)e tenho ideia de que o personagem principal violou uma miudita na praia e que depois ela tornou-se a sua namorada...ou seja não foi bem uma violação pois eram crianças mas sim uma outra forma de exprimir o que sentia...não podemos esquecer que eram crianças abandonadas!

"embora eu saiba que sem pika não vos dá tusa, né?"
É isso mesmo! Pode parecer agressividade mas não é...

Agora já sei...sempre que aparecer um pseudónimo novo com cheiro a Brasil é sinal que o Cush leu um livro que o impressinou!!!

Publicado por: amsf às abril 12, 2006 05:20 PM

...não considero a pulverização de populações com químicos como arma de destruição em massa no sentido clássico...
Publicado por: amsf às abril 12, 2006 04:20 PM

A isto eu chamo hipócrisia pura...

Qt ao marketing ... então o 11/9 foi marketing ? foi fabricado pelos próprios americanos ?

A isto eu chamo hipócrisia pura...

Qt ao encontro deixa pra lá ... agora ..os tempos mudaram ... sou eu a vítima de tentativas de violação e dos gamanços ...mas quem pretende isso está bem enganado...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 12, 2006 05:30 PM

“O principal objectivo do Ensino é formar indivíduos úteis à Sociedade. É por isso que não tem de ser igualitário: os Pretos são úteis a abrir valas e na limpeza, e os Brancos são úteis para gerir a Nação. A Função da Matemática é separar as águas!” – Quitéria Barbuda in “Elogio aos Caucasianos”, Revista “Espírito”, nº 11, 2005.

“O Principal Objectivo do Ensino é formar indivíduos que produzam para a Sociedade e que sejam saudáveis, para se poupar nas Baixas. Sendo assim, a Educação deve promover os alunos com melhores genes, para que num futuro dirijam com competência a Nação. Aos pretos, como são fortes e ágeis, devido às constantes fugas à polícia , estão-lhes reservadas as pás e as enxadas, porque são fracos de Inteligência – Quitéria Barbuda in “ Elogio da cor Branca”, Revista “Espírito”, nº 11, 2005.

www.territoriolivre.com.sapo.pt

Publicado por: Brigada Bigornas às abril 12, 2006 07:54 PM

Bem, já que estamos virados para o mais profícuo eclectismo, uma pérola :
Existem carros desportivos cujo preço nem é uma exorbitância na maior parte dos países mais ricos da Europa. Naturalmente, nós não estamos entre esses, e naturalmente, também, os impostos devem ser diferenciados a nosso ... desfavor.
Mas há limites, porque entre o sublime e o ridículo a fronteira é deveras pequena.
Vem esta conversa a propósito desta coisa espantosa :
O BCP Millenium (esse mesmo, o da OPA) disponibiliza na Net um «cálculo automático» acerca do Imposto Automóvel em Portugal.
[http://www.millenniumbcp.pt/Simul/ImpostoAutomovel/ImpostoAutomovel.jhtml?_loopback=1]Experimentei a ver quanto pagava de imposto um automóvel com a bonita cilindrada de 4,7 litros. E então é assim :
No primeiro semestre (de Janeiro a Junho) paga 33.571 € e de Junho a Dezembro paga novamente 30.275 €. Não é tudo.
À soma dos dois semestres, isto é, aos 63.846 € de Imposto Automóvel há que juntar agora o preço de custo do carro acrescido dos 63.846€, e, sobre este somatório, mais 21 por cento de IVA. Assim, se o tal carro de 4.700 Cm3 custar por hipótese 80.000 €, em Portugal, há que juntar-lhe mais 94.053 € só de Impostos ... quere-se dizer, os Impostos, por junto, excedem em 14.000 € o preço de custo do automóvel !
Por outras palavras, leve um, pague dois e mais dois mil e oitocentos contos para os rebuçados da Fazenda Pública.
Finalmente, um grande Mistério do Ministério das Finanças e do Governo de Portugal :
A dupla tributação é rigorosamente ilegal na União Europeia. Ehehehehe, heróis do mar !!

Publicado por: asdrubal às abril 12, 2006 11:06 PM

O Pedro Bala ... não violou a menina orfã e só fez amor com ela na noite em que ela morre .. a pedido dela..nessa noite consideraram-se casados...

Mas é melhor ficar por aqui..pq orfãos violados fazem-me lembrar o Paulo Pedroso.. que tutelava a Casa Pia e protagonizou uma história podre..
Agora deve estar a dar risada..pq parece que nem a julgamento vai...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 13, 2006 01:22 AM

Há para aí um cara um tanto desfasado. Ainda vem falar no Hitler dos anos 30 e nos judeus e na ladainha do costume.
É preciso estar up to date e falar dos prisioneiros comunistas que os ingleses torturaram e mataram durante e imediatamente depois da II Guerra Mundial. Quando eram aliados da União Soviética e os comunistas morriam aos milhões, precisamente para derrotar o Hitler e safar o coiro dos ingleses da ilha.
Estava tudo muito abafadinho e veio um desmancha prazeres revelar as fotografias dos crimes.
É claro que redobraram os «cobertores» e voltou tudo ao silêncio dos inocentes.
A democracia é muito boa, quando eu for grande quero viver numa democracia, um prisioneiro torturado e morto só é crime quando é dos nossos, se for comunista ou árabe dá direito a prémio, o jackpot é um prisioneiro árabe comunista.

Publicado por: Tubarão Martelo às abril 13, 2006 02:08 AM

Para o Py com muito carinho

Leia aqui a verdadeira história dos meninos da rua.
Comovente

http://jadedvideo.com/y_result.asp?PRODUCT_ID=54615

Publicado por: Rendas e Lacinhos às abril 13, 2006 09:24 AM

... eu então deixo ficar isto:

"No novo Código Penal, o crime de violência doméstica deixa de depender de queixa da vítima e o crime de responsabilidade por incêndio florestal passa a ser autónomo. Neste último caso, passa a ter uma pena de um a oito anos o crime de provocar incêndio em floresta, mata, arvoredo ou seara própria ou alheia.

Esta pena conhece ainda um agravamento, passando a ter uma moldura penal entre três e 12 anos, se o agente que provocar incêndio criar perigo para a vida ou integridade física de outrem."

Publicado por: py às abril 13, 2006 09:28 AM

(ainda bem que nunka casei:)

Publicado por: py às abril 13, 2006 09:31 AM

vai dar que falar?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=223582

Publicado por: py às abril 13, 2006 09:40 AM

Publicado por: py às abril 13, 2006 09:31 AM

Mas graças ao Bloco breve vai poder

Publicado por: 24 1/2 de Abril ás vezes às abril 13, 2006 10:34 AM

não quero, obrigado

Publicado por: py às abril 13, 2006 11:47 AM

ugh

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1253839

Publicado por: py às abril 13, 2006 11:51 AM

entretanto fiquei a saber que os administradores executivos do BCP (Opus Dei, não?) ganham 3,5 milhões de euros por ano, nos últimos anos...

e

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24759936

estou a pensar que quero uma canja de galinha de ovos de ouro, com os ovinhos lá dentro

Publicado por: py às abril 13, 2006 11:57 AM

vai dar que falar?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=223582

Publicado por: py às abril 13, 2006 09:40 AM

Falar no mau ..aparelherar o pau...

O problema dele é que agora não tem o amiguinho encobridor em Belém...

Bem que eu gostava de saber como alguém tão poderoso pode ir preso 1 ano e depois nem julgamento enfrentar ...

Changing subject...

E ir bater um papinho com o túbaro martell...

Parece que é verdade que os Ingleses entregaram russos a estaline que foram directos para Gulag...
Ninguém é perfeito e com certeza a anglofonia não é ..

Agora .. meu caro túbaro martell ... nós agora precisávamos de um Carlos Martell...para pôr as coisas na ordem.
Eu fui buscar hitler ..pq a história tem uma grande tendência a repetir-se ...e quem está avisado vale por dois...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 13, 2006 03:19 PM

Parece que é verdade que os Ingleses entregaram russos a estaline que foram directos para Gulag...
Ninguém é perfeito e com certeza a anglofonia não é ..

Capitão d'Areia às abril 13, 2006 03:19 PM

----------

Captain, my captain...
Não é nada disso. Andas a apanhar sol nos areais brasileiros e depois perdes os factos da vida.
Não se trata de prisioneiros entregues pelos ingleses a Estaline.
Trata-se de indivíduos SUSPEITOS de serem comunistas que os ingleses prenderam na Alemanha em campos de concentração e torturaram. As fotografias publicadas eram parecidíssimas com as de Auchwitz.
Heil Churchill!

As fotos e a história estão aqui:

http://www.guardian.co.uk/germany/article/0,,1745662,00.html

Publicado por: Tubarão Martelo às abril 13, 2006 09:16 PM

Circular 000/000


Era a manchete do Expresso de Sábado e custa a acreditar. A nossa petrolífera tem vindo a ser albergue de parasitas e toca de incompetentes.
Veja-se:
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das O.P. e Transportes...
O filho de Miguel Horta e Costa, recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais.
Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.
Manuel Queiró, do PP, era administrador da área de imobiliário(?) 8.000euros/mês.
A contratação de um administrador espanhol passou por ser-lhe oferecido 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída),pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP. Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo(?) era remunerado de forma simbólica: três mil euros por mês,pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...

Outros exemplos avulsos:

Um engenheiro agrónomo que foi trabalhar para a área financeira a 10.000 euros por mês; A especialista em Finanças que foi para Marketing por 9800 euros/mês... Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500. Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para 20.000 euros mensais.

A GALP é o que é, não por culpa destes senhores, mas sim dos amigos que ocupam, à vez, a cadeira do poder. É claro que esta atitude, émula do clássico "é fartar, vilanagem", só funciona porque existe uma inenarrável parceria GALP/Governo. Esta dupla, encarregada de "assaltar" o contribuinte português de cada vez que se dirige a uma bomba de gasolina, funciona porque metade do preço de um litro de combustível vai para a empresa e, a outra metade, para o Governo.
Assim, este dream team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante. Ou o pagamento de um qualquer favor político...

Antes sustentar as gasolineiras espanholas que estão no mercado do que estes vampiros!

Publicado por: Cuidado com as carteiras! às abril 13, 2006 09:37 PM

Não consigo esperar pela minha loucura, fico sempre impaciente. Antes que ela se atrase, sou eu que vou sempre ao encontro dela!...

Façam o mesmo...

Publicado por: Friedrich às abril 14, 2006 02:37 AM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254059&idCanal=93

Publicado por: py às abril 14, 2006 10:49 AM

(acho que percebi, não só comia bem como estragava o apetite aos donos da casa, com umas bokas apropriadas e uns convidados indesejáveis :)-> pimba!

entretanto lá vão eles:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=223710

Publicado por: py às abril 14, 2006 10:56 AM

eh pá há uma data de c*s grandes que se vão sentir c*midos:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=223719

Publicado por: py às abril 14, 2006 02:17 PM

Bagram, a base central americana da luta contra os talibã, o casulo dos serviços secretos americanos no Afeganistão, completamente desvirginada por uma dúzia de «homens a dias» afegãos.
Os empregados que estão encarregados da limpeza levaram a missão a sério e limparam dezenas de sticks de memória dos computadores da base, carregadinhos de informações ultra-secretas, daquelas que estão para além de qualquer classificação.
Depois venderam-nas aos comerciantes de um mercado que fica à porta da base e foi a imprensa americana que descobriu o buraco.
Agora os serviços secretos militares andam de banca em banca a oferecer molhos de dólares para recuperarem os sticks.
E são estas abéculas que querem iniciar uma guerra nuclear no Irão...

http://www.msnbc.msn.com/id/12318768/

Publicado por: Isn't that funny? às abril 14, 2006 11:35 PM

Publicado por: Tubarão Martelo às abril 13, 2006 09:16 PM

no coments

Qualquer dia encerro-me num mosteiro ...mas como aqui na Bahia não conheço ..talvez vá afogar as mágoas para um puteiro....

Mas olha... hoje para aliviar... passei a tarde em Itapuã... a água estava morna ..mas não cristalina ..mesmo assim foi massa..sombrinha de ficus lyrata gigantes..amendoins afrodisíacos ...cof..cof.. 10 reais de cerveja ...ah!! .. vidinha mais ao menos...
E por aí ? Como vão as coisas ?lol....

Ah.. but look ..my special hammer shark .. I never forget to use a hat ...under the sun cannon...of the parallel 13...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 15, 2006 02:19 AM

9/11 Theologian Says Controlled Demolition of World Trade Center Is Now a Fact, Not a Theory

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=viewArticle&code=20051021&articleId=1129

A quem pode interessar este tipo de pregação ?

Ele deveria ser internado num manicómio ?

A desinformação no seu máximo esplendor ?

Pure propaganda ? Who is paying this ?Bin Laden ?

Carlos Martell come back....we are needing you baddly...

Agora a sério .. alguém razoável ..pode acreditar nisto ?

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 15, 2006 03:08 AM

Capitão d'Areia às abril 15, 2006 03:08 AM

Se há gente que acredita no Bush, qualquer maluco pode ter a sua audiência...

Publicado por: Eu acho graça às abril 15, 2006 05:50 AM

... mágoas?? Tás com saudades dos teus filhotes..., olha vai vendo sítios para o n. projecto, bonitos etc ;)

Mas rapaiz já que invocaste tentas vezes o C.M. deixa-me dizer-te uma coisa, é muito provável que saia ao contrário, porque repara nesses tempos eram os muçulmanos que vinham por aí fora, a dominar reinos cristãos,...

..., agora são supostos cristãos que andam para lá a meter o bedelho,..., cheira-me que o CM que invocas é o presidente do Irão, sorry, martelo que se vai abater sobre a cabeça do bush...

Mas deixa pra lá a guerra, deve ser o início do fim da civilização do petróleo, cuja pegada ecológica é brutal, não foi a bem vai a mal.

Publicado por: py às abril 15, 2006 09:37 AM

... lembras-te da pasta d'água :))?

olha:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254131&idCanal=1453

Publicado por: py às abril 15, 2006 10:58 AM

Se há gente que acredita no Bush, qualquer maluco pode ter a sua audiência...

Publicado por: Eu acho graça às abril 15, 2006 05:50 AM

Não é que eu acredite no Bush...eu acredito em factos e em padrões.... eu já vi dezenas de implosões em documentários ... e são sempre iguais .. explosões na base que provocam a queda .
Nas Torres não houve essas explosões ...e agora ?

Qt às mágoas ... não ... são desilusões como essa que os Ingleses fizeram..erros graves ..que jamais deixarei de condenar..

Qt ao Irão ... está a percorrer o caminho errado na minha opinião. Não foi o presidente de lá que disse que queria varrer Israel do mapa ? E como ele vai fazer isso ? Com um exército de camelos ? ou com uma ameixa nuclear ?
Ele disse isso ? Ou todo o mundo ouviu errado ?

Se eu tiver alguém que diz que me quer matar ...devo tomar precauções ? Principalmente se já tiver tentado ?

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 15, 2006 03:40 PM

... eu quanto a isso da queda das torres também não vi nada estranho, ou melhor eu achei aquilo incrível mas pareceu-me o desabar de castelos de cartas pelo topo... mas olha que isto lá está assim:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254147&idCanal=17

Publicado por: py às abril 15, 2006 03:55 PM

As ameaças são sucessivas ...eu pergunto .. alguma vez Israel ameaçou que ia fazer desaparecer os seus vizinhos ?

In a speech to a conference on the Palestinian issue on Friday( ontem ), Ahmadinejad said: "The Zionist regime is a decaying and crumbling tree that will fall with a storm."


Peres says Ahmadinejad to end up like Saddam

Reuters
Saturday, April 15, 2006; 10:22 AM

JERUSALEM (Reuters) - Israeli veteran statesman Shimon Peres, responding to the latest verbal attack on the Jewish state by Iran's president, said on Saturday that Mahmoud Ahmadinejad would end up like Iraq's Saddam Hussein.


Peres, in a statement quoted by Israel Radio, called Ahmadinejad's comments a direct threat to Israel's existence.

"His statements are reminiscent of those voiced by Saddam Hussein. Ahmadinejad will end up like Saddam Hussein," he said, referring to the Iraqi leader ousted by a U.S. invasion in 2003 and on trial for the killings of 148 Shi'ites two decades ago.

"Ahmadinejad represents Satan, not God," Peres said. "History has denounced the madmen and those who waved the sword."

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/04/15/AR2006041500437.html

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 15, 2006 04:08 PM

... olha o outro lado da civilização do petróleo:

http://www.guardian.co.uk/climatechange/story/0,,1754276,00.html

Publicado por: py às abril 15, 2006 08:00 PM

mas voltando a 2004:

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Irao+treino+EUA.htm

Publicado por: py às abril 15, 2006 08:12 PM

http://www.guardian.co.uk/climatechange/story/0,,1754276,00.html

Publicado por: py às abril 15, 2006 08:00 PM

Este é para guardar...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 15, 2006 09:00 PM

Eles próprios não se entendem ...


Associated Press
Hezbollah Links Plot to Clashes in Iraq
By HAMZA HENDAWI , 04.15.2006, 03:26 PM
A senior Hezbollah official said nine men charged with plotting to assassinate the Shiite Muslim group's leader wanted to avenge killings of fellow Sunnis in Iraq, an ominous sign that the sectarian bloodshed may be spilling over into the region.

Government officials declined Saturday to confirm the report, but such a spillover would be particularly worrisome in Lebanon, where a fragile balance among Shiites, Sunnis, Christians and other sects is already under strain from tensions over relations with neighboring Syria.

The target of the alleged plot, Sheik Hassan Nasrallah, is striving to avert any rift, saying late Friday that he would not blame Lebanon's Sunnis if the conspirators were shown to be motivated by Sunni militancy.

"We don't seek a vendetta and we don't seek revenge," he told thousands of supporters in a suburb south of Beirut while urging all Lebanese to work together on "civil peace, coexistence and state-building."

A top Hezbollah official, Sheik Mohammed Kawthrani, told The Associated Press late Friday that the nine men arrested early last week were "Salafists who saw in Sheik Nasrallah a good Shiite target to avenge the death of Sunnis in Iraq."

"Salafists" is the term used for radical Sunni Muslims who follow a strict interpretation of Islam and view Shiites as heretics. They are blamed for most of the bombings, kidnappings and killings targeted at Iraq's Shiites. Al-Qaida leader Osama bin Laden and Jordanian-born Abu Musab al-Zarqawi, Iraq's most wanted terrorist, are considered Salafists.

continua em :http://www.forbes.com/technology/feeds/ap/2006/04/15/ap2672270.html

Continuo à espera que o " Eu acho graça " comente por favor se acredita numa demolição preparada das Twin Towers....

Repara " Eu acho graça " podes com certeza ter razão em muitas coisas e não digo que não sejam assustadoras as revelações que me fizeste por email...mas em tudo na vida devemos usar um filtro e julgar com base no que os padrões comportamentais nos mostram...

Repito...por favor diz-me se acreditas na demolição preparada das torres gémeas...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 15, 2006 09:53 PM

Capitão d'Areia às abril 15, 2006 09:53 PM

A história das torres gémeas tem muito que se lhe diga e há muita coisa inexplicada, mas não acredito na conjugação do impacto dos aviões com uma implosão preparada.

Publicado por: Anonymous às abril 16, 2006 01:54 AM

... et on y va...

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254199&idCanal=15

Eu sou contra a Guerra, mas como a máquina já está toda a girar há anos, não há grande coisa a fazer

Publicado por: py às abril 16, 2006 10:11 AM

eh pá

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=20&id_news=65908

Publicado por: py às abril 16, 2006 10:15 AM

A questão da guerra na Pérsia está em saber-se se os Ayatolhas têm ou não têm uma consistente experiência do coitus interruptus.

Publicado por: asdrubal às abril 16, 2006 01:40 PM

... a tal pegada ecológica também se expressa aqui:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=223835

Publicado por: py às abril 16, 2006 06:51 PM

não costumo comprar o Público ao domingo mas hoje comprei

Lá vem JMF incitar à guerra contra o Irão, como o fez no passado a aplaudir a liderança de bush na ofensiva contra o Iraque,..., eu repito o mesmo de sempre...

Citações:

" Os militares pensam que a guerra está perdida e não querem carregar a culpa como durante vinte anos carregaram a culpa do Vietname" VPV in A Revolta dos Generais


" O Estado tem que ser ágil, eficiente e flexível. Esta é a minha idéia de esquerda. O resto é esquerda folclórica" Maria Manuel Leitão Marques, coordenadora do Simplex

Já agora: "o baptismo foi feito pelo ministro António Costa, inspirado no método matemático de programação linear", olha ele sabe disto...


Publicado por: py às abril 16, 2006 07:02 PM

... saberá ele que existe um sub-espaço primal e, do lado de lá, um sub-espaço dual associados ao simplex?

Publicado por: py às abril 16, 2006 07:10 PM

(o primal é o dos utentes e o dual é o dos f.p.)

Publicado por: py às abril 16, 2006 09:43 PM

hum, "eles" dirão ao contrário... o que vale é que a solução óptima é única, ou então infinitas (degenerescência)...

Publicado por: py às abril 16, 2006 10:18 PM

Mudei-me pr'áqui. Lê-se como quem ouve, e são escritos deliciosos. Sem ruído.

http://www.minharicacasinha.blogspot.com/

Publicado por: asdrubal às abril 17, 2006 11:37 AM


" O Estado tem que ser ágil, eficiente e flexível. Esta é a minha idéia de esquerda. O resto é esquerda folclórica" Maria Manuel Leitão Marques, coordenadora do Simplex.....

Publicado por: py às abril 16, 2006 07:02 PM

Oioi ... bumdgia...

É possível "querer" que um ELEFANTE seja ágil ,eficiente e flexivel...mas é impossível "fazer"..

São as famosas utopias ? Ou é a famosa demagogia ? Sorry por ser um desmancha prazeres...

Hoje : Destino-> Natal...
inté domingo

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 17, 2006 03:58 PM

eh pá o Abade de Trancoso, até merece maiúsculas :))

eu também vou basar

Isso dos elefantes tem que se lhe diga, eu vi uma manada a passar no meio de mim, e outras mais à distância, e até fiquei a achar que são agéis e flexíveis e porque não, elegantes...

sensu platónico!

Publicado por: py às abril 17, 2006 06:56 PM

(bem, é melhor dizer assim: eu estava num cliozinho vermelho e eles/elas atravessaram mesmo ali a estrada, para aí 20, desde a matrona aos bébés, machos vários e toda a família)

Publicado por: py às abril 17, 2006 07:12 PM

PORTUGAL'S POLITICAL ECONOMY holds our interest for a number of reasons. First, Portugal, a founding member both of the North Atlantic Treaty Organization (NATO) and the European Free Trade Association (EFTA), one of the newest members (along with Spain) of the European Community (EC). Second, scholars interested in revolutionary change and the associated economic consequences can compare the Portuguese experience with that of other nations that have undergone rapid systemic transformation. Third, Portugal's recent experiment with nationalization of the means of production will be of particular interest to students of industrial organization and public enterprise economics.

As a fledgling member of the EC, Portugal was required to adopt the EC's Common External Tariff on imports from nonmember countries and the Common Agricultural Policy (CAP). Portugal also was pledged to eliminate all barriers to the movement of goods, services, and capital between itself and the other members of the European Economic Community (EEC), as well as to phase out fiscal subsidies that distort competition. During a transition period ending in 1993, Portugal was a net recipient of EC funds to assist in the restructuring of its relatively backward economy.

At the beginning of the 1990s, Portugal's economy was classified by the World Bank as an upper-middle-income economy. Its 1990 gross domestic product (GDP) on a purchasing power parity basis was US$82 billion, and its per capita GDP was estimated at US$8,364. With a per capita GDP growth rate of 5.4 percent in 1989, Portugal moved ahead of Greece to eleventh place among the twelve members of the EC.

Several distinctive features characterized Portugal's economy at the time of its accession to the EC; one of the most striking was its dependence on foreign "invisible" income. This income, consisting of tourism receipts and emigrant worker remittances, financed the country's large merchandise trade deficit. The growth and magnitude of tourism together with the explosive rise of government services largely explain the expansion of the services sector to nearly 56 percent of GDP in 1990 from 39 percent of GDP in 1973. One of every three Portuguese workers in the active labor force was engaged in temporary work in highincome countries, mainly France. These emigrant workers, numbering about 2 million, contributed significantly to Portugal's foreign exchange income, as well as to the country's household savings. Although less educated and technically less proficient than their EC counterparts, Portuguese workers were recognized for their strong work ethic and frugality.

Another distinguishing feature was Portugal's anachronistic agricultural sector, whose overall performance was unfavorable when considered in the context of the country's natural resources and climatic conditions. In the mid-1980s, agricultural productivity was half that of the levels in Greece and Spain and a quarter of the EC average. The land tenure system was polarized between two extremes: small and fragmented family farms in the north and large collective farms in the south that proved incapable of modernizing. The decollectivization of agriculture, which began in modest form in the late 1970s and accelerated in the late 1980s, promised to increase the efficiency of human and land resources in the south during the 1990s.

A third economic distinction was the scale and sectoral spread of Portugal's public enterprises. Before the Revolution of 1974, private enterprise ownership dominated the Portuguese economy to a degree unmatched in other West European countries; in 1982 the relative size of Portugal's public enterprise sector (based on an average of value added, employment, and gross capital formation) substantially exceeded that of the other West European economies.

The dispossession of the family-based financial-industrial groups, together with the "antifascist" purges of the mid-1970s, inflicted a serious "brain drain" on Portugal through the exile of entrepreneurs and professional managers. Recent Portuguese governments have recognized the highly politicized public enterprise sector as a major obstacle to the resolution of macroeconomic problems, such as large fiscal deficits, inflation, and burdensome external debt.

Portugal's commodity trade increasingly has become dominated by the EC, and since the accession of both Iberian countries to the organization in 1986, Spain has suddenly emerged as a significant trading partner for Portugal, whose major commodity exports at the beginning of the 1990s included textiles, clothing, and footwear, machinery and transport equipment, forest products (including pulp and paper and cork products), and agricultural products (mainly wine). With the rising participation of multinational firms, Portugal also was gaining competitive strength in the export of higher technology automotive and electronic components and parts.

Privatization, economic deregulation, debt reduction, and supply-side tax reform became the salient concerns of government as Portugal prepared itself for the challenges and opportunities of full participation in the EC's single market in the 1990s. These market-driven policies deserved much of the credit for Portugal's economic resurgence. Led by surging exports and robust capital formation, Portugal's GDP grew by an annual rate of 4.6 percent from 1986 to 1990. During this five-year period, only Japan among the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD) countries exceeded Portugal's economic performance.

Publicado por: A ver se os comunas da treta aprendem alguma coisa às abril 17, 2006 07:33 PM

O que é que este retardado pretende com a cópia, em 2006, de um texto de almanaque de há vinte anos?
Hoje estamos em que lugar na Europa?
Hoje qual é a taxa de crescimento?
Hoje qual é a taxa de desemprego?
Hoje qual é a taxa de cobertura das importações pelas exportações?
Hoje qual é a percentagem da fuga de cérebros e gestores?
Hoje qual é a quebra dos salários reais e do poder de compra?
Hoje, qual é a percentagem dos trabalhadores que ganham menos de 500 euros por mês?


Em resumo, as políticas de direita conduziram o país à falência técnica e ainda há retardados que não perceberam isso.

Publicado por: Luis Filipe às abril 17, 2006 08:05 PM

O retardado deve ser um dos sortudos subsidiodependentes que por aí vicejam.

Publicado por: Senaquerib às abril 17, 2006 08:56 PM

... até que enfim que se utiliza o mosaico como unidade integrada na paisagem:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=224037

Publicado por: py às abril 18, 2006 09:11 AM

Publicado por: py às abril 17, 2006 06:56 PM

Não são elefantes.
Não são o seu género.
Mas são explêndidos especimens em liberdade selvagem.


http://www.webpark.ru/comments.php?id=10107

Publicado por: Caçador de Noite às abril 18, 2006 05:20 PM

QUANDO ESTE BLOG ACABAR, PODEM CONTINUAR NO "ECO DA NOTÍCIA"
http://www.ecodanoticia.net

Publicado por: Amigo às abril 19, 2006 03:23 PM

O Eco da Notícia não interessa nem ao menino Jazus.
Aquilo é conversa de tricot e rendas de bilros.
É só doçura...

Publicado por: Senaquerib às abril 19, 2006 09:57 PM

Adorei «esta» do nosso querido Ministro da Fazenda :
- «A minha mãe que tem 26 anos ... ah desculpem, 86 anos, costumava dizer um ditado popular, "O que arde, cura, e o que aperta, segura".

Com aquele "lapsus linguae", ainda lhe pega o fogo ...

Publicado por: asdrubal às abril 19, 2006 10:46 PM

Senaquerib às abril 19, 2006 09:57 PM

Direi mesmo mais: não interessa nem às palhinhas...

Publicado por: Dupond Dupont às abril 20, 2006 05:46 AM

Caçador de Noite às abril 18, 2006 05:20 PM

eu sou a favor da diversidade, por muitas razões, não só porque aumenta a resiliência do sistema, mas porque aumenta as surpresas

Publicado por: py às abril 20, 2006 08:56 AM

resiliência (n.f) :
«capacidade de resistência ao choque de um material, definida e medida pela energia absorvida pela ruptura de uma amostra de secção unitária desse material».

Uff ...

Publicado por: asdrubal às abril 20, 2006 11:46 AM

(num ecossistema a resiliência é a capacidade de recuperação para o equilíbrio em sentido lato, em sentido estrito é a taxa de recuperação para o equilíbrio...:)

Publicado por: py às abril 20, 2006 04:33 PM

Grato.
Resiliando os deputados (ehehe):
http://www.petitiononline.com/zwyk/petition.html

Publicado por: asdrubal às abril 20, 2006 04:59 PM

«resilienciando» ... tchh

Publicado por: asdrubal às abril 20, 2006 05:10 PM


Para porcaria a sério, todavia, sugiro-vos o seguinte link... Inacreditável...

http://pt.indymedia.org/ler.php?numero=69430&cidade=1&forcarcomentarios=S

Publicado por: Acorda Semiramis às abril 20, 2006 06:16 PM

(aqui a culpa deve ser do Polo:
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=199001&idselect=10&idCanal=10&p=94)

Publicado por: py às abril 20, 2006 08:56 PM

Pessoal!
O Pacheco Pereira fala de nós no jornal

Publicado por: compulsivo às abril 20, 2006 09:03 PM

hum?
http://photos1.blogger.com/blogger/3746/301/1600/PP%20Eccehomo.1.jpg

Publicado por: py às abril 20, 2006 10:02 PM

À atenção dos génios incompreendidos, justiceiros anónimos, «povo» e outros filhos da mãe:

O texto que o capitalista açambarcador da fama e da influência, o génio compreendido, o justiceiro conhecido e a «nata» dos comentários das caixas – mais conhecido por Pacheco Pereira – assina no Público revela algumas particularidades do autor.

1 - Antes de mais, que JPP é leitor atento destes comentários, por aqui passando mais do que uma vez. Sabe-se lá se deixou, mesmo, alguma pégada nesta caixa de comentários. Aposto que sim.

2 - JPP não consegue esconder a inveja que lhe causa o facto de o número de comentários deste post ter ultrapassado o milhar, coisa que nem em sonhos conseguiu vislumbrar no seu site. A obsessão de JPP com os contadores de hits é um traço do seu carácter narcisista e está a transformar-se gradualmente num distúrbio mental, como prova o artigo do Público e como já tinha evidenciado antes a sua patética tentativa de impor, qual Jeová dos bytes, um «decálogo» dos bloggers.

3 - O que incomoda verdadeiramente JPP é que o desclassificado bando de energúmenos que povoa a net se esteja borrifando para a auto-autoridade de JPP e trate sua alteza como um igual. Mais, o que o chateia supinamente é que a fauna dos comentadores anónimos apareça com opiniões muito mais fundamentadas e desconstrua os seus delírios intelectuais.

4 - É sintomático que JPP se tenha dado ao trabalho de escrever aquele tijolo que o Público deu à estampa. Cada centímetro de prosa corresponde a uma ruga na ampla testa de JPP, dando a medida do incómodo que lhe causam os comentários anónimos. O que não deixa de ser estranho, pois a voz do povo anónimo não costuma fazer-lhe cócegas na consciência.

5 - É significativo que JPP tenha escolhido um estilo rasteiro e insultuoso para se referir aos autores dos comentários, metendo-os todos no mesmo saco. Percebe-se que não tem argumentos racionais e que soltaria de bom grado um batalhão de polícias às canelas dos comentadores, caso pudesse identificá-los. Ele próprio, com este artigo, vestiu a pele do buldogue, mas infelizmente não lhe serve para mais do que para afagar o seu inchado ego.

Por isso, cambada de anónimos insolentes e desafiadores, toca a espalhar este comentário pela blogosfera, para chatear mais um bocado o Pacheco. Embora, como é mais do que óbvio, a compulsão do Pacheco acabe por fazê-lo voltar ao Semiramis e ler isto

Publicado por: proletário da fama e da influência às abril 21, 2006 01:55 AM

Vale a pena ser lido na íntegra

Sepultado vivo - O Programa MIT-Portugal visto de dentro

http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=330182

Publicado por: jackass às abril 21, 2006 11:32 AM

Mas, afinal de contas, quem é esse tal de Pacheco Pereira?

Publicado por: Senaquerib às abril 21, 2006 11:35 AM

Eu lamento, comprei ontem o Público mas nem li isso, passei ao lado ou por cima não sei bem... por baixo, não foi de certeza porque não me lembro de ter furado o jornal

Publicado por: py às abril 21, 2006 12:16 PM

...deixando de lado esses assuntos...

Eu acho que entendo esta posição e que é justa, embora lamente a guerra:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=224568

Estou a ver mal?

Publicado por: py às abril 21, 2006 01:17 PM

"Em resumo, as políticas de direita conduziram o país à falência técnica e ainda há retardados que não perceberam isso."
Publicado por: Luis Filipe às abril 17, 2006 08:05 PM

Eis uma pessoa que além de não entender o que lê confunde António Guterres com um politico de direita. Pois deixe-me que lhe diga que nem sequer Cavaco Silva é de direita. O texto é só para mostrar como um estado Marxista lixou o país.

Publicado por: A ver se os comunas da treta aprendem alguma coisa às abril 21, 2006 08:16 PM

atão e isto?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=224652

Publicado por: py às abril 21, 2006 09:00 PM

(... cheira-me que vem aí uma boa peixeirada, eu agora já não me preokupo, isto só se resolve com romanos e, depois, javalis. Agora sobre quem são os romanos é que temos ein little prroblem,..., e mais não digo porque senão ainda vêm todos cascar-me - sindroma do bardo...- aliás com intuitos inenarráveis, e eu quero dormir deskansado...)

Publicado por: py às abril 21, 2006 09:26 PM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254882&idCanal=15

Publicado por: py às abril 21, 2006 09:29 PM

O Hamas quer ganhar a guerra de 1967. Uma espécie (prometida) da guerra dos cem anos. Já lá vão 58. Faltam só mais 42.
Israel não ripostou ao atentado de Tel-Aviv.
Ou ripostou ?

Publicado por: asdrubal às abril 21, 2006 11:04 PM

Comprar jornais? Era o que faltava! Mas ainda há quem vá nisso?!
Eu só "compro" o Destak, o Metro e o Jornal da Região.
Chega e sobra...

Publicado por: Senaquerib às abril 21, 2006 11:07 PM

não compra mas devia comprar.

Publicado por: rv às abril 22, 2006 12:22 AM

A ver se os comunas da treta aprendem alguma coisa às abril 21, 2006 08:16 PM

Guterres e Cavaco não são de direita, Paulo Portas não é de direita, Santana Lopes não é de direita, Ribeiro e Castro não é de direita, Marques Mendes não é de direita, Durão Barroso não é de direita. Ninguém é de direita. Neste país não há ninguém de direita, nem sequer o autor da inteligente observação citada.
Nos últimos trinta anos não houve nenhum governo de direita. A política económica dos últimos trinta anos não tem sido de direita.
Estado marxista??!! Adonde???
Está visto que o caramelo enganou-se no blogue e pensa que isto é habitado por espectadores da TVI.
Há crânios que deviam ser utilizados como caixa de ressonância e estão a ser desperdiçados...

Publicado por: Marchista do estrado às abril 22, 2006 03:46 AM

Realmente as balelas Marxistas-Comunistas-Socialistas andam a lavar a mente dos Portugueses desde o 25 de Abril mas o estado centralizado e desplicente que criaram em Portugal tem os dias contados. É o fim do reinado dos malandros. O vosso projecto para criar uma élite que explora o povo está a ser descoberto as pessoas querem a mudança.

Publicado por: neo-con às abril 22, 2006 02:08 PM

Publicado por: Senaquerib às abril 21, 2006 11:07 PM

Publicado por: rv às abril 22, 2006 12:22 AM

Cada um compra aquilo de que precisa.

Aqui o neo-con (deve ser pseudónimo; parece mais um velho con) compra, certamente, o Cavaleiro da Imaculada

Publicado por: Prospector de mercado às abril 22, 2006 05:45 PM

(...bem, eu divorciei-me partidariamente para ficar de novo um adolescente incauto, e então a tal de geometria variável anda-me a dar cabo de conceitos antigos... dispensa-se temas inenarráveis ... mas lá para o Médio Oriente acho que os palestinianos têm razão em relação às fronteiras originais, por outro lado já viram a sorte deste?

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=199217&idselect=181&idCanal=181&p=0

Publicado por: py às abril 22, 2006 05:59 PM

então e ninguém achou piada à citação que eu pus do G. Chaitin do SciAm que o Godel só levantou a ponta do véu e que porventura existirão infinitos teoremas matemáticos verdadeiros que não podem ser provados a partir de um conjunto finito de axiomas?

Como é o caso do número Ómega, caro (M) não quererá inf. sobre o tema? Hoje vou reler o artigo e amanhã já posso contar.

Eu acho lindo! Os matemáticos ortodoxos devem estar com uma dor de cabeça que não vos digo nada...

Muito triste a história da Matemática em Portugal no último século: uns parvos duns neodarwinistas de vistas estreitas, desde o salazarismo para cá, concluíram que a matemática era o instrumento ideal para seleccionar os "mais aptos". Vai daí em vez de tornar aquilo uma coisa apetitosa, embora trabalhosa, fizeram um pesadelo que traumatizou os tugas...

Parvo em latim quer dizer pequeno. Eu que fui muitos anos prof. de maths, por várias razões (paixão pela ecologia matemática à partida), afirmo que toda a gente pode perceber matemática, é só treinar, como a ginástica ou a música.

Publicado por: py às abril 22, 2006 06:16 PM

(à falta de kpk's remata-se com um não-primo, um número é primo quando só é divisível por ele próprio (e pela unidade, o que é trivial), ora 1353 é divisível por 3...

está aberta a caça aos primos...)

Publicado por: py às abril 22, 2006 06:58 PM

...zangam-se as comadres...

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254949&idCanal=21

Publicado por: py às abril 22, 2006 07:03 PM

(este também não é primo porque é divisível por 5)

Concordo com o PM:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254956&idCanal=24

Estes Verdes são mesmo conservadores, para não dizer reaccionários, ser verde hoje é ser a favor do nuklear, bem pesado e bem medido, claro, em minha opinião.

Publicado por: py às abril 22, 2006 08:52 PM

Caro Py
Está aqui o alfa do ómega:

http://www.cs.swan.ac.uk/~csdavec/NoGrownups/slides/Chaitin.pdf

ou seja, há ali portas para todos os caminhos necessários

Publicado por: (Ω) às abril 22, 2006 10:39 PM

E aqui está um passo em frente:

http://www.helsinki.fi/collegium/eng/Raatikainen/AITsynthese.pdf

Publicado por: (Ω) às abril 22, 2006 10:49 PM

Este é para todos os públicos (incluindo criancinhas):

http://www.cs.virginia.edu/~robins/The_Limits_of_Reason_Chaitin_2006.pdf

Publicado por: (Ω) às abril 22, 2006 11:01 PM

A questão central explicada aos anuméricos (espécie de analfabetos da matemática)

http://plus.maths.org/issue37/reviews/book3/

Publicado por: (Ω) às abril 22, 2006 11:33 PM

Caro (Ómega), não há como chamar o número certo para se abrirem as portas do Universo...

Compreender-me-á também que já estou hoje meio ko, em parte pela luta contra a tentação de comprar um Ti Piedade, assunto que foi derrogado para amanhã, que é dia do Senhor, que espero assim Se conforme com estas malfadadas lidas do Meio...

Amanhã omegamos, não?

Publicado por: py às abril 22, 2006 11:34 PM

mas caro (Ómega) deixe desde já antecipar o que me delicia nesta história, é que matemática vem de mathesis=demonstração, portanto só é matemática o que é demonstrável; ora fica muito estonteante saber que podem existir infinitos teoremas matemáticos que não são demonstráveis a partir de um conjunto finito de axiomas, nesse caso a matemática abriu-se sem limite, parece, só faltaria concluir que esse conjunto é denso...

Estou cada vez mais platónico, no sentido de subscrever que existe uma ciência de todas as ciências: a Dialéctica.

Mas agora ando ali a ler um livro sobre Aljubarrota e vou enroscar-me com um queijinho de Nisa :)

Publicado por: py às abril 22, 2006 11:44 PM

As teorias de Godel e Chaitin são interessantes no domínio da matemática, mas tiveram reflexos ainda mais interessantes no estudo da física e na criação de novos e mais dinâmicos modelos da realidade.
Acrescentar este link (e os que estão lá dentro) aos anteriores é o mesmo que dar um baú cheio de chocolates a quem já está empanturrado de pastéis de nata, mas de qualquer modo aqui fica, para uma noite de insónia:

http://www.scieng.flinders.edu.au/cpes/people/cahill_r/processphysics.html

Publicado por: (Ω) às abril 23, 2006 12:01 AM

py às abril 22, 2006 11:44 PM

Essa «ciência das ciências» existe: é o materialismo dialéctico.
Hoje há quem fale na física dos processos como se fosse uma novidade absoluta, mas esse é, precisamente, um dos conceitos que encontramos no materialismo dialéctico, em contraposição à física mecanicista.

Publicado por: (Ω) às abril 23, 2006 12:29 AM

...ora bem...

ora que é a dialéctica estou de acordo, já se é o meterialismo dialéctico, não sei, não sei se isso dá conta de tudo.

Por exemplo aquela idéia do Maldacena de que a existência de espectros sem massa na superfície da esfera tem a mesma legitimidade racional que a existência do corpo 3-D dentro da esfera, com massa e peso, será tratável nos termos do m. d.?

Ontem acabei por folhear uma entrevista com Lisa Rendall uma bem gira física norte-americana; ela trbalha em muita coisa, incluindo supersimetria e branes, com espaços com mais dimensões do que o 4-D. Pelo que vi a Teoria das Cordas precisa de 10-D e a M-theory de 11.

Entretanto passando ao real ;)

finalmente, caramba! http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254992&idCanal=63

Esta coisa das leis não pode ter efeitos retroactivos, né?

Deve ter havido por aí coisas indescritíveis que bem mereciam a aplicação do direito de regresso.

Publicado por: py às abril 23, 2006 09:31 AM

materialismo

tudo é matéria
Demócrito

caro (Ómega), além de não saber fazer letras gregas neste teclado, espero que tenha lido A Criação do Gore Vidal, mesmo bom.

Publicado por: py às abril 23, 2006 09:34 AM

"a formal system written in n bits cannot prove the randomness of a number greater than n bits in length"

Isto está lá demonstrado, como tinha que ser, ou não fora mathesis.

nota: bits= contracção de binary digits

(entretanto o meu primo Pi sente-se um bocado injuriado, porque apesar de ser um número transcendente tem um pequeno tamanho computacional - eu estive a dizer-lhe que não se preocupe, é um argumento a favor da elegância, mas ele não parece muito convencido)

Publicado por: py às abril 23, 2006 10:23 AM

não se deve trocar o nome às pessoas: Lisa Randall

Publicado por: py às abril 23, 2006 11:19 AM

ainda tem mais:

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=199289&idselect=11&idCanal=11&p=94

Publicado por: py às abril 23, 2006 11:23 AM

Não li A Criação, mas vou seguir a sua recomendação. Creio que só li dois livros do Gore Vidal: Juliano e The Best Man (este depois de ter visto o filme)

Entretanto, para o caso de não ter lido este texto, sugiro a leitura da análise de Vidal sobre o 11 de Setembro (aconselhável, também, ao silencioso Capitão da Areia)

http://www.ratical.org/ratville/CAH/EnemyWithin.html

Se há alguém a quem os do costume não podem chamar antiamericano é ao Gore Vidal...

Publicado por: (Ω) às abril 23, 2006 05:09 PM

(o capitão d'areia foi até Natal com uma namoriskada e só volta hoje, amanhã já deve andar por aqui; A Criação é dos melhores livros da minha vida, ora o Juliano não li eu, acho que vou nessa, o Washington DC também é bom. Agora vou ao Pingo Doce...)

Publicado por: py às abril 23, 2006 05:25 PM

(hoje comi cabidela de galinha, dedicada ao Rumsfeld (?), noutro dia li que ele era dos maiores accionistas da empresa que produz o Tamiflu (?), a bácina, carago, eles são gamados nos milhões e acham-se o máximo nos biliões - ainda por cima há um diferendo entre o obilhão americano e o europeu -, deviam ser obrigados a perceber o Ómega, género laranja mecânica, biba o Kubrick)

Publicado por: py às abril 23, 2006 07:07 PM

olha pá, e eu não excluo uma intervenção cirúrgica em ti, Freitas do Mal:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=224824

Publicado por: py às abril 24, 2006 11:06 AM

direito de regresso?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255063&idCanal=80

Publicado por: py às abril 24, 2006 11:26 AM

não há como os tugas para neologismos:

destitruir :))

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=224854

Publicado por: py às abril 24, 2006 01:24 PM

...então vamos lá a ver se eu estou a ver bem o Problema de Chaitin...

Nas suas próprias palavras: "an infinite number of true mathematical problems exist that cannot be proved from any finite system of axioms"

Ora bem "teoremas matemáticos verdadeiros" é um pleonasmo só compreensível por um efeito de redundância enfática, para salientar o sentido, pois que "teorema matemático" é uma entidade que comporta uma hipótese, uma tese e uma demonstração ... não há teoremas por demonstrar, chamam-se conjecturas em matemática.

Por outro lado como nunca mais se acaba de escrever um conjunto infinito de axiomas nem sequer dá tempo de começar a demonstração

Logo ficam por demonstrar. Logo não são teoremas matemáticos.

E portanto são, e não são, teoremas matemáticos.

Ergo: contradictione

Ou seja, estamos caídos no Paradoxo de Chaitin, a não ser que se descubra um meta-axioma, capaz de comportar a geração de infinitos axiomas, em compreensão.

não?

Publicado por: py às abril 24, 2006 02:34 PM

«A dívida directa do Estado Português aumentou em Março deste ano, atingindo um total de 103.134 milhões de euros».
(PD, 24-04-06)

Divide-se isto por dez milhões e dá uma cascarrilha a cada qual, ehehe
Como dizia Rodrigues Sampaio (citando "minha rica casinha"):
-

"Quase me chego a assustar de que acabe o défice entre nós, com medo de que, acabando ele, acabe o sistema parlamentar"


Publicado por: asdrubal às abril 24, 2006 03:14 PM

esse "." é "mil" ou "vírgula"?

entretanto calo-me com a guerra porque este fanático diz isto:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255083&idCanal=18

Publicado por: py às abril 24, 2006 04:52 PM

Cento e três mil milhões ...

Faz sentido (?) :
«Seja como for, de uma forma ou outra, o regime iraniano tem de ser eliminado, para eles não desencadearem o holocausto que dizem não ter acontecido».
(L.Delgado, DN 24-04-06)

Publicado por: asdrubal às abril 24, 2006 05:10 PM

Para o 32º aniversário ; melhor do que um «xanax» :
http://www.vizinho.blogspot.com/

Publicado por: asdrubal às abril 24, 2006 05:16 PM

1380 :)

Publicado por: candida às abril 24, 2006 05:41 PM

E está provado que foram os anuméricos que inventaram os números.
E se calhar inventaram muitas coisas mais...
Grandes materialistas, esses anuméricos!...
E dialéticos...

Publicado por: Senaquerib às abril 24, 2006 07:15 PM

Aliás, dialécticos...

Publicado por: Senaquerib às abril 24, 2006 07:22 PM

oh asdrubal, eu lá de òmegas e outros ainda percebo umas coisas, agora com as contas públicas baratinam-me. Quanto é que será a dívida indirecta do Estado? E esta coisa, correu bem como parece ou anda aí engenharia financeira e lá mais para a frente sai ao contrário:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255109

Publicado por: py às abril 24, 2006 07:53 PM

(eu este pessoal de Timor já sei como é, quando a missão da ONU está achegar ao fim fazem lá um basqueirozeco e lá continua mais um ano, é que senão a BTC ressentia-se muito :)

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=224901

Publicado por: py às abril 24, 2006 07:57 PM

pós-petróleo???

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=274921

Publicado por: py às abril 24, 2006 08:05 PM

Esta «prosa» do Diário Económico :

- «Este excedente foi conseguido, segundo disse uma fonte oficial do Banco de Portugal, graças a uma "melhoria das contas públicas", tendo sido possível amortizar mais dívida do que contrair mais crédito. Em termos metodológicos, não houve quaisquer alterações, acrescentou a mesma fonte.

A contribuir também para a melhoria do saldo das Administrações Públicas esteve a administração regional e local, que passou de um défice de 71 milhões de euros, até Fevereiro de 2005, para um défice de 48 milhões de euros, nos dois primeiros meses de 2006.

No entanto, só as contas públicas das autarquias melhoraram, já que ao nível da administração regional se assistiu a uma deterioração, segundo os dados do Banco de Portugal.

A limitar as necessidades de financiamento da Administração Pública e a ajudar ao seu saldo positivo esteve o saldo positivo dos fundos da segurança social (70 milhões de euros).

No entanto, os dados mostram que este excedente baixou 79%».

Claro como água do Luso.

Publicado por: asdrubal às abril 24, 2006 08:33 PM

Py :

Vous ne connaissez pas le reacteur Pantone !!!!!

C'est tout simplement une invention fabuleuse pour ceux qui :

-veulent participez a la deppollution de la planete
-sont bricoleurs en mecanique
-veulent reduire leur budjet carburant et consommation
-et surtout pour ceux qui en ont marre d'etre une vache a lait pour l'état

Vous ne me croyez pas ...
allez faire un tour sur ce site :

http://quanthomme.free.fr/carburant/pantonegeet.htm

Surtout apres avoir lu toutes ces pages parlez en a tout votre entourage

TOUT LE MONDE DOIT SAVOIR QUE CA EXISTE ET QUE L'ONT NOUS MENT

merci d'avoir pris le temps de lire ce sujet

Publicado por: asdrubal às abril 24, 2006 09:50 PM

«O triunfo dos porcos» :

- "São antigos combatentes da Guerra Colonial. Regressaram dos campos de batalha em África mutilados no corpo e na alma. Vivem em situação degradante no Lar Militar da Cruz Vermelha".

(CM, 25-04-2006)

Publicado por: asdrubal às abril 25, 2006 01:49 AM

asdrubal às abril 24, 2006 09:50 PM

Grato. É sempre bom saber dos avanços tecnológicos.

Publicado por: py às abril 25, 2006 09:35 AM

é engraçado :)

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=224924

Publicado por: py às abril 25, 2006 09:37 AM

Undercover Pinguïn comemora o dia da liberdade com um texto sobre a mesma.

http://articnest.blogspot.com/

Publicado por: Fã anónonimo e imparcial do Undercover Pinguïn (the best) às abril 25, 2006 11:52 AM

Oioi...back on track...

Não podia deixar passar em branco este dia " especial" sem vir cá dar uma lascadela...

Se tivessemos passado a uma democracia como fizeram em Espanha ... simplesmente convocando eleições com participação livre de partidos politicos .. é que tinhamos sido espertos ....

Pelo contrário fizemos uma revolução bolchevique em que todo o tecido social e económico foi rasgado , estropiado , despedaçado...
A juntar a esta estupidez lançamos as sementes de milhares e milhares de mortos e mutilados por uma descolonização totalmente viciada .
Que bela página da nossa História ...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 25, 2006 11:31 PM

Um artigo interessante e sobretudo muito bem escrito :

«(...) e agora vive um momento de difícil síntese no quadro mais vasto da União Europeia(...)».

Pois é, pois é, a síntese ! Já lhe chamaram muitos nomes.

http://dn.sapo.pt/2006/04/25/opiniao/uma_data_e_era.html

Publicado por: asdrubal às abril 26, 2006 12:07 AM

Já tenho visto muitos cabotinos mas maior que este

--- abril 25, 2006 11:52 AM


é difícil. Um sujeito que se elogia a si mesmo e anda a mendigar na internet visitantes para o seu blogue. É patético.

Publicado por: LCB às abril 26, 2006 02:04 AM

"Cavaco fez um discurso contra-corrente - contra a própria corrente em que nos habituámos a situá-lo, contra a corrente onde identificamos muitos dos seus apoiantes e, finalmente, contra a corrente da agenda política e mediática"
Vicente Jorge Silva, "Diário de Notícias", 26-04-2006

Pois eu até fiquei surpreendido, isto anda tudo muito surpreendente, cheio de ómegas...

capitão acho bem que chames a atenção dos aspecxtos negativos mas não esqueças os positivos. Com a Revolução dos Cravos mais uma vez Portugal foi inovador, saindo de uma ditadura de quase 50 anos com uma guerra colonial à mistura.

Na senda dos Descobrimentos fomos o último Império Colonial, aspecto que devia ter sido antecipado p+elo menos 20 anos antes: continuávamos a ter sido o último Império e saíamos a bem, dando mostras de reconhecimento da autonomia e soberania dos povos coloniais.

Quando chegou o 25 já estava tudo muito apodrecido por causa do botas e do óculos.

Mesmo assim foi muito bonito, apesar dos efeitos perversos.

Biba o Salgueiro Maia, carago!

Publicado por: py às abril 26, 2006 01:38 PM

e quais serão os custos do petróleo, etc, no défice externo?

Além do CO2 produzido?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255258&idCanal=96

Publicado por: py às abril 26, 2006 03:08 PM

«A convicção de que o poder sufragado pelo voto universal legitima o seu uso irrestrito, porque está democraticamente fundamentado e será responsabilizado politicamente no fim do mandato, é o mais grave atentado dos nossos dias à liberdade».

(Portugal Contemporâneo)

Também acho.

Publicado por: asdrubal às abril 26, 2006 03:13 PM

Voltando agora às coisas muito mesquinhas pelo «uso irrestrito» do voto :


«Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:

Almeida Santos......................... 4.400, euros;
Medeiros Ferreira....................... 2.800, euros;
Manuela Aguiar......................... 2.800, euros;
Pedro Roseta............................ 2.800, euros;
Helena Roseta........................... 2.800, euros;
Narana Coissoró . .................... 2.800, euros;
Álvaro Barreto........................... 3.500, euros;
Vieira de Castro........................ 2.800, euros;
Leonor Beleza . ........................ 2.200, euros;
Isabel Castro........................... 2.200, euros;
José Leitão.............................. 2.400, euros;
Artur Penedos............................ 1.800, euros;
Bagão Félix............................. 1.800, euros.
Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos os seguintes:

Luís Filipe Pereira ... 26.890, euros/9 anos de serviço;
Sónia Fortuzinhos ... 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço.
Maria Santos ... 62.000, euros /9 anos de serviço ;
Paulo Pedroso ........ 48.000, euros / 7 anos e meio de serviço ;
David Justino ............ 38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;
Ana Benavente . 62.000 , euros / 9 anos de serviço;
Mª Carmo Romão . 62.000, euros / 9 anos de serviço;
Luís Nobre Guedes ... 62.000 , euros / 9 anos e meio de serviço.
A maioria dos outros deputados que não regressaram e estiveram lá somente na última legislatura, isto é, 3 anos, o suficiente para terem recebido cerca de 20.000, euros cada».

É claro que sem «qualidade de vida» não há bons deputados.

Publicado por: asdrubal às abril 26, 2006 03:26 PM

E o nuclear enfim :

http://www.ucsusa.org/global_security/nuclear_weapons/nuclear-bunker-buster-rnep-animation.html

Publicado por: asdrubal às abril 26, 2006 05:42 PM

o que é isso dos "reintegrados"? Receberam esse dinheiro para voltar?

Publicado por: py às abril 26, 2006 07:45 PM

eh pessoal, para quem gostar, baixaria da pesada :))

Eu só costumava saber destas coisas no barbeiro ou no dentista, mas agora está on-line...

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=199589&p=22&idselect=133&idCanal=133

Publicado por: py às abril 26, 2006 07:58 PM

«Da pesada» e com humor, é aqui :
http://braganza-mothers.blogspot.com/

Publicado por: asdrubal às abril 26, 2006 09:39 PM

esse eu conheço :)

Publicado por: py às abril 26, 2006 11:03 PM

...então e uma pequena deriva linguística?

Os nossos irmãos brasucas são muito engraçados a brincar com o português. Por exemplo, enquanto nós escrevemos aristocraticamente "húmido" eles passam na maior para úmido porque aquele h é bichinha e não está lá a fazer nada.

Já pelo contrário enquanto nós dizemos hirtos Baía, eles dizem Bahia porque aquele h dá mesmo jeito para meter um suspiro de amor ou de saudade, quase imperceptível.

Espertos!

Já quanto a alocar recursos ou afectar recursos, ainda prefiro o último, à tuga.

E ainda há outras coisas mas agora não me lembro.

Publicado por: py às abril 27, 2006 12:15 AM

Oi galera ...

Quando for aí 12.30 ... vou estar a dar o nó..
E o mais engraçado... é que vou feliz...
Como diz Spinoza ... é o mais importante ...

Viva a ... Bahia ... terra da felicidade...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 27, 2006 04:26 AM

Oi galera ...

Quando for aí 12.30 ... vou estar a dar o nó..
E o mais engraçado... é que vou feliz...
Como diz Spinoza ... é o mais importante ...

Viva a ... Bahia ... terra da felicidade...

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 27, 2006 04:34 AM

...pois, isto enquanto alguns casam várias vezes, outros nunca casam por causa dos equilíbrios. São os Outros, que aparecem de vez em quando nos hóteis, secretos, para ajudar à felicidade...

Entretanto estes andam assim:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255331&idCanal=17

Publicado por: py às abril 27, 2006 08:34 AM


isto vai ajudar, não? De facto só vendo como vão andar os fogos neste ano e nos próximos... a inércia dos interesses ligados à indústria do fogo e à mafia florestal deve ser bem grande, mas como eles encheram a barriga nos últimos 3 anos bem podem emagrecer...

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255346&idCanal=90

Publicado por: py às abril 27, 2006 09:21 AM

Isto aqui (From "os filhos da nação"):

http://www.youtube.com/watch?v=vw29K3LQ5Ps&search=portugal

Publicado por: asdrubal às abril 27, 2006 11:54 AM

como irá andar este folhetim?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255431

Publicado por: py às abril 27, 2006 10:12 PM

(ehehe, o Senaquerib é que tinha razão com aquela do c. i. estou a ver a Condoleeza a 4...?)

Publicado por: py às abril 28, 2006 12:13 PM

(este parecia primo mas não é, é divisível por 3: agora vou para a praia)

Publicado por: py às abril 28, 2006 12:47 PM

(agora este é uma kpk a menos de uma rotação - inovação tecnológica: parakpk... basar... )

Publicado por: py às abril 28, 2006 12:49 PM

Hoje é o dia da apresentação do relatório no concelho de segurança nas NU...
Vamos ver o que vai dar...

Agora ... os indicios aumentam a cada dia ..
Cá vai mais um...
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/04/28/AR2006042800708.html
"Those who want to prevent Iranians from obtaining their right, should know that we do not give a damn about such resolutions," President Mahmoud Ahmadinejad told a rally in northwest Iran, the official IRNA news agency reported.
...

É pera doce ???

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 28, 2006 03:27 PM

...tens de perguntar à Condoleeza, eu acho que até já ouvi os guinchinhos...

Entretanto penso que é saudável que aconteçam coisas destas, não? Só nas democracias é que estas coisas vêm à baila.

Publicado por: py às abril 28, 2006 04:51 PM

...olha faltou o link:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=225473

Publicado por: py às abril 28, 2006 04:52 PM

os chineses veêm sempre bem estas coisas:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255549&idCanal=15

Publicado por: py às abril 28, 2006 07:07 PM

Se tens razão pá, não desanimes que eu também não:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255545&idCanal=78

Publicado por: py às abril 28, 2006 07:11 PM

vêem?

Publicado por: py às abril 28, 2006 07:12 PM

(uma saída airosa: quem vê sempre bem estas coisas são os chineses :)

Publicado por: py às abril 28, 2006 07:33 PM

há que séculos que não comia raia frita, bem bom.

Entretanto o prazo acabou:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24760260

mas eu vou dormir que nadei muito

Publicado por: py às abril 28, 2006 08:22 PM

pronto, desculpem lá ..

Não é para "roubar visitas", mas é para dizer que o Google faz censura .

Sim, ao nosso blog , dos Super Pais .

> Blog "censurado" pelo Google

Obrigado, e prestem um bocado de atenção, s f f



Publicado por: Google censura blog às abril 29, 2006 01:02 AM

pronto, desculpem lá ..

Não é para "roubar visitas", mas é para dizer que o Google faz censura .

Sim, ao nosso blog , dos Super Pais .

> Blog "censurado" pelo Google

Obrigado,
e prestem um bocado de atenção, s f f


Publicado por: Google censura blog às abril 29, 2006 01:03 AM

Oioi...

Por falar em Google..

Nem todas as guerras dos USA são más...

Ora vejam esta ...até dei lá um tirito...

http://blogs.pcworld.com/mt-comments.cgi?entry_id=1957

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 29, 2006 02:46 AM

Bem...rsss..

É pena a dona do blog não andar por cá .. se não ia ficar bem furiosa por lhe roubar audiência...

É que esta cena ( ou melhor estas cenas ).. são de partir a moca ..

Fantástico exemplo de como a união de um americano com uma russa .. faz a força..da velocidade ...
http://www.costumechange.com/#intro

Publicado por: Capitão d'Areia às abril 29, 2006 03:17 AM

... muito gostava eu de saber se estes gajos pagam os impostos devidos...

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255582&idCanal=70

é que o director-geral de impostos, se bem me lembro, veio de lá, pelas mãos da FLeite, e ainda lá está, não sei bem porquê....

Publicado por: py às abril 29, 2006 09:30 AM

asdrubal às abril 25, 2006 01:49 AM

Conheço o Lar Militar da Cruz Vermelha. Já não há lá quase nenhum antigo militar da Guerra do Ultramar, e as condições de vida embora possam ser deprimentes não são certamente degradantes.

Publicado por: Albatroz às abril 29, 2006 11:42 AM

eh pá, passaram-se, mas também já há muito que o Governo estava avisado, até por mim, que deviam mexer no fundo do petróleo para criar empregos...

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255604&idCanal=20

Publicado por: py às abril 29, 2006 12:59 PM

... eu bem me parecia que isto da natura e contra-natura tem muito que se lhe diga:

hienas: "As fêmeas têm um clitóris muito saliente, que pode ser confundido com um pénis, uma vez que tem entre 15 a 17 cm na idade adulta. Mas este clitóris gigante tem também o final do canal vaginal, e é por ali que as crias têm de sair, no parto.... «Dar à luz através de um 'pénis' não é uma questão comum», diz K. Holekamp, da Universidade do Michigan. Para os machos também não é nada fácil encontrar o ângulo certo para acasalar." Público, 28Abr2006, pag. 29

Publicado por: py às abril 29, 2006 01:42 PM

Albatroz às abril 29, 2006 11:42 AM

Fiz fé na notícia do "Correio da Manhã".
Se são muitos ou poucos, também não sei, mas entre deprimente e degradante, não vejo exactamente qual seja a diferença. São pessoas que deram tudo.
Entretanto, caro Albatroz, se por acaso não leu, leia que vale a pena:

http://dn.sapo.pt/2006/04/27/opiniao/a_heranca_duas_constituicoes.html

Publicado por: asdrubal às abril 29, 2006 04:22 PM

PS :
O artigo do "Correio da Manhã" acerca do Lar Militar da Cruz Vermelha está aqui :

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=199174&p=22&idselect=19&idCanal=19

Publicado por: asdrubal às abril 29, 2006 04:39 PM

eu bem me parecia que isto não é fiável, ou então é mais difícil que o Ómega:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=1&id_news=66382

Publicado por: py às abril 29, 2006 05:05 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=225604

Publicado por: py às abril 29, 2006 09:57 PM

Da BBC :
-http://news.bbc.co.uk/2/shared/spl/hi/picture_gallery/05/sci_nat_how_the_world_is_changing/html/1.stm

Publicado por: asdrubal às abril 29, 2006 10:35 PM

isto do Carbono é engraçado - ainda está em formação. O mercado de licenças crashou nestes dias por excesso de oferta de licenças, e este vem agora com isto:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5Fdigital/news.asp?section_id=6&id_news=66390

Publicado por: py às abril 30, 2006 02:36 PM

http://www.elmundo.es/especiales/2006/04/ciencia/energia_nuclear/index.html

Publicado por: A quien pueda interesar às abril 30, 2006 03:27 PM

Publicado por: py às abril 29, 2006 01:42 PM

Andas mesmo com o cio. Deve ser da Prima Vera. Vai a

http://www.elephantgalleries.com/wei/hodough/2bigtobetrue/amber/index-el-ladies.html

e convence a morena a dar-te o lugar.

Publicado por: I have a 16 "" às abril 30, 2006 03:58 PM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255651&idCanal=96

Publicado por: Alguém tem licenças para vender? às abril 30, 2006 05:35 PM

I have a 16 "" às abril 30, 2006 03:58 PM

O que tu escreves é o que desejas para ti, claro, já se sabe isso desde Freud.

Vai fazer fungos, pá.

Publicado por: py às abril 30, 2006 06:57 PM

tão mansinha que ela está:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=225658

Publicado por: py às abril 30, 2006 07:32 PM

http://observer.guardian.co.uk/review/story/0,,1764417,00.html

Publicado por: py às abril 30, 2006 08:30 PM

este parecia mas também não é primo,

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=200151&idselect=10&idCanal=10&p=200

Publicado por: py às maio 1, 2006 07:42 AM

asdrubal às abril 29, 2006 04:22 PM

O livro de Manuel de Lucena é ainda mais interessante do que isso. Escrito antes do 25 de Abril, embora só publicado posteriormente, pode ler-se no livro de Manuel Lucena uma visão relativamente favorável do sistema corporativo, embora condicionada a uma transformação de corporativismo de estado para corporativismo de associação. Só a intolerância gerada no 25 de Abril a tudo o que antes existia fez com que se perdesse uma visão crítica mas isenta do sistema corporativo. Para quem se interessa pelo tema aconselho ainda a leitura de um trabalho de Adérito Sedas Nunes (cujo título agora me esquece) sobre o corporativismo. Numa altura em que se achava que o corporativismo estava para ficar, as pessoas, mesmo as que não simpatizavam com o Estado Novo, viam a possibilidade de fazer evoluir o corporativismo para formas eficazes e legítimas de governo, e reconheciam até as suas virtudes. Após o golpe de estado do 25 de Abril preferiu-se, no entanto, regressar às fórmulas demo-liberais que tão desastrosas tinham sido na I República e que agora manifestam de novo a incapacidade para defender o bem comum.

Publicado por: Albatroz às maio 1, 2006 12:04 PM

Albatroz às maio 1, 2006 12:04 PM,

Manuel de Lucena é Professor no ISCTE, salvo erro. Viveu em Angola e, se não me engano, já foi monárquico nos bons velhos tempos da Juventude. Agora assim :
O «corporativismo de associação livre», designa-se por sector cooperativo, não é verdade ? E é de livre expressão em Portugal pelo menos desde o 25 de Abril.
Tem alguma relevância económica em termos nacionais ? Nem por sombras.
Eu tenho a sensação de que os Portugueses têm uma idiossincrasia incompatível com algumas formas de organização da economia e que, bem vistas as coisas, a «ditadura social-democrata» plasmada na Constituição da III República, o «Estado Social», ainda é o que de mais próximo existe do bem-comum embora, tragicamente, não o tenham sabido gerir.
Enfim, já se discutiu tudo isto e não vale a pena voltar à cepa torta. Agora é o tempo dos Vampiros.

Publicado por: asdrubal às maio 1, 2006 02:42 PM

... parece desenhar-se uma estratégia US de intervenção na Pérsia :

«O ministério iraquiano da Defesa acusou domingo o Irão de ter «nas últimas 24 horas» bombardeado posições do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no Iraque e de se ter infiltrado no território iraquiano, cinco quilómetros, na província de Erbil».

(DD, 1-05-2006)

Publicado por: asdrubal às maio 1, 2006 03:01 PM

primo :-)

http://www.publico.clix.pt/calvin_and_hobbes/index-nojs.asp?dia=3&mes=5&ano=2001&seguinte.x=25&seguinte.y=15

Publicado por: py às maio 1, 2006 06:03 PM

http://www.nazarefm.com/detalhe_noticia.asp?NoticiaID=7961

Publicado por: cenas às maio 1, 2006 11:41 PM

Enquanto o Bush está distraído com o Irão, o mundo está a mudar sem que ele perceba...

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255761&idCanal=17

Publicado por: Ainda a procissão vai no adro às maio 2, 2006 12:56 AM

e por cá a pegada ecológica regula-se assim:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255771&idCanal=90

Publicado por: py às maio 2, 2006 01:16 AM

http://www.awitness.org/journal/real_iraq_war.html

Publicado por: Para os que conhecem a guerra só de ouvido e querem outra no Irão às maio 2, 2006 02:40 AM

meu caro, contato que essas polegadas todas estão contra a guerra, o que é sem dúvida arma potente. Mas confesso-lhe que considero altamente improvável considerar parar a inércia da máquina que se move há anos nesse sentido, a que acrescem problemas substanciais de pegada ecológica, escritos desde sempre...

Publicado por: py às maio 2, 2006 08:13 AM

conseguir

Publicado por: py às maio 2, 2006 08:14 AM

constato

Publicado por: py às maio 2, 2006 08:14 AM

Hum

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=200215&idselect=11&idCanal=11&p=200

Publicado por: py às maio 2, 2006 09:21 AM

... sendo ainda que resolvi exercitar os meus dotes de busca na internet para lhe oferecer uma prenda redentora, em nome da paz. Aí tem:

http://www.cumfellas.com/worlds-biggest-cock/

Publicado por: py às maio 2, 2006 10:05 AM

Custa-me a crer que uma pessoa como o «Py», professor universitário e homem de cultura, queira "concluir-se" num site homopornográfico.
Possa.

http://br.geocities.com/poesiaeterna/portugal.htm

Publicado por: asdrubal às maio 2, 2006 03:44 PM

Oioi...e aí galera ? Tudo em cima ?

Bem ... como era de prever o Evo Morales ( sim o da Bolívia ) hoje é 1ª página nos Jornais Brasileiros ...Entrou com tropas nas instalações da Petrobras ... e decidiu que aquela porra toda era dele .. e no melhor estilo Gonçalvista de tristissima memória , nacionalizou o que foi construido com o dinheiro dos outros..

É esperto o Evo .. muito esperto e inteligente ... assim vai atrair muito investimento...
Viva Che..digo.. Evo...alias ... cof .. Fidel...aliás ..digo Hugo...aliás ... digo ..comandita de bandidos...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 2, 2006 08:01 PM

Para que conste:

1 - O Evo Morales decidiu que aquela porra era de todos os bolivianos e não dele.

2 - Ele não nacionalizou construção nenhuma, mas sim os recursos petrolíferos da Bolívia, os quais, até prova em contrário, pertencem ao povo boliviano e não à Repsol ou à Petrobrás.

3 - A Arábia Saudita também nacionalizou as jazidas de petróleo há uma porrada de tempo e ninguém chamou gonçalvistas aos sheiks. É claro que no caso da Arábia Saudita os benefícios não vão para o povo, mas para a elite dirigente que despeja petrodólares na Europa e nos EUA; daí a contemporização geral.

4 - O Capitão Gancho é menos esperto e inteligente que o Evo. Falamos de petróleo rapaiz, o que não vai faltar é quem queira investir no comércio do petróleo.

5 - Last, but not least, o Evo, que não é tão estúpido como aqui o pintam, macionalizou os recursos, não as companhias. A Repsol, que explorava (é o termo) 80% da produção de petróleo, já disse que quer negociar. Pois não, brincas...

Publicado por: Magala nas tropas territoriais às maio 2, 2006 10:01 PM

... e, finalmente, estão índios a governar as suas terras, eleitos democraticamente, com programas de nacionalizações...

Publicado por: py às maio 2, 2006 10:23 PM

também não é primo:

Louçã quer explicações sobre nova refinaria de Sines

« Em requerimento entregue hoje no Parlamento, o deputado e coordenador da Comissão Permanente do Bloco de Esquerda (BE) refere que a nova refinaria de Sines «representa emissões de CO2 estimadas em 2,5 milhões de toneladas, que poderão ir até aos seis milhões, caso a estas sejam adicionadas as emissões da central de cogeração».

...

O dirigente do BE questiona então se o Ministério da Economia tenciona «incluir as emissões no Plano Nacional de Alocução de Licenças de Emissão» e se, nesse caso, «haverá lugar a um aumento da despesa com essas emissões» quando a nova refinaria, que deverá estar concluída em 2009, entrar em funcionamento.»

DD

Alocução??????????????????

eu bem dizia que era melhor manter "afectação" que "alocação",..., agora deu nisto.

Publicado por: py às maio 2, 2006 10:42 PM

O povo Brasileiro investiu mais de 1,5 Biliões de dólares , na exploração de produtos petrolíferos na Bolívia...
O valor não inclui os gastos com a construção do gasoduto, de mais de 2 biliões de dólares...
O povo Brasileiro paga 1/3 da receita tributária da Bolívia...

Agora ... foi tudo nacionalizado...o magala ..diz que não é bem assim...usa como Vasco Gonçalves artifícios de linguagem...
Então diz-me Magala .. o povo Brasileiro investiu quanto ?
Para ti é uma brincadeira ?
É assim que se atraem investimentos estrangeiros ?

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 3, 2006 01:21 AM

O povo Brasileiro investiu mais de 1,5 Biliões de dólares , na exploração de produtos petrolíferos na Bolívia...
O valor não inclui os gastos com a construção do gasoduto, de mais de 2 biliões de dólares...
O povo Brasileiro paga 1/3 da receita tributária da Bolívia...

Agora ... foi tudo nacionalizado...o magala ..diz que não é bem assim...usa como Vasco Gonçalves artifícios de linguagem...
Então diz-me Magala .. o povo Brasileiro investiu quanto ?
Para ti é uma brincadeira ?
É assim que se atraem investimentos estrangeiros ?

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 3, 2006 02:43 AM

Bolivia Plans to Nationalize More Sectors
Daqui por uns anos qd os Bolivianos virem que tudo o que é do estado dá prejuizo pois não passam de cabides de emprego para os amigos e parentes dos governantes corruptos , vai ser tarde de mais ..

Agora ..são as terras .. as minas .. a floresta .. tudo para ser nacionalizado ...

Wednesday May 3, 2006 2:31 AM

AP Photo DG103

By ALVARO ZUAZO

Associated Press Writer

LA PAZ, Bolivia (AP) - Bolivia's leftist government said Tuesday it would extend control over mining, forestry and other sectors of the economy after President Evo Morales nationalized the country's huge natural gas industry. Foreign governments warned relations could be damaged.

Soldiers were posted at 56 gas installations around the country a day after Morales issued a decree that analysts say could drive petroleum companies from South America's poorest nation and isolate Bolivia from important allies like Brazil and Spain.

``We're not expelling any company, but they will not earn much - not like before,'' Morales told Venezuela's Telesur on Tuesday. ``We hope they'll remain partners and if they don't respect these laws, we'll make them respect them with political force.''

The move solidifies Morales' role alongside Venezuela's Hugo Chavez and Cuba's Fidel Castro in Latin America's new axis of socialist-inclined leaders united against ``capitalist, imperialist'' U.S. influence.

In Peru, Ollanta Humala, the nationalist presidential hopeful headed to a runoff election, has said he too would force foreign mining and gas companies to renegotiate contracts. But his vice presidential running-mate, Gonzalo Garcia, said Tuesday that Humala would take a less confrontational stance than Morales.

Morales said Monday that the gas decree ``was just the beginning, because tomorrow it will be the mines, the forest resources and the land.'' Morales' planning minister earlier this month spoke of plans for ``drastic reforms'' of mining laws.

On Tuesday, Vice President Alvaro Garcia Linera said mining companies could face higher taxes and royalty payments and that the government will intensify enforcement of existing laws to break up big underdeveloped land holdings, apparently to turn them over to the poor.

The government also will crack down on foreign timber companies violating conservation laws, Garcia said, and would steer companies to export finished wood products rather than raw timber.

While the gas nationalization decree was not unexpected, analysts said the images of soldiers toting automatic weapons outside refineries and gas fields were reminiscent of military dictatorships past.

``With this move, he risks alienating natural and otherwise sympathetic partners like Brazil and Spain,'' said Michael Shifter, a Latin American analyst at the Inter-American Dialogue think tank in Washington. ``Ordering the military to seize the natural gas fields is unnecessarily confrontational and antagonistic.''

In an apparent attempt to explain the move to his neighbors, Morales will meet Thursday in the Argentine city of Puerto Iguazu with Argentine President Nestor Kirchner, Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva and possibly Venezuela's Chavez.

Brazil is the biggest buyer of Bolivian gas and the owner of Petroleo Brasileiro SA, one of Bolivia's biggest gas producers.

Petrobras President Sergio Gabrielli said officials were seeking ``to secure our rights'' to Bolivian gas and the $1.6 billion that Petrobras has invested in Bolivia since the mid-1990s.

Spain's Foreign Ministry summoned Bolivia's business attache to express ``deep concern about the measure and the possible consequences for bilateral relations.''

The Spanish-Argentine Repsol YPF petroleum company is one of the largest foreign players in Bolivia and Argentina is the second-biggest market for Bolivian gas.

Besides Petrobras and Repsol, the biggest natural gas investors in Bolivia are Britain's BG Group PLC and BP PLC, France's Total SA and U.S.-based Exxon Mobil Corp.

Foreign companies extracting and exporting Bolivia's gas have invested about $3.5 billion over the last decade, much of that to supply Brazil. But new investments have been largely frozen since last year over concerns about Morales' nationalization plan.

In Santa Cruz, Bolivia's petroleum hub and the country's financial center, business leaders called for a one-day general strike Thursday to protest the nationalization plan.

The use of the military ``was an excessive measure and a media show that sends negative signals to the international community,'' said Gabriel Dabdoub, who heads the Santa Cruz Chamber of Commerce and Industry.

O uso de tropas .. é excessivo ? é mesmo ? nããããã ...
Força aí camarada Vasco..
Nós seremos a muralha d'aço..

Não vês o poder que te dou ?
Não podes dar-me o que é meu...

Que estranhas e familiares recordações...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 3, 2006 02:53 AM

Meu capitão

Não foi o povo brasileiro que investiu, foi a Petrobrás. Aliás, o povo brasileiro só investe na feijoada e no carnaval porque não tem massa para mais.
O meu capitão esqueceu-se também da outra parte das contas: quanto é que a Petrobrás sacou da Bolívia até agora?
O meu capitão também está a ver mal o filme. Aquilo não tem nada que ver com o Vasco. Não é o MFA (felizmente para os bolivianos). Aquilo, meu capitão, são os índios e um governo eleito democraticamente.
Os tempos estão a mudar, coronel. É uma chatice para alguns, é verdade, mas os índios da América do Sul estão a acordar. Foi a Venezuela, foi a Bolívia e a seguir é o Peru. Se não for já em Maio será nas próximas eleições.
Meu capitão de cabeça enterrada na areia, aqui no cantinho é que foi a palhaçada. Na América do Sul é a sério.
O Karl está aqui a dizer-me ao ouvido: as notícias da morte da luta de classes foram um bocado exageradas

Publicado por: Magala às maio 3, 2006 07:06 AM

... eu então, numa de pragmático, acho que o investimento estrangeiro vem é cá parar um bocado, ao cantinho, a seguir a trajectória da frota do W. B...., o dragão vai rejuvenescer, até anda aí a dar à cauda, parece, espero (bem!) que tenha cuidado com as florestas e que experimente voar sobre o mar (seguindo o que diz o nosso cavaquinho) que já é tempo de experimentar engatar uma sereia, por exemplo,..., senão mando-lhe um feitiço que o transformo em colibri, tá?...

Publicado por: py às maio 3, 2006 12:09 PM

... quanto aos índios é preciso não esquecer que eles têm uma tradição socialista, isso funciona bem em pequena escala, mas emgrande escala como no Império Inca é óbvio que gera elites que tendem a perpetuar-se no poder. Não sei como é que isso vai conviver com a democracia. Também não sei como é que tudo vai conviver com a tradição sacrificial dos índios, que em tempos de crise sacrificavam a geração reprodutora (aos deuses) e assim aliviavam a pegada ecológica...

... vamos a ver...

agora que eles têm direito a governar as suas terras é uma consequência que advém da democracia

... também é verdade que eles vieram dos lados da indonésia, noutros tempos,...

...e que deram cabo da Ilha da Páscoa como ecossistema, cortando as árvores para embarcações e lenha... ficaram as estátuas

Publicado por: py às maio 3, 2006 12:20 PM

(finalmente, caramba, haja mais transparência, ainda bem que há coragem política:
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255928&idCanal=64
)

Publicado por: py às maio 3, 2006 12:53 PM


bush a quatro

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=225977

Publicado por: py às maio 3, 2006 12:57 PM

... e só para rematar que depois vou basar...

foi com o capitão que eu realizei que somos dos maiores produtores mundiais de urânio, não sei como é que andam as reservas

...ora aposto que com a paranóia do nuklear temos anaddo a vender isso baratíssimo enquanto anadamos a compara petróleo à fartazana para o que é preciso e ainda para o quenão é...

uma paranóia deu para alimentar dois lobbys de interesses muito vastos, connosco todos a perder

É claro que Tchernobyl (?) esta aí para lembrar os horrores de uma desastre nuclear, mas os erros humanos que aconteceram no painel de controlo do reactor 4 mostra que aquilo tem que ser contextualizado, na desarticulação que então se vivia na ex-URSS.

Que houvesse trinta anos de quarentena para ver como as coisas andavam na Europa não acho imperdoável, ainda encaixa na prudência aristotélica...

Agora depois deste tempo todo sem problemas de maior em todas as centrais europeias etc, já acho que agora é não ter t. para tomarmos conta dos nossos próprios recursos, o que me deixa envergonhado

Publicado por: py às maio 3, 2006 01:30 PM

(as gralhas fikam assim :)

Publicado por: py às maio 3, 2006 01:32 PM

dragão nuklear...

(há buééé de sereias meu, e outras coisas, e depois ainda há o problema da geometria variável mas isso deixa pra lá até ver ;)

ainda por cima cheio de sorte porque estás bem longe da salsa do Médio Oriente

Os F-16 fazem um cagarim do caraças, mesmo!, ouvi noutro dia em Belém...Aquilo são bichos elegantes mas serve para quê?

Publicado por: py às maio 3, 2006 01:40 PM

pegada ecológica:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=66514

Publicado por: py às maio 3, 2006 05:47 PM

O Capitão cabeça d'Areia anda deslumbrado com a ideia de que os fabulosos "investimentos estrangeiros" é que irão, milagrosamente, fazer sair o país da cauda da Europa, numa manhã de nevoeiro...
Meteram-lhe aquilo na tola e pronto(s), passa quase todo o tempo a falar no assunto.
No resto de tempo vende a "Cais" nas carruagens do Metro...

Publicado por: Senaquerib às maio 3, 2006 07:55 PM

Os F-16 não têm qualquer utilidade para a defesa do espaço aéreo. Os únicos inimigos possíveis são os espanhóis e esses não precisam de nos invadir: já cá estão. E se nos invadissem seria por terra, claro. Chegavam a Lisboa antes de os F-16 terem tempo de aquecer os reactores.
Nem vejo que interesse teria a Espanha em invadir Portugal. Ficava com as dívidas às costas e com uma multidão de desempregados desqualificados.
Assim vai vendendo aqui no quintal os excedentes das exportações e os produtos de quinta categoria. E leva os lucros dos investimentos na banca, na electricidade e outros sectores lucrativos.
Os F-16 são, basicamente, aviões de intercepção e destinam-se a ser mobilizados pela NATO para utilização noutros teatros de operações.
Dito por outras palavras, nós pagamos o material e damos a mão-de-obra para fazer os biscates dos Estados Unidos.

Publicado por: Red Baron às maio 4, 2006 02:18 AM

E pronto..

RIO DE JANEIRO (AFX) - Petrobras said it is suspending its investments in Bolivia after the

nationalization of energy resources announced by Bolivian President Evo Morales.

Petrobras chairman Sergio Gabrielli also said the company would resist any effort by Bolivia to impose higher prices on gas exported to Brazil.

'We are suspending any possibility of new investment in Bolivia,' Gabrielli said 48 hours after Morales sent troops to occupy oil and gas fields as part of the nationalization.

The Petrobras executive said he expected Bolivia to honor its contracts on gas prices.

'We will resist and reject proposals for higher prices that are not stipulated in the contract,' he said, noting that the company was committed contractually to paying 3.80 usd per thousand cubic meters of gas from Bolivia.

The move means Petrobras will cancel a plan to increase its imports by 15 mln cubic meters per day from Bolivia.

'We are withdrawing this proposal, which means that as of 2008 we will have other sources,' Gabrielli said.

Brazil imports about 30 mln cubic meters of gas per day from Bolivia, representing about half needs of the largest economy in South America and 70 pct of the key industrial region of Sao Paulo.

But Petrobras said there was no threat of a cutoff of supplies.

'The Bolivian government indicated this itself; supplies will be maintained,' he said.

The nationalization is aimed at bringing more profits from the energy industry to the poorest nation in South America. But foreign companies in Bolivia expressed concern about whether their rights and contracts would be upheld.

Under the decree issued on May 1, foreign companies have up to 180 days to renegotiate their contracts with Bolivia. During the transition period, 82 pct of profits will go to the Bolivian state and 18 pct to the corporations.

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 4, 2006 02:55 AM

Ó nosso magala..
1º O karlinho diz-te ao ouvido que populistas injectam nos ouvidos de pobres ignorantes que o futuro é risonho..
Na verdade é risonho para os dirigentes populistas .. as metas de Evo e de Hugo é entrarem em competição com o Castro e supera-lo nas lista da Forbes dos mais ricos do mundo ( ele está entre os 400 mais ricos .. é não ? )enquanto o povo agoniza..

2º O nosso magala não sabe que a petrobrás é uma empresa pública ,logo é do povo.

3º O nosso magala tb não sabe que os Brasileiros são a 13ª maior economia do mundo( não é só carnaval e feijão )

4º O nosso magala tb não sabe que o Brasil ( o Grande Portugal ) está em vias de se tornar a maior superpotência agrícola do mundo.

5º O nosso magala diz que no cantinho foi uma palhaçada...na américa do sul é a sério.. e então os milhares e milhares de mortos provocados por uma descolonização doida ... dá-te vontade de dar risada ? estranho sentido de humor .. é negro ?

6º E agora deixando o magala definitivamente pra trás...e sem argumentos ... vou dizer que tanto dá ser pele vermelha como amarelo , negro ou caucasiano..os caudillos são todos iguais ..têm muito papo ( o Hugo todos os domingos usa 3 ( três !!) horas de televisão para conversas em familia... isso diz-te alguma coisa ? traz-te alguma recordação ?

Qt ao Senequaribe... meu caro ..os investimentos estrangeiros não são importantes ... são VITAIS..

Por Portugal ter tão poucos atractivos é que não atrai mais investimentos estrangeiros .. e por causa disso é que não sai da parte do furico da europa...

E por falar de Portugal ...gostava de contar o seguinte...amanhã vou criar uma empresa aqui no Brasil... aqui não é necessário ter dinheiro para abrir uma empresa ... aí ..pelo contrário ..é só para ricos .. no mínimo é preciso ter mil contos ..para o capital social..
É uma bela maneira de evitar o aparecimentos de empreendedores tão odiados pelos socialistas ...e associados ..
Cada vez que aparece alguém com uma ideia para gerar riqueza .. emprego ... esbarra com esse belo obstáculo ... porque será ?

Será que o governo só pensa na maquilhagem ? menos burocracia ? E o que realmente importa ?
Pois .. mas o governo tem que pagar o Karma de ter sido eleito de forma pervertida após um golpe de estado... e por isso .. nunca vai passar da cepa torta...muita maquilhagem...mas apenas isso..

faz lembrar aquele menino que se vira para a mãe qd a vê a pôr maquilhagem e pergunta :
- Mãe porque te pintas ?
responde ela :
- para ficar mais bonita ..
diz ele :
-e então porque não ficas ?

Inté .. meus meninos...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 4, 2006 01:53 PM

Ó magala .. e para não te armares em insolente ..vais encher 50...bora...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 4, 2006 05:24 PM

ehehehe..querem ver uma verdadeira quadrilha no sentido estrito e lato ? Só a roupa é que não condiz ..deveria ser às riscas , com bola na perna e marreta na mão .. tipo irmãos Dalton..
Só o Joe lula gigante palmou vários milhões para pagar mensalões....
http://www.folha.uol.com.br/

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 4, 2006 08:59 PM

London - "You want it? Fine, have it."

e agora ?
http://www.forbes.com/2006/05/04/bolivia-petrobras-brazil-cx_po_0504autofacescan10.html

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 4, 2006 09:11 PM

Este Capitão d'Areia é muito parecido com um tal Cush que aparecia por aqui de vez em quando a desafinar a orquestra e que, de repente, desapareceu misteriosamente.
Querem ver que são irmãos gémeos?

Publicado por: Senaquerib às maio 4, 2006 09:37 PM

e já agora:

http://www.forbes.com/2006/05/04/rich-kings-dictators_cz_lk_0504royals.html?partner=links

Publicado por: py às maio 4, 2006 11:40 PM

primo:

http://www.guardian.co.uk/climatechange/story/0,,1766892,00.html

Publicado por: py às maio 4, 2006 11:46 PM

Este blog é de direita ..logo.. não sou eu que desafino a orquestra...
E a esquerda não vai tomar conta dele..

Embora eu sinceramente não acredite que existe direita e sim bom senso...em contrapartida a esquerda ...sabe Deus...
Mas mais ... eu agora sou a favor do mosaico..

E sim .. eu sou o Cush ..quem mais escreve com tantas reticências..? Mas pediram-me que mudasse de nome já que se parece demasiado com um outro asimpático...

Já agora ...
Fidel Castro

President/Cuba
$900 million
Age: 79

Comandante since 1959. We estimate his fortune based on his economic power over a web of state-owned companies including El Palacio de Convenciones, a convention center near Havana; Cimex, retail conglomerate; and Medicuba, which sells vaccines and other pharmaceuticals produced in Cuba. Former Cuban officials living in U.S. assert that he has long skimmed profits. Castro insists his net worth is zero.
Este faz lembrar o mofento Salazar... diziam que morreu sem um tostão .. para quê ... se tinha um império ?

Em grande azafama para agarrar este porco que tem os seus concidadãos na mais horrível miséria..anda o Huguinho...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 4, 2006 11:59 PM

pois mas não esquecer a fortuna do Rumsfeld e a sua participação na farmacêutica que produz o Tamiflu, o tal para a gripe das aves, por exemplo...

e quanto a golpes de estado constitucionais nada como a eleição do bush com menos votos que o Gore, decidida pelos 5 juízes republicanos, contra os 4 democratas do STJ lá do sítio.

E tanta coisa... mas agora vou xonar

Publicado por: py às maio 5, 2006 12:10 AM

Oioi...

Mas olha .. os concidadãos do Rumsfeld não vivem na mais absoluta miséria ....nem querem fugir para Cuba de balsa... é não ? ;-)

Qt ao golpe de estado .. é um facto .. e agora há um Karma que é preciso pagar...;-)

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 5, 2006 01:22 AM

Bum dgia

Olha mas eu acho que essa história da fortuna do Castro pode ser um artefacto da Forbes; só se ele estivesse muito xéxé é que teria caído nesse erro. Como dizes acima, aliás, relativamente ao mofento Salazar, pelas mesmas razões.

Mas acho obsceno que, qual monarquia, ele tivesse indicado o seu irmão Raul, chefe das forças armadas, para lhe suceder.

Não tarda muito aquilo dá um vipe.

Estive a falar aqui com uma senhora que esteve agora mesmo em Cuba. É verdade que se continua a viver num nível muito carenciado. Agora têm educação e saúde gratuita para todos, o que é bom.

Aliás deu-me para pensar se em vez de ir à Holanda não vou agora a Cuba ...;-)

Pena que seja tão difícil juntar coisas boas dum lado e doutro dos sistemas do mundo e fazer híbridos mais inteligentes.

Eu estou contente que índios possam governar as suas terras, e ser voz presente no concerto das nações. Durante 500 anos estiveram afastados pelas potências coloniais e pelas oligarquias brancas.

Quanto ao karma cá, está a ser pago, nunca vi um PM com tanta coragem em afrontar tantos interesses instalados corporativos, que ofendem a lógica dos boys. O Sócrates deve ser odiado por muitos, dentro do seu próprio partido.

olha, isto acho engraçado:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1256102&idCanal=79

Publicado por: py às maio 5, 2006 08:01 AM

os filhos da puta fazem as contas aos activos das empresas estatais cubanas como se fossem propriedade individual de Fidel Castro

Publicado por: xatoo às maio 5, 2006 09:34 AM

lenha...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=226249

Publicado por: py às maio 5, 2006 10:03 AM

hum,

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1256142

Publicado por: py às maio 5, 2006 10:05 AM

isto será sempre triste

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=200587&idselect=10&idCanal=10&p=200

Publicado por: py às maio 5, 2006 10:08 AM

(eh pá, e logo eu que sou um nacionalista bacoko:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=226282
:)

Publicado por: py às maio 5, 2006 12:10 PM

Olha ..o piolho pubiano voltou ( na sua forma mais imunda)... queres contaminar o Blog ? Põe-te a andar ..antes que te dê o tratamnto que já te dei da outra vez ... ouviste ?
Já te passou a crise existencialista ?
Porque não te suicidas de uma vez por todas ?

Os filhos das p*utas são os filhos do Castro ?Ou são os amiguinhos dele ?De um cabrão que nem os seus concidadãos deixa sair do país .. Têm que fugir de balsa..ou vais dizer que é mentira ??????????????????????????????????????????????????????
Responde se ainda tens alguns tomates....palhaço...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 5, 2006 02:12 PM

O Capitão Gancho, aliás, Caboclo, aliás Cush, deve sofrer de demência senil. Só assim se explica a baixa acuidade do seu raciocínio.
Argumentar que a Petrobrás «é do povo» porque se trata de uma empresa pública é o mesmo que dizer que qualquer das empresas públicas dos Estados Unidos, da Grã Bretanha ou da França (e de Portugal) são «do povo».
O que torna as empresas «do povo» não é a natureza pública (ou estatal) do seu capital, mas sim a natureza do poder que as gere. Ora, dizer que o governo do Brasil é um governo «do povo» é um disparate do tamanho do Pão de Açúcar.
Também a Constituição dos Estados Unidos diz que o governo é «do povo, para o povo e pelo povo».
Outro sinal de senilidade é o argumento da fortuna do Fidel de Castro. Não pelo ridículo da atribuição a Fidel dos rendimentos do Estado, mas pela inocente convicção de que os escassos visitantes do Semiramis engolem uma patranha dessas.

Mais duas avulsas:

«os concidadãos do Rumsfeld não vivem na mais absoluta miséria»

Não? Vê-se que o Capitão não sai da sua caserna sul-americana e não conhece minimamente os EUA.

«em Portugal é preciso mil contos para constituir uma empresa»

Pois é. Mas só são precisos durante 24 horas. Num dia depositam-se e no dia seguinte levantam-se. Quem não tiver mil contos na conta pessoal para fazer esta operação, também não precisa de uma empresa para coisa nenhuma.

Finalmente...

A Bolívia deve estar muito preocupada para saber a quem vai vender o petróleo. Como se sabe, é um bem que não tem nenhuma procura mundial.
E deve estar muito preocupada com a decisão da Petrobrás. Especialmente depois de a espanhola Repsol, que explora 80 por cento do petróleo boliviano, ter declarado que quer continuar a actividade. Aposto que a Petrobrás vai engolir o que disse e vail voltar atrás.
Também seria engraçado ver a Petrobrás encontrar alternativa melhor para o gás natural da Bolívia. Deve estar a pensar na Argentina, que tem dois terços das reservas da Bolívia e o dobro das brasileiras, mas não me cheira que a Argentina vá vender mais barato. Isto porque na lógica da Petrobrás também não entraria a Venezuela (nonas reservas mundiais e o dobro do Brasil, Argentina e Bolívia juntos).

São uns cómicos... A começar pelo Capitão lateiro

Publicado por: Magala às maio 5, 2006 02:23 PM

Olha só mais um pormenor piolho pubiano ...o grande cabrão do Castro ..não deixa sair os seus concidadãos livremente ...para ter mão de obra escrava ? Dá-lhes educação e saúde para que sejam bons escravos ? De bo a qualidade ?
Sabias palhaço ...que os Cubanos nem a propriedade da sua própria casa podem ter ?

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 5, 2006 02:29 PM

Ah... na moral ..nosso magala .. já encheste as 50 que te ordenei ?
Pois vais encher mais 100 pela tua insolência..

Não te esmago agora .. pois vou sair ..mas não esperes pela demora ....já te venho tratar da saúde ..ponto por ponto...

Publicado por: Capitão d?Areia às maio 5, 2006 02:36 PM

(fui eu limpar a ribeira - só num troço saquei meia-moto, meio-fogão e um guarda-lamas de um carro e plástico qb - e já está uma boa peixeirada de Asterix...:)

Tens razão, se eu vivesse num país que não me deixassem sair, já estava na choldra, ou tinha levado um balázio, ou, com sorte, a balsa não tinha afundado...

Vou então à Holanda, ou a outro sítio...

Agora lembra-te que depois de andarmos aí nas nuvens a passear e sonhar, também me caíram os t. quando tive de levar aquele miúdo à farmácia que veio ter connosco ao café, para lhe comprar medicamentos, porque ele nem podia ir a um centro de saúde porque não tinha ninguém para o acompanhar...

E foi só aí que eu realizei que eram muitos assim.

Ora isto em Cuba acho que não há, pelo menos quando eu lá estive há 15 anos não dei por nada assim, pode ser que seja eu que estivesse meio-vendado, isso já não sei.

Publicado por: py às maio 5, 2006 05:07 PM

(agora é uma soneka :))

Publicado por: py às maio 5, 2006 05:10 PM

Pois é.
Este governo leva-nos o pouco que Abril nos trouxe.
Entra-nos nos bolsos todos os dias.
Aumento de impostos,
aumento de taxas
aumento de desemprego
Agora, calculem, se o 1,5% de aumento nos salários já tinha sido comido pela inflação, este Zé do Telhado vai-nos ao bolso mais uma vez através do IRS.
Mandem fazer as contas para saberem quanto vão pagar a mais este ano,
Uma vergonha

Publicado por: Pato Marreco às maio 5, 2006 06:51 PM

(este não é primo koisa nenhuma mas é irresistível)

Publicado por: py às maio 5, 2006 07:26 PM

primo :)

http://www.publico.clix.pt/bartoon/index.asp?d=04-05-2006

Publicado por: py às maio 5, 2006 07:37 PM

Ó nosso magala... afinal ..chego à conclusão que não adianta explicar-te nada ...já que não ias entender porra nenhuma...

Assim.. resta-te uma esperança... esforça-te bastante.. e se um dia passares a Cabo... aí então e a título de prémio te darei algumas explicações...

Até sempre...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 5, 2006 11:51 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=226422

Publicado por: py às maio 6, 2006 12:22 AM

O Capitão ficou sem munições. São coisas que acontecem...

Estas duas notícias mostram que o Evo Morales não é parvo e que o Capitão ainda não percebeu a diferença entre a Espanha e o Brasil, ou seja, entre a Europa e o Terceiro Mundo.

http://www.elmundo.es/mundodinero/2006/05/05/economia/1146846649.html

http://www.elmundo.es/mundodinero/2006/05/03/economia/1146676414.html

Publicado por: Magala às maio 6, 2006 04:34 AM

A acção psicológica do Capitão sobre o Py parece ter dado resultado.
O que um não sabe e o outro ignora é que ninguém está impedido de sair de Cuba. Os cubanos estão é impedidos de entrar nos EUA, por isso tentam entrar à má fila (por todos os meios). Os mexicanos também estão impedidos e os EUA até os brindaram com um muro de arame farpado electrificado.
O Py, se quisesse informar-se, ia a Cuba e perguntava aos cubanos que encontrasse se gostam do Fidel e se querem sair de Cuba. Sempre são fontes mais fiáveis que as elucubrações do Capitão...

Publicado por: Magala às maio 6, 2006 04:52 AM

Hum. Parece que o melhor é voltar a Cuba então...

Publicado por: py às maio 6, 2006 07:54 AM

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u107446.shtml

Publicado por: py às maio 6, 2006 08:03 AM

...ora bem... entretanto não vá isto dar jeito a alguém...

La voie du Bouddha

Kalou Rinpoché

Éditions du Seuil, juin 1993

pag. 38-39

"Tous ces enseignements du bouddha proposent une voie d'éveil, de libération des illusions de l'ignorance et des passions qu'elles induisent. Ils sont des remèdes aux trois poisons fondamentaux de l'esprit: le désir-attachement, l' aversion-répulsion et l'ignorance-aveuglement, et à toutes les émotions conflictuelles résultantes."

Publicado por: py às maio 6, 2006 08:46 AM

Vale a pena aderir ao budismo?

Publicado por: Senaquerib às maio 6, 2006 08:58 PM

(eu a esta hora já não dou uma para a caixa, mas amanhã de manhã dou umas dikas)

Publicado por: py às maio 6, 2006 10:59 PM

...ora bem...

se vale a pena aderir ao budismo é assunto que só cada um é que saberá por si.

Agora que vale a pena conhecer alguma coisa do budismo, quanto mais não seja por cultura geral, isso acho que sim.

Eu próprio não me intitulo budista, apenas meio-budista... ainda tenho um problema de reencarnações por resolver...

Aquele parágrafo que deixei acima tem o rigor de um enunciado matemático, cá para mim. À escala da minha vida aquilo é certeiro.

Os budistas têm para mim o grande encanto de falarem das coisas espirituais como os cientistas. Tentam ser objectivos e falar a partir dos "factos", acessíveis a todos. Não falam de Deus porque dizem que não conhecem, só falam da ordem do mundo e do universo, nas dimensões visíveis e invisíveis. Eles consideram que existem "10 direcções do espaço", ou seja 10 dimensões, tais como alguns físicos que propoem teorias de unificação.

Contrariamente às outras religiões os budistas não têm uma história de incursões imperialistas e bélicas. Há para lá uns budistas vermelhos no Tibete, mas isso até acho graça já que aquilo foi okupado pelos chineses.

Além disso são muito democratas na espiritualidade, a "iluminação" ou o "acordar" estão ao alcance de todos.

Nesse plano alcançou-se o nirvana, é-se feliz, não se tem medo da morte, vê-se a integração necessária de todos os aspectos da ordem do mundo.

Também gosto de saber coisas de todas as outras religiões, só não gosto é de fundamentalistas, sejam islâmicos, opus dei, ou evangélicos como o bush.

Evangelho em grego quer dizer "boa nova" e por azar saiu-nos um idiota de um cow-boy que gosta é de ser xerife do mundo. Que aliás terá um karma do caraças...

Publicado por: py às maio 7, 2006 07:56 AM

contra a mafia pirófila

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1256331&idCanal=90

pymba!

Publicado por: py às maio 7, 2006 10:00 AM

primo:)

http://www.publico.clix.pt/bartoon/index.asp?d=03-05-2006

Publicado por: py às maio 7, 2006 10:29 AM

correcção!

O comentário supra não é primo, é divisível por 7, será então um prymo

Publicado por: py às maio 7, 2006 12:08 PM

Pronto, eu quero é atingir o nirvana, já!
Pode ser?

Publicado por: Senaquerib às maio 7, 2006 12:08 PM

(estive na praya...)

dizem os grandes mestres que nós já estamos no Nirvana, só que no meio da confusão e por causa daquelas 3 coisas supra, não damos konta :)

(a confusão chama-se samsara)

Publicado por: py às maio 7, 2006 02:43 PM

por exemplo eu essa do apego, acho que já consegui reduzir para aí para uns 10% ou menos. Há uns anos esgatanhei-me todo para ganhar um projecto: perdi, e ainda bem, porque tinha fikado agarrado àquilo e assim fiz outras coisas bem mais divertidas. Este ano antes de ir para a Bahia entreguei outro projecto, no último dia, bem feito, mas a minha intençaõ era perceber porque é que ia perder, para no ano seguinte atacar em força. Nem fiz fotocópias do volume, só fotocopiei as fichas para fazer prova: ganhei!

Noutros campos da vida é igual, mantenho-me próactivo mas tanto quanto possível sem apego e os resultados são similares

Publicado por: py às maio 7, 2006 02:59 PM

chi, o VPV arrasa hoje o Cavaco: o velho de Belém!

Eu não consigo por isso aqui, mas foi tremendo...

Publicado por: py às maio 7, 2006 05:58 PM

bem, relido o texto, talvez em vez de arrasar seja mais espicaçar... vamos ver...

Publicado por: py às maio 7, 2006 06:07 PM

Hum, it doesn't stop, does it?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=226578

Publicado por: py às maio 7, 2006 08:19 PM

pymba!

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=20&id_news=66669

Publicado por: py às maio 7, 2006 10:40 PM

É pimba mesmo....
É cada vez maior a distância entre o pequeno e o grande Portugal..e a velocidade de afastamento é proporcional...

Acho que era o recruta que falava em 1º e 3º mundo ..só que ele como ainda não manja nada ...nem sabe de que terra é...

Aqui pode-se acreditar ... sem preconceitos...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 7, 2006 11:17 PM

interessante:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=13&id_news=66678

Publicado por: py às maio 8, 2006 12:01 AM

Peço desculpa...errei... existe uma coisa que se desenvolve mais no pequeno Portugal ...a mesquinhez...

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 8, 2006 12:49 AM

Parabéns também ao Luís Lavoura :

«- Em 2001 ganhou o Prémio Gulbenkian de Ciência precisamente com a ‘Violação de CP’?

- Exactamente. Através de um livro que escrevi, publicado na Oxford University Press, em 1999, em colaboração com dois colegas investigadores: Luís Lavoura e João Silva».

In «Correio da Manhã» de hoje

Publicado por: asdrubal às maio 8, 2006 03:50 AM

Galileu não ganhou o Prémio Gulbenkian de Ciência.
Newton também não.
Darwin também não.
Einstein também não.
Eu também não.
Isto é grave!...

Publicado por: Senaquerib às maio 8, 2006 10:18 AM

... pois.
Nem o prémio Humboldt da Alemanha.

Publicado por: asdrubal às maio 8, 2006 10:46 AM

recordando o Dodo, juiz de corrida, que ninguém tinha percebido muito bem quando é que tinha começado mas enfim, e que também não se sabia se já tinha acabado...

todos ganharam e todos merecem prémios

L. Carrol, Alice in Wonderland

PS não esquecer que os cabr*es dos ingleses atribuem-nos a extinção do Dodo nas Maurícias, na enciclopédia britânica, mas o (M) já esclareceu em tempos que isso era mentira, e foram eles ou os holandeses já não me lembro bem

Publicado por: py às maio 8, 2006 01:35 PM

Carroll

Publicado por: py às maio 8, 2006 01:37 PM

Ó Capitão, deixa-te lá de mierdas e põe-te em sentido.

Publicado por: General Motors às maio 8, 2006 10:31 PM

Ó Capitão, deixa-te lá de mierdas e põe-te em sentido.

Publicado por: General Motors às maio 8, 2006 10:31 PM

prioridades ...


Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou
num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de
golfe.

A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram
de acordo em dizer que "sim".

O professor tomou então uma caixa de fósforos e a vazou dentro do frasco de
maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles
voltaram a responder que "Sim".

Logo, o professor pegou uma caixa de areia e a vazou dentro do frasco.
Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o prof. questionou
novamente se o frasco >estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um "Sim"
retumbante.

O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco
e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se
nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou: "Quero que
percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas
importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas
que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a
nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes,
como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas
coisas. "Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os
fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos
todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para
as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que
realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, e o resto é só areia."

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: - Então e o que representa o
café? O professor sorriu e disse: " Ainda bem que perguntas! Isso é só para
lhes mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há
lugar para tomar um café com um amigo.

Publicado por: Capitão d'Areia às maio 9, 2006 01:26 AM

O general motors é addicted to oil...não manda nada na minha praia..

Mas ...para não ficar por aqui...e falando de cartas de hipocrisia ...

Rice Says Iran's Letter Not an Overture


Monday May 8, 2006 11:16 PM

AP Photo NYR110

By ANNE GEARAN

AP Diplomatic Writer

NEW YORK (AP) - Secretary of State Condoleezza Rice dismissed a surprise letter that Iran's president sent to President Bush on Monday, saying it did not seriously address the standoff over Tehran's disputed nuclear program.

In an interview with The Associated Press, the top U.S. diplomat said the letter from Iranian President Mahmoud Ahmadinejad was 17 or 18 pages long and covered history, philosophy and religion. It was not a diplomatic opening, she said.

``This letter isn't it. This letter is not the place that one would find an opening to engage on the nuclear issue or anything of the sort,'' Rice said. ``It isn't addressing the issues that we're dealing with in a concrete way.''

Rice's comments were the most detailed response from the United States to the letter, the first from an Iranian head of state to an American president in 27 years. She would not discuss the contents in detail but made clear that the United States would not change its tack on Iran.

``There's nothing in here that would suggest that we're on any different course than we were before we got the letter,'' Rice said.

She spoke hours before she was to confer on Iran with other permanent members of the United Nations Security Council.

The United States pushed for the Security Council review that is now under way, but the body is divided over how hard to press Iran and whether to impose sanctions or other punishment if Tehran will not drop sensitive nuclear activities.

The United States and European allies accuse Iran of secretly pursuing nuclear technology to build a weapon. Iran maintains it is interested only in nuclear power for electricity.

Iran's accusers have been unable to persuade Russia and China, traditional allies and commercial partners of the oil exporter, that tough economic penalties would stop Iran. Russia and China hold veto power in the Security Council.

Rice said the Ahmadinejad letter might be an attempt to change the subject or ``throw the international community off course'' as the Security Council considers action.

She said the United States would continue to push for a tough Security Council response, although she did not specify what that might be. Meanwhile, the United States is lining up a backup plan with willing nations to impose their own sanctions or penalties if the Security Council fails to act.

``We have to bring some pressure on the Iranians to understand that there will be a cost for their continued defiance of the international system,'' Rice said.

Publicado por: Corsário às maio 9, 2006 02:23 AM

O que é isso do «sistema internacional»?

Será o direito internacional, que os EUA não respeitam?
Será a ONU, na qual os EUA cagam de alto?
Serão os direitos humanos, que os EUA olimpicamente ignoram?
Será a convenção de Genebra, que os EUA nem sequer sabem onde mora?
Será o protocolo de Kyoto, do qual os EUA se afastaram em marcha acelerada?
Será o Tribunal Penal Internacional, cujos poderes os EUA não reconhecem quando estão envolvidos militares americanos?

Che sara, sara....

Publicado por: Pergunta eventualmente estúpida às maio 9, 2006 04:24 AM

aquilo por lá está a militarizar...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=226726

Publicado por: py às maio 9, 2006 07:17 AM

olha o baile

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=226816

Publicado por: py às maio 9, 2006 08:39 AM

O que é isso do «sistema internacional»?

Gosto ainda mais quando fazem referência à "comunidade internacional"...parece ser o conjunto de países que por via da inércia são considerados automáticamente como pertencentes a uma coligação liderada pelos EUA!!!

Publicado por: amsf às maio 9, 2006 09:58 AM

(acho bem: http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=6&id_news=66762)

Publicado por: py às maio 9, 2006 10:41 AM

Bonita a metáfora das prioridades.
Só não percebo por que é que o Capitão d'Areia anda aqui a gastar tempo e energia com as coisinhas pequenas deste blogue moribundo que já está na cova mas ainda mexe por simples inércia (ou será por acção dos vermes?)...

Publicado por: Senaquerib às maio 9, 2006 10:44 AM

Py, tu que gostas tanto de ajudar, lança aí em Cascais uma campanha para ajudarem esta pobre moça que nem dinheiro tem para roupa (interior)

http://www.newagerevenue.com/hosted/m7/leona/m7large.php?affid=797999&p=12

Publicado por: A caridade começa ali às maio 9, 2006 11:12 AM

buyceta limpinha!

Publicado por: py às maio 9, 2006 01:36 PM

chi, salsa! Acho que é como as contas públicas...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&id_news=226885

Publicado por: py às maio 9, 2006 01:39 PM

...(praya)...

Publicado por: py às maio 9, 2006 01:40 PM

Ó Senequaribe .. é o cafésinho com os amigos ...

Publicado por: Corsário às maio 9, 2006 05:02 PM

Flores que não são para cheirar...
Até crianças feridas ??


Hamas-Fatah Clashes in Gaza Wound 9


Tuesday May 9, 2006 3:31 PM

AP Photo JRL108

By IBRAHIM BARZAK

Associated Press Writer

GAZA CITY, Gaza Strip (AP) - Renewed clashes Tuesday between Hamas and Fatah militants wounded nine Palestinians, including five children, raising fears that Palestinian territories could erupt in a much wider conflagration.

Friction between the two sides has been heating up since the Islamic militant group ended Fatah's four-decade control of Palestinian politics with a victory in January parliament elections. The fighting Tuesday broke out just hours before international mediators met in New York to discuss whether to ease the financial siege on Hamas over its violent anti-Israel ideology.

The rival factions offered conflicting versions of what set off the pre-dawn violence in downtown Gaza City, just a day after three people were killed in fighting between the two sides.

Fatah said Hamas gunmen opened fire from a white Subaru at seven bodyguards protecting a house where a top Fatah activist, Samir Masharawi, was staying. The bodyguards fired back, and Fatah said at least one Hamas gunman was wounded.

Dozens of Hamas and Fatah gunmen then streamed to the scene, and eight more people were wounded in the sporadic gunbattles that followed, including five children ages 8 to 14 who were on their way to school, Fatah said.

None of the injuries was serious, Palestinian hospital officials said.

Hamas said Masharawi's bodyguards had kidnapped three members of Hamas' military wing earlier in the day and Hamas gunmen were seeking to free them. Masharawi denied the accusations, and said Hamas had kidnapped a Fatah member until he intervened to secure the hostage's release.

Later Tuesday, police outside Gaza City stopped a car carrying Hamas legislator Said Abu Musmah and an adviser to Haniyeh, Ahmed Yousef, at a roadblock and assaulted their bodyguards, Hamas lawmaker Salah Bardawil told Hamas Radio.

The bodyguards fired in the air, but nobody was hurt, Bardawil said.

The security forces are dominated by Fatah loyalists and ultimately answerable to that faction's leader, Palestinian President Mahmoud Abbas.

Preventive Security - the force involved in the confrontation - termed the violence a ``random incident'' and apologized for the officers' conduct.

In a statement, it said the Hamas officials' driver refused orders to turn around at the roadblock, sparking shots in the air and fistfights between police and the bodyguards.

Both Fatah and Hamas called for an end to violence after the early morning clash.

``We must show self-restraint, end all displays of arms, and employ only dialogue,'' Prime Minister Ismail Haniyeh of Hamas told a solidarity rally of about 1,500 people outside his Gaza City office.

Haniyeh was due later Tuesday to meet with Egyptian security officials, who visit Gaza regularly, to discuss ways to end the internal bloodletting.

Abbas, who was elected separately last year, said he has instructed security forces to restrain those instigating violence.

``Our main goal at this time is ... to end the economic siege of the Palestinian people,'' Abbas told reporters in the West Bank town of Ramallah.

The Hamas government is broke because of a Western and Israeli cash cutoff, and has been unable for the past two months to pay salaries that provide for one-third of the people in Gaza and West Bank.

The United States, European Union, United Nations and Russia met in New York to discuss how to proceed with international economic sanctions, which are designed to pressure Hamas to renounce violence and recognize Israel.

Secretary of State Condoleezza Rice said leaders would discuss a plan to relieve a shortage in medicine and health supplies in the Palestinian areas at the meeting.

On Monday, the World Bank warned that a humanitarian crisis in the West Bank and Gaza was looming.

In a letter to negotiators sent ahead of the meeting, Abbas accused donors of penalizing the Palestinian people for choosing Hamas in democratic elections.

``The Palestinian people should not be punished with deprivation,'' he said in Ramallah.

At the rally, Haniyeh called for an end to the international sanctions, but added defiantly, ``We are not going to surrender, cave in to this siege, compromise the rights of our people or recognize the legitimacy of the occupiers on our land.''

Meanwhile, a report by a Palestinian human rights group found a grave deterioration in the security situation in Palestinian territories in 2005 - before Hamas took power.

A total of 176 people were killed in internal violence, including five suspected collaborators with Israel who were executed, Mamdouh Al Akar, chief of the Independent Palestinian Commission for Citizens Rights, told reporters. He gave no comparative figures for past years.

People disappeared, and Palestinians and foreigners were kidnapped or attacked, Al Akar said, without giving numbers. People were arrested in violation of procedure, some were tortured or mistreated during interrogation and fair trials were not guaranteed, he said.

His projections for the future were bleak.

``Up until now there has been no political will to control the security situation, and chaos continues,'' he said

Publicado por: Corsario às maio 9, 2006 05:07 PM

... bem, eu do envolvimento emocional com essa koisa da guerra no Médio Oriente, já me retirei, acho que é tudo emanações da pégada ecológica, o mais que pude. Acho que Israel devia regressar às fronteiras originais se o presidente do Irão retirar a afirmação de "riscar Israel do mapa", e em qualquer caso Portugal não se devia envolver, a não ser para ajudar à paz, porque a vergonha maior é o bush e a incursão imperialista dos EUA no Iraque, que não tinha nada a ver, que se saiba, com o 11 de Setembro, e a propósito de ADM que não se encontraram.

Entretanto esta água gelada de cá também é muita boa, para enrijar.

Hoje li no Público uma coisa das alforrecas. Água vivas chamam v. nos Açores, não é Asdrúbal. Conheci uma danadinha dessas na praia de Porto Pim!

Caravelas portuguesas, chamam-lhe também. traduzidas por portuguesa man of war, não é corsário?

Então elas, literalmente disparam uma AMD, a uma velocidade incrível, feita de células urticantes com uma mistura de venenos...

(esfrega-se com areia e um bocadinho de urina - por kausa do pH - e já passou, daqui a meia hora...)

Publicado por: py às maio 9, 2006 06:06 PM

portuguese

Publicado por: py às maio 9, 2006 06:09 PM

chi, o Saramago é que foi esperto: lançou a potência do voto em branco... noutro contexto é certo, mas mesmo assim,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=226927

Publicado por: py às maio 9, 2006 07:11 PM

my lake!

http://blogs.guardian.co.uk/news/archives/2006/05/09/teach_a_man_to_fish.html

Publicado por: py às maio 9, 2006 07:15 PM

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u107540.shtml

Publicado por: py às maio 9, 2006 10:14 PM

não se esqueçam de controlar bem as reservas de Portugal, ou dar-lhes bom uso, que eu não tarda muito vou basar...

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=275654

Publicado por: py às maio 9, 2006 10:22 PM

E aí meus amigos ? vamos a mais um cafésinho ?

Os líderes e o liderado

A nacionalização do gás boliviano mostra que Chávez é o líder da América Latina. E Lula? Ele não
conseguiu entender sequer quais
são os interesses brasileiros no caso...

LOS TRES AMIGOS
Chávez, Fidel Castro e Morales reúnem-se em Cuba dois dias antes de o boliviano decretar a nacionalização do gás no país: Lula, que se considera da turma, foi o último a saber, kakakakaka.....

O Brasil levou um chuto no traseiro dado por Hugo Chávez e seu fantoche boliviano, Evo Morales. Antes, foram ambos a Cuba pedir a bênção do patriarca Fidel Castro para o que planeavam fazer. Nenhum desses companheiros se deu à delicadeza de avisar o ocupante do Palácio do Planalto, que se julgava um líder regional com estofo até para ser líder mundial. Pobre Lula. Foi o último a saber ( verdadeiro corno) que o presidente Morales iria se apossar de propriedades brasileiras na Bolívia e colocar em risco o abastecimento nacional de gás natural. A reação do presidente Lula foi ainda mais constrangedora: engoliu o desaforo e ainda se solidarizou com o agressor, a Bolívia.

Para ampliar o efeito pirotécnico, Evo Morales escolheu o Dia do Trabalho, 100º de sua posse na Presidência, e comandou pessoalmente as tropas que tomaram a refinaria da Petrobras em San Alberto, o maior campo de extração de gás natural da Bolívia. Lá, de capacete de petroleiro na cabeça, o presidente leu os nove pontos do "Decreto Supremo" que passou para o controle do Estado boliviano toda a indústria do gás e do petróleo. O documento não fala em indenizar as empresas estatizadas. As vinte companhias estrangeiras atingidas pelo decreto investiram, ao todo, 3,5 bilhões de dólares na Bolívia – mas o prejuízo maior é da Petrobras, que aplicou 1 bilhão de dólares na extração e refino e outros 2 bilhões de dólares na construção do gasoduto que leva o produto até São Paulo.

A intenção de nacionalizar as riquezas do subsolo era uma promessa de campanha de Morales e foi preparada nos bastidores com a ajuda de um pelotão de técnicos e advogados venezuelanos enviados por Chávez. Apesar de todos esses indícios prévios, o governo brasileiro foi pego de surpresa e se apressou em declarar que a Bolívia tem direito às riquezas de seu subsolo. Isso é inegável. A soberania permanente de um país sobre seus recursos naturais é reconhecida pela ONU desde 1962. O ponto é que Morales expropriou ativos que pertencem ao povo brasileiro e rasgou, como se não valessem nada, tratados negociados de Estado para Estado nos últimos trinta anos. A ocupação de modo hostil, com o uso de tropas e sem conversações prévias, contraria o estabelecido no direito internacional e também as regras mínimas de convivência entre dois países que tradicionalmente são bons vizinhos.

O próximo passo, já avisou o governo boliviano, é aumentar os preços do gás natural fornecido ao Brasil. A ameaça é tremenda e pode se transformar num beco sem saída se o governo brasileiro não negociar com firmeza. Com o aumento do preço do produto, o prejuízo ultrapassaria as perdas diretas da Petrobras e atingiria diretamente a indústria paulista, que nos últimos anos foi incentivada a investir no uso do gás natural como fonte energética. O produto extraído na Bolívia responde por metade do consumo brasileiro e a reconversão das fábricas ou a descoberta de fontes alternativas podem levar anos. Nem assim Lula reagiu. "O governo deveria ter saído imediatamente na defesa dos interesses nacionais", diz Rubens Barbosa, ex-embaixador brasileiro em Washington. "Depois de anunciar a determinação de defender os interesses nacionais, deveria questionar a quebra de contrato e avisar que pediria indenização pela expropriação. Também deveria ter deixado claro que não aceitaria modificação unilateral no preço do gás."

Lula não fez nada disso. Na quinta-feira passada, o presidente brasileiro foi discutir a crise numa reunião em Puerto Iguazú, na Argentina, à qual compareceram Evo Morales, o argentino Néstor Kirchner e o ubíquo Chávez. A presença da Argentina se entende, pois o país também compra gás da Bolívia, mas por que a Venezuela? A resposta possível: Chávez foi falar em nome de Morales, seu discípulo, e deixar claro quem dá as cartas na nova geografia do populismo latino-americano. Lula saiu da reunião desenxabido e, como de praxe, confundiu conceitos. No seu entender, manifestar solidariedade à Bolívia, mesmo quando ela se apossa de um patrimônio que é de todos os brasileiros, significa emitir um sinal positivo de solidariedade continental. A reafirmação da unidade sul-americana, explicou, tranqüiliza os investidores estrangeiros. Seria mais sensato esperar o efeito totalmente inverso.

O incidente expõe as fraturas regionais e deixa explícito o vigor do novo ciclo de populismo na América Latina, que tem Hugo Chávez e Evo Morales como expoentes. A influência de Chávez na decisão boliviana de nacionalizar o gás já está provocando instabilidade política e econômica. Começa com a saída da Venezuela do Pacto Andino, o que estremeceu as relações entre Caracas e Bogotá. Devido à intromissão de Chávez nas eleições peruanas, Lima retirou seu embaixador da Venezuela. Agora, Chávez arruinou as relações entre o Brasil e a Bolívia. O que ficará na memória dos investidores internacionais é o alerta para evitar uma região sem lei e sem ordem, onde os contratos são desrespeitados. Isso é fácil de fazer, pois não faltam, do outro lado do planeta, oportunidades de investimentos em países sérios e estáveis. A desimportância crescente da América Latina no panorama mundial torna as coisas ainda piores: ninguém no Primeiro Mundo liga mais para as estripulias cometidas por aqui.

Ó Senaqueribe ... os investimentos estrangeiros não servem para nada ..não é ??...

A economia da Bolívia, o país mais pobre da América do Sul, caberia com folga dentro do orçamento da cidade de São Paulo. Sem capital nem tecnologia, não há jeito de o Estado boliviano realizar os grandes investimentos necessários para tirar e processar o gás natural. Evo Morales sentiu-se à vontade para tomar as refinarias confiando em duas coisas. A primeira é o fato de o Brasil ser freguês cativo do gás boliviano. A segunda é a ajuda de Hugo Chávez. A estatal de petróleo da Venezuela, a PDVSA, prepara-se, nas sombras, para assumir os campos de gás que venham a ser abandonados por empresas estrangeiras. Chávez também já acertou o fornecimento de todo o óleo diesel que a Bolívia necessitar em troca de soja boliviana. Trata-se de uma política consistente do venezuelano para ocupar espaço no continente e influenciar países. Desde que assumiu a Presidência, em 1999, Chávez já gastou 25 bilhões de dólares em subsídios e doações a países latino-americanos.

Com seu sistema de apadrinhamento comercial, ele está tentando criar uma versão latinizada do antigo Comecon, o sistema comercial entre os países do bloco soviético. Dadas a fragilidade das economias comunistas e a infinita superioridade material da União Soviética, os preços internos do Comecon não correspondiam aos custos de produção e eram decididos de acordo com critérios políticos. Alguns países, como Cuba e Mongólia, dependiam inteiramente desse sistema para sobreviver. Com o barril do petróleo a 70 dólares, Chávez tem cacife para substituir a União Soviética como provedor de Cuba. Estima-se que a Venezuela esteja injetando na ilha de Fidel Castro, a fundo perdido, o equivalente a 20% de todo o dinheiro que entra no país. A Venezuela também compra produtos cubanos que não têm mercado no exterior e, em troca, recebe médicos e outros serviços de Fidel Castro. O presidente venezuelano já comprou 1 bilhão de dólares em títulos do governo argentino e 250 milhões de dólares da dívida externa equatoriana. "A estratégia de Chávez é exercer influência sobre quatro pequenos países, Nicarágua, Bolívia, Equador e Peru, para disputar poder com México, Chile e Brasil", disse a VEJA Jorge Quiroga, presidente boliviano entre 2001 e 2002, e hoje líder da oposição a Morales.

Estabeleceu-se uma divisão na América Latina e ela nada tem a ver com o velho confronto entre esquerda e direita. O que existe é uma linha entre governos responsáveis e populistas. México, Chile e Brasil estão no primeiro grupo. Uma característica comum aos populistas – Chávez, Morales e, em menor medida, Néstor Kirchner – é revestir o discurso com retórica de esquerda. Na verdade, os contornos ideológicos do populismo são difusos e vão sendo moldados de acordo com as circunstâncias. A revolução bolivariana e o socialismo do século XXI de Chávez são uma demonstração disso. Nem Chávez sabe do que se trata. O que importa para esse tipo de líder é criar argumentos e mecanismos para se perpetuar no poder. Por isso, costuma-se dizer que uma das características do déspota latino-americano é o voluntarismo, doutrina que atribui à determinação do líder o poder de mudar a realidade a seu bel-prazer. A atitude de Morales na Bolívia obedece ao padrão. "A nacionalização é o grande símbolo do populismo latino-americano", disse a VEJA o historiador peruano Alvaro Vargas Llosa. "Infelizmente, as pessoas rapidamente esquecem que todas as estatizações fracassaram de modo catastrófico." Essa é a terceira vez que a Bolívia estatiza seus recursos fósseis e minerais. Nas duas anteriores, em 1937 e 1969, a intervenção não ajudou o país a amenizar a miséria de seu povo e, por isso, acabou sendo revertida.

O sociólogo alemão Franz Oppenheimer, morto em 1943, dizia que há duas formas de uma nação acumular riqueza: de maneira racional, através da produção, ou de maneira violenta, por meio da expropriação. Apenas a primeira forma pode ser duradoura. O presidente Evo Morales escolheu a segunda ao nacionalizar a exploração e comercialização do gás e do petróleo por decreto. No imaginário popular boliviano – do qual Morales compartilha e se aproveita politicamente –, a riqueza oculta do gás vai sanar a miséria e o atraso do país. Um estudo da ONU publicado no ano passado, com o título "A economia boliviana além do gás", diz que o maior erro da Bolívia é apostar em um padrão de desenvolvimento monoprodutor. "A tendência mundial é de diversificar os mercados, multiplicando os setores produtivos e passando de uma economia de base estreita para uma de base mais ampla", sentencia o estudo, de autoria do economista boliviano George Gray Molina. O mundo é pródigo em exemplos de como a simples existência de uma riqueza natural não basta para garantir bem-estar à população. A Venezuela, com as maiores reservas de petróleo fora do Oriente Médio, tem metade da população vivendo na pobreza. Angola, um dos maiores produtores de diamante de alta qualidade do mundo, tem um terço da renda per capita do Brasil.

Golda Meir, a primeira-ministra de Israel entre 1969 e 1974, contava, em tom de anedota, que Moisés guiou os judeus durante quarenta anos pelo deserto para levá-los justamente ao único pedaço de areia do Oriente Médio onde não havia petróleo. Completava, em tom mais severo, que não se tratou de maldição, mas de uma bênção. "Nossas vitórias não poderiam existir sem uma economia de base sólida, um padrão educacional de alto nível entre soldados e civis e a alta capacitação tecnológica dos trabalhadores em todos os setores", explicava. A estadista israelense tocou naquelas que são as duas principais riquezas de um povo: a educação e o conhecimento tecnológico. "Para ser rico, um país precisa investir em ciência e tecnologia. É dessa forma que se consegue elevar a capacidade das indústrias de produzir melhor e ser mais competitivo no mercado mundial", diz Roberto Romano, professor de ética e política na Universidade Estadual de Campinas. "Foi esse o modelo adotado por Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Japão e Estados Unidos – países que têm a riqueza mais bem distribuída entre a população." Por que a América Latina não consegue imitar essa fórmula comprovada para o desenvolvimento? "Vivemos obcecados com a discussão sobre se o livre-mercado é bom ou não, em vez de nos preocuparmos em ser mais competitivos", disse a VEJA o argentino Andrés Oppenheimer, autor do livro Lorotas Chinesas .– O Engano de Washington, a Mentira Populista e a Esperança na América Latina", best-seller na Argentina e no México, publicado no ano passado.

A América Latina continua a ser exportadora de matéria-prima, enquanto no mundo de hoje o que conta é o valor do conhecimento embutido em um produto. Morales, na Bolívia, tem outra explicação para a pobreza: a culpa é do imperialismo. Surpreende bastante, mas ele está falando dos brasileiros. Entre os bolivianos comuns há uma forte aversão ao "imperialismo" do Brasil. É possível que isso seja simplesmente um reflexo do gigantismo brasileiro, que suscita temor entre vizinhos menores. "Quem dorme ao lado do elefante teme ser pisoteado", diz um diplomata brasileiro. De formaum tanto obtusa, a Petrobras acabou se convertendo, na cabeça dos bolivianos, no protótipo da empresa exploradora dos recursos que deveriam salvá-los da miséria. O ministro de Hidrocarbonetos, Andrés Soliz Rada, apelidado pelos bolivianos de Boca de Poço, chama atenção pelos dentes desproporcionalmente grandes e pelo modo furioso como se refere à Petrobras. Jornalista antes de ser ministro, sempre escreveu sobre os recursos naturais bolivianos e pregou a urgência em expulsar a empresa brasileira. Seria mais sensato e honesto se agradecesse a contribuição da Petrobras ao desenvolvimento boliviano. A empresa extrai 57% do gás produzido pela Bolívia, contribui com 24% da arrecadação de impostos e tem sua bandeira em um em cada quatro postos de gasolina no país.

A opção brasileira pelo gás natural foi estratégica. O plano era reduzir a dependência que o Brasil possui em relação ao petróleo e à energia produzida pelas usinas hidrelétricas. O gasoduto Bolívia–Brasil entrou em operação em 1999. Tem capacidade para transportar 30 milhões de metros cúbicos por dia, mas, até recentemente, operava com grande ociosidade. Contratualmente, o Brasil era obrigado a pagar aos bolivianos por um gás que não estava utilizando. Houve várias negociações, com diferentes governantes do país vizinho, para que o preço fosse reduzido, mas a Bolívia, escorando-se nos contratos firmados bilateralmente, permaneceu irredutível. Agora que finalmente o Brasil precisa do gasoduto em plena força, a Bolívia joga os contratos na lata do lixo – aqueles mesmos que defendia com tanta veemência e resolução.

O gás natural como opção energética ganhou força com o racionamento de energia, em 2001, que lançou incertezas sobre a disponibilidade de eletricidade. Com o gás, as empresas podem produzir a própria eletricidade, utilizando para isso geradores especiais. Outro fator que impulsionou a vendagem do gás natural foi a escalada no preço do petróleo. O gás liquefeito de petróleo (GLP), o popular gás de botijão, é um derivado do petróleo e chega a custar 80% mais do que o natural. Houve também um forte avanço na utilização automotiva. A frota nacional de carros convertidos para rodar com o gás natural veicular (GNV), um combustível bem mais em conta do que a gasolina, já passa de 1 milhão. Em 2000, o Brasil consumiu 16 milhões de metros cúbicos por dia. No ano passado, o total atingiu 40 milhões de metros cúbicos, sendo quase a metade originária da Bolívia. Hoje, o gás natural responde por 8% da matriz energética brasileira. Qualquer alteração nas relações atuais será imediatamente repassada ao consumidor. As indústrias seriam incapazes de absorver um aumento nos preços desse combustível. Se o pior ocorrer, mais uma vez quem pagará a conta será a população brasileira.

Afinal ...magala ..trata-se do povo Brasileiro ou não??????


Publicado por: Corsário às maio 10, 2006 12:17 AM

joga-se sempre o mesmo "jogo" habitual. A chamada "esquerda" do lado dos pobrezinhos e a chamada "direita" do lado dos ricaços. E a oligarquia vai mantendo o "poder" à custa de todos os ineptos (de "esquerda" e "direita") que ainda não se aperceberam do "truque" !
é verdade
desde que o BE fez o frete ao PS nas presidenciais, certamente à espera de lugares à mesa do orçamento, que as dissidências não param.
Com a jogada, esvaziou-se um movimento que até poderia ter alguma utilidade como factor de contestação.
Tambem há cogliones de "esquerda", pois claro!

Publicado por: xatoo às maio 10, 2006 12:18 AM

As transcrições do Capitão do Exército de Salvação integrado na Brigada do Reumático têm o rigor e a credibilidade dos artigos de fundo do Diário da Manhã sobre o governo do Salazar.

Aqui fica uma informação séria e que reduz as estilhas o bla-bla-bla da banha de cobra:

Morales is taking Bolivia out of the shadow of the US

The president has joined the radical bloc by taking over energy resources and signing a trade deal with Castro and Chávez

Roger Burbach
Monday May 8, 2006
The Guardian


With the nationalisation of Bolivia's natural gas and petroleum resources President Evo Morales, the country's first indigenous president, is dramatically reshaping his country's destiny. On May 1 he proclaimed "a historic day has arrived. Now the gas and oil that flows from our land will no longer belong to foreigners". This came just after his return from Havana, where he signed what was called the people's trade agreement with Fidel Castro and Venezuela's Hugo Chávez.

Until these dramatic steps, it was unclear what direction Morales was moving in during his first three months in office. He and his foreign minister held at least four talks with the US ambassador in Bolivia, David Greenlee, in which both sides seemingly extended the olive branch. As Greenlee said in March after one of the meetings: "We have a constructive dialogue with the government of Bolivia over a wide range of themes and mutual interests."

Two factors compelled Morales to seize Bolivia's national resources and to realign the country internationally: the militancy of the country's peasant, worker and indigenous movements, and the decision of the US to foist free-trade agreements on Colombia and Peru that severely damaged Bolivian exports to other Andean nations.

Morales and his political party, MAS, the Movement for Socialism, took power in January with a clear popular mandate. Social uprisings starting in 2000 demanded that the state nationalise the country's natural gas and petroleum so the lucrative profits of these industries could be used to help lift South America's poorest country out of poverty. Three presidents resigned or were forced out of office by these popular protests.

Until May 1, some of the country's popular movements felt that Morales had reneged on his campaign promises as he did little more than state that Bolivia already "owned its resources". His approval ratings dropped from 80% to 68%. But as one observer in La Paz notes, "Evo is a masterful politician". Morales chose this moment to act because of the elections for the constituent assembly, scheduled for July. The assembly will have the power to redraft the country's constitution and reshape its political institutions.

As Vice-President Alvaro García Linares has noted, the goal of MAS is "to achieve hegemony", and the assembly is central to this process. Bolivia has been unstable for years because of poverty, military revolts and the conniving of the country's political elites as they loot the public treasury. As in Venezuela prior to Chávez's election, the traditional parties are viewed as bankrupt. Morales and MAS want to breathe new life into the political and social institutions, to give voice to the country's indigenous poor who have been exploited by the caras, the faces of white oppression that have dominated Bolivia since the Spanish conquest.

With the government's expropriation decree, 15 corporations have been nationalised. These had foreign capital from a wide variety of nations, including the US, Spain, Britain, Brazil, France and the Netherlands. Seizing control of these enterprises goes to hand in hand with Bolivia's audacious steps in the trade arena. MAS and Morales view neoliberalism, US trade agreements and corporate-driven globalisation as major obstacles to the country's development.

This year, Colombia signed a so-called "free-trade agreement" with the US that is particularly harmful to Bolivia. Sixty per cent of Bolivia's major agricultural export, soya beans, currently goes to Colombia. The US-Colombian accord means that cheap, subsidised US grains will flood Colombia, driving out Bolivian soya.

Lima has also just signed a trade agreement with Washington that will have an adverse impact on Bolivian exports to Peru. These accords have ruptured the 37-year-old Andean Community of Nations, a trade pact that included Venezuela and Ecuador as well as Bolivia. Chávez announced in April that Venezuela was withdrawing from the pact because the US had "fatally wounded" the community. Morales has said that Bolivia is reconsidering its membership.

The discontent with the Andean community led to the signing of the people's trade agreement between Cuba, Venezuela and Bolivia on April 29. The accord is particularly favourable to Bolivia, as Cuba and Venezuela have agreed to take all of Bolivia's soya production as well as other agricultural commodities at market prices or better. Venezuela will also ship oil to Bolivia to meet domestic shortfalls in production, while Cuba will send doctors.

The trade agreement and Bolivia's nationalisation mark a dramatic shift in hemispheric affairs. Morales is serving notice on Washington that he is becoming part of a radical bloc of nations in Latin America that are no longer subservient to the US.

· Roger Burbach is director of the Centre for the Study of the Americas, based in Berkeley, California. He is the co-author, with Jim Tarbell, of Imperial Overstretch: George W Bush and the Hubris of Empire. This article first appeared on www.redress.btinternet.co.uk

Publicado por: Boina Verde às maio 10, 2006 02:04 AM

(xatoo, não te preokupes muito com isso, está aí a Revolução Digital que vai subverter muitos conceitos e esquemas tradicionais. Também há muita merd@ na esquerda pois claro,... E nós dos blogs também fazemos parte da oligarquia pensante, não?

Quanto ao BE, o partido tomou conta (e quase matou o movimento), é inevitável, com o aparelhismo e os tachitos inerentes, o jogo de influências de bastidores, o voto por correspondência que nem se sabe quem é.... dos dinossauros dos partidos fundadores. Faço-te notar que só larguei o Bloco um mês depois de estarem encerradas as presidênciais, para não largar a bomba durante...

É muito bem voltar a ser independente (solteiro :).

Mas ao contrário de ti eu não sou em absoluto marxista-leninista, pelo contrário, sou cada vez mais por um estado pequeno, flexível e amigo do cidadão. E muita iniciativa privada, eticamente regulada. Social-liberal. Por cá.

Agora lá pela América Latina, com tanta miséria e a sobreexplotação das multinacionais, acho muito bem que nacionalizem os recursos, de vez em quando, para obrigar a novos contratos, etc., e fico contente que os índios estejam a governar as suas terras)

Publicado por: py às maio 10, 2006 09:49 AM

e esta hem?,, ahahahah:
El voto secreto y soberano en la Asamblea General deja fuera a los Estados Unidos
Cuba elegida entre los 47 integrantes del Consejo de Derechos Humanos de la ONU:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=31310

Publicado por: xatoo às maio 10, 2006 12:24 PM

dizes tu,Py:
"sou cada vez mais por um estado pequeno, flexível e amigo do cidadão"
Supõe tu que te convido para almoçar. Pago eu, e como sou um teso, levei-te a uma tasca foleira e só gastei 20 Euros. Foi um prazer estarmos os dois, livres. Mas é mentira!,,, entre nós esteve, e de que maneira o tal Estado que tu queres pequeno - queres ver como?
Da factura dos 20 euros 3 euros e 1/2 foram para o IVA. Supondo que o dono da tasca teve um lucro normal (30%) o IRS correspondente obriga-o a pagar mais 1/3 do valor, ou seja, mais 2 euros.
No total, quando pensávamos que estivemos sózinhos, o tal Estado levou 5 euros e meio, ou seja, mais de 1/4 parte cobrados pela simples reunião de dois cidadãos.
É isto o "Estado pequeno"?
Por fim, não tens qualquer controlo sobre o que o Estado fez aos 5 euros e meio, excepto que quase de certeza esse valor serviu para sustentar a oligarquia que vive à sombra do aparelho desse Estado.
O Marxismo com a democracia directa a partir das bases pretende responder a isto.
(um dia destes vou à Venezuela ver como estão a correr as coisas por lá)

Publicado por: xatoo às maio 10, 2006 12:40 PM

... uma foto espectacular (por entre as fragatas de guerra que a França vendeu a Taiwan) :


http://permanent.nouvelobs.com/societe/20060509.OBS6980

Publicado por: asdrubal às maio 10, 2006 03:25 PM

oh xatoo, mas ou seu que não estou a ver ou então estás a dar-me razão: um estado mais pequeno, flexível e amigo dos cidadãos com menos impostos, pois claro.

o problema de fundo é de mentalidades, se fossemos mais simbióticos e menos sacanas, ficava muito melhor.

Agora é verdade que me tornei mais liberal. Antes de ir para a Bahia, andei a diagnosticar a engrenagem dos fogos e descobri, na análise de dados, uma consistência interna no sistema notável, como se estivesse a lidar com uma experiência controlada de laboratório. depois em Salvador o agora corsário fez-me ver isso mesmo.

O ambiente lá na função pública lá do sítio é de cortar à faka...brrr, uma data de tipos a chatera uma data de tipos,...,que bom ser contratado a recibo.

Agora isso é cá, lá na América latina e na tradição dos índios, percebo que vão numa de socialismo estatal, com a miséria que há até acho bem, mas sobretudo não tenho que achar grande coisa a não ser que é escolha democrática deles. Essa é a grande novidade.

Publicado por: py às maio 10, 2006 04:25 PM

querias brinkar com os biliões do nuklear e do Carbono ao mesmo tempo, não é? F*deste-te...

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=6&id_news=66880

Publicado por: py às maio 10, 2006 04:45 PM

... já não sei se isto foi noutra reencarnação, mas nós não éramos ricos em pirites e cobre?

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=6&id_news=66880

Publicado por: py às maio 10, 2006 04:48 PM

covered bonds é obrigações cobertas?

Ninguém liga ao imperialismo anglófono

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=275723

Publicado por: py às maio 10, 2006 04:53 PM

Ecleticando;
(Do "Tempo que passa" ; Prof. Adelino Maltez)

D. João II :

- «segundo dicto do nosso Remydor Jezu christo non viemos para quebrantar as leis, nem o que devemos, mas ante pera o muy inteiramente comprir e guardar : pero segundo a variedade e sobcessps dos tempos convem aos Reis e prinçipes de Santa e virtuosa entençam mudar, limitar e declarar, ader e interpretar as constituições e posiçõees humanas por as causas urgentes e bem e publico proveito. por tall que as leis sempre aiam com vigor e força de servir o fim nunca mudavel e causa finnal do direito. o qual he rrefrear e limitar os apititos desordenados sob iusta e direita regra.
O que todo se deve fazer com grande madureza e deliberaçom dos prodentes».

(Preâmbulo das Cortes de Évora, de 1481-1482)

#

«Estando el Rey hum dia com desembargadores sobre um feyto seu, depois de lido, e a casa despejada pera darem seus votos, disse o Doutor Nuno Gonçalves : "Senhor, nos não podemos aquy votar nesse feyto ; perguntou el Rey, porque ; disse o Doutor: Porque vossa Alteza he parte nelle, e está presente. El Rey levamtouse em pe, avendo disso desprazer, e disselhe : Isso me aveis vos de dizer ? como em mim se entende isso, se eu sam a mesma justiça, como ey de ser parte. E el Rey com payxam pasceou um pouco polla casa sem falar nada, e tornou logo a mesa, e encostado nella em pe disse:
Doutor, eu vos agradeço muyto o que me dissestes, e fizestelo como muyto bom homem que sois. E a mim me parece assi como a vos, que não devo de ser presente, e por isso me vou, e todos julgai segundo vossas consciencias : e sahiose logo, e deixouos sos».

(Garcia de Resende, na «Chronica dos Valerosos, e Insignes Feitos del Rey Dom Ioam II)


Escritos fabulosos.
O que será a palavra exacta para aquele «sobcessps» ?

Publicado por: asdrubal às maio 10, 2006 05:26 PM

? mistério

Publicado por: py às maio 10, 2006 09:11 PM

(mas é uma bonita história)

entretanto isto é novidade, não?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1256733&idCanal=23

Publicado por: py às maio 10, 2006 09:16 PM

ehehe

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1256748

Publicado por: py às maio 10, 2006 10:52 PM

Refinaria Vasco da Gama ?!
Refinaria Vasco da Gama ?!!!

Mas o ridículo é sem limites em Portugal.
Porra, este regime ou lá o que seja que se lhe apensa tem uma falta de dignidade que vai ao vómito.

Publicado por: asdrubal às maio 10, 2006 11:12 PM

BBC Brasil.com :

"O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta quarta-feira que o aumento na taxa de mortalidade infantil e a queda da natalidade são as ameaças mais sérias ao futuro do país.
"O mais grave problema na Rússia moderna é a demografia", disse Putin em seu discurso anual.

De acordo com o líder, a população russa, que gira em torno de 143 milhões de pessoas, perde, em média, 700 mil pessoas por ano.

Ele anunciou um programa nacional de 10 anos de incentivo à gravidez, criando novos benefícios para mulheres que tiverem um segundo filho ou abandonarem o trabalho para ser mães."
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Andam todos ao mesmo, afinal...

Toca a fornicar, portanto...

É preciso povoar o planeta. Somos poucos, pelos vistos...

Qual é o limite? Não há?

Publicado por: Senaquerib às maio 10, 2006 11:19 PM

Engraçado... o boina verde...diz que publiquei banha da cobra....
Faz lembrar aquela anedota que contavam no tempo da guerra fria..

Teria havido uma corrida entre os presidentes dos USA e da URSS.
Tendo o presidente americano ganho a corrida ...
A noticia nos USA foi :
- Presidente dos USA ganha corrida ao seu homólogo soviético..

A noticia na URSS foi:
- O glorioso presidente da URSS fica num honroso 2º lugar enquanto o imperialista americano ficou em penúltimo....

Publicado por: Corsário às maio 10, 2006 11:32 PM

asdrubal às maio 10, 2006 05:26 PM

sobcessps = sucessos (acontecimentos – em linguagem actual)

Publicado por: Estamos sempre a aprender qualquer coisa às maio 10, 2006 11:52 PM

asdrubal às maio 10, 2006 05:26 PM

sobcessps = sucessos (acontecimentos – em linguagem actual)

Publicado por: Estamos sempre a aprender qualquer coisa às maio 10, 2006 11:52 PM

Ecleticando...

Os asssaltos não são só aqui.. aí rivalizam....

http://www.naoestafacil.com/index.php?title=e_um_assalto&more=1&c=1&tb=1&pb=1

Publicado por: Corsário às maio 10, 2006 11:55 PM

Bem me parecia que o Cushário só conhece anedotas requentadas...

Publicado por: Sargento de Piquete às maio 10, 2006 11:55 PM

Bem me parecia que o Cushário só conhece anedotas requentadas...

Publicado por: Sargento de Piquete às maio 10, 2006 11:56 PM

Mas sempre actuais ... é não ?É como a moda .. revivem...

Olha .. o que estava a fazer o Huguinho na reunião com Lula ,Evo e Kirschener , sobre o gás Boliviano ?

Publicado por: Corsário às maio 11, 2006 12:08 AM

O Huguinho é um daqueles sobrinhos do Pato Donald?

Publicado por: Walt Disney às maio 11, 2006 01:49 AM

Não ... é um dos irmãos metralhas...ou dos irmãos Dalton.. talvez o Joe

Publicado por: Corsário Negro às maio 11, 2006 02:22 AM

Estamos sempre a aprender qualquer coisa às maio 10, 2006 11:52 PM,

Muito obrigado.
Não me passava pela veia mais torta !

Publicado por: asdrubal às maio 11, 2006 10:39 AM

Py ainda te podes curar dessa desgraçada doença

Toma lá mais uma dose

http://hosted.met-art.com/generated_gallery/full/MonikaE/met-art_rm_08295_0060_dce.jpg

Publicado por: Não abra se é daqueles às maio 11, 2006 04:23 PM

«ONU: Sampaio nomeado enviado especial para combate à tuberculose». (DD)

Eu ia jurar que isto era uma maldade de VPV ...

Publicado por: asdrubal às maio 11, 2006 05:36 PM

Tu danadinho! Olha a tensão arterial dos nossos companheiros do fórum da Sociedade de Geografia...

Eu bem me parceia que isto das pirites tinha sido nesta reencarnação:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=6&id_news=66959

Publicado por: py às maio 11, 2006 07:00 PM

oh entomologista, não achas esta pequena catástrofe fiduciária filatélica bem interessante? Catraplim!

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=201309&idselect=11&idCanal=11&p=200

Publicado por: py às maio 11, 2006 08:08 PM

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=275654

e ninguém liga nada aos diamantes das jóias do coroa portuguesa, pensam que é bichice minha, e não é nada , aveugles,,,

para já a quantidade incrível de trabalho investido na lapidação de cada um daqueles diamantes, até devia obrigar os marxistas a engolir tomates...

depois são símbolos maiores, pensados ao mais ínfimo pormenor, um legado histórico do caraças,

depois jóias tem a mesma raiz etimológica que alegria

depois Portugal tinha há bem pouco tempo das maiores colecções de diamantes intermédios (15-25 cts) do mundo

(espero bem que não ande lá ninguém a substituir os diamantes por zircões ou quartzos)

e depois não ouviram falar que o Irão tinha transferido as suas reservas para a China... Reservas de quê? Diamantes, antes do petróleo o Irão respondia pela moeda com diamantes.

Grrrrrrrr!

Publicado por: py às maio 11, 2006 08:16 PM

... e portanto, isso devia fikar, tudo devidamente identificado e certificado, etc, em exposição permanente na Torre de Belém (ou noutro sítio se esta for pequena demais), numa caixa-forte à prova de tsunamis, ou parecido,

Publicado por: py às maio 11, 2006 08:33 PM

felizmente, estive lá em Dezembro e fiquei meio-envergonhado

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1256866

Publicado por: py às maio 11, 2006 08:37 PM

(... nem de propósito, passei os olhos pelo Público antes de deitar no lixo e lá está uma foto de um quadro de Maria II, por detrás da cadeira do presidente do STJ, onde usava a gargantilha de brilhantes que foi palmada na Holanda há 3 anos atrás)

Publicado por: py às maio 11, 2006 09:01 PM

(puf, hoje vou dormir cedinho depois de ler mais um pouko da via do Buda, mas então era só para dizer que só hoje é que realizei a sina do meu nick, cá para mim era só diminutivo de pyrenaica, mas afinal é porque parece que tenho de andar por aqui a apytar..., felizmente sem som :)

Publicado por: py às maio 11, 2006 09:47 PM

apytando:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1256866

Publicado por: py às maio 11, 2006 09:54 PM

Eclecticando :

Em sulco, o côvado, no exterior das muralhas da Vila de Sortelha onde se mediam os tecidos e o sei lá. A vertigem do tempo no meio de um país indefinível. Mas que destino é este ?

Côvado :
«Medida de comprimento usada na construção naval que equivalia a cerca de 0,68 m.
O Côvado das Ribeiras da Índia, medida ali usada, correspondia a 1/3 do «rumo» ou a dois «palmos de goa». O «côvado real» era o nome que também davam à «goa». A expressão proveio de se dizer que fora aquela medida usada na Arca de Noé».
O que eu sei é que a Vila de Sortelha está lá mesmo. Um assombro, meu Deus.

Publicado por: asdrubal às maio 11, 2006 10:36 PM

The Future Is Fish ...

http://www.forbes.com/global/2006/0522/036.html

Publicado por: Corsário às maio 11, 2006 10:47 PM

Morales lines up land owners as next target
By Haig Simonian and Daniel Dombey in Vienna
Published: May 11 2006 22:23 | Last updated: May 11 2006 22:23

Evo Morales, the Bolivian president, on Thursday ruled out compensating foreign energy companies that face changes to their contracts as a result of a controversial nationalisation policy announced earlier this month.


Speaking at a summit of Latin American and European leaders, the defiant leftwing president, accused foreign companies of pillaging his country for hundreds of years and warned that large landowners were the next target of his radical reform agenda.

“We’re not going to limit ourselves to hydrocarbon resources”, Mr Morales told a packed news conference. “There is also huge land ownership, especially unproductive land, in our country.”

Earlier this month, Mr Morales shocked foreign investors by sending in the army to gas fields to underline his move to nationalise the country’s energy industry. Companies have been given 180 days to renegotiate their contracts. Some energy companies, for the time being, have to pay royalties of 82 per cent to La Paz, rising from 50 per cent. Only a year ago, companies paid royalties of 18 per cent.

On Thursday, Mr Morales indicated that companies could receive compensation for physical assets taken by the state, but that they would not be indemnified for losing their concessions.

Mr Morales described foreign energy investors as “smugglers” and argued they had broken Bolivian laws and paid no taxes on their profits.

“We don’t have to talk, dialogue or negotiate when it comes to the policy of a sovereign state,” he said.

He also pointed to a looming clash with the country’s judiciary who have been criticised by the leftwing government for failing to impose laws to protect national interests.

“For us, the judiciary are the representatives of the colonial state, not the people,” Mr Morales warned.

Analysts said the president’s message was all the stronger for being delivered in Europe, where many of Bolivia’s biggest energy investors are based. Spain’s Repsol, Total of France and Britain’s BP and BG Group are among the largest foreign energy groups in the country, along with Petrobras of Brazil.

Repsol, the Spanish energy company, said on Thursday it would defend the value of its investments in Bolivia and would take international legal action if necessary. Today, Mr Morales is expected to meet Spain’s prime minister, Jose Luis Rodriguez Zapatero, to discuss the threat to Repsol.

Mr Morales drew criticism on Thursday from Vicente Fox, the Mexican president, who highlighted the sharp differences among latin American leaders by describing nationalisation as a “terrible” path.

“I think that far from putting the economy in the hands of the state, you have to put it in a market with social responsibility”, he said.

Separately, Mr Morales accused the United States of misusing drug eradication programmes as part of its ”geopolitical interests” and warned neighbouring Andean countries such as Ecuador, Colombia and Peru not to press ahead with trade agreements with Washington.

“Those countries now negotiating free trade agreements with the US are betraying the concept of the Andean community”, he said.

Mr Morales, whose presence overshadowed the EU-Latin America summit, went out of his way to praise Hugo Chavez, the Venezuelan leader, and Cuba’s president Fidel Castro.

He lauded Cuba for its humanitarian aid, while accusing Spain, which has close links with the country, of reneging on its aid promies to Bolivia.

“Fidel, and Cuba, deserve my full admiration and support,” he said.

Então Boina Verde ??? A Repsol está incondicionalmente ?

É banha da cobra ????

Publicado por: Corsário às maio 11, 2006 11:09 PM

Investimento estrangeiro ?
Para Fox ..é importante ..e para Morales ?

A notícia aqui no Brasil é de que Morales disse hoje em Viena ..que a Petrobrás é contrabandista e sonegadora de impostos ...

E agora Boina Verde ( ainda por promover a cabo) ainda é banha da cobra ?

Fox warns leftist policies will harm Latin America
By Daniel Dombey in Vienna
Published: May 11 2006 22:23 | Last updated: May 11 2006 22:23

vincente foxVicente Fox, the president of Mexico, on Thursday delivered a salvo against the leftwing policies of Venezuela and Bolivia, warning that protectionism and nationalisation could damage the prospects of Latin America as a whole.
ADVERTISEMENT

In an interview with the Financial Times, he made a thinly veiled attack on Hugo Chávez, Venezuela’s president, and Evo Morales, his Bolivian counterpart, who recently moved to nationalise the gas industry.

“I respect the opinions of other presidents and do not want to interfere in their decisions,” Mr Fox said, when asked about the rise of economic nationalism in the region. “But, yes, I can say if something has not worked well in Latin America, it’s precisely populism, demagoguery, deception, which only hurt the process of development and impoverish people even more.”

Mr Fox added that he would on Friday ask for a first-hand account from Mr Morales on how the country’s plans for gas nationalisation would affect co-operation with Mexico.

“I want to hear from him . . . not to interfere but because of how it might affect what we have worked on,” he said. “I want to hear from President Morales what his position is.” Mexico has invited Bolivia and other states to compete for a long-term contract to supply it with natural gas.

Speaking in Vienna on the eve of a Latin American European Union summit, Mr Fox said the region needed instead to show that it was open for business.

“I hope Latin American countries reaffirm our willingness to open up markets for trade and investment,” he said, adding that the meeting needed to “draw to Europe’s attention that not everything that glitters is gold in China, in Asia or India. Today we are in a global arena where no one can decide not to participate, otherwise they lose opportunities.”

But, following Mr Morales’ latest declarations on limiting compensation to foreign investors in the gas sector, the summit may well disappoint Mr Fox’s hopes.

Despite the attendance on Friday of leaders such as Tony Blair, British prime minister; Jacques Chirac, French president; and José Luis Rodríguez Zapatero, Spanish prime minister, the Austrian officials organising the event found it hard to foresee concrete results the summit might produce.

Mr Fox also played down the success of the left in Latin America, describing elections as “a pendulum that goes first one way then the other”. Recent polls in Mexico’s own presidential race, to be held in July, indicate that Andrés Manuel López Obrador, the leftist candidate, might have lost the lead after rival candidates associated him with Mr Chávez. In line with Mexico’s constitution, Mr Fox is not running again.

Publicado por: Corsário às maio 11, 2006 11:46 PM

Por outro lado .. encarando de frente a globalização e entrando por portas abertas ...


Stock Of The Week
Flying Brazilian Jets

Embraer (nyse: ERJ - news - people ), for short, is the world's No. 1 maker of smaller commercial and executive jets with 110 or fewer seats. It also makes fighter planes and other military aircraft. Based in Brazil, Embraer was formerly a state-run company but was privatized in 1994.

Its jets are used on regional routes all over the U.S. by customers such as ExpressJet Holdings...

Palavras para quê ?

Publicado por: Corsário às maio 11, 2006 11:54 PM

Pega lá magala ..tás sempre a dizer que as minhas anedotas são requentadas ..pega uma frescas..

Escola


Qual é a diferença entre uma loira burra e
uma loira inteligente?

É que a loira burra passa para o caderno o
que a professora escreve no quadro, mas
quando a professora apaga ela apaga também.

A loira inteligente não passa, porque já
sabe que a professora vai apagar.

Pão
P: Qual é a diferença entre um pão e uma
loira?
R: O pão tem miolo!
Teste de gravidez
Bom dia, doutor! Pode dar-me o resultado do
meu teste de gravidez?
Negativo! - responde calmamente o médico.
A loira furiosa: - Ah, é?! Então vou
consultar outro médico!

Conta quilómetros
Uma loira queria vender o seu carro velho
mas tinha muitas dificuldades porque o
mostrador acusava 250.000 Km. Após muito
reflectir, ela decide pedir um conselho a
uma amiga, que lhe perguntou: - Estás pronta
para fazer algo ilegal?
- Sim! - respondeu a loira - Quero vendê-lo,
custe o que custar!
Então, vais ter com o meu amigo que é
mecânico. Ele vai colocar o teu contador de
quilómetros em 50.000 Km.
A loira vai ao tal mecânico e este coloca de
novo o contador em 50.000 Km.
Alguns dias mais tarde, a amiga pergunta à
loira: - Vendeste o carro?
- Estás doida? Agora que ele só tem 50.000 Km, fico com ele!

Publicado por: Corsário às maio 12, 2006 12:28 AM

WQual Napoleão qual Napoleãozinho ...

Publicado por: asdrubal às maio 12, 2006 12:35 AM

Qual Napoleão qual Napoleãozinho ...

Publicado por: asdrubal às maio 12, 2006 12:35 AM

Corsário, tens mais jeito para as anedotas que para a análise política. Na política, as loiras ganham-te...

Isso da Repsol são só os gajos a ganir e a tentarem pressionar os bolivianos antes das negociações.
Mas o Morales (e quem o aconselha) não é parvo nenhum e tem tomates negros. Por que é que pensas que a Bolívia não tocou nos bens das empresas?
O petróleo da Bolívia é da Bolívia ou é da Repsol?
Essa é que é a pergunta a responder.
Entretanto, vai apreciando:

http://www.elmundo.es/mundodinero/2006/05/11/economia/1147355314.html

Publicado por: Hidrocarboneto às maio 12, 2006 03:31 AM

...Ojalá que los compromisos del Gobierno español no se paren con el problema de la nacionalización...

É um cara de pau... então este novo Che, acha que os compromissos dos outros estados são para cumprir e os do estado dele são para deitar fora..

Reparas-te que nalgumas fotos dos soldados e funcionários que invadiram as instalações da petrobrás tinham a careta do Che , pintada ?
Porque será ?O Che foi sempre longe .. muito longe..

A Bolívia não tem tecnologia nem para pôr um carro de bois a funcionar..qt mais para extrair gás..
Quem será que vai estar disposto a fornecer-lha ? e a que preço directo para o bolso do Evo ? o Huguinho ?
O que dizes da opinião do Fox ?Ele também é uma Loira ?Ou és tu ?
Nesta novela tb ganhas ?Pq não sugeres que vá para lá a Galp ?

Olha ..diz-me outra coisa .. estando a Bolívia com La Paz no paralelo 16 , e com os intransponíveis Andes a Oeste com altitudes na casa dos 12.000 pés.. , por onde achas que eles podem escoar o gás que têm ? Só se for pelo ar..realmente deve funcionar ...
Pelo Brasil , tem toda a lógica já tem um gasoduto construído e pago pelo povo Brasileiro..pela Venezuela ...têm que atravessar toda a amazónia...fica um bocado xatoo ..não achas ?

Mas o Evinho tem os conselhos do leão Hugo...depois logo se vê... mas eu imagino os coros que o leão lhe deve estar a bater...

Publicado por: Corsário às maio 12, 2006 06:34 AM

E como diz o Asdrubal .. para variar..

Será que as fotos digitais se apagam sózinhas ?

http://www.businessweek.com/technology/content/may2006/tc20060512_139808.htm

Publicado por: Corsário às maio 12, 2006 06:42 AM

...ora bem, mais um apyto:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=6&id_news=67000


Sortelha é magnífica, mas um bocado mais a Norte, Marialva também é de não perder.

Publicado por: py às maio 12, 2006 09:36 AM

chi, pela cara do Sarkozy também...

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1256939

Publicado por: py às maio 12, 2006 11:41 AM

Quando somos todos "qualquer coisa de luto" :

NOVO LUTO NACIONAL

Seremos de início dez, depois cem… mil… um milhão.....

vista algo de cor preta...pendure algo desta cor na janela de sua casa... vamos conseguir!...

nos DIAS 22 e 23 Maio
( 2 dias)


TODOS DE LUTO
CONTRA A VERGONHA!

Sabemos que sair às ruas é complicado devido aos compromissos diários, então

estamos propondo que nos dias
22 e 23 de Maio
todos ao saírem de casa vistam camisas/blusas pretas, e se você não tem, amarre um lenço preto no pescoço ou braço

MELHOR AINDA:

Pendure um pano preto na sua janela em sinal de luto pela morte da dignidade dos políticos.

Isto vai ser um sinal de repúdio à palhaçada que virou a política.

DEMONSTRE a sua indignação em todos as cidades !

Não tenha vergonha de participar!
Devemos ter vergonha de assistir é à bandalheira de boca fechada e de mãos atadas como um povo ignorante que não sabe como protestar!

Envie este texto ao maior número de pessoas.

Veja, analise e proteste !
Mais um roubo aos portugueses!
Leiam até ao fim e divulguem.
Isto não pode continuar!!!

Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro)com pensões de luxo (mas em 2006 a lista continua imparável!): pode ser consultado em: http://www.cga.pt/publicacoes.asp?O=3
Janeiro
Ministério da Justiça
€5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Março
Ministério da Justiça
€7148.12 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
€5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5484.41 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Empresas Públicas e Sociedades Anónimas
€6082.48 Jurista 5 CTT Correios Portugal SA
Abril
Ministério da Justiça
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5338.40 Procurador-geral Adjunta Procuradoria-Geral República
Antigos Subscritores
€6193.34 Professor Auxiliar Convidado
Maio
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
€5460.37 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Junho
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro Supremo Tribunal Administrativo
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Julho
Ministério da Justiça
€5182.91 Juiz Direito Conselho Superior Magistratura
€5182.91 Procurador República Procuradoria-Geral República
€5307.63 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Agosto
Ministério da Justiça
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservadora Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5043.12 Notária Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5027.65 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5159.57 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Ajudante Principal Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€ 5173.46 Notário 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
Setembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
€7284.78 Vice-Cônsul Principal Secretaria-Geral (Quadro Externo)
€6758.68 Vice-Cônsul mdash; Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro mdash; Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
Ministério da Educação
€5103.95 Presidente Conselho Nacional Educação
Outubro
Ministério da Justiça
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Novembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
€7327.27 Técnica Especialista Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Tribunal de Contas
€5663.51 Presidente
Ministério da Justiça
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
€5015.16 Professor Coordenador Inst Superior Engenharia Lisboa

Boas Vidas!!!
Mas nem tudo vai mal nesta nossa República (pelo menos para alguns)
Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram reeleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades. Sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (feita e aprovada por eles) a um subsídio que dizem de reintegração:
- um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.
Desta maneira um deputado que tenha desempenhado as suas funções durante uma Legislatura recebe seis salários (20.694 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários ( 68.980 euros).
Feitas as contas aos deputados que saíram, o Erário Público desembolsou mais de
2.500.000 euros.

No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de reforma ( mesmo que não tenham 60 anos). Estas são atribuídas aos titulares de
cargos políticos com mais de 12 anos.
Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:
Almeida Santos.......................... 4.400, euros;
Medeiros Ferreira....................... 2.800, euros;
Manuela Aguiar.......................... 2.800, euros;
Pedro Roseta............................ .2.800, euros;
Helena Roseta........................... 2.800, euros;
Narana Coissoró……………….. 2.800, euros;
Álvaro Barreto............................ 3.500, euros;
Vieira de Castro......................... 2.800, euros;
Leonor Beleza………………….. 2.200, euros;
Isabel Castro............................. 2.200, euros;
José Leitão................................ 2.400, euros;
Artur Penedos............................ 1.800, euros;
Bagão Félix................................ 1.800, euros.

Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos, por exemplo, os seguintes ex-deputados:
Luís Filipe Pereira . 26.890, euros / 9 anos de serviço;
Paulo Pedroso ........48.000, euros / 7 anos e meio de serviço
David Justino ..........38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;
Mª Carmo Romão ... 62.000, euros / 9 anos de serviço;
Luís Nobre Guedes . 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço.

A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente
na última legislatura, isto é, 3 anos, foi o suficiente para terem recebido cerca
de 20.000, euros cada .

É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!...

MAS... HÁ MAIS !!!

Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado. A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado – técnico
superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas
habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.
O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (????????), e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.

É BOM QUE TODOS SAIBAM COMO SE GOVERNA QUEM NOS GOVERNA.
MAS HÁ MUITO MAIS...

Vamos dar um basta e reagir como gente grande dizendo um grande

BASTA!
Não se esqueça:
dias 21 + 22 de Maio BLUSA / CAMISA PRETA E PANO PRETO NA JANELA (…e divulgue este e-mail)


#

Tá claro que :
«Entre le fort et le faible, entre le riche et le pauvre, c´est la liberté qui opprime et la loi qui affranchit.»
(Lacordaire) ....


Publicado por: asdrubal às maio 12, 2006 04:13 PM

Boa Asdrubal .. muito boa ... eu vou divulgar...tenho centenas , senão milhares de contactos de email..

O governo que vcs têm está cheio de hipócritas ....a começar no PM...

Olha ..mas para variar mais um pouquinho ... sabes o que o Evo agora diz ? Que o Brasil roubou o estado do Acre à Bolivia e que o quer de volta.... ....kakakakakakakakakakaakak

Publicado por: Corsário às maio 12, 2006 05:52 PM

PS : falta o Pedro Santana Lopes

Publicado por: py às maio 12, 2006 06:16 PM

será que o bush já engoliu...?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=227493

Publicado por: py às maio 12, 2006 06:20 PM

será que o bush já engoliu?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=227493

Publicado por: py às maio 12, 2006 06:22 PM

A Pérsia é governada por um regime fanático. Se se lhe juntar, sequer remotamente, a aquisição da arma nuclear, não é o Sr Bush que engole ou deixa de engolir...

#
Corsário às maio 12, 2006 05:52 PM,

O Sr Evo Morales se vai por aí, vai ligeiro e mui formoso ... esse Estado do Acre fica onde ? No Sudoeste brasileiro ? E aqui para nós que ninguém nos ouve : o Brasil "palmilhou" a coisa, hein-hein ?...

Publicado por: asdrubal às maio 12, 2006 07:40 PM

estes então fikam selados:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24760667

Publicado por: py às maio 12, 2006 08:24 PM

Camisa preta??
Isso cheira um bocado a facho.
Se em vez de andarem na macacada votassem no PCP já se tinha acabado a imoralidade das pensões obscenas.
Assim, meus caros eleitores do PS, PSD, e PP,continuem a lastimar-se e a votar em quem votam, mas não venham pedir batatinhas.

Publicado por: Bandera Rossa às maio 12, 2006 09:15 PM

O preto sempre foi a cor do anarco-sindicalismo e outros românticos de «avec le temps, tout s'en va» ...


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Isto aqui é inacreditável :
http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24760667.

Publicado por: asdrubal às maio 12, 2006 09:53 PM

O pirata do Cush deve passar o tempo todo a assaltar navios no alto mar. Só isso explica que se ria da afirmação do Evo de que o Brasil palmou o Acre à Bolívia.
Até o mais iletrado dos brasileiros conhece a história.

Em atenção dos desprovidos de educação:

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=814

Publicado por: Embrulha... às maio 12, 2006 10:20 PM

Olha, olha, o asdrubal conhece o Léo Ferré...

Publicado por: Anotador às maio 12, 2006 10:36 PM

Olha, olha, o asdrubal conhece o Léo Ferré...

Publicado por: Anotador às maio 12, 2006 10:37 PM

Olha, olha, o asdrubal conhece o Léo Ferré...

Publicado por: Anotador às maio 12, 2006 10:37 PM

http://www.emtemporeal.com.br/index.asp?area=2&dia=24&mes=04&ano=2006&idnoticia=5994

Publicado por: Este não é boliviano, nem índio, nem vermelho às maio 12, 2006 10:49 PM

Olha lá ó embrulha .. qualquer dia a Russia tb vem dizer que o Alaska foi roubado...qd foi pago...

Agora ..da grana do Acre .. quem ficou com ela pouco importa ... foi comprado e pronto ..o que é que tu queres ..voltar atrás ?
Ó tempo..volta pra trás ..dá-me tudo o que eu perdi ... embrulha...

Publicado por: Corsário às maio 12, 2006 11:38 PM

Deve ser uma coisa rara conhecer o Ferré. E já agora o Mouna mais a sua bicicleta. Dois mortos na minha eternidade.
Enfim vou dormir com a preciosa imagem do ministro da economia com minas d'ouro e crocodile's dandy. O homem passa do ouro negro ao ouro amarelo com a rapidez de uma bufa de gás natural ...

Publicado por: asdrubal às maio 13, 2006 01:05 AM

Corsário às maio 12, 2006 11:38 PM

Pois! É como se a Suiça vendesse à França uma fatia do norte de Itália.
Interessa lá saber quem vende!

Publicado por: É exactamente assim mas ao contrário às maio 13, 2006 02:19 AM

...então, tenho aqui uma fofoka histórica que não sei se está correcta, talvez me possam corrigir alguma deixa...

Sempre tive curiosidade para perceber melhor a perda de Olivença e finalmente o ano passado tive disponibilidade para ir estudar...

Tratou-se de uma tal Guerra das Laranjas (1801) ...
O que me intrigava é que eu sei que os portugueses podem ser muito corajosos e vencedores quando acreditam naquilo em que estão metidos. Quando estão desasados é que dá para o torto...

E sempre me fez confusão que o comando das tropas tivesse sido entregue ao velho Duque de Lafões, já com 80 anos...

Ora a grande bruxa da história foi esta:

http://i4.photobucket.com/albums/y140/auersperg23/CJoaquina.jpg

Carlota Joaquina de Bourbon-Parma, além de ser feia que nem um bode, coitado do bode, era filha de Maria Luísa de Parma e supostamente do Carlos IV de Espanha.

Publicado por: py às maio 13, 2006 08:33 AM

... retratados aqui pelo Goya:

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:FamilyofCharlesIV.jpg

O Carlos IV era um bêbado, ao que se diz, pelo retrato parece.

A Maria Luísa era da linhagem das grandes cortesãs, aliás está vestida à romana no quadro (traz no pescoço o "Bleu de France", ao que uns dizem, e creio que traz no peito o Sancy, o diamante que D. Sebastião ostentava: o diamante com as armas do rei de Portugal).

Era uma parideira em grande...

Publicado por: py às maio 13, 2006 08:35 AM

Ora ela engatou logo o Godoy que era guarda do palácio e foi sucessivamente promovido até Duque de Alcudia e primeiro-ministro: era o favorito...

Aqui está o cabr*o, com a bandeira de Portugal aos pés, depois da vitória na Guerra das Laranjas:

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Manuel_Godoy.jpg

Eu à caça dos diamantes pelos quadros, também me pus a olhar os olhos dos detentores e cheguei à conclusão que a bruxa tinha os olhos do Godoy e portanto seria filha dele - Bourbon uma ova, parece!

(se calhar é por isso que os espanhóis consideram que só o apelido da mãe é fiável)

Aquilo chamos-se Guerra das Laranjas porque no fim o Godoy mandou um ramo de laranjeira à Maria Luísa para simbolizar a vitória.

Lá se foi Olivença (e uma data de diamantes da coroa, entre os quais o diamante água-marinha de Pedro III, futuro Mirroir de Portugal, pedra central no diadema da imperatriz Marie-Louise).

Então a minha conclusão é que deve vir daí o "de Espanha nem bons ventos nem bons casamentos". Os tugas claro que perderam a guerra, com tantas histórias de família pelo meio o melhor era não ligar muito...

O João VI estava entalado naquilo tudo, com Napoleão à mistura, mas enfim, lá nos safamos...

Morreu envenenado com laranjas com arsénico... Já são laranjas demais para meu gosto.

(felizmente a redenção veio-nos com Maria II, tão bonitinha que é um orgulho nacional...junto com a Carta Constitucional, mas atenção eu não sou monárquico, gosto é de História)

Publicado por: py às maio 13, 2006 08:39 AM

já agora, ainda bem que isto é público:

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:JoaoVIportugal.jpg

Publicado por: py às maio 13, 2006 09:07 AM

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:MariaIIPortugal.jpg

Publicado por: py às maio 13, 2006 09:09 AM

chy,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=227567

Publicado por: py às maio 13, 2006 11:20 AM

«O Partido Socialista vai apresentar na próxima semana um projecto de lei sobre o protocolo de Estado que exclui o cardeal-patriarca de lugares de honra nas cerimónias oficiais, noticia hoje o semanário Expresso».

O republicano, laico e socialista por excelência, também designado pai da III República, nunca «prescindiu» de Suas Eminências.
Mas era um sujeito inteligente ... lá isso era. Com o imparável "delirium tremens" do PS, nada melhor do que comprar uma guerrilha com os cristãos católicos ...

Publicado por: asdrubal às maio 13, 2006 02:03 PM

...bem, dantes isto era secreto e agora já não é,

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=275905

Publicado por: py às maio 13, 2006 02:15 PM

correcção,

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u107684.shtml

basar

Publicado por: py às maio 13, 2006 02:17 PM

Gostava de saber quando vão desmarxizar o Estado.

Publicado por: Undercover Pinguïn (the best) às maio 13, 2006 03:57 PM

Estes lindinhos são demais ... ontem...

É curioso que tendo tanto mas tanto petróleo .. eles queiram tanto energia nuclear , e ainda por cima fazer o próprio enriquecimento...e depois dizem que vão fazer desparecer Israel numa grande tempestade ...
Estes filhos da P*uta tentam enganar quem ? Só se for OTÁRIOS....

Fears that Iran is trying to build nuclear warheads were aggravated Friday, when diplomats said U.N. inspectors may have found traces of highly enriched weapons-grade uranium on equipment from an Iranian research center linked to the military

Publicado por: Corsário às maio 13, 2006 04:25 PM

Se Israel desaparecer também não se perde grande coisa. Filhos da p*ta é coisa que ñão falta neste mundo.

Publicado por: Ça m'est égal às maio 13, 2006 06:25 PM

... é o que eu suspeito :
perdeu-se a consciência exacta do que é uma arma nuclear. Este fenómeno é mais perigoso do que ... uma arma nuclear.

Publicado por: asdrubal às maio 13, 2006 06:53 PM

arma nuklear tem Israel, e o único país que a usou foram os USA, portanto não venham cá com deambulações psicanalíticas sobre quem é - ou não é - capaz de a usar. Não tivessem os EUA invadido o Iraque e a probabilidade de kleger um fanático no Irão teria sido bem menor.Entretanto isto anda assim:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=227588

E o que eu quero é Portugal o mais possível fora dos cenários bélicos. Creio que a maioria dos portugueses terá uma posição similar.

Publicado por: py às maio 13, 2006 07:02 PM

Eu não sei se Israel tem uma arma nuclear.
Para quê ?!
Alguém a viu ? Israel fez saber, fazendo explodir uma arma nuclear, que a possuía ?
Não conheço essa estória.
Querem-ma contar, ou serão os USA a possuir armas nucleares em quantos submarinos queira e - geográficamente - onde quer que queira, incluindo todo o Médio-Oriente ?

Publicado por: asdrubal às maio 13, 2006 10:36 PM

http://dn.sapo.pt/2006/05/13/opiniao/contrarelogio_nuclear.html,

Este "piqueno", socialist on the Nafarro's rocks, sabe umas coisas importantes, sim senhor.
Não sei porque é que anda tão desaproveitado.

Publicado por: asdrubal às maio 14, 2006 12:01 AM

"o PS, comprar uma guerrilha com os cristãos católicos?",,, Asdrúbal?
isso é tanga mediática pura! (consuma quem quiser)

Publicado por: xatoo às maio 14, 2006 12:37 AM

xatoo às maio 14, 2006 12:37 AM,

Pois.
Eu julgo conhecer a "catequese" (que me é igual ao litro, diga-se de passagem) :
- E as Forças Armadas porque é que têm um Capelão-Mór ?
Acho que um Governo consequente devia também legislar, simultâneamente, no sentido de acabar com esta "distorção armada" ao Estado laico. As tropas mobilizadas nos Balcãs ou no Afeganistão, também não deviam ter por lá nenhum padre que o Estado é laico. Porquê então haver representação do Cardeal-Patriarca no protocolo de Estado ?
A pergunta é :
Porque é que não vão brincar com os brinquedos de fazer xixi prá areia em vez de chatearem o povo com merdices ?


Publicado por: asdrubal às maio 14, 2006 02:32 AM

A história de Israel e do nuclear para S. Tomé Asdrubal:

http://www.janes.com/regional_news/africa_middle_east/news/jir/jir990901_1_n.shtml

Então Israel ia fazer um ensaio nuclear naquela linguinha de terra? Isso não lembra a ninguém...

Publicado por: Boy scout às maio 14, 2006 05:58 AM

(caro (Ó)mega, se andar por aí, creio que uma vez pos aqui um link delicioso da Peggy Joyce, a propósito de the Portuguese diamond..., que eu não consigo encontrar. Se, por graça dos deuses lhe ocorrer...é que voltei à caça)

Publicado por: py às maio 14, 2006 09:53 AM

Boa malha!

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=201566&idselect=9&idCanal=9&p=200

Publicado por: py às maio 14, 2006 11:14 AM

(não é primo, divisível por 3)

http://www.publico.clix.pt/bartoon/

Publicado por: py às maio 14, 2006 11:53 AM

Boy scout às maio 14, 2006 05:58 AM

Eu prefiro não falar acerca do que de facto não sei nem conheço, mas continuo a achar uma irracionalidade a suposta posse de mísseis nucleares por Israel.
A verdade também é que a «prova» da posse dessas armas sempre «passou» pela sua demonstração efectiva (o deserto do Negev poderia constituir o lugar para uma explosão subterrânea, exactamente como «procedeu» a Índia) e isso nunca aconteceu.
Eu até desconfio que no Ocidente, incluindo porventura os USA, haja sequer a efectiva possibilidade de autonomia de decisão quanto ao uso destas armas. Quanto mais em Israel ...

Publicado por: asdrubal às maio 14, 2006 01:59 PM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1257141&idCanal=18

Publicado por: py às maio 14, 2006 03:25 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=227645

Publicado por: py às maio 14, 2006 03:26 PM

Espero que os EUA invadam rapidamente o Irão e acabem com o regime fundamentalista para aquela pobre gente poder finalmente ser livre. Só espero que desta vez enviem um numero suficiente de soldados.

Publicado por: Undercover Pinguïn (the best) às maio 14, 2006 03:37 PM

...bem, a liberdade de opinião é isto, é podermos conviver no mesmo blog com opiniões contrárias.

... depois não se queixe do pesadelo que vai vir e não faça uma cara inocente a dizer que não tinha previsto...

eu por mim já estou de consciência tranquila com o meu bokadinho de contribuição para a paz

Não se pode impor a democracia pela força externa, dá para o torto.

Aristóteles vence Maquiavel.

Publicado por: py às maio 14, 2006 05:51 PM

possa,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=227664

Publicado por: py às maio 14, 2006 05:54 PM

já percebo melhor o Evo, além de que foi eleito com um programa de nacionalizações:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=6&id_news=67075

Publicado por: py às maio 14, 2006 05:57 PM

Oioi galera ...tudo em cima ?

Tenho umas cenas bem doidas para mostrar..acerca do Evo...do PCC (primeiro comando da Capital )mas antes ...o que seria um milagre na UE..

US growth may have been 6%
By Christopher Swann
Published: May 13 2006 03:00 | Last updated: May 13 2006 03:00

US economic growth may have been as high as 6 per cent in the first three months of this year, economists said yesterday after the latest data showed a smaller-than-expected trade deficit for March.


The deficit narrowed to $62bn, down from $65.6bn in February and far below expectations of $70bn. But the deficit with China widened 12.5 per cent to $15.6bn.

The smaller-than-expected drag to growth from the trade gap led economists to push up their forecasts. Christopher Swann, Washington...

Bem.. vai daí vamos ao Evo...

http://oglobo.globo.com/jornal/economia/247165082.asp

Acre..que Acre ?? 24 horas depois ...Evo já não sabe o que estória ( ou história) é essa .. ( o que faz a droga..rsss)
Como é bom apanhar pilantras a jogar fora de casa ...esbaldam-se na hora ...

http://oglobo.globo.com/jornal/economia/247165084.asp

Evo de novo ..." ..Não citei a Petrobrás ..." realmente a droga faz mal .. em 24 horas Evo desdiz-se 2 vezes ... só que ele esquece-se que existem gravações com fotografias a bulir e tudo..

Ele deve pensar que são todos Bolivianos ...ou seja ignorantes ..

Agora passando para uma cena muitissimo doida...em S. Paulo...com o PCC

Gang Targets Brazilian Police; 30 Killed
Gang unleashes string of attacks on police across Sao Paulo, Brazil, leaving at least 30 dead

SAO PAULO, Brazil, May. 13, 2006
(AP)


(AP) One of Brazil's most notorious gangs staged dozens of attacks on police before dawn Saturday, setting off gunbattles in three cities that killed at least 30 people, officials said. Twenty-four prison uprisings also were reported across Sao Paulo state.

It was the worst assault on authority since gangsters armed with machine guns, bombs and other weapons attacked police stations in Sao Paulo city over a 10-day stretch of November 2003. That spree also was blamed on the gang First Capital Command, which is known by its Portuguese initials, PCC.

The attacks that began late Friday "were obviously the work of the PCC," said Enio Lucciola, press spokesman for the Sao Paulo State Public Safety Department.

"It is trying to undermine our authority and intimidate us and the population at large at a time when we have redoubled our efforts to destroy the organization," Lucciola said by telephone.

Public Safety Secretary Saulo de Castro Abreu said police stations, patrol cars and bars frequented by off-duty officers were attacked in Sao Paulo and three suburbs. Stations in the coastal cities of Cubatao and Guaruja, 50 miles to the southeast, also were attacked.

Abreu said there were 55 separate attacks that killed at least 23 policemen, the girlfriend of one officer, a passer-by, and five or six suspected gang members. Thirty-two people _ 15 policemen, 15 attackers and two passers-by _ were wounded, he said. At least 16 people were arrested.

He said the PCC was trying to intimidate police and government officials as well as retaliate for several of the gang's jailed leaders being put into solitary confinement, which is one of the ways officials use to break the chain of command with gang members outside the prison.

Nagashi Furukawa, the Sao Paulo State prison affairs secretary said that the PCC also apparently orchestrated rebellions in 24 of the state's 144 prisons, adding "most of these uprisings are minor, and none of the facilities have been destroyed."

Hours later, Furukawa's office said in a statement that six uprisings had ended and that inmates in the other 18 prisons were holding some 96 hostages. Further details were not immediately available.

"As far as we can tell none of the hostages has been hurt or seriously threatened, which is why we are considering these uprisings as minor," he said.

PCC was founded in 1993 by prisoners at the Taubate Penitentiary in Sao Paulo. Authorities say it is involved in drug and arms trafficking, kidnappings and bank robberies.

One uprising that PCC allegedly organized at a prison in February 2001 spread to 28 other jails across Sao Paulo state, causing violence that ended in the deaths of 19 inmates.

In the November 2003 attacks, officials say the gang was trying to pressure authorities to improve conditions at the prisons where the leaders were being held.

The attacks that month killed three police officers. Two suspected gang members also died.

Onde será que isto vai parar ?

Publicado por: Corsário às maio 14, 2006 06:19 PM

Aumentou o numero de mortos .. em S. Paulo ..que onda doida ..o que me vale é que isto é tão grande que parece que estou noutro país ..

SAO PAULO, Brazil (Reuters) - A total of 52 police, civilians and gangsters have been killed in two nights of coordinated attacks by a criminal gang in Brazil's Sao Paulo state, security officials said on Sunday.

A further 53 people have been wounded in the worst wave of crime-related violence in Brazil's wealthiest state in recent memory.

Publicado por: Corsário às maio 14, 2006 06:26 PM

... por cá, o que consta, é que as condições prisionais infrahumanas em S. Paulo e em algumas outras grandes cidades, reproduzem o gangsterismo elevado à quinquagésima potência.

Publicado por: asdrubal às maio 14, 2006 07:53 PM

é e no país do milagre que não tarda nada vem abaixo, é assim:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=227676

Publicado por: py às maio 14, 2006 10:27 PM

O maior bandido do Brasil está preso já há uns tempos ..chama-se Fernandinho Beiramar...
Há uns dois anos um juiz disse-lhe que ele ia ser transferido para outra prisão ..
O Fernandinho avisou o juiz que se ia acontecesse ele morreria ... o Fernandinho foi transferido ..o juiz morreu à porta de casa baleado e o Fernandinho voltou para onde estava ...

Ontem estava com uns amigos a conversar sobre os problemas socias daqui ..e a uma certa altura é-me dito que tem gente que tem todas as justificações para entrar no mundo do crime já que são totalmente excluidos...
Na verdade .. retorqui..os bandidos não são mais excluidos do que os seus vizinhos de favela... só que não gostam de trabalhar ..são frios e crueis e não olham a meios para atingir os fins ...
E na verdade também a esmagadora maioria dos favelados ..são gente que se esforça para se "virar " de forma digna e procuram trabalho de todo o tipo .. desde andar pela rua aos berros a vender botijas de gás... com carrinhos de mão a vender pão.. lavar carros em fontes .. para além de todo o tipo de empregos em que têm que acordar as 5 da manhã para abrir padarias etc... ...
Agora para quem não gosta de trabalhar como certas meninas que juntam o útero ao agradável...ou rapazolas que fazem todo o tipo de tráfico....

Agora desta onda doida que começou na sexta feira ..parece que tem a ver com vários "líderes" criminosos que foram postos em isolamento...e que pelos vistos não gostaram e deram ordens de retaliação...

Para terminar ... aqui no Brasil tem gente que mata .. confessa.. e aguarda o julgamento em liberdade ...depois é condenado ..passa meia duzia de anos na prisão .. e vem cá para fora continuar o terror ...

Nos USA .. em NY ...morre um policia por ano de forma violenta ... e lá ..qd alguém mata ..é morto...

Publicado por: Corsário às maio 14, 2006 10:40 PM

e neste momento o bush só conta com o apoio de 31% dos americanos, o pior score de sempre, por causa da guerra do Iraque, precisamente, a que foi feita por razões essencialmente económicas: "America is addicted to oil..."

Publicado por: py às maio 14, 2006 10:41 PM

Ó Py .. então se o teu país estivesse em guerra não irias usar de toda a " inteligência " para descodificar as comunicações dos teus inimigos ?
Ias deixá-los comunicar tranquilamente ?

A Lusofonia tb já passou por muitas guerras e se não tivessemos usado de toda a " Inteligência " que tinhamos ..talvez hoje não se falasse Português no mundo....
Nunca te esqueças que os USA são nossos aliados..

Publicado por: Corsário às maio 14, 2006 11:44 PM

Nossos??????

NOSSOS??????!!!!!!

Quem é que te nomeou meu procurador?

Publicado por: ?????? às maio 15, 2006 12:39 AM

Corsário às maio 14, 2006 11:44 PM

«as comunicações dos teus inimigos»

Dos teus inimigos????????

Inimigos??????!!!!!!!

Agora os cidadãos americanos já são o inimigo???
Pensando melhor, desde que a popularidade do chefe caiu para os 30%, se calhar os outros 70% passaram a ser considerados inimigos...

Publicado por: ?????? às maio 15, 2006 12:53 AM

Nossos ..dos Portugueses...pode haver quem não concorde ...mas são..ponto final...

Inimigos .. são agentes terroristas infiltrados ..pq numa democracia ao contrário das ditaduras as pessoas circulam livremente...

Publicado por: Corsário às maio 15, 2006 01:05 AM

Pobre Lula ...

Bolivian nationalisation leaves Lula in disarray
By Jonathan Wheatley in São Paulo and Daniel Dombey in Brussels
Published: May 14 2006 20:43 | Last updated: May 14 2006 20:43

The summit of more than 50 Latin American, Caribbean and European leaders last week was hardly Brazil’s finest hour. Where once the South American giant – with the region’s biggest population and economy – would dominate such events, this time it found itself reacting to an agenda set by Bolivia, the continent’s poorest state.


Bolivia’s nationalisation of its hydrocarbons sector on May 1 has embarrassed Luiz Inácio Lula da Silva, Brazil’s president, more than perhaps any other world leader. It has also raised questions over the direction of policy in Brazil, both domestically and abroad.

Petrobras, controlled by Brazil’s government, has assets worth about $1.5bn (€1.1bn, £790m) in Bolivia and has spent another $2bn on a pipeline to bring Bolivian gas to Brazil. “Our whole foreign policy is under threat,” one of those involved told the FT after crisis meetings following the nationalisation decree.

At the summit in Vienna, things got worse before they got better. Evo Morales, Bolivia’s president, began by announcing he would not compensate companies for assets seized in the nationalisation. The price Brazil paid for its gas would increase by as much as 60 per cent, he added, accusing foreign oil companies of operating illegally in his country and branding them smugglers.

Following Brazil’s threat to recall its ambassador, Mr Morales started to backtrack and by the end of the summit he promised negotiations over the nationalisation and the gas price rise. Petrobras and other oil companies were now Bolivia’s “partners” and Mr Lula da Silva his “compadre”.

Assuming there are no further U-turns, the way should be open for Petrobras, Repsol of Spain, BP and BG of the UK and other oil companies to reach negotiated settlements. Any agreement is unlikely to benefit Petrobras, which may have to pay more for Bolivian gas and write off some of its investments. But this will not be commercially disastrous.

The damage done to Brazil’s regional and global ambitions will be harder to mend. Much has been written about the recent polarisation of leftwing politics in Latin America, between the radical populism of Venezuela and Bolivia at one end and the pragmatic orthodoxy of centre-left governments in Chile and Uruguay at the other.

Mr Lula da Silva has sought to steer a middle course, matching commitment to economic stability with concern over social issues. Yet in its policy for South America, Brazil has made leadership its priority.

In the past, says Peter Hakim of the Inter-American Dialogue, a Washington think-tank, policy was designed to promote development at home, through trade and investment, and to maintain good relations with Brazil’s neighbours. “Leadership was always part of that,” he says, “but under Lula, leadership has been pursued for its own sake rather than to serve other interests.”

This was seen in Brazil’s promotion of the South American Community of Nations, launched in December 2004. It sought to unite Mercosur, the would-be customs union between Argentina, Brazil, Paraguay and Uruguay, and the Andean Community, both of which have since fallen into disarray, not least through failures of Brazilian leadership.

It was also seen in Brazil’s pursuit of a permanent seat on the United Nations Security Council, received frostily in the rest of the region. Furthermore, while sticking to economic orthodoxy at home, Mr Lula da Silva has been much friendlier – until the latest developments – with populists such as Hugo Chávez of Venezuela, Mr Morales and Néstor Kirchner of Argentina.

“This is a puzzle about Lula,” Mr Hakim says. “It’s not clear what he gets out of constantly meeting people like Chávez and holding up their arms in victory signs. Why doesn’t he treat Chile and Uruguay the same way?”

Yet there is an underlying consistency in Mr Lula da Silva’s stance. He began his political life as a fierce proponent of the kind of policies espoused by Mr Chávez and Mr Morales, including a deep distaste for the International Monetary Fund, the Washington consensus and “neo-liberalism”. It was just before taking office, when investors’ fears over his politics sent prices of Brazilian assets plummeting, that Mr Lula da Silva converted to economic orthodoxy.

“This is the big contradiction,” says Rubens Barbosa, former ambassador to London and Washington. “At home, he is following economic policies that he and his party are against, and internationally he is following policies that he and his party support but can’t maintain.” Between a swing to populism at home and a move to more pragmatic foreign policy, the latter appears more likely – though some analysts fear the former should Mr Lula da Silva win a second term at elections in October.

What causes concern among many investors in Brazil is that, as demonstrated by the spat with Bolivia, Brazil’s embrace of pragmatism and orthodoxy may owe more to expediency than conviction.

Publicado por: Corsário às maio 15, 2006 01:14 AM

..., bem eu estou com a maioria dos americanos que não querem uma intervenção militar no Irão, e também aposto que estou com a maioria dos portugueses se fossem interrogados nesse sentido.

Depois, li ontem parte do texto da carta do mahmoud ao bush e acho bem que tenha sido colocada à discussão pública.

Depois acho uma vergonha que no 3º milénio ainda se viva com as economias na dependência da guerra. Já sei de cor o homo hominis lupus mas a evolução é exactamente mudar.

Depois, também já me estou meio nas tintas, porque acho que é tudo expressão da pegada ecológica, e já estava devidamente avisada, Por D & D Meadows do MIT, desde o princípio dos anos setenta ("Os limites do crescimento").

Finalmente, está uma bela Primavera por aqui, vou caçar lixo e depois vou à praia, pelo meio trato de umas coisas, e depois logo se vê.

Publicado por: py às maio 15, 2006 09:00 AM

nublou: praia kaput, mas estava aqui uma kpkuazona que eu não tinha reparado :)))

Publicado por: py às maio 15, 2006 10:13 AM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=227766

Publicado por: py às maio 15, 2006 03:10 PM

Py, lê aí isto ( do que é que estás à espera para te mudares para o Aspirina B?)
já sei - o teu amiguinho brazuca, se se atrevesse lá, implodia,,,

"leio um suplemento do NRC-Handelsblad, o diário holandês de referência. Traz um artigo sobre a tese de Kurt Gödel de ser o decorrer do tempo uma ilusão. A tese não convenceu ninguém, nem o seu amigo Einstein. Por um raciocínio que não penetrei totalmente, considerava-se que, a ser realidade o que Gödel intuíra, estaria a máquina do tempo praticamente concebida.
A corroborar tão decepcionante conclusão, o artigo dizia: «Se a máquina do tempo fosse possível, podia ter-se esperado um público considerável na crucificação de Cristo».

Publicado por: xatoo às maio 15, 2006 04:21 PM

carissimo compincha monárquico Asdrubal:
esta já é antiga (é de 1985), mas veio-me aqui a talhe um destes dias,,,
um jornalista espanhol tinha perguntado então ao Fidel quando é que fariam eleições em Cuba - a resposta veio célere: "quando vocês fizerem eleições para o Rei em Espanha"

Publicado por: xatoo às maio 15, 2006 04:32 PM

xatoo às maio 15, 2006 04:32 PM,
Ó camarada, mas há alguma razão eleitoral prá gente sustentar três presidentes mais as respectivas famílias e mordomias, fóra o quarto que já está no activo ?
Se Deus não acode, qualquer dia já vão ser seis, basta que este enjoe o cargo ao fim de cinco anos, e que o octogenário persista em ser agnóstico. Sai o sexto.
Isto é alguma alegria ?!

Publicado por: asdrubal às maio 15, 2006 05:41 PM

ao menos este fique mais deskansado Asdrúbal, já o íamos pagar como prof. catedrático, portanto PR é só mais um nadinha,

pensa o que quiseres xatoo, eu gosto de cantinhos sossegados e mosaikos variegados, mesmo que morrentes

por falar nisso, desde que uma vez demonstrei a equivalência matemática entre uma forma definida por uma equação num espaço 4-dimensional (ou seja uma variedade 3-dimensional) e uma superfície definida parametricamente, ficou para mim pacífico que o correr do tempo pode ser visto como o desdobramento do Ser, os budistas dizem desvelamento, creio. Ou seja esta existência que vamos tendo pode ser equivalente a uma forma que é, sem mais.

(PS quanto a lutas na lama, gostei daquelas que acabam tipo bbm, mas hoje em dia prefiro sem lama, por causa das máquinas de lavar roupa, dos detergentes e dos coliformes fecais, fika para o pessoal mais novo :)

Publicado por: py às maio 15, 2006 07:02 PM

ehehe, o Rumsfeld vai ele ter que tomar o Tamiflu todo que os japoneses já lhe lixaram o esquema:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24760727

Publicado por: py às maio 15, 2006 07:50 PM

nisto uma pessoa pode fiar-se, ou não?

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24760737

Publicado por: py às maio 15, 2006 07:52 PM

Era isto?


Peggy Hopkins Joyce

Birth name
Marguerite Upton

In February 1928 she acquired the Portuguese Diamond from Black, Starr & Frost. She traded a $350,000 pearl necklace for the diamond and $23,000 in cash. According to New York newspaper accounts, it was mounted on a diamond-studded platinum choker to be worn close around the throat. The jewelry firm's spokesperson at the time indicated that the diamond was found at the Premier Mine, Kimberly, South Africa, in 1910, and that the firm had obtained it shortly after its discovery. Sometime prior to 1946 she placed the diamond on consignment to the group of jewelers mentioned above, in an unsuccessful attempt to sell it. Harry Winston acquired the Portuguese Diamond from her in 1951, and for the next several years it traveled the country as part of his "Court of Jewels" exhibition. In 1957, Winston sold the diamond to an international industrialist, who then traded it back in 1962. In 1963, the Smithsonian acquired the Portuguese Diamond from Mr. Winston in exchange for 2,400 carats of small diamonds.

http://famousdiamonds.tripod.com/portuguesediamond.html

www.24carat.co.uk/portuguesebluediamondframe.html

www.original-diamonds.com/famous_portuguese.php

www.gimizu.de/sgmcol/html/portgs.html


Interessante:

www.alrashidmall.com/jic/diamond-dictionary.htm

www.forum-hes.nl/forum/main_stocklist.phtml/subject/420/1/Manuscript.html

Publicado por: Anonymous às maio 15, 2006 09:00 PM

meu caro bem me parecia que v. ia descobrir uns links que me tinham passado. Não há como um número irredutível para estas coisas... Mas o facto de v. vir anónimo sugere-me que estou a brinkar com barra pesada, meu isso eu já sabia, não é defeito é feitio..., ainda não percebi foi se é do DNA ou do karma...

Já viu como estão a tentar branquear a origem portuguesa (brasileira) da pedra? É porque anda aí uma história mal contada. E eu vou atrás dela. Se quiser juntar-se saberá como, mas não se sinta compulsado. Gracias hombre!

Publicado por: py às maio 15, 2006 09:55 PM

mas já agora para ficarem a conhecer the expensive Blonde que usou o Português como colar,

http://cgi.ebay.com/CGC-Photo-PEGGY-HOPKINS-JOYCE-STUART-ERWIN-Int-1933-B_W0QQitemZ7594115125QQcategoryZ18824QQssPageNameZWD1VQQrdZ1QQcmdZViewItem#ebayphotohosting

Publicado por: py às maio 15, 2006 10:13 PM

ou esta,

http://cgi.ebay.com/CGC-Photo-PEGGY-HOPKINS-JOYCE-STUART-EDWIN-1933-BF336_W0QQitemZ7619208716QQcategoryZ18824QQssPageNameZWD1VQQrdZ1QQcmdZViewItem#ebayphotohosting

Publicado por: py às maio 15, 2006 10:16 PM

interessante esta distinção que eles têm lá entre "estado de defesa" e "estado de sítio",

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u121529.shtml

Publicado por: py às maio 15, 2006 10:33 PM

hum...

http://www.guardian.co.uk/usa/story/0,,1775213,00.html

bem, vou ler e xonar

Publicado por: py às maio 15, 2006 10:36 PM

Oioi...hoje finalmente fomos noticia internacional ..pena é que seja por ser mais uma subida de impostos (indirecta ? )...fixe fixe ..é o novo nome dele ...Socratesto..nada mal.. kakaka...

Report: Portugal Plans Pension Reforms

The Associated Press
Monday, May 15, 2006; 4:04 PM

LISBON, Portugal -- Workers with fewer than two children will have to contribute more to their government pensions under planned reforms to prevent the collapse of Portugal's retirement system, the prime minister said in an interview published Monday.

Contributions would stay unchanged for people with two children, decrease if they had more than two and increase if they had fewer, according to an interview with Socialist Prime Minister Jose Socratesto published in the Financial Times.

A Portuguese pension is calculated as a percentage of the top-earning 10 years of the last 15 years of the recipient's working life.

Under the reforms, the pension would be calculated according to the employee's entire working life, the Financial Times said.

Some workers will be offered the choice of working beyond the current retirement age of 65 or increasing their pension contributions, it said.

Officials at the Health Ministry said the government planned to present reform measures to Parliament before the summer recess in July, but they could not provide any details.

The reforms seek to address a pension crisis being felt in several European Union countries due to a falling birth rate and increased life expectancy, as well as lavish payouts.

Finance Minister Fernando Teixeira dos Santos said earlier this year that at current levels of income and expenditure, Portugal's pension fund may be unable to meet payouts in 10 years.

Portugal's birth rate has fallen to 1.5 children per family, down from 2.6 children per family three decades ago.

With retirements looming for 78 million baby boomers, the trustees for the U.S. Social Security program said this month that its trust fund will be depleted in 2040, a year earlier than expected.

The point at which the program will pay out more in benefits than it takes in will occur in 2017

Qt a ti piolho pubiano... eu implodia se fosse ao aspirina B ??? kakakakaka
Não te esqueças que fui eu que enterrei vivo o Barnabé a 17 de Dezembro de 2004...nos tempos em que assinava Afonso Henriques ..Nuvem Negra..e Extrema Unção...
O Bananabeco continuou semivivo mais uns meses e depois não aguentou mais a apneia... e esticou o pernil de vez.. afinal .. o que é que ele tinha de diferente ? rien....excepto que dava erro qd se escrevia a palavra socialismo... lembras-te ?Era uma anedota de um blog..que ridiculo...


Publicado por: Corsário às maio 16, 2006 12:29 AM

O Carbono voltou a subir...acabou o crash.. seja lá o que for que isso significa..rss

Permit glut undermines EU carbon scheme
By Fiona Harvey in London and Raphael Minder in Brussels
Published: May 15 2006 21:09 | Last updated: May 15 2006 23:51

Carbon dioxide prices rose unexpectedly on Monday after the European Union revealed that a serious oversupply of permits to pollute had undermined its fledgling scheme to combat climate change.

Data published on Monday showed that most member states had given their industries more permits to emit carbon dioxide than were needed, leading to a surplus of carbon permits across the EU. This had been expected to lead to a fall in prices from €9 a tonne on Friday, but prices finished at about €15 ($19).

According to the European Commission, 1.785bn tonnes of carbon were emitted last year by businesses covered by the scheme, while 1.829bn tonnes of allowances were issued. The surplus was decried by environmental groups, because the objective of the trading scheme – to reduce the amount of carbon produced by the EU – can be achieved only if there is a shortage of carbon permits to give companies an incentive to reduce their emissions.

However, Germany said it would rescind some surplus permits while France mooted plans to allow some permits to be held over from the first phase of the scheme, from 2005 to 2007, until the second phase from 2008 to 2012.

It was this response that probably triggered the rise in carbon prices, said Per-Otto Wold, chief executive of Point Carbon, an analyst company. He said the markets were in a state of confusion, because some emissions data had been published accidentally on Friday and because of changes in the way the Commission reported some of the data.

“There will be volatility all week while the markets work out what all this means,” he said. Under the scheme, companies in energy-intensive sectors are issued with tradeable permits for each tonne of carbon dioxide they are allowed to produce. If they want to emit more than their allocation they must buy permits from companies with spares.

This should mean the companies that can reduce their carbon dioxide output most cheaply, for instance by investing in new technology or efficiency measures, have the most incentive to do so.

Companies and politicians in the UK, which imposed on its industry the toughest cuts in carbon dioxide output of all member states, said the situation was unfair. They called for it to be rectified in phase 2 of the scheme, in which the Commission is calling on governments to reduce their allocation of permits by an average of 6 per cent. Governments are due to submit their plans for the second phase by June 30.

Chris Davies, a British member of the European parliament and environment spokesman for the Liberal Democrat party, said: “In preparing for the introduction of the [trading scheme] some industry groups did not just cry wolf, but shouted it from the rooftops. Companies in France, Germany and elsewhere will only have themselves to blame if the European Commission ignores their views in the future and imposes tough requirements to bring carbon dioxide reductions back on target.”

But others said the turmoil in the markets should be viewed as a learning experience. James Cameron, co-founder of the boutique investment bank Climate Change Capital, said: “This has been a good educative process.”

Brussels said Germany would not be allowed to rescind some of its issued allowances. The Commission maintains that the emissions trading regulation made it clear that ex-post adjustments would not be allowed, not least because that could trigger market instability.

It was unclear on Monday whether France’s plan of allowing companies to carry over unused permits from the first phase of the scheme to the second would be allowed.

Sigmar Gabriel, Germany’s environment minister, on Monday defended Berlin’s decision to retract emissions certificates representing 12m tonnes of carbon dioxide, arguing that the lower emissions showed that “Germany’s innovative climate protection policies were leading in the right direction”.

The 12m tonnes were based on production forecasts that were too high, the environment ministry said, although Greenpeace, the pressure group, attacked the government for giving too many certificates to companies.

Additional reporting by Hugh Williamson

Publicado por: Corsário às maio 16, 2006 01:31 AM

py às maio 15, 2006 09:55 PM

Essa do anónimo foi apenas porque não tinha pachorra para escrever um nick.

Quanto à história do diamante, sem ofensa e apesar de a considerar digna de investigação por quem se interesse pelo mistério, não tem lugar na lista das minhas prioridades. Mas se for preciso dar uma ajudazinha ocasional, conte comigo.
Salute.

Publicado por: Cidadão portador de BI, passaporte, cartão de leitor, nº contribuinte, etc às maio 16, 2006 05:05 AM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1257340&idCanal=63

Publicado por: py às maio 16, 2006 10:47 AM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=227917

Publicado por: py às maio 16, 2006 10:49 AM

eh pá, vai ao Garzón:

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=201795&idselect=11&idCanal=11&p=200

Publicado por: py às maio 16, 2006 10:55 AM

vá lá um gajo perceber os tugas:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=67160

basar

(isso do Carbono mais logo vou investigar)

Publicado por: py às maio 16, 2006 10:58 AM

py às maio 16, 2006 10:58 AM

É a banca a dar fiado.
o resto, é o "suicídio" do costume.
Filhos ... é daqui pra fóra.

Publicado por: asdrubal às maio 16, 2006 03:25 PM

hum, isso aí na América latina ainda vai dar salsa,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=228025

Publicado por: py às maio 16, 2006 08:54 PM

alguém tem notícia se houve um acréscimo de actividade das manchas solares? é que por cá ainda pensei que era da Primavera, agora lá na A. latina não pode ser.... Tá muita energia cinética no ar.

Publicado por: py às maio 16, 2006 09:19 PM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1257416

Publicado por: py às maio 16, 2006 09:22 PM

O Unamuno dizia que éramos um povo de suicidas. Mas eu não acho, somos uma estranha mistura de lamechas e corajosos, de tímidos e aventureiros, mas objectivando, dá uma das maiores senão a maior taxa de expansão da língua e dos genes, tomando uma base per capita_1500 ou área territorial de origem.

Veja-se Pedro II, Imperador do Brazil in "full regalia", em cima do ceptro está o Dragão:

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Fala_do_Trono.jpg

Publicado por: py às maio 16, 2006 10:19 PM

para quem tiver dúvidas:

http://www.museuimperial.gov.br/int_dragao.htm

Publicado por: py às maio 16, 2006 10:28 PM

Mas quem é que anda por aqui ? hein....? Isto não será gente demais a opinar, ou será inveja minha ?
Não, inveja não, que disso o meu pai tratou quando eu era pequenino.
(isto a propósito de estares em primeiro lugar no [weblog.com.pt] e eu em 60º, eheheheheheh!!!!!!!!!

Fico feliz por ti e por ver que este é um espaço aberto ao diálogo.

Beijocas e inté.

Publicado por: Espectro #999 às maio 17, 2006 12:44 AM

Esta é uma capicua especial. É a melhor de todas as simetrias...

Publicado por: Olho Vivo às maio 17, 2006 12:55 AM

Cambada de cabrões mal f*didos....corja de sangessugas de sangue inocente...

Notei apenas para minha satisfação que Cavaco Silva não vai à merda do Campo Pequeno...

É mais um Karma que o povo Português vai pagar .. e com que custos ...

Essa ministra da cultura saberá o que é coerência ambiental ? E o Socratesto ???

Às afirmações da ministra da bosta chama-se hipocrisia pura .....


Praça do Campo Pequeno reabre em grande para quase 5 mil
A gala de reabertura da Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa, decorreu hoje em clima de festa e música para cerca de 4.800 convidados, alguns deles chegados em charretes.

A representar o Governo esteve a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que em declarações à Agência Lusa afirmou que a reabertura deste espaço «é um dia de festa que decorre de ter sido possível, através da sociedade civil, reabrir este espaço com muito mais valências».

«É uma valorização do património cultural e imóvel da cidade», referiu a ministra destacando que a praça de touros passa a ter «muito mais virtualidades acolhendo espectáculos de diversas naturezas».

Afirmando não ser uma aficionada Isabel Pires de Lima destacou que as touradas «são uma tradição portuguesa que importa preservar dentro das regras verdadeiramente tradicionais, que passam por não matar o touro».

Outro dos convidados presente foi o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, que disse «estar muito satisfeito» com a reabilitação da praça de touros pela empresa Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno, administrada por madeirenses, e destacou a obra como «um grande triunfo da vida profissional» destes empresários.

Questionado sobre se gostaria de ter um equipamento deste tipo na Madeira, João Jardim referiu que as touradas não são uma tradição no arquipélago.

«As nossas touradas são outras», ironizou.

No local, a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Paula Teixeira de Cruz (PSD), classificou a obra como «uma adaptação do espaço aos tempos».

«A cidade está cheia de espaços mortos e património mal cuidado. Espero que este seja um bom exemplo da adaptação de um espaço a uma época numa altura em que estou muito preocupada com os projectos que existem para os espaços históricos», referiu a autarca sem, no entanto, especificar.

Estava prevista a presença do Presidente da República, mas Cavaco Silva acabou por não comparecer, tal como o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carmona Rodrigues, que se fez representar pelo vice-presidente, Fontão de Carvalho, e pelos vereadores Gabriela Seara e António Proa.

Da oposição na autarquia lisboeta esteve presente o vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, que aplaudiu a criação de uma nova sala de espectáculos em Lisboa, mas lamentou a demora das obras que se prolongaram por seis anos, considerado também «dispensável» a construção de mais um centro comercial na cidade.

Por outro lado, o encenador do espectáculo que faz a abertura da Praça de Touros, Filipe La Féria, explicou que estão mais de 600 pessoas envolvidas e que se pretende mostrar que «a Praça além de ser o centro de eleição da arte taurina é também um espaço para a moda, rock, musicais e concertos».

«É um grande palco no coração da cidade de Lisboa», sublinhou A gala começa com uma exibição do cavalo lusitano pelo Centro Equestre da Lezíria Grande de Luís Valença, da Associação Nacional de Dressage, com a colaboração da Escola Portuguesa d'Arte Equestre de Queluz.

No espectáculo o toureiro Pedrito de Portugal e o veterano dos cavaleiros portugueses Luís Miguel Veiga farão uma lide acompanhada de fado e flamengo.

De excertos da ópera «Carmen», de Bizet, interpretados pelos cantores Juliana Mogé e Mário Redondo, a um espectáculo de flamenco pelo grupo de sevilhanas Serva La Bari, Joaquim Moreno e o guitarrista El Pulga, a gala conta ainda com um espectáculo de fado, com a participação de José da Cambra, Marina Mota, Cátia Garcia, António Pinto Basto, Francisco Sobral e Iola Dinis.

Mais de cem actores, bailarinos e acrobatas, entre os quais Simone de Oliveira, Wanda Stuart, Henrique Feist, António Zambujo e Luísa Basto evocarão a história do Campo Pequeno, um edifício com 114 anos, de arquitectura revivalista neo-árabe.

As bandas da Força Aérea, Marinha e Exército e o grupo Tocarrufar também participam na reabertura da praça.

As obras de recuperação do edifício, avaliadas em quase 60 milhões de euros, incluíram a construção de uma cobertura amovível, que abre através de um sistema de lâminas de vidro, uma estrutura prevista no projecto original do arquitecto Dias da Silva, de 1892.

A inauguração da praça de touros está marcada para quinta- feira à noite, com uma corrida «à portuguesa», só com lide a cavalo, forcados e pegas, com a participação doa cavaleiros João Moura, António Ribeiro Telles e Rui Fernandos e os forcados amadores de Santarém, Montemor e Lisboa.

Publicado por: Corsário às maio 17, 2006 01:44 AM

(fui ver aquele espectro999 lá de cima e é giro; espero que ele tenha lido o artigo do Maldacena... entretanto hoje vou basar cedinho mas fika aqui uma prenda)

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=228035

Publicado por: py às maio 17, 2006 07:45 AM

(...recomeço hoje a caça ao Português, mas só para vos deixar desasados desta vez arranjei uma menina bonita de vinte e poukos, de História, para me acompanhar nas bibliotecas...)

Publicado por: py às maio 17, 2006 08:18 AM

http://www.publico.clix.pt/bartoon/

Publicado por: py às maio 17, 2006 05:00 PM

... fiz hoje uma descoberta "em casa" do xatoo :
O Secretário de Estado das Finanças, é «igual-igual-igual» ao Klaus Kinski.
Costuma desempenhar papeis de SS Nazi ... verdade mesmo.

Publicado por: asdrubal às maio 17, 2006 05:14 PM

Errata :
Não é das Finanças.
É da Administração Pública.
Tou impressionado.

Publicado por: asdrubal às maio 17, 2006 05:26 PM

Errata :
Não é das Finanças.
É da Administração Pública.
Tou impressionado.

Publicado por: asdrubal às maio 17, 2006 05:29 PM

É muito bem feito.. quem manda aos otários dos líderes europeus fazerem propostas ridículas ao novo hitler ?

Abram os olhos mulas !!!!


5.30pm
Iran mocks EU nuclear offer

David Fickling and agencies
Wednesday May 17, 2006

The Iranian president, Mahmoud Ahmadinejad, has rejected European plans to build his country a nuclear reactor in return for it giving up its uranium enrichment programme.

In a hardline speech in the city of Arak, where Iran's only existing nuclear reactor is being constructed, he mocked the plans being developed by the UK, France and Germany.

"They say they want to offer us incentives," he said. "We tell them: keep the incentives as a gift for yourself. We have no hope of anything good from you.

Article continues
"Do you think you are dealing with a four-year-old child to whom you can give some walnuts and chocolates and get gold from him?"

European diplomats yesterday raised the possibility of building a light water nuclear reactor for Iran, a proposal intended to allow the country to continue with its nuclear programme, while reducing the potential for weapons development.

Iran claims its nuclear programme, which boasts the heavy water reactor in Arak and a uranium enrichment facility in Isfahan, is only intended for peaceful purposes. But both facilities can be used to develop material for nuclear bombs.

Heavy water reactors produce large amounts of plutonium as a by-product, and uranium enrichment plants can be used to enrich the radioactive material beyond the 3.5% level used in power generation to the levels of 20% or more that are needed to detonate atomic bombs.

The International Atomic Energy Agency confirmed last week that Iran had succeeded in enriching uranium up to a level of 5%.

Mr Ahmadinejad's televised speech was made in front of a roaring crowd of supporters, who chanted: "We love you Ahmadinejad."

His foreign ministry spokesman Hamid Reza Asefi lampooned the European offer of incentives, making a joking reply offer to the EU countries.

"We are prepared to offer economic incentives to Europe in return for recognising our right (to enrich uranium)," state radio quoted him as saying.

The stance is a change from Mr Ahmadinejad's apparently conciliatory position last week, when he broke 26 years of official silence to send a letter to the US president, George Bush.

The move was widely interpreted as an attempt to open a dialogue, although the hectoring tone of the letter left Washington dismissing the move as an attempt to distract attention from Iran's nuclear weapons development. Iranian media reported yesterday that Mr Ahmadinejad was drafting a second letter to Mr Bush.

Wrangling over how to tackle Iran has put off talks between the US, Russia, China and the EU three, which were due to be held in London on Friday.

Russia and China favour the most conciliatory stance and Tehran has received favourably Russian proposals to provide it with enriched uranium for its power plants.

Both nations oppose taking UN action against Tehran's flouting of a security council resolution ordering it to halt its uranium enrichment plant.

The EU three support imposing a UN resolution that could lead to sanctions or even military action, although only the US and Israel are thought to favour a pre-emptive strike on Iran's nuclear facilities.

Publicado por: Corsário às maio 17, 2006 07:09 PM

mas quer dizer, sobre isso das mulas, alguns de nós já abriram os olhos há uns tempos e concluíram que o novo hitler é o bush. O do Irão é só um ersatz.

Publicado por: py às maio 17, 2006 08:49 PM

O Bush ainda come o ersatz e o petróleo vai aos 150 euros. Por cá, voltamos aos petromax's e fornos de lenha. Por mim, força aí que sou escoteiro.

Publicado por: asdrubal às maio 18, 2006 01:24 AM

isso de quem come quem, ainda vai dar é congestão...

entretanto isto anad tudo muito psicossomático:

http://dn.sapo.pt/2006/05/18/sociedade/morangos_acucar_gera_psicose_alergia.html

Publicado por: py às maio 18, 2006 07:49 AM

http://www.guardian.co.uk/usa/story/0,,1777285,00.html

Publicado por: py às maio 18, 2006 07:55 AM

Calma .. as mulas é para os governantes ...
Agora qt à tua opinião sobre que o Bush é um novo Hitler ..todos nós temos o direito de estarmos redondamente enganados ...
Bush nunca disse que queria fazer desaparecer um vizinho... como o Irão disse sobre Israel.. e agora vê lá as alianças que o Iraniano fez ...

Iran forms alliance with Syria and Hamas

TEHRAN, Iran -- Iran is enlisting Syria and the militant Palestinian Hamas group -- both also at odds with the United States, Israel and some countries in western Europe -- as allies in the battle over its nuclear program.

The move has prompted Israel's UN Ambassador Dan Gillerman to declare that "a dark cloud is looming above our region, and it is metastasizing as a result of the statements and actions by leaders of Iran, Syria and the newly elected government of the Palestinian Authority."

Syria and Iran have historically close ties dating to 1980, when Syria sided with Iran against Iraqi President Saddam Hussein in the Iran-Iraq war. But ties have become cozier since President Mahmoud Ahmadinejad was elected in Iran last summer.

Syria was the new leader's first destination, and President Bashar Assad became the first head of state to travel to Iran after Ahmadinejad took office.

Iranian and Syrian officials spoke of forming a united front to counter external pressure.

Iran also has a long history of close ties to Hamas. Despite its denials, Iran is believed to have funded the group for years.

After Hamas won Palestinian legislative elections and the United States and western Europe cut funding because of the militant organization's pledge to destroy Israel, Iran said it was sending the beleaguered Hamas-led government $50 million.

It remains unclear whether the money reached the Palestinians because Arab bankers fear U.S. retribution if they forward the funds.

Iran, Syria and Hamas share an ideology that rejects Israel, opposes the Mideast peace process and is hostile to the United States, but analysts say the alliance is nothing more than a tactic to boost morale and would be of little use to Iran should the United States attack.

"Tactically, the other part of the equation is too weak at the moment. Iran will certainly try to use all the options it has, but the Syria-Hamas factor is not beneficial to Iran," said political analyst Mashallah Shamsolvaezin, who is based in Tehran.

"Syria and Hamas have their own problems. Damascus is trying to deal with international pressure over the assassination of former Lebanese Prime Minister Rafik Hariri, and Hamas is almost broke and does not have the ability to take any initiatives to help Iran," Shamsolvaezin said.

Diaa Rashwan, a political analyst based in Cairo, Egypt, concurred, saying Syria has "moved down the list of countries on the U.S. radar."

Iranian political commentator Ahmad Bakhshayesh said both Syria and Hamas would want to avoid any unnecessary attention now.

"They are busy with their own domestic and international issues and would want to avoid new problems," he said.

But other, more powerful Arab countries could take up the slack.

"If something on the ground happens, there will be solidarity with Iran across the Arab world," except perhaps the neighboring gulf states, he said.

Iran has taken comfort with support from Russia and China in the nuclear dispute. Both countries are veto-holding members of the UN Security Council and oppose sanctions to punish Iran. The United States, Britain and France -- the other veto-wielding members -- favor tougher measures.


E por falar em Nuclear ... só Portugal é que não põe sequer o assunto na mesa...
Os iranianos flutuam em petróleo e querem fazer electricidade a partir do nuclear .. e nós que tb nos afundamos no preço do petróleo nem pomos o assunto à discussão... será que o Socratesto é um espanhol disfarçado ?

Russia Plans Expansion of Nuclear Energy Sector

MOSCOW — Russia will commission at least two nuclear reactors a year beginning in 2010 as part of a massive effort to expand its nuclear energy sector, Russia's top nuclear official said Wednesday.

Sergei Kiriyenko, head of the Federal Atomic Energy Agency, said the ambitious program would begin with the launch of construction next year of a new nuclear power plant near St. Petersburg, the ITAR-Tass and RIA Novosti news agencies reported. The new plant with four nuclear reactors would cost $6 billion, Kiriyenko said.

He said the new plant would be located next to the existing nuclear plant in Sosnovy Bor, near St. Petersburg.

CountryWatch: Russia

Nuclear power accounts for 16 percent to 17 percent of Russia's electricity generation, and the Kremlin has set a target to raise its share to one-quarter by 2030. Kiriyenko said recently that Russia would have to build 40 new reactors to meet the goal.

In recent years, Russia has overcome a public backlash against nuclear power that followed the 1986 Chernobyl nuclear disaster, and the government has supported an ambitious program to develop its nuclear industry....


e não são só estes .....

GE Building Plant to Make Nuclear Reactors
By Associated Press
11:07 AM PDT, May 17, 2006

WILMINGTON, N.C. -- GE Energy, which moved its corporate headquarters from California to Wilmington three years ago, has broken ground here on a plant here that will focus on developing a new line of nuclear reactors for the international market.

The high price of oil is one trigger behind the rush to tap the fast-growing market overseas, especially in China and India, GE officials said.


Nuclear energy has a real opportunity to help the "developing world get on with its business," David Calhoun, GE infrastructure president and CEO, said during Tuesday's groundbreaking.

Along with GE, Areva Inc., the U.S. subsidiary of the French-owned nuclear company, and Westinghouse Electric Co. are also looking abroad. GE Energy is the nuclear engineering and consulting business of General Electric Corp.

The nuclear powerhouses are also counting on billions of dollars in federal subsidies, global warming concerns and rising energy costs to bolster the construction of nuclear plants in the U.S.

Two North Carolina-based utilities also are moving forward with nuclear projects to meet rising energy demand in their service areas.

Combined, Raleigh-based Progress Energy and Duke Power in Charlotte plan to license a total of six new reactors in the Carolinas and Florida.

GE's 2003 investment in Wilmington includes the promise of 400 jobs in return for more than $11 million in state and local incentives at its 1,650-acre Castle Hayne nuclear facility, which makes fuel rods and parts for nuclear reactors.

So far, it has hired 250 engineers, project managers and support staff toward that goal and still plans to hire the remaining 150 workers.

The latest project, a 40,000-square-foot complex that's expected to open this November, could bring hundreds more jobs than required by the incentive program, said Andrew White, GE's chief executive of the nuclear energy business.

"If this nuclear reactor business takes off in the United States, we could be talking about 500 to 1,000 new jobs here," White said.

Neither Progress Energy Inc. nor Duke Power Co., the electric utility subsidiary Duke Energy Corp., have selected GE's advanced reactor design. They both have picked Westinghouse's competing model that has the advantage of already being approved by the NRC.

While the GE model isn't expected to gain regulatory approval in the U.S. for another year or two, other utilities plan to license the GE model at three sites.

"We're assuming we'll get new orders for plants that will pay back this huge investment," White said. "A company like GE has the wherewithal to take this kind of swing."

The renewed effort put into nuclear energy has attracted opposition from groups that say they'll focus public awareness on the problems of the first generation of American nuclear plants.

N.C. Waste Awareness and Reduction Network contends that Progress Energy's Shearon Harris nuclear plant in Wake County is one of the nation's most dangerous nuclear facilities. That's despite the site's high safety rating from the Nuclear Regulatory Commission.

Utilities say the new reactors are different from the mechanical operating systems in plants built in the 1970s and 1980s.

The new reactors are all fully digitized and highly automated, officials said.

Publicado por: Corsário às maio 18, 2006 04:03 PM

Contado não se acredita, são ... "Ersatz's" ...

"Do dossier publicado no Nouvel Observateur"

1 - «6 mai 1988 – Publication par Matignon d’un accord signé par le Premier ministre Jacques Chirac et son homologue iranien, dont la condition de réalisation est le retour des derniers otages du Liban, et qui prévoit le rétablissement du statut d’actionnaire de l’Iran dans Eurodif et la livraison "sans restriction" d’uranium enrichi à Téhéran».

2 - «14 décembre 2001 – Hachemi Rafsandjani, ancien Président iranien et haut dignitaire du régime en place déclare qu’il n’est pas exclu que son pays opère une frappe nucléaire contre Israël et déclenche une troisième guerre mondiale».
#
http://www.arenes.fr/livres/page-livre1.php?numero_livre=27&num_page=130

Publicado por: asdrubal às maio 18, 2006 06:04 PM

...vamos lá ver...

se eu estiver enganado quanto ao bush ser um novo hitler, melhor, é isso mesmo que eu quero, pior é se estou perto da verdade...

entretanto continuo a achar que a invasão do Iraque foi um erro civilizacional (expressão que (re)aprendi contigo, a propósito dos Mayas), precisamente porque foi repetido (Vietnam...), e porque foi induzir a extremação de posições na região, continua assim:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1257619

depois ainda não posso estar ao lado do mamouhd, precisamente por causa daquela frase, que eu pensava que estava erradicada como objectivo.

Portanto não estou ao lado de ninguém nessa koisa, faço votos de que Portugal não se envolva - sou contra o ataque preventivo ao Irão.

Agora parece que estou com a maioria dos americanos...

Quanto ao nuklear por cá continua diabolizado:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1257619

Publicado por: py às maio 18, 2006 07:47 PM

era este:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1257629

Publicado por: py às maio 18, 2006 07:50 PM

Grande link, Asdrubal, que cena!

Mas então "Printemps 1998) – Double série d’essais nucléaires en Inde et au Pakistan. Les essais indiens sont en réalité israélo-indiens, tandis que les pakistanais sont irano-pakistanais. L’Iran est une puissance nucléaire effective." ... aquilo já está cheio de mísseis..., portanto ainda menos se justifica um pre-emptive strike...

Olhem cá para mim ainda bem que Portugal é longe e não temos nada a ver com aquilo.

Você aí de Carthago, não lhe apetece contar uma história tipo Salambô do Flaubert?

Publicado por: py às maio 18, 2006 08:00 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=228359

Publicado por: py às maio 18, 2006 08:06 PM

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u121683.shtml

Publicado por: py às maio 18, 2006 08:18 PM

http://www.guardian.co.uk/afghanistan/story/0,,1778098,00.html

Publicado por: py às maio 18, 2006 08:20 PM

...e portanto ou as manchas solares andam com actividades ou a pegada ecológica anda a dar faísca, é a tese que deixo à discussão neste fórum da Sociedade de Hipergeografia... eu tenho ali um Ti Piedade, queijo terrincho velho em azeite virgem, uma dose de bacalhau à Gomes de Sá e a seguir vou ler e xonar

Publicado por: py às maio 18, 2006 08:59 PM

Pois ó :
... medalhões de salomão em molho de manteiga com um "quintinha da pacheca" e pão de milho. Olé, qu'hoje começa as Festas.

Publicado por: asdrubal às maio 18, 2006 10:07 PM

o império anglófono fica mais isolado:

http://www.guardian.co.uk/italy/story/0,,1778684,00.html

Publicado por: py às maio 19, 2006 08:04 AM

continuam as perversões:

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=202115&idselect=10&idCanal=10&p=200

Publicado por: py às maio 19, 2006 08:12 AM

finalmente

(PS reparem nos números)

http://dn.sapo.pt/2006/05/19/nacional/arquitectos_veem_alterada_que_contes.html

Publicado por: py às maio 19, 2006 10:20 AM

primo

http://www.publico.clix.pt/bartoon/

Publicado por: py às maio 19, 2006 12:56 PM

py às maio 18, 2006 07:47 PM
a frase do Ahmadinejad - "Israel deve ser riscada do mapa" - foi inventada (para os fins em vista) pelas agencias de Comunicação Ocidentais.
o que o homem disse foi que Israel devia voltar às fronteiras de 1967, o que é perfeitamente lógico, quando conjugado com a criação de um Estado único multi-étnico.
Isto está mau. Mesmo muito mau. Porque até pessoas como tu Py se deixam arrastar pelas aparências,,,
agora, que nos ultimos desenvolvimentos temos o Irão e algumas outras influências a comandar os desenvolvimentos e o Bush apenas a contra-reagir, passando de uma posição activa para jogar à defesa, isso é verdade. E viu-se na parte da carta do Ahmadinejad que foi escamoteada pelos Media, quando em resposta apareceram logo os videos inventados (pela secreta neocon AFP)do ataque ao Pentágono. Pior a emenda do que o soneto, porque já ninguem acredita que não tenha havido um Pentagate.
olarilas

Publicado por: xatoo às maio 19, 2006 04:05 PM

Mas então xatoo estás a dizer-me que as três vezes diferentes, separadas de meses, onde li, em vários jornais on-line, que o presidente do Irão tinha dito que Israel devia ser riscado do mapa, eram falsas?

Estou a achar demais.

Que Israel deve regressar às fronteiras de 1967 é o que eu defendo, como aliás já deixei escrito lá para cima, e noutros comentários.

Quanto ao 11 de Setembro e ao Pentágono também não percebo, no próprio dia eu vi para aí dez vezes as imagens de um avião a entranhar-se no edifício no meio de uma explosão. Então esse vídeo supostamente falso já estava feito na altura?

Quanto às touradas, que sou contra, vale a pena ler esta notícia e os comentártios:

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24760846

Publicado por: py às maio 19, 2006 04:41 PM

Py
é melhor estudares isso aqui, seguires os links, etc, e concluires por ti

Publicado por: xatoo às maio 19, 2006 06:52 PM

(bom, fico a ver no que isto dá; se há algo que eu aprendi na Escolástica e que me ficou para sempre é que "a verdade basta-se a si própria")

Publicado por: py às maio 19, 2006 10:02 PM

De profundis.
Pasta medicinal Couto.
Taki, depila os pêlos em poucos segundos.
http://dn.sapo.pt/2006/05/20/opiniao/o_e_a_oposicao.html

Publicado por: asdrubal às maio 20, 2006 03:08 AM

já agora,

http://jornaldigital.com/noticias.php?noticia=10829

Publicado por: py às maio 20, 2006 09:02 AM

Acho que os americanos além de invadirem o Irão e acabarem com aquele malfadado regime psicopata deviam acabar com essa seita marxista que vive na teoria da conspiração e no boicote ao mundo ocidental.

Publicado por: Undercover Pinguïn (the best) às maio 20, 2006 10:51 PM

e eu então ainda queria saber para que é que isto serve:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1257851&idCanal=30

Publicado por: py às maio 21, 2006 11:42 AM

quando não se procura saber aquilo que não se sabe e que se gostaria de saber, é claro que continua não se sabendo aquilo que não se sabe.
excepto se se sabe aquilo que se julga saber e que, ou se sabe, ou não se sabe.
e então, uma de duas:
um país ou tem FA's ou não tem FA's.
se não tem, não tem. ponto.
se tem e quer ter, assume, mas assume de facto e de jure, a sua eficácia e paga, colectivamente, os respectivos custos.
podia pensar-se num referendo prá gente se rir.
o que é insustentável e uma indignidade é a existência de FA's que há trinta anos não são modernizadas. é uma vergonha.

Publicado por: asdrubal às maio 21, 2006 12:48 PM

O empolamento previsível :

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=202429&idselect=181&idCanal=181&p=0

Publicado por: asdrubal às maio 21, 2006 02:08 PM

asdrubal às maio 21, 2006 12:48 PM

«Insustentável», uma «indignidade» e uma «vergonha» seria o governo retirar o 14º mês aos pensionistas (medida que está prevista para diminuir as despesas do Estado) e manter as despesas com a aquisição de equipamentos militares destinados a utilização no estrangeiro ao serviço da NATO.

Ao contrário da visão simplista do asdrúbal, a dicotomia não é entre a não existência de Forças Armadas e a existência de Forças Armadas superequipadas, cuja única razão de ser, no caso de países como Portugal, é darem vazão aos stocks dos fabricantes de armamento.
Entre esses dois extremos está o conceito de Forças Armadas adequadas à ameaça à independência nacional e às possibilidades económicas do país.
Se os militares querem brinquedos, comecem por poupar reduzindo o quadro de oficiais generais, esse sim superdimensionado para os efectivos.

Publicado por: Cabo corneteiro às maio 21, 2006 04:37 PM

Prémio para o nick mais autodescritivo:

Undercover Pinguïn (the besta)

Publicado por: Taxonomista às maio 21, 2006 04:39 PM

...quanto aos F-16 nem servem, mesmo com aquele barulhão, para impedir que umas avionetas e outros lancem fogo às matas do país.

... a propósito da retirada do duque de Lafões muito tempo antes das restantes tropas, do Alentejo, em 1801, escreveu um jornal de Lisboa:

"Perdeu-se entre Portalegre e Abrantes um minino de oitenta e dois anos, pouco mais ou menos, com umas botas de veludo negro: roga-se portanto aos que o achassem, que o entreguem no escritório do anúncio"

Manuel Amaral, Olivença (1801), Tribuna de História, 2004, pag. 50

Publicado por: py às maio 21, 2006 06:38 PM

boa!

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=228668

Publicado por: py às maio 21, 2006 08:19 PM

« (...) Forças Armadas superequipadas, cuja única razão de ser, no caso de países como Portugal, é darem vazão aos stocks dos fabricantes de armamento (...)».

e eu é que tenho uma "visão simplista" ?
esta, nem uma visão é. quanto mais simplista.
e o Py, o Py, queria f-16's para abater avionetas que deitam fogo às matas.
porra vocês estão com varicela ...

Publicado por: asdrubal às maio 22, 2006 02:21 AM

... uma coisa é certa :
é à republiqueta, na sua vetusta versão peuga-de-cholé, que deve imputar-se o conceito de superequipamento das FA's.
Quanto ao 14º mês dos aposentados, é mais um embuste do «4º phoder outro». Hoje, o que está a dar em Portugal é "faire chier les momes" que saem das Universidades. Por essa e por outras, os meus filhos não ficam aqui neste monte de merda.

Publicado por: asdrubal às maio 22, 2006 02:49 AM

... não era bem abater, bastava assustar e supervisioná-las captando imagens, etc, mas nem isso.

Esta concordo:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=228721

Publicado por: py às maio 22, 2006 09:32 AM

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5Fdigital/news.asp?section_id=2&id_news=67394

Publicado por: py às maio 22, 2006 12:03 PM

http://www.msnbc.msn.com/id/12901873/?GT1=8199

http://www.ojp.usdoj.gov/bjs/homicide/homtrnd.htm

www.tribunaliraque.info

Publicado por: Coleccionador às maio 22, 2006 01:04 PM

«Galp perde para a ENI a exploração no Mar de Timor» (DD)

Ehehe ...
País "da Tanga", não era ?

Publicado por: asdrubal às maio 22, 2006 05:54 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=228852

Publicado por: py às maio 23, 2006 09:44 AM

Sabem mais do que nós.

http://www.jalopnik.com/cars/gossip/more-on-the-new-volkswagen-scirocco-built-in-portugal-175678.php

Publicado por: asdrubal às maio 23, 2006 05:01 PM

mas é ká feito

Publicado por: py às maio 23, 2006 06:06 PM

Para onde caminha este nosso mundo ?

Rape as a tool of war in Congo

BUKAVU, Democratic Republic of Congo (CNN) -- At a makeshift recreation center at a hospital here in eastern Congo, about 500 women surround one of their own, who's lying on the floor.

She clutches a cane as she struggles to get up. The women begin singing, slowly at first and then the song picks up momentum. Before long the young woman lifts herself, drops the cane and begins to walk around the room as if in a trance, singing and clapping. The other women clap along with her as the singing gets louder and louder.

The young woman's name is Tintsi and she's barely 20 years old. She arrived at the hospital three weeks ago on a stretcher carried by relatives who walked 100 miles to get here. Doctors weren't sure Tintsi would ever walk again.

Tintsi, like everyone else in this room, is a victim of the worst kind of sexual violation imaginable.

"Some of them have knives and other sharp objects inserted in them after they've been raped, while others have pistols shoved into their vaginas and the triggers pulled back," said Dr. Denis Mukwege Mukengere, the lone physician at the hospital. "It's a kind of barbarity that only savages are capable of."

He added that "these perpetrators cannot be human beings."

The alleged perpetrators are men in uniform, part of the Congolese army. These troops are a compilation of various militia groups that had been fighting each other for years until a truce was reached two years ago.

A recent report by the United Nations found that Congo's own soldiers were responsible for the nearly seven dozen complaints of crimes and human rights violations over the past two months. Among the crimes committed were extrajudicial executions, disappearances, rapes and brutal beatings, according to the U.N. report.
'I wish they'd killed me'

Tintsi turns to the other victims standing near her and says in a soft, but defiant voice, "They can take away my womanhood, but they'll never be able to break my spirit."

Some women nod, others shake their heads. Some weep openly.

Also in the room is 28-year-old Henriette Nyota. Her spirit is all but broken. Three years ago, she said, she was gang raped as her husband and four children were forced to watch. The men in uniform then disemboweled her husband and continued raping her and her two oldest daughters, 10 and 8. The assault went on for three days.

"I wish they'd killed me right there with my husband," she said, "What use am I now? Why did those animals leave me to suffer like this?"

19-year-old Nzigire bears the result of repeated sexual violations -- her year-old daughter, Ester. The teenager acknowledges she often contemplates putting an end to what she calls a death sentence.

"I sometimes feel like killing myself and my daughter," she said. "I look at her and all I see is them. I look at myself and all I see is misery."
'Only revenge can make me forget'

Misery permeates this tiny hospital in this huge country the size of Western Europe. Last year there were more than 4,000 reported rape cases in this province alone, or about 12 a day, officials say.

And it's not just women who are being raped; so are some men with equally devastating consequences.

Fifteen-year-old Olivier was sitting down to dinner with his family when the front door of their house was smashed in. Olivier's father was the first to be killed followed by his mother, right in front of the children.

They then raped Olivier's three sisters, and when he tried to fight them they turned on him. One at a time, more than a dozen in all, he said.

"I will never forget what happened to me," he said. "How does one forget something like this? Only revenge can make me forget what happened to me."

Mukengere takes us from ward to ward, where the beds are filled with sexual abuse patients in various stages of recovery. Colostomy bags hang off their cots and bed pans are everywhere. Once in a while, you hear a woman scream in pain as she's raised by the team of tireless nurses to have something to eat or drink.

Mukengere, who attends to an average of 10 new cases a day, explains bed-by-bed the cruelty that has become the Congo.

"Helene, over there, is 19 years old. She first came here five years ago after having been raped," he said. "We treated her and discharged her, and off she went back to her home village. Five years later, she's back after being attacked and sexually violated over and over again. This is pure madness."

Equally troubling is that aid money designated for victims of sexual abuse here may run out at the end of June despite the relative success of this program, the only one of its kind in the region.

"It's so tragic that the world can afford to sit back and let these atrocities continue like this," said aid worker Marie Walterzon of the Swedish Pentecostal Mission. "Possibly because it involves poor, voiceless Africans," she said.

Sadly though, many of the people responsible for these rapes -- what is being described as the new weapon of war in a time of peace -- have yet to be arrested, tried or convicted. The peace process is too delicate at this stage, officials say. The peace process is too delicate. And at this hospital in the eastern Congo, the rooms are too full.

http://edition.cnn.com/2006/WORLD/africa/05/23/koinange.rape.war/

Publicado por: Corsário às maio 24, 2006 12:59 AM

É a primeira vez que vejo um pirata comovido.
Sou capaz de te mandar umas fotos da actividade do exército americano no Iraque para veres que nessa caminhada os congoleses ainda têm muito que aprender...

Publicado por: Violado pela propaganda política às maio 24, 2006 11:48 AM

De uma «assinalável descoberta» ...

«Em Lisboa, não se tinha feito caso da carta que o capitão-de-fragata Mendes Cabeçadas - o revolucionário que ao comando do Adamastor dera o sinal para o início das hostilidades no «5 de Outubro» - enviara em 27 de Maio ao presidente Bernardino Machado, instando-o à urgente organização de "um governo extra-partidário, constituído por republicanos que mereçam a confiança do País", e, no Porto e em Braga, tanto o general Peres como o general Sousa Dias nada conseguiram fazer para travar a eclosão da revolta. Na madrugada de 30, foram enviadas ordens para libertar o comandante Cabeçadas, preso em Santarém, tornando-o em seguida Chefe do Governo, ministro da Marinha e interinamente ministro de todas as pastas. Em 31 de Maio, Cabeçadas assegurava já as aparências de uma transição legal, aceitando a plenitude do Poder na renúncia presidencial de Bernardino Machado».

Publicado por: asdrubal às maio 24, 2006 04:41 PM

É diferente um pirata de um Corsário...
Eu estou ao serviço apenas e exclusivamente da Joana.

Qt à propaganda ... deixa de ser estupido ..de uma vez por todas ...

Publicado por: Corsário às maio 24, 2006 08:42 PM

Efeitos do uso de armas nucleares no Irão

http://www.ucsusa.org/global_security/nuclear_weapons/nuclear-bunker-buster-rnep-animation.html

Publicado por: Cientista às maio 25, 2006 01:36 PM

A estória não se repete.
Pois não.
Sou eu que me repito porque sou tontinho.
Phoder outro.

Publicado por: asdrubal às maio 25, 2006 11:07 PM

É preciso ter esperança em que a Pérsia perceba sem equívoco que desaparece do mapa. Quanto tempo é que isto demorará ? Eis a questão.

Publicado por: asdrubal às maio 25, 2006 11:39 PM

ora, um apyto:

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=276666

Publicado por: py às maio 26, 2006 05:48 PM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1258489&idCanal=18

Publicado por: py às maio 26, 2006 05:49 PM

Não acalento nenhuma simpatia pelo Sr Bush.
Mas o Édipo (les noms du père ; les non dupes èrrent) trazido prá estória das questões persas - enfim num estilo telegráfico, concede-se - lembra remotamente o mesmo "psicologismo" de Maio de 68. O Cohn Bendit, apoiado em aparente paradoxo nas leituras de Wilhem Reich, tinha um Édipo (ainda tem de resto) por resolver ... a chatice aqui é talvez a questão subliminar dos "new born christian's".

Publicado por: asdrubal às maio 26, 2006 10:36 PM

Para onde caminhas mundo !!!

The Perilous Tide
Europe's capitals seek new tactics to keep immigrants from coming ashore

By VIVIENNE WALT / Tarifa

Posted Friday, May 26, 2006
Just last autumn, desperate African migrants scaled barbed wire fences on Morocco's northern coast—a mere 14 km from this Spanish fishing town—in a grim scramble to reach the West. When border officials fired rubber bullets on them, killing five, European politicians dispatched a massive patrol force to the Mediterranean. For a few months, the effort seemed a rare success: the flood of immigrants has all but ceased on Spain's southern coast. The fishermen and windsurfers in Tarifa, for example, say they can scarcely remember the last time an illegal boat made the quick dash from Morocco to these tourist-heavy beaches.

But now Africa's migrant voyages to Europe appear even grimmer. Thousands trying to flee poverty and political turmoil in Africa have set sail off Mauritania's coast in recent months, journeying 1,000 km across the choppy Atlantic to the Canary Islands. More than 7,500 have landed on Spain's autonomous archipelago since January, about five times the number for all of 2005. Worse, the new route has proved deadly: Aid workers estimate about 1,000 migrants have drowned during the past year, while attempting to navigate six-meter swells in modest vessels. "Many of these structures are like big rowing boats," says Austin Taylor of the Spanish Red Cross in Tenerife. "It was not a problem before because people went from Morocco. But this is a lot more dangerous."

Overwhelmed by the flood, Canary and Spanish officials negotiated emergency help this week from European politicians. E.U. justice and home affairs commissioner Franco Frattini promised to send surveillance planes and boats to monitor West Africa's long coastline, in a coordinated effort by eight European countries. Two rapid-response teams are planned for dispatch to the Canary Islands, while air and sea patrols could stretch as far south as Gambia and Senegal, in an attempt to interdict illegal boats well before they offload their cargo on European soil.

For all the effort, few expect the problem will be resolved quickly. Local fishermen in Mauritania have a strong incentive to keep the bodies flowing; some earn up to EUR30,000 transporting one boatful of migrants. A stint in a European prison might seem worth it at that price. Olva Martin, a Spanish Red Cross delegate in Mauritania, says: "We never know when we are going to get more people arriving."

Martin might expect many more to arrive, since Africans see dismal economic prospects at home. Spanish Prime Minister José Luis Rodríguez Zapatero said this week that he believes one of the best immigration control measures is increased aid to Africa. Spain's Foreign Minister Miguel Angel Moratinos told African foreign ministers that his country would offer training programs to those deported from Europe. The country also plans to send diplomats to West Africa to help control the exodus to Europe. And French Interior Minister Nicolas Sarkozy—fresh from his new controversial bill to stop unskilled immigrants from settling in France—told his Moroccan counterpart in Marrakesh that he supported creating new development programs in Africa.

Until those grand plans become reality, Africa is likely to seem all too close to those on Spain's southern beaches—even during months when the route remains sealed off for most migrants.

Publicado por: Corsário às maio 27, 2006 02:44 AM

não te preokupes demais corsário, quando se conhece bem a História, sempre houve alternância de períodos de crise, com outros de crescimento. A chatice é a pegada ecológica. Cada vez mais me convenço que a violência entre os homens tem um pano de fundo ecológico forte, temperado com testosterona e adrenalina.

Como é que vão as iniciativas para sequestrar Carbono?

Publicado por: py às maio 27, 2006 08:59 AM

oh Asdrubal eu dou 20 valores áquele artigo do Formigo ali de cima. É verdade que os meus colegas de departamento sempre acharam que eu era abandalhado a dar cotações por cima...

Publicado por: py às maio 27, 2006 09:43 AM

não há guerras limpas obviamente,

http://www.guardian.co.uk/Iraq/Story/0,,1784307,00.html

Publicado por: py às maio 27, 2006 12:06 PM

olha isto lá funceminou, pelos vistos:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u78987.shtml

Publicado por: py às maio 27, 2006 12:09 PM

eh pá,

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=203039&idselect=10&idCanal=10&p=200

Publicado por: py às maio 27, 2006 12:11 PM

prymo,

http://www.publico.clix.pt/bartoon/

Publicado por: py às maio 27, 2006 06:19 PM

... ainda ando a pensar como é que vou deixar aquele welch envergonhado, pela maneira como é visto fora...

Publicado por: py às maio 27, 2006 08:20 PM

Vi esta tarde um programa da BBC na sic-notícias acerca de uma iniciativa privada norte-americana de "ida-e-volta" ao espaço.
O engenheiro-pai-da-iniciativa «inventou» um novo modelo de reentrada na atmosfera que não necessita de placas protectoras para o aumento esponencial das temperaturas.
Esta gente é absolutamente invejável em termos de criatividade e competências científicas e técnicas. Fóra o risco dos investimentos.
Invejável ! Essa é que é essa.

Publicado por: asdrubal às maio 27, 2006 09:50 PM

... contra a inveja caridade...

...e portanto é bem visto que venham cá sediar frotas aéreas, etc., Portugal que aproveite a onda para voltar a ficar rico, não vou nessa de baixar a nossa auto-estima em prol do império anglófono, embora não me custe nada reconhecer-lhes as proezas, acho muito bem que trabalhem, nós somos o Estado com fronteiras mais antigas da Europa, Porto Cale, porto bonito,..., nós é mais para namorar, marear e guerrear...

e este merece a minha atenção:

http://osolaosquadradinhos.blogspot.com/

Publicado por: py às maio 27, 2006 09:58 PM

http://dn.sapo.pt/2006/05/27/opiniao/o_lucro_facil_natureza_humana.html

Publicado por: py às maio 27, 2006 10:03 PM

Para onde caminhas mundo!!!

In Haditha, memories of a massacre
By Ellen Knickmeyer

Washington Post

Updated: 10:01 a.m. ET May 27, 2006
BAGHDAD, Iraq - Witnesses to the slaying of 24 Iraqi civilians by U.S. Marines in the western town of Haditha say the Americans shot men, women and children at close range in retaliation for the death of a Marine lance corporal in a roadside bombing.

Aws Fahmi, a Haditha resident who said he watched and listened from his home as Marines went from house to house killing members of three families, recalled hearing his neighbor across the street, Younis Salim Khafif, plead in English for his life and the lives of his family members. "I heard Younis speaking to the Americans, saying: 'I am a friend. I am good,' " Fahmi said. "But they killed him, and his wife and daughters."

The 24 Iraqi civilians killed on Nov. 19 included children and the women who were trying to shield them, witnesses told a Washington Post special correspondent in Haditha this week and U.S. investigators said in Washington. The girls killed inside Khafif's house were ages 14, 10, 5, 3 and 1, according to death certificates.

...... O resto está aqui:
http://www.msnbc.msn.com/id/12998125/

Publicado por: Corsage às maio 28, 2006 01:17 AM

Notícias do paraiso


Man throws 2 kids, self off 15th floor of hotel

Family vacation ends tragically for children, ages 4 and 8; mom unhurt

The Associated Press
Updated: 7:38 p.m. ET May 27, 2006


MIAMI BEACH, Fla. - A man killed his two young children Saturday by throwing them off the 15th floor of a landmark South Beach hotel and then jumped to his own death, police said.

Edward Van Dyk, 43, tossed his two sons, ages 4 and 8, to their deaths around 8:20 a.m., Miami Beach Police spokesman Bobby Hernandez said. Authorities did not release the names of the two boys.

The mother of the children, Qinuo Van Dyk, 40, told police she and her husband had been having marital problems for the past six months, but hadn’t argued right before the incident, Hernandez said.

The woman heard one of her children screaming from an adjacent room in the Loews Hotel, where the Alton, Ill., family was staying. When she walked into the room she saw her husband going off the balcony, Hernandez said.

She looked over the railing and saw her husband and her two children lying on a mezzanine roof that is about two floors above the ground.

Celebrating 10th anniversary
Hernandez said that despite the marital problems, the family had been celebrating the couple’s 10th wedding anniversary.

“It’s a terrible tragedy. It’s unfortunate that this gentleman was so selfish and in an effort to get back at his wife he took the two most loved people in the world away from her,” Hernandez said.

Hernandez said the woman did not know why her husband, a radiologist at Alton Memorial Hospital, killed the children and himself.

“There was no indication that he would be capable of doing something as horrible as this,” Hernandez said.

People in neighboring rooms said they did not hear any noises, Hernandez said.

A Loews Hotel spokeswoman in Miami would not comment.

Publicado por: Viva o último reduto da civilização ocidental às maio 28, 2006 01:25 AM

Notícias do paraiso


Man throws 2 kids, self off 15th floor of hotel

Family vacation ends tragically for children, ages 4 and 8; mom unhurt

The Associated Press
Updated: 7:38 p.m. ET May 27, 2006


MIAMI BEACH, Fla. - A man killed his two young children Saturday by throwing them off the 15th floor of a landmark South Beach hotel and then jumped to his own death, police said.

Edward Van Dyk, 43, tossed his two sons, ages 4 and 8, to their deaths around 8:20 a.m., Miami Beach Police spokesman Bobby Hernandez said. Authorities did not release the names of the two boys.

The mother of the children, Qinuo Van Dyk, 40, told police she and her husband had been having marital problems for the past six months, but hadn’t argued right before the incident, Hernandez said.

The woman heard one of her children screaming from an adjacent room in the Loews Hotel, where the Alton, Ill., family was staying. When she walked into the room she saw her husband going off the balcony, Hernandez said.

She looked over the railing and saw her husband and her two children lying on a mezzanine roof that is about two floors above the ground.

Celebrating 10th anniversary
Hernandez said that despite the marital problems, the family had been celebrating the couple’s 10th wedding anniversary.

“It’s a terrible tragedy. It’s unfortunate that this gentleman was so selfish and in an effort to get back at his wife he took the two most loved people in the world away from her,” Hernandez said.

Hernandez said the woman did not know why her husband, a radiologist at Alton Memorial Hospital, killed the children and himself.

“There was no indication that he would be capable of doing something as horrible as this,” Hernandez said.

People in neighboring rooms said they did not hear any noises, Hernandez said.

A Loews Hotel spokeswoman in Miami would not comment.

Publicado por: Viva o último reduto da civilização ocidental às maio 28, 2006 01:27 AM

Notícias do paraiso


Man throws 2 kids, self off 15th floor of hotel

Family vacation ends tragically for children, ages 4 and 8; mom unhurt

The Associated Press
Updated: 7:38 p.m. ET May 27, 2006


MIAMI BEACH, Fla. - A man killed his two young children Saturday by throwing them off the 15th floor of a landmark South Beach hotel and then jumped to his own death, police said.

Edward Van Dyk, 43, tossed his two sons, ages 4 and 8, to their deaths around 8:20 a.m., Miami Beach Police spokesman Bobby Hernandez said. Authorities did not release the names of the two boys.

The mother of the children, Qinuo Van Dyk, 40, told police she and her husband had been having marital problems for the past six months, but hadn’t argued right before the incident, Hernandez said.

The woman heard one of her children screaming from an adjacent room in the Loews Hotel, where the Alton, Ill., family was staying. When she walked into the room she saw her husband going off the balcony, Hernandez said.

She looked over the railing and saw her husband and her two children lying on a mezzanine roof that is about two floors above the ground.

Celebrating 10th anniversary
Hernandez said that despite the marital problems, the family had been celebrating the couple’s 10th wedding anniversary.

“It’s a terrible tragedy. It’s unfortunate that this gentleman was so selfish and in an effort to get back at his wife he took the two most loved people in the world away from her,” Hernandez said.

Hernandez said the woman did not know why her husband, a radiologist at Alton Memorial Hospital, killed the children and himself.

“There was no indication that he would be capable of doing something as horrible as this,” Hernandez said.

People in neighboring rooms said they did not hear any noises, Hernandez said.

A Loews Hotel spokeswoman in Miami would not comment.

Publicado por: Viva o último reduto da civilização ocidental às maio 28, 2006 01:27 AM

Notícias da democracia exemplar:


Gonzales threatens to quit over D.C. raid furor

AG, FBI head may resign if forced to return Jefferson documents, paper says

Reuters
Updated: 6:21 p.m. ET May 27, 2006


NEW YORK - Attorney General Alberto Gonzales and FBI director Robert S. Mueller III said this week that they were prepared to quit if the White House directed them to relinquish evidence seized in a disputed search of a House member’s office, The New York Times reported Saturday.

Citing government officials, the Times reported that Gonzalez was joined in raising the possibility of resignation by the deputy attorney general, Paul McNulty, who told associates that they had an obligation to protect evidence in a criminal case and would not be willing to follow a White House order to return the material to Congress.

McNulty, the newspaper said, was instrumental in the resignation threats.

Bush Thursday ordered the evidence sealed for 45 days to give Congress and Justice a chance to work out a deal, averting a showdown.


The FBI seized evidence last Saturday from the office of Rep. William Jefferson, a Louisiana Democrat. House leaders objected, saying they had violated the Constitution, and demanded that Justice return the evidence.

Former associates have said Jefferson accepted more than $400,000 in bribes to help them sell telecommunications technology to Nigeria and other West African countries.

Two of those associates have pleaded guilty to bribery charges, and the FBI disclosed Sunday it has videotaped Jefferson accepting bribe money and has found $90,000 in cash in his freezer

Publicado por: Viva a superioridade moral da extrema direita americana às maio 28, 2006 01:31 AM

Notícias da linha da frente da cruzada


Insurgents down chopper, killing 2 U.S. troops

New Iraq violence also kills 2 Marines, wounds four British soldiers

MSNBC News Services
Updated: 5:27 a.m. ET May 15, 2006


BAGHDAD, Iraq - The U.S. military on Monday announced the deaths of four American troops, including two soldiers who were killed when insurgents shot down their helicopter south of Baghdad.

Elsewhere, insurgents fired more than 30 mortar rounds at a British military camp in southern Iraq, wounding four soldiers.

The helicopter was shot down near the town of Yusifiya, nine miles south of the capital. The area is a stronghold of the Sunni Arab insurgency against U.S.-forces and the Shiite-led government they back.

“Two soldiers died ... when their helicopter was shot down during fighting in Yusifiya,” a U.S. statement said, giving no further details.

Four Iraqis were killed and five wounded in two other attacks, including a roadside bomb that hit an oil tanker, sending black smoke billowing over central Baghdad.

British casualties rise
The mortar barrage came at about 4:30 a.m. Monday at Camp Abu Naji in Amarah, 180 miles southeast of Baghdad, said British spokeswoman Capt. Kelly Goodall.

One of the British soldiers was badly hurt, but the others’ injuries were not as serious, said Holly Wheeler, a British Ministry of Defense spokeswoman in London.

The attack raised the total of British casualties in Iraq over the past nine days to six soldiers killed and five wounded. The other attacks also occurred in southern Iraq, an area that has been far more peaceful than central and northern Iraq where U.S. forces are based.

On Saturday, two British soldiers were killed and one was wounded by a roadside bomb as they patrolled in their armored vehicle north of Basra city.

On May 6, four British soldiers died when their helicopter crashed in Basra, apparently downed by a missile. Jubilant Iraqi residents pelted British rescuers with stones, hurled firebombs and shouted slogans in support of a radical Shiite cleric. Five Iraqi civilians, including a child, died and about 30 were wounded in the melee as Shiite gunmen and British soldiers exchanged fire.

The two U.S. Marines died Sunday during unspecified “enemy action” in Anbar Province, the area of western Iraq that is the heart of the Sunni-led insurgency, the U.S. command said. Two U.S. Army soldiers also died Sunday in a roadside bomb attack in Baghdad.

The fatalities raised to at least 2,441 the number of U.S. military personnel who have died since the Iraq war began in 2003, according to a count by The Associated Press.

Teachers slain
On Monday, a drive-by shooting at about 8:30 a.m. killed four teachers en route to their school in a village near Balad Ruz, a town 50 miles northeast of Baghdad, police said. The attackers and the victims were both riding in minibuses, the private vehicles that charge small fees to transport the general public.

In central Baghdad, a roadside bomb targeting a police patrol missed the officers but killed one civilian, wounded four and set fire to an oil tanker parked nearby on Monday. “The explosion caused a huge fire,” said police Capt. Ziyad Naji.

On Sunday, widespread violence in Iraq killed dozens of people, including 14 Iraqis who died in a double suicide car bombing on the main road to Baghdad’s airport.

Publicado por: Viva a esperteza e o sucesso das tropas do império às maio 28, 2006 01:39 AM

Pois, caridade.
«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...». Versão caseira da "coisa".
Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Um grande Povo. Quero lá saber que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 03:43 AM

Pois, caridade.

«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...».

Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Um grande Povo. Quero lá saber que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 03:55 AM

Pois, caridade.

«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...».

Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Um grande Povo. Quero lá saber que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 03:55 AM

Pois, caridade.

«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...».

Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Um grande Povo. Quero lá saber que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 03:55 AM

Pois, caridade.

«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...».

Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Um grande Povo. Quero lá saber que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 03:57 AM

Pois, caridade.


«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...».

Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Um grande Povo. Quero lá saber que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 04:07 AM

Pois, caridade.


«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...».

Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Igual ao litro que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 04:09 AM

Pois, caridade.


«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...».

Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Igual ao litro que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 04:09 AM

Pois, caridade.


«Todos vivíamos felizes lá na rua. Até que um dia o gajo foi espreguiçar-se à janela e viu um BMW no quintal do vizinho ...».

Competências técnicas e científicas de excelência, investimentos de alto risco, criatividade da sociedade civil e capacidade ímpar de realização ... o mundo não é, de facto, branco e preto. Um grande Povo. Quero lá saber que seja anglófono, eslavo, iddysh ou javanês.

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 04:11 AM

Olhó Asdrubal, da Amadora.
Que tal vai andando a netcabo?

Publicado por: The Shadow às maio 28, 2006 04:11 AM

Olhó Asdrubal, da Amadora.
Que tal vai andando a netcabo?

Publicado por: The Shadow às maio 28, 2006 04:14 AM

Era a brincar, ó Cruz das Duas Ribeiras.... ; )

Publicado por: The Shadow às maio 28, 2006 04:16 AM

ora o Shadow já tratou de metade do assunto, da outrea metade trato eu: oh welch olha que no dia em que andaste a dizer que devíamos ter vergonha, 2 tugas comeram-te o c*, não deste por nada?, é que arrecadaram o 1º prémio do euromilhões... isto quando se fala de empreendedorismo...

depois os tugas ganham sempre prémios de inventores, e desde a Rosa Mota, linda rosinha, que sabemos muita coisa...

mas só o ano passado é que realizei (o anglicismo é de propósito) que a diabolizada I República tinha sido em grande parte destruída pela gorda monarquia inglesa...

Portugal entrou na 1ª Guerra a pedido expresso do governo inglês, fazendo o apresanmento da frota comercial alemã sediada no Tejo, invocando os tratados todos desde o Windsor...

...Portugal fez parte do clube dos vencedores...

no entanto o resultado líquido da koisa foi que Portugal teve de ceder todas as reservas, desde as de prata aos diamantes, à konta das quais se recuperou o padrão-ouro para o esterlino...

... oS deuse(S) escreve(M) direito por linhas tortas e contra vígaro, vígaro e meio, e assim foi o Alves Reis que veio safar isto de volta levando a Waterloo House à falência...

... depois com o trauma das contas públicas e da efervescência veio um Salazar obcecado em encher os cofres do Estado, e de facto deixou o país muito pobre mas umas reservas de ouro brutais...

... e depois veio o 25 de Abril e Portugal está de novo com trinta e poukos anos, um garanhão de primeira, dir-se-ia,..., afinal o presidente da CE é tuga, não?

Publicado por: py às maio 28, 2006 09:48 AM

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1258294

Publicado por: py às maio 28, 2006 09:53 AM

... e além disso oh welch,

inside your head,

The Portuguese diamond: a fatal blue stone

forever

Publicado por: py às maio 28, 2006 10:00 AM

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=203220&idselect=9&idCanal=9&p=200

Publicado por: py às maio 28, 2006 10:26 AM

entretanto:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=229652

... agora nisso das centrais de biomassa eu também dei uma ajuda a empurrar, porque há que ser aristotélico, saber converter a tradição de combustão do dragão em qualquer coisa de minimamente aproveitável para todos...

só que quando empurrei isso ainda não sabia das kontas de Kyoto. Portanto cheira-me que lá mais para a frente as emissões das centrais de biomassa vão ter que ser compensadas com adicionalidade na ppl.

Publicado por: py às maio 28, 2006 12:30 PM

http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=688534&div_id=291

... e há que o Secretário de Estado da Administração Pública é fisicamente igual ao Klaus Kinski. (o actor que mais vezes assumiu o papel de oficial das SS)...

Publicado por: asdrubal às maio 28, 2006 03:51 PM

oioi..atenção... não confundir a prima do mestre de obras com a obra prima do mestre ..é a mesma coisa que não confundir Corsage com Corsário..

Publicado por: Corsário Negro às maio 29, 2006 09:00 AM

para estas vai bem:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=21&id_news=67623

pelo que aprendi neste blogue são as galinhas...

agora venham os ovos

Publicado por: py às maio 29, 2006 11:32 AM

Voyons, mon choux, qui est-ce que peut confondre un corsage avec n'importe il quoi?
Tu t'en doutes, toi?

Publicado por: Corsage às maio 29, 2006 01:00 PM

Este é o post 1789, o ano da Revolução Francesa.

Como alguns compreenderão, é uma efeméride especial.

Publicado por: (M) às maio 29, 2006 03:27 PM

(...acho que não fui eu)

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1258766&idCanal=76

Publicado por: py às maio 29, 2006 03:59 PM

Sempre quero ver se ele é o autêntico ou um impostor...

Publicado por: Honorata Willerman às maio 29, 2006 04:29 PM

vixe...o (M) voltou...só para comemorar a revolução...nada mal...
Eu tb sou um filho da revolução..

Qt ao Corsage ...bien ..on va voir..un moment..tá bom ..não passa de "corpete" mas provoca ilusões de óptica...

Agora mudando de assunto...o Evito recua....

Bolivia Removes Guards at Energy Plants

The Associated Press
Monday, May 29, 2006; 11:23 AM

LA PAZ, Bolivia -- President Evo Morales says he is lifting the military guard deployed at energy installations around the country when Morales nationalized Bolivia's natural gas industry.

"We can't keep the soldiers at the petroleum wells," Morales said in comments Sunday. "We're going to withdraw the armed forces."

Morales launched his nationalization plan on May 1 and ordered troops to guard all energy installations as well as gas stations and offices of foreign companies operating in Bolivia.

The guarding of the gas stations and offices provoked criticism in Bolivia and bad feeling in the two largest energy investors here _ Brazil's Petroleo Brasileiro SA or Petrobras and Spanish-Argentine Repsol YPF.

As part of the nationalization, Bolivia's state energy company plans to take majority control over all energy operations in the country. The foreign companies, who have invested $3.5 billion since the 1990s, have 6 months to negotiate new contracts with the government of leave the country.

Bolivia has the continent's second largest natural gas reserves after Venezuela and currently exports its gas to Brazil and Argentina.


Qt a ti Py ..o sequestro de Carbono avança..claro..as missões são para cumprir..corre-me nas veias o genuíno sangue Português que não se deixa abater por frustrações, dificuldades ..ou obstáculos ...venham eles de onde vierem...
Abraço

Publicado por: Corsário Negro às maio 29, 2006 06:56 PM

BOLIVIA-CRISIS

Evo Morales advierte a militares que no intervengan


El dirigente izquierdista boliviano Evo Morales, advirtió a los militares que se abstengan de "tentaciones golpista que sólo los llevarán a la derrota y a la cárcel", y los llamó a defender la integridad nacional ante los planteos divisionistas.

En entrevista una entrevista con la agencia cubana Prensa Latina, el líder del Movimiento al Socialismo (MAS) dijo que es probable que haya un "cuartelazo" militar en los próximos días tal como lo denunció la Central Obrera Regional y la Federación de Juntas Vecinales del municipio de El Alto.
La versión atribuye el plan golpista al titular del congreso y virtual vicepresidente, Hormando Vaca Diez y miembros del alto mando militar."Están preparando un golpe, lo sabemos, pero les advertimos que el pueblo y sobre todo el movimiento de los pueblos indígenas va a derrotar cualquier intento antidemocrático, venga de donde venga", subrayó Morales.

Morales recordó que los indígenas bolivianos tiene experiencia, pues en 1982 derrotaron a un régimen militar nacido de un golpe cuyo cabecilla, el general Luis Gacía Meza, está encarcelado por sus crímenes.

"Se los advertimos, que no se atrevan, porque van a terminar con García Meza, condenados a 30 años de prisión", subrayó Morales.

Publicado por: Soldadito boliviano às maio 29, 2006 07:27 PM

..olha será que lhes deu para imitar o Alves Reis? Nesse tempo eram notas de 500$ Vasco da Gama...

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=19&id_news=67651

ainda bem que estás atento à adicionalidade no sequestro de Carbono, para o ano vai dar que falar, quando entrarem em funcionamento as centrais de biomassa...

a mim saiu-me uma missão por cá, por agora

as minhas barbatanas?

Publicado por: py às maio 29, 2006 10:16 PM


oioi..as tuas barbatanas atirei-as ao mar e dei-lhes instruções precisas para irem aí ter...por isso ...estão indo..a dar a dar....

Qt às centrais de biomassa ..são bem menos prejudiciais do que a queima de combustíveis fósseis..

Olha ..há uns dias dizias para não me preocupar com os fugitivos africanos que se aventuram em mares alterosos para procurar uma vida melhor...
Pergunto...porque não me hei-de preocupar ? Basta-me pensar que é a pegada ecológica ? Eles que se afundem ? Não devo estar nem aí ?
Devo então preocupar-me com o meu umbigo ? Ele está bem demais ..graças a Deus...
O Socratesto tomou alguma iniciativa sobre isto ? Ou as preocupações dele continuam a ser a maquilhagem ?A linha ? A malhação ?

Qt ao Evito...está a usar a fórmula de sempre da comunada..para limpar o terreno de adversários politicos inventa intentonas ...o grande especialista nessa matéria foi Estaline ..que até o sebo ao Trostky tirou lá no México....

Publicado por: Corsário Negro às maio 30, 2006 12:17 PM

se te comoves com os africanos que se aventuram em mares alterosos... bem podes começar por preocupar com os milhares de iraquianos que morreram e morrem (todos os dias) à conta de uma invasão por razões de controle de petróleo, etc. Mas aí não estás tu, acho.

Agora invocares o PM nesse assunto é má-fé cá para mim. Sem mais. Quanto ao que supostamente exiges dos outros será aquilo porque responderás... aliás senão me engano até ficaste habilitado para alguma koisa...

Publicado por: py às maio 30, 2006 12:44 PM

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=276845

Publicado por: py às maio 30, 2006 12:53 PM

http://www.guardian.co.uk/eu/story/0,,1786002,00.html

Publicado por: py às maio 30, 2006 01:50 PM

O Py ainda não percebeu

Publicado por: The Shadow às maio 30, 2006 02:10 PM

De certeza que não percebeu...

Publicado por: The Shadow às maio 30, 2006 02:11 PM

Acabamos de entrar no século XIX!!!!!

(ou seja, este é o post 1800)

Publicado por: The Shadow às maio 30, 2006 02:13 PM

29/05/06 Estudo indica risco de apagão a partir de 2009

A falta de investimentos em geração de energia pode comprometer o abastecimento a partir de 2009, na visão do consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura.
O analista trabalhou com dois cenários, um com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a 4,4% anuais e outro com 5%. No primeiro, menos otimista quanto ao desempenho da economia brasileira, o déficit seria de 2.100 MW médios em 2010. No segundo, a forte demanda da indústria levaria a uma lacuna de 2.700 MW médios já a partir de 2009, ampliando a deficiência energética em 2.700 MW médios no ano seguinte. O preço baixo do megawatt-hora e as incertezas no marco regulatório são apontados como causas para a escassez dos investimentos em geração elétrica.
No primeiro cenário desenhado por Pires, de crescimento do PIB de 4,4%, a demanda de energia cresceria 5,1% ao ano, saindo dos atuais 46 mil MW para 59 mil MW. Já no segundo cenário, de aumento do PIB de 5% anuais, a demanda alcançaria 62 MW em 2010. "Em ambos os casos teremos um déficit de oferta de energia", afirma Pires. O analista considerou a entrada em operação de todas as usinas do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), mesmo as que enfrentam algumas restrições, como entraves na obtenção de licenciamento ambiental. Juntas as usinas do programa adicionarão 3.300 MW à matriz energética nacional.
Para o analista do Banco Pactual , Pedro Batista, a falta de investimentos em geração elétrica deve-se principalmente ao baixo preço do megawatt-hora. No último leilão de energia nova, o preço do megawatt-hora foi fixado pelo governo em R$ 116. "O mercado considerou o patamar pouco atrativo e muitos investidores não apareceram no leilão", disse Batista. Segundo ele, as empresas de energia estão capitalizadas para fazer novos investimentos. As últimas cinco ofertas públicas feitas pelas elétricas permitiram uma capitalização de US$ 1,5 bilhão, nos cálculos do banco.
As empresas que buscaram captar dinheiro no mercado de ações foram CPFL, AES Tietê, EDP Energia do Brasil, Tractbel e Equatorial. O setor de geração é predominantemente estatal. A iniciativa privada representa apenas 30% do segmento. Rio Madeira A Câmara Brasileira de Investidores em Energia Elétrica sugeriu ao governo a realização do leilão de energia nova A-5 para julho, antes de licitar as usinas Jirau e Santo Antônio, do Complexo do Rio Madeira, com capacidade conjunta de 6.450 MW. Segundo o presidente da CBIEE, Claudio Sales, a proposta tem o objetivo de evitar o deslocamento da energia de usinas já licitadas mas que ainda não negociaram contratos.
Fonte: DCI 19.05.06 - Danielle Nogueira

Publicado por: Não te cuides, não... às maio 30, 2006 02:17 PM

Os apagões são um fenómeno maravilhoso. As estrelas ficam mais brilhantes!

Publicado por: Senaquerib às maio 30, 2006 02:26 PM

Pois é. Isso do Trotsky foi há 66 anos.
Depois disso, por exemplo, há um Torrijos (para dar lugar a um Noriega) e um Allende (para dar lugar a um Pinochet).
Sem esquecer um Kennedy, outro Kennedy e um Luther King...
Mas nesses casos o Estaline já não estava vivo, não é verdade?

Publicado por: Há quem não tenha a memória embotada... às maio 30, 2006 02:31 PM

Invocar o PM é má fé pq ? Os africanos não querem vir para a europa ? Os governantes europeus não têm que ter uma resposta ? É só fechar a porta ?
O Pm não é um líder europeu ? O que é que ele diz sobre isso ? Ou tem muita maquilhagem para fazer e não tem tempo para outros problemas ?Que não se candidatasse...se não tem vida..

Agora qt aos Iraquianos ..talvez se os cobardes dos europeus tivessem dado uma ajuda ..não estivessem a acontecer tantos problemas com tantos inocentes...
Mas os europeus só sabem pedir ajuda ..dar..não é com eles......

Qt a "..Quanto ao que supostamente exiges dos outros será aquilo porque responderás... aliás senão me engano até ficaste habilitado para alguma koisa..."
Deixa-me lembrar-te que sempre dou mais do que recebo...sempre foi assim em toda a minha vida...

Qt ao da mémoria ..pois é ..tanto dá ser ditador de direita como de esquerda .... seguem todos a mesma cartilha ..não é não ?

Publicado por: Corsário Negro às maio 30, 2006 05:03 PM

caro Shadow lamento desiludi-lo mas para os historiadores só se entrou no XIX em 1801, precisamente o ano da Guerra das Laranjas... mas deixe-me dizer-lhe que isso não lhe tira o gosto do último ano do século XVIII.

Quanto a mim, ando a tentar kurtir uma de asceta numérico, para ver no que dá, com esta koisa de contrariar o apego e a aversão... Qualquer dia atako

sim, eu conheço o teu lado generoso, daí não te saber o que dizer, estaremos em lados opostos de algumas coisas, como essa do Iraque, em comum temos ser antiracistas, contra as touradas, e mais algumas

Publicado por: py às maio 30, 2006 07:32 PM

eh pá, na Holanda, talvez por kausa daquele terrível século XVI (A Obra ao Negro, M. Yourcenar, por exemplo) são os mais ousados, ou os menos hipócritas, ou outra coisa?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=230028

Publicado por: py às maio 30, 2006 07:37 PM

... já agora uma quase-kpk, a menos de mil :),

isto é bom, acho:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1258918&idCanal=1453

Publicado por: py às maio 30, 2006 07:42 PM

(...e ainda fiquei para aqui a pensar, porque é que foste buscar o PM e não o Barroso, o que fazia muito mais sentido? Vê lá os preconceitos...)

Publicado por: py às maio 30, 2006 08:53 PM

...olha a salsa:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1258920&idCanal=18

Publicado por: py às maio 30, 2006 08:57 PM

(afinal lá se foi a minha dieta numérica :))

Publicado por: py às maio 30, 2006 08:58 PM

Este blogue sofreu um apagão e as estrelas continuam a querer brilhar.
Não conseguem...

Publicado por: Senaquerib às maio 30, 2006 10:23 PM

Senaquerib às maio 30, 2006 10:23 PM,

Brilha o Senaquerib com o "post" 1812 e, à distância rigorosamente exacta de 80 anos, no mesmo dia em que o homem que desencadeara o «5 de Outubro», toma posse como Chefe de Governo da Ditadura Militar. Desculpe qualquer coisinha.

Publicado por: asdrubal às maio 31, 2006 12:47 AM

(...e ainda fiquei para aqui a pensar, porque é que foste buscar o PM e não o Barroso, o que fazia muito mais sentido? Vê lá os preconceitos...)

Publicado por: py às maio 30, 2006 08:53 PM

Olha.. és capaz de ter razão...
Como bem sabes ..tento fugir de preconceitos...e nem sempre consigo...
Mas vou-te dizer...de alguma forma ..é preciso forçar consciências ...

Qt a ti senaqueribe... já te disse que isto aqui já não passa de uma sala de estar virtual ..onde alguns amigos vêm trocar ideias..falar de coisas que preocupam..que querem ouvir as opiniões dos outros..nada mais ..despretencioso..informal..só nosso..
Às vezes tb é um local onde vimos fazer provocações ou alertar para situações que nos dizem qualquer coisa..
Só cá vens se quiseres ... não és obrigado..
inté..

Publicado por: Corsário Negro às maio 31, 2006 01:47 AM

Olha lá isto Senaqueribes...

Para onde vais mundo ???

A man who apparently severed his penis in an attempt to convince his wife that he was faithful to her was recovering after surgery to reattach the organ at a northern Malaysian hospital, a news report said Tuesday.

The 41-year-old man, who was not identified, got into an argument last Friday with his wife, who found a text message on his mobile phone from another woman. The man was heard by his son shouting that he wanted to prove he was not having an affair, the New Straits Times reported.

The assertion was followed by loud screams and the man emerged from his room bleeding profusely, his 14-year-old son quoted as saying. His wife rushed him to hospital.

É caso para dizer ...Loooooollllll

Publicado por: Corsário Negro às maio 31, 2006 01:58 AM

O Senãkribes só tem a mania que é esperto. Mais nada.
Vai-se a ver só desconversa. Nã tem ideias.

Publicado por: Alô...alô... às maio 31, 2006 03:04 AM

... é isso mesmo, aqui não há estrelas, há uns gajos que trocam idéias e assim sempre vão aprendendo alguma coisa uns com os outros neste fórum da Sociedade de Hipergeografia (o hiper não é pedantismo, é porque navegamos num espaço com muitas dimensões, basta ver os links, chama-se a isto hipertexto).

... agora patinhas, não é para te chatear mas olha isto:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1258942&idCanal=18

não se pode impor a democracia pela força das armas vinda do exterior, um país ocupado não pára quieto mas os EUA já tinham obrigação de saber isto desde o Vietname. Aliás repara impor a democracia por uma invasão armada é ditadura.

A democracia é um conceito ocidental, veio dos gregos, foi internalizada sucessivamente, em várias gradações, em instâncias do império romano, depois nas cortes das monarquias, etc, por forma a chegar a esta democracia parlamentar republicana, que é o melhor que conseguimos inventar.

Muito importante e quase nunca reconhecido foi a introdução do voto secreto (feijões) pelos beneditinos e depois a limitação a dois mandatos consecutivos pelos franciscanos e dominicanos (sec. XIII).

Que a defendamos a todo o custo, apesar das imperfeições, contra todas as ditaduras, estou contigo.

Que a queiramos exportar à força não estou, e acho que isso resulta no efeito contrário, só induz mais ditaduras na região.

Infelizmente acho que está bem à vista, até naquela coisa desgraçada do Afeganistão, que tinha lá aqueles talibãs danados, não para quieto.

(Tu lembras-te lá no jardim, né? ... secret...)

Agora cá é a época dos fogos, por agora vai muito melhor que nos últimos anos, mas ainda é muito cedo para dizer.

Publicado por: py às maio 31, 2006 08:17 AM

f*da-se, cum carago

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5Fdigital/news.asp?section_id=2&id_news=67769

Publicado por: py às maio 31, 2006 11:06 AM

poys, acho bem:

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=203470&idselect=11&idCanal=11&p=200

(até porque nunca se sabe se os temos)

Publicado por: py às maio 31, 2006 11:24 AM

chy,

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1258990

Publicado por: py às maio 31, 2006 12:19 PM

este gajo é que seria o Presidente dos EUA, se fosse por número de votos, e não com aquele golpe constitucional do STJ lá do sítio:

http://www.guardian.co.uk/usa/story/0,,1786442,00.html

Publicado por: py às maio 31, 2006 12:53 PM

Olhem só a acidez destes Ingleses.....

Blair has been blinded by an imperialist illusion

Britain has been asked to leave Iraq by the leader it helped to install. Only arrogance or myopia can explain its refusal


Wednesday May 31, 2006


What is British policy in Iraq? This week, as four more Britons die, it is more obscure than ever. Iraq is becoming a 21st-century Dardanelles, a lethal project sustained only because exit is too painful for politicians to contemplate.

Tony Blair has long stated that British troops are in that country to establish democratic institutions and guarantee security and prosperity. Since security and prosperity are as distant as ever, democracy is vitiated. Rising violence has rendered the policy incoherent. Blair and his colleagues must rely for public support on an increasingly false narrative of their purpose, as false as the reasons for the original invasion. They are prisoners of denial.

Civilian deaths in Iraq are running at 1,000 a month. Kidnappings take place daily, and ethnic cleansing is rife. Some 10,000 professionals have fled the country. The police are nowhere trusted. This is beyond any tolerable definition of security. Chaos was previously described by Downing Street as "isolated" and "not to detract" from the success of the occupation. Progress was allegedly being made away from the cameras. This is denied by all available statistics of power, water and petrol supplies. The defence secretary, Des Browne, was reduced last week to claiming that "things are better in the country areas" - long the last cry from the bunker of defeat.

British briefings on Iraq are a remorseless diminuendo. First the troops would leave once elections were held. Then they would stay until violence abated. Blair recently said, "The violence is why the troops are there." This explanation, as he must know from the history of Northern Ireland, hands the initiative to the enemy, allowing the terrorists to dictate the course of the occupation. In Basra, the militias can now imprison British troops in their barracks for as long as they choose, or as long as it suits their sponsors in Tehran.

There is no sense in which Britain is any longer in command in Iraq. It must even fight to recover its casualties. Basra has become a battleground between rival militias. Soldiers patrol intermittently and bravely show the flag (which is more than the Italians do), but they offer little more than target practice. This is not countering violence, nor does it constitute control. British troop deaths are devoid of any rationale.

The government's fallback position has been that, irrespective of peace, securing it can soon be handed over to local troops. Yet there is no evidence that, however many Iraqis take the coalition shilling, they can reliably be deployed against the ever more brazen militias and gangs. "Iraqisation" depends not on numbers or weapons but on morale. In the present climate there is no such morale, except in Kurdistan where militias have become the army. British policy accepts the de facto partition of the Kurds, yet not that of the Sunni and Shia regions. Why? There will be no stability in Iraq until this happens and yet the policy is to deny it.

A final fallback has been that British troops would leave when asked to do so by the Iraqi government. Most of the 110 coalition bases would be handed over to local brigades. A start would be made this summer with the British vacating Maysan and Muthanna provinces. The Americans would retreat initially into their dozen or more super-bases, and perhaps be offered long-term leases.

This exit strategy was galvanised last week when the new Iraqi prime minister, Nuri al-Maliki, said that he expected coalition troops to leave 16 of Iraq's 18 provinces by the end of the year. The only remaining American troops would be in lawless Sunni Anbar and in Baghdad, where Maliki needs the Americans to protect his green zone fortress and airport. His statement implied a total withdrawal from all Shia provinces, including the British from the south.

Maliki's statement should have been music to London's ears. Here was an elected leader eager to appear his own man, to show the militias, clerics, warlords and ubiquitous Iranian agents that he was master and not a coalition puppet. The coalition has every interest in bolstering such determination and expediting the withdrawal he requests. It is supported by the shrewd American ambassador in Iraq, Zalmay Khalilzad.

So why did Blair rush to Baghdad last week and dismiss Maliki's request out of hand? His spokesman indicated that Iraq would not be remotely "ready" for such a British troop departure by the end of the year. Offered a window through which to escape, Blair slammed it shut. Told to prepare to leave by the very democratic leader he had helped install, he refused to listen.

The suspicion is that Washington and London will withdraw only at the moment of their choosing, when it can be orchestrated as a victory. With violence and anarchy on the rise, such a prospect is implausible - not just by the end of this year but in the foreseeable future. Knowing that things are not getting better, London now finds itself claiming that they are getting worse before they can get better. It no longer matters what Iraqis say.

The hidden premise of Blair's position is that British (and American) troops must by definition be a blessing to any nation they occupy. It is inconceivable that they could increase anarchy or that their departure might alleviate it. This arrogant assumption runs through every argument about Iraq at present. It is the last shred of imperialist illusion, held even by many who opposed the invasion. It is encapsulated in the brainless Tory proposition that in Iraq we must "finish what we started".

As long as British politics holds this view, the occupation will never end. It does not matter how many Iraqis (apparently a majority) consider it a magnet to violence. Each of some 50 daily attacks on foreign troops tends to involve needless Iraqi casualties and the terrorisation of neighbourhoods. The reported massacre of two dozen civilians in Haditha by US marines last year pales alongside the hundreds killed in daily shootings at checkpoints and in bombings and searches.

The occupation is plainly not bringing peace to Iraq nor is it preventing civil war, however defined. Almost all coalition forces are now hunkered down in their barracks protecting themselves. Even reconstruction, such as it is, has been subcontracted to private mercenaries. Iraq is a failed state. Its democracy is meaningless without order, and order is beyond Britain's capacity to deliver.

Now Blair has been asked by the elected ruler of Iraq to leave by the end of the year. By what conceivable right does he refuse?

Publicado por: Corsário Negro às maio 31, 2006 02:10 PM

Essa da limitação a dois mandatos consecutivos deve ter sido proposta pelo Alberto João Jardim, na outra encarnação.
Só não sabia que ele tinha sido franciscano.

Publicado por: Senaquerib às maio 31, 2006 02:39 PM

Corsário Negro: pastelões não vale. Não tenho tempo, man. Eu trabalho, OK? E o boss está de olho em mim...
Mais de 5 linhas não é comigo...

Publicado por: Senaquerib às maio 31, 2006 02:43 PM

Sextuplicar a formação profissional ...

http://dn.sapo.pt/2006/05/31/opiniao/nos_quarenta_e_oito_cento.html

Publicado por: asdrubal às maio 31, 2006 06:05 PM

ó senaqueribe..se eu puser os links ...ainda dá mais trabalho...pq não das uma olhada mais tarde ..no horário de trabalho é que não...

Publicado por: Corsário Negro às maio 31, 2006 07:04 PM

ei...dei-me a uma vaidade...quem quiser ouvir uma musica feita por mim ..com letra minha e cantada por mim..

http://www.savefile.com/projects.php?pid=310733

Como podem ver o meu desejo de sequestrar carbono ..não é de agora ...

Publicado por: Corsário Negro às maio 31, 2006 07:15 PM

uma vaidade não fika mal a ninguém :), ainda por cima isto é um blog esotérico porque a dona foi-se, ou melhor maldacénico...

mas então já estás num sítio que eu não conhecia, hum,

olha que engraçado:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1259049

bem mas eu hoje não volto mais aqui ;) té manhã

Publicado por: py às maio 31, 2006 08:25 PM

....a new law passed by the Iranian parliament would require non-Muslims to wear special badges....

Os não muçulmanos ..vão usar um emblema a identificá-los ?

Lembraste memória não embotada ..onde era obrigatório usar um emblema por questões religiosas ?
Onde foi obrigatório usar a estrela de david ?
Ora faz lá um esforço..eu sei que te custa ..mas vá lá...

Onde vais Irão ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 1, 2006 12:13 AM

Eclecticando :
Vai-se ao site Morpheus e manda-se vir pró media player este fabuloso-fabuloso "Coro dos Peregrinos" :
Tannhäuser (Pilgrim's Chorus) de Wagner.

Publicado por: asdrubal às junho 1, 2006 12:36 AM

(tentar fixar isto:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=21&id_news=67820

ou seja o BP perdeu imenso por ter vendido parte das reservas o ano passado e há dois e três anos, mas enfim,..., 13º é um bom número)

Publicado por: py às junho 1, 2006 09:02 AM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&id_news=230398

Publicado por: py às junho 1, 2006 04:11 PM


hum,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=230435

Publicado por: py às junho 2, 2006 09:03 AM


http://www.dreamlandskateparks.com/anaconda.html
http://www.dreamlandskateparks.com/nlittlerock.html

Publicado por: py às junho 2, 2006 11:12 AM

Eclecticando :
(Da «minha rica casinha»)

"Para mim a crise, sob a qual nós vergamos, tem de ser encarada sob três aspectos.

O primeiro é o desequilíbrio orçamental; o segundo é a circulação fiduciária; e o terceiro é o desequilíbrio capitalista ou económico, como se quiser chamar, quero dizer, a diferença entre o ingresso e as saídas, quer de mercadorias, quer de capitais.

Ora, invertendo a ordem por que enumerei estes três elementos, começarei pelo último.

Não cansarei a câmara reproduzindo algarismos que todos conhecem, e fazendo considerações que hoje, felizmente, estão no espírito de todos e que é deplorável que o não estivessem há muito tempo; porque o facto é que, desde longos anos, nós vivemos uma vida completamente artificial, abandonando as fontes da riqueza natural do pais.

Nós chegámos a este estado, verdadeiramente anormal, de consumir exclusivamente produtos estrangeiros e de trabalhar exclusivamente com capitais estrangeiros; de nos dessangrarmos anualmente com o serviço desses capitais e com o preço desses produtos!

Assim vivíamos efectivamente e assim vivemos durante largos anos, se o espaço de meio século, pouco mais ou menos, se pode chamar largos anos; mas vivemos como?

Vivemos exagerando a soma da dívida pública até às proporções verdadeiramente esmagadoras em que hoje se encontra.
(...)
O equilíbrio orçamental não se obterá senão à custa de um sacrifício feroz, permita-se-me a expressão, que tem ele abranger todos os funcionários, credores do estado, proprietários e industriais.

Só assim é que o movimento pode ser nacional e o sacrifício corresponder ás exigências da situação e do país.

Este sacrifício tem de abranger empregados civis e militares, há-de abranger todos, absolutamente todos em igualdade de condições. O governo não veio aqui para estabelecer guerra de classes, veio, em nome da salvação pública, para pedir a todas as classes do país um concurso de esforços enérgicos para ver se conseguimos salvar a nossa terra da situação deplorável a que a levaram."
#
Discurso de Oliveira Martins em 20 de Janeiro de 1892.
(Ministro das Finanças no governo presidido por Dias Ferreira, apresentou o programa financeiro do novo governo).
#
Portugal é um país patético, digo eu.

Publicado por: asdrubal às junho 2, 2006 06:25 PM

Uma «orquite» histórica.

Publicado por: asdrubal às junho 3, 2006 01:53 AM

acho muito bem, só me faltava ter a companhia Bravo sob ordens em inglês:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1259292&idCanal=18

Publicado por: py às junho 3, 2006 09:06 AM

"...vinte aprendizes de sovela e tira-pé, encapelados até aos quadris dentro do bojo do drago..."

Alexandre Herculano, O Monge de Cister

Publicado por: py às junho 3, 2006 09:08 AM

«Saramago tem razão. O plano nacional de leitura é uma palhaçada. Mais uma onde gastar o nosso dinheiro».

(lido por aí)

Publicado por: asdrubal às junho 3, 2006 01:26 PM

Ei ..ó Asdrubal...sim senhor...é de lascar...o problema é crónico ...

Na minha óptica falta um espirito empreendedor e falta que esse espirito seja louvado, aclamado ... fortíssimamente incentivado..

Há uns dias atrás estava a ver um site onde tinha talvez umas 20 actividades económicas e onde eram eleitas a nível mundial as 5 melhores empresas de cada sector ..as "primus inter pares "

Escusado será dizer que os Estados Unidos nunca têm menos de três empresas nesse ranking e quase sempre em primeiro , excepto nos automóveis ..onde aparece a toyota e nos quimicos onde aparece a basf.

Em práticamente todos os sectores ..a dominação americana é esmagadora .. a Europa aparece com uns 5 paises umas 6 ou 7 vezes..a India ..a China e o Brasil aparecem respectivamente 1 vez...
O brasil na aeronautica e defesa com a Embraer..a china com uma empresa de petroleos e a india não me lembro...

O que é interessante reter..é que os países vivem dos empresários ..que têm ideias ...e se esforçam para as pôr a andar ...
Onde essas pessoas são admiradas , louvadas e poupadas em impostos..os resultados aparecem...

Nos outros lugares ..onde são olhadas de soslaio e considerados exploradores da "classe operária" nada se desenvolve excepto as ervas daninhas ..como as silvas que pegam de pé e ponta...

A europa em particular (a nova união soviética)..está fodida... ..com políticas chupistas de impostos para sustentar quem não quer fazer porra nenhuma ..só mamar ... ... não vai a lado nenhum... cada vez vai ficar mais para trás..
E quem tem vontade de empreender ..não fica aí...
Lógicamente ..os resultados não surgem...

Como dizia o Oliveira Martins ...( será que é parente daquele amiguinho do guteres ?) está tudo fodido...
O grande engano do Oliveira Martins está em que o que havia a fazer eram sacrificios ..que tb toda a vida ouvi falar...mas antes em fazer um grande altar ( podia até ser um santuário ..bem ao lado do da senhora de fátima ) aos PATRÕES.Aos empreendores ...aqueles e unicos que realmente criam riqueza ..( só havendo riqueza é que ela pode ser distribuida) e a unica maneira possível de distribuir riqueza é pela criação de empregos.
Pela competição pelos empregados( que subirá a cotação).
Todos poderiam ser patrões ...a unica coisa que precisariam era ter ideias..e capacidade de trabalho...
Em Portugal falta o sonho e a aclamação e protecção feroz de quem sonha ...em duas palavras ..o AMERICAN DREAM...

Publicado por: Corsário Negro às junho 3, 2006 02:07 PM

Não percebo porque é que não foste para os EUA. Aliás devias pensar nisso o mais depressa possível, porque se eu bem me lembro quem te lixou por cá foram os teus colegas patrões, e por aí também já há uma, né?

Publicado por: py às junho 3, 2006 02:35 PM

mas desejo-te boa sorte por aí

por cá o governo mexeu em coisas que nenhum outro ousou, ainda há que esperar para ver:

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=277104

Publicado por: py às junho 3, 2006 02:51 PM

Corsário Negro às junho 1, 2006 12:13 AM

Pois! Isto dos sinais é uma chatice.
É que, além do mais, há os sinais que servem para exclusão por omissão.
Os católicos usam o crucifixo como uma espécie de bandeira e os próprios judeus sempre usaram a estrela de David. Os judeus até acrescentam aos sinais aquele chapelinho no alto da cabeça.
Sinais é coisa que não falta aos judeus – além da estrela e do chapelinho, os mais fanáticos usam aquela fatiota negra, cabeleiras e barbas, o que deve ser muito pouco prático num país do Médio Oriente. Hábitos europeus, claro.
As religiões de matriz judaico-cristã (e o islamismo, curiosamente, é uma delas) são as únicas que qualificam de «infiéis» os outros.
Nesse pormenor, o budismo ganha por três comprimentos, ou, para usar o vocabulário do tema, por três eternidades.
Não é coisa que me interesse, isso das religiões, como os seus passaportes para o paraíso. Prefiro viver sem a preocupação de arranjar um visto de entrada em qualquer lugar.
Mas há uma coisa que também não é possível deixar de lembrar: de todas as religiões, a única que proibe os seus seguidores de casarem com algum fiel de outra religião é o judaísmo, que cosidera «gentios» desqualificados e ímpios todos os outros. É uma forma apurada de racismo, claro.

Chegados aqui, lamento informar-te que isso da lei do Irão é mais uma das refinadas aldrabices da propaganda americana, conforme se confirma pelas declarações do deputado judeu no parlamento iraniano

http://www.theaustralian.news.com.au/story/0,20867,19196947-1702,00.html

Tens que diversificar as tuas fontes, ou acabas por enfiar o galeão contra as rochas...

Publicado por: 4 Gigabytes de RAM às junho 3, 2006 06:37 PM

... é isto que os australianos nunca hão-de perceber - é que os timorenses gostam dos portugueses:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=230698

Publicado por: py às junho 3, 2006 06:44 PM

Afinal a aldrabice é mais completa do que eu pensava.
É uma total invenção de um jornal judaico-fascista canadiano, que se viu obrigado a reconhecer isso nas próprias páginas.

http://en.wikipedia.org/wiki/National_Post

Publicado por: 4 Gigabytes RAM às junho 3, 2006 06:51 PM

Bem...então temos dois ...um a estibordo e outro a bombordo...

Para o do bombordo...digo-te já que foi por um fio que não fui para os USA acabei batendo numa tecla parecida ..mas substancialmente diferente ..que é o grande portugal..aqui tb se pode sonhar...
Qt aos patrões meus colegas que me lixaram queres que te dê exemplos de traições mortais ?
Podemos começar em Amenofis IV, traído pelo seu médico de toda a vida.. Julio César ..por Brutus.. Marat...Lincoln...Zapata...Gandi..Trostky...
Lennon..Rabin...

Portanto..como vês a traição apanha os mais puros...com grande facilidade...

Tudo isto não deixa ..no entanto... de ver valor onde ele está...
Diz-me tu de bombordo onde está a galera de esquerda que arrisca empreendedorismo ?
No entanto são superhabeis a "gerir" o dinheiro dos outros..né não ? Sempre prontos ...para cargos publicos ..onde se houver erros ( e Deus sabe como há ) ... nunca há-de ser nada ...

Qt ao estibordo... que tem uma Ram "genérica" ...diz-me tu... qts empreendedores tem a galera de esquerda ?
Qts personagens de esquerda conheces que tenha criado empregos ? Que produza alguma coisa ? Que exporte qualquer coisa?
Numa palavra ...que crie "riqueza " ?

Deves ter cuidado que tanta memória pirata não é confiável..mesmo assim .. faz um esforço .. e vê se te lembras de alguém....
Isso ..vem à realidade ...

Tanto de bombordo como de estibordo falam de budismo...e eu disparo para os dois lados...
Esses caras de que vcs falam ..tb dizem...aquele que sabe e não aplica o seu conhecimento ..é como aquele que lavra a terra e não a semeia...

Publicado por: Corsário Negro às junho 3, 2006 07:55 PM

por cá o governo mexeu em coisas que nenhum outro ousou, ainda há que esperar para ver:

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=277104

Publicado por: py às junho 3, 2006 02:51 PM


Olha ...não estou nada virado para os assuntos "pequenos"...mas como tive um assomo de paciência fui ver essa noticiazinha...
A unica coisa que me ocorre ..é que é mais maquilhagem...em cima de maquilhagem..em cima de mais maquilhagem..
Será que não ocorre ao PM algo mais ?Qualquer dia parece uma Dragon Queen...

Publicado por: Corsário Negro às junho 3, 2006 08:06 PM

... eu sou muito empreendedor, já fiz acontecer e desacontecer muita coisa,...

só que ao contrário de ti eu conheço N York. Y no me gusta, excepto como turista, qb.

E como não desvinculo o american dream da política constante de guerra que foi seguida desde 1945, junto com muita coisa, para mim fica mais género american nightmare.

Mas cada um tem direito a ter os gostos que vai tendo. E os traumas.

Publicado por: py às junho 3, 2006 08:11 PM

... mas olha pá, com tanto ódio destilado que anda por aí, uma coisa já concluí: não podes estar bem. Vais ter que ter muita paciência, dir-se-ia.

Publicado por: py às junho 3, 2006 08:17 PM

ó meu velho... empreendedor ..é aquele que tem visões...cria empresas... cria empregos ..manufactura produtos ou lhes agrega mais valias.. os vende... e recebe a grana...claro...

Em NY estão os simbolos dos maiores empreendedores do mundo...by far....
Por isso foi lá que começou a 3ªWW...

Tb sabemos que os Portugueses fizeram grandes descobrimentos ..e no entanto ..nenhum de nós esteve do lado do Vasco da Gama ..qd ele chegou à India ...

Por falar em traumas ... um trauma é uma recordação de uma coisa má .. e uma boa recordação ..como se chama ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 3, 2006 08:27 PM

... oh meu caro, empreendedor é aquele que empreende - faz acontecer coisas -, tem um significado bem mais lato do que a sua redução ao empresário... e à grana... falta dela, não?

Falamos sempre do que nos faz falta.

Tu gostas do american dream, eu não. Gosto mais da velha Europa, tu não.

Também gosto de África, Brasil e muito lado.

Tive a sorte (?) na minha vida de ver os meus desejos mais profundos que enunciei como objectivo (os sonhos?) realizados. Mas fica uma advertência: só há pouco tempo é que soube que existe um ditado grego que reza "os deuses, quando nos querem castigar, concedem-nos os nossos desejos" ;)!

Não estou arrependido de nada, mas é verdade que tudo comporta o outro lado.

Olha que anda aí uma onda de esquerda fruto das desigualdades sociais que o capitalismo engendrou.

Mas desejo-te bom empreendedorismo por aí, e que dê frutos.

Uma boa recordação é ... saudades


Publicado por: py às junho 3, 2006 09:13 PM

... e por falar nisso, empreendi numa:

minha senhora, ao diabolizar os professores - seus colegas de profissão - como únicos responsáveis de estado de koisas na educação, esqueceu o ministério, e muita coisa, pelo que receio que tenha assinado a sua carta de demissão. Mais à frente se verá.

Dir-se-ia que tem cara de "anal retentiva" - não, não é um insulto, é um tipo psicológico que pode procurar, em inglês, na internet,..., costumam precisar de tomar laxante para obrar,,,

http://photos1.blogger.com/blogger/5750/2165/1024/VacaLurdes.jpg

Publicado por: py às junho 3, 2006 09:38 PM

"os deuses, quando nos querem castigar, concedem-nos os nossos desejos".

O "maso" pró "sado" :
- bate-me, bate-me, bate-me ...
Diz o "sado" :
- não bato, não bato, não bato ...
O equívoco do desejo é deste tamanho.


Publicado por: asdrubal às junho 4, 2006 12:08 AM

«Por falar em traumas ... um trauma é uma recordação de uma coisa má .. e uma boa recordação ..como se chama ?» pergunta o capitão Gancho.

Mas é óbvio: se a recordação de uma coisa MÁ é um trauMA, a recordação de uma coisa BOA só pode ser um trauBOA

Publicado por: Empreendedor linguístico às junho 4, 2006 02:13 AM

Divirtam-se:
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=203786&idCanal=90

Publicado por: asdrubal às junho 4, 2006 02:53 PM

Ei..ó Asdrubal...não te incomodes com "pequenas " notícias ....
São apenas trocados para os amigos do PM gastarem em maquilhagem e plásticas ...bem precisam..como o crápula pedroso...

Qt a ti estimado amigo de bombordo..temo que não tenha as melhores notícias...mas já lá irei..entretanto vou concentrar o meu poder de fogo a estibordo ..onde uma poderosa memória RAM se desvaneceu... eu avisei .. memória genérica não é igual à original ..se calhar ele comprou-a na feira da ladra...
Nem uma recordação...nem uma sequer para amostra...e aí ..deu-te um vírus ?

Qt a ti ..meu amigo de bombordo... és capaz de ter alguma razão qd dizes que empreendedores no sentido lato são todos aqueles que fazem algo....
No entanto..como bem deves ter percebido...esses são empreendedores com e minúsculo...
Verdadeiros Empreendedores escrevem-se com maiúscula ... esses são os que criam empregos ..pagam salários ..orientam os desorientados...pôem pão na mesa das suas familias.
Changing subject...but not the bad news...
Ontem ..finalmente vi um filme que há 9 anos queria ver ..Amistad...
"propaganda" dirá incansávelmente o antropólogo distraído...(M)
Não restam dúvidas da superioridade da anglofonia sobre a Lusofonia .
Portugal ...foi grande ..qd correu nas veias dos nossos governantes ..sangue Anglófono...que triste conclusão..
Qd ele se desvaneceu...voltamos à nossa condição de povo menor..oportunista..sem ideias...frio..cruel...preguiçoso...

No Amistad..é dado ver ..qd na Inglaterra já a escravatura tinha sido abolida ..ainda nós ávidamente faziamos tráfico de seres humanos ..
Qd "nós " chegavamos a conclusão de que determinado barco levava "carga " a mais.. era atirada ao mar uma corrente presa aos tornozelos do "excesso" junto com uma boa quantidade de lastro em pedra..
"bonito" de se ver..momento de elevação moral..e motivo de orgulho...
Estivemos ao nível ...de ter cometido um verdadeiro holocausto...

Com um Karma destes ..não iremos longe ..jamais...


Publicado por: Corsário Negro às junho 4, 2006 07:38 PM

... estive fora...pois, bem me parecia que tínhamos um diferendum insanável... sim ainda agora os australianos não percebem porque é que os timorenses gostam dos portugueses... e tu também não, concerteza

... é que o sangue anglófono que tanto aprecias fez os genocídios dos índios na América e dos aborígenes na Austrália...

Isabel I de Inglaterra atraiçoou literalmente os compromissos que tinha feito com o Prior do Crato. O teu Drake (qual tu próprio) comandou uma armada que ficou às portas de Lisboa,,, e em contrapartida ficou com os diamantes do rei de Portugal.

A Inglaterra forjou muitas histórias sobre nós, e tu come-las todas, como por exemplo termos extinto o Dodo quando foram eles que o fizeram...Depois há muito mais a contar, paulatinamente.

Mas eu não estou nada preocupado, agora está tudo on, e eu falo-lhes em francês

quantos aos que merecem minúscula ou maiúscula só os vindouros dirão

Portanto já percebi tudo: ao serviço de sua majestade, a tua missão aí é tentar dar cabo da nossa estima aqui, velho truque


Publicado por: py às junho 4, 2006 08:07 PM

no entanto parece que vamos ter ein little problem com o império anglófono...

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1259475&idCanal=18

e já gora eu acho o bush muito mais parecido com o hitler do que o gajo do Irão...

Publicado por: py às junho 4, 2006 08:13 PM

The Portuguese diamond: a fatal blue stone

Publicado por: py às junho 4, 2006 08:15 PM

... acabei de ler uma outra biografia de D. Sebastião, desta vez escrita por um espanhol, o que dá maior distância objectivante.

Amanhã ponho aqui um excerto da carta que o maluco (Malik)escreveu a D. Sebastião nas vésperas de Alcácer-Quibir, tem a ver, num paralelo, com a carta que o presidente do Irão escreveu há pouco tempo ao bush.

D. Sebastião foi forjado no duplo modelo mental de Alexandre & Casto (também matou o primeiro javali aos 11 anos),...,-> glória ou morte...

Publicado por: py às junho 4, 2006 08:33 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=230875

Publicado por: py às junho 4, 2006 08:34 PM

eh pá:

Irão, irão

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=230853

Publicado por: py às junho 4, 2006 08:37 PM

... e ainda há estes

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1259301

Publicado por: py às junho 4, 2006 08:57 PM

http://observer.guardian.co.uk/uk_news/story/0,,1789936,00.html

Publicado por: py às junho 4, 2006 09:36 PM

O D.Sebastião ainda tinha nas veias sangue «anglófono»*...

-------------

* A propósito: Afonso Henriques, Diniz (o do pinhal), Nuno Álvares Pereira e o povo que andou a dar o corpo ao manifesto para fundar a nacionalidade e defender a independência também tinham sangue «anglófono»?

Tenho cá a impressão que o corsário abusa do rum...

Publicado por: Historiador de fim-de-semana às junho 4, 2006 11:52 PM

Estava a fim de fazer o com 1864 ..data do fim da guerra civil americana .

Guerra feita por causa da escravatura...

Mas pronto ..levaram o com...deixem pra lá...

Publicado por: Corsário Negro às junho 5, 2006 01:37 AM

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?idCanal=0&id=203790

Publicado por: py às junho 5, 2006 07:25 AM

back to the Carbono:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1259540&idCanal=63


(entretanto com essa história das minúsculas e das maiúsculas ontem reparei que os anglófonos escrevem "I" enquanto nós escrevemos "eu", ora por uma inevitabilidade dialéctica o "I" passa a i)

Publicado por: py às junho 5, 2006 09:24 AM

O que Ahmadinejad diz, de facto, sobre Israel:

"Eu sempre combati o regime de apartheid da África do Sul. Esse regime acabou. Nunca apelámos ao extermínio do seu povo e do seu Estado. Agora estamos com o regime desse país. Com Israel é a mesma coisa. Israel é um país com um regime de apartheid, onde nem todos os povos que lá vivem têm os mesmos direitos. É um Estado militar expansionista contra os seus vizinhos. Por isso apelamos ao fim do regime do Estado de Israel. Nada queremos contra o seu povo."

Um bocadinho diferente, não é verdade?

Publicado por: A verdade é como o azeite às junho 5, 2006 12:34 PM

A onda abranda ...

por falar em onda ...hoje saiu uma noticia pequenina no jornal..dizendo que o gaz da bolivia iria subir 11 %....afinal o Evito não conseguiu os 80 % mais que queria...nos seus devaneios ...


Peru's Garcia Pledges to Boost Trade, Fight Chavez

June 5 -- Alan Garcia, after claiming victory as Peru's next president, vowed to increase trade ties with the U.S. and challenge Venezuelan President Hugo Chavez's efforts to expand his influence in Latin America.

Garcia, 57, said Peruvians yesterday voted against the populist policies of Chavez that have been replicated in Bolivia and Ecuador. In April, Chavez called Garcia a ``thief'' and backed the Nationalist party's Ollanta Humala. Garcia won 55.5 percent of the vote in yesterday's runoff election to Humala's 44.5 percent, based on a majority of votes counted by the Electoral Board.

``The vote was a defeat for Chavez's expansionist plans that he is trying to implement in South America, his attempts to annex us to his retrograde model,'' Garcia said. ``What was at stake here was our sovereignty, rejecting the pretensions of those who have oil wealth to dominate us.''

The attacks against Chavez help Garcia's attempts to show Peruvians he has changed since he was president in the 1980s and carried out his own populist agenda that led to higher spending, soaring inflation and a government debt default. Garcia, who campaigned for ``responsible change,'' last night vowed to back a free trade agreement with the U.S., limit inflation and keep the budget deficit in check.

Annual inflation in Peru was 2.2 percent in May, the lowest among the 10 biggest Latin American economies. Peru's $68 billion economy had average annual growth of 5 percent between 2001 and 2005.

Inflation Threat

The sol gained 0.1 percent to 3.266 per dollar at 10:15 a.m. New York time. The yield on Peru's 9 7/8 percent bond due in 2015 fell 12 basis points, or 0.12 percentage point, to 6.94 percent, according to JPMorgan Chase & Co. The price gained 0.85 cents on the dollar to 118.85.

``We need to ensure the specter of inflation, that terrorized many of us, doesn't return to threaten our country,'' Garcia told about 5,000 supporters. ``We need to ensure the country grows, at the same time as it is decentralized and creates jobs.''

Garcia's speech was an attempt ``to reassure markets that he will be very serious about economic polices and won't make the same mistakes,'' Gianfranco Bertozzi, a Latin America economist with Lehman Brothers said in a telephone interview from New York.

Growth

Peru's benchmark stock index June 2 had its biggest gain since January on expectations Garcia would win the presidential election. The index has climbed more than eight-fold since outgoing President Alejandro Toledo took office in July 2001. The yield on Peru's 9 7/8 percent bond due in 2015 has fallen almost 4 percentage points since May 2004 to 7.06 percent, according to JPMorgan Chase & Co.

The Finance Ministry estimates the economy, which is led by the mining and fishmeal industries, will expand as much as 6 percent this year, following growth of 6.7 percent in 2005.

Toledo's Possible Peru party fielded two candidates who dropped out early in the race when polls showed them with about 1 percent of the vote. Presidents in Peru serve five years and can't be re-elected for a consecutive term.

Garcia -- who at 1.93 meters-tall (6 feet, 4 inches) towers over most Peruvians, who stand 1.57 meters (5 feet, 2 inches) on average -- gained ground after the first-round vote in April by winning support from voters who had backed third-place candidate Lourdes Flores and wanted to ensure Humala didn't win.

``I never dreamed I would have to vote for Garcia,'' Mercedes Liria, a 40-year-old housewife, said in an interview after voting in Lima. ``But I had no option -- with Humala as president, we'll be governed by Chavez.''

Free Trade, Clean Water

Garcia endorsed a free trade accord with the U.S., saying Peru needs to be part of the global economy. His campaign pledges also included providing clean water, particularly in the south, and ending illiteracy and hunger.

Thousands of Garcia supporters gathered outside the Apra party's headquarters last night in Lima to celebrate. ``Listen, Chavez, Alan has won,'' they chanted.

``With Alan Garcia, there will be social justice and better times for our people,'' said Angela Perez, 31, who attended the rally outside Garcia's campaign headquarters in Lima. ``We were all scared of Humala.''

Humala, 43, who became a public figure in 2000 when he took over one of Southern Copper Corp.'s mines in a failed uprising against the government, proposed in his campaign to raise corporate taxes, rewrite the constitution and make the government a partner in all mining and energy contracts. His party, the Union for Peru, won more congressional seats than any other party in April elections, followed by Garcia's party, the Popular American Revolutionary Alliance.

Chavez Influence

The makeup of congress means Garcia will have to contend with Humala -- as well as Chavez, said Fernando Rospigliosi, a political analyst at the Institute of Peruvian Studies in Lima. Venezuela is the world's fifth-largest exporter of crude.

``You know this isn't the end of it and I expect we'll be hearing more from Humala and Chavez, especially with all of his money,'' Rospigliosi said. ``The most important problem will be in the streets and not in Congress.''

Both Bolivia and Ecuador have followed Chavez's model of increasing state control over energy assets.

The presidential bid was Garcia's second since stepping down from power in 1990 amid quickening inflation that climbed as high as 8,000 percent and an escalating civil war waged by the country's Shining Path guerrillas. He lost the presidency to Toledo in a run-off vote in 2001, nine years after fleeing the country for France, claiming persecution by then-President Alberto Fujimori.

Garcia last night pledged to boost international trade as part of his ``national plan'' to generate more jobs and increase wages. The U.S. is Peru's largest trading partner, accounting for more than one-third of Peru's $17 billion in exports last year.

``The global economy will continue to favor the development of our country and there will be grave short-term consequences for us if we cut those ties,'' Garcia said.

Publicado por: Corsário Negro às junho 5, 2006 03:28 PM

Noutros lugares a má onda avança...

Islamic Militia Says It Has Captured Somalia's Capital
Associated Press

MOGADISHU, Somalia -- An Islamic militia that wants to establish a fundamentalist government in Somalia said Monday it has seized control of the capital, after weeks of some of the bloodiest fighting in 15 years of anarchy in this Horn of Africa nation.

The militia, whose growing power is raising fears that Somalia could follow the path of Taliban Afghanistan into the hands of al Qaeda, appeared in control of Mogadishu.

"We want to restore peace and stability to Mogadishu. We are ready to meet and talk anybody and any group ...

Publicado por: Corsário Negro às junho 5, 2006 03:32 PM

Empresários?...Empreendedores?...Criadores de RIQUEZA?...Para DISTRIBUIR?
Então é isso...
Reis da Droga! De dimensão global... Aí é que se ganha grana!!! Estamos lixados... Nem sequer temos um barão da Droga... de dimensão nacional.
Pobrezinhos...

Publicado por: Senaquerib às junho 5, 2006 03:36 PM

Mas voltando à anglofonia ... repara ..amigo de bombordo...
Não pretendo desanimar ninguém ..antes acordar ...

Sabes que quem ama ..educa..
E educar ..custa..

E a César o que é de César e a Deus o que é de Deus..

Por outro lado ... a emulação ..é das ferramentas mais poderosas que se podem usar para atingir objectivos mais altos.

Não podes negar que se não fosse o sangue anglófono em doses cavalares ..nunca teria havido tamanho espírito Empreendedor nas nossas hostes ..o Brasil não existiria e a Lusofonia ..se calhar tb já não...
Sabes perfeitamente que me refiro à Ínclita Geração...

Por isso ... e num espírito generoso que sei que tens ...esquece esse ranço dessa história dos diamantes ...já que a Lusofonia ganhou por outro lado talvez as maiores resrvas do mundo desse carbono em estado puro.

Qt à Anglofonia sempre foi nossa aliada ...e com certeza temos mais vantagens em ver os lados bons que eles têm ..do que ver os lados maus que todos temos ...

Eles são mais Empreendedores ? Sem dúvida ...as evidências são mais que muitas ...devemos aprender com os melhores ? Claro que sim ....

Há uns dias falei das 5 melhores empresas do mundo (não as maiores ) de cada sector ... são 26 sectores de actividade diferentes .. os USA batem a concorrência de forma esmagadora ...
Depois de veres ..podes continuar a afirmar que é da guerra que a Anglofonia vive ? Ou é de um desempenho realmente incrível ?

http://www.forbes.com/lists/2006/04/07/06f2k_global-high-performers_land.html

Só uma palavrinha à super memória ....RAM...cadê as suas respostas ? Embrulha...

Publicado por: Corsário Negro às junho 5, 2006 04:07 PM

... hoje não vou discutir política, patinhas, tomei duas belas banhocas nesta deliciosa gelada e estou a puxar para o búdico..., depois de uma manhã a caçar lixo com espeto.

deixo aqui uma coisa engraçada:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&id_news=231024

quanto aos diamantes famosos eu não tenho nenhum apego por eles, por mim podem estar a brilhar em qualquer parte do mundo - agora que são muito bons indicadores das potências, ah isso são - o que eu gosto é de seguir-lhes a trajectória.

mas em relação ao Portuguese diamond que está lá a brilhar em Washington DC ainda lhe hei-de descobrir o mistério

Publicado por: py às junho 5, 2006 06:32 PM

muita bom!

http://osolaosquadradinhos.blogspot.com/

Publicado por: py às junho 5, 2006 06:39 PM

Olha, olha... o pirata das Caraíbas tem sido desmentido em toda a linha na campanha fascista de propaganda anti-Irão que trouxe para aqui e agora vem com aquela das respostas.
Desde quando é que há aqui alguém encarregado de marcar a agenda?

Agora sobre a Somália o pirata volta a enviezar (é preciso estar à la page com a terminologia) as coisas. «Esqueceu-se» de transcrever algumas linhas daquela mesma Associated Press que cita. Por exemplo:

...The militia has been battling a secular alliance of warlords for control of the country...

...The United States is widely believed to be backing the secular alliance in an attempt to root out any al-Qaida members operating in the Horn of Africa...

...The fundamentalists accuse the alliance of working for the CIA...

Ou seja, os americanos estão a apoiar os senhores da guerra que foram responsáveis pela morte de 18 militares dos EUA em 1993, numa batalha que deu origem a um filme. Então, os senhores da guerra eram denominados de «bárbaros» e «criminosos» pela propaganda americana. Hoje são aliados. É engraçado como a CIA aparece sempre envolvida com o que há de pior à superfície da Terra. Deve ser o tal «sangue anglófono»...

Por falar nisso, quem é que disse ao pirata que os feitos da ínclita geração são resultado do «sangue anglófono»? A não ser que esteja a referir-se à bichice do Infante...

Essa dos «aliados» ingleses é de ir às lágrimas. Em que momento da história de Portugal é que os ingleses mostraram ser aliados?
– Durante a ocupação espanhola aproveitaram para fazer mão baixa de uma série de possessões portuguesas e de uma parte substancial do comércio do Oriente.
– À custa de uma série de vigarices, tomaram conta do comércio do vinho do Porto e controlaram o comércio externo português.
– Mandaram uns regimentos para enquadrar as tropas portuguesas (sem «sangue anglófono») que combateram os franceses durante as invasões, apenas para assegurar o controlo da «quinta» e dos portos.
– Roubaram uma faixa larguíssima do território português que ligava o Atlântico ao Índico (parece que o rum anda a obliterar-te a memória... Já não de lembras do mapa cor-de-rosa?)
– Exploraram-nos durante mais de 75 anos com o monopólio dos telefones de Lisboa e Porto e a Carris, sem falar num sem número de pequenas outras coisas.
Etc, etc, etc.

Dá-me lá um exemplo da vantagem da aliança com os ingleses.
Quando é que este pirata vai levantar a pala do olho?...

Publicado por: Windows Vista às junho 5, 2006 06:51 PM

Mas ainda há quem leve a revista Forbes a sério?
Essa de incluir as Ilhas Cayman... é pá, não me lixem, faxavor!...

Publicado por: Senaquerib às junho 5, 2006 06:54 PM

Olha lá memória falheira ...respondo-te qd me responderes primeiro ..onde estão os Empreendedores na galera de esquerda ?
Onde estão ?
Hello..can you here me ? Is anybody out there ?Vaccum in your answer ?

E tu senaqueribe..olha lá a inveja....

Publicado por: Corsário Negro às junho 5, 2006 07:27 PM

Essa coisa dos empreendedores de esquerda e de direita é uma tolice.
Os métodos de gestão não têm ideologia e a capacidade de iniciativa também não.
O que não falta é empreendedores de esquerda. Estou aqui a lembrar-me de um, que é «empreendedor», tout court, a fazer dinheiro e «de esquerda» a distribui-lo, que é o que verdadeiramente distingue os de esquerda dos de direita. Falo daquele senhor Nabeiro, o dos cafés. Tem a maior torrefacção da Peninsula e uma das melhores a nível europeu. E não tirou nenhum curso nos EUA nem consta que tenha «sangue anglófono».

Publicado por: Um tiro no galeão às junho 5, 2006 07:40 PM

A excepção que confirma a regra ..kákákáká....
Só um, velho ?Não arrancas nem mais uma excepção..? .....que miserabilismo....

Tolice ...?

Mas pronto ..atribuo-te uma nota 3 ..já que pelo menos respondeste...

Agora ..respondo eu a ti..a propósito da influencia da Anglofonia e da mais velha aliança europeia...

Para ti ..é pura coincidência que um negócio como o do vinho do porto se aguente tanto tempo e tão saudável... nada tem a ver com o facto de estar na mão dos Ingleses..pura coincidência...

Também é pura coincidência a anglofonia dominar de forma tão avassaladora os negócios no mundo...

É também pura coincidência que a anglofonia seja responsável por mais de 80 % das patentes registadas no mundo diáriamente, desde pelo menos há um século para cá...

É também pura coincidência (para voltarmos à nossa terrinha )..que a epopeia dos descobrimentos tenha sido feita por filhos de uma anglófona...a neta de Eduardo III...

Para terminar ..perguntas ... de que valeu a aliança ? Como pouco otário que és dir-te-ei..pelo menos para meter medo à Espanha ...
É que sabes ...elemento de fraca percepção... teres um aliado forte ... é a mesma coisa que passeares com um pitbull pela trela ..as probabilidades de seres assaltado ..diminuem uns 99,99999999999999 %

Barcaça ao fundo ... e vejam só...nem despojos tem..miserável e ainda por cima de olho grande...

Publicado por: Tio patinhas às junho 5, 2006 10:09 PM

Esta é minha!

Publicado por: Flash Gordon às junho 6, 2006 12:58 AM

Toma lá mais um empreendedor de esquerda: o dono do El Corte Inglés, que, apesar do «inglés», também não tem «sangue anglófono» e sabe distribuir a riqueza.
E na questão do vinho do Porto mostras que tens duas palas nos olhos — um dos maiores empreendedores do Douro foi uma empreendedora, a D.Antónia, que não só não tinha «sangue anglófono» como comeu as papas na cabeça aos ingleses.
Não esperes que eu perca mais tempo com esta tolice, porque não estou reformado e tenho mais em que pensar.

A anglofonia está a «dominar de forma tão avassaladora os negócios no mundo...» ???!!!
Em que fuso horário estás? Melhor: em que galáxia estás? Tens a certeza que não atravessaste nenhuma porta do tempo? É que pareces atrasado para aí uns cinquenta anos. Os negócios do mundo são dominados pelos japoneses e pelos chineses. Experimenta ir ao centro comercial – shopping center – mall mais próximo e conta em quantas etiquetas encontras o MADE IN CHINA.
Como pareces não saber, os impérios não são eternos. Os «negócios do mundo» foram dominados, à vez, por vários impérios, entre os quais o português. Há muito que lá vai o tempo do império britânico e o império americano está de saída. Faz algum barulho ao apagar-se, mas isso não muda nada.

Ainda não consegui parar de rir com essa da aliança «meter medo à Espanha».
Os espanhóis estavam tão borrados de medo que ainda a tinta da aliança não tinha secado no papel já eles estavam a invadir Portugal. O que valeu foi o Condestável, de sangue português e bem plebeu, mais a arraia miúda que comandou, para correrem os espanhóis a pontapé e deixá-los deprimidos durante dois anos (e podes crer que ficaram mesmo deprimidos durante dois anos).
E foi, certamente, cheios de medo da Inglaterra que os espanhóis invadiram Portugal uma série de vezes até 1800. Tiveram tanto medo que até governaram Portugal durante 60 anos. E a Inglaterra – o pitbull desdentado – nem tugiu nem mugiu. A verdade é que só depois do patarata do duque de Medina Sidónia ter deixado afundar dois terços da maior armada do mundo é que a Inglaterra começou a levantar cabelo nos mares. Até então, aquilo a que chamas a «epopeia dos descobrimentos» foi feita por filhos de Portugal como Gil Eanes, Vasco da Gama, João Gonçalves Zarco, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, à cabeça de uma infindável lista de gente que não tinha «sangue anglófono».
E o tal pitbull, ou esteve sempre na casota quando era preciso (como foi o caso da invasão do Estado da Índia, com a marinha de sua majestade à distância, a fazer vista grossa e a observar calmamente a armada indiana a bombardear o aviso «Afonso de Albuquerque»), ou mordia a mão que lhe dava de comer (já te falei no mapa-cor-de-rosa, mas há mais exemplos).

Vale a pena lembrar, para avaliarmos para que servia o pitbull, a descrição do naufrágio da carraca portuguesa «As Cinco Chagas»:

Partiu de Goa, na Índia, no ano de 1653 (13 anos depois da restauração da independência, note-se, em pleno século XVII) com destino a Portugal. Transportava mais de 1.000 pessoas entre passageiros e tripulação e escravos embarcados em Luanda durante uma escala. Além destes levava valiosa carga: pérolas, pedras preciosas, lingotes de ouro e moedas de ouro e prata.
No dia 13 de junho de 1594, ao aproximar-se das ilhas dos Açores, foi atacada por três corsários ingleses. A batalha durou toda a tarde, com pesadas perdas para ambos os lados. Num destes ataques, a embarcação portuguesa incendiou-se. O fogo durou toda a noite até que, com as primeiras luzes do dia, o paiol de pólvora foi atingido pelas chamas e explodiu.Os que escaparam da explosão, caindo ao mar, foram atacados pelos ingleses a tiros e golpes de lança. De todas as pessoas à bordo, apenas 13 sobreviveram.

Grandes amigos e aliados...

>>>>>> Não tens por aí mais nenhuma peça de propaganda sionista-fascista sobre o Irão?... É que eu estou a coleccionar...

Publicado por: O pirata só dispara tiros de pólvora seca às junho 6, 2006 03:14 AM

A maior central fotovoltaica do mundo

(Não. Não é nos Estados Unidos. Nem em Inglaterra...)

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=204179&idselect=9&idCanal=9&p=200

Publicado por: Sangue vermelho às junho 6, 2006 04:47 AM

Bom dia. Eu estive no nirvana (com minúscula que é para não me armar...). Essa da fotovoltaica é baril.

Já o Alqueva é o maior lago artificial da Europa.

O que me f*deu a pinha contra a Inglaterra foi quano percebi, o ano passado, que a velha e gorda safada monarquia tinha levado a jovem e ingénua I República à falência e se tinha apropriado das reservas de Portugal (incluindo os diamantes), na ressaca da Grande guerra, quando nós fazíamos parte do clube dos vencedores, de tal maneira que recuperou o padrão-ouro para o esterlino, em 1924, ano em que o Portuguese diamond aparece na Black, Starr & Frost.

E sempre achei os ingleses uns enjoados.

Foram muitas as traições... Agora também não lhes desejo propriamente mal, mas paguem-nos o que devem. E Portugal não tem nenhuma razão para estar ao lado do império anglófono em relação ao Médio Oriente. Pelo contrário deve okupar uma posição singular e independente.

Quanto a naus afundadas, lembrar a Flor de la Mar, que ia carregadinha com o tesouro do rei de Malaca, a nau de Afonso de Albuquerque, até elefantes bébé em ouro com diamantes levava, para o D. Manuel, mas afundou logo ali, de tão pesada que ia.

Contra a ganância, liberalidade :)

Publicado por: py às junho 6, 2006 08:49 AM

... e para esta Senhora, que toca com alma lusa, parabéns:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1259661

Publicado por: py às junho 6, 2006 08:52 AM

«Tempo que passa» em 6-06-06 (Prof. Adelino Maltez)

«(...)prefiro assinalar duas efemérides: o desembarque na Normandia do dia D, no ano de 1944, e a circunstância de D. Pedro V, no ano de 1856, ter chamado a oposição a governar, instaurando o pluralismo na monarquia liberal, numa atitude semelhante à que o povo provocou em 1979, com a vitória da oposição de direita, coisa que não aconteceu com a I República, pois a primeira vez que os oposicionistas venceram umas eleições, em 1921, logo se promoveu o assassinato de António Granjo, o jovem e talentoso líder de um governo liberal anti-afonsista, que se opunha aos bonzos do situacionismo(...)».


Publicado por: asdrubal às junho 6, 2006 11:43 AM

Ei ó Asdrubal...bem lembrado...

Olha essa faz-me recordar qd há dois anos foram comemorados os 60 anos do desembarque ...
As televisões Portuguesas..nem uma vírgula disseram sobre o assunto ...gratidão ...é palavra desconhecida...
Para o menino da RAM avariada ..se calhar ele preferia o nazismo...é que nessa altura foi a Anglófonia que salvou o mundo...

Qt a ti menino da RAM genérica ... quem escolheu esses homens , valorosos sem duvida , mas quem deu as diretrizes ?
Quem apontou o rumo ? E manteve firme esse rumo ?

Quem escolheu Nuno Alvares ?

Changing subject..

Queres mais para a colecção ? então toma ...

Iran sees some positive signs in proposal

TEHRAN - Iran's chief nuclear negotiator said proposals offered by six world powers on Tuesday to end a nuclear standoff had positive points but also some "ambiguities" that had to be taken out.

The proposals, which have not been made public but include incentives and penalties, seek to persuade Iran to give up enriching uranium, which the West fears will be used to build atomic bombs. Tehran says its nuclear aims are purely civilian.

European Union foreign policy chief Javier Solana met Iran's chief nuclear negotiator Ali Larijani in Tehran to present the package, agreed by the United States, Russia, China, Britain, France and Germany.

"The proposals had some positive steps in them and some ambiguities which should be removed," Larijani said after receiving the proposals. He did not elaborate on the "ambiguities."

"We hope, after we study the proposal in detail, we will have another round of talks and negotiations to achieve a balanced and logical conclusion," he said.

So far, Iran has refused to give up uranium enrichment, a process that can be used to make fuel for nuclear power stations or, if enriched to a high enough level, material for bombs. Iran says enrichment is a national right.

Foreign Minister Manouchehr Mottaki said before his meeting with Solana that he hoped the ground was being prepared for a deal "based on observing the Iranian nation's rights ... and removing possible (international) concerns."

The United States, Iran's arch foe which has been at the forefront of efforts to pressure the Islamic Republic to give up enrichment, has urged Iran to consider the package carefully.

Washington, which broke off ties with Iran in 1980, has said negative Iranian comments before the incentives were unveiled were probably negotiating tactics. The United States says it wants a diplomatic solution but refuses to rule out military action.

German Chancellor Angela Merkel and Chinese Premier Wen Jiabao agreed in a phone conversation on Tuesday that Iran should return to talks aimed at resolving the dispute, the German government said in a statement.

"The German chancellor and the premier underscored again the joint goal of finding a diplomatic solution to the nuclear problem," the statement said.

The package was put together to try to break a deadlock at the United Nations about how to deal with Iran. China and Russia had been reluctant to back a resolution they feared could have led to sanctions or possibly even military action.

In preparing the proposals, diplomats have been working on themes ranging from offering nuclear reactor technology to giving security guarantees.

The New York Times reported that incentives included a proposal to allow Tehran to purchase aircraft parts from Boeing and Airbus and to buy agricultural technology from the United States, which imposes trade sanctions on Iran.

A senior Western diplomat in Tehran questioned that report.

Diplomats in Washington said an arms embargo against Iran was among the possible penalties if it rejected the offer.

But they had said the six powers had pledged to keep details secret until the package was shown to Iran so Tehran did not feel compelled to reject any or all of the elements as a face-saving gesture if they were made public first.

Publicado por: Corsário Negro às junho 6, 2006 02:22 PM

TAIPEI -- The organizers of Computex, the world's second-largest computer show, said Tuesday they expect the exhibition to attract more than 30,000 foreign buyers and several billion U.S. dollars worth of orders for Taiwanese suppliers.
Last year, the exhibition attracted 28,500 buyers, said Kris Chan, an official from the Taiwan External Trade Development Council, which co-organizes Computex with the Taipei Computer Association.
Last year's Computex attracted US$11.7 billion worth of orders for Taiwanese exhibitors, including US$5.5 billion placed during the five-day show, said Sakura Yang, a manager of the Taipei Computer Association's overseas division.

Como vês elemento de fraca memória RAM ...só os americanos compraram metade do total de vendas da computex ....não é um dominio avassalador ? É o quê ..então ?

Publicado por: Tio patinhas às junho 6, 2006 02:32 PM

... agora vou à sesta, mas antes disso:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1259883&idCanal=18

eh pá lembras-te quando apertámos a mão em darwin antes de embarkar no mesmo embraer? Se não te lembras, paciência, lembro-me eu,..., era a minha 1ª missão em Timor.

Então é assim - muito simples: usam o dinheiro do fundo de petróleo para fazer bolsas, como fez o PR do Brasil, umas só são para ajudar à sobrevivência, outras são para ajudar o empreendedorismo daí, para timorenses. Vê lá se me deixas fikar descansado.

Publicado por: py às junho 6, 2006 03:34 PM

chy,

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24761113

Publicado por: py às junho 6, 2006 03:42 PM

ora bem, PortoGraal

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=204153&idselect=13&idCanal=13&p=200

(->xonar:)

Publicado por: py às junho 6, 2006 03:45 PM

Uma nota a abrir: perdoo-te essa dos nazis porque é visível que andas um bocado desnorteado. Deves andar a guiar-te pela bússola da chalupa.

Não admira, pois, que estejas chalupa e venhas com essa de que foi a «anglofonia» que «salvou o mundo». Basta o número de mortos por país para se ver quem é que realmente lutou contra os nazis.
Os «anglófonos» foram adiando o desembarque (apesar dos insistentes pedidos dos soviéticos para a abertura de uma frente ocidental) para manterem os alemães com a máxima força na frente russa a fazerem a maior mossa possível no Exército Vermelho. Enganaram-se, claro. Os soviéticos vieram por aí abaixo liquidando todas as divisões nazis que lhes apareciam pela frente e os «anglófonos» tiveram que ir a correr desembarcar na Normandia, não para vencer os nazis (que já estavam mais do que vencidos), mas para impedir os soviéticos de entrarem em Paris.
Qualquer subnormal percebe porque é que os nazis correram para os braços dos «anglófonos» quando viram o Exército Vermelho às portas de Berlim.
Qualquer subnormal consegue tirar conclusões correctas do facto de a maior parte dos oficiais generais que comandaram, no pós guerra, as forças armadas da RFA (membro da NATO) terem sido antes oficiais das forças armadas nazis.

Quem escolheu Nuno Álvares? Ó Pateta, devias dedicar algum tempo à leitura — foi o povo, como sabe qualquer jovem estudante que tenha lido Fernão Lopes. Sabes com que idade Nuno Álvares começou a combater os castelhanos? E também nisto estás a ver o filme ao contrário — foi Nuno Álvares quem pôs o rei no trono e não o rei (que, aliás, não tinha sangue «anglófono»; a menos que isso seja uma doença sexualmente transmissível) quem pôs Nuno Álvares no comando do exército.
As directrizes? O rumo? És um cómico. Então não és tu o tal propagandista dos empreendedores?
Quem PAGOU os descobrimentos (e portanto marcou o rumo e deu as directrizes) foi a burguesia nascente, os empreendedores da época, de sangue bem luso e nada «anglófono». Está na História.
Ça va pas sans dire que, nos primeiros 150 anos da aliança, Portugal era uma potência militar mais importante e influente que a Inglaterra, o que não ajuda a tua teoria do pitbull. Por falar nisso, continuas sem dar um único exemplo de um caso em que a Inglaterra tenha ajudado Portugal (as invasões francesas não contam, porque os ingleses vieram defender os interesses da coroa inglesa e não os de Portugal), enquanto eu te dei vários exemplos de ocasiões em que os ingleses nos lixaram à grande e à inglesa.

Essa notícia sobre o Irão não traz nada de novo. Old stuff, the same shit.

E a Computex, o que é que tem? Só mesmo tu para ires atrás de uns números sem o significado que lhes queres dar. Domínio avassalador de quê? Vê-se logo que não pescas nada do mercado informático. Há vinte anos que as empresas de Taiwan são os principais fornecedores dos importadores americanos e europeus. E que significado é que encontras no facto de empresas americanas comprarem metade das vendas da Computex. Vá, diz lá mais uma tontaria que na volta levas no toutiço.

Publicado por: Ele diz que é o Patinhas, mas na verdade é o Pateta disfarçado às junho 6, 2006 04:37 PM

Um tanto sinistro, mas aqui vai :

Números globais de mortos em combate durante a II Guerra ;

USA (contra a Alemanha e Japão) : 300.000
RU : 260.000
França : 250.000
URSS : 13.000.000
Japão (contra todos os inimigos) : 1.750.000
Alemanha : 3.250.000

(não conheço a fonte)

Publicado por: asdrubal às junho 6, 2006 05:26 PM

Eclecticando :
O número de militante de José Sócrates :
9.137 (nove mil cento e trinta e sete).
Podem jogar na Lotaria ; é o número da sorte grande.

Publicado por: asdrubal às junho 6, 2006 05:35 PM

Bem...entre o nazismo e o comunismo soviético deixo essa escolha para o Diabo...

Com certeza absoluta não leste o Arquipélago de Gulag...para ti não passa de propaganda ...

Curioso ..é que não existem relatos de pessoas a querer fugir do ocidente para o leste ... já o contrário....mas para ti não passa de propaganda...

A construção do muro de Berlim foi feita pelos soviéticos ...mas para ti não passa de propaganda ...

Os líderes soviéticos não davam qualquer valor à vida humana ..por isso enviavam soldados para a frente de batalha ...qual carne para canhão devorar...mas para ti não passa de propaganda ..

Deixando este factos ..e voltando à nossa aliança ..com a anglofonia ... eles foram sempre o nosso maior parceiro comercial ...mas para ti não passa de propaganda...

A ajuda durante as invasões francesas ...para ti não passam de propaganda...

Com certeza ...se um dia fosses promovido a ministro ...ficarias sem dúvida com a pasta da ...propaganda ..nera não ?

O João Ubaldo Ribeiro diz que não há factos ... só histórias ... e tu sem dúvida ..és dos que emprenham pelos ouvidos...mas para ti ..não passa de propaganda ...

Tu não és pateta ..és patético...

Publicado por: Corsário Negro às junho 6, 2006 06:27 PM

Mais propaganda ...

Tensions High in Somali as Thousands Protest

NAIROBI, Kenya, June 6 — Tensions were high in Somalia's capital today as the Islamic militants who seized control of Mogadishu the day before vowed to set up a religious state, but thousands of people allied with the one of the country's largest clans held a rally to protest that move.

The warlords who have been pushed from their strongholds in Mogadishu vowed to fight back against the Islamists, according to news agency reports from the capital.

Bashir Rageh, a warlord who lost control of a key airstrip and port in March, and Muse Sudi Yalahow, another Mogadishu leader who lost ground to the Islamic militias, attended a rally at a stadium north of the capital with thousands of backers from the Abgal clan.

"Our clan has agreed to defend our land and we will fight the courts hiding under the cloak of Islam and trying to fool our people," said Mr. Rageh, who was protected by heavily armed security men.

The protesters' rally, held about a mile from positions held by Islamic militias, demonstrated the challenges that the new rulers of the capital will face in consolidating power after 15 years of anarchy there. Clan allegiance has long been the most powerful force in Somalia, trumping religion. By rallying the Abgal clan, the warlords and other opponents of the Islamists have sought to redefine the conflict.

As the protesters denounced the Islamic Courts Union for taking over Mogadishu, the leaders of the alliance of Islamic courts insisted in a letter to American officials and other diplomats that they were not hiding terrorists and were seeking friendly relations with the outside world.

In the letter, Sheik Sharif Ahmed, chairman of the Islamic Courts Alliance, accused the United States of encouraging the fierce fighting in Mogadishu by backing the warlords who he said have terrorized the country for the last 15 years. Some African political analysts, as well as Somali politicians, have asserted that Washington made financial payments to the warlords in recent months in an effort to root out members of Al Qaeda that American officials contend are being sheltered inside Mogadishu by the Islamists.

"We categorically deny and reject any accusation that we are harboring any terrorists or supporters of terrorism in the areas where the courts operate," the sheik countered.

He also invited visitors to come to Mogadishu, which has long been considered too unsafe for international diplomats, to see whether terrorists are operating there. "We have nothing to hide from the international community," he said.

The sheik mentioned nothing in the letter about his plans for turning Somalia into an Islamic state, although he raised the topic at a gathering of hundreds of supporters in Mogadishu. "Until we get the Islamic state, we will continue with the Islamic struggle in Somalia," he said.

Publicado por: Corsário Negro às junho 6, 2006 06:33 PM

Tu és como os coelhos que fogem em zig-zag... Quando se atira para o zig, foges para o zag; quando se atira para o zag, foges para o zig; e se tivermos uma espingarda de dois canos e atirarmos para o zig e o zag ao mesmo tempo... tu foges em todas as direcções.

Incapaz de responderes às questões concretas e colocado perante a tua ignorância e a tua vocação de voz do dono, vais refugiar-te nos gulags e nas bolas de berlim, como se isso tivesse sido uma issue aqui, ou eu tivesse feito a defesa de alguma coisa que justificasse, logicamente, o recurso a esses pseudo-argumentos.

Isto é só para te lembrar que estávamos a discutir a aliança luso-inglesa (já agora, sabes por que é que foi celebrada e por iniciativa de quem?) e não o pacto de Varsóvia.
Ou por ter rectificado a tua visão simplista e readersdigestiana da Segunda Guerra Mundial já sou agente do KGB?
E escusas de vir para cá com esse leit-motiv da propaganda, porque quem anda aqui a debitar propaganda sionista/fascista és tu, como por mais de uma vez ficou demonstrado. Tiveste que meter a viola no saco e agora pareces uma barata tonta às voltas com a propaganda, propaganda...
O teu esforço para fugires com o rabo à seringa é tão canhestro que até vieste agitar a história da Somália. Infere-se que pensas (usando os dois por cento de massa encefálica que manténs activos) que eu sou simpatizante dos militantes islâmicos. A verdade é que nada escrevi que possa alguém de boa fé de chegar a essa conclusão. Limitei-me a chamar a atenção para o facto de os EUA estarem a apoiar os mesmos senhores da guerra que em 1993 lhes deram uma corrida em osso da Somália e lhes mataram com requintes de malvadez 18 militares. Os americanos ficaram tão traumatizados que até fizeram um filme.
Estou-me bem nas tintas para quem manda na Somália. Até porque nada garante que, não tarda nada, a CIA não esteja a apoiar outra vez os militantes islâmicos contra os senhores da guerra. Estão todos bem uns para os outros...

Ainda estou à espera da tontaria que hás-de escrever sobre a Computex (ou já desististe?)
Estou, também, à espera do tal exemplo (basta um) em que a Inglaterra tenha ajudado Portugal.

Isso do «parceiro comercial» não passa de bullshit.
A United Fruit foi durante muitos anos o maior parceiro comercial da Colômbia, Costa Rica, Cuba, Jamaica, Nicarágua, Panamá, República Dominicana e, last but not least, Guatemala e isso não foi nada bom para esses países.
Aliás, o marquês de Pombal topou muito bem os ingleses e tomou as medidas adequadas para travar a exploração desenfreada a que o país estava sujeito. É claro que o marquês foi-se e a corrupção voltou a instalar-se.

Agora vou parar de te bater, porque tu pareces ser masoquista mas eu não tenho nenhum jeito para esses jogos...

Publicado por: Olha o pirata da perna de pau, com olho de vidro e cara de mau... às junho 6, 2006 07:22 PM

Errata:

Onde está: possa alguém de boa fé de chegar
leia-se: possa levar alguém de boa-fé a chegar

Publicado por: Anonymous às junho 6, 2006 07:30 PM

... ora bem, do que eu li e etc., o que conta mesmo mais, é essa tal de alma lusa.

os Descobrimentos estavam planeados senão desde sempre, pelo menos desde D. Diniz.

A ínclita geração foi um aspecto saliente, ms houve muitos outros.

Falando da Grande Guerra...

Portugal estava neutral, embora com escaramuças em Mozambique.

Uma frota comercial alemã estava sediada no Tejo.

A Inglaterra invoca o tratado de Windsor e etc., e pede o aprisionamento da frota alemã no Tejo.

Portugal cede e faz o aprisionamento.

A Alemanha declara guerra a Portugal.

Portugal declara guerra à Alemanha e contrai um empréstimo junto da Inglaterra...

Acaba a guerra, 1918: Portugal faz parte do clube dos vencedores, a Inglaterra cobra a dívida com juros, a Alemanha não paga e lá se vão as reservas de Portugal e a I República, o Alves Reis safa-nos por detrás mas ele também era um vígaro do caraças, ele paga-as na cadeia mas a Waterloo Houses vai à falência para indemnizar o Banco de Portugal...

Pagámo-las com quase meio século de salazarismo herdado do trauma das contas da Grande Guerra, enquanto a velha e gorda monarquia britânica recuperou o padrão-ouro em 1924.

Já com as invasões napoleónicas a Inglaterra safou-se com a baixela de ouro do Palácio da Ajuda, hoje em Buckingham (?) quem me disse isso foi o guia de uma visita ao P. da Ajuda quando eu tinha 18 anos, o guia estava muito doente e passou-me umas histórias que eu só percebi enevoadamente...

Publicado por: py às junho 6, 2006 07:30 PM

Acabo de entrar no século XX!!!!

Publicado por: Anonymous às junho 6, 2006 07:32 PM

Quero eu dizer: Agora!

Publicado por: Anonymous às junho 6, 2006 07:39 PM

... ora bom século para tod@s :), no fórum da Sociedade de Hipergeografia.

Entretanto há novas paleontológicas, mas acho que eles se esqueceram do menino do Lapedo, mais uma vez Porto Graal... é ká meus

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=231147

Publicado por: py às junho 6, 2006 07:39 PM

... pró pessoal que bota fogos, mando-lhes a besta pelo c* acima

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=231219

(hoje tou lixado, tenho reunião, detesto reuniões á noite)

Publicado por: py às junho 6, 2006 08:17 PM

à

Publicado por: py às junho 6, 2006 08:18 PM

O debate vai animado. Tou a gostar.
(Parece que há aqui quem tenha 98% de massa encefálica inactiva, hehehe!!!).
Quem é que vai levar no toutiço?

Publicado por: Senaquerib às junho 6, 2006 10:10 PM

Afinal sempre era verdade:

في كلمة لسموه بمناسبة الاحتفال بيوم البيئة العالمي..
الأمير سلطان: البيئة والحياة الفطرية في سلم أولويات حكومة خادم الحرمين

الرياض - (و. أ. س):
أكد صاحب السمو الملكي الأمير سلطان بن عبدالعزيز ولي العهد نائب رئيس مجلس الوزراء وزير الدفاع والطيران والمفتش العام رئيس اللجنة الوزارية للبيئة ورئيس مجلس ادارة الهيئة الوطنية لحماية الحياة الفطرية وانمائها أن الشريعة الاسلامية الغراء كرست المبادئ الاساسية للحفاظ على البيئة ومكوناتها الحية منذ أكثر من 1400عام وهي واضحة وضوح الشمس في القرآن الكريم والسنة النبوية المطهرة وحافظ الأباء والأجداد على هذا التراث الفطري بفطرتهم وثاقب بصيرتهم.
وقال سموه (ان المتابع لشؤون البيئة والحياة الفطرية يجد أنها أصبحت في سلم أولويات حكومة خادم الحرمين الشريفين الملك عبدالله بن عبدالعزيزحفظه الله التي تنبع من النظام الاساسي للحكم الذي نص عليها في مواده الرئيسة وترجم ذلك من خلال الخطط التنموية الخمسية المتعاقبة ومن خلال سن وتطوير الانظمة والتشريعات الوطنية الداعمة لجهود المحافظة على البيئة).

جاء ذلك في كلمة لسمو ولي العهد رئيس اللجنة الوزارية للبيئة ورئيس مجلس ادارة الهيئة الوطنية لحماية الحياة الفطرية وانمائها بمناسبة الاحتفال بيوم البيئة العالمي الذي صادف هذا العام امس الاثنين التاسع من شهر جمادى الاولى 1427 ه الموافق 5 يونيو 2006م تحت عنوان (لا تهجروا الاراضي الجافة).

وأضاف سموه (وبما أن البيئة والحياة الفطرية لا تعرف الحدود السياسية ولانها تؤثر وتتأثر بما يجري على بيئة كوكب الارض بشكل عام فإن جهود المملكة لا تقتصر على المستوى الوطني بل تتعدى ذلك لتشمل المستوى الاقليمي والدولي من خلال انضمامها للعديد من الاتفاقيات والمعاهدات والمؤتمرات الدولية الهادفة للحفاظ على البيئة).

Publicado por: Senaquerib às junho 6, 2006 10:21 PM

Cá está a «coisa».
«Governo quer flexibilizar legislação laboral» (TSF)

Publicado por: asdrubal às junho 6, 2006 10:38 PM

Bem...tu é que és o mestre do zig zag propagandistico...

Contra argumentos ....blá blá blá blá.....pura demagogia....

Pesa-te a consciência....

Mas deixa pra lá...

Não sabes encontrar valor onde ele existe ..problema teu...

Felizmente o comunismo hoje é um fóssil...

Deves cantar ..ó tempo volta pra trás...mas o tempo não pára...

Só um pormenor ..falaste do marquês ... pois..foi ele que criou a região demarcada do douro... e quem foi que fez do douro ..o que ele é hoje ? claro .... é mais propaganda ...

Publicado por: Corsário Negro às junho 6, 2006 11:50 PM

Estava a estudar um software novo.. e deu-me vontade de te vir f*der a broa de novo...
Encara a realidade ... e diz... quem faz o melhor software ? Quem faz mais software ..? Em que língua está 98 % do que existe publicado na internet ? F*ck you...quem domina esta revolução ...que tem quem diga que vai ser mais importante do que a revolução industrial ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 7, 2006 12:25 AM

Acho que não compreendes nada do que eu digo... tem calma ..pode ser que venhas a compreender ..mas atenção ..não há garantias ....

Publicado por: Corsário Negro às junho 7, 2006 12:29 AM

Pega lá menino ...da memória bôta...vantagens da aliança com Inglaterra...nasceu o Grande Portugal...já que o pequeno se esvai...com os mesquinhos... e pobres de espírito...resta-vos o reino dos céus...e muita ..mas mesmo muita propaganda....embrulha....

Há 198 anos, D. João VI desembarcava aqui em Salvador.
A presença da família real trouxe tantos benefícios ao Brasil que fez nascer o desejo de independência


Dia 22 de Janeiro é o 198º aniversário do desembarque da Corte portuguesa no Brasil. Foi nesse dia, em 1808, que o príncipe regente de Portugal, D. João VI (1767-1826), chegou à Bahia. A vinda da família real trouxe mudanças profundas ao nosso país e elas acabaram abrindo caminho para a independência.

Seis dias após o desembarque, D. João decretou a abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional. No dia 13 de junho, inaugurou o Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. E no dia 12 de outubro de 1808, o Banco do Brasil. Aproveite essas e outras datas ligadas às realizações do
príncipe para tratar, com sua classe, das mudanças ocorridas no período.

Ao fugir para cá, D. João deixou seu país ocupado por tropas do imperador francês Napoleão Bonaparte. A invasão fora consequência da aliança entre Portugal e a Inglaterra, velha inimiga da França. Napoleão havia exigido dos países europeus que fizessem um bloqueio econômico aos ingleses e Portugal rejeitou a medida. Em represália, foi invadido.

A simples presença da família real mudou o status do Brasil: de colônia passamos a sede da Coroa portuguesa. Em 1815, o Brasil era promovido por D. João à categoria de Reino. Além de abrir os portos, D. João também permitiu que houvesse manufaturas aqui, o que estava proibido desde 1785, por sua mãe D. Maria I.

Para promover o comércio, D. João instalou o Banco do Brasil e criou a Casa da Moeda. Para aparelhar as Forças Armadas, inaugurou uma fábrica de pólvora, duas Academias (a Militar e a da Marinha) e organizou fundições de ferro.
Um "banho de civilização".
Dois meses depois de chegar a Salvador, com 36 navios trazendo 15000 pessoas (entre nobres, funcionários, padres e criados) e metade do dinheiro circulante em Portugal, a família real se estabeleceu no Rio de Janeiro. Sua presença provocou a reurbanização da cidade e um enorme impacto nos costumes. A sofisticação dos europeus mudou o modo de vestir e de se comportar do carioca, que passou a frequentar bailes, chás e espetáculos de ópera.

O afluxo de portugueses, ingleses e outros estrangeiros aumentou o número de habitantes do Rio de 60 mil, em 1808, para 100000, em 1820, causando uma crescente necessidade de mão-de-obra. Estima-se que, no início do século XIX, chegavam à cidade 5000 escravos por ano. Mas, na segunda metade do século, o número subiu para 34000.

D. João VI formou as Escolas de Medicina, de Matemática, Física e Engenharia e de Belas-Artes. Organizava-se assim o ensino superior. A fundação da Biblioteca Real, do Teatro Lírico e do Museu Nacional, favoreceu a vinda de cientistas e artistas que retrataram o país. A chegada da Missão francesa, em 1816 (após a derrota de Napoleão), é um exemplo disso. Com ela veio o desenhista J. B. Debret, autor do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil", importante documento sobre o Brasil do século XIX.


A imprensa, até então proibida, nasceu por iniciativa oficial e foi responsável pela publicação do primeiro jornal impresso no país: a Gazeta do Rio de Janeiro, lançada em 10 de setembro de 1808. Enquanto D. João realizava todas essas modificações na colonia, os portugueses exigiam seu retorno. Estava ocorrendo uma inversão de papéis. O Brasil, na prática, tinha virado a sede do governo, e gozava dos benefícios dessa situação. Já Portugal, sob a proteção de tropas britânicas, assumia um papel secundário. A insatisfação na metrópole foi a causa da Revolução Liberal do Porto, movimento constitucionalista que eclodiu em 1820.

No Brasil, estava lançada a semente que faria germinar o processo de independência. O povo brasileiro não aceitava retornar à submissão colonial. Pressionada pela situação, a família real zarpou do Brasil em 26 de abril de 1821, deixando D. Pedro como regente. Um ano depois, D.Pedro proclamava a independência.

EMBRULHA......

Publicado por: Corsário Negro às junho 7, 2006 02:35 AM

Ou seja: a acreditar nessa tortuosa demonstração, a aliança luso-inglesa fez muito bem... ao Brasil!
Ainda para mais tinhas logo que ir buscar um dos mais atrasados mentais reis de Portugal. Sem falar na rainha, que era uma boa pêga.

E as perguntas continuam sem resposta.

Para que não digas que passei por aqui e me fui embora sem ampliar os teus conhecimentos, vou responder às tuas perguntas sobre informática:

1 - 100% do software está em código máquina.
2 - As línguas do interface são variadas. Mas é natural que o inglês seja a mais frequente. Por que carga de água é que não seria na informática, se é a língua franca de hoje, como há 400 anos já foi o português? Mas ficas a saber que o inglês já foi mais dominante na informática. Houve um tempo em que os programas não estavam traduzidos. Agora, os essenciais estão quase todos.
3 - Quem faz mais e melhor software? São os indianos cielito. Surprise!!! Esta não sabias tu. Mas estás sempre a tempo de aprender. Os indianos estão para o software como os japoneses para os automóveis.

(By the way, viste quem solucionou a conjectura de Poincaré? É uma chatice... anda por aí cada vez mais sangue «sinófono»)

Hoje fico por aqui. Se te sobrecarrego de informação és capaz de ter um esgotamento...

Publicado por: O pirata navega cada vez mais à bolina às junho 7, 2006 05:30 AM

...isso, tranquilo é o que eu gosto,

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260070&idCanal=18

Publicado por: py às junho 7, 2006 10:05 AM

Corsário Negro às junho 7, 2006 02:35 AM,

Está-se mesmo a ver que D. João VI era um atrasado mental ...

Eclecticando :
A Banda Sociedade Filarmónica Carrilense de Ferreira do Zêzere, foi a primeira a executar em público «A Portuguesa».

Publicado por: asdrubal às junho 7, 2006 10:58 AM

... e, se eu bem me lembro do que me contaram em tempos, na versão original da Portuguesa, em vez de canhões era bretões, mas os ingleses, por causa das traições...

Publicado por: py às junho 7, 2006 01:04 PM

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24761135

Publicado por: py às junho 7, 2006 01:09 PM

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=277297

Publicado por: py às junho 7, 2006 01:11 PM

E aí lombriga propagandistica ....bom dia ...claro...sempre que as coisas não te são de feição..são propaganda do inimigo...

Essa dos indianos..está boa ... olha ..meu velho para tua info ..eu não ando no mundo do soft desde ontem ..tenho email desde 1987...sim ..87 ..não é engano...em 1996 tive o meu primeiro site.
Em 1987 eu fazia mais de metade do total de pesquisas da Universidade do Minho nas maiores bases de dados do mundo ..a Dialog...( claro ..americanas )..

Que os Indianos têm bons programadores ..ninguém pôs em causa...agora daí até fazerem os melhores programas e mais ...vai uma longa distância meu caro...faz lembrar a área do cinema ...eles tb são quem faz mais filmes ..mas ..quem sabe um título ?
No software é a mesma coisa...quem sabe um nome de um soft indiano ..no entanto ....americanos ..não faltam..né ? Microsoft..Apple, Sun , Google..Adobe...Netscape...vixe..são tantos...Novex..IBM..Yahoo..Magellan, Altavista..Picasa...AVG..Kaspersky... Nero...Protools...vixe..são tantos ..e cada vez mais ...

Mas claro ..para ti.... tudo isto ..é propaganda ...

A que é que não respondi ? Tu é que nunca comentas ..porra nenhuma ...todo e qualquer argumento é considerado propaganda...

A nossa aliança com a anglofonia continua ..hoje em dia ...na NATO.. e perguntas tu com um olho para cada lado ... mas e que vantagens temos nós ?

Digo-te eu ..depois da revolução do 22.4.74 Portugal só não virou uma Cuba ( para tua enorme tristeza ) por causa da Nato....e dizes tu raivosamente e apressadamente ... só essa me fazia rir...ainda não parei de rir ....só não dizes à galera ..é que que o teu riso ..é amarelo ..amarelo vómito.....senão ..olha para o espelho ... e tenta .. ão vai adiantar... mas tenta te enxergar....

A revolução industrial foi feita pela anglofonia ...a nova e ainda mais poderosa revolução da informação ..tb está a ser feita pela anglofonia ...
Viva quem tem valor ..abaixo a inveja mesquinha ...

Publicado por: Corsário Negro às junho 7, 2006 02:47 PM

E aí lombriga propagandistica ....bom dia ...claro...sempre que as coisas não te são de feição..são propaganda do inimigo...

Essa dos indianos..está boa ... olha ..meu velho para tua info ..eu não ando no mundo do soft desde ontem ..tenho email desde 1987...sim ..87 ..não é engano...em 1996 tive o meu primeiro site.
Em 1987 eu fazia mais de metade do total de pesquisas da Universidade do Minho nas maiores bases de dados do mundo ..a Dialog...( claro ..americanas )..

Que os Indianos têm bons programadores ..ninguém pôs em causa...agora daí até fazerem os melhores programas e mais ...vai uma longa distância meu caro...faz lembrar a área do cinema ...eles tb são quem faz mais filmes ..mas ..quem sabe um título ?
No software é a mesma coisa...quem sabe um nome de um soft indiano ..no entanto ....americanos ..não faltam..né ? Microsoft..Apple, Sun , Google..Adobe...Netscape...vixe..são tantos...Novex..IBM..Yahoo..Magellan, Altavista..Picasa...AVG..Kaspersky... Nero...Protools...vixe..são tantos ..e cada vez mais ...

Mas claro ..para ti.... tudo isto ..é propaganda ...

A que é que não respondi ? Tu é que nunca comentas ..porra nenhuma ...todo e qualquer argumento é considerado propaganda...

A nossa aliança com a anglofonia continua ..hoje em dia ...na NATO.. e perguntas tu com um olho para cada lado ... mas e que vantagens temos nós ?

Digo-te eu ..depois da revolução do 22.4.74 Portugal só não virou uma Cuba ( para tua enorme tristeza ) por causa da Nato....e dizes tu raivosamente e apressadamente ... só essa me fazia rir...ainda não parei de rir ....só não dizes à galera ..é que que o teu riso ..é amarelo ..amarelo vómito.....senão ..olha para o espelho ... e tenta .. ão vai adiantar... mas tenta te enxergar....

A revolução industrial foi feita pela anglofonia ...a nova e ainda mais poderosa revolução da informação ..tb está a ser feita pela anglofonia ...
Viva quem tem valor ..abaixo a inveja mesquinha ...

Publicado por: Corsário Negro às junho 7, 2006 03:05 PM

E aí lombriga propagandistica ....bom dia ...claro...sempre que as coisas não te são de feição..são propaganda do inimigo...

Essa dos indianos..está boa ... olha ..meu velho para tua info ..eu não ando no mundo do soft desde ontem ..tenho email desde 1987...sim ..87 ..não é engano...em 1996 tive o meu primeiro site.
Em 1987 eu fazia mais de metade do total de pesquisas da Universidade do Minho nas maiores bases de dados do mundo ..a Dialog...( claro ..americanas )..

Que os Indianos têm bons programadores ..ninguém pôs em causa...agora daí até fazerem os melhores programas e mais ...vai uma longa distância meu caro...faz lembrar a área do cinema ...eles tb são quem faz mais filmes ..mas ..quem sabe um título ?
No software é a mesma coisa...quem sabe um nome de um soft indiano ..no entanto ....americanos ..não faltam..né ? Microsoft..Apple, Sun , Google..Adobe...Netscape...vixe..são tantos...Novex..IBM..Yahoo..Magellan, Altavista..Picasa...AVG..Kaspersky... Nero...Protools...vixe..são tantos ..e cada vez mais ...

Mas claro ..para ti.... tudo isto ..é propaganda ...

A que é que não respondi ? Tu é que nunca comentas ..porra nenhuma ...todo e qualquer argumento é considerado propaganda...

A nossa aliança com a anglofonia continua ..hoje em dia ...na NATO.. e perguntas tu com um olho para cada lado ... mas e que vantagens temos nós ?

Digo-te eu ..depois da revolução do 22.4.74 Portugal só não virou uma Cuba ( para tua enorme tristeza ) por causa da Nato....e dizes tu raivosamente e apressadamente ... só essa me fazia rir...ainda não parei de rir ....só não dizes à galera ..é que que o teu riso ..é amarelo ..amarelo vómito.....senão ..olha para o espelho ... e tenta .. ão vai adiantar... mas tenta te enxergar....

A revolução industrial foi feita pela anglofonia ...a nova e ainda mais poderosa revolução da informação ..tb está a ser feita pela anglofonia ...
Viva quem tem valor ..abaixo a inveja mesquinha ...

Publicado por: Corsário Negro às junho 7, 2006 03:21 PM

E aí lombriga propagandistica ....bom dia ...claro...sempre que as coisas não te são de feição..são propaganda do inimigo...

Essa dos indianos..está boa ... olha ..meu velho para tua info ..eu não ando no mundo do soft desde ontem ..tenho email desde 1987...sim ..87 ..não é engano...em 1996 tive o meu primeiro site.
Em 1987 eu fazia mais de metade do total de pesquisas da Universidade do Minho nas maiores bases de dados do mundo ..a Dialog...( claro ..americanas )..

Que os Indianos têm bons programadores ..ninguém pôs em causa...agora daí até fazerem os melhores programas e mais ...vai uma longa distância meu caro...faz lembrar a área do cinema ...eles tb são quem faz mais filmes ..mas ..quem sabe um título ?
No software é a mesma coisa...quem sabe um nome de um soft indiano ..no entanto ....americanos ..não faltam..né ? Microsoft..Apple, Sun , Google..Adobe...Netscape...vixe..são tantos...Novex..IBM..Yahoo..Magellan, Altavista..Picasa...AVG..Kaspersky... Nero...Protools...vixe..são tantos ..e cada vez mais ...

Mas claro ..para ti.... tudo isto ..é propaganda ...

A que é que não respondi ? Tu é que nunca comentas ..porra nenhuma ...todo e qualquer argumento é considerado propaganda...

A nossa aliança com a anglofonia continua ..hoje em dia ...na NATO.. e perguntas tu com um olho para cada lado ... mas e que vantagens temos nós ?

Digo-te eu ..depois da revolução do 25.4.74 Portugal só não virou uma Cuba ( para tua enorme tristeza ) por causa da Nato....e dizes tu raivosamente e apressadamente ... só essa me fazia rir...ainda não parei de rir ....só não dizes à galera ..é que que o teu riso ..é amarelo ..amarelo vómito.....senão ..olha para o espelho ... e tenta .. ão vai adiantar... mas tenta te enxergar....

A revolução industrial foi feita pela anglofonia ...a nova e ainda mais poderosa revolução da informação ..tb está a ser feita pela anglofonia ...
Viva quem tem valor ..abaixo a inveja mesquinha ...


A história ..ou as histórias....e a ganância e crueldade Lusa...

....Desde fins do século anterior que estava se desenvolvendo uma campanha internacional, de inspiração inglesa, visando à extinção do tráfico de escravos... Em Angola ela encontrara amplo respaldo no próprio governador da colônia, Sousa Coutinho. Enquanto o Brasil era colônia havia razões de sobra para não apoiar essa medida, as quais cessaram de existir em 1822... A abolição conquistou, assim, a adesão de todos os filantropos europeus; contudo, foi a época de transição, a que se revelou mais cruel para os escravos, o que ressalta das afirmações de Oliveira Martins que nos diz terem saído de África 5 milhões de escravos Negros entre 1807 e 1847! Já em 1815, por ocasião do Congresso de Viena - a Santa Aliança...- Portugal e a Inglaterra haviam assinado um protocolo visando à abolição gradual desse nefando tráfico. Mas, somente em 10 de Dezembro de 1836 o Marquês de Sá da Bandeira publicou o primeiro decreto a esse respeito, o qual foi muito mal recebido em Moçambique; no ano seguinte, o governador geral suspendeu a sua execução. Agastada com isso, a Inglaterra assumiu então atitudes hostis a Portugal, germinando-se, a partir daí, a medida extrema do Ultimatum, que viria mais tarde...

Lições de uma moral que valia a pena ? Ou não ? O esclavagismo .. honra a memória Lusa ? Era isso que éramos capazes de fazer ?
Se não fosse a pressão Anglófona ..ainda estaríamos nesse "comércio " da mesma forma que ainda "somos" capazes de torturar animais inocentes numa arena para gáudio de crápulas ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 7, 2006 07:19 PM

vixe..

Publicado por: Corsário Negro às junho 7, 2006 07:33 PM

Ó Corsário, o Ultimatum, que eu saiba, não teve nada a ver com a escravatura.
Entretanto, embora infelizmente não me recorde bem da estória para a poder contar com exactidão, sempre me recordo, como em penumbra, de um «achado recente» em Nova-Yorque que provaria a escravatura praticada pelos ingleses muito-muito para lá da época em que, com a habitual perfídia, se indignavam com essa miserável prática dos portugueses.
Não conhece essa estória de Nova-Yorque ?
Pois garanto-lhe que existe ...

Publicado por: asdrubal às junho 7, 2006 09:43 PM

O esclavagismo foi uma inevitabilidade histórica para sustentar uma economia de cariz rural muito incipiente e largamente consumidora de mão-de-obra. Só desapareceu quando surgiram novos processos de cultivo e transformação dos produtos.

Publicado por: Senaquerib às junho 7, 2006 10:29 PM

... também é verdade que, invariávelmente, caímos no (vá lá) "semi-erro" de rectro-projectar os nossos valores para épocas há muito idas.

Publicado por: asdrubal às junho 7, 2006 11:20 PM

Lá estou eu a mijar-me a rir outra vez...

Então tu vens para aqui com uma lista de software supostamente americano e destinada a provar a superioridade americana e não é que a parte mais importante dessa lista o que prova é a superioridade europeia?!

Vamos lá tosquiar-te:

1 - O Nero é software alemão, distribuído pela Nero AG, com sede em Karlsbad (Alemanha)
2 - O Kaspersky é um antivirus russo cujo nome vem do autor do programa (com quem, aliás, troquei alguns e-mails há uns sete anos). Ele vendeu o motor a uma empresa americana, que exigiu a manutenção do nome. Não foi problema nenhum e passado pouco tempo já ele tinha na rua outro anti-virus mais eficaz que o original.
3 - AVG é outro antivirus e é um produto da empresa checa Grisoft. A Intel adquiriu no ano passado uma posição significativa no capital da Grisoft, mas a maioria do capital continua a ser checo.
4 - Magellan é a versão de consumo da empresa Thales Navigation, que é uma referência mundial no domínio da navegação e posicionamento. Acontece que a Thales Navigation é uma filial da Thales, uma holding francesa que trabalha no sector aeroespacial, defesa e tecnologia electrónica. O Estado francês tem 1/3 do capital e entre os maiores accionistas estão a Alcatel e a Dassault.

Esqueceste-te do F-Secure, que é o melhor software antivirus, mas é finlandês. (A propósito, como é que se vai dando o sangue anglófono da tecnologia das comunicações móveis com a banhada que está a levar há anos da Nokia?)

(Outro parêntese só para lembrar que a desgraça não se limita aos telefones móveis e similares. A indústria automóvel está nas lonas porque os melhores carros são os alemães, os japoneses e os suecos. E a indústria aeronáutica vai pelo mesmo caminho. O Airbus ganha ao Boeing em todos os aspectos e, naturalmente, o mercado reflecte a diferença).

Vais desculpar-me, mas com essa do e-mail em 87 e do site em 96 tive que me rebolar no chão a rir. É que, sabes, em 1973 já eu programava em COBOL... No tempo daqueles discos que se levavam debaixo do braço...

É por essas e por outras que não podes dar muita luta. Discutir informática contigo é o mesmo que tentar discutir a teoria da relatividade com o Ronaldinho.

Como estou bem disposto (é o que dá o riso) ainda te explico que eu não disse que os indianos fazem os melhores programas, nem falei em programas indianos. O que eu disse, e é um dado adquirido em todo o mundo, é que os indianos fazem mais e melhor software.
Hoje em dia os programas são demasiado complexos para serem feitos unicamente por uma equipa fechada num edifício durante meses sem fim.
Nos projectos mais importantes (a começar pelo Windows) há várias equipas e programadores individuais a trabalharem separadamente em partes diferentes do programa. Alguns a milhares de quilómetros de distância. Na Índia, por exemplo.
Se fores ler os créditos de qualquer desses programas, encontrás nomes de toda a espécie de gente, incluindo latinos, japoneses, chineses e indianos. Procura a informação relativa ao core principal ou aos chefes de equipa e encontrarás indianos em lugar de destaque. Podia ser de outra maneira, mas por acaso é assim.

As questões a que ainda não respondeste são estas:

---------Ainda estou à espera da tontaria que hás-de escrever sobre a Computex (ou já desististe?)
---------Estou, também, à espera do tal exemplo (basta um) em que a Inglaterra tenha ajudado Portugal.

Duas breves:
— Só um tonto pensaria que Portugal poderia transformar-se numa coisa como Cuba (nem sequer é uma ilha...)
— Essa conversa da treta da escravatura, revolução industrial, o comunismo e trinta por uma linha é tudo tiros à água. Ou, noutro registo, é tudo fogo de artifício. Uma fuga à discussão básica. Não gasto nem um segundo a responder-te.

Deixo-te uma citação que, eventualmente, perceberás à 30ª tentativa:

“Using French-made airplane design software, the Russian engineers collaborate with their colleagues at Boeing America – in both Seattle and Wichita, Kansas – in computer-aided airplane designs.” –The World is Flat, Thomas L. Friedman, pg 195

Publicado por: O pirata precisa de ser internado numa clínica de gerontologia às junho 8, 2006 05:33 AM

Que grande ensaboadela levou o Corsário!...
O duelo continua?

Publicado por: Senaquerib às junho 8, 2006 09:54 AM

Oioi...

Ensaboadela ..entre aspas ...né não ? os tiros na água ...são "propaganda" a que não consegues responder...
Posso me ter distraído com alguns softs menores ..mas ..Acabaste não dizendo um nome de um programa Indiano....

Qt a Portugal poder vir a ser uma Cuba ..pois... Portugal está rodeado de água por dois lados ..dos outros ...foram sempre inimigos....é pior ainda...
E esteve por um fio...para se tornar uma Cuba de verdade .. chegou a haver um juramento de bandeira em que em vez do hino nacional ..se tocou o grandola vila morena ...

Da computex já disse o que tinha a dizer ...apenas queria referir que os Americanos são esmagadoramente os melhores clientes ....

Da aliança com a Inglaterra já dei vários exemplos..na segurança.. no comércio...e no sangue...e por fim ..mas não menos importante ..no nsacimento do Grande Portugal..

Agora...

Que não falas nada de que 98% do que é publicado na internet é em Inglês ..tb já se percebeu...

Que não falas nada de que mais de 80 % das patentes registadas diariamente no mundo são de anglófonos ..tb já se percebeu...

Que não falas nada sobre quem construiu o muro de Berlim ...tb já se percebeu...

Que não falas nada da estratégia dos soviéticos de carne para canhão devorar, na II GG ...tb já se percebeu...

Que não falas nada sobre a míngua de empreendores de esquerda ..criadores de emprego ...tb já se percebeu...

Que não falas nada da escolha do Diabo entre o nazismo e o comunismo soviético ..tb já se percebeu...

Que não falas nada de quem foram os principais actores da revolução industrial ...tb já se percebeu...

Que não falas nada de quem está a ser o principal actor da nova revolução da informação ...tb já se percebeu...

É tudo propaganda ...né não? ...sr.ministro... da propaganda...

Já agora ..a NASA tb é francesa e russa ?
The world ir round ...Corsário Negro...página 1...

Qt a ti ..estimado Senaqueribe...deixa-me lembrar-te que os Chineses são os escravos do mundo actual ..e os seus Donos são os "Srs." do partido comunista...que um desses dias vai estourar...como uma castanha...
Tb é precisa muita mão de obra ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 8, 2006 02:14 PM

A revolução avança ....viva a revolução ...abaixo os reaccionários ....
Estes não são para vencer .. estes são para nos juntarmos a eles...


Google, The French, And World Domination; The Culture War Begins

"[T]he Internet [is] the most recent and the most sinister facet of American cultural imperialism to emerge: the Internet is anchored in the United States; the vast majority of World Wide Web sites are based in the U.S and are in English; most software used to navigate the Internet is in English; and search engines are in English (Kim, 1998)".

Google Domination
Are We Using Google For World Domination?

Is Google being used as a tool of the United States in an effort of global domination? How do some of the European Union representatives perceive Google's "actions"?

A cloud is moving toward Europe. It carries with it the thunderous, electrical, (digitized?) calling card of storm-fronted majesty, raining in streams of zeros and ones, boisterous, anarchical, bellowing the dirges of Europe's heyday, reeking of Yankee imposition, a new brand of manifest destiny wearing a name tag pregnant with the usual oddity of foreign names-a name that gurgles from it foghorn style as it moves across the sea-Gooooooo-gle!

Was that a tad dramatic? Judging from France and the EU, it may be an accurate description of how they feel about it.

When Google announced a 10-year, $200 million plan to digitize the literary world, invoking the assistance of Harvard, Stanford, Oxford, Michigan University, and the New York Public Library, France's National Library president Jean-Noel Jeanneney spun around in his chair and called up President Chirac.

In protest to what the French press soon called "omnigooglization," and what Jeanneney called a decidedly "Anglo-Saxon" affront, the national librarian wrote a scathing letter to Chirac. In the letter, though he didn't condemn the effort, Jeanneney voiced his fear of what that meant for the representation of France and Europe.

Here are some excerpts from the letter published in Le Monde:

"The real issue is elsewhere. And it is immense. It is confirmation of the risk of a crushing American domination in the definition of how future generations conceive the world."

"[T]heir criteria for selection will be profoundly marked by the Anglo-Saxon outlook."

"It would have meant The Scarlet Pimpernel triumphing over Ninety-three (Victor Hugo's eulogistic account of the revolution)."

Motivated by the fear that French and other European languages, ideas, and cultural heritages would be lost or obscured in an Anglo-Saxon digitized library, the whole of the EU, except for, of course, Anglo-Saxon Britain, met to begin efforts to create a European online library.

The national libraries of 19 countries committed to the mammoth project of digitizing 4.5 billion pages of text, including Austria, Belgium, the Czech Republic, Denmark, Estonia, Finland, France, Germany, Greece, Hungary, Italy, Lithuania, Luxembourg, Netherlands, Poland, Slovenia, Slovakia, Spain and Sweden.

Luxembourg P.M., Jean-Claude Juncker seemed especially incensed, saying, "…Europe must not submit in the face of virulent attacks from others."

As I am writing this, I realize that it is difficult to decide how to react to such claims. Nineteen whole countries mobilized against an American search engine?

At first, it's laughable. And then, angering. And then laughable again.

At the very least, from an American perspective, it is hard to understand. You can barely quiet the giant "so what?" boulder ping-ponging though your skull long enough process it. Could they really be that threatened by a research tool living in some abstract realm of space?

French feelings of insecurity are nothing new. They have feared intrusion of American culture for years. There are a number of laws regarding public use of language-guarding against the use of "Franglais," or English-French mutations. The word "cheeseburger" was vilified, and there is a law that at least 40% of radio content must be in French.

Add that to a famous Internet prank, where a Canadian student googlebombed the "I'm Feeling Lucky" feature of Google to the end that when a user typed in "French military victories," a page turns up finding no examples and asking, "Did you mean ‘French military defeats?'"

But truthfully, this goes beyond America's love-hate relationship with France. It seems the entire world is forming a love-hate relationship with America.

Take, for example, the musings of Canadian writer, Robin Matthews. Though he recognizes the appeal of US culture, the "dazzle, the variety, the abundance, and the vigor," he goes on to call it an "invading culture" comparable to the Nazis, and those who buy into it, "collaborators."

And this perceived cultural domination is transforming from what one scholar termed as "McDonaldization" to what many are calling "Googlization."

Europe had begun limiting America's technical reach before this fear of Google emerged by slapping Microsoft with antitrust litigation. China's emerging Internet market has caught the ever-expanding hungry eyes of Yahoo, Ebay, and Google.

The appetite seems to go both ways. People worldwide, the general consumer at least, are embracing what American companies have to sell. Understandably, these companies are, in turn, exploiting the markets. This is the nature of a global economy, and along with it comes, perhaps to an extreme, nationalistic outrage and rejection of what is perceived as cultural imperialism.

But realistically, isn't it as simple as America having something to sell, and the world wants to buy it? Is that a conspiracy? Or is it a challenge to the rest of the world to produce?

Those questions aside, it is becoming clear to the Europeans that a presence on the Internet has become extremely important. In the words of Hungarian Culture Minister Andras Bozoki, the concern is "that something not registered on the Net will not be seen as existing."

So the fear is not necessarily economic. It is the fear of losing identity. It is the fear of one global culture dominated by gray-suited American executives.

But the apparent hypocrisy (and racism/culturalism?) has to be noted that what Europe is doing in the name of nationalistic inclusion smacks of extreme exclusivity.

And though Houman Samadi, cultural assistant at the Washington, D.C. chapter of Alliance Fracaise, contends that France and the EU desire "plural worlds with plural points of view," it would appear that the plural world cannot contain anything remotely American.

Publicado por: Corsario Negro às junho 8, 2006 02:34 PM

Então ? o domínio é esmagador ? ou não ?

Isto não é ensaboadela senaqueribe ..é hipoclorito de cálcio ....os melhores de 2005..

Onde está um exemplo Indiano ..ou Português ?

1. Mozilla Firefox Web Browser
2. Google Gmail Web Mail
3. Apple Mac OS X Version 10.4 (Tiger) Operating System
4. Belkin Wireless Pre-N Router and Notebook Network Card Wireless Networking
5. Dell Ultrasharp 2405FPW 24-Inch Wide-Screen LCD
6. Alienware Aurora 5500 Performance PC
7. Seagate USB 2.0 Pocket Drive Portable Hard Drive
8. Skype VoIP Service
9. Canon EOS Digital Rebel XT Digital SLR Camera
10. PalmOne Treo 650 PDA Phone
11. Zone Labs ZoneAlarm Antivirus Antivirus and Firewall Software
12. Mysoft Technology Maxthon Browser Plug-In
13. Rio Carbon Midcapacity MP3 Player
14. Webroot Window Washer 5.5 Utility
15. Maxtor H01R300 Shared Storage Drive Network Hard Drive
16. Google Search Engine
17. Netgear 54 Mbps Cable/DSL Wireless Travel Router Model WGR101 Travel Router
18. OnlyMyEmail Pro Spam Filter
19. Sony PlayStation Portable Handheld Gaming Device
20. NVidia GeForce 6600 GT Graphics Board
21. APC Back-UPS RS 800VA 120V Uninterruptible Power Supply
22. 2BrightSparks SyncBackSE Utility
23. Moon Software Password Agent Password Manager
24. HP Officejet 7210 All-in-One Multifunction Printer
25. Winternals Software ERD Commander Data Recovery Software
26. Ubuntu Linux 5.04 Linux Distribution
27. Epson PictureMate Photo Printer
28. Mozilla Thunderbird E-Mail Program
29. Cloudmark Anti-Fraud Toolbar Browser Security Plug-In
30. Vonage VoIP Service
31. Cloudmark SafetyBar Spam Filter
32. Adobe Photoshop CS2 Image Editor
33. The New York Times on the Web Web Site
34. Apple ITunes Media Player
35. Seagate USB/FireWire Hard Drive External Hard Drive
36. Canon CanoScan 9950F Scanner
37. IRiver IFP-895 Flash-Based MP3 Player
38. Valve Half-Life 2 PC Game
39. Samsung HL-P5063W Rear-Projection TV
40. Tor Privacy Software
41. LG Flatron L1981Q 19-Inch LCD
42. Dell 3000cn Color Laser Printer
43. BlackBerry 7100t PDA Phone
44. Verbatim Store 'n' Go Pro USB Memory Key
45. Seagate Barracuda 7200.8 SATA NCQ Internal Hard Drive
46. Compaq Presario V2000 All-Purpose Notebook
47. Microsoft Windows Media Player 10 Media Player
48. Canon Pixma IP4000R Inkjet/Photo Printer
49. Best Software Simply Accounting Accounting and Personal Finance
50. Orb Media Streaming Service
51. Flickr.com Photography Site
52. Dell Inspiron 6000 Desktop Replacement Notebook
53. DirecTV HD DVR HR10-250 HD Receiver and DVR
54. ACD Systems ACDSee 7 Photo Organizer
55. Dell UltraSharp 1704FPV 17-Inch LCD
56. Olympus C-8080 Wide Zoom Digital Camera
57. Qnext Instant Messenger
58. IBM ThinkCentre A51p All-Purpose PC
59. SightSpeed Video Instant Messenger
60. Wikipedia Online Resource
61. Cerulean Studios Trillian 3.1 Instant Messenger
62. CMS 80GB USB 2.0 ABSplus Notebook Backup System Portable Hard Drive
63. Nikon Coolpix 7900 Digital Camera
64. Contour Design RollerMouse Pro Mouse
65. Adobe InDesign CS2 Desktop Publisher
66. Shuttle Computer XPC i8600b Small PC
67. IBM ThinkPad X41 Ultraportable Notebook
68. Adobe Premiere Elements Video Editor
69. Dell Axim X30 PDA
70. A9.com Search Engine
71. Toshiba RS-TX20 Digital Media Server DVD Recorder
72. Roxio Easy Media Creator 7.5 Burning Software
73. Plextor PX-716UF Rewritable DVD Drive
74. Casio Exilim EX-Z750 Digital Camera
75. Apple Mac Mini Small PC
76. Google Desktop Search Desktop Search Tool
77. Mitsubishi LT-3050 30-Inch LCD TV
78. Apple IPod Photo Large-Capacity MP3 Player
79. Dell 3300MP Projector
80. FileMaker Pro 7 Database
81. Sunbelt Software CounterSpy Anti-Spyware Software
82. Six Apart TypePad Blogging Tool
83. Acronis True Image 8 Backup Software
84. Asus A8N-SLI Deluxe Motherboard
85. Brother HL-5140 Monochrome Laser Printer
86. Apple ITunes Music Store Music Downloads
87. Internet Archive (Archive.org) Web Site
88. Opera 8 Web Browser
89. Copernic Desktop Search Desktop Search Software
90. Motorola Razr V3 Cell Phone
91. Delphi MyFi Satellite Radio
92. PDAapps VeriChat Standard Edition Mobile Instant Messaging
93. Sonos Digital Music System Streaming Media Device
94. EMC Dantz Retrospect Professional 7 Backup Software
95. Garmin StreetPilot C330 GPS Navigation Device
96. Klipsch ProMedia Ultra 2.0 Portable Speakers
97. Logitech Z-5500 Digital PC Speaker System
98. Antec P160 Desktop Case
99. Corel Painter IX Paint Program
100. Citrix Online GoToMyPC Personal Remote Access

Publicado por: Corsario Negro às junho 8, 2006 03:02 PM

... pour le moment j'écris en français... l'eau c'etait vraiment bonne...

...quanto à fraqueza dos anglófonos é que não falam outras línguas...a não ser aquele enjoativo inglês...

... imaginem que lá em Timor, entre eles chamam-nos de pork&cheese, ora toda a gente sabe que gostamos de comer bem, e eu ainda vou recordá-los disso...

... mas tudo bem quanto à pluralidade de culturas, exactamente, sem imperialismo anglófono

Finalmente a escravatura tem que ser contextualizada. Para já os anglófonos são mentirosos a n. respeito, andaram-nos a dar cabo da auto-estima para nos tentarem subjugar pxicologicamente, incluindo o salazarismo, são ciúmes do dragão e dos Anjos. Aparentemente o rei de Portugal D. Sebastião foi o primeiro que ousou usar a coroa imperial (li num livro): fundiu a esfera armilar e a coroa aberta real - na origem uma coroa ducal - numa coroa de arcos fechados (4),isto vê-se no Museu da Cidade de Lisboa, encimada pela cruz... A seguir pegou a moda e lá fizeram todos isso. Claro que isto é uma redução simbólica mas pertinente.

Quanto ao grande Portugal, calma lá com isso pela minha parte: eu gosto é da lusofonia, Portugal é apenas a origem (o pai), pensava que era Porto Cale (porto bonito), agora vieram-me com o Porto Graal... O Brasil é o matulão, Timor é o bébé, Moçambique é para voltar,etc.,,,

Publicado por: py às junho 8, 2006 03:33 PM

... agora o que é verdade é que este cantinho aqui é o Estado com fronteiras mais antigas da Europa, com excepção do incidente de Olivença (Guerra das Laranjas), somos o exemplo da sobrevivência ímpar dos pequenos-grandes, sim porque o português é a 6ª primeira língua do mundo.

mas eu também não quero que as outras desapareçam obviamente, não quero é ser obrigado a falar em inglês, só se me apetecer

Quanto ao D. João VI também tem que ser contextualizado, coitado, não esqueçam que ele era filho de D. Maria I e do irmão de D. José, Pedro III, tio direito da mãe, por isso saiu com aquela beiça descaída, bourbonica. E casaram-no logo de pequenino com aquela bruxa..., safou-se o melhor que pode,..., para Portugal foi mau porque o rei fugiu, mas para o Brasil foi bom, ainda bem por esse lado.

Publicado por: py às junho 8, 2006 03:55 PM

...puf, finalmente na minha vida tenho possibilidade e vontade de me dar 2 meses para estudar Aristóteles. Estou a ler a Ética a Nicómaco, num excelente trabalho de António Caeiro, Quetzal Editores (2004).

Ora bem, aquilo é muito parecido com o que dizem os mestres budistas. Em vez do "caminho do meio" Aristóteles exercita uma "disposição do meio", contra os excessos que nos provocam mal-estar e em busca da felicidade (a mim chega-me andar bem disposto).

A arma mental é a phronesis, que para Platão era só reflexão, e para ele é sageza, porque comporta uma dimensão de acção.

Publicado por: py às junho 8, 2006 05:43 PM


Uauuuuuuuuuuu....
Finalmente ..........
Raramente se pode sentir tanta felicidade com a morte de alguém....júbilo....regozijo....

Abu Musab al-Zarqawi, whose bloody campaign of beheadings and suicide bombings made him the most-wanted terrorist in Iraq, was killed when U.S. warplanes dropped 500-pound bombs on his isolated safe house, officials said Thursday. His death was a long-sought victory in the war in Iraq.

The targeted airstrike Wednesday evening was the culmination of a two-week-long hunt for al-Zarqawi, the leader of al-Qaida in Iraq. Tips from senior militants led U.S. forces to follow al-Zarqawi's spiritual adviser to the safe house, 30 miles outside Baghdad, for a meeting with the terror leader. The adviser, Sheik Abdul Rahman, was among seven aides also killed.

Fingerprints, tattoos and scars helped U.S. troops identify al-Zarqawi's body, White House spokesman Tony Snow said. The U.S. military released a picture of al-Zarqawi's face after the airstrike, with his eyes closed and spots of blood behind him, an image reminiscent of photos of Saddam Hussein's slain sons from the early days of the war.

"Al-Zarqawi was eliminated," Prime Minister Nouri al-Maliki said.

President Bush, who learned of the deadly airstrike Wednesday afternoon, hailed the killing as "a severe blow to al-Qaida and it is a significant victory in the war on terror."

But he cautioned: "We have tough days ahead of us in Iraq that will require the continuing patience of the American people."

Around the time news reports announced al-Zarqawi's death, two bombs hit a market and a police patrol in Baghdad, killing at least 19 people and wounding more than 40. Police differed on whether the bombs struck shortly before or after the 10:30 a.m. news. Later, a parked car bomb exploded in north Baghdad, killing six people and wounding 15.

Al-Qaida in Iraq vowed to continue its "holy war," according to a statement posted on a Web site.

"We want to give you the joyous news of the martyrdom of the mujahed sheik Abu Musab al-Zarqawi.

"The death of our leaders is life for us. It will only increase our persistence in continuing holy war so that the word of God will be supreme."

Thursday brought two major events for Iraq's new leadership: Shortly after news of al-Zarqawi's death, Parliament approved candidates for ministers in charge of Iraq's army and police, ending a political stalemate between Shiite and Sunni Arab factions.

The new ministers are seen as key to Iraq's taking control of its deteriorating security, and - with al-Zarqawi's death - some Iraqi citizens expressed hope for an end to sectarian bloodshed.

"If it's true al-Zarqawi was killed, that will be a big happiness for all the Iraqis," said Thamir Abdulhussein, a college student in Baghdad. "He was behind all the killings of Sunni and Shiites. Iraqis should now move toward reconciliation. They should stop the violence."

Not since the 2003 capture of Saddam in an underground bunker has the war seen the downfall of such an iconic figure.

The Jordanian-born terrorist, 39, was Iraq's most-wanted militant and nearly as notorious as Osama bin Laden, to whom he swore allegiance in 2004. The United States put a $25 million bounty on his head, the same as bin Laden. Al-Maliki told al-Arabiya television the bounty would be honored, saying "we will meet our promise," without elaborating.

As the leader of al-Qaida in Iraq, Al-Zarqawi oversaw a wave of kidnappings of foreigners and the killings of at least a dozen, including Arab diplomats and three Americans. He personally is believed to have beheaded two Americans - Nicholas Berg of West Chester, Pa., and Eugene Armstrong, formerly of Hillsdale, Mich. - prompting supporters to dub him "the slaughtering sheik."

Al-Zarqawi also was a master Internet propagandist, spreading the call for Islamic extremists to join the "jihad," or holy war, in Iraq. His group posted gruesome images of beheadings, speeches by al-Zarqawi and recruitment videos depicting the planning and execution of its most daring attacks.

His followers also frequently targeted Shiite civilians and mosques in an attempt to spark sectarian civil war, and in his statements, al-Zarqawi - a Sunni Arab - often vilified Shiites as infidels.

Just days before his death, Al-Zarqawi issued an audiotape on the Internet, railing against Shiites in Iraq and saying militias were raping women and killing Sunnis. He urged the community to fight back.

Elated at news of his killing, Iraqi police in Baghdad's Shiite slum of Sadr City fired their guns in the air and chanted. Other Iraqi citizens had mixed reactions.

U.S.-led forces came close to capturing al-Zarqawi several times since his campaign began in mid-2003. But Gen. George Casey, the top U.S. commander in Iraq, said the latest hunt began two weeks ago with intelligence from senior leaders of al-Zarqawi's network.

U.S. military spokesman Maj. Gen. William Caldwell said U.S. and Iraqi intelligence found al-Zarqawi by following his spiritual adviser, who visited al-Zarqawi at the safe house, prompting the airstrike. He showed a videotape of an attack in which he said F-16 fighter jets dropped two 500-pound bombs on the site.

"We had absolutely no doubt whatsoever that Zarqawi was in the house," Caldwell said, adding that Iraqi and U.S. troops carried out 17 raids around Baghdad after al-Zarqawi's killing.

The safe house was located in a remote area 30 miles from Baghdad in the volatile province of Diyala, just east of the provincial capital of Baqouba, officials said.

Baqouba has in recent weeks seen a spike in sectarian violence, including the discovery of 17 severed heads in fruit boxes. It also was near the site of a sectarian atrocity last week in which masked gunmen killed 21 Shiites, including a dozen students pulled from minibuses, after separating out four Sunni Arabs.

"Those who disrupt the course of life, like al-Zarqawi, will have a tragic end," the Iraqi prime minister said. He warned those who would follow the militant's lead that "whenever there is a new al-Zarqawi, we will kill him."

"This is a message for all those who embrace violence, killing and destruction to stop and to (retreat) before it's too late," he said. "It is an open battle with all those who incite sectarianism."

Al-Maliki said tips from area residents helped lead to the airstrike. A Jordanian official said the kingdom also gave the U.S. military information on tracking down al-Zarqawi, who claimed responsibility for the triple suicide bombing of hotels in Jordan's capital, which killed 60 people - mostly Sunni Muslims. The attack drew condemnation from the Arab world, including Islamic militants.

The official, who spoke on condition of anonymity because he was addressing intelligence issues, said some of the information came from Jordan's sources inside Iraq and led the U.S. military to the Baqouba area.

Iraqi Foreign Minister Hoshyar Zebari told The Associated Press that a serious effort to find al-Zarqawi had been under way since he appeared in a videotape in late April - the same week messages were broadcast by bin Laden and his top deputy, Ayman al-Zawahri. He said the location where al-Zarqawi appeared in the videotape had been "pinpointed," without elaborating.

A U.S. defense intelligence official, who requested anonymity while events were unfolding, said there is no intelligence indicating that extremists planned attacks that would be triggered by al-Zarqawi's death.

However, his death might bring retaliation, he said.

It was not clear to American authorities who would succeed al-Zarqawi. The official noted that a number of al-Zarqawi deputies have been killed in recent months, which could cause chaos among the group's top tier.

Caldwell, the U.S military spokesman, said an Egyptian-born man he identified as Abu al-Masri will probably take over al-Qaida in Iraq.

In London, British Prime Minister Tony Blair said al-Zarqawi's death "was very good news, because a blow against al-Qaida in Iraq was a blow against al-Qaida everywhere." Afghan President Hamid Karzai called the killing "a significant step in ridding the world of the menace of terrorism."

In Jordan, al-Zarqawi's older brother said the insurgent leader was a martyr.

"We anticipated that he would be killed for a very long time," Sayel al-Khalayleh told The Associated Press by phone from Zarqa, the town from which al-Zarqawi derived his name. The family renounced him in the wake of the Amman bombing.

Associated Press reporter Katherine Shrader in Washington contributed to this report.

Publicado por: Corsario Negro às junho 8, 2006 06:59 PM

... é muito perigoso sentir regojizo pelo assassínio de alguém, mesmo sendo um terrorista islâmico, muito pouco prudente mesmo...

entretanto:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=231524

Publicado por: py às junho 8, 2006 07:09 PM

http://jornaldigital.com/noticias.php?noticia=11044

Publicado por: py às junho 8, 2006 07:16 PM

Agora quem levou a ensaboadela foi o... o adversário do Corsário (como é que ele se chama?).

O duelo continua? Ou alguém está de luto pelo Zarqawi?

Publicado por: Senaquerib às junho 8, 2006 08:42 PM

Confirma-se. O Zarqawi está mesmo morto:

"יש להצטער על מותו של אל-זרקאווי"

דווקא אביו של איש העסקים האמריקני ניק ברג, שנחטף וראשו נערף על ידי הטרוריסט אל-זרקאווי, מגנה את חיסולו על ידי צבא ארה"ב. משפחות הקורבנות האחרים הגיבו בתדהמה לדברים. אולמרט התקשר לבוש ובירך אותו על הפעולה המוצלחת



דפדף בחדשות
טל שניידר, וושינגטון
8/6/2006 20:26






נשיא ארה"ב, ג'ורג' בוש, מיהר לכנס היום מסיבת עיתונאים בעקבות חיסולו של אבו מוסאב אל-זרקאווי. בוש, שהלחימה בעיראק עלתה לו עד היום בנקודות רבות בדעת הקהל האמריקנית, בירך על המבצע. אבל מתברר שגם בארה"ב יש כאלו שסבורים שמדובר במהלך מיותר. "גם לאל-זרקאווי היתה משפחה. יש להצטער על כל מוות", אמר היום מייקל ברג, אביו של ניק ברג, איש העסקים האמריקני שראשו נערף על ידי אל-זרקאווי. "אני מצטער כאשר כל בן אדם מת. אל-זרקאווי הוא בן אדם. יש לו משפחה אשר מגיבה בדיוק כפי שמשפחתי הגיבה כאשר ניק נרצח, ואני חש רע בשל כך", הוסיף האב בראיון שהעניק לרשת סי-אן-אן. מביתו בדלאוור. מי שבכל זאת בירך על הפעולה היה ראש הממשלה, אהוד אולמרט, ששוחח הערב עם בוש.

ב-8 במאי 2004 נמצאה גופתו ערופת הראש של ניק ברג, בן 26 מווסטצ'סטר פנסילבניה, שהגיע לעיראק כדי לעבוד כקבלן טלקום. כמה ימים לאחר מכן שודרה ברחבי העולם קלטת וידאו, בה נראה ברג דקות לפני מותו, כשחמישה רוצחים עורפים את ראשו בסכינים.


Publicado por: Senaquerib às junho 8, 2006 08:52 PM

eu não estou de luto, mas estes estão:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260313&idCanal=15

Publicado por: py às junho 8, 2006 09:12 PM

Ó meu amigo e estimado Py ...não temo ...mas não temo mesmo.... quaisquer consequências ...pelo regozijo que sinto pelo desaparecimento do procurador do Diabo...a esta hora está a ser punido no 5º dos Infernos por ter falhado na missão dele .. e ter-se deixado apanhar...

Ele que arda ..que arda muito ..e por toda a eternidade....só lamento que tenha sido uma morte rápida ..... mas a punição no Inferno ..vai ser imensa....e eterna....

Publicado por: Corsário Negro às junho 8, 2006 09:15 PM

... e já estou a treinar para não me regozijar se alguém assassinar o bush, esse sim, o maior terrorista contemporâneo, ..., também não admira, quem teve o poder de comutar penas de morte no seu estado e preferiu assiná-las...

Publicado por: py às junho 8, 2006 09:16 PM

E o próximo..é o bin Laden...

Qt a essa de que o Presidente dos USA é um terrorista ... rapaiz ..é por ele ter confirmado sentenças feitas em tribunal ?

É por causa disso que se é um terrorista ? ou é por outros motivos ? ou será um preconceito ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 8, 2006 09:38 PM

Eu, então, regozijo-me com a morte de todos os filhos de p..., Zarqawi, Bush, Pinochet, Rumsfeld, tutti quanti.
Há por aí uns que só se regozijam com a morte dos filhos de p... de um lado. É compreensível, têm que estar ao lado da família.

Publicado por: Regozijo democrático às junho 8, 2006 09:54 PM

Depois de te ter explicado essa coisa dos indianos como se fosses burro, vires outra vez com a pergunta dos programas indianos só prova que, afinal, és mesmo burro.
Em reforço dessa tese está a lista de 100 items que apresentas como «os melhores de 2005».
Os melhores quê e para quem?
Todos os anos, todas as revistas de informática de todo o mundo apresentam uma lista dos «melhores produtos» do ano anterior. Trata-se, está bem de ver, dos melhores produtos presentes nesses mercados e a lista varia de país para país.
Grande admiração que os «melhores produtos» do mercado americano estejam escritos em inglês, mesmo quando são oriundos da Europa, do Japão, de Singapura, etc. Nas listas elaboradas pelas revistas publicadas em França os nomes estão em Francês e os produtos são outros. E assim sucessivamente.
Além do mais, essa lista é uma salgalhada de todo o tamanho, pois, além do decantado software, tem scanners, cameras digitais, a Wikipedia, o site do New Iork Times e, pasme-se, até uma caixa de computador! Não tens, de facto, a menor noção do ridículo.

Ao princípio, ainda tinhas alguma graça, quando te esforçavas por discutir com alguma seriedade, mesmo quando os argumentos eram frouxos ou ruíam pela base em dois minutos, como as torres gémeas.
Acontece que, ao seres confrontado com a tua ignorância, perdeste o pouco tino que tinhas e começaste a desvairar. Não sabes e inventas. Pode ser que impressiones algum papalvo tão ignorante como tu e que delire com os teus delírios, mas os argumentos são tão idiotas que é mais fácil desmontá-los do que limpar o cu a meninos.

Acaba-se aqui a lição. Não há pachorra para tanta alarvidade.

A quem possa acreditar neste tonto, sugiro uma consulta a estas estatísticas, onde se mostra que o «domínio avassalador» de 98% do inglês na Internet não passa de 30%.

http://www.internetworldstats.com/stats7.htm

Mas mais importante que essa percentagem é a taxa de crescimento das línguas entre 2000 e 2005. Reparem na última coluna do quadro e digam lá onde é que está o «domínio avassalador» dos anglófonos.

E tu, pirata rafado, com um batel que mete água por todos os lados, sabes que mais?

- Vai-te encher de moscas!

Publicado por: Não há cu que aguente às junho 8, 2006 11:01 PM

Depois de te ter explicado essa coisa dos indianos como se fosses burro, vires outra vez com a pergunta dos programas indianos só prova que, afinal, és mesmo burro.
Em reforço dessa tese está a lista de 100 items que apresentas como «os melhores de 2005».
Os melhores quê e para quem?
Todos os anos, todas as revistas de informática de todo o mundo apresentam uma lista dos «melhores produtos» do ano anterior. Trata-se, está bem de ver, dos melhores produtos presentes nesses mercados e a lista varia de país para país.
Grande admiração que os «melhores produtos» do mercado americano estejam escritos em inglês, mesmo quando são oriundos da Europa, do Japão, de Singapura, etc. Nas listas elaboradas pelas revistas publicadas em França os nomes estão em Francês e os produtos são outros. E assim sucessivamente.
Além do mais, essa lista é uma salgalhada de todo o tamanho, pois, além do decantado software, tem scanners, cameras digitais, a Wikipedia, o site do New Iork Times e, pasme-se, até uma caixa de computador! Não tens, de facto, a menor noção do ridículo.

Ao princípio, ainda tinhas alguma graça, quando te esforçavas por discutir com alguma seriedade, mesmo quando os argumentos eram frouxos ou ruíam pela base em dois minutos, como as torres gémeas.
Acontece que, ao seres confrontado com a tua ignorância, perdeste o pouco tino que tinhas e começaste a desvairar. Não sabes e inventas. Pode ser que impressiones algum papalvo tão ignorante como tu e que delire com os teus delírios, mas os argumentos são tão idiotas que é mais fácil desmontá-los do que limpar o cu a meninos.

Acaba-se aqui a lição. Não há pachorra para tanta alarvidade.

A quem possa acreditar neste tonto, sugiro uma consulta a estas estatísticas, onde se mostra que o «domínio avassalador» de 98% do inglês na Internet não passa de 30%.

http://www.internetworldstats.com/stats7.htm

Mas mais importante que essa percentagem é a taxa de crescimento das línguas entre 2000 e 2005. Reparem na última coluna do quadro e digam lá onde é que está o «domínio avassalador» dos anglófonos.

E tu, pirata rafado, com um batel que mete água por todos os lados, sabes que mais?

- Vai-te encher de moscas!

Publicado por: Não há cu que aguente às junho 8, 2006 11:02 PM

Só não acerto no Euromilhões (infelizmente).

Escrevi eu há dois dias (junho 6, 2006 07:22 PM):

...«Até porque nada garante que, não tarda nada, a CIA não esteja a apoiar outra vez os militantes islâmicos contra os senhores da guerra. Estão todos bem uns para os outros...»

Meu dito, meu feito, não demorou nem 24 horas. Aí estão os americanos a apoiarem as milícias islâmicas.

http://www.msnbc.msn.com/id/13167805/

Estou com curiosidade de ler o que é que o pirata de desenho animado vai escrever sobre os militantes islâmicos da Somália, que há dois dias eram perigosos instrumentos da Al Qaida e hoje são aliados do Pentágono.
Digam lá se isto não é de partir o coco a rir...

Publicado por: Alá é grande! às junho 8, 2006 11:18 PM

... bom dia, quando eu digo que o bush é o maior terrorista contemporâneo é simples. Existe a chamada propriedade transitiva da implicação lógica, que se expressa assim: se A implica B e B implica C então A implica C.

Concretizando, não há que ter dúvida que os atentados terroristas no Iraque só acontecem em barda depois da invasão determinada pelo senhor bush, qual novo ditador do mundo.

Donde as dezenas de milhares de mortos de civis iraquianos (C) aconteceram em reacção à invasão de um país por tropas dos EUA (B), numa decisão comandada pelo senhor bush (A).

Logo o senhor bush é responsável por essas dezenas de milhares de mortos, donde é o maior terrorista contemporâneo.

O facto de assinar penas de morte de seus concidadãos, mesmo que julgados em tribunal, é apenas um dado complementar.

(entretanto além da Ética a N., também comprei a Política de Aristóteles, numa edição bilingue - finalmente vou perceber um pouco de grego clássico - e ainda a Ética de Spinoza, bué que ler...)

Publicado por: py às junho 9, 2006 08:12 AM

(...há aqui uma coisa que me está a preokupar: então não era suposto termos feito um funeral clássico à Joana em vez de andarmos numa peixeirada de asterix à procura de quem são os romanos? E a galhofar pelo meio?... Mas Joana não se preokupe, fica muito in com um funeral pós-moderno num espaço maldacénico)

Publicado por: py às junho 9, 2006 09:09 AM

eh pá,

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=68177

vou caçar lixo

Publicado por: py às junho 9, 2006 10:05 AM

Perguntem ao Jack

Tiveram considerável impacte na comunicação social as afirmações feitas sobre Portugal, num encontro promovido pelo Fórum para a Competitividade, por Jack Welch, que durante 20 anos foi chief executive officer da General Electric.
Antes e durante a sua estada, Jack Welch foi apresentado como "um dos gestores mais admirados em todo o mundo" ou como "um gestor do outro mundo", embora o jornalista Robert Slater, talvez lembrado de que ele suprimiu cem mil empregos, também nos conte, no n.º 47 da Executive Digest, que ele "ganhou a alcunha de "Neutron Jack", numa alusão à bomba de neutrões que elimina pessoas mas deixa os edifícios de pé".
Recapitulando as suas declarações que tiveram mais repercussão, lembremos então que Jack Welch declarou que "é humilhante para os portugueses a percepção que do exterior se tem de Portugal como um país em contínua degradação e declínio ao longo dos últimos anos" e perguntou mesmo se os portugueses não se sentem envergonhados por isso.
E aqui neste jornal, Pacheco Pereira apressou-se a assinalar que "Welch fez bem em dizê-lo e fazia-nos bem ouvir mais verdades como esta para substituirmos a nossa balofa e inconsequente auto-estima pela percepção de que a realidade não é propriamente um espelho do nosso excesso identitário".
Confesso que tenho muita dificuldade em comentar, em sentido literal, quer a afirmação de Welch quer o entusiasmado juízo de Pacheco Pereira. Em primeiro lugar, porque, julgando conhecer minimamente os problemas de fundo do nosso pais, os seus níveis de atraso e os seus desafios presentes e futuros, não disponho de instrumentos credíveis para saber qual é a verdadeira "percepção que do exterior se tem de Portugal". Em segundo lugar, porque, como cidadão português, não me sinto nada atingido pela referência de Pacheco Pereira à "balofa e inconsequente auto-estima" nacional pois sou daqueles portugueses que já não têm paciência para tanta conversa tola sobre "auto-estima", sobre "euforias" ou sobre "depressões nacionais" (estas, por sinal, bem mais faladas), entendendo mesmo que, na maior parte dos casos, estamos perante construções atrevidamente totalizantes e artificiais, em cujo empolamento e irradiação a opinião publicada tem especiais responsabilidades.
Decididamente, é pois outra a contribuição que pretendo dar a propósito da visita e das afirmações feitas sobre Portugal por Jack Welch. Mais concretamente, como ele nos perguntou se não nos sentíamos envergonhados pela percepção exterior sobre a continuada degradação e declínio nacionais, o que gostaria mesmo é que, num qualquer ponto das suas tournées de conferencista ou numa sua eventual nova passagem por Portugal, Jack Welch respondesse a um conjunto de educadas, cordatas e inocentes perguntas.
Como, por exemplo, se não se sente envergonhado pela "percepção exterior" da contínua degradação e declínio da imagem internacional dos EUA ao longo dos últimos anos e que, na União Europeia, segundo dados do Eurobarómetro, já chegou a atingir níveis de reprovação da política externa norte-americana acima dos 70 por cento.
Se não se sente envergonhado por a agressão do seu país ao Iraque já ter causado, no mínimo, cem mil mortos, a maior parte dos quais civis não beligerantes.
Se não se sente envergonhado pelas torturas e humilhações praticadas em Abu Grahib, pelo rapto e transporte pela CIA de cidadãos estrangeiros em voos por cima de países europeus (acrescente-se: com a desavergonhada conivência de muitos governos da Europa), pela situação dos detidos em Guantánamo prepotentemente excluídos dos mais elementares direitos de defesa e pelas gravosas limitações às liberdades consagradas no Patriot Act I e II.
Se não se sente envergonhado por o seu país, o mais rico e poderoso do planeta, ostentar uma taxa de mortalidade infantil de sete por cada mil nascimentos (quatro em Portugal) e só tendo à sua frente, no âmbito da OCDE, países como o México, a Turquia, a Hungria e Eslováquia.
Se não se sente envergonhado por parte da enorme riqueza criada pelos EUA resultar do controlo e exploração das riquezas naturais de outros países e do sistema de troca desigual que continua a afectar dramaticamente o desenvolvimento do Terceiro Mundo.
Se não se sente envergonhado por, mesmo de acordo com os distintivos critérios do seu país sobre o que é "o limiar da pobreza", haver nos EUA 37 milhões de americanos que são considerados pobres, que uma em cada cinco crianças nasça pobre e que no estado da Luisiana a pobreza infantil atinja os 30 por cento.
Se não se sente envergonhado por perto de 30 por cento dos seus compatriotas não disporem de seguros de saúde com a desprotecção e fragilidade que no sistema norte-americano isso significa.
Se não se envergonha por os Estados Unidos terem se não a maior, pelo menos, umas das maiores populações carcerárias do mundo e que um em cada treze jovens seja preso antes dos 17 anos.
Se não se sente envergonhado por, em termos de percentagem do rendimento nacional que cabe aos dez por cento mais pobres, os EUA (com 1,9 por cento) ficarem atrás, sucessivamente, do Japão, da Alemanha, da França, da Itália, da Grã-Bretanha e ganharem à China por um décimo (dados da Business Week, Setembro, 2005).
Se não se sente envergonhado por ser cidadão da única superpotência com capacidade e apetite para intervir militarmente em qualquer parte do mundo e, entretanto, uma elevada percentagem dos seus compatriotas não ser capaz de apontar e identificar o seu próprio país num globo terrestre.
Se não sente nem vergonha nem um sobressalto de consciência por no seu país, que goza da reputação de grande e incomparável democracia, a Presidência poder ser conquistada e exercida, sem escândalo por aí além, por um candidato que teve menos votos que outro.
E por fim, abreviando o que podia ser uma lista muito mais longa, se Jack Welch não se sente envergonhado e humilhado pelos escândalos financeiros registados no seu país (Enron, WorldCom, etc.), pelas batotas e manigâncias de gestores que enriqueceram tão depressa quanto depressa empobreceram os accionistas que neles confiaram e pelo drama das centenas de milhares de americanos que viram as suas poupanças de reforma volatizarem-se de um momento para outro por causa do afundamento de muitos fundos de pensões.
A todas estas perguntas, para além de ver antiamericanismo onde só há verdades desagradáveis para os seus ouvidos, talvez Jack Welch - "o gestor do outro mundo" - respondesse apenas que o seu negócio são os negócios, que o sentimento de vergonha não é coisa que possa ser equitativamente exigida e que já não tem idade para aprender que há mais humanidade para além dos números e dos cifrões.

Publicado por: Lusófono às junho 9, 2006 10:32 AM

Os números do Internet World Stats dão vontade de rir.
Poe exemplo, no quadro dos TOP 30 países com a maior taxa de penetração da internet, aparece Portugal com 6.090.000 de utilizadores, correspondendo a 58% da população.
Estão a ver? Mais de SEIS MILHÕES de portugueses são cibernautas.
Mas haverá quem acredite nisto?

Publicado por: Senaquerib às junho 9, 2006 10:52 AM


Senaqueribezito,
já te tenho dito
que não é bonito
duvidares das estatísticas sem teres uma ideia aproximada da realidade a que elas se referem.

Os números do Internet World Stats foram fornecidos pelas autoridades portuguesas. É um sítio sério e não uma case de passe como o Semiramis.
No site da Anacom podes consultar estas estatísticas:

http://www.anacom.pt/streaming/tic_umic2004.pdf?categoryId=98121&contentId=253746&field=ATTACHED_FILE

http://www.anacom.pt/streaming/STD3T05.pdf?categoryId=154029&contentId=316331&field=ATTACHED_FILE

Não estão publicados os relatórios de 2006, mas as estatísticas existem e estão actualizadas ao dia.
Seja como for, as estatísticas disponíveis para 2004 e 2005 mostram que a taxa de penetração na Internet é superior a 50% e a curva de crescimento (e respectiva função) mostra também que a taxa de 58% está correcta.
Percebe-se que estás pouco (ou nada) informado sobre o que se passa nas escolas e não contactas há muito com gente com menos de 30 anos. Caso contrário não terias tanta vontade de rir ao leres as estatísticas.
Quando se tem um milhão e meio de residências particulares ligadas à Internet [aqui não há nada subjectivo, é só contar as facturas] não é difícil calcular que os acessos abrangem quase metade da população. Somando a isso os acessos escolares e empresariais chega-se facilmente aos 58 por cento.

Está-me cá a parecer que o pirata está a contaminar este blogue com as perspectivas fantasiosas da realidade.

Publicado por: A realidade da Internet contada às crianças ou Internet statistics for dummies às junho 9, 2006 03:42 PM

Senaqueribezito,
já te tenho dito
que não é bonito
duvidares das estatísticas sem teres uma ideia aproximada da realidade a que elas se referem.

Os números do Internet World Stats foram fornecidos pelas autoridades portuguesas. É um sítio sério e não uma case de passe como o Semiramis.
No site da Anacom podes consultar estas estatísticas:

http://www.anacom.pt/streaming/tic_umic2004.pdf?categoryId=98121&contentId=253746&field=ATTACHED_FILE

http://www.anacom.pt/streaming/STD3T05.pdf?categoryId=154029&contentId=316331&field=ATTACHED_FILE

Não estão publicados os relatórios de 2006, mas as estatísticas existem e estão actualizadas ao dia.
Seja como for, as estatísticas disponíveis para 2004 e 2005 mostram que a taxa de penetração na Internet é superior a 50% e a curva de crescimento (e respectiva função) mostra também que a taxa de 58% está correcta.
Percebe-se que estás pouco (ou nada) informado sobre o que se passa nas escolas e não contactas há muito com gente com menos de 30 anos. Caso contrário não terias tanta vontade de rir ao leres as estatísticas.
Quando se tem um milhão e meio de residências particulares ligadas à Internet [aqui não há nada subjectivo, é só contar as facturas] não é difícil calcular que os acessos abrangem quase metade da população. Somando a isso os acessos escolares e empresariais chega-se facilmente aos 58 por cento.

Está-me cá a parecer que o pirata está a contaminar este blogue com as perspectivas fantasiosas da realidade.

Publicado por: Internet statistics for dummies às junho 9, 2006 03:54 PM

Agora começou a Copa do mundo ..e finalmente ..vou ser campeão ..já que virei Brasileiro...rssss

Entretanto Senaqueribe ..como viste ..não foi um duelo ...mas sim..um bater no ceguinho..que qd não tem argumentos ..parte para o insulto... típico da esquerda esclerosada...

Ele ..o smith ( muda de nome... como o smith do matrix mudava de cara )...ficou tão f*dido com a morte do grande carniceiro..que ficou cego de raiva ... e pôs-se a botar...mais propaganda ....agora foi contra o Welch...poor boy...

Publicado por: Corsário Negro às junho 9, 2006 04:20 PM

Muito interessante, mas na minha opinião o Corsário Negro perdeu por KO. Eu também estou com curiosidade de ouvir o Corsário Negro pronunciar-se sobre a aliança dos EUA com os militantes islâmicos na Somália, depois do que ele escreveu por aí acima.

Publicado por: Francisco Nunes às junho 9, 2006 07:11 PM

Vixe...isto tem mais smiths que sei lá o quê ...eles são mais que as mães...mas ...falta-lhes rapidez....

Mas não te preocupes Joana ...que o teu blog ...jamais cairá nas mãos destes fantoches...cheios de "bugs"...

Ó Francisquinho...queres então tu comentar o que o teu sósia deixou por comentar ? Vou ficar esperando ..viu ?
Qd responderes ..eu digo-te a minha opinião sobre a Somália ...já agora sabias que a linha do equador passa mesmo lá ? Práticamente colado a Mogadishiu..deve ser um calor doido..

Bang..mais um smith ao ar....

Entretanto cá vai mais uma opinião sobre o demitido braço esquerdo do Diabo...que a esta hora deve estar a ser torturado no inferno ...O Diabo ..himself ...deve estar a enfiar-lhe brasas pelo retofuricular ...por ele se ter deixado apanhar ..antes de ter conseguido montar a guerra civil...

Ao que parece ..e segundo consta ..foram os próprios Sunitas que entregaram o braço do Satã...o momento do estouro deve ter sido de lascar...
Ah .. e ainda bem ..que a besta ..ainda estava com vida ..(restos)...qd viu os Americanos chegarem...

("É muito importante ..qd se mata alguém ..que esse alguém veja quem o mata ..e saiba porquê.."
João Ubaldo Ribeiro )Concordo ....concordo Ubaldinho...
E tb acho que se deveria seguir a opinião de Maquiavel e limpar todos os genes relacionados ...nunca se sabe ...

Zarqawi's Brand of Evil


It’s hard to find words to use about Zarqawi. Some guy on TV just called him an “all-star” terrorist, but it doesn’t sound right.

In the field of evil, I would say Zarqawi changed things. He was an innovator in the field of evil, and he leaves a legacy.

I was in Iraq when his organization blew up the U.N. building. There was a press conference going on in the building when the bomb went off, being taped by a video camera, so you see and hear the explosion, then everything goes dark and in the darkness you hear a woman scream. I remember looking at the dark screen and hearing the woman.

The day after the U.N. bombing, a U.N. official came out in front of the gate, in front of the crater the bomb left, and said that the U.N. did not want U.S. tanks out in front of the building because the way the U.N. worked required free access for people to go in and out.

It struck me that, even after getting hit by a bomb, this official still did not understand that the nature of the enemy and the range of targets had changed…that no one was safe, not the UN, not humanitarian organizations, not Arabs, not women or children. It required a different way of thinking to understand a new level of evil.

Another Zarqawi innovation, or at least development, expanded the targets further. A letter intercepted to Al Qaeda leadership, revealed his plans to pit Sunni against Shiite, to stir up a religious war to make Iraq ungovernable.

He also expanded the range of terror attacks beyond Iraq, blowing up a wedding in Jordan and changing the way people behave in that country for years to come.

His use of the Internet to broadcast the beheading of hostages finally drew criticism from Al Qaeda because of the revulsion it was causing among Arabs.

Zarqawi was so bad, Al Qaeda told him to tone it down.

Publicado por: Corsário Negro às junho 9, 2006 07:48 PM

O smith ..está mesmo cheio de bugs...és mesmo o mestre da propaganda ..e andas a enganar meninos e a papar-lhes o pão...
Uma coisa ..é consulta ..outra coisa ..totalmente diferente ...é publicação...

Por outras palavras ...uma coisa ..é consultar a internet ..outra ..completamente diferente é colocar conteúdo na internet...
entendu ? embrulha ....

E vê lá se deixas de insultar ..ouviste ?
Ou ainda vou ter que te envergonhar....

Publicado por: Corsário Negro às junho 9, 2006 08:41 PM

Bem me parecia que o pirata é analfabeto.
Ou seja, tão «anglófonofilo» que ele é e nem sequer sabe inglês suficiente para perceber o que está escrito.

No site indicado
http://www.internetworldstats.com/stats7.htm

o título do quadro, em letras bem gordas, reza assim:

Top Ten Languages Used in the Web

Traduzindo para uma língua civilizada:
AS DEZ LÍNGUAS MAIS USADAS NA INTERNET

É uma quantificação ainda mais favorável, porque contabiliza, em geral, a língua usada e não apenas os sites onde foram criados conteúdos.

Mas o pirata navega cada vez mais à deriva e por este andar o capitão gancho ainda acaba comido pelo Peter Pan...

Publicado por: Vê lá se tiras um curso intensivo de inglês às junho 9, 2006 09:15 PM

Another version ..outra versão....

Gagueja ..ele ..bem..os europeus podiam fazer um motor de busca ...mas parece que lhes falta espírito empreendedor...

Gagueja ele ...a Google ficou rica ..qd foi para a bolsa ...e pergunto eu no meu livro ..The world is round ..página 1 ... e quem foi que os pôs ricos ? E o Google print ..não é uma nobre tarefa ?

então pega esta e embrulha ...

French librarian fears US domination on the Internet
CULTURE WARS: The head of the national library worries that Google's plan to place millions of English books online means the world will be viewed through US eyes

NY TIMES NEWS SERVICE , PARIS
Tuesday, Apr 12, 2005,Page 6

As president of the French National Library, Jean-Noel Jeanneney has good reason to feel safe from the frequent incursions of American popular culture into contemporary French life. With its collection of 13 million books, the library is a reassuring symbol of the durability of French literature and thought.

Yet Jeanneney is not one to lower his guard. He grew alarmed last December when he read that Google planned to scan 15 million English-language books and make them available as digital files on the Web. In his view, the move would further strengthen American power to set a global cultural agenda.

"I am not anti-American, far from it," Jeanneney, 62, said in an interview in his office in the library's new headquarters overlooking the Seine river. "But what I don't want is everything reflected in an American mirror. When it comes to presenting digitized books on the Web, we want to make our choice with our own criteria."

So, when Google's initial announcement went unnoticed here, Jeanneney raised his voice. In a Jan. 23 article in the newspaper, Le Monde, entitled "When Google challenges Europe," he warned of "the risk of a crushing domination by America in the definition of the idea that future generations will have of the world."

Europe, he said, should counterattack by converting its own books into digital files and by controlling the page rankings of responses to searches. His one-man campaign bore fruit. At a meeting on March 16, President Jacques Chirac of France asked Jeanneney and the culture minister, Renaud Donnedieu de Vabres, to study how French and European library collections could be rapidly made available on the Web.

But where there is a will, is there a way?

Jeanneney is the first to acknowledge that he has a clearer idea of where he wants to go than how he will get there. On the technology required, for instance, he said that Europe had the choice of trying to develop its own search engine or of reaching agreement with Google, the world's most popular Internet search service, or perhaps with other Internet search providers, like Amazon.com, Microsoft and Yahoo.

Money, too, is a variable. Newly rich from its stock offering last summer, Google expects to spend US$150 million to US$200 million over a decade to digitize 15 million books from the collections of Harvard, Stanford, the University of Michigan, Oxford University and the New York Public Library.

In contrast, the French National Library's current book scanning program is modest. With an annual budget of only US$1.35 million, it has so far placed online some 80,000 books and 70,000 drawings and will soon add part of its collection of 19th-century newspapers.

"Given what's at stake, US$200 million is very little money," Jeanneney said of Google's planned investment in its program, known as Google Print.

Specifically, Jeanneney said he fears that Google's version of the universal library will place interpretation of French and other Continental European literature, history, philosophy and even politics in US hands. This, he says, represents a greater peril than, say, American movies, television or popular music.

Google says his fears are unfounded. It notes that, as with Google, page rankings on Google Print will be defined by public demand and not by political, cultural or monetary variables. Further, according to Nikesh Arora, vice president for European operations for Google, the company supports all moves to make information available on the Web in all languages.

Publicado por: Corsário Negro às junho 9, 2006 09:15 PM

ó lindinho smith ...propagandista...experimenta ir ao google ... e à sorte escreve uma palavra .. e depois escreve-a por exemplo em Francês ..e verás os resultados ...e deixa-te de arrogâncias que te ficam cada vez pior...

escreve por exemplo bee ... vão aparecer 130.000.000 de referências e depois escreve abeille... vão aparecer 2.980.000... que tal a diferença ...
Podes até procurar num motor de busca francês ..olha ..experimenta o minitel...kakakakakakaka

Publicado por: Corsário Negro às junho 9, 2006 09:24 PM

ora bem vocês andam aos tiros, e eu ando mais em abstracto, do que aprendi ali dos gregos aí vai uma pequena síntese:

não se pode confundir aristocracia com oligarquia, porque arete quer dizer excelência (os da Ariston escolheram um nome derivado do bem supremo), enquanto que oligarquia é o poder de uns poucos, a aristocracia é o poder do mérito.

O problema é que as aristocracias degeneram em oligarquias por causa da coisa das famílias, e em caso extremo na tirania, o povo vai ficando chateado e às tantas há um clique que faz uma revolução e vem uma democracia (contextualizada), a que sucede de novo uma aristocracia, etc., sempre um passo à frente na espiral, acrescento eu...

Parece uma espécie de samsara social.

Agora com isto da Revolução Digital é que vai ficar tudo muito acelerado, não?

Publicado por: py às junho 9, 2006 09:28 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=231766

Publicado por: py às junho 9, 2006 09:31 PM

O Google não faz a busca por palavras, mas sim por caracteres.

Por isso não devolve sites com a palavra «bee» e sim páginas com a string «b+e+e».

Isso significa que serão enfileiradas páginas seja de que língua for desde que contenham a string «bee».

Mas, aplicando o teu argumento, explica-me lá porque é que metendo a palavra inglesa SEA o Google me devolve 712.000.000 de referências e metendo a palavra portuguesa MAR obtenho 1.150.000.000. ou seja, quase o dobro?

Estás para a informática como a selecção da Polónia para o futebol...

Publicado por: É preciso uma paciência de santo às junho 9, 2006 10:11 PM

Aqui tens um site que o Google te dá quando pesquisas por BEE.

http://www2.toshiba.co.jp/beegent/index_j.htm

Como se pode ver, são só conteúdos «anglófonos»

Publicado por: Definitivamente, o pirata é masoquista: gosta de levar no toutiço às junho 9, 2006 10:18 PM

... essa do Mar foi lind, meu. Olhem lá estamos quase no Maio de 68...

Publicado por: py às junho 9, 2006 10:38 PM

sempre gostei muito daquela "todos iguais, todos diferentes", agora dá uma salsa do caraças...

Publicado por: py às junho 9, 2006 10:39 PM

É muito fácil manipular e esticar os dados estatísticos para americano ver.
Passar de um milhão e meio para seis milhões é coisa simples: basta juntar as escolas, mais os quartéis, a senhora-da-limpeza, a prima da aldeia e mais uns parentes semi-esquecidos que nos vieram visitar, e pronto(s), já estamos nos 58%. Pode seguir.
Não sei se também foram tidas em conta as visitas aos sites pornográficos nos inquéritos feitos pela Anacom. Seria interessante saber...

Publicado por: Senaquerib às junho 9, 2006 10:45 PM

Mas este Francisco Nunes que por aqui aparece não é o mesmo da Planície Heróica?
Se não é, parece.
Pelo estilo...

Publicado por: Senaquerib às junho 9, 2006 10:55 PM

(mas podes crer que essa do referendo das touradas vai acontecer, macacos me mordam se não, agora primeiro tenho que consolidar aqui umas posições. Posso perder o referendo mas vou votar contra essa vileza cobarde, se querem tourear o bicho que seja com os cornos inteiros e não drogado, como ele é)

Publicado por: py às junho 9, 2006 11:27 PM

Eclecticando :

«Arreitada donzela em fofo leito
Deixando erguer a virginal camisa
Sobre as roliças coxas se divisa
Entre sombras subtis pachocho estreito.

De louro pêlo um círculo imperfeito
Os papudos beicinhos lhe matiza;
E a branda crica nacarada e lisa,
Em pingos verte alvo licor desfeito.

A voraz porra, as guelras encrespando,
Arruma a focinheira, e entre gemidos
A moça treme os olhos requebrando.

Como é inda boçal, perde os sentidos;
Porém vai com tal ânsia trabalhando,
Que os homens é que vêm a ser fodidos».

Du Bocage

Publicado por: asdrubal às junho 9, 2006 11:45 PM

inteligente:
http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24761186

Publicado por: py às junho 9, 2006 11:48 PM

O Chirac está à toa ...só tu smith ..é que estás nas 7 quintas ..


Why Google scares Jacques Chirac
French President Jacques Chirac has declared battle against 'anglo-saxon' cultural domination of the internet, fearing that French culture will otherwise be reduced to a quaint oddity. Hugh Schofield reports.

French President Jacques Chirac has vowed to launch a new "counter-offensive" against American cultural domination, enlisting the support of the British, German and Spanish governments in a multi-million euro bid to put the whole of European literature online.

Seeking help: Chirac wants Europe to join fight against Google-Print project
The president was reacting this month to news that the American search-engine provider Google is to offer access to some 15 million books and documents currently housed in five of the most prestigious libraries in the English-speaking world.

The realisation that the "Anglo-Saxons" were on the verge of a major breakthrough towards the dream of a universal library seriously rattled the cultural establishment in Paris, raising again the fear that French language and ideas will one day be reduced to a quaint regional peculiarity.

Chirac has met with Culture Minister Renaud Donnedieu de Vabres and National Library president Jean-Noel Jeanneney and asked them "to analyse the conditions under which the collections of the great libraries in France and Europe could be put more widely and more rapidly on the Internet".

"In the weeks to come, the president will launch initiatives in the direction of his European partners in order to propose ways of coordinating and amplifying efforts in this field," a statement said.

"A vast movement of digitalisation of knowledge is underway across the world. With the wealth of their exceptional cultural heritage, France and Europe must play a decisive part. It is a fundamental challenge for the spread of knowledge and the development of cultural diversity."

France fears 'omnigooglisation' will change perception of the world and history
It was Jeanneney who alerted Chirac to the new challenge. In an article in the French daily Le Monde, France's chief librarian conceded that the Google-Print project, with its 4.5 billion pages of text, will be a boon to researchers and a long-awaited chance for poor nations to get access to global learning.

But he went on: "The real issue is elsewhere. And it is immense. It is confirmation of the risk of a crushing American domination in the definition of how future generations conceive the world.

"The libraries that are taking part in this enterprise are of course themselves generously open to the civilisations and works of other countries .... but still, their criteria for selection will be profoundly marked by the Anglo-Saxon outlook," he said.

Jeanneney drew as an example the 1989 celebrations to mark the two hundredth anniversary of the French revolution - which he himself was personally in charge of. It would have been "deleterious and detestable" for the image of France if the only texts popularly consulted around the world for an interpretation of the revolution were English-language ones, he said.

"It would have meant The Scarlet Pimpernel triumphing over Ninety-three (Victor Hugo's eulogistic account of the revolution); valiant British aristocrats triumphant over bloody Jacobins; the guillotine concealing the rights of man and the shining ideas of the Convention," he said.

Fear of American cultural hegemony has been a constant of French policy since the first sticks of chewing gum arrived during World War II.

The all-pervasive nature of the internet makes protectionism impossible
The country's instinctive reaction has been protectionist, and today France maintains a complex web of laws and subsidies to defend its film, music and publishing industries. Only a few voices are ever raised to argue that protectionism can lead to introverted mediocrity.

But in the battle over what the French press has dubbed omnigooglisation, protectionism is not an option. The all-pervasive nature of the internet makes any attempt to freeze out a competitor impossible. Which leaves no alternative, Jeanneney said, but to "counter-attack".

France in fact already has a minuscule version of the Google initiative already in hand. The Gallica project has put some 80,000 works and 70,000 images on-line, and is soon to make available the BNF's stock of 19th century newspapers.

But the programme's budget is less than one thousandth of the USD 200 million that the US corporation is prepared to spend.

So Chirac has decided to turn to Europe in the hope that an alliance of nations can find the finance and will-power to fight back. With his belief in the so-called multipolar world, it is exactly the sort of mission that he believes Europe is ordained to carry out.

Donnedieu de Vabres is to meet in April with experts from several EU countries, and in May Chirac himself will outline his ideas at a European culture week in Paris.


Ei ..essa desse referendo .faz-me ir aí.....coragem .força aí...mas olha tem cuidado.. que essa gente é extremamente agressiva ...

Publicado por: Corsário Negro às junho 10, 2006 12:18 AM

... não te preokupes, os Touros estarão do meu lado, e os outros já os conheço, além disso riscos é comigo, mas atenção, distingo os forcados que, embora cúmplices do trajecto, enfrentam o bicho de peito. Mas atenção pode demorar uns meses até eu consolidar outras posições.

Estou com um pouko de insónia, mas já tomei medidas. -> xonar

Nessa coisa das línguas é passar ao mosaiko...

Publicado por: py às junho 10, 2006 01:41 AM

...sei que estás em festa pá...

http://osolaosquadradinhos.blogspot.com/

Publicado por: py às junho 10, 2006 01:49 AM

Nojento ataque israelita a uma praia na faixa de Gaza. Absolutamente nojento.

Publicado por: asdrubal às junho 10, 2006 02:13 AM

Olhó Senaquerib, enquanto o pirata se dedica ao desporto em que é mestre (fugir com o rabo à seringa) vou-te explicar outra vez, mas agora devagarinho. Tens é que ler também devagarinho.

Estás a confundir o cu com as calças. Uma coisa é o número de clientes dos fornecedores de serviços, outra é o número de cidadãos que acedem à Internet.

É agora que isto passa a ser mais devagar.
Os clientes correspondem à soma das ligações dial up, cabo e ADSL. No caso dos clientes residenciais (o tal milhão e meio), a cada ligação corresponde uma residência.
Como parece óbvio, em cada residência ligada há mais do que uma pessoa a ter acesso à Internet. Excepção feita aos solteiros, viúvos e divorciados convictos.
Esses cálculos, como deves saber (quando não se sabe não se opina, logo, se opinas é porque sabes), são fáceis de fazer e baseiam-se em modelos matemáticos que servem para todo o tipo de cálculo estatístico.
É, assim, possível projectar o número de pessoas que acedem à Internet, multiplicando o número de residências ligadas por um factor pré-determinado e que corresponde à dimensão da família média portuguesa.
Supondo que se trata de um casal e um filho, multiplica-se um milhão e meio por 3, o que nos coloca na zona dos 4,5 milhões.
A este número há que juntar os alunos de todos os graus de ensino que não têm acesso à Internet em casa, mas que o fazem na escola. Como também deves saber, todas as escolas estão ligadas à Internet. Como há cerca de um milhão e meio de alunos no básico e no secundário, tira daí as tuas conclusões.
Finalmente, terá que se somar ao subtotal anterior o subtotal da população activa que não tem ligação à Internet em casa mas que acede no local de trabalho.
Não sei se isto foi suficientemente lento para ti. Se não foi, paciência. Sempre tive a convicção de que o insucesso escolar jamais atingirá a taxa zero.

Publicado por: Água mole às junho 10, 2006 02:28 AM

oioi smith ..estás com um sorriso amarelo ..já reparaste ?

Só para te deixar mais amarelo ..experimenta escrever uma palavra com menos subtilezas..

Computer ...4.360.000,000 referências..
Ordinateur ...52.900.000....referências ...

a diferença aumenta ...é não...?

mas olha ..isto são coisas óbvias ...deixa pra lá ..
isto é bem mais assustador .....
Para onde vais mundo...


Zimbabwe Alarmed by Prison Condition


Zimbabwe's prisoners face acute food shortages and are going weeks without soap or toilet paper, a panel of lawmakers reported Friday.

Malnutrition and disease are widespread in the country's overcrowded jails, which were designed for 16,000 people but hold many more, a parliamentary committee said in a report sounding the alarm about deteriorating prison conditions amid Zimbabwe's worst economic crisis since independence from Britain in 1980.

Prison authorities have insufficient funds to buy food, leading to the spread of malnutrition-related ailments such as pellagra, which causes skin lesions, intestinal disorders and mental disorientation.

Water and power outages are common, and sanitation facilities are in urgent need of repair at most prisons, the panel said.

Blankets go unwashed for months, and the Harare Remand Prison had its water supply cut off for failing to pay its bills. Cooking pots and other kitchen utensils at that prison were filthy and "not fit to carry food for human consumption," the report said.

Zimbabwe's economic meltdown is blamed largely on disruptions to the agriculture-based economy, linked to years of drought and the seizure of white-owned commercial farms for redistribution to blacks since 2000 under President Robert Mugabe.

Inflation has soared to 1,043 percent, the highest rate in the world. There are also acute shortages of hard currency, gasoline and other key imports. Deprived of toilet paper, some inmates have resorted to using pages ripped from Bibles to wipe themselves clean, the report said.

Prison authorities have often failed to take inmates to court for bail hearings and trial appearances because they do not have enough fuel, the lawmakers said.

Few of Zimbabwe's impoverished families can afford to post bail, leaving many accused to languish in jail while their cases drag on, the report said. Delays in the court system mean some prisoners remain in custody up to five years while their cases remain unresolved.

Publicado por: Corsário Negro às junho 10, 2006 03:59 AM

Mais detalhes na caça ao braço esquerdo do Satã...


SECRETS OF THE DOOM RAIDERS

COMMANDOS' CODE TRIGGERED HITVIDEO BARED KEY CLUES IN HUNT

By NILES LATHEM Post Correspondent
GRISLY HARBINGER: A mortuary worker inspects a box containing human heads in Baqouba. The discovery correlated with Abu Musab al-Zarqawi's move to the area. Photo: AP GRISLY HARBINGER: A mortuary worker inspects a box containing human heads in Baqouba. The discovery correlated with Abu Musab al-Zarqawi's move to the area.
Photo: AP


June 9, 2006 -- WASHINGTON - Hiding out in a sweltering Iraqi date-palm grove, a group of daring commandos operating in the most dangerous real estate on earth fired up their laptops Wednesday afternoon and typed in letters that American commanders had been waiting to read for months.

"AZ" was confirmed to be among those attending an al Qaeda summit at a remote farmhouse five miles north of Baqouba. The message came from an elite reconnaissance unit made up of about half-dozen members of the secret Task Force 145 who had been quietly watching for several hours.

"AZ" was military shorthand for al Qaeda terror lord Abu Musab al-Zarqawi, the man responsible for the campaign of suicide bombings and beheadings that have killed military and civilians since the fall of Saddam Hussein.

Military officials said the secret message from commandos on the ground provided the dramatic "eyeballs-on-the-target" confirmation of Zarqawi's whereabouts producing the biggest allied victory in Iraq since Saddam's capture.

Within an hour, two Air Force F-16 jets were diverted from a routine patrol mission and streaked toward the target, officials said.

The pilots did not know their mission was to kill Zarqawi - only that they were after a "high-value target," officials said.

At 6:15 p.m. Iraqi time, the lead aircraft, flying at 15,000 feet so the engines could not be heard, dropped a 500-pound GBU-12 bomb that was guided to Zarqawi's door by a sophisticated laser.

Then, to make sure the target was completely destroyed, the pilot of the same aircraft dropped a GBU-38 bomb strapped to a satellite-guided JDAM, or joint direct attack munition.

Two bombs were used because the safe house had recently been "reinforced," an Air Force spokeswoman said.

Iraqi police - accompanied by members of the 101st Airborne Division - swooped in on the destroyed farmhouse.

Among the bodies pulled out of the rubble was the bloody corpse of Zarqawi, the portly bearded terror leader, wearing the same black ninja outfit he wore in a recent video.

"Last night was the first time that we had effective unquestionable information as to exactly where he was located," Army Gen. Bill Caldwell told reporters at a briefing in Baghdad.

"We knew exactly who was there. We knew it was Zarqawi, and that's the deliberate target that we went there to get."

The operation that led to the inglorious death of the most-wanted terrorist in the world after Osama bin Laden was a complex and intense affair that was six weeks in the making.

It was put together by Task Force 145, the ultrasecretive rapid-reaction strike force made up of members of the Army Ranger 75th Regiment, the elite Delta Force and Navy SEAL Team 6.

Jordanian intelligence, local Sunni Arabs and even captured members of Zarqawi's network provided critical information that led to the strike, according to U.S. military officials and members of Congress briefed on the operation.

Sources said Zarqawi himself played a key role in his demise by releasing the vain video that depicts him firing a U.S. machine gun and boasting of a new phase of his terror campaign.

"They picked up some markers on that video that were very important," House Homeland Security Chairman Peter King (R-L.I.), who was briefed on the operation, told The Post.

The video led to a little-noticed raid on April 16 in the town of Yusufiyah, 20 miles southwest of Baghdad, where it was believed the tape of Zarqawi was made.

There were reports that U.S. forces were blocks away from capturing Zarqawi in that attack.

But five key Zarqawi aides were nabbed, and at least one provided U.S. intelligence with a massive amount of information on Zarqawi's network and its infrastruc ture. The captive also put Task Force 145 onto the man who would eventually lead them to Zarqawi: the group's spiritual adviser, Abu Abdul-Rahman, who was also killed in Wednesday's airstrike.

"[Abdul-Rahman] was key to our success in finding Zarqawi," Caldwell said. "Through a painstaking intelligence effort, they were able to start tracking him, monitoring his movements and establishing when he was doing his link-ups with Zarqawi."

The task force, which also employs CIA agents and National Security Agency technicians, used Space Age equipment to track Abdul-Rahman and other Zarqawi aides.

They were able to intercept direct communications between Abdul-Rahman and Zarqawi and learned of their plans to meet Wednesday, an official told the Los Angeles Times.

They then began to look for the meeting place.

"They were using pattern surveillance to look for a behavioral pattern to find the safe house and the bomb factories. It's similar to what the Israelis do," said Dan Goure, an analyst at the Lexington Institute, a Pentagon-connected think tank.

Meanwhile, Zarqawi, feeling heat from the U.S. manhunt as well as from outraged Iraqis, moved on to a Baqouba area closer to Baghdad and concentrated his terror attacks in the capital region, to gain media attention. And it didn't take long for Iraqis in the Baqouba area to report an uptick in atrocities.

"Zarqawi moves into Baqouba, into an area called Hibhib. And what happens? Over the weekend, they found nine heads in a box. They beheaded people and left heads in a box. They hijack a bus full of students, and they slaughter the students. That's what Zarqawi brought to Baqouba," said White House spokesman Tony Snow.

Surveillance of Abdul-Rahman, meanwhile, intensified over the last two weeks. Predator drones tracked his movements over three days before the strike, according to ABC News.

Finally, he scheduled a meeting with Zarqawi and other top officials at the farmhouse, providing "actionable intelligence."

Special Forces conducted raids of houses in towns near the safe house and in Hibhib just prior to the bombing.

"The reason was to trick Zarqawi and make him think that they were not coming after him so that he wouldn't leave the place," an official told the L.A. Times.

The 500-pound laser- and satellite-guided bombs used in the attack on Zarqawi are considered the most accurate in the Air Force arsenal. They're designed to kill - but not obliterate - and left military forces with Zarqawi's body intact as well as what Caldwell called a "treasure-trove" of intelligence.

Within hours of the attack, U.S. forces raided 17 more al Qaeda safe houses in the Baghdad area - aiming to roll up Zarqawi's legion of foreign fighters.

Publicado por: Corsário Negro às junho 10, 2006 04:10 AM

Publicado por: Água mole às junho 10, 2006 02:28 AM

Claro, claro. Eu já tinha feito esse alongamento, incluindo também a empregada da limpeza. Só faltou incluir o cão, o gato e, sobretudo, o papagaio. Assim até podiamos ultrapassar largamente os dez milhões...

Publicado por: Senaquerib às junho 10, 2006 08:14 AM

Viva Portugal! Porto Graal?

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=231809

Publicado por: py às junho 10, 2006 01:47 PM

Olha para mim e vê como estou preocupado com a tua argumentação contra a veracidade dos números...
Podes fazer figura de urso à vontade.

Publicado por: Água mole às junho 10, 2006 01:56 PM

O pirata anda por aí muito entusiasmado a encher o blogue de tijoladas e ainda não percebeu que o Zarqawi foi oferecido numa bandeja aos americanos porque andava a mijar fora do penico há muito tempo.

Repare-se nos dois últimos parágrafos de um longo artigo do Washington Post:

Nawaf Obaid, director of the Saudi National Security Assessment Project, said Zarqawi's network had already been eclipsed in size and strength by other groups of foreign fighters in Iraq. He said units led by Egyptian, Saudi and Algerian commanders posed a much more serious military threat than al-Qaeda in Iraq, although much less is known about how their operations are organized. The strongest, he said, are North African groups in Iraq composed largely of veterans of the civil war in Algeria.

"They're completely autonomous organizations," Obaid said in a telephone interview from Riyadh, Saudi Arabia. "They're more powerful than Zarqawi was and have more weaponry and money at their disposal. They all have their own networks, their own fundraising abilities and their own way of bringing in fighters."

Publicado por: 0069 às junho 10, 2006 02:05 PM

olha lembrei-me de uma coisa: informática e o seu análogo anglófono vêm de informatique, contracção de "information automatique". Bom mas nisto das línguas eu sou a favor do mosaiko, mas a mais linda é o português, falado pelos nossos irmãos do Brasil, Moçambique e mesmo Timor e etc.

Só volto ao grego amanhã.

E ainda tenho para por aqui excertos da carta do maluco (Malik) ao D. Sebastião, porque é bem giro, ando um pouko preguiçoso, mas vai vir.

Publicado por: py às junho 10, 2006 06:23 PM

ainda hei-de ver esquilos por aqui

qunatos casais será preciso para começar, três, quatro?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260410

Publicado por: py às junho 10, 2006 08:23 PM

eh pá, no me gusta:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=231840

Publicado por: py às junho 10, 2006 08:26 PM

... em contrapartida gostava de vir a ler isto, há que saber conversar com eles:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u96798.shtml

Publicado por: py às junho 10, 2006 10:04 PM

as minhas homenagens:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260568&idCanal=95

também hei-de tentar ler esse livro

xonar (... e bué de cerejas!:)

Publicado por: py às junho 10, 2006 10:27 PM

Cuidado com os caroços!

Publicado por: Ω às junho 11, 2006 12:21 AM

Aqui estão umas linhas de uma comunicação da historiadora brasileira Mariana Sales que podem ajudar-te a completar o quadro do D.Sebastião:

«D. Sebastião foi educado pelos jesuítas e disso decorreu, afirma a historiografia, o grande comprometimento do monarca com a ação cruzadística. “Gostava de Deus e das armas (...). (...) [e] após uma primeira expedição solitária a Tanger, em 1474, Sebastião prepara-se para um grande empreendimento contra o Marrocos infiel” . Alcácer Quibir localiza-se neste norte africano abandonado pelos portugueses. A historiografia mais recente afirma que, além do dever cruzadístico do qual D. Sebastião se sentia imbuído, parte da nobreza portuguesa com negócios prejudicados com o abandono dessas praças, também era a favor de sua reocupação.
Apontando a política marroquina, lembro que:
Abdallah al-Ghalib, sultão do Marrocos, morreu em 1574. Normalmente, a sucessão era dada ao irmão do sultão, que no caso seria Mulay Abd al-Malik. Mas o normal não ocorreu, o poder passou ao filho de al-Ghalib, Muhammad al-Mutawakkil. O tio, al-Malik, se refugiou em Argel e depois, com a ajuda dos turcos, se fez aclamar, em 1576, em Fez e Marrakech. Como lembra Lucette Valensi, “Quem diz ajuda dos turcos diz também ameaça turca” . Embora al-Malik também estivesse interessado em conter os turcos, que àquela altura dominavam Túnis e Argel, e tivesse comunicado a Filipe II essas intenções pacíficas, os otomanos não necessariamente tinham que concordar com isso. Por outro lado, o príncipe deposto, al-Mutawakkil, pediu a ajuda ibérica para reconquistar seu poder. Filipe II se negou, mas a idéia encontrou receptividade em Sebastião, que pretendia recuperar o Marrocos. As negociações se seguiram e o fato é que, em junho de 1578, embarcavam para o Marrocos um exército de cerca de 17 mil homens. 2 mil castelhanos, 10 mil portugueses, 3 mil “alemães” e 600 italianos.
O exército de al-Malik era de 30 mil homens. Seu líder teve uma doença digestiva, não participou da preparação da batalha. Chegou a morrer mesmo antes dela ocorrer, embora isso tenha sido mantido em segredo, para as tropas não debandarem. Seu irmão, Ahmad, assumiu o comando. Ao fim do embate, Al-Mutawakkil estava afogado no rio e D. Sebastião desapareceu, perdendo o que Fernand Braudel chamou de a “última Cruzada da Cristandade mediterrânea” . Nessa batalha dos três reis, saiu vitorioso Ahmad, irmão de al-Malik»


Em resumo, encontramos sempre a mão dos Jesuitas, da Inquisição, do Opus Dei ou de qualquer outra seita do estilo nas coisas que acabam mal para Portugal...

Publicado por: Ω às junho 11, 2006 12:29 AM

I think I saw a pussycapicua

Publicado por: Ω às junho 11, 2006 12:33 AM

O parque de Monsanto já foi povoado com esquilos. Há por lá numerosos exemplares do Esquilo-comum (Sciurus vulgaris infuscatus)

Publicado por: Ω às junho 11, 2006 12:53 AM

bom dia, meu caro incompressível, uma boa síntese histórica para nos situarmos.

Eu já perdoei há muito ao D. Sebastião, o rapaz cresceu numa pressão pxicológica incrível, num certo sentido, segundo a versão mais corrente, ao pelejar até à morte, sózinho, suicidou-se pela glória de Portugal, contextualizada no tempo. De facto o rapaz ficou imortal à escala do nosso imaginário.

Há muitos anos passei de propósito em Alcácer-Quibir na planície, e volto lá agora nos finais de Julho, uma escaldadiça que não vos digo nada... Por lá chamam-lhe "A batalha dos três reis", porque os três morreram: o Muhammad morreu afogado no rio em fuga e o al-Malik ou tinha sido envenenado ou outra coisa e morreu pouco depois de dar a ordem de ataque, na liteira.

Como dizes a vitória sobrou para Ahmad.


Publicado por: py às junho 11, 2006 09:56 AM

vá lá então um excerto da carta de al-Malik :

"Um só Deus seja em toda a parte louvado, como aquele a quem se deve tudo. Muito alto e muito poderoso rei de nome, que o mais estará naquele que tiver verdade, justiça e razão. Não sei qual foi a causa e razão, rei D. Sebastião, que te moveu a quereres guerra comigo tão injusta, pois a Deus desprazem sem razões.(...)

Olha, Senhor, o que fazes, não te metas onde te não hás-de poder tirar, quando quiseres. Isto é meu, e eu o possuo por meu e com verdade. (...)

Tu me vens buscar sem razão e queres guerra comigo injusta, que a Deus não apraz, nem é disso contente, nem servido. Sabe que isto há-de custar mais vidas do que podem caber grãos de mostarda em um grande saco. És moço e experimentado; cavaleiros tens com quem te aconselhar, já que não queres o meu conselho. Deus, entre ti e mim, seja a justiça."

Publicado por: py às junho 11, 2006 10:26 AM

(agora tenho de ir fotografar o dragoeiro, que saiu nos jornais, e está com flor&fruto,..., e depois vou caçar javalis, ou ser caçado por leões, ou nada, que também acontece)

Publicado por: py às junho 11, 2006 10:29 AM

Oi...

Ontem vi um filme ...diários de motocicleta...
Baseado nos diários de Che Guevara..glup..tb é preciso engulir uns sapos de vez em qd...
Tenho que fazer algumas cedências ..já que qd conheci a minha mulher ..ela andava ( ..pois ...passado... rsss) com uma estrelinha vermelha presa no chapéu...

Achei graça no filme ..a uma passagem típica de engrandecimento ...do tche...qd ele atravessa a nado ..o rio Amzonas....parecia aqueles filmes chineses .em que os caras combatem durante horas ..dias ..semanas ..a fio .. sem sequer desalinharem o cabelo...
Então o grandioso TChê....conseguiu atravessar o Amazonas ...a nado... e nem desalinhou o cabelo ...é de lascar...parece os relatos do Fernão Mentes Minto...
Claro ..sem contar que conseguiu empurrar a Norton durante uma boa parte dos Andes...
Eu...tb já tive uma Norton ...era uma 750 Commando...e sei como era difícil empurrá-la pela minha rua acima ...
Pois ...mas quem sou eu ..simples mortal ...comparado com o semideus...? Terá sido essa lenda que impressionou o grande bandido Fidel...?


Publicado por: Corsário Negro às junho 11, 2006 03:49 PM

Pois..smith camaleónico...o braço esquerdo do Satã....mijou demais até para aqueles selvagens ...
Mas ...ele não deixava os créditos dele por mãos alheias...
Um dos padrões que denunciavam a sua presença por perto ..era onde apareciam cabeças decapitadas ...em caixas..
Pelo menos ..o Diabo ..lá no Iraque ..agora ..é maneta ...e umas quantas centenas de cabeças ..vão se manter no lugar...

Publicado por: Corsário Negro às junho 11, 2006 04:02 PM

(javali loirinho >18 consolado e eu também ->siesta até ao jogo)

Publicado por: py às junho 11, 2006 06:44 PM

não tenhas ilusões, violência gera violência, numa espiral sem fim:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260613&idCanal=15

Publicado por: py às junho 11, 2006 06:48 PM

...fecho o século XX e tenho que me conter, por causa da partilha com os meus compinchas do fórum da sociedade de hypergeografia, carago!

Publicado por: py às junho 11, 2006 06:51 PM

Falai no mau ..aparelhai o pau....

Pois aí está ...ele .o mau...o imbecil...o criminoso..o ditador..a besta...já está com os pés pá cova ...mas não há meio de descer...força aí camarada ..desça....vais ver in loco o teu amigo ...

Castro: Al-Zarqawi Killing a 'Barbarity'


Sunday June 11, 2006 4:01 AM

HAVANA (AP) - President Fidel Castro called the U.S. airstrike that killed Abu Musab al-Zarqawi a ``barbarity,'' saying he should have been put on trial.

The United States acted as ``judge and jury'' against the leader of the al-Qaida in Iraq, Castro said late Friday.

``They bragged, they were practically drunk with happiness.''

``The accused cannot just be eliminated,'' he told a literacy conference. ``This barbarity cannot be done.''

The U.S. military has said al-Zarqawi initially survived the dropping of two 500-pound bombs on his hide-out Wednesday, but died a short time later.

Castro said if Cuba used the same logic, it could bomb the United States to kill its No. 1 enemy, Luis Posada Carriles, who is being held in El Paso, Texas on immigration charges.

The communist government accuses the Cuban-born Posada of masterminding numerous violent attacks against the island, including the bombing of a Cuban airliner that killed 73 people in 1976. Posada denies involvement in the bombing of the plane.

Publicado por: Corsário Negro às junho 11, 2006 06:54 PM

Oi...uma capicua ..finalmente ..uau...e viva séc.XXI hypergeográfico..

Publicado por: Corsário Negro às junho 11, 2006 07:08 PM

também não me importo de deixar este consolado:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260613&idCanal=15

mas tem que ser ele a pedir, porque eu gosto muito mais de gente simples do que de famosos

Publicado por: py às junho 11, 2006 08:51 PM

oops, um pequeno equívoco, era este:

http://photos1.blogger.com/blogger/195/3114/1600/SaltosAltosRonaldo.jpg

Publicado por: py às junho 11, 2006 08:53 PM

e, não sendo sectário,

http://football.guardian.co.uk/worldcup2006/story/0,,1795072,00.html

Publicado por: py às junho 11, 2006 09:16 PM

Oi...ó smith camaleónico ...já viste quem é amigo do teu amiguinho ? embrulha...

Never mind the football hooligans. The thorniest political dilemma facing Germany as it prepares to host the World Cup is what to do about Mahmoud Ahmadinejad, Iran’s hardline president, if he insists on coming to watch his team play next month.

Germany is obliged to admit the head of state of a participating nation, and the tournament’s official motto is "A Time To Make Friends". But Mr Ahmadinejad has demanded Israel’s destruction and has repeatedly denied the holocaust - a crime in Germany.

By unhappy coincidence Iran’s first match is in the stadium on the Nuremberg complex used by Hitler for his mass rallies, and German neo-Nazis are planning a march in support of Mr Ahmadinejad. But Israel, Iranian exiles and leading German politicans are demanding that he is kept away.

"The question is whether Germany as host can prevent the visit of a head of state who has shown himself to be a repulsive and embarrassing anti-Semite," said Ehud Olmert, the Israeli Prime Minister. "The spirit of the World Cup is in absolute contradiction to the spirit that he represents."


e outra noticia a confirmar a amizade intima ...

Denial of the Nazi extermination of Jews in World War II is a serious offence in Germany, punishable by up to five years in prison.

Mr Ahmadinejad has described the Holocaust as a "myth" and said Israel should be "wiped off the map".

The far-right National Democratic Party (NPD) has plans to hold a march in Leipzig during the World Cup, to show solidarity with him.

Iran opens its World Cup campaign with a match against Mexico on Sunday in Nuremberg.

Deixei de pôr os links das fontes ..por causa dos preconceitos..dos smiths ..camaleónicos ..mas este vai..
http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/5058488.stm

Diz-me com quem andas ..dir-te-ei quem és ...
E agora smith ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 11, 2006 11:38 PM

Diz o Sr Timothy Garton Ash (Prof. na Universidade de Londres) :
Já não existem boas soluções para o problema com o Irão. Existem apenas as menos más e as piores.
- Se o Irão estiver próximo de construir uma arma nuclear, os USA, podemos ter a certeza absoluta disso, vão bombardear.
E acrescenta :
Quer se trate do Sr Bush, McKay (?), ou Hillary Clinton. Será muito perigoso.

Publicado por: asdrubal às junho 12, 2006 12:39 AM

O pirata é um bocado atrevido e precipitado na atribuição de amizades e simpatias.
Será porque é amigo do Sharon, com quem estabeleceu uma empatia tão grande que até entrou em coma profundo como ele?
O pirata não está vivo, está é mal enterrado.

Publicado por: Doutor Segismundo às junho 12, 2006 06:05 AM

A campanha contra os professores (que vem de longe e ganhou o apoio da ministra) está a dar frutos.

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260633&idCanal=74

Publicado por: Parabéns a você às junho 12, 2006 06:12 AM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=231854

Publicado por: py às junho 12, 2006 07:41 AM

http://www.guardian.co.uk/menezes/story/0,,1795456,00.html

Publicado por: py às junho 12, 2006 07:52 AM

estes nossos irmãos sempre acharam muito chic meter um pouco de franciu

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u96865.shtml

Publicado por: py às junho 12, 2006 08:24 AM

ora bem,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=0&id_news=231279

Publicado por: py às junho 12, 2006 09:50 AM

?

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260695&idCanal=90

Publicado por: py às junho 12, 2006 11:23 AM

O Catroga ...anda a ler-me...

Os empreendedores são os novos heróis

... penso que os empresários empreendedores que criam empresas do zero e desenvolvem -nas a taxas de crescimento elevadas devem ser os novos heróis de Portugal. Num ambiente competitivo tão difícil, ter a fibra, a determinação e estar disposto a um conjunto de sacrifícios no sentido de vencer no mercado, juntando capitais próprios e alheios, isto é ser empreendedor, tem de ser melhor reconhecido pela sociedade portuguesa....

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=204756&idselect=9&idCanal=9&p=200

Catroga ..escreve-me !!!
...mas se a montanha não vem a Corsário .vai Corsário à montanha ...

E tu smith ...não eras tu .que defendias o nanico ?Lá do Irão ? Os neonazis ..tb defendem ...

Ah.. e não faças confusão ... eu não renego as minhas simpatias ..e nutro uma grande admiração e orgulho no povo Judeu..o berço da minha civilização ...
Qt ao Sharon ..vale mais ele em coma ..que os árabes todos juntos ...
E digo-te mais palhaço neonazi... os árabes estão fodidos ... estão em pleno erro civilizacional...desde Maomé...e a prova ..é por demais evidente...

Publicado por: Corsário Negro às junho 12, 2006 02:19 PM


Zarqawi 'died of blast injuries'

Militant leader Abu Musab al-Zarqawi died from injuries consistent with the results of a bomb blast, US military officials have said.

Questions had arisen over how he had died after the Americans revealed he had still been alive following the bombing of a safe house by US planes.

An autopsy had revealed that the cause of death was a blast injury to the lungs, said a US military doctor.

DNA analysis had confirmed the corpse was Zarqawi's, Col Steve Jones said.

Zarqawi and five others were killed after US planes dropped two 500lb (230kg) bombs on Zarqawi's safe house near the city of Baquba on Wednesday.

Col Jones said the leader of al-Qaeda in Iraq had "no evidence of beating or any firearm injuries".

"The cause of death was close based primary blast injury of the lung," he told reporters.

This wound was not immediately fatal, said the US official.

"Fatal death occurred as lung function deteriorated and the lungs became progressively unable to absorb oxygen into bloodstream."

Que bom ..deu tempo para ele sentir ..tudo ..e ainda ver quem lhe limpou o sebo... Fundamental...

Publicado por: Corsário Negro às junho 12, 2006 02:40 PM


Saudi Executes Three Men For Homosexuality...

DUBAI—Saudi Arabia on Tuesday executed three Saudi men convicted of homosexual acts , the Interior Ministry said.

In a statement carried by state media, the ministry said an Islamic court had found the three man guilty of "committing the extreme obscenity of homosexuality and imitating women," in violation of Islamic ethics which ban homosexuality.

The three men, were put to death by public beheading in Saudi Arabia’s southern city of Abha.


The kingdom applies strict Islamic sharia law, executing murderers, rapists and drug smugglers, usually . Robbers are punished by having limbs cut off.

Erro civilizacional ? Se fosse só isto...

Publicado por: Corsário Negro às junho 12, 2006 06:47 PM

...estarás a confundir árabes com muçulmanos? Isso é um erro fundamental.

Publicado por: py às junho 12, 2006 08:49 PM

Sim , erro fundamental, claro, porque só 99,9% dos árabes é que são muçulmanos.

Publicado por: Senaquerib às junho 12, 2006 09:08 PM

Eclecticando :

«Vinte e três pessoas morreram nas estradas portuguesas na semana passada, anunciou segunda-feira a Direcção-Geral de Viação (DGV), que já contabilizou, desde o início do ano, 348 mortos resultantes de acidentes de trânsito».

Escandaloso.
Atrasados mentais.

Publicado por: asdrubal às junho 13, 2006 12:05 AM

Lendo Corsário Negro às junho 12, 2006 06:47 PM
percebe-se a sua sanha contra os muçulmanos.
Lendo Senaquerib às junho 12, 2006 09:08 PM
confirma-se que só tem um neurónio

Publicado por: Jeopardy às junho 13, 2006 01:09 AM

Confirma-se: Jeopardy é muçulmano.
Allahu Akbar!

Publicado por: Senaquerib às junho 13, 2006 10:29 AM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=232086

Publicado por: py às junho 13, 2006 12:14 PM

O 1º Ministro foi convidado para uma festa. Ao chegar ao local, encontrou
um segurança que o interpelou:
- Convite...
- Não tenho comigo!?
- Então não o posso deixar entrar!!!
- Mas eu sou o José Sócrates!?
- Mostre-me a sua identificação...
- Não tenho comigo!?
- Então não o vou poder deixar entrar!?
- Mas eu sou o 1º ministro! Não me está a conhecer????
- O senhor é realmente muito parecido, mas pode ser um sósia. Para entrar
tem que me provar ser quem diz que é.
- Mas como??
- Não sei. O Figo também não tinha convite... dei-lhe uma bola e ele
provouser quem dizia ser.
Ao Pedro Abrunhosa dei-lhe um microfone, ele fingiu que cantava e disse:
"Eu, estou aqui...", e provou ser quem dizia....
- MAS EU NÃO SEI FAZER ABSOLUTAMENTE NADA!!!?
- Ora essa ... porque não disse logo! Faça o favor de entrar Sr. 1º
Ministro.

Publicado por: Corsário Negro às junho 13, 2006 12:58 PM

Se o Diabo soubesse tinha protegido melhor o braço esquerdo...

Bush Makes Surprise Trip to Baghdad


Tuesday June 13, 2006 2:31 PM

BAGHDAD, Iraq (AP) - President Bush, seeking to bolster support for Iraq's burgeoning government and U.S. war policy at home, made a surprise visit to Iraq on Tuesday to meet newly named Prime Minister Nouri al-Maliki and discuss the next steps in the troubled 3-year-old war.

It was a dramatic move by Bush, traveling to violence-rattled Baghdad less than a week after the death of terror chief Abu Musab al-Zarqawi in a bombing attack. The president was expected to be in Baghdad a little more than five hours.

Bush met with al-Maliki in heavily fortified green zone at a palace once used by Saddam Hussein. It now serves temporarily as the U.S. Embassy.

``Good to see you,'' exclaimed al-Maliki, who didn't know Bush was in Baghdad until five minutes before they met.

``Thanks for having me,'' Bush responded. They smiled broadly and gave each other a two-handed handshake in the high-domed marble room.

The trip was known only to a handful of aides and a small number of reporters sworn to secrecy because of obvious security threats for Bush and members of his entourage.

Publicado por: Corsário Negro às junho 13, 2006 03:38 PM

nem sabes manadar umas barbatanas, pá

Publicado por: py às junho 13, 2006 05:01 PM

.........................

¿Cómo inventaron los Estados Unidos el movimiento islámico-terrorista?

Es precisamente Zbigniew Brzezinski quien nos lo dice en una entrevista aparecida en el número del 15-21 de enero de 1998 del Nouvel Observateur. El ex consejero para los asuntos de defensa nacional del presidente Jimmy Carter devela en la misma -en exclusiva- que la intervención de la CIA en Afganistán precedió a la invasión soviética de 1979. Dice Brzezinski: «Según la versión oficial de la historia, la CIA habría apoyado al movimiento de los muyaidines a partir de 1980, es decir, después de la intervención armada soviética que invadió Afganistán el 24 de diciembre de 1979. En realidad las cosas sucedieron de forma diferente, pero se trataba de un secreto guardado hasta ahora. El 3 de julio de 1979, el presidente Carter firmó la primera directiva secreta para ayudar a los opositores al régimen pro soviético de Kabul». El objetivo era crear un «Vietnam» par el ejército y la economía soviética. En el marco de este plan secreto, los Estados Unidos financiaron, entrenaron y armaron sustancialmente a millares de islamistas traídos de diversos países y continentes al vecino Pakistán.

La prestigiosa revista Covert Action Quaterly, que en sus últimas entregas publicó el sumario de los acontecimientos del 11 de septiembre de 2001 y la evolución del fenómeno del terrorismo, hace un balance inquietante: la administración Carter creó a los «islamistas» de Sudán; la administración Bush padre intensificó la colaboración con los «islamistas» de Afganistán y Sudán, mientras que la administración Clinton apoyó a los «islamistas» de Albania, Argelia, Bosnia, Chechenia, Irak y Libia.

Desde un punto de vista geoestratégico, Osama bin Laden es el mejor «amigo» del presidente Bush. ¿Qué habría hecho Bush sin Bin Laden?, se pregunta Michael C. Ruppert, con treinta años de experiencia en misiones «secretas» a sus espaldas, en su obra Crossing the Rubicon [1]. Las conclusiones del autor van muy lejos: «Creo que Bin Laden fue y sigue siendo un agente de la CIA, del gobierno de los Estados Unidos y de Wall Street.» Ello explicaría por qué el terrorista más buscado del planeta no ha sido nunca capturado.
.........................

Publicado por: Contra-veneno às junho 13, 2006 05:13 PM

Os libertários inventam cada coisa...

Publicado por: Senaquerib às junho 13, 2006 07:04 PM

http://dragoscopio.blogspot.com/2006/05/o-mercado-explicado-aos-otrios.html

Publicado por: py às junho 13, 2006 07:33 PM

O Senaquerib o que fazia melhor era estar calado porque já mostrou que não tem massa cinzenta crítica para se pronucniar seja sobre o que for

Publicado por: Observador às junho 13, 2006 09:42 PM

Pronto, já estou calado. Vou poupar o meu único neurónio para ver se consigo seguir os links do py, já que mais ninguém o faz...

Publicado por: Senaquerib às junho 13, 2006 10:14 PM

Deixem acabar o anúncio e vejam o video:

http://video.msn.com/v/us/msnbc.htm?g=52cf9692-c543-44f8-aff7-772e79d7e70a&f=00&fg=copy

Publicado por: No comments às junho 13, 2006 10:14 PM

Pronto, já estou calado. Vou poupar o meu único neurónio para ver se consigo seguir os links do py, já que mais ninguém o faz...

Publicado por: Senaquerib às junho 13, 2006 10:15 PM

Ó Senaqueribe ..o smith ..para além de doido ..é neo nazi...manda-o apanhar no retofuricular...

Publicado por: Corsário Negro às junho 14, 2006 12:37 AM

O Corsário Negro tem a sua graça.
Um facho racista a chamar neonazi aos outros, só nas Caraíbas...

Publicado por: Observador às junho 14, 2006 03:23 AM

http://www.guardian.co.uk/terrorism/story/0,,1797057,00.html

Publicado por: py às junho 14, 2006 07:58 AM

... ora bem, sábado há o Dragão-Irão e eu vou arriscar uma koisa do coração, e quero ficar descansado por aqui...

Já está uma peixeirada das antigas...

O corsário não é racista e não é fascista, é apenas anti-comunista e liberal pró-bush, etc. Agora se calhar ainda não realizou que a palavra é sagrada em termos karmicos... E depois é do Porto, portanto salta-lhe logo para ali

Já viste o bbm pá? É um belo filme americano. Honra as Lee que tantas vezes uso.

Acham que aquela do Porto Graal é verdade?

Publicado por: py às junho 14, 2006 08:55 AM

... ah, uma correcção, o corsário não é racista relativamente a negros e índios e todas as cambiantes desses matiz, isso eu vi, agora quanto a árabes...?

Publicado por: py às junho 14, 2006 08:58 AM

http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24761205

Publicado por: py às junho 14, 2006 09:20 AM

Que beleza!

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=232184

Publicado por: py às junho 14, 2006 10:07 AM

... antes de basar...

agora estou a ler uma biografia de Carlos Magno à mistura com uns bokaditos de grego. Eu não sei fazer letras gregas aqui, será que o Ómega me quereria ensinar?

Entretanto o Carlos, que vem de um étimo franco associado a virilidade, era neto do Carlos Martel, mas que afinal não provinha de martelo, equívoco, Martel quer dizer pequeno Marte = grande guerreiro... mas a batalha de Poitiers foi mais simbólica que outra coisa, em qualquer caso aproveito para lembrar que nesse tempo eram os muçulmanos invasores de reinos cristãos, ao contrário de hoje.

Publicado por: py às junho 14, 2006 10:52 AM

engraçado,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=232196

Publicado por: py às junho 14, 2006 10:57 AM

Eclecticando :

Seis - seis! - diplomas para regulamentar a Lei do Arrendamento.
E depois diz assim :
«(...) o Governo vai forçar os proprietários a realojar os inquilinos sempre que a opção seja pela demolição».
Como gosto do modo de rir brasileiro, aqui vai :
- ka ka ka ka ka ka ... o Eduardo Cabrita é completamente bronco !

Publicado por: asdrubal às junho 14, 2006 11:41 AM

A guerra que se prepara

Michel Chossudovsky

Entrou na fase final a preparação de uma guerra contra o Irão, com utilização de ogivas nucleares. Desde a Primavera do ano passado, intensificaram-se as idas e vindas diplomáticas entre Washington, Tel-Aviv, Ancara e o quartel general da NATO em Bruxelas. Forças da coligação EUA-Israel-Turquia, "num estado de preparação avançada", têm realizado desde o começo de 2005 diversos exercícios militares, enquanto as forças armadas do Irão, na previsão de um ataque, realizaram, em Dezembro, importantes manobras no golfo Pérsico.
Pela sua parte, o exército israelita teria luz verde para começar os ataques no fim de Março. A data coincide com a da entrega à ONU do relatório da AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica) sobre o programa nuclear do Irão. Tenciona-se utilizar formulações ambíguas na resolução do Conselho de Segurança para justificar operações militares israelitas.[i]
Fontes militares norte-americanas confirmaram que o ataque ao Irão será muito mais importante que o ataque israelita de 1981 ao centro nuclear de Osirak, no Iraque. Haverá um importante desdobramento de forças, de nível semelhante à operação "Choque e Pavor" contra o Iraque, em Março de 2003. Utilizando todos os bombardeiros Stealth B-2, a partir da base de Diego Garcia ou nos EUA, e talvez também os Stealth Fighter F-117, estacionados em Udeid, no Qatar, ou noutros lugares, poderiam destruir-se as vinte instalações nucleares suspeitas. Outra alternativa seria visar um vasto leque de alvos iranianos, de acordo com os arsenais que se supõe possuírem armas de destruição maciça e forças armadas clássicas ou nucleares susceptíveis de ser usadas para contra-atacar as forças norte-americanas no Iraque.[ii]

Vêm aí as mini-nukes
A partir da decisão do Senado norte-americano em 2003, a nova geração de armas nucleares tácticas (Low-Yield Mini-Nukes, Minibombas Nucleares de Fraca Potência)
são consideradas como "sem perigo para as populações civis", porque explodem sob o solo. Argumenta-se que, ao contrário das armas nucleares existentes, altamente
destruidoras, as mini-nukes, menos destruidoras, serão um meio de dissuasão mais eficaz.[iii] Segundo Hans Kristensen, do Nuclear Information Project, "a arma
nuclear deixa de pertencer a uma categoria à parte, de arma de último recurso, e passa a ser uma entre outras".[iv] As mini-nukes seriam portanto adequadas para manter a paz e evitar os "danos colaterais".
Todavia, no que respeita à sua potência explosiva e à disseminação radioactiva previsível, estas bombas representam um terço da que foi lançada sobre Nagasaki.[v] Experiências mostraram que a bomba nuclear B61-11 penetra somente até 6,6 metros em terreno seco, se lançada de uma altitude de 13.000 metros. Qualquer utilização desta bomba num meio urbano ocasionaria perdas humanas consideráveis. Mesmo com uma bomba de fraca potência (menos de uma quilotonelada), a explosão abriria uma enorme cratera, projectando grandes quantidades de matérias radioactivas que emitiriam raios gama letais sobre uma vasta extensão.

Posto de comando
Um ataque preventivo com armas nucleares táticas seria coordenado pelo US Strategic Command e a base aérea de Offutt, no Nebraska, em colaboração com unidades de comando dos EUA e da coligação no golfo Pérsico, da base militar de Diego Garcia, de Israel e da Turquia.
O US Strategic Command tem como mandato "supervisionar um plano de ataque global" que prevê a utilização de armas clássicas e armas nucleares, de acordo com a
Nuclear Posture Review, adoptada pelo Congresso em 2002, a qual prevê a utilização preventiva de ogivas nuleares, não apenas contra os "Estados párias", mas também contra a Rússia e a China.[vi]
Em Novembro, o US Strategic Command efectuou um importante exercício baptizado "Global Lightning" ("Relâmpago global") - a simulação de um ataque contra
um "inimigo fictício", por meio de armas clássicas e nucleares. Na altura, a imprensa asiática supôs que o "inimigo fictício" era a Coreia do Norte, mas o momento em que o exercício teve lugar leva a crer que o objectivo foi preparar um ataque contra o Irão.[vii]
A passagem à fase operacional de um ataque global é designada como Concept Plan (Conplan) 8022, ou seja, "o plano geral dos cenários estratégicos envolvendo o
uso de armas nucleares e centrado, em particular, nas novas formas de ameaça - Irão, Coreia do Norte -, assim como sobre os proliferadores e os terroristas potenciais".

Os capangas
Desde o fim de 2004, Israel armazena armas clássicas e nucleares made in USA, na previsão de um ataque contra o Irão. Este armazenamento, financiado pelo auxílio
militar norte-americano, encontrava-se quase terminado em Junho de 2005. Israel recebeu dos Estados Unidos vários milhares de "armas inteligentes lançadas a partir de aviões", entre as quais cerca de 500 bombas anti-bunker que podem igualmente ser utilizadas como vectores de bombas nucleares tácticas. A bomba B61-11 é a "versão nuclear" da BLU 113 clássica. Pode ser lançada quase da mesma maneira que as bombas anti-bunker clássicas.[viii]
Quando da visita de Putin a Israel, o Departamento norte-americano da Defesa anunciou a venda a Israel de 100 novas bombas anti-bunker, Guided Bomb Unit-28 (GBU-28), fabricadas pela Lockheed Martin. A GBU-28, descrita como uma arma especial concebida para destruir centros de comando subterrâneos é uma das mais mortíferas armas clássicas até hoje conhecidas e pode matar milhares de civis. Foi usada quando da invasão do Iraque em 2003. O exército do ar israelita tenciona equipar com ela os seus bombardeiros F-15.
Além disso, como se veio a saber em fins de 2003, submarinos Dolphin israelitas equipados com mísseis Harpoon norte-americanos com ogivas nucleares estão actualmente dirigidos contra o Irão.[ix]
A Turquia tem o seu papel neste plano. O director da CIA, Porter Gross, enviado em missão a Ancara, pediu ao primeiro-ministro turco Erdogan apoio político e logístico para o bombardeamento de alvos nucleares e militares iranianos.[x] Ancara autorizou Israel a efectuar exercícios militares e dispor forças especiais nas regiões montanhosas da Turquia, fronteiriças com o Irão e a Síria. Duas unidades israelitas, especializadas no combate ao terrorismo e na guerra de guerrilha, vão participar nestes exercicíos, cuja data ainda não foi determinada.
Anteriormente, a Turquia já tinha autorizado o treino de pilotos israelitas na zona fronteiriça com o Irão.
Além disso, um certo número de países árabes limítrofes são agora parceiros tácitos do projecto militar norte-americano-israelita. Em Novembro de 2004, altos responsáveis do exército israelita assinaram, no quartel-general da NATO, em Bruxelas, um protocolo com os seus homólogos de seis países mediterrânicos - Egipto, Jordânia, Tunísia, Marrocos, Argélia e Mauritânia. Na sequência desse encontro, os EUA, Israel e a Turquia efectuaram manobras conjuntas ao largo da Síria. E em Fevereiro de 2005, Israel participou em exercícios militares e manobras "antiterroristas" com alguns países árabes.

Irão prepara-se
Os ataques aéreos contra o Irão poderiam contribuir para desencadear uma guerra numa vasta região, compreendendo o Médio Oriente e a Ásia Central. Teerão reforçou a sua defesa aérea, comprando 29 sistemas anti-aéreos russos Tor M-1. Em Outubro último, com a colaboração de Moscovo, um foguetão russo colocou em órbita um satélite espião, o Sinah-1.[xi]
O Sinah-1 é apenas o primeiro de vários satélites iranianos postos em órbita pelos russos nos próximos messes. O Irão possuirá portanto, em breve, uma rede de satélites que formarão um sistema de pré-alerta em caso de ataque israelita - o que não será grande vantagem em comparação com os poderosos espiões aéreos israelitas e norte-americanos. Além disso, segundo o SundayTimes, a Rússia assinou, no fim do mês passado, um contrato, no valor de mil milhões de dólares, de venda ao Irão de um sistema de defesa moderno, apto a destruir os mísseis e bombas teleguiadas por laser. Ficará operacional no decurso dos próximos meses.
Embora o Conplan não encare a eventualidade de uma guerra terrestre, os bombardeamentos aéreos poderiam levar a isso. Tropas iranianas poderiam atravessar a fronteira do Iraque e opor-se às forças da coligação. Tropas israelitas e/ou das forças especiais poderiam entrar no Líbano e na Síria.

Consenso europeu
Na União Europeia, nenhuma personalidade política se opôs às consultas que estão a decorrer entre Washington, Paris e Berlim. Ao contrário da invasão do Iraque, recusada no plano diplomático pela França e Alemanha, Washington conseguiu um consenso no seio da NATO, assim como no Conselho de Segurança. Consenso que abrange inclusive uma guerra nuclear.
Os "ataques cirúrgicos" são apresentados à opinião mundial como uma forma de impedir o Irão de fabricar armas nucleares. Diz-se que não se trata de uma guerra mas de uma operação militar para a manutenção da paz. O mais grave é que o movimento pacifista engoliu a mentira. O facto de os EUA e Israel prepararem um holocausto nuclear no Médio Oriente não figura no programa dos anti-guerra e dos anti-mundialização.
O que tudo isto significa é que a comunidade internacional aceitou a eventualidade de um holocausto nuclear. Cegos pela sua própria propaganda, os decisores da Europa Ocidental e da América do Norte chegaram um consenso acerca de ataques aéreos com armas nucleares tácticas, sem tomar em conta os seus efeitos devastadores. Esta aventura militar, motivada pela busca do lucro, é uma ameaça para o futuro da humanidade. Impõe-se, com urgência, um grande movimento nacional e internacional, que rompa a conspiração do silêncio, ponha este projecto de guerra no centro dos debates políticos e da atenção dos media, a todos os níveis e exija dos chefes políticos
e militares que renunciem a esta guerra nuclear apadrinhada pelos Estados Unidos.

(Condensado de Horizons et débats, Zurique. Michel Chossudovsky, professor de Economia na universidade de Ottawa, Canadá, e director do Centre for Research on
Globalization, é autor de The Globalization of Poverty e America's War on Terrorism. Informação em www.globalresearch.ca )

---------------------------------
[i] James Petras, "Israel's War Deadline: Iran in the Crosshairs", www.globalresearch.ca , 25-12-2005.
[ii] Cf. www.globalsecurity.org/military/obs/iranstrikes.htm
[iii] "Opponents Surprised by Elimination of Nuke Research Funds", Defense News, 29-12-2004.
[iv] Japanese Economic Newswire, 30-12-2005.
[v] www.warrbirdforum.com/hiroshim.htm
[vi] Japanese Economic Newswire, 30-12-2005.
[vii] Cf David Ruppe, "Preemptive Nuclear War in a State of Readiness: US Command Declares Global Strike Capability", www.globalresearch.ca, 2-12-2005.
[viii] Cf. Michel Chossudovsky, www.globalresearch.ca/articles
[ix] Cf. Gordon Thomas, www.globalresearch.ca/articles
[x] Deutsche Depeschen-Dienst, 23-12-2005.
[xi] Cf. Chris Floyd, "Persian Fire", www.globalresearch.ca , de 20-12-2005.

Publicado por: py às junho 14, 2006 04:17 PM

A guerra que se prepara
Michel Chossudovsky
Entrou na fase final a preparação de uma guerra contra o Irão, com utilização de ogivas nucleares. Desde a Primavera do ano passado, intensificaram-se as idas e vindas diplomáticas entre Washington, Tel-Aviv, Ancara e o quartel general da NATO em Bruxelas. Forças da coligação EUA-Israel-Turquia, "num estado de preparação avançada", têm realizado desde o começo de 2005 diversos exercícios militares, enquanto as forças armadas do Irão, na previsão de um ataque, realizaram, em Dezembro, importantes manobras no golfo Pérsico.
Pela sua parte, o exército israelita teria luz verde para começar os ataques no fim de Março. A data coincide com a da entrega à ONU do relatório da AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica) sobre o programa nuclear do Irão. Tenciona-se utilizar formulações ambíguas na resolução do Conselho de Segurança para justificar operações militares israelitas.[i]
Fontes militares norte-americanas confirmaram que o ataque ao Irão será muito mais importante que o ataque israelita de 1981 ao centro nuclear de Osirak, no Iraque. Haverá um importante desdobramento de forças, de nível semelhante à operação "Choque e Pavor" contra o Iraque, em Março de 2003. Utilizando todos os bombardeiros Stealth B-2, a partir da base de Diego Garcia ou nos EUA, e talvez também os Stealth Fighter F-117, estacionados em Udeid, no Qatar, ou noutros lugares, poderiam destruir-se as vinte instalações nucleares suspeitas. Outra alternativa seria visar um vasto leque de alvos iranianos, de acordo com os arsenais que se supõe possuírem armas de destruição maciça e forças armadas clássicas ou nucleares susceptíveis de ser usadas para contra-atacar as forças norte-americanas no Iraque.[ii]

Vêm aí as mini-nukes
A partir da decisão do Senado norte-americano em 2003, a nova geração de armas nucleares tácticas (Low-Yield Mini-Nukes, Minibombas Nucleares de Fraca Potência)
são consideradas como "sem perigo para as populações civis", porque explodem sob o solo. Argumenta-se que, ao contrário das armas nucleares existentes, altamente
destruidoras, as mini-nukes, menos destruidoras, serão um meio de dissuasão mais eficaz.[iii] Segundo Hans Kristensen, do Nuclear Information Project, "a arma
nuclear deixa de pertencer a uma categoria à parte, de arma de último recurso, e passa a ser uma entre outras".[iv] As mini-nukes seriam portanto adequadas para manter a paz e evitar os "danos colaterais".
Todavia, no que respeita à sua potência explosiva e à disseminação radioactiva previsível, estas bombas representam um terço da que foi lançada sobre Nagasaki.[v] Experiências mostraram que a bomba nuclear B61-11 penetra somente até 6,6 metros em terreno seco, se lançada de uma altitude de 13.000 metros. Qualquer utilização desta bomba num meio urbano ocasionaria perdas humanas consideráveis. Mesmo com uma bomba de fraca potência (menos de uma quilotonelada), a explosão abriria uma enorme cratera, projectando grandes quantidades de matérias radioactivas que emitiriam raios gama letais sobre uma vasta extensão.

Posto de comando
Um ataque preventivo com armas nucleares táticas seria coordenado pelo US Strategic Command e a base aérea de Offutt, no Nebraska, em colaboração com unidades de comando dos EUA e da coligação no golfo Pérsico, da base militar de Diego Garcia, de Israel e da Turquia.
O US Strategic Command tem como mandato "supervisionar um plano de ataque global" que prevê a utilização de armas clássicas e armas nucleares, de acordo com a
Nuclear Posture Review, adoptada pelo Congresso em 2002, a qual prevê a utilização preventiva de ogivas nuleares, não apenas contra os "Estados párias", mas também contra a Rússia e a China.[vi]
Em Novembro, o US Strategic Command efectuou um importante exercício baptizado "Global Lightning" ("Relâmpago global") - a simulação de um ataque contra
um "inimigo fictício", por meio de armas clássicas e nucleares. Na altura, a imprensa asiática supôs que o "inimigo fictício" era a Coreia do Norte, mas o momento em que o exercício teve lugar leva a crer que o objectivo foi preparar um ataque contra o Irão.[vii]
A passagem à fase operacional de um ataque global é designada como Concept Plan (Conplan) 8022, ou seja, "o plano geral dos cenários estratégicos envolvendo o
uso de armas nucleares e centrado, em particular, nas novas formas de ameaça - Irão, Coreia do Norte -, assim como sobre os proliferadores e os terroristas potenciais".

Os capangas
Desde o fim de 2004, Israel armazena armas clássicas e nucleares made in USA, na previsão de um ataque contra o Irão. Este armazenamento, financiado pelo auxílio
militar norte-americano, encontrava-se quase terminado em Junho de 2005. Israel recebeu dos Estados Unidos vários milhares de "armas inteligentes lançadas a partir de aviões", entre as quais cerca de 500 bombas anti-bunker que podem igualmente ser utilizadas como vectores de bombas nucleares tácticas. A bomba B61-11 é a "versão nuclear" da BLU 113 clássica. Pode ser lançada quase da mesma maneira que as bombas anti-bunker clássicas.[viii]
Quando da visita de Putin a Israel, o Departamento norte-americano da Defesa anunciou a venda a Israel de 100 novas bombas anti-bunker, Guided Bomb Unit-28 (GBU-28), fabricadas pela Lockheed Martin. A GBU-28, descrita como uma arma especial concebida para destruir centros de comando subterrâneos é uma das mais mortíferas armas clássicas até hoje conhecidas e pode matar milhares de civis. Foi usada quando da invasão do Iraque em 2003. O exército do ar israelita tenciona equipar com ela os seus bombardeiros F-15.
Além disso, como se veio a saber em fins de 2003, submarinos Dolphin israelitas equipados com mísseis Harpoon norte-americanos com ogivas nucleares estão actualmente dirigidos contra o Irão.[ix]
A Turquia tem o seu papel neste plano. O director da CIA, Porter Gross, enviado em missão a Ancara, pediu ao primeiro-ministro turco Erdogan apoio político e logístico para o bombardeamento de alvos nucleares e militares iranianos.[x] Ancara autorizou Israel a efectuar exercícios militares e dispor forças especiais nas regiões montanhosas da Turquia, fronteiriças com o Irão e a Síria. Duas unidades israelitas, especializadas no combate ao terrorismo e na guerra de guerrilha, vão participar nestes exercicíos, cuja data ainda não foi determinada.
Anteriormente, a Turquia já tinha autorizado o treino de pilotos israelitas na zona fronteiriça com o Irão.
Além disso, um certo número de países árabes limítrofes são agora parceiros tácitos do projecto militar norte-americano-israelita. Em Novembro de 2004, altos responsáveis do exército israelita assinaram, no quartel-general da NATO, em Bruxelas, um protocolo com os seus homólogos de seis países mediterrânicos - Egipto, Jordânia, Tunísia, Marrocos, Argélia e Mauritânia. Na sequência desse encontro, os EUA, Israel e a Turquia efectuaram manobras conjuntas ao largo da Síria. E em Fevereiro de 2005, Israel participou em exercícios militares e manobras "antiterroristas" com alguns países árabes.

Irão prepara-se
Os ataques aéreos contra o Irão poderiam contribuir para desencadear uma guerra numa vasta região, compreendendo o Médio Oriente e a Ásia Central. Teerão reforçou a sua defesa aérea, comprando 29 sistemas anti-aéreos russos Tor M-1. Em Outubro último, com a colaboração de Moscovo, um foguetão russo colocou em órbita um satélite espião, o Sinah-1.[xi]
O Sinah-1 é apenas o primeiro de vários satélites iranianos postos em órbita pelos russos nos próximos messes. O Irão possuirá portanto, em breve, uma rede de satélites que formarão um sistema de pré-alerta em caso de ataque israelita - o que não será grande vantagem em comparação com os poderosos espiões aéreos israelitas e norte-americanos. Além disso, segundo o SundayTimes, a Rússia assinou, no fim do mês passado, um contrato, no valor de mil milhões de dólares, de venda ao Irão de um sistema de defesa moderno, apto a destruir os mísseis e bombas teleguiadas por laser. Ficará operacional no decurso dos próximos meses.
Embora o Conplan não encare a eventualidade de uma guerra terrestre, os bombardeamentos aéreos poderiam levar a isso. Tropas iranianas poderiam atravessar a fronteira do Iraque e opor-se às forças da coligação. Tropas israelitas e/ou das forças especiais poderiam entrar no Líbano e na Síria.

Consenso europeu
Na União Europeia, nenhuma personalidade política se opôs às consultas que estão a decorrer entre Washington, Paris e Berlim. Ao contrário da invasão do Iraque, recusada no plano diplomático pela França e Alemanha, Washington conseguiu um consenso no seio da NATO, assim como no Conselho de Segurança. Consenso que abrange inclusive uma guerra nuclear.
Os "ataques cirúrgicos" são apresentados à opinião mundial como uma forma de impedir o Irão de fabricar armas nucleares. Diz-se que não se trata de uma guerra mas de uma operação militar para a manutenção da paz. O mais grave é que o movimento pacifista engoliu a mentira. O facto de os EUA e Israel prepararem um holocausto nuclear no Médio Oriente não figura no programa dos anti-guerra e dos anti-mundialização.
O que tudo isto significa é que a comunidade internacional aceitou a eventualidade de um holocausto nuclear. Cegos pela sua própria propaganda, os decisores da Europa Ocidental e da América do Norte chegaram um consenso acerca de ataques aéreos com armas nucleares tácticas, sem tomar em conta os seus efeitos devastadores. Esta aventura militar, motivada pela busca do lucro, é uma ameaça para o futuro da humanidade. Impõe-se, com urgência, um grande movimento nacional e internacional, que rompa a conspiração do silêncio, ponha este projecto de guerra no centro dos debates políticos e da atenção dos media, a todos os níveis e exija dos chefes políticos
e militares que renunciem a esta guerra nuclear apadrinhada pelos Estados Unidos.

(Condensado de Horizons et débats, Zurique. Michel Chossudovsky, professor de Economia na universidade de Ottawa, Canadá, e director do Centre for Research on
Globalization, é autor de The Globalization of Poverty e America's War on Terrorism. Informação em www.globalresearch.ca )

---------------------------------
[i] James Petras, "Israel's War Deadline: Iran in the Crosshairs", www.globalresearch.ca , 25-12-2005.
[ii] Cf. www.globalsecurity.org/military/obs/iranstrikes.htm
[iii] "Opponents Surprised by Elimination of Nuke Research Funds", Defense News, 29-12-2004.
[iv] Japanese Economic Newswire, 30-12-2005.
[v] www.warrbirdforum.com/hiroshim.htm
[vi] Japanese Economic Newswire, 30-12-2005.
[vii] Cf David Ruppe, "Preemptive Nuclear War in a State of Readiness: US Command Declares Global Strike Capability", www.globalresearch.ca, 2-12-2005.
[viii] Cf. Michel Chossudovsky, www.globalresearch.ca/articles
[ix] Cf. Gordon Thomas, www.globalresearch.ca/articles
[x] Deutsche Depeschen-Dienst, 23-12-2005.
[xi] Cf. Chris Floyd, "Persian Fire", www.globalresearch.ca , de 20-12-2005.

Publicado por: py às junho 14, 2006 04:21 PM

(devia haver uma espécie de vaselina digital, ou manteiga, ou ainda o melhor de tudo, cuspidela, para por comentários grandes aqui :)

Publicado por: py às junho 14, 2006 05:09 PM

... cheira-me que estes foram empreendidos,

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=205038&idselect=11&idCanal=11&p=200

Publicado por: py às junho 14, 2006 05:13 PM

Vamos lá a ver se ninguém se magoa :

- «O Irão estuda actualmente uma proposta dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e China) e da Alemanha, que oferece a Teerão cooperação técnica e comercial em troca da suspensão do processo de enriquecimento de urânio.

Manouchehr Mottaki, ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, considerou hoje, em Madrid, que a proposta «é muito positiva e vai merecer séria consideração» por parte de Teerão».
(DD, 14-06-06)

Publicado por: asdrubal às junho 14, 2006 05:31 PM

lamento, mas a efervescência é sintomática:

http://www.guardian.co.uk/afghanistan/story/0,,1797387,00.html

Publicado por: py às junho 14, 2006 06:09 PM

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=232310

Publicado por: py às junho 14, 2006 10:42 PM

tá dificil publicar textos aqui...já é o 2º que desaparece...

Publicado por: Corsário Negro às junho 15, 2006 12:33 AM

Mission seems impossible...only sex drive the world.
Corsário Negro ,the world is round, página 2

Study: Polar Bears Turning to Cannibalism
By Dan Joling, Associated Press
small text
large text

June 13, 2006 — Polar bears in the southern Beaufort Sea may be turning to cannibalism because longer seasons without ice keep them from getting to their natural food, a new study by American and Canadian scientists has found.

The study reviewed three examples of polar bears preying on each other from January to April 2004 north of Alaska and western Canada, including the first-ever reported killing of a female in a den shortly after it gave birth.

Polar bears feed primarily on ringed seals and use sea ice for feeding, mating and giving birth.

Polar bears kill each other for population regulation, dominance, and reproductive advantage, the study said. Killing for food seems to be less common, said the study's principal author, Steven Amstrup of the U.S. Geological Survey Alaska Science Center.


During 24 years of research on polar bears in the southern Beaufort Sea region of northern Alaska and 34 years in northwestern Canada, we have not seen other incidents of polar bears stalking, killing, and eating other polar bears," the scientists said.

Environmentalists contend shrinking polar ice due to global warming may lead to the disappearance of polar bears before the end of the century.

The Center for Biological Diversity of Joshua Tree, Calif., in February 2005 petitioned the federal government to list polar bears as threatened under the federal Endangered Species Act.

Cannibalism demonstrates the effect on bears, said Kassie Siegal, lead author of the petition.

"It's very important new information," she said. "It shows in a really graphic way how severe the problem of global warming is for polar bears."

Deborah Williams of Alaska Conservation Solutions, a group aimed at pursuing solutions for climate change, said the study represents the "bloody fingerprints" of global warming.

"This is not a Coca-Cola commercial," she said, referring to animated polar bears used in advertising for the soft drink giant. "This represents the brutal downside of global warming."

The predation study was published in an online version of the journal Polar Biology on April 27. Amstrup said print publication will follow.

Researchers in spring 2004 found more bears in the eastern portion of the Alaska Beaufort Sea to be in poorer condition than bears in areas to the west and north.

Researchers discovered the first kill in January 2004. A male bear had pounced on a den, killed a female and dragged it 245 feet away, where it ate part of the carcass. Females are about half the size of males.

"In the face of the den's outer wall were deep impressions of where the predatory bear had pounded its forepaws to collapse the den roof, just as polar bears collapse the snow over ringed seal lairs," the paper said.

"From the tracks, it appeared that the predatory bear broke through the roof of the den, held the female in place while inflicting multiple bites to the head and neck. When the den collapsed, two cubs were buried, and suffocated, in the snow rubble."

In April 2004, while following bear footprints on sea ice near Herschel Island, Yukon Territory, scientists discovered the partially eaten carcass of an adult female. Footprints indicated it had been with a cub.

The male did not follow the cub, indicating it had killed for food instead of breeding.

A few days later, Canadian researchers found the remains of a yearling that had been stalked and killed by a predatory bear, the scientists said.

Publicado por: Corsário Negro às junho 15, 2006 01:18 AM

Py, o que é que disseste que querias aprender?

Publicado por: ♂ ♠▒▒ ‡‡‡ Ж ۞ ۩ ₪₪₪ ∩ ≠ W às junho 15, 2006 02:09 AM

Py, o que é que disseste que querias aprender?

Publicado por: ♠ ‡‡‡ Ж ۞ ۩ ₪₪ ∩ ≠ ∞ שּׁ ♂ às junho 15, 2006 02:19 AM

Mission seems impossible...only sex drive the world.
Corsário Negro ,the world is round, página 2

Study: Polar Bears Turning to Cannibalism
By Dan Joling, Associated Press
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June 13, 2006 — Polar bears in the southern Beaufort Sea may be turning to cannibalism because longer seasons without ice keep them from getting to their natural food, a new study by American and Canadian scientists has found.

The study reviewed three examples of polar bears preying on each other from January to April 2004 north of Alaska and western Canada, including the first-ever reported killing of a female in a den shortly after it gave birth.

Polar bears feed primarily on ringed seals and use sea ice for feeding, mating and giving birth.

Polar bears kill each other for population regulation, dominance, and reproductive advantage, the study said. Killing for food seems to be less common, said the study's principal author, Steven Amstrup of the U.S. Geological Survey Alaska Science Center.


During 24 years of research on polar bears in the southern Beaufort Sea region of northern Alaska and 34 years in northwestern Canada, we have not seen other incidents of polar bears stalking, killing, and eating other polar bears," the scientists said.

Environmentalists contend shrinking polar ice due to global warming may lead to the disappearance of polar bears before the end of the century.

The Center for Biological Diversity of Joshua Tree, Calif., in February 2005 petitioned the federal government to list polar bears as threatened under the federal Endangered Species Act.

Cannibalism demonstrates the effect on bears, said Kassie Siegal, lead author of the petition.

"It's very important new information," she said. "It shows in a really graphic way how severe the problem of global warming is for polar bears."

Deborah Williams of Alaska Conservation Solutions, a group aimed at pursuing solutions for climate change, said the study represents the "bloody fingerprints" of global warming.

"This is not a Coca-Cola commercial," she said, referring to animated polar bears used in advertising for the soft drink giant. "This represents the brutal downside of global warming."

The predation study was published in an online version of the journal Polar Biology on April 27. Amstrup said print publication will follow.

Researchers in spring 2004 found more bears in the eastern portion of the Alaska Beaufort Sea to be in poorer condition than bears in areas to the west and north.

Researchers discovered the first kill in January 2004. A male bear had pounced on a den, killed a female and dragged it 245 feet away, where it ate part of the carcass. Females are about half the size of males.

"In the face of the den's outer wall were deep impressions of where the predatory bear had pounded its forepaws to collapse the den roof, just as polar bears collapse the snow over ringed seal lairs," the paper said.

"From the tracks, it appeared that the predatory bear broke through the roof of the den, held the female in place while inflicting multiple bites to the head and neck. When the den collapsed, two cubs were buried, and suffocated, in the snow rubble."

In April 2004, while following bear footprints on sea ice near Herschel Island, Yukon Territory, scientists discovered the partially eaten carcass of an adult female. Footprints indicated it had been with a cub.

The male did not follow the cub, indicating it had killed for food instead of breeding.

A few days later, Canadian researchers found the remains of a yearling that had been stalked and killed by a predatory bear, the scientists said.

Publicado por: Corsário Negro às junho 15, 2006 02:20 AM

Py, o que é que disseste que querias aprender?

Publicado por: Ж ۞ ♂ às junho 15, 2006 02:22 AM

Mission seems impossible...only sex drive the world.
Corsário Negro ,the world is round, página 2

Study: Polar Bears Turning to Cannibalism
By Dan Joling, Associated Press
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June 13, 2006 — Polar bears in the southern Beaufort Sea may be turning to cannibalism because longer seasons without ice keep them from getting to their natural food, a new study by American and Canadian scientists has found.

The study reviewed three examples of polar bears preying on each other from January to April 2004 north of Alaska and western Canada, including the first-ever reported killing of a female in a den shortly after it gave birth.

Polar bears feed primarily on ringed seals and use sea ice for feeding, mating and giving birth.

Polar bears kill each other for population regulation, dominance, and reproductive advantage, the study said. Killing for food seems to be less common, said the study's principal author, Steven Amstrup of the U.S. Geological Survey Alaska Science Center.


During 24 years of research on polar bears in the southern Beaufort Sea region of northern Alaska and 34 years in northwestern Canada, we have not seen other incidents of polar bears stalking, killing, and eating other polar bears," the scientists said.

Environmentalists contend shrinking polar ice due to global warming may lead to the disappearance of polar bears before the end of the century.

The Center for Biological Diversity of Joshua Tree, Calif., in February 2005 petitioned the federal government to list polar bears as threatened under the federal Endangered Species Act.

Cannibalism demonstrates the effect on bears, said Kassie Siegal, lead author of the petition.

"It's very important new information," she said. "It shows in a really graphic way how severe the problem of global warming is for polar bears."

Deborah Williams of Alaska Conservation Solutions, a group aimed at pursuing solutions for climate change, said the study represents the "bloody fingerprints" of global warming.

"This is not a Coca-Cola commercial," she said, referring to animated polar bears used in advertising for the soft drink giant. "This represents the brutal downside of global warming."

The predation study was published in an online version of the journal Polar Biology on April 27. Amstrup said print publication will follow.

Researchers in spring 2004 found more bears in the eastern portion of the Alaska Beaufort Sea to be in poorer condition than bears in areas to the west and north.

Researchers discovered the first kill in January 2004. A male bear had pounced on a den, killed a female and dragged it 245 feet away, where it ate part of the carcass. Females are about half the size of males.

"In the face of the den's outer wall were deep impressions of where the predatory bear had pounded its forepaws to collapse the den roof, just as polar bears collapse the snow over ringed seal lairs," the paper said.

"From the tracks, it appeared that the predatory bear broke through the roof of the den, held the female in place while inflicting multiple bites to the head and neck. When the den collapsed, two cubs were buried, and suffocated, in the snow rubble."

In April 2004, while following bear footprints on sea ice near Herschel Island, Yukon Territory, scientists discovered the partially eaten carcass of an adult female. Footprints indicated it had been with a cub.

The male did not follow the cub, indicating it had killed for food instead of breeding.

A few days later, Canadian researchers found the remains of a yearling that had been stalked and killed by a predatory bear, the scientists said.

Publicado por: Corsário Negro às junho 15, 2006 02:44 AM

Py ...queres aprender a ser smith ?Não queiras...

Publicado por: Corsário Negro às junho 15, 2006 02:48 AM

... eu não sei fazer aqui esses símbolos, pá, mesmo sendo nabice, não sei, ora já sei ali umas coisitas engraçadas de grego e podia-vos por aqui uma de vez em quando, mas eu vou perguntar...

Publicado por: py às junho 15, 2006 10:07 AM

chuva, a chegar o Verão, é riqueza :)))

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=232319

Publicado por: py às junho 15, 2006 12:32 PM

... olha lá patinhas, eu sou o mesmo de sempre, e só assino py, quanto ao ? como sabes gosto de o ler, mas achei bem apanhado essa do smith... outra coisa, 2ª feira tenho reunião no meu centro de investigação, e agora quero saber se queres, ou não, que eu coloque aquele nosso assunto da "adicionalidade" sob investigação. A vantagem é que eu em investigação rendo, e nos negócios não, gosto muito mais de infinitos do que de milhões ou bilhões, pfff, em contrapartida perde-se o segredo... up to you

Publicado por: py às junho 15, 2006 12:38 PM

puf, vá lá:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260994&idCanal=20

Publicado por: py às junho 15, 2006 12:41 PM

O Cush anda um bocado baralhado e eu já vi paranóias começarem por menos. Antes que ele comece a ver «smiths» debaixo da cama, o melhor é deixar aqui alguma informação adicional.
Ao contrário do que pensa o Cush, este blog é visitado diariamente por algumas dezenas de pessoas. A título de exemplo, veja-se esta lista de localidades de origem dos acessos, só nas últimas 24 horas:

Porto Salvo, Linda-a-Velha, Baixinho (Santarem),Salvador (Bahia - Brasil), Philippines Manila, Funchal (Madeira), Coimbra, Bucelas, Braga, Lisboa, Angra Do Heroismo, Vila Nova De Gaia, Corroios, Setubal, Almancil (Faro), Istanbul, Entre Rios (Argentina), Contagem (Minas Gerais - Brasil), Viseu, Cruz Das Duas Ribeiras (Açores), Castelo Branco, Bruxelas...

Note-se que não estão aqui todas nem estão incluídos os acessos repetidos.
Destes acessos, há alguns que são ocasionais, mas há outros que são habituais. E dos acessos habituais há os que correspondem a meros leitores, mas também há quem deixe a marca das pegadas. Como é óbvio, aparece mais do que um nick a subscrever posts com a mesma origem do acesso. Isso torna-se evidente, em especial, quando não se verifica coincidência temporal de acessos. O Cush é um dos casos.
Outro pormenor que é possível comprovar é o uso, por parte de alguns habituais, do nick de terceiros. Este exercício de impersonation não é, geralmente, feito de boa-fé.

O próprio Cush acede para deixar o registo da sua mente alucinada, mas, além disso, deixa o rasto de acessos só para leitura.

Em resumo, como nem todos são ferreiros, o Cush arrisca-se a dar mais na ferradura do que no cravo.

Publicado por: Ω às junho 15, 2006 02:44 PM

Tenho que reconhecer,que afinal não existe "resistência " mas verdadeira obra do Diabo, passada ao papel pela sua mão esquerda , recentemente desaparecida.
Afinal é o Corsário que tem razão .
Curvo-me à sua sabedoria.

Text of al-Zarqawi Safe-House Document

By The Associated Press
The Associated Press
Thursday, June 15, 2006; 8:58 AM

-- Text of a document discovered in terror leader Abu Musab al-Zarqawi's hideout. The document was provided in English by Iraqi National Security Adviser Mouwafak al-Rubaie:

___


The situation and conditions of the resistance in Iraq have reached a point that requires a review of the events and of the work being done inside Iraq. Such a study is needed in order to show the best means to accomplish the required goals, especially that the forces of the National Guard have succeeded in forming an enormous shield protecting the American forces and have reduced substantially the losses that were solely suffered by the American forces. This is in addition to the role, played by the Shi'a (the leadership and masses) by supporting the occupation, working to defeat the resistance and by informing on its elements.

As an overall picture, time has been an element in affecting negatively the forces of the occupying countries, due to the losses they sustain economically in human lives, which are increasing with time. However, here in Iraq, time is now beginning to be of service to the American forces and harmful to the resistance for the following reasons:

1. By allowing the American forces to form the forces of the National Guard, to reinforce them and enable them to undertake military operations against the resistance.

2. By undertaking massive arrest operations, invading regions that have an impact on the resistance, and hence causing the resistance to lose many of its elements.

3. By undertaking a media campaign against the resistance resulting in weakening its influence inside the country and presenting its work as harmful to the population rather than being beneficial to the population.

4. By tightening the resistance's financial outlets, restricting its moral options and by confiscating its ammunition and weapons.

5. By creating a big division among the ranks of the resistance and jeopardizing its attack operations, it has weakened its influence and internal support of its elements, thus resulting in a decline of the resistance's assaults.

6. By allowing an increase in the number of countries and elements supporting the occupation or at least allowing to become neutral in their stand toward us in contrast to their previous stand or refusal of the occupation.

7. By taking advantage of the resistance's mistakes and magnifying them in order to misinform.

Based on the above points, it became necessary that these matters should be treated one by one:

Continua ,cada vez mais flagrante.

Publicado por: Smith às junho 15, 2006 03:46 PM

Tenho que continuar a reconhecer a sabedoria do Corsário.
Vejam a continuação da premeditada obra do Devil himself.

Text of al-Zarqawi Safe-House Document
Pag 2
1. To improve the image of the resistance in society, increase the number of supporters who are refusing occupation and show the clash of interest between society and the occupation and its collaborators. To use the media for spreading an effective and creative image of the resistance.

2. To assist some of the people of the resistance to infiltrate the ranks of the National Guard in order to spy on them for the purpose of weakening the ranks of the National Guard when necessary, and to be able to use their modern weapons.

3. To reorganize for recruiting new elements for the resistance.

4. To establish centers and factories to produce and manufacture and improve on weapons and to produce new ones.

5. To unify the ranks of the resistance, to prevent controversies and prejudice and to adhere to piety and follow the leadership.

6. To create division and strife between American and other countries and among the elements disagreeing with it.

7. To avoid mistakes that will blemish the image of the resistance and show it as the enemy of the nation.

In general and despite the current bleak situation, we think that the best suggestions in order to get out of this crisis is to entangle the American forces into another war against another country or with another of our enemy force, that is to try and inflame the situation between American and Iraq or between America and the Shi'a in general.

Specifically the Sistani Shi'a, since most of the support that the Americans are getting is from the Sistani Shi'a, then, there is a possibility to instill differences between them and to weaken the support line between them; in addition to the losses we can inflict on both parties. Consequently, to embroil America in another war against another enemy is the answer that we find to be the most appropriate, and to have a war through a delegate has the following benefits:

1. To occupy the Americans by another front will allow the resistance freedom of movement and alleviate the pressure imposed on it.

2. To dissolve the cohesion between the Americans and the Shi'a will weaken and close this front.

3. To have a loss of trust between the Americans and the Shi'a will cause the Americans to lose many of their spies.

Continua, para cada vez maiores surpresas.

Publicado por: Smith às junho 15, 2006 03:55 PM

O maquiavel ao pé deste Satã , não passa de criança de colo.
Continuo a curvar-me à sabedoria do Corsário.

Text of al-Zarqawi Safe-House Document
pag.3

4. To involve both parties, the Americans and the Shi'a, in a war that will result in both parties being losers.

5. Thus, the Americans will be forced to ask the Sunni for help.

6. To take advantage of some of the Shia elements that will allow the resistance to move among them.

7. To weaken the media's side which is presenting a tarnished image of the resistance, mainly conveyed by the Shi'a.

8. To enlarge the geographical area of the resistance movement.

9. To provide popular support and cooperation by the people.

The resistance fighters have learned from the result and the great benefits they reaped, when a struggle ensued between the Americans and the Army of Al-Mahdi. However, we have to notice that this trouble or this delegated war that must be ignited can be accomplished through:

1. A war between the Shi'a and the Americans.

2. A war between the Shi'a and the secular population (such as Ayad 'Alawi and al-Jalabi.)

3. A war between the Shi'a and the Kurds.

4. A war between Ahmad al-Halabi and his people and Ayad 'Alawi and his people.

5. A war between the group of al-Hakim and the group of al-Sadr.

Continua , para cada vez pior.

Publicado por: Smith às junho 15, 2006 03:59 PM

Realmente chamar resistência a este grupo de bandidos é uma verdadeira anormalidade, vejam ao que são capazes de chegar.
Faço aqui o meu acto de contrição e peço desculpas ao Corsário, por não ter visto a luz que emanou das suas palavras .

Text of al-Zarqawi Safe-House Document
pag.4

6. A war between the Shi'a of Iraq and the Sunni of the Arab countries in the gulf.

7. A war between the Americans and Iraq. We have noticed that the best of these wars to be ignited is the one between the Americans and Iran, because it will have many benefits in favor of the Sunni and the resistance, such as:

1. Freeing the Sunni people in Iraq, who are (30 percent) of the population and under the Shi'a Rule.

2. Drowning the Americans in another war that will engage many of their forces.

3. The possibility of acquiring new weapons from the Iranian side, either after the fall of Iran or during the battles.

4. To entice Iran towards helping the resistance because of its need for its help.

5. Weakening the Shi'a supply line.

The question remains, how to draw the Americans into fighting a war against Iran? It is not known whether American is serious in its animosity towards Iraq, because of the big support Iran is offering to America in its war in Afghanistan and in Iraq. Hence, it is necessary first to exaggerate the Iranian danger and to convince America and the west in general, of the real danger coming from Iran, and this would be done by the following:

1. By disseminating threatening messages against American interests and the American people and attribute them to a Shi'a Iranian side.

2. By executing operations of kidnapping hostages and implicating the Shi'a Iranian side.

3. By advertising that Iran has chemical and nuclear weapons and is threatening the west with these weapons.

4. By executing exploding operations in the west and accusing Iran by planting Iranian Shi'a fingerprints and evidence.

5. By declaring the existence of a relationship between Iran and terrorist groups (as termed by the Americans).

6. By disseminating bogus messages about confessions showing that Iran is in possession of weapons of mass destruction or that there are attempts by the Iranian intelligence to undertake terrorist operations in America and the west and against western interests.

Let us hope for success and for God's help.

Aqui só não concordo com a penúltima palavra , já que deveria ser, Evil's.

Não há dúvida . Palavras para quê ?

Publicado por: Smith às junho 15, 2006 04:06 PM

E como a estratégia do Diabo é possuidora de fortíssima inércia ...aqui vai mais uma demonstração da sua malvadez..

10 Iraqis Pulled From Bus, Gunned Down


Thursday June 15, 2006 2:46 PM

AP Photo BAG101

By SINAN SALAHEDDIN

Associated Press Writer

BAGHDAD, Iraq (AP) - Gunmen shot and killed 10 Shiites on Thursday after pulling them off a bus in Baqouba, northeast of Baghdad, police said.

The 10 men, nine workers at the city's industrial area and the driver, were aged from 20 to 45 and were heading back to their homes, a police officer said on condition of anonymity as he was not authorized to speak to media. Baqouba is located 35 miles northeast of Baghdad and is near the site where an airstrike last week killed al-Qaida in Iraq leader Abu Musab al-Zarqawi.

The gunmen were in two black Opel sedans and the workers included three brothers and six other relatives except for the driver.

Publicado por: Corsário Negro às junho 15, 2006 04:27 PM

ui, vai haver nuklear hoje por aqui, parece.

Tenho a avisar o seguinte: tenho ali moelas, pica-pau, paio, terrincho velho, emmental (dá para dar um arzinho europeu), Ti Piedade e cerejas (o melhor de tudo) e vou-me atascar com o Carlos Magno e cair no lethos logo que os deuses permitam, dar uma voltona com Morfeu e amanhã venho aqui ver se consigo escrevinhar um pouco de grego que já me deram umas dikas.

Não se matem...

(é que andei a pensar e antes que me convertam em bardo e me atem a uma árvore açaimado, a vê-los comer javali, ao menos vou consolado, e além disso, por kausa das koisas já tenho ali uma garrafinha de poção mágica :))

Publicado por: py às junho 15, 2006 06:24 PM

Ora bem :

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=232336

Publicado por: asdrubal às junho 15, 2006 08:12 PM

Já nada me espanta, já nada me afecta e nada me incomoda, tálvez só, a ignorância governativa.

Bjs

Publicado por: Friedrich às junho 15, 2006 11:21 PM

Já nada me espanta, já nada me afecta e nada me incomoda, tálvez só, a ignorância governativa.

Bjs

Publicado por: Friedrich às junho 15, 2006 11:21 PM

Nunca prolongues uma discussão com um imbecil, porque um imbecil leva-te para o domínio da imbecilidade e, como é um especialista, acabará por ganhar...

Publicado por: Princípio prático às junho 15, 2006 11:46 PM

Hum...qd a esmola é grande o santo desconfia...

Convertes-te então Smith ?
Pedes perdão ?

Hum ...perdeste a rapidez ?que aliás nunca foi muita ..? mas agora realmente pareces congelado ..diria ..frozen..deadly frozen...
Isso ..aguenta-te assim ...em penitência ...por ..diria 2 séculos ..depois se verá..

And now changing subject...
Ó py ... isso da investigação...deixa-me pensar , ok ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 16, 2006 12:12 AM

O smith agora só conversa com o espelho..e claro ..acaba por ganhar...

Publicado por: Corsário Negro às junho 16, 2006 12:23 AM

Ó pirata, não deves lá grande coisa à esperteza, pois não?

Publicado por: Smith às junho 16, 2006 01:33 AM

Uma vez fiz um teste de inteligência e deu -50.
O psicólogo não me quis explicar o que significava esse resultado.

Publicado por: Corsário Negro às junho 16, 2006 01:38 AM

Não foi por não querer traumatizar-te; acontece é que não ias perceber a explicação. Esse resultado diz que és um bocado lento.

Publicado por: Smith às junho 16, 2006 01:41 AM

o grego fica para logo porque obriga a fazer tricot, o que é seca,

in between:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1261018

Publicado por: py às junho 16, 2006 07:45 AM

antes da sesta, vá lá:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=232402

Publicado por: py às junho 16, 2006 01:46 PM

Eheheheeh...o smith ..não tem mesmo jeito nenhum....para pareceres que sou eu tens que pôr muitas reticências ....
e então vamos lá a ver se gostas desta peça ....

E esta hem ?

Claro ..claro ..já toda a gente sabe que vais dizer que é propaganda ...

Olha ..gostamos muito de saber a tua opinião sobre o documento do braço esquerdo do Diabo....


Já agora gostava de saber se os palhaços da comunicação social em Portugal traduziram e publicaram aquele documento e se ainda continuam a referir-se aos insurgentes no Iraque ..como "Resistência "

Vejam lá... o que se vai descobrindo..

Documents Support real Saddam-Taliban Connection
Friday, June 16, 2006

Did Saddam Hussein's inner circle and the Taliban rulers in Afghanistan actively court each other in hopes of forging an anti-American alliance in the region?

In this second of a three-part examination of a newly-released document captured in Iraq, it is offered further evidence that in 1999 the Taliban welcomed "Islamic relations with Iraq" to mediate among the Taliban, the Northern Alliance and Russia, and that the Taliban reciprocated with an invitation to Iraqi officials to visit Afghanistan.

The document appears to be a notebook kept by an Iraqi Intelligence Service (IIS) agent, and apparently captured in 2003. The translation is provided by C. N. associate, known here as “Sammi.” The notebook deals extensively with the meetings between a prominent Taliban supporter and former Saddam regime officials.

It is highly probable that the man in this meeting is Fazlur Rahman, a Pakistani cleric described in an article from the BBC Profile: Maulana Fazlur Rahman as “A pro-Taliban cleric in Pakistan... one of the two main contenders for the post of the country's prime minister.” The BBC also said “Maulana Fazlur Rahman… is known for his close ties to Afghanistan's ousted Taliban regime.”

Part One of the Saddam Dossier appeared to chronicle Rahman's meeting with Taha Yassin Ramadan, the then-vice president of Iraq and Saddam's chief enforcer. Part Two describes a meeting with an unidentified Iraqi official referred to as “M.O.M.,” who possibly is Tahir Jalil Habbush al Tikriti, the director of the IIS. This translation refers to the previous meeting of Maulana Fazlur Rahman and Ramadan. It also mentions a future meeting between the Maulana and Saddam Hussein. A second document captured in Afghanistan seems to confirm that a relationship existed between Saddam and the Maulana. The document is posted under the identifying Harmony number AFGP-2002-601693 at the West Point Terrorism Center.

Part One's translation from this notebook indicated that the Taliban under the leadership of Mullah Omar was seeking Iraq's support in mediating with Russia and the Northern Alliance in Afghanistan. This translation reveals that the Saddam regime had expectations of assistance from the Taliban, and that the two agreed to a secret intelligence relationship. The Iraqi official tells the Maulana that they want the Taliban to support Iraq against U.S. actions. They also discuss their common enemy: the United States.

Also mentioned in the notebook is Fazlur Rahman Khalil, a Pakistani Taliban leader and Al Qaeda associate, who does not appear to be present at this meeting. The notebook mentions Rahman Khalil on page 72, at the bottom of a list of Islamic clerics coming to Iraq: “Very important: Fazlur Rahman Khalil: Leader of the Ansar Movement. Does not have a position inside Pakistan but inside Afghanistan and Kashmir.” Khalil was a co-signatory of the infamous Usama bin Laden 1998 fatwa against the U.S.

Sammi adds notes for clarity in parenthesis.

▪ Translator’s notes: The notebook is 76 pages. The notebook belongs to someone called Khaled Abd El Majid, and covers events taking place in 1999.

▪ The second meeting occurs on Nov. 28, 1999. This is the translation of the second meeting.

Translation:

Translation for ISGP-2003-0001412 follows (PDF):

Meeting of Mr. M.O.M. with Sheikh Maulana Fazlur Rahman on Sunday, 11/28, 7:45 PM

Words of welcoming.

Probably M.O.M.: We are aiming to arrange a meeting between you and Mr. President Leader (translator’s note: this is how Iraqi officials refer to Saddam). But in the beginning we were instructed that Mr. Vice-President will meet you. I personally met Hekmatyar (translator’s note: an Afghani warlord fighting the Taliban) and he asked us to interfere for the possibility of closer relations with the Taliban. And he sent us emissaries concerning this issue.

Fazlur Rahman: I am the one who started with this issue, the relation between Taliban and Iraq, and it is our idea. The brothers in Afghanistan are facing the pressure of America, and are struggling against America and aim to have some connections between Afghanistan and Iraq, and it is a good start to establish the relations with Iraq and Libya and our association has taken this responsibility upon her. I already met with Mr. the Vice-President and the previous head of the directorate, may God rest his soul (translator’s note: apparently the head of the directorate passed away) and both proposed that Hekmatyar and the Taliban should get to an agreement. I spoke with the Taliban about this issue and they started meeting with delegations from the Islamic Party, and I met Mullah Omar and his reply was positive.

As a party, our stand is that there should be an agreement between the Taliban and the rest of the opposition, Shah Ahmad Massoud and Rabbani. And Mullah Omar said that we are looking towards this and that (not clear) and (not clear) and Ahmad Al Kilani and Jalal Al Din Hakkani do not oppose us. Therefore, Hekmatyar is on the positive way but we are in a war situation and that needs a lot of trust, and there are hurdles to this because he fought us and killed us and he has problems with the opposition in the North and with us. After repeated contacts we will reach an agreement, but in the form of steps. Concerning the relations with Iraq, he said that they are our brothers and Muslims and are facing pressures from America, like us and like Sudan and Libya. And he (Mullah Omar) desires to get closer relations with Iraq and that Iraq may help us in reducing our problems. Now we are facing America and Russia. He requested the possibility of Iraq intervening to build a friendship with Russia since Russia is no more the number one enemy. And we request Iraq’s help from a brotherly point of view. They are ready for this matter and they prefer that the relation between Iraq and Taliban be an independent relation from Hekmatyar’s relation with the Taliban. We want practical steps concerning this issue and especially the relationship with the Taliban and (not clear, but could be Iraq).

An Iraqi, most probably M.O.M.: I want to discuss three points.

The first is the relation with Taliban. It should be understood that this issue is completely independent from the mediation requested by Hekmatyar to get to an agreement with the Taliban. Developing the relation with Taliban is essential and this development requires meetings to create a common ground of understanding. We already believe that there are no points of disagreement between us and the Taliban because we are both in one trench facing the world’s oppression. But the details of the relation and its management are linked to the facts of the international situation. I find that by simply meeting with you (Fazlur Rahman) is a step forward in the relation with Taliban because we know well how much they trust you and what you represent for them. And when you relay our point of view for them they will understand it. For the future we think that we will arrange relations between us, as an intelligence service, and them in a secret way to establish the strong base of this relation. In the meeting (translator’s note: future meeting) and after reviewing the Taliban’s point of view, we would discuss the possibility of us making an effort to stabilize the situation between Taliban and Russia. We could discuss the subject through the intelligence channel. We look forward to security and stability in Afghanistan, the control of the Taliban and the construction of a political system according to the political and ideological choices of the Taliban. We look forward to assure the Russians that Afghanistan does not constitute a threat to Russia. Afghanistan is a country that wants to live in independence and by dialogue it is possible to reach common grounds to finally get to the result hoped for.

The second point is the subject of the agreement between Hekmatyar and the Taliban.

We proposed it for a single reason related to our psychological stand concerning Taliban. We hope that they will win and control. We felt that Hekmatyar hopes that Taliban will control the situation and his intentions are true. Because when he sees the different political and military parties in Afghanistan he knows that the best choice is Taliban.

(translator’s note: the Iraqi continues to expand his view on how all parties should come together through trust and negotiations.)

The third point which is important for us is outside Afghanistan. It is the spiritual relation which ties us with the Association of Islamic Scholars and we know your role in supporting the Iraqi cause and the effect you have on the Pakistani street. In the coming two weeks we are going to a confrontation with America because the U.S. has put all its weight in the Security Council to publish the Dutch-British resolution. We refuse this resolution and view it as a life-long embargo. We look to our Muslim brothers in particular to support us and especially our brothers in the Association of Islamic Scholars to organize protests in Pakistan against the resolution when it is made official. We ask our Muslim brothers in Pakistan to do this effort. We are trying and we have contacts with Muslims all over Asia and especially in Pakistan, Indonesia, Malaysia, Bangladesh and India. We hope that during the two coming weeks you will ask our friends in those associations to demonstrate.

Fazlur Rahman: Concerning the relations between the Taliban and Iraq I was informed that they are going to start those relations in a secret manner and they are waiting for the answer and I will inform them that you will answer them through the embassy (translator’s note: could be through the Iraqi embassy of Kabul, if they had one, or Islamabad in Pakistan). Concerning the agreement with Hekmatyar, we are going to proceed with this issue. Concerning the third point, the Association of Islamic Scholars has a popular voice in Pakistan and we will always side with Iraq and we hope that the new government will have a positive stand with Iraq.

Last July we received information that America wants to attack Afghanistan because of Usama bin Laden so we did a (not clear) and agreed to contact the Taliban to be sure and they said it was true. We received information about CIA and U.S. commandos reaching the Pakistan-Afghanistan border and they started dropping bombs on Afghanistan and they used the Pakistani airfields to bomb important positions in Kandahar. We as a Muslim people do not accept the American presence on our soil. A representative from the U.S. embassy came and told me, “You said that America was your enemy, how can you say that we are your enemy and the enemy of Islam?” So I told them that you took Russia’s role in bombing Afghanistan and you are bombing Muslims. Then they said that they wanted Usama so I told them that Usama is in Sudan and that he was in Afghanistan during the rule of Rabbani and I added that they do not have a treaty to hand over criminals, as they pretend, with Afghanistan.

End Translation

Analysis:

Note the Iraqi official says, “We hope that they will win and control,” referring to the Taliban. According to this notebook, Iraq has clearly thrown its support to the Taliban, the epicenter of Islamic Jihad. This is a clear indication that Saddam had no problem working with Jihadists outside of Iraq.

According to the notebook, the Iraqi official also tells the Maulana: “The third point which is important for us is outside Afghanistan. It is the spiritual relation which ties us with the Association of Islamic Scholars and we know your role in supporting the Iraqi cause and the effect you have on the Pakistani street.” This statement may indicate that a previous relationship was in place before this meeting between the Saddam Regime and the Maulana.

This excerpt from the notebook indicates that both the Taliban and Saddam Regime agreed to a secret relationship involving intelligence services. We do not know the scope or extent of that operational relationship, but this notebook and other documents give us further clues. It might well be noted that if Saddam Hussein was merely looking for an Islamic voice to take up his cause, there are plenty of Arab and Muslim organizations that do not depend on violence and terrorism directed at the United States. This point is illustrated in the BBC article Anger and Dismay in South Asia:

"Saddam Hussein is a hero of Muslims," a protester cried at a rally in the northwestern city of Peshawar, AFP reports."We want the government to give us permission to go to Iraq to fight against the U.S. forces," another protester told hundreds of supporters.Supporters of the Islamic Jamaat-i-Islami party assembled in the eastern city of Lahore, chanting "Bush is a dog," and "Save Iraqi children," AFP reports."America has signed its own death warrant," Islamist leader Maulana Fazlur Rehman said.

Since the Iraqi official in this meeting is not named, we can not be certain with whom the Maulana is meeting. But there are clues. First, it is clear Rahman has high level access and would most likely be meeting with a senior member of the government, a department head. This official talks about an intelligence based relationship indicating this might be the chief of the IIS, the former Iraq Intelligence Service. The Maulana says, “I already met with Mr. the Vice President and the previous head of the directorate, may God rest his soul”. This may indicate he is speaking to the current head of the directorate. An excerpt from the website Global Security provides insight:

One killing believed to be politically motivated included that of Intelligence Chief Rafa Daham Mujawwal Al-Tikriti, Saddam Hussein's second cousin and the former Iraqi ambassador to Turkey. Rafa died Oct. 11, 1999, three days after he was removed from his post. Government explanations for his death included both that he had died in a car crash and that he had suffered a heart attack

So it seems possible the IIS Chief died just prior to this meeting and the Maulana is meeting with the new IIS chief. The new IIS chief would have been Tahir Jalil Habbush al Tikriti, who according to the Multi-National Forces' Iraq Web site as of January, 2006 is still listed as “at large.” Of course, if he has not been captured, it is reasonable to assume he has not been interrogated.

Tahir Jalil Habbush al Tikriti came to public attention in December, 2003 when the Telegraph UK reported Terrorist Behind September 11th Strike was Trained by Saddam.

Details of Atta's visit to the Iraqi capital in the summer of 2001, just weeks before he launched the most devastating terrorist attack in U.S. history, are contained in a top secret memo written to Saddam Hussein, the then Iraqi president, by Tahir Jalil Habbush al-Tikriti, the former head of the Iraqi Intelligence Service.

The handwritten memo, a copy of which has been obtained exclusively by the Telegraph, is dated July 1, 2001 and provides a short resume of a three-day "work programme" Atta had undertaken at Abu Nidal's base in Baghdad.

In the memo, Habbush reports that Atta "displayed extraordinary effort" and demonstrated his ability to lead the team that would be "responsible for attacking the targets that we have agreed to destroy".

Atta, of course, led the 9/11 attacks. It is interesting to note in this new context of an intelligence based relationship between the Taliban and Saddam regime, orchestrated by Pakistani contacts, specifically Maulana Rahman, that the mastermind of the 9/11 attacks was Khalid Shaikh Mohammed, a Pakistani passport holder arrested in Pakistan in 2003. It also is worth noting that Mustapha Ahmed al-Hawsawi, who officials say sent cash to lead 9/11 hijacker Mohammed Atta, also was arrested in Pakistan with Khalid. Both of these men were arrested in the home of or a member of Pakistan's largest religious political party, Jamaat Islami, of which Maulana Fazlur Rahman is a leader. A further translation from this notebook indicates that in another meeting, again believed to be with the Maulana, joint military training between the Taliban and the Iraqi military is proposed.

Due to the information provided in this notebook, we see a possible secret, intelligence based, operational relationship between the Taliban and the Saddam regime via Maulana Fazlur Rahman. We can discern that the Maulana most likely is meeting with Habbush al Tikriti, implicated in documents published by the Telegraph newspaper in reference to the training of Atta in Iraq. We also have an annotation that indicates Pakistani Fazlur Rahman Khalil, a known bin Laden associate, Al Qaeda terrorist and a 1998 fatwa co-signatory, also was traveling to Iraq in 1999. A further translation from this notebook indicates that in another meeting, again with the Maulana, the Taliban proposes joint military training with the Iraqi military

Publicado por: Corsário Negro às junho 16, 2006 04:06 PM

Militias hold sway in prisons, Iraqi says
U.S. asked to halt transfer as militants free some inmates, abuse others

By Jonathan Finer and Ellen Knickmeyer
The Washington Post

BAGHDAD - Iraq's prison system is overrun with Shiite Muslim militiamen who have freed fellow militia members convicted of major crimes and executed Sunni Arab inmates, the country's deputy justice minister said in an interview this week.
"We cannot control the prisons. It's as simple as that," said the deputy minister, Pusho Ibrahim Ali Daza Yei, an ethnic Kurd. "Our jails are infiltrated by the militias from top to bottom, from Basra to Baghdad."
As a result, Yei has asked U.S. authorities to suspend plans to transfer prisons and detainees from American to Iraqi control. "Our ministry is unprepared at this time to take over the facilities, especially those in areas where Shiite militias exist," he said in a letter to U.S. Army Maj. Gen. John D. Gardner, the official in charge of American detention facilities.
………………………………………………
Iraqi facilities have drawn increased scrutiny since a U.S. Army raid exposed torture of dozens of detainees -- most of them Sunnis -- at a secret Interior Ministry facility in the Baghdad neighborhood of Jadriyah.
The prison was widely alleged to have been operated by a special police unit staffed largely by members of the Badr Organization, a Shiite militia with ties to Iraq's largest Shiite political party. The government investigated the facility but never announced the results.
Yei said that because of mounting concern over detention centers run by Iraq's Interior and Defense ministries, where militias retain heavy influence, the police and army have agreed to turn over all their prisoners to the Justice Ministry by the end of the month.
As of early June, there were 7,426 housed in Justice Ministry facilities, Yei said. The Interior Ministry has an additional 1,797 prisoners and the Defense Ministry a smaller number. More than 15,000 inmates were being held in five U.S. prisons in Iraq.
Sunnis allege abuse
But while a U.N. human rights report issued last month stressed that the Defense and Interior ministries have legal authority to hold inmates only a brief time, Sunni Arabs charge that Sunnis are regularly imprisoned in the centers for months or even more than a year.
"The police are not supposed to be holding them beyond the time it takes to conduct an investigation," Yei said. "As long as the Interior Ministry doesn't hide anything, they will all be handed to us this month."
Already, the transfer plan is meeting resistance. The provincial council in Wasit province, south of Baghdad, ordered police there not to transfer detainees to a Justice Ministry facility, according to Muhammed Hasan al-Attabi, a provincial government spokesman.
A major general with Iraq's Interior Ministry, speaking on condition he not be named, said the transfer was already underway and would be completed on schedule. He denied that militias ran roughshod over the prisons. "All the detention centers in Baghdad and southern Iraq are under our control, except for some centers in Basra, maybe two or three there, which are run by militia officers," he said.
Signs of mistreatment
In an interview this week, Deputy Prime Minister Salam al-Zobaie, the top Sunni Arab in Iraq's new government, showed photographs taken from one recent inspection of an Interior Ministry detention center. An inmate in one of the photos held out his misshapen, limp hands for the camera. The man's hands had been broken in a beating, Zobaie said. Other inmates showed massive, dark bruises on their skin; one bore a large, open infected sore.
Inmates in another photo clustered around chains hung from the middle of one of the crowded cells. The chains were used to hoist prisoners by their bound hands, Zobaie said. The practice, noted frequently in inspection reports of Interior Ministry detention centers, often results in the dislocation of prisoners' shoulders.
Militias seen pulling the strings
Ninety percent of the men crowded into Interior Ministry detention centers are Sunni Arabs, Zobaie said. He called treatment in the Interior Ministry prisons "inhumane" and indicated it still was less than certain whether the Defense and Interior ministries would follow through on their agreement to turn over the inmates to the Justice Ministry. "Hopefully, they will," he said.
Yei gave several detailed accounts of abuses by militias, the names of which he declined to provide, saying only that "there are two, everyone knows them." U.S. officials recently said they consider the militias to be as grave a threat to Iraq's security as the Sunni-led insurgency.
On Aug. 13, 2004, he said, militia members freed 552 prisoners in the southern city of Hilla during a militia-led attack. A week later, 122 escaped from the main prison in Amarah, also in the south, with the help of guards who were also militia members.
On Jan. 13, 2005, he said, 38 prisoners escaped during an attack on a convoy carrying them to Baghdad's Abu Ghraib. Eight were eventually rearrested. A month later, seven prisoners escaped while being transferred to the Badoush prison in the northern city of Mosul.
On June 14, 2005, seven prisoners escaped from Abu Ghraib in an incident still under investigation.
Revolving-door policy
Last December, militia members entered the maximum-security prison in the Kadhimiyah section of Baghdad, a mostly Shiite neighborhood, freeing one militia member on death row and four others serving life sentences. At the same prison, on Feb. 28, guards and militia members freed two men who were to be executed that week.
And in the once-tranquil southern city of Basra, where militia violence has surged in recent months to the point that the Iraqi government declared a state of emergency in late May, militia members in early March took 12 foreign-born prisoners -- Egyptian, Saudi and Sudanese -- from their cells and shot them dead them by the facilities' main gate.
Yei's account adds to a growing list of alleged abuse in Iraq's overburdened prison system, long criticized by Sunni leaders who say Sunni prisoners are commonly mistreated.
Visits to detention centers in southern Iraq in recent months indicated they are often badly overcrowded and unsanitary. At the Tesfirat prison in Najaf last October, 122 prisoners were packed into cells designed for a maximum of 60, according to Lt. Jassim Juwad , the prison officer in charge. A prison maintained by police commandos in Hilla and designed for 150 inmates housed 400 as recently as April. Inmates at both locations had been incarcerated for up to 18 months without trial.
‘They are the government’
On Saturday, a group of parliament members paid a surprise visit to a detention facility, run by the Interior Ministry in Baqubah, north of Baghdad. "We have found terrible violations of the law," said Muhammed al-Dayni, a Sunni parliament member who said as many as 120 detainees were packed into a 35-by-20-foot cell. "They told us that they've been raped," Dayni said. "Their families were called in and tortured to force the detainees to testify against other people."
"The detention facilities of the ministries of Defense and Interior are places for the most brutal human rights abuse," he added.
But amid broad U.S. efforts to encourage the Iraqi government to improve conditions in prisons, the problem of militia control could prove particularly intractable. Shiite militias such as the Badr Organization and the Mahdi Army, loyal to cleric Moqtada al-Sadr, are backed by dozens of members of parliament whose political parties run the armed groups.
"You can't even talk to the militias, because they are the government," Yei said. "They have ministers on their side."
© 2006 The Washington Post Company
URL: http://www.msnbc.msn.com/id/13328484/

Publicado por: Corsario Negro às junho 16, 2006 04:44 PM

Militias hold sway in prisons, Iraqi says
U.S. asked to halt transfer as militants free some inmates, abuse others

By Jonathan Finer and Ellen Knickmeyer
The Washington Post

BAGHDAD - Iraq's prison system is overrun with Shiite Muslim militiamen who have freed fellow militia members convicted of major crimes and executed Sunni Arab inmates, the country's deputy justice minister said in an interview this week.
"We cannot control the prisons. It's as simple as that," said the deputy minister, Pusho Ibrahim Ali Daza Yei, an ethnic Kurd. "Our jails are infiltrated by the militias from top to bottom, from Basra to Baghdad."
As a result, Yei has asked U.S. authorities to suspend plans to transfer prisons and detainees from American to Iraqi control. "Our ministry is unprepared at this time to take over the facilities, especially those in areas where Shiite militias exist," he said in a letter to U.S. Army Maj. Gen. John D. Gardner, the official in charge of American detention facilities.
………………………………………………
Iraqi facilities have drawn increased scrutiny since a U.S. Army raid exposed torture of dozens of detainees -- most of them Sunnis -- at a secret Interior Ministry facility in the Baghdad neighborhood of Jadriyah.
The prison was widely alleged to have been operated by a special police unit staffed largely by members of the Badr Organization, a Shiite militia with ties to Iraq's largest Shiite political party. The government investigated the facility but never announced the results.
Yei said that because of mounting concern over detention centers run by Iraq's Interior and Defense ministries, where militias retain heavy influence, the police and army have agreed to turn over all their prisoners to the Justice Ministry by the end of the month.
As of early June, there were 7,426 housed in Justice Ministry facilities, Yei said. The Interior Ministry has an additional 1,797 prisoners and the Defense Ministry a smaller number. More than 15,000 inmates were being held in five U.S. prisons in Iraq.
Sunnis allege abuse
But while a U.N. human rights report issued last month stressed that the Defense and Interior ministries have legal authority to hold inmates only a brief time, Sunni Arabs charge that Sunnis are regularly imprisoned in the centers for months or even more than a year.
"The police are not supposed to be holding them beyond the time it takes to conduct an investigation," Yei said. "As long as the Interior Ministry doesn't hide anything, they will all be handed to us this month."
Already, the transfer plan is meeting resistance. The provincial council in Wasit province, south of Baghdad, ordered police there not to transfer detainees to a Justice Ministry facility, according to Muhammed Hasan al-Attabi, a provincial government spokesman.
A major general with Iraq's Interior Ministry, speaking on condition he not be named, said the transfer was already underway and would be completed on schedule. He denied that militias ran roughshod over the prisons. "All the detention centers in Baghdad and southern Iraq are under our control, except for some centers in Basra, maybe two or three there, which are run by militia officers," he said.
Signs of mistreatment
In an interview this week, Deputy Prime Minister Salam al-Zobaie, the top Sunni Arab in Iraq's new government, showed photographs taken from one recent inspection of an Interior Ministry detention center. An inmate in one of the photos held out his misshapen, limp hands for the camera. The man's hands had been broken in a beating, Zobaie said. Other inmates showed massive, dark bruises on their skin; one bore a large, open infected sore.
Inmates in another photo clustered around chains hung from the middle of one of the crowded cells. The chains were used to hoist prisoners by their bound hands, Zobaie said. The practice, noted frequently in inspection reports of Interior Ministry detention centers, often results in the dislocation of prisoners' shoulders.
Militias seen pulling the strings
Ninety percent of the men crowded into Interior Ministry detention centers are Sunni Arabs, Zobaie said. He called treatment in the Interior Ministry prisons "inhumane" and indicated it still was less than certain whether the Defense and Interior ministries would follow through on their agreement to turn over the inmates to the Justice Ministry. "Hopefully, they will," he said.
Yei gave several detailed accounts of abuses by militias, the names of which he declined to provide, saying only that "there are two, everyone knows them." U.S. officials recently said they consider the militias to be as grave a threat to Iraq's security as the Sunni-led insurgency.
On Aug. 13, 2004, he said, militia members freed 552 prisoners in the southern city of Hilla during a militia-led attack. A week later, 122 escaped from the main prison in Amarah, also in the south, with the help of guards who were also militia members.
On Jan. 13, 2005, he said, 38 prisoners escaped during an attack on a convoy carrying them to Baghdad's Abu Ghraib. Eight were eventually rearrested. A month later, seven prisoners escaped while being transferred to the Badoush prison in the northern city of Mosul.
On June 14, 2005, seven prisoners escaped from Abu Ghraib in an incident still under investigation.
Revolving-door policy
Last December, militia members entered the maximum-security prison in the Kadhimiyah section of Baghdad, a mostly Shiite neighborhood, freeing one militia member on death row and four others serving life sentences. At the same prison, on Feb. 28, guards and militia members freed two men who were to be executed that week.
And in the once-tranquil southern city of Basra, where militia violence has surged in recent months to the point that the Iraqi government declared a state of emergency in late May, militia members in early March took 12 foreign-born prisoners -- Egyptian, Saudi and Sudanese -- from their cells and shot them dead them by the facilities' main gate.
Yei's account adds to a growing list of alleged abuse in Iraq's overburdened prison system, long criticized by Sunni leaders who say Sunni prisoners are commonly mistreated.
Visits to detention centers in southern Iraq in recent months indicated they are often badly overcrowded and unsanitary. At the Tesfirat prison in Najaf last October, 122 prisoners were packed into cells designed for a maximum of 60, according to Lt. Jassim Juwad , the prison officer in charge. A prison maintained by police commandos in Hilla and designed for 150 inmates housed 400 as recently as April. Inmates at both locations had been incarcerated for up to 18 months without trial.
‘They are the government’
On Saturday, a group of parliament members paid a surprise visit to a detention facility, run by the Interior Ministry in Baqubah, north of Baghdad. "We have found terrible violations of the law," said Muhammed al-Dayni, a Sunni parliament member who said as many as 120 detainees were packed into a 35-by-20-foot cell. "They told us that they've been raped," Dayni said. "Their families were called in and tortured to force the detainees to testify against other people."
"The detention facilities of the ministries of Defense and Interior are places for the most brutal human rights abuse," he added.
But amid broad U.S. efforts to encourage the Iraqi government to improve conditions in prisons, the problem of militia control could prove particularly intractable. Shiite militias such as the Badr Organization and the Mahdi Army, loyal to cleric Moqtada al-Sadr, are backed by dozens of members of parliament whose political parties run the armed groups.
"You can't even talk to the militias, because they are the government," Yei said. "They have ministers on their side."
© 2006 The Washington Post Company
URL: http://www.msnbc.msn.com/id/13328484/

Publicado por: Corsario Negro às junho 16, 2006 04:44 PM

Militias hold sway in prisons, Iraqi says

U.S. asked to halt transfer as militants free some inmates, abuse others

By Jonathan Finer and Ellen Knickmeyer
The Washington Post

BAGHDAD - Iraq's prison system is overrun with Shiite Muslim militiamen who have freed fellow militia members convicted of major crimes and executed Sunni Arab inmates, the country's deputy justice minister said in an interview this week.

"We cannot control the prisons. It's as simple as that," said the deputy minister, Pusho Ibrahim Ali Daza Yei, an ethnic Kurd. "Our jails are infiltrated by the militias from top to bottom, from Basra to Baghdad."

As a result, Yei has asked U.S. authorities to suspend plans to transfer prisons and detainees from American to Iraqi control. "Our ministry is unprepared at this time to take over the facilities, especially those in areas where Shiite militias exist," he said in a letter to U.S. Army Maj. Gen. John D. Gardner, the official in charge of American detention facilities.

Transfer plan meets resistance
U.S. officials said months ago that they planned to turn over Baghdad's Abu Ghraib prison and three other American-run facilities to the Iraqi government, but the handoff has been repeatedly pushed back. Gardner has said he will not authorize the transfers until he is convinced that standards of inmate treatment and security match those maintained in U.S.-run facilities.

"We will not transfer the facilities and legal custody of the detainees until each respective facility and the Iraqi Corrections system have demonstrated the ability to maintain the required standards, especially in the areas of care and custody," Gardner said in a written response to questions. "We fully recognize that there are significant challenges that must be overcome but believe that we will be able to address these as we move through 2006 into 2007."

He said Abu Ghraib would be transferred to Iraqi control "in the next few months."

Gardner said the eventual transfer of prisons to Iraqi control would proceed gradually, preceded by several weeks of training for Iraqi guards, conducted by U.S. corrections officers and military police. The Iraqis would then work under the supervision of American guards for at least six months. A U.S. transition team would then be left in place for an additional period before the prison was handed over.

While allegations of abuse at U.S.-run prisons have waned since the 2004 Abu Ghraib prisoner abuse scandal, Iraqi facilities have drawn increased scrutiny since a U.S. Army raid exposed torture of dozens of detainees -- most of them Sunnis -- at a secret Interior Ministry facility in the Baghdad neighborhood of Jadriyah.

The prison was widely alleged to have been operated by a special police unit staffed largely by members of the Badr Organization, a Shiite militia with ties to Iraq's largest Shiite political party. The government investigated the facility but never announced the results.

Yei said that because of mounting concern over detention centers run by Iraq's Interior and Defense ministries, where militias retain heavy influence, the police and army have agreed to turn over all their prisoners to the Justice Ministry by the end of the month.

As of early June, there were 7,426 housed in Justice Ministry facilities, Yei said. The Interior Ministry has an additional 1,797 prisoners and the Defense Ministry a smaller number. More than 15,000 inmates were being held in five U.S. prisons in Iraq.


Sunnis allege abuse
But while a U.N. human rights report issued last month stressed that the Defense and Interior ministries have legal authority to hold inmates only a brief time, Sunni Arabs charge that Sunnis are regularly imprisoned in the centers for months or even more than a year.

"The police are not supposed to be holding them beyond the time it takes to conduct an investigation," Yei said. "As long as the Interior Ministry doesn't hide anything, they will all be handed to us this month."

Already, the transfer plan is meeting resistance. The provincial council in Wasit province, south of Baghdad, ordered police there not to transfer detainees to a Justice Ministry facility, according to Muhammed Hasan al-Attabi, a provincial government spokesman.

A major general with Iraq's Interior Ministry, speaking on condition he not be named, said the transfer was already underway and would be completed on schedule. He denied that militias ran roughshod over the prisons. "All the detention centers in Baghdad and southern Iraq are under our control, except for some centers in Basra, maybe two or three there, which are run by militia officers," he said.

Signs of mistreatment
In an interview this week, Deputy Prime Minister Salam al-Zobaie, the top Sunni Arab in Iraq's new government, showed photographs taken from one recent inspection of an Interior Ministry detention center. An inmate in one of the photos held out his misshapen, limp hands for the camera. The man's hands had been broken in a beating, Zobaie said. Other inmates showed massive, dark bruises on their skin; one bore a large, open infected sore.

Inmates in another photo clustered around chains hung from the middle of one of the crowded cells. The chains were used to hoist prisoners by their bound hands, Zobaie said. The practice, noted frequently in inspection reports of Interior Ministry detention centers, often results in the dislocation of prisoners' shoulders.


Militias seen pulling the strings
Ninety percent of the men crowded into Interior Ministry detention centers are Sunni Arabs, Zobaie said. He called treatment in the Interior Ministry prisons "inhumane" and indicated it still was less than certain whether the Defense and Interior ministries would follow through on their agreement to turn over the inmates to the Justice Ministry. "Hopefully, they will," he said.

Yei gave several detailed accounts of abuses by militias, the names of which he declined to provide, saying only that "there are two, everyone knows them." U.S. officials recently said they consider the militias to be as grave a threat to Iraq's security as the Sunni-led insurgency.

On Aug. 13, 2004, he said, militia members freed 552 prisoners in the southern city of Hilla during a militia-led attack. A week later, 122 escaped from the main prison in Amarah, also in the south, with the help of guards who were also militia members.

On Jan. 13, 2005, he said, 38 prisoners escaped during an attack on a convoy carrying them to Baghdad's Abu Ghraib. Eight were eventually rearrested. A month later, seven prisoners escaped while being transferred to the Badoush prison in the northern city of Mosul.

On June 14, 2005, seven prisoners escaped from Abu Ghraib in an incident still under investigation.

Revolving-door policy
Last December, militia members entered the maximum-security prison in the Kadhimiyah section of Baghdad, a mostly Shiite neighborhood, freeing one militia member on death row and four others serving life sentences. At the same prison, on Feb. 28, guards and militia members freed two men who were to be executed that week.

And in the once-tranquil southern city of Basra, where militia violence has surged in recent months to the point that the Iraqi government declared a state of emergency in late May, militia members in early March took 12 foreign-born prisoners -- Egyptian, Saudi and Sudanese -- from their cells and shot them dead them by the facilities' main gate.

Yei's account adds to a growing list of alleged abuse in Iraq's overburdened prison system, long criticized by Sunni leaders who say Sunni prisoners are commonly mistreated.

Visits to detention centers in southern Iraq in recent months indicated they are often badly overcrowded and unsanitary. At the Tesfirat prison in Najaf last October, 122 prisoners were packed into cells designed for a maximum of 60, according to Lt. Jassim Juwad , the prison officer in charge. A prison maintained by police commandos in Hilla and designed for 150 inmates housed 400 as recently as April. Inmates at both locations had been incarcerated for up to 18 months without trial.

‘They are the government’
On Saturday, a group of parliament members paid a surprise visit to a detention facility, run by the Interior Ministry in Baqubah, north of Baghdad. "We have found terrible violations of the law," said Muhammed al-Dayni, a Sunni parliament member who said as many as 120 detainees were packed into a 35-by-20-foot cell. "They told us that they've been raped," Dayni said. "Their families were called in and tortured to force the detainees to testify against other people."

"The detention facilities of the ministries of Defense and Interior are places for the most brutal human rights abuse," he added.

But amid broad U.S. efforts to encourage the Iraqi government to improve conditions in prisons, the problem of militia control could prove particularly intractable. Shiite militias such as the Badr Organization and the Mahdi Army, loyal to cleric Moqtada al-Sadr, are backed by dozens of members of parliament whose political parties run the armed groups.

"You can't even talk to the militias, because they are the government," Yei said. "They have ministers on their side."

Publicado por: Corsário Negro às junho 16, 2006 05:50 PM

Ei..pq será que o smith só reage ..e não age ?

Só funciona por reacção e não por acção ?

Eeheheheeh..os dois ultimos coms ..não foram postos por mim...eu deixei de pôr as referências..usar o nome dos outros revela má fé ...se o neonazi ..aceitou o nome de smith ..é lá com ele ...

Mas indo ao que interessa...digam lá ...se isto é que é "Resistência "..


Last Updated: Friday, 16 June 2006, 12:01 GMT

'Shoe bomber' hits Baghdad mosque

The mosque was attacked shortly before Friday prayers

At least 11 people have been killed and 25 injured in a suspected suicide shoe-bomb attack at a key Shia mosque in the Iraqi capital Baghdad.

The blast hit the Buratha mosque in northern Baghdad, where up to 90 people were killed in a multiple suicide bombing on 7 April.

The mosque's imam said he believed he was the target, but was unhurt.

Friday's attack was the biggest in Baghdad since a massive security operation came into force on Wednesday.

The imam, Sheikh Jalaluddin al-Saghir, told the suicide attack appeared to have been carried out by a man who had explosives and ball bearings packed into his shoes to avoid detection in security checks.

Stringent security measures were put in place at the mosque after April's attack, in which the bombers were said to have been dressed as women.

The latest bombing took place shortly before weekly prayers were due to begin, during which Mr Saghir was due to deliver a sermon.

The imam, who is also a leading Shia member of parliament, said he believed he was the target of the attack, but added: "This will not deter us, this will not affect the political process."

He said the bombing looked like it was revenge for the killing of Abu Musab al-Zarqawi, the former leader of al-Qaeda in Iraq.

He was killed last week in a US air strike north of Baquba. Statements apparently put on internet by the militant group vowed to take revenge.

Mr Saghir blamed al-Qaeda in Iraq and what he called "Baathists" for the attack.

The Buratha mosque has been surrounded by huge concrete blast walls, where visitors are subjected to an initial visual check, says the BBC's Hugh Sykes in Baghdad.

The bomber must also have got through a more thorough body check to gain access the main courtyard of the mosque, he says.

He got close to the imam's position, but before the imam arrived, security staff noticed he was still wearing his shoes, which is not allowed in a mosque.

He was told to take them off, and appeared to be complying, when the bomb went off.

It is believed to be the first time a shoe bomb has been used in Iraq.

While extensive security measures have been introduced to many mosques in Iraq, our correspondent says, these are no defence against a suicide bomber who detonates his explosives when approached.

The mosque bombing comes despite a huge new security operation in Baghdad.

Tens of thousands of Iraqi and US security forces have been patrolling the streets of the capital, on the orders of Iraqi Prime Minister Nouri Maliki.

Cars were also banned from the streets of the capital for several hours on Fridays - in an attempt to prevent such attacks on Friday prayers.

The measures initially appeared to have reduced the number of attacks.

However, at least two people were killed when a barrage of mortars slammed into a northern district of the capital on Friday.

On Thursday, a bomb in a parked car detonated in the south-west of the city, killing at least three civilians and wounding 14.

Elsewhere on Thursday, gunmen shot and killed 10 workers riding a bus in Baquba.

Publicado por: Corsário Negro às junho 16, 2006 07:33 PM

Então o terrorismo não ia acabar com a morte do Zarqawi?

Publicado por: Senaquerib às junho 16, 2006 09:06 PM

Suicide bomber attacks mosque; 2 GIs missing

Violence continues in Baghdad despite security crackdown

Updated: 11:42 p.m. ET June 16, 2006

BAGHDAD, Iraq - A suspected shoe bomber targeting a Shiite imam who criticized Abu Musab al-Zarqawi blew himself up inside one of Baghdad’s most prominent mosques during Friday prayers, killing 13 people and shattering a fragile calm imposed by a security crackdown in the capital.

Elsewhere, a soldier in the U.S.-led coalition was killed and two others were missing after an attack on a checkpoint, the U.S. military said. The incident took place about 8 p.m. Friday near the town of Yusufiyah, some 12 miles southwest of Baghdad.

The attack took place around 8 p.m. near the town of Yusufiyah, about 12 miles southwest of Baghdad.

“After hearing small arms fire and explosions in the vicinity of the checkpoint, a quick reaction force responded to the scene,” a military statement said. “Coalition forces have initiated a search operation to locate and determine the status of the soldiers.”

The statement did not provide any other information.

A spokesman for the U.S. Central Command in Baghdad, asked whether the missing soldiers could have possibly been abducted, told the Associated Press by telephone that the military didn’t know.

Publicado por: Corsário Negro às junho 17, 2006 06:28 AM

... patinhas, chamares neonazi ao smith é um tiro no pé, é óbvio que ele é humanista. De esquerda, mas humanista.

estive a pensar e não vale a pena avançar já 2ª feira com a coisa, deixa-me ver a temperatura primeiro, secret stands for now

com o grego é que é pior pá, já seleccionei o que vos quero por, mas só amanhã é que tenho pachorra.

Entretanto o Carlos Magno já derrotou os lombardos, chamou-lhe itália e vai a caminho de Roma para sagrar-se imperador porque ao papa dava um jeitão ter um imperador ali por perto para lhe proteger as espaldas, já que o(s) outro(s) andava(m) a curtir uma de basileus no meio de cânticos bizantinos...

Haja Sophia, que saudades, e é tão bela a Mesquita Azul...

Publicado por: py às junho 17, 2006 08:42 AM

cabr*es:

http://www.guardian.co.uk/medicine/story/0,,1799772,00.html

Publicado por: py às junho 17, 2006 09:02 AM

só me faltava isto:

http://online.expresso.clix.pt/semanal/artigo.asp?id=24761248

reforço votos que o Irão perca logo!

Publicado por: py às junho 17, 2006 11:41 AM

hum,

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u61277.shtml

Publicado por: py às junho 17, 2006 11:44 AM

isto da geometria variável é que eu gosto:

http://www.lemonde.fr/web/article/0,1-0@2-3226,36-784379@51-784499,0.html

Publicado por: py às junho 17, 2006 11:47 AM

Como vês ...o Irão não é flor que se cheire ... e o seu líder muito menos ...
No entanto o smith defende-os ....desde que seja contra os americanos vale tudo...
Agora .. é possível aparecerem neonazis por todo o lado a reclamar o seu apoio ao nanico ... e aparecer um "humanista "também a defendê-lo ? Como ?
É um falso humanista ... e parece louco ..e os loucos não se reconhecem...


http://online.expresso.clix.pt/semanal/artigo.asp?id=24761248

só me faltava isto:
reforço votos que o Irão perca logo!

Publicado por: py às junho 17, 2006 11:41 AM


O smith voltou a publicar um texto em meu nome ...dá para perceber... porque não tem introdução ...(vaselina...)
Publicado por: Corsário Negro às junho 17, 2006 06:28 AM
A esta hora ..já eu dormia ..depois de ver um belo filme com o Russel Crowe... e corsários...


Agora ..qt a ti Senaqueribe... era exactamente essa a conclusão que queria que chegasses ...

Publicado por: Senaquerib às junho 16, 2006 09:06 PM

Não se trata de "resistência "..mas sim de terrorismo.
Ao contrário do que a comunicação social em Portugal tenta fazer entender de forma massiva.
A "Resistência" não assassina os seus concidadãos.

E agora vou ver o Irão perder por 4-0 ..pelos menos damos-lhes porrada no carolo...

Publicado por: Corsário Negro às junho 17, 2006 01:23 PM

Queria saber se aí na Portuga ...foi traduzido e publicado o documento com a estratégia do braço esquerdo do Diabo...
É que à porca da nossa comunicação social nunca lhes agrada transmitir factos ..mas só opiniões ... pervertidas e distorcidas ...
Mas poderia ser que tivesse melhorado entretanto ...sonhos ...

O Asdrubal publicou um link do Publico em que estava uma timida aproximação....
Não saiu mais nada ?...a explicar o papel da tão proclamada "resistência " ?

Publicado por: Corsário Negro às junho 17, 2006 01:33 PM

... não sejas assim, ou então sou eu que sou ingénuo e não vejo claro, mas olha que fique esclarecido, eu quero que Portugal ganhe ao Irão hoje (embora às vezes, como no Euro 2004, os deuses façam sobrepor razões que só entendo depois), outra coisa é que não quero que Portugal participe na ofensiva militar contra o Irão, a não ser que eles nos façam sacanagem terrorista, aí viro.

Estou armado na máxima potência, com o que tu sabes-o-quê (secret) mas desde Carlos o Temerário que também se sabe que isso não é suficiente.

Já estou é nervoso, carago, logo eu que detesto estar nervoso mas paciência.

Publicado por: py às junho 17, 2006 01:44 PM

(bandeira na janela!!!, eu que era suposto já não ter apego por estas coisas, que se f*da e eu também)

Publicado por: py às junho 17, 2006 01:51 PM

(vá lá não estamos mal, e também não houve muita sacanagem, patinhas vai lá buscar a tua caneta laser igual à minha, que eu já tenho ali, para fazermos fogo cruzado, mas nada de ódio sobre os jogadores iranianos, tá?, senão dá para o torto, o fogo é na bola, numa desportiva)

Publicado por: py às junho 17, 2006 02:51 PM

:)))))))))))))

Publicado por: py às junho 17, 2006 03:23 PM

Lindo! E amanhã convoco os meus itmãos brasucas para comer o c* aos australopithecos, por causa daquela do pork&cheese :)

Publicado por: py às junho 17, 2006 03:56 PM

...isto é tudo tão estranho, aqui chamam-se fascista e neonazi dois que eu acho que não são, e agora vem este:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=232579

o que vale é que no futebol os homens dão beijokas

Publicado por: py às junho 17, 2006 07:05 PM

... e por lá vai assim:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=232574

bem, eu digo o mesmo de sempre

Publicado por: py às junho 17, 2006 07:08 PM

já agora, para rematar:

http://football.guardian.co.uk/worldcup2006/matchreport/0,,1800087,00.html

Publicado por: py às junho 17, 2006 07:12 PM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:54 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:54 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:54 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:54 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:54 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:55 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:55 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:55 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:55 AM

Tudo pela nação,
nada contra a nação

Publicado por: AOS às junho 18, 2006 12:55 AM

Eclecticando :
.
Consta então agora (General Loureiro dos Santos, dixit) que os US negociaram secretamente com a Pérsia um acordo para o Iraque e parece que chegaram a "bom porto".
Zarkauwi foi a primeira alínea ... a segunda alínea parece que terá a ver com a estrutura, composição e armamento das forças armadas iraquianas ...
Não é espantoso ?

Publicado por: asdrubal às junho 18, 2006 02:34 AM

eh pá, uma kpkuazona ao pequeno-almoço!! :))

voltando ao futebol, agora é contra o México, né? O Dragão contra a Serpente Emplumada (Quetzalcoatl), briga de família?

Quetzalcoatl era representado por Vénus nos céus, e simbolizava o ciclo da vida e o renascimento.

Isso lá da Pérsia não sei, sei que vai que não vai os EUA ou vendem material de guerra ou o descarregam numa vítima palatável, porque aquela indústria tem que girar, senão o Dow Jones vem abaixo e eles têm essa paranóia desde 1929.

Publicado por: py às junho 18, 2006 08:34 AM

tá assanhado:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u103818.shtml

Publicado por: py às junho 18, 2006 08:39 AM

Andam a gozar com o homem e ninguém lhe diz nada???
Meu caro Cush, você não devia deixar-se levar por estes endemoninhados.

Publicado por: Francisco Nunes às junho 18, 2006 05:07 PM

Peço desculpa pela minha ignorância, repetidamente manifestada..

India's influence soars

(Time.com) You may not be aware of it, living in the United States, but your world is increasingly being shaped by India.

Even if you've never been to India, eaten its food or watched its movies, there is a good chance you interact with it every day of your life.

It might be the place on the other end of that call you call you make if your luggage is lost on a connecting flight, or the guys to whom your company has outsourced its data processing. Every night, young radiologists in Bangalore read CT scans e-mailed to them by emergency-room doctors in the U.S.

Few Americans are surprised today to learn that their dentist or lawyer is of Indian origin, and the centrality of Indian brainpower to California's high-tech industry has long been documented.

In ways big and small, Indians are changing the world, and may become even more influential in the decades ahead.


http://www.cnn.com/2006/WORLD/asiapcf/06/18/india.influence.tm.tm/index.html

Publicado por: Corsário Negro às junho 18, 2006 06:05 PM

...tenho que cuidar do mosaiko,

http://www.lemonde.fr/web/article/0,1-0@2-3218,36-785006@51-724599,0.html

Publicado por: py às junho 18, 2006 06:06 PM

olá, não tarda nada tenho de basar outra vez, usaste o laser ontem?

Publicado por: py às junho 18, 2006 06:08 PM

uf, já tá!

pork&cheese, hem?

basar...

Publicado por: py às junho 18, 2006 06:50 PM

cumprir promessas...

φρόνησις (phronesis), a sensatez, é identificada e isolada por Aristóteles com a operação específica da alma humana que abre para as condições gerais da acção.

Em Platão o mesmo termo queria só dizer reflexão.

Também há quem traduza por sageza.

Publicado por: py às junho 18, 2006 09:48 PM

Oioi...

Usei o laser claro ...e o Irão só não levou 4 por causa dos petrodolares que pagou ao sacana do árbitro...ou então ameaçou-o com a sharia...mas eu inclino-me mais para os petrodolares...

Só uma para o smith .. ele entrou em estado de choque ....coitado...ao descobrir que o seu protegê ...afinal só tem apoio de todos os neonazis ...e dele.... que raio de companhias ..foste arranjar...
Vou-te dar um conselho s(M)ith .. olha que andas a queimar o teu filme....

E agora uma para o Loureiro dos Santos .... esse gajo nunca mais morre ?


Afinal ..alguém da comunicação social ..traduziu e publicou o documento com a estratégia da Al Qaida no Iraque ? Ou não tinha importância nenhuma?
Ou finalmente será porque não querem admitir que no Iraque não existe resistência ..mas sim terrorismo ...
Chamar resistência aqueles insurgentes .. é uma ofensa das mais graves que se podem cometer contra todos os verdadeiros resistentes de hoje e do passado onde quer que estejam ou tenham estado..

Publicado por: Corsário Negro às junho 19, 2006 02:09 AM

é um disparate chamares neonazi a ele, depois queixa-te que te chamem facho.

Quanto ao Iraque é resistência à ocupação estrangeira sim, sob a forma de terrorismo.

Quanto a isto, está assim:

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=205623&idselect=11&idCanal=11&p=200

Publicado por: py às junho 19, 2006 08:56 AM

http://www.lemonde.fr/web/article/0,1-0@2-3218,36-785077@51-677013,0.html

Publicado por: py às junho 19, 2006 09:10 AM

Eclecticando:
"Agente" precisa é de rir (do «Abrupto») :
.
http://www.youtube.com/watch?v=xrShK-NVMIU

Publicado por: asdrubal às junho 19, 2006 12:21 PM

Ora muito boa tarde!

Caro Py, não te preocupes muito com essa história do neonazi, que eu também não.
Pelas minhas contas, o teu amigo emigrante anda a falar para aí com uns quatro ao mesmo tempo e a todos chama Smith e o resto...

# : - ))

Publicado por: Ω às junho 19, 2006 12:22 PM

Quanto ao Iraque é resistência à ocupação estrangeira sim, sob a forma de terrorismo.

O que é que isto significa ?
Matar concidadãos , decapitar trabalhadores concidadãos..é resistência aos ocupantes sob a forma de terrorismo ?
Não entendo ..podes explicar melhor ?

Qt ao smith ... implodiu...que pena...

Tamos falados....

Publicado por: Corsário Negro às junho 19, 2006 02:31 PM

Eclecticando :

O Iraque é uma guerra civil larvar.
Só conheço mais uma assim, muito parecida :
- Os trinta ou quarenta mortos/mês nas estradas de Portugal.

Publicado por: asdrubal às junho 19, 2006 03:36 PM

Em breve ..este bicho vai fazer companhia ao braço esquerdo do Diabo....

Prosecutor Urges Death Penalty for Saddam

Monday June 19, 2006 8:16 PM

BAGHDAD, Iraq (AP) - The prosecution demanded the death penalty for Saddam Hussein in its closing arguments Monday, saying he showed ``no mercy'' in the killings of women and children during a crackdown on Shiite Muslims in the 1980s.

After a three-week recess, the defense gets to sum up its case, then a panel of judges will begin weighing the fate of the ousted leader and his seven co-defendants.

A U.S. official close to the court said the judges could take around 60 days in their deliberation, meaning verdicts would likely be announced in late September or early October. The official spoke on condition on anonymity because he was not authorized to speak for the court.

If Saddam is convicted and sentenced to death by hanging, it could be months more for the verdict to be carried out. The defendants have the right of appeal - and Saddam faces a second trial, for a military campaign against Iraqi Kurds in the 1980s that killed some 100,000 people.

No date for that trial has been set, and Iraqi officials have not said what would happen if the appeals from the first trial case - which began last October - ran out while the second was still going on.

The courtroom was largely silent throughout Monday's three-hour session as chief prosecutor Jaafar al-Moussawi delivered his final arguments in the trial over the 1980s crackdown on the Shiite town of Dujail. Saddam, dressed in a black suit, sat calmly alongside his fellow defendants and occasionally took notes.

Al-Moussawi reviewed the evidence against each man, then concluded by asking for the death penalty against Saddam, his half-brother Barzan Ibrahim, who was the head of the Mukhabarat intelligence agency at the time, and Taha Yassin Ramadan, a former senior regime member.

``The prosecution asks for the harshest penalty against them, because they spread corruption on earth, they showed no mercy even for the old, for women or for children, and even the trees were not safe from their oppression,'' he said. ``The law calls for the death penalty and this is what we ask be implemented.''

``Well done,'' Saddam muttered sarcastically.

Al-Moussawi also sought a death sentence for Awad al-Bandar, former head of Saddam's Revolutionary Court, which sentenced 148 Shiites to death. He said al-Bandar's actions ``supported the crimes'' committed by the others and asked that he be sentenced under articles of the Iraqi criminal code for premeditated murder, which calls for the death penalty.

The prosecutor asked for lenient sentences for three defendants - Abdullah Kazim Ruwayyid, his son Mizhar Ruwayyid and Ali Dayih - saying they committed their ``acts to carry out orders issued by their superiors.''

He urged the release of the final defendant, Mohammed Azawi Ali, saying the evidence was not sufficient against him.

Many of Iraq's Shiite majority and Kurdish minority are eager to see Saddam and his cohorts executed in revenge for the oppression of their communities by his Sunni Arab-dominated regime.

But the perceived fairness of the trial will be a key question. Many Sunni Arabs see the court as a case of ``victors' justice'' carried out by the Shiites and Kurds who have dominated Iraq's government since Saddam's fall in 2003.

The defendants are charged with crimes against humanity for the crackdown after a shooting attack on Saddam's motorcade as he visited Dujail in 1982. They allegedly arrested hundreds of people, including women and children, tortured some to death and killed 148 in all.

In his arguments, al-Moussawi focused on countering the defense's argument that the sweep in Dujail was a justified response to what the defense called an attempt to kill Saddam by Shiite rebels backed by Iraq's enemy, Iran.

The prosecutor questioned whether the shooting was an assassination attempt - but said that even if it was, it consisted only of at most 15 shots that hurt no one.

``The response to this simple incident was a revenge attack in which excessive force was used ... a systematic, wide-scale attack against the civilian population,'' he said. ``The events which took place in Dujail were crimes against humanity.''

``Entire families were imprisoned, including old men, women and children ... They were taken to Mukhabarat headquarters in Baghdad, and they suffered from physical and mental torture, including electrical shocks,'' al-Moussawi said.

Forty-six people died from torture or the harsh conditions of imprisonment, he said.

The Revolutionary Court then sentenced 148 people to death after a ``show trial in which the defendants did not appear and had no chance for defense,'' al-Moussawi said. Among the 148 were some of those already killed, and a number of children, he said.

The defense is to begin its final arguments July 10. First, a lawyer for each defendant will speak, then each defendant will have the opportunity to make a final statement. The process will likely take until around July 20, said the U.S. official close to the court.

Throughout the trial, the defense tried to argue that the crackdown on Dujail was justified, even while denying the scope of the sweep that the prosecution portrayed.

At one point, the defense put witnesses on the stand contending that some of the 148 were alive and that the prosecution might have fabricated parts of its case. Chief judge Raouf Abdel-Rahman squelched that argument by arresting four defense witnesses and accusing them of perjury.

Publicado por: Corsário Negro às junho 19, 2006 09:14 PM

puf, depois de 4 horas de reunião estou ko, só tenho forças para um naco de Ti Piedade a rematar o bacalhau à braz. Amanhã volto ao grego. Boas...

Publicado por: py às junho 19, 2006 10:24 PM

Em breve ..este bicho vai fazer companhia ao braço esquerdo do Diabo....

...diz ele.
O velho facho começa a aprender umas coisas.
Vai esse bicho e vão os dois bichinhos fardados que desapareceram aqui há atrasado.

Publicado por: O pirata vermelho às junho 20, 2006 04:58 AM

Em breve ..este bicho vai fazer companhia ao braço esquerdo do Diabo....

...diz ele.
O velho facho começa a aprender umas coisas.
Vai esse bicho e vão os dois bichinhos fardados que desapareceram aqui há atrasado.

Publicado por: O pirata vermelho às junho 20, 2006 04:58 AM

Em breve ..este bicho vai fazer companhia ao braço esquerdo do Diabo....

...diz ele.
O velho facho começa a aprender umas coisas.
Vai esse bicho e vão os dois bichinhos fardados que desapareceram aqui há atrasado.

Publicado por: O pirata vermelho às junho 20, 2006 04:58 AM

Em breve ..este bicho vai fazer companhia ao braço esquerdo do Diabo....

...diz ele.
O velho facho começa a aprender umas coisas.
Vai esse bicho e vão os dois bichinhos fardados que desapareceram aqui há atrasado.

Publicado por: O pirata vermelho às junho 20, 2006 05:15 AM

Em breve ..este bicho vai fazer companhia ao braço esquerdo do Diabo....

...diz ele.
O velho facho começa a aprender umas coisas.
Esse bicho mailos dois bichinhos fardados que desapareceram aqui há atrasado.

Publicado por: O Pirata Vermelho às junho 20, 2006 05:20 AM

... meu caro, dir-se-ia que a situação no Irão evolui melhor do que eu pensava, não? O presente porreirão do Asdrubal fez-me achar que os gregos tinham evoluído (mais tarde) para druidas - a minha costela de panoramix -, e se calhar aquele que abriu o jogo foi o Arquimedes não?, eu não tinha som mas podia ser um heureka...

hoje tenho visitas :) mas lá mais para a noite venho aqui "tricotar" um pouco de grego...

Publicado por: py às junho 20, 2006 09:10 AM

Em breve ..este bicho vai fazer companhia ao braço esquerdo do Diabo....

...Esse e os dois anjinhos fardados de GI que desapareceram aqui há atrasado...

Publicado por: Pirata Vermelho às junho 20, 2006 10:12 AM

este parece vitalício:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=232856

vai ter de responder por tudo

Publicado por: py às junho 20, 2006 10:42 AM

ahah, solidariedade de nuestros hermanos

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1261453&idCanal=65

Publicado por: py às junho 20, 2006 10:46 AM